segunda-feira, 7 de setembro de 2015

RAS - E o Mundo Gira... [Prod. LeoMachion]



Enquanto o mundo gira e o tempo passa, as coisas vão acontecendo aqui nesse 'lote de tempo e espaço', e quem tem pra ser, (escravo das coisas que criamos pra dar essa ilusão de poder e status invejável) conspira. Arquitetando a trilha que nós seguimos; equação sem coração mesmo... Isso em prol do gozo próprio, jogando com as vidas. Já que todos se suportam, mas não se importam um com o outro.
E o 'tufão' que vem desse sopro hostil dos "donos" faz com que a gente siga em meio à atrocidades achando que tá tudo pela ordem... Molecada muito louca na vida do crime, policia matando favelado.
Há a necessidade de reagir, mas não jogando esse jogo sujo em busca de poder.
Trabalhamos pra nação, cegos, sem nos investigar, nem investigar a vida.
Nos atam nós e cobram nossa boa educação;
essas hienas riem e nos negam o pão.
Parar pra pensar... Esses atritos são frutos do racional de muitos.

"Se eles sabem o que tu sente, podem prever sua reação."
-Marechal



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Tese: RAS
Captação de voz e mixagem/masterização: Short -estúdio Toca de Gigantes-
Produção: Léo Machion

Letra:

E o mundo gira...
Quem tem pra ser, conspira.
Arquiteta a trilha -sádica e sem coração.
Nos ata nós e diz pra nós ter boa educação.
'Céloko', jão, as hiena gargalha e te nega o pão.
'Tá osso! Corda pro pescoço é o prêmio que nos vem.
Gozar do lazer é só pra quem tem, e não pra quem sua pelo que vem.
Então vem! Que nós tá aqui, pronto pra bater de frente.
Resistência suburbana, humana, na linha de frente.
Se ilude quem trama pra estar um passo à frente,
e lá na frente se encontra sozinho, leso e demente.
Uns descarregam o pente, matam a gente e sorri,
outros choram no hospital ao ver quem ama partir.
O mundo gira e nessa trilha viemos pra interagir,
e o erro de muito aqui faz criança se munir.
Reagir! Ó só, favela em ascensão, mas não pra pagar de patrão
jogando o jogo dos verme, não.
Então vem que nós tá aqui.
Resistir e não é por tang,
é pra estancar a ferida aberta que ainda jorra sangue.
De nós tudo se odiando, se matando e formando gangue.
De nós mudo, enlouquecendo, com fome e nadando em sangue.
E os moleque vem, psicão.
Cês blindam suas carruagens
"Passa os bagui e não reage"
É sem massagem na hora da ação.
Filhos da pátria Brasil.
Com fome, portam fuzil.
Sem nome atitude hostil.
Arrancam a vida do tio.
E 'tá pela ordem esse cangaço urbano, mano', e cê nem viu.
Na maior desordem os verme engatilha e outro irmão subiu.
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