quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Crônica Mendes diversifica em seu novo álbum, "Aos que Caminham".


Segundo disco do rapper tem participações de MV Bill, Slim Rimografia e Adonai CVS

Aos que Caminham é força pra seguir e se permitir transformar. É neste clima que Crônica Mendes lança seu segundo disco solo nesta sexta-feira (22) em todas as plataformas digitais. O rapper, fruto da geração dos anos 90, chamado por alguns de anos dourados do rap nacional, diversifica sua lírica e ousa em ritmos nunca antes enfrentados por ele. Da rua, sobre amores, no reggae, com o peso e a contundência do rap, provocando reflexões e despertar. Cada uma das 17 faixas mostra um artista plural e livre para criar.

“Nenhum rap deve ter amarras, pelo contrário, ele deve ser livre, mas para ser livre, ele precisa saber por onde andou, onde anda, e reconhecer os perigos dos caminhos, se reconstruir a todo momento”, acredita.

O rap de Crônica, com seus 37 anos, amadureceu e saiu da zona de conforto, mas manteve as raízes. Transeunte, como ele diz. Que segue a caminhada e transita entre as gerações. Crônica se destaca com sua profundidade nas letras, sem rimas rasas, sem falsas questões. No palco, o espetáculo é garantido, pois é reconhecido por sua performance de palco e interpretação marcante. Nos shows, é acompanhado pelo Dj Buiu Silveira, pelo guitarrista Diego Silva e a baterista Letícia Canella.  

“Esse disco alimenta a minha caminhada, e toda caminhada nos transforma. Deixamos um pouco de nós para trás e absorvemos novas ideias, novas pegadas. Não há crescimento sem desapego a ideias velhas. Assim, me reconstruo. Amo meu rap, que é musical, politizado e profundo, mas não sou só isso”, defende.

O rapper carioca MV Bill participa na faixa produzida pelo Dj Caíque, intitulada Mediando Conflitos; Adonai CVS traz o peso do dub à faixa Daqui de Cima; Slim Rimografia e Crônica abordam a ideologia na música em O que da gente sobrou; o produtor e cantor Jhef misturou trap e crunk na música que ganhou um clipe abordando a diversidade de gênero, e a voz da Luiza Chao engrandece uma das produções mais belas do disco. Já os rappers Carlo Rappaz e Helibrown reforçam a rua no rap, o rap na rua com as faixas Leões e Rua 06. Além de outras participações.



O disco reúne diferentes produtores: Dj DR Jay, Dj Caíque, Dj Duh, Slim Rimografia, Jhef, Mario Amaru, Sergio Cotty, além do próprio Crônica e do guitarrista Diego Silva.

Track list:

01 - Com sua licença
02 – P.S. Obrigado por tudo
03 - A morte do Mickey
04 - Leões - com Carlo Rapaz
05 - Asas
06 - Sou meu próprio líder
07 - Ela é Castelo de Madeira, Eu sou Brinquedo Assassino - com Jhef
08 - Mediando conflitos - com MV Bill
09 - Aos que caminham
10 - Natália
11 – Princesa do Gueto – com Luiza Chao
12 - Ela é foda 
13 - Daqui de cima - com Adonai CVS
14 - Vão dizer que errei
15 - Eu sei quem são – com Paulo Saraiva
16 - O que dá gente sobrou - com Slim Rimografia

17 - Rua 06 - com Helibrown
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