quarta-feira, 30 de dezembro de 2009



Raiva manda mais um som solto para as streets. Dessa vez chamou os seus bradas Black Sam e Parrudo, para dar uma karga básica e fechar o ano da melhor forma. Atenção que vem mais karga antes do ano fechar...

Dropando muitas lines quentes, mandando vir as bottles mesmo antes do final de ano, como ele mesmo disse "Não preciso de esperar a sexta-feira, bebo todos os dias", e por acaso sexta feira será o tal dia 1(ano novo).

Saquem sempre a cena...

Raiva, Black Sam & Parrudo - Kero Bottles

Download Mediafire


Download Usaupload

O craque do futebol espanhol e da seleção brasileira, Luis Fabiano, foi até o estúdio para gravar o som "Prazer! Luis Fabiano", do rapper Professor Pablo. Na ocasião foi realizada a gravação para o programa Globo Esporte, da Rede Globo. O MC paulista estará também participando do programa Esporte Espetacular, que vai ao ar pela manhã, no dia 03 de janeiro, domingo, na mesma emissora.


CLICK AQUI ACESSE O CENTRAL E VEJA O VÍDEO.
By Central HipHop/Rapevolusom


MC MATITA, SE ENCONTRA NA FASE FINAL DA GRAVAÇÃO DA MIXTAPE
TAPETE VERMELHO, A MIXTAPE SOFREU ALTERAÇÕES CONSOANTE AO
PROJECTO INICIAL...

A MIXTAPE TERÁ A PARTICIPAÇÃO DE XDZ, CMC, MQ SOLJA, REP BOY
E MUITO MAIS.

CONTARÁ COM INSTRUMENTAIS DE JAY-Z, DO ALBUM BLUEPRINT III
AKON, KANYE WEST, CRHIS BRONW E MUITO MAIS.

A MIXTAPE ESTÁ DISPONIVEL AO PUBLICO EM JANEIRO.

DISPONIBLIZEI 1 TRACKS PROMOS PRA VOSSA APRECIAÇÃO


DEIXO TAMBM O URL DA TRCK PRA FACILITAR A POSTAGEM.




CONTACTOS
agente
924216266
www.mcmatita.blogspot.com
http://twiter.com/mcmatita
placidomatita@hotmail.com


terça-feira, 29 de dezembro de 2009



Produtor Scott Storch é esperado para ser uma peça importante no retorno musical do rapper Shyne, que foi deportado para Belize após nove anos de encarceramento.

Storch disse ao site AllHipHop.com de seus planos para criar um novo álbum para o ex-Bad Boy.
"Sim, o homem é meu". Estive conversando com ele durante toda a sua sentença de prisão. Ele é uma pessoa que sempre se manteve fiel a mim"
"Estou ansioso para fazer, e não apenas um recorde, mas fazer um pedaço de seu álbum."

Scott Storch foi quem produziu "Candy Shop" de 50 Cent, "Run It!" de Chris Brown entre outros como Lil Wayne, Beyonce e etc.
 
 
By HHGlobalizado



The Normalcy project from Charles Hamilton!
01. New Music From Charles Hamilton
02. Enter The Scope
03. WorkinInTheLab
04. Coodies
05. August Rush
06. Air Agains
07. Loserville
08. She’s Purrty
09. Laptop Therapy (Jackie Blue)
10. Suicides
11. Baby Says I Want
12. See & Say
13. 20Hamil10
Download:Charles Hamilton – Normalcy EP

http://www.cratekings.com/wp-content/uploads/image/ti_studio.jpgKevin Liles um executivo da Atlantic Records disse que T.I. está de volta ao estudio de gravação.
De acordo com o GlobalGrind.com, Liles escreveu o seguinte em sua pagina do Twitter, "Fui visita-lo e encontrei ele gravando. Ele me disse: Porque esperar por 2010, vamos fazer agora' Gostei da atitude!" A mensagem foi deletada depois.
 
 
By Rapevolusom

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009


1) Intro
2) My Bad
3) Shitty City Pt2
4) Who’s Your Favorite
5) We Remain
6) Better You Know Me
7) I Do
8 ) Its Going Down - Lip Service
9) Look Ma
10) Rather Be Me
11) Power Pack
12) Only Human
13) No Escape feat Tony Yayo
14) The Get Back - Southside in the House
15) Probably Want Me Down
16) Greenday feat Havoc ,Cormega
17) Big Bully - Full Version



Tracklist

1 Intro em chamas
2 Bomba S(Treet)
3 Hip Hop em chamas
4 Real Niggas
5 Meu Rap
6 Talento
7 Atitude e a Street VS Rapper Chateado
8 Sou tao Fly
9 Amo esseRap Game
10 Voçês falam BWé
11 MIke Aberto
12 São Paulo
13 Rapper's
14 Props Over (dos tropas)
15 Fuiii


Goobie é um novo cantor de RnB Brasileiro que quer conquistar o seu espaço num país onde o RnB não é a musica tradicional. Sente-se orgulhoso do que já conseguiu e promete continuar em 2010, com o álbum BR-212.



Andreia - Conta-nos como começaste a tua carreira e quais ou quem foram as tuas influências.

Sempre tive um interesse especial por música, comecei a estudar instrumentos e canto perto dos meus 12 anos de idade. Mas foi aos 19 que considero minha iniciação como profissional, quando comecei a cantar nos clubs daqui de São Paulo. Por ser a década em que cresci, minha influência vem muito dos anos 90 - R. Kelly, Babyface, Blackstreet, gosto muito do R&B que ainda prioriza o lado harmônico. Costumo chamar meu som de "90's R&B in a 2K atmosphere".


Andreia - Como artista, o que trazes de novo à música e o que tens de especial para que as pessoas te oiçam?

Vejo a música como algo extremamente universal, então meu principal objetivo é representar o Brasil no Hip Hop e R&B - seja cantando em português ou inglês. Quero que as pessoas tenham a oportunidade de ouvir um R&B brasileiro que não deva nada pro norte-americano em questão de qualidade.

 
 
By Blog Black Vibe

domingo, 27 de dezembro de 2009

Emicida conversa com a reportagem do site da Rolling Stone Brasil
http://andifyoudontknownowyouknow.files.wordpress.com/2009/10/thumbdefaultemicida.jpg


Sentado no banco de uma praça "onde a galera vem fumar maconha às 17h", nas proximidades da estação Tucuruvi do metrô de São Paulo, está Leandro Roque de Oliveira. Antes de começar a conversa, o rapaz - franzino, com barba semicerrada, entre o efeito talibã e o comercial de gilete - estica o dedo em direção a um lugar difícil de discernir no horizonte e fala: "Há três anos eu moro ali".

"Ali" é um "apartamento bacana" a algumas centenas de metros, com novo móvel ("tô marrento, mandei fazer, agora faço sob encomenda", diz sem a menor marra) para abrigar os cerca de 800 vinis da coleção. Oliveira vira o Homem Elástico ao alongar ainda mais o braço para informar que "antes morava láááá no Cachoeira, último bairro da Zona Norte".

Os 24 anos de Oliveira foram passados quase que integralmente na Zona Norte paulistana, láááá onde corredor polonês e corredor cultural podem virar sinônimos - isto é, se você esquecer de deixar o preconceito na chapelaria. Sem esse dado biográfico o filho de Dona Jacira, terceiro de cinco irmãos (duas meninas e dois meninos; uma irmã morreu), dificilmente seria o que é hoje. Um exterminador profissional. Alguém capaz de olhar bem nos olhos dos oponentes até os eliminar, um a um, com armas dignas de um arsenal espartano do rap: música e imaginação.

Oliveira é Emicida, ou E.M.I.C.I.D.A., sigla que inventou sobre o apelido dado pelos amigos, transformado em Enquanto Minha Imaginação Compuser Insanidades Domino a Arte. É claro que ninguém entra em uma batalha de MCs para perder. Mas esse tipo de confronto - basicamente, dois caras improvisam um rap, e o público decide quem "metralhou" quem - tem princípio bem diferente ao daqueles duelos que hoje cheiram a naftalina, quando dois marmanjos do século 19 resolviam suas diferenças na espada ou pistola. Emicida explica: "É uma atmosfera extremamente pesada, tensa pra caralho. Mas é uma parada para todo mundo se divertir. Faço pela brincadeira. Faço de coração".

Acontece que, ultimamente, ele precisa sair com cada vez mais frequência da região que lhe deu a manha para ganhar batalhas "na proporção de 10 [vitórias] para uma [derrota]". Emicida está virando grife. Nas boates da Zona Sul, manos e minas dividem fila com um tipo inexistente em 99% dos shows na periferia: o indie e sua indefectível "indumentária do rap", uma espécie de Sarah-Jessica-Parker-fase-M.I.A. para elas, Brandon-Flowers-encontra-Mano-Brown no caso deles. De quebradas "roots" a casas alternativas, o rapper faz shows (calcula de 12 a 16 por mês) lotados por todo o estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e outros cantos do país.

Emicida não põe muita fé neste papo de "trair o movimento". Pergunto o que ele responderia se Boninho lhe telefonasse pedindo uma música para a trilha do próximo Big Brother. "Na real, acho legal falar para cada vez mais pessoas", ele fala, e dá uma pausa dramática antes de completar o raciocínio. "Desde que elas entendam a música."

Continua: "É do caralho ter várias ideias para combater o racismo, o preconceito. O legal é isso, colocar pessoas diferentonas cantando no mesmo lugar". Mas isso faz dele o quê? Rap? Indie? Emicida sorri e, como se tivesse um anzol fisgado no canto da boca, abre sorriso largo e um pouco irônico, que lhe deixa com feições de um garoto que comprou sua primeira revista masculina e agora mostra o troféu para os coleguinhas de classe. "Sou é hype!"

O problema da crescente popularidade não é tanto o medo de virar réu no julgamento que atinge nove em dez artistas que ecoam além da periferia (trair o movimento, se vender ao sistema e outros biscoitos da sorte chineses sabor anti-elite). O que pega para Emicida é ter começado a "sair mais de táxi pra dar conta de tudo". Porque se tem uma coisa que Leandro Roque de Oliveira odeia é taxista. Quando é inevitável, só chama os que já conhece, "os gente boa". Detesta os olhares enviesados, "dos caras que são piores que polícia e sempre querem saber para onde você está indo, já te olham errado". Não é "noia": já processou, por exemplo, um taxista que o chamou de macaco.

Ele olha para a repórter e ri. "Se eu fosse lourinha de olhos azuis que nem você, só por um segundo, qualquer dia metia o cano num taxista desses", diz. O tom não é inflamado. Emicida prefere metralhar sem dedo no gatilho, numa viagem sonora com bases feitas por DJ Nyack, Slim Rimografia e Projeto Nave, entre outros "parceiros de sempre".

E, nesse sentido, Emicida é uma máquina de guerra. Costumava compor de duas a três músicas por dia. A produção baixou por causa da agenda cheia, mas ele compensa "parando na madrugada para fechar as ideias". Tanto material não escoa ralo abaixo. Ele já soltou uma mixtape nas ruas, Para Quem Já Mordeu Cachorro Por Comida, Até Que Eu Cheguei Longe. Pretende lançar uma nova até fevereiro e, quem sabe, outra no meio do ano. O preço deve continuar o mesmo: R$ 2.

"Tô fodendo com a economia", vangloria-se Emicida, entregando em seguida as coordenadas da guerrilha cultural involuntária. "Lá em casa tá cheio de nota de R$ 2, moeda de R$ 1, de R$ 0,50. A economia tá lá parando comigo."

Para batizar essa primeira mixtape - de onde vêm músicas como "Só Isso" e "Triunfo", algumas das que transitam bem fora do circuito rap - Emicida recuperou uma história dos tempos em que era o Leandro de seis anos. O pai tinha acabado de morrer, e a mãe foi trabalhar como empregada doméstica. "Um perreio de grana fudido", conta. "Minha irmã dividiu dois pães entre os quatro irmãos. E pobre, independentemente da miséria, sempre tem cachorro. É lei. Eu tinha uma cadela, a Afrodite, que abocanhou o meu. Fiquei maluco! Fui lá e mordi o bicho de volta."

Para quem já mordeu cachorro por comida, Emicida chegou longe. E não passou despercebido no meio do caminho. Em 2009, recebeu "umas quatro ligações importantes", ele calcula. A tecla SAP é: grandes gravadoras. Por ora, não quis saber delas. "Mas cuidado como você coloca aí, ou vão chegar e, 'olha lá, ligaram pro Emicida e agora o cara tá esnobando", ele pede relativização. "Esse pessoal às vezes é meio tenso nas viadagens."

É o gancho para entrarmos de novo no velho embate raízes vs. mainstream. "O problema é que o cara quer fazer um rap que não seria viável nem para mim, nem para ele, sabe? Meu lance é música, o dele é dinheiro", explica por que ainda não lançou um álbum, ao menos no sentido tradicional da coisa. "Enquanto não chegar alguém monstrão, que compreenda a proposta... Não vai rolar."

Quatro mandamentos e um freestyle
No antebraço esquerdo, Emicida tem uma tatuagem - um círculo com raio de mais ou menos 2 cm - com quatro mandamentos do código do samurai, que traduz a pedido da repórter:

1) "Nunca ser superado no meio do caminho"
2) "Ser um bom filho para seus pais"
3) "Ser de utilidade para a causa"
4) "Ter compaixão e usá-la para o bem da humanidade"

Emicida é um cara que valoriza raízes. "É importante dar moral para a miséria. Quando não se tem nada, é ela que está lá ao seu lado", filosofa.

Nessa mesma toada, sabe que o rap não nasceu por geração espontânea. "Gosto do jazz por causa do improviso. Aquela jam de batera, piano, baixo - eu piro", diz. "Isso me influenciou pra caralho na rima. Freestyle é o mais próximo que a cultura popular tem do jazz, que infelizmente virou uma parada de elite."

Grande poder traz grandes responsabilidades. Por um lado, Emicida sabe que está na reta da rapaziada. "Sinto mais perseguição, sim", diz, e pela primeira vez na tarde sua expressão é mais ambígua - não dá para sacar de cara se incomoda ou não ao caçador tanta gente passando a vê-lo como caça. "Tem música falando mal de mim. Mas o engraçado é que só as batalhas que perco é que não vão parar nos blogues."

Emicida sorri e deixa o corpo relaxar, deixando os braços desabar como dois fios de macarrão al dente, num ato inconsciente que transmite a mensagem de "é a vida, fazer o quê". "Sabe, o lance não é batalhar com os grandes nomes, é fazer com que queiram batalhar com você."

E então repórter e rapper saem andando pela vizinhança do Tucurivi, o primeiro mandamento dos samurais solto no ar: "Nunca ser superado no meio do caminho". 
 
By Rolling Stone Brasl




Tracklist
01 Kpali Suga & Obi Skit
02 Intro
03 DJ Shoutouts
04 Am I Better ?
05 Bootleg The Mixtape In Nigeria
06 Soldier Of Love (Buck3000 Remix)
07 I Want You
08 Voice Message
09 Nigerian Girls
10 Voice Message #2
11 Like A Pimp
12 Ja Rule Drop
13 Plenty Money Remix
14 Lagos Party Remix
15 Chillin In Naija
16 Kpali Suga & Obi Skit #2
17 Gasoline
18 Wassini
19 Fire
20 Hey
21 Take You Home (Remix)
22 Big Boy (International Remix)
23 Down Low Remix
24 My Life
25 Kpali Suga & Obi Skit #3

DOWNLOAD: Iceberg Slim Presents “The Fix” [Mixtape]



Je Records é uma gravadora nova sede em Minneapolis, Minnesota, começou por um artista / produtor chamado OBJ, que foi então elaborado um monte de outros artistas como IllMyk, DSP, dor Max, menino Ipaja, A Amy, NexTomi e Oso Flex. Je Records foi fundada Janeiro de 2007, um rótulo estabelecido para inspirar e estimular novas e até artista próximos que estão dispostos a motivar e inspirar as pessoas através de seus talentos.

    Cada um destes artistas estão trabalhando em seus álbuns que vai cair em algum momento no futuro próximo. Check out-nos no MySpace.



Mais informações

Rap com Ciência é um projeto da Sangari Brasil (www.sangari.com), empresa que cria, desenvolve, produz e implementa um programa integrado de Educação em Ciências no Ensino Fundamenta que tem o nome de CTC Ciência e Tecnologia com Criatividade. Em Brasília, o programa educacional Ciência em Foco, uma parceria da Secretaria Educacional do DF com a Sangari, utiliza o material do CTC. Dentro desse programa, uma das atividades é o projeto Rap com Ciência.

No território masculino que é o rap brasileiro, não é comum uma mulher entoando rimas. E Flora Matos aparece como um nome promissor. A MC de 21 anos participou de O Jogo É Hoje (2008), mixtape com direção musical de Ice Blue e Mano Brown (Racionais MC's), acompanhou com suas rimas os principais DJs de rap e vem se apresentando com o Instituto, banda na qual já cantou o rapper Sabotage, um dos maiores expoentes nacionais do gênero, morto em 2003.

Flora foge dos agudos de Negra Li e não chega ao tom áspero de Nega Gizza. Ao vivo, impressiona pelo fôlego que emenda seus versos e pelas diferentes levadas com que canta. - Minha música vai além do rap, mas ele está sempre presente - diz.

Flora cresceu em Brasília, fazendo backing vocals para o pai, o músico Renato Matos. Com 14 anos, assistiu a um show dos Racionais.

– Foi quando me envolvi com o rap.

Começou a frequentar as batalhas de rimas cariocas, onde não é comum a presença de mulheres, "mas cheguei a ganhar uma ou outra''.

Em outra apresentação dos Racionais, em Belo Horizonte, fez um dos shows da noite, antes do grupo.

– A galera gritando, querendo que eu fosse embora antes de me ouvir. Peguei o cara mais empolgado da plateia e fiquei rimando para ele - lembra.

As rimas de Flora renderam elogios de KL Jay, DJ dos Racionais, e um convite, dois anos depois, para gravar um remix produzido por ele. A MC trocou Brasília por São Paulo.

Na cidade, começou a acompanhar DJs como Primo, King, além de KL Jay, com um pocket show durante suas discotecagens. Dali, emplacou uma faixa na mixtape O Jogo É Hoje - a única mulher da compilação - e acabou nos palcos do Instituto.

Com caminhos abertos no rap, promete seu disco solo para 2010.

By Clicrbs



Tracklist:
01. Nuff Respect
02. Toast 2 That (ft. Swizz Beatz)
03. Ain't Satisfied
04. Breakdown (ft. Mariah Carey)
05. So Crazy
06. Summer Love
07. Patron
08. The Originators
09. Bone Thug Boys
10. For The O.G.'s (ft. Chamillionaire)
11. Struggle (ft. Petey Pablo)
12. End of Dayz
13. When I Die (ft. Fat Joe, Big Punisher, & Cuban Link)
14. Thug Alwayz
15. Thug Alwayz
16. Bone Thugs (ft. B.I.G.) (U-Neek's Remix)

"Jay-Z fez isso de boa" disse Cam'ron.

"Jay-Z vendeu 530.000 cópias, então isso ainda soa bem. Sempre há alguém em NY que está fazendo meio milhão em uma semana, ele ainda está na luta. Eu realmente não me importo com o Jay, mas eu tenho um respeito louco por alguém que faz grana, e por alguem que vende muito mesmo depois de ter muitos albuns lançados. Jay-Z definitivamente ajudou muito Nova York." 
 
By DOC
Se der certo, será grande! Na ultima semana enquanto Baby e Lil' Wayne compareceram no tribunal de Manhattan, eles também visitaram o escritório da Warner Music Group. Os detalhes ainda são extremamente pequenos, mas um fonte confiável confirmou uma reunião secreta com os principais empresários dos dois grupos (Oh Hai Lyor e Brian Williams).

By DOC

sábado, 26 de dezembro de 2009



http://userserve-ak.last.fm/serve/_/30898639/Mary+J+Blige+MaryJ.png

Mary J. Blige teria agredido o próprio marido durante festa pelo lançamento de seu novo álbum, 'Stronger with Each Tear'. A cantora teria dado um soco no rosto de Kendu Isaacs porque ele estaria paquerando uma garçonete na boate Pink, em Nova York.

'Ela virou para ele gritando 'você não vai arruinar minha noite'', diz uma fonte, acrescentando que Blige estava descontrolada e que jogou um segurança que tentava separá-la do marido no chão. 'Então, ela deu um soco nele', conta.

Ainda de acordo com a fonte, a cantora provocou o marido, perguntando se ele revidaria o soco. Ela teria feito alusão ao rapper Chris Brown, que agrediu a então namorada Rihanna em fevereiro. 'Vai bancar o Chris Brown?', teria perguntado.

Kendu foi expulso da boate e Blige teria deixado o local logo em seguida, deixando convidados como Jay-Z, Beyoncé e Busta Rhymes chocados.

O representante da cantora, Karynne Tencer, negou que o motivo da briga tenha sido a garçonete. Segundo ele, Kendu e o irmão de Blige teriam discutido e, partido para a agressão física. 'Ela tentou apartar a briga', disse, acrescentando que ela nunca citou Chris Brown e que o casal está bem. 'Mais felizes impossível'.
By  EGO/HHGlobalizado

Veja o Video





1. Doa Remix (New Arrangement) 
2. Smoke To This (Lil Ronnie) 
3. See Me Shine (1500) Thin C Siren Edit 
4. Against The World (Duane DaRock) 
5. What Have We Done (HC The Chemist) 
6. My Street Blues (DJ Uneek) 
7. Nuff Respect (Scott Storch) 
8. Roam In Ya Zone (1500) 
9. Let Ya Self Go (Donte Carter) 
10. No Mas (unknown) 
11. Too Small (Dsp) 
12. Wanna Ride (Duane DaRock) 
14. Life’s Been Good (Dsp) 
15. Celebration (Thin C)



By HotMixTapes

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009



Lista Completa Das Músicas

00 - 3 1 Só & DJ Grafiti Intro Mixtape

01 - A.P.L.I.C. - Chora Morro

02 - Fator-X Feat. Cirurgia Moral - Assim Que é

03 - A Formula - Quanto Você Vale

04 - Mc Promissor - Tua Moral Ta de Final

05 - 3 1 Só - Justo Pelo Justo

06 - Raciocinar Rap Feat. Sem Meia Verdade - A Justiça De Deus Triunfará

07 - Pacificadores Feat. Mano Stynk - Aqui é Favela

08 - 3Máfia - Mano Eu Do Idéia

09 - Stigma - Melhores Dias

10 - FDJ - Eu Quero Mais

11 - Dom Guetto - Se Não Fosse Nois

12 - Beladona - Ladrão Também Chora

13 - Sentença Obscura - Por Trás Dos Bastidores

14 - 3 1 Só - A Rua Me Ensinou

15 - Raciocínio Consciente - Só Quem é

16 - Fidalgo Feat. 3 1 Só, Look e Tribo da Periferia - Formigou

17 - Mano Stynk - Favela Chora

18 - Dstroy - Pro Seu Lamento

19 - LCD Jay - Passado Presente

20 - A.P.L.I.C. - Falta Um Pouco De Fé

21 - Tribo Da Periferia - Isqueiro

22 - 3 1 Só - Pode Correr

23 - Raciocinar - Rap Play De Favela

24 - Dom Guetto Feat. Química Fatal - Favela Nota 1000

25 - Vadios Locus - Safado



Ouça CD Completo Antes De Fazer Download Abaixo



Clique Abaixo Para Começar Download Do CD



Outras Mixtape Para Download Abaixo

Faixa título do disco Super X do rapper paulista WX, produzida pelo gaúcho Cyber.
A música abre o CD, onde a evolução da música Rap no Brasil, é o tema, e o rapper WX tem este desafio.
Conta com um refrão cantado por PLG.
O album lançado por A FIRMA Produções em Novembro de 2009 e conta com produções e participações de Riztocrat, JoeBlack, Stella, Nickson, Goobie e a banca TrueFella (Gee Quest e Jogador)

BAIXE AQUI: WX - Super X (Prod.CYBER)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009


O cantor de rap, N’Pans , assim conhecido entre os fans dele. Começou a sua carreira muito jovem, foi um dos primeiros a cantar o rap em Moscou e hoje é um dos mais populares na Federação Russa.. Deixou a sua terra natal (Guiné-bissau), ainda muito joven(criança).. hoje em dia canta não só em russo mas também em criolo (a sua lingaua materna) actualmente considerado idolo de muitos cantores de hip hop/r&b guineense. as suas musicas transmitem/encorajam o seu povo a lutar por uma vida melhor... como um filho da Guiné-bissau ele deixa os seus rapps também em criolo pra ser guardado nos corações (força de maquilna guerra) segundo muitos o rapp cliolo sera cada vez mais respeitado com a presença do n´pans. Ele trabalha pra as sua rimas terém futuro, pra qualquer pessoa sentir quanto este joven é duro. cada musica é uma reclamação... CADA RIMA PESA MAIS DE Q 1KG
DEIXO UM VIDEO DE UMA ATUAÇÃO(RUSSIA) DEDICADA A TODOS OS GUINEENSES(GUINÉ-BISSAU) PRESENTES.
TOMA ES

video

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

http://www.djwhookid.org/html/pictures/dj-whoo-kid-2.jpg

DJ Whoo Kid escreveu em seu twitter, informando dos incidentes do show de 50 na África.

"Finalmente fora da Nigéria!! No ultimo show houve disparos de AK-47!! Me sinto ótimo em ver um BIG MAC na alemanha! Comida!! Estou vivo!! No primeiro show na Nigéria, a força caiu na cidade toda, no meio da 'What Up Gangster'e um Fã pulou em 50 no palco novamente, e depois escapou na escuridão! Video virá em breve, ainda estou me cagando da comida e da água." 
 
By Comunidade G-Unit no Orkut
 b-b-b bone thugs=]

O lendário grupo Bone Thugs-n-Harmony dará um presente de natal para os fãs através de uma mixtape gratuita intitulada FixTape Vol 3: Special Delivery. O trabalho estava previsto para hoje, mas foi adiado para o dia 25.

O membro Flesh-n-Bone disse estar bastante entusiasmado com o andamento da mixtape e do futuro álbum do grupo, que se chamará Uni5: The World’s Enemy.
 
Semana passada, o Bone Thugs lançou snippets do novo álbum, que está previsto para março.

By Central Do Rap
No filme “23”, a mente de Walter Sparrow (Jim Carrey) entra em parafuso quando estabelece contato com um misterioso livro chamado “23”. Durante a leitura, Walter começa a ficar convencido de que o texto é a sua própria vida. Sua paranóia com o número 23 a fazer com que Walter Sparrow acredite que o livro está transformando sua vida de maneira radical.

Longe das telas e com uma vida real agitada, Kamau também tem um número que o acompanha. Não é nada que se assemelhe ao lado paranóico do personagem de Jim Carrey, o MC começou a fazer Rap com 21 anos, se envolveu com o skate aos 12. Pratica o esporte há 21 anos e rima há 12. O número 21 está na mixtape “Sinopse”, no CD do Simples e em seu último trabalho, o aclamado “Non Ducor Duco”. Por isso, Kamau fez de tudo para lançar um pacote que contém um novo single, um videoclipe e dois remixes exatamente no dia 21 de Dezembro. Estratégia de marketing? O rapper responde: “O número 21 representa mudanças e tomadas de atitudes importantes na minha trajetória, não é nenhuma estratégia publicitária, tenho trabalhos e releituras pra apresentar, a data marca a força do 21 na minha vida.

O remix da música “Resistência” é um desses trabalhos que Kamau lança neste final de ano. A música conta com participação da rapper Invincible, da cidade de Detroit, no Michigan (EUA). “Nós somos amigos há um tempo. Entre 2007 e 2008, quando eu estava preparando o ´Non Ducor Duco´, a Invincible também estava compondo músicas para o trampo dela. A gente sempre trocava ideia sobre o trabalho que tínhamos e o tempo que dedicávamos aos nossos projetos. Isso nos fortalecia, era algo que dividíamos um incentivava o outro. Um dia a convidei para participar da música ‘Resistência’, com o passar do tempo ela entrou em contato e pediu pra eu abri meu email, lá estava a rima dela. Era sobre os falsos revolucionários”, comenta Kamau.  Entre shows no Rio Grande do Sul, Bahia e São Paulo, o MC fez uma correria imensa para poder lançar o pacote no prazo estipulado (21 de dezembro), o número da sua vida tinha que ser respeitado. Não é por acaso que sua nova música é “21/12”.

Vídeo/Remix

“Eu tinha um remix desse som (“Só”) feito pelo Nave que ia sair num CD junto com o documentário ´Freestyle´ do Pedro Gomes. Já estava usando essa base nos shows e resolvi fazer o clip com a versão remix, pois já se passou mais de um ano do “Non Ducor Duco” e quero apresentar algo relativamente novo”
, afirma Kamau durante entrevista ao site Noiz, onde disponibilizou o videoclipe da canção “Só”. Como sempre, Kamau não fala sobre seus projetos futuros, o MC afirma que é melhor não criar expectativas e trabalhar em sigilo. Quem sabe num dia 21 qualquer de 2010...


 
By Central Hip Hop

Follow Us