segunda-feira, 17 de junho de 2019

No dia 22/6, Sófálá promove no Red Bull Station competição de poesia falada, além da presença de autoras independentes e discotecagem da DJ Carlu


No dia 22 de junho, o Red Bull Station recebe a terceira edição do ano do Sófálá, programa que desde 2015 leva a voz das ruas ao auditório do espaço, com competições de poesia falada (slam) sobre temas diversos.

Comandada pelo mestre de cerimônia Emerson Alcade há quatro anos anos, a disputa entre slammers mantém a mesma dinâmica que o consagrou: em 2019 será um vencedor por edição, totalizando seis ganhadores ao final do programa.

Neste mês, além do torneio, o Sófálá também recebe duas boas representantes da literatura engajada e de temas relacionados à cultura negra. A primeira delas é Cidinha da Silva, responsável pela editora Kuanza Produções, que já publicou livros da escritora, como "Exuzilhar" e "Pra Começar", e em breve lançará "Africanidades e relações raciais: insumos para políticas públicas na área do livro, leitura, literatura e bibliotecas no Brasil". O segundo nome é Cecília Floresta, escritora paulistana afrodescendente que ganha a vida editando livros e pesquisando narrativas e poéticas ancestrais iorubás e seus desdobramentos na diáspora negra contemporânea, lesbianidades e literaturas insurgentes. "Poemas Crus", seu primeiro livro, foi publicado pela editora Patuá em 2016.

Quem comanda o som é a DJ Carlu, colecionadora de discos em vinil, pesquisadora e amante da música brasileira que normalmente embala e agita as quebradas da zona sul de São Paulo, onde mora.

SERVIÇO:

Sófálá

Data e horário: Sábado, 22/06, das 16h30 às 19h.

Local: Red Bull Station (auditório) - Pça. da Bandeira, 137, Centro.

Capacidade: 100 lugares (sentados). Entrada gratuita.

SOBRE
O RED BULL STATION
Localizado em um prédio de 1926, no centro de São Paulo, o Red Bull Station ocupa a antiga subestação Riachuelo, desativada desde 2004 e tombada como patrimônio histórico pelo Conpresp. Com foco em projetos experimentais de arte, música, dança e inovação social, os cinco andares do Red Bull Station contam com estúdio de música, makerspace, três espaços expositivos, um terraço e uma cafeteria. Para informações sobre a programação gratuita, consulte a agenda no site www.redbullstation.com.br.


Quase sempre independente nas produções, já e comum o petropolitano Nego Preto NP se aventurar por estilos experimentais dentro e fora do rap. Não foi diferente em seu pequeno EP “A Morte da Morte”, que, em apenas quatro minutos, navega por alguns ritmos, explora sonoridades e um clima tenso e sombrio.

As músicas foram surgindo de forma espontânea, cada uma feita em um único dia, sendo escrita e produzida ao mesmo tempo pelo próprio músico. O que eram distrações e desabafos em madrugadas de insônia foi reunido nesse trabalho com três faixas que falam sobre transtornos psicológicos e questionam as relações entre vida e morte.

Com declamação de poesia, algumas vozes medonhas que representam partes problemáticas de sua cabeça, outras calmas e controladas, coros com arranjos vocais, dos instrumentos mais orgânicos aos sintetizadores mais distorcidos, o trabalho cria experiências e sensações focadas em mergulhar numa expressão profunda e se sentir no universo do autor por alguns instantes.

Apesar de toda a independência na produção, NP também contou com a ajuda da fotógrafa Mariana Kreischer para a capa do EP, que foi editada pelo músico. A poesia que introduz o EP foi escrita junto à Carol Ruel, criadora do blog Página 394, o qual NP também faz parte.

Ouça no YouTube: 






Sobre Nego Preto NP

“Preto, ateu, bissexual e artista independente”. Com carreira oficialmente iniciada em 2011, o petropolitano Nego Preto NP é músico, poeta, produtor audiovisual e blogueiro. Atua principalmente no rap, já tendo também tocado instrumentos e produzido instrumentais em projetos de vários gêneros musicais. Produz vídeos para diversos artistas, além de seus próprios e de seu atual coletivo "Lá do B". Também escreve para o blog Página 394, e atualmente trabalha numa musicalidade focada em batuque e ritmos originados de música preta, além de letras oras críticas, oras cômicas, oras celebrativas, abordando temáticas raciais, LGBT e religiosas.

Ficha técnica

Álbum: "A Morte da Morte".

Ano de lançamento: 2019.

Letras: Nego Preto NP.

Faixa 1 escrita em colaboração com Carol Ruel.

Voz: Nego Preto NP.

Produção instrumental: Nego Preto NP.

Gravação: Nego Preto NP.

Mixagem: Nego Preto NP.

Foto da capa: Mariana Kreischer.

Edição da capa: Nego Preto NP.

Vídeo: Nego Preto NP.

Nego Preto NP nas redes:





Blog Página 394: http://pag394.blogspot.com/

Após as rimas do verso livre “CadêoEP?”, o grupo Ofícioclan apresenta o primeiro videoclipe do EP de estréia. “Crises” é a faixa escolhida, que por sinal já havia sido lançada com um lyric video, em 2017, período em que o disco ainda estava criando forma. 

A opção por esta faixa, em detrimento à outras inéditas, se deve à importância dela na própria formação de uma identidade do grupo, basicamente, remete ao nascimento do Ofícioclan como um grupo de rap maduro, fortificado e permanente. A música em sua letra trata de relações de conflitos pessoais de cada integrante, e iniciar o processo de lançamentos do EP com ela é muito simbólico para todos os integrantes, faz parte de um grande ciclo.

Com um refrão cantado e versos de Aka Bronx, LVI e Anderson Peixoto, a música tem produção do instrumental por Lucvs LK, além da mixagem e masterização de Renan Catozi (Mind Records). O videoclipe foi dirigido por Matheus Menucci. 

Além do lançamento da música, o grupo revelou também o nome do próximo projeto, intitulado “Trópicos”. Mais informações serão reveladas em breve. 

Assista:



O Ofícioclan, que desde meados de 2016 conta com os membros Anderson Peixoto, LVI, Aka Bronx e DJ Vinilzera, é um grupo de rap da região do ABC Paulista, que desde então tem lançado trabalhos, tanto em conjunto quanto de seus artistas solo. 

O primeiro trabalho oficial do grupo foi o single "Crises", lançado em março de 2017 no yotube e nas principais plataformas de streaming. A música é parte do EP “Trópicos”, que está em sua fase final de produção de tem previsão de lançamento ainda para o ano de 2019. 

Atualmente o grupo faz parte do selo PurpleGang, junto a outros artistas da região, e por meio do canal do coletivo vem lançando alguns singles e participações que não farão parte do EP. 

Anderson Peixoto, um dos integrantes, inclusive, no início de 2019 seu primeiro trabalho solo. Um EP, de 6 faixas, intitulado Frágil - disponível nas principais plataformas de streaming. EP Frágil: https://bit.ly/2DsgJ8W 

Instagram: @oficioclan_ | @andersonpeixoto_ | @lvi42 | @akabronx | @djvinilzera

Youtube [Ofícioclan]: https://goo.gl/KfDxzi 



PurpleGang: 

Instagram: @originalpurplegang 

Youtube [PurpleGang]: https://goo.gl/21fxKu 


Contato profissional/shows: oficioclan@gmail.com 

domingo, 16 de junho de 2019


Entre Mcs, DJs e produtores, o diretor Pedro Fávero, entrevistou 42 nomes do rap nacional na primeira edição do documentário "O Rap pelo Rap".

Os nomes são: Dj KL Jay, Criolo, Dexter, Sandrão RZO, Rael, GOG, Kamau, M.sário, Coruja BC1, Lívia Cruz, Sombra SNJ, Karol Conká, Shaw, Dj Erick Jay, De Leve, Daniel Ganjaman, Spinardi, Qualy, Spvic, Dj Sleep, Rapadura, Síntese, Dj RM, Chino, Nissin, Bruno Silva, Forage, Geninho Beatbox, Dj Nyack, Marcello Gugu, Flow MC, Bitrinho, Nave, Amiri, Bino, Jamés Ventura, Luca, Red Niggaz, Garcez Dirty Lion, Helibrown, Jota Guetto, Vulgo Sau, Gabriel Flash. 

Assista a primeira edição:


O intuito do documentário é traçar um panorama do gênero no país. Eles falam abertamente sobre alguns temas proposto pelo filme que procura entender o rap. Ninguém melhor pra debater sobre rap do que o próprio rap. 

Nesta segunda edição o diretor traz 28 nomes entre velha e nova escola, dando continuidade a primeira edição do documentário. 

Os nomes são: Thaíde, Mano Brown, Djonga, Rincon Sapiência, Froid, Nill, Glória Groove , Dj Miria Alves, WC no Beat, MC Soffia, Rico Dalasam, Baco Exu do Blues, Matéria Prima, Nego E, Dryca Ryzzo, Bivolt, Alt Niss, Karol de Souza, DJ Mayra Maldjian, Tássia Reis, Tatiana Bispo, Drik Barbosa, Stefanie, Brisa Flow, Bárbara Sweet, Victor Xamã e Arit. 

Assista ao trailer:


O documentário estreou dia 15/06 (ontem) no Cine Olido durante Festival Internacional do Documentário Musical - IN-EDIT 2019. Mas vai rolar outra sessão gratuita em São Paulo no dia 18/06, também conhecido como próxima terça feira. A Sessão acontece na Matilha Cultural as 20 horas de terça. 

ATENÇÃO: PARA SUA COMODIDADE, RETIRE OS INGRESSOS PELO MENOS 1 HORA ANTES DA EXIBIÇÃO DO DOCUMENTÁRIO.

Para mais novidades acesse nossas redes sociais: - Instagram: @orappelorap - Facebook.com/orappelorap


Zacimba Gaba era princesa de Cabinda, em Angola, há 300 anos, quando foi capturada e vendida como escrava para o Brasil. O fazendeiro português José Trancoso arrematou Zacimba, no Porto da Aldeia de São Matheus, na Capitania do Espírito Santo, com mais uma dúzia de negros escravizados de Angola.

Durante anos Zacimba foi cruelmente castigada por não aceitar atender os desejos do fazendeiro. Um dia, ela foi arrastada da senzala até à Casa Grande, onde foi interrogada pelo senhor, que queria saber se era verdade o boato que se espalhava por todos os lugares de que ela era uma princesa.

Depois de dias e muitas chibatadas, ela confessou sua verdadeira identidade: Zacimba Gaba, princesa da nação de Cabinda. E foi estuprada depois disso.

Localizada na baía do mesmo nome, na costa oeste da África, em Angola, Cabinda teve sua população quase que dizimada, com seus homens e jovens aprisionados e mandados como escravos para o Brasil, durante duzentos anos.

O fazendeiro, sabendo que os seus escravos, em grande maioria, eram oriundos de Angola, e que poderiam invadir a Casa Grande para libertá-la, passou a avisar que, se alguma coisa acontecesse a ele ou à sua família, “Zacimba seria morta”.

Com o passar do tempo, a jovem princesa, aprisionada na Casa Grande, sob ameaça permanente, castigos e sendo violentada pelo fazendeiro e pelo capataz, crescia e tomava coragem para enfrentar, sozinha, o senhor. Ela tinha proibido que os negros tentassem libertá-la e passou a elaborar planos de fuga e de vingança. Zacimba também sofria ao ouvir os lamentos de seu povo sendo cortado no chicote, amarrado no tronco e levado aos ferros, durante os anos que se passaram.

Uma das armas mais poderosas e silenciosas que os escravos usavam contra os senhores ou feitores que lhes impunham castigos desumanos e humilhantes era o envenenamento.

Um dos venenos mais utilizados pelos escravos era extraído da cabeça da “Preguiçosa”, uma cobra temida pelo seu veneno mortal, característica do Vale do Cricaré. Esse veneno era usado por matar com pequenas doses e não logo que ingerido. Os senhores daquela época, até pegarem confiança em quem preparava a comida, obrigava os escravos a experimentarem tudo primeiro. Se não acontecesse nada, o senhor comia. Para não envenenar ninguém do seu povo, Zacimba levou anos para conseguir finalizar o seu plano.

Uma curiosidade: De coma história, o veneno (Pó pra amansar sinhô)foi feito a partir da cabeça da cobra jararaca, que cortada, torrada e moída, foi sendo servida em pequenas doses na comida do barão português.

Um dia aconteceu, o senhor da fazenda caiu envenenado, e logo Zacimba deu a ordem para os escravos da senzala invadirem a fazenda. Todos os torturadores foram mortos e a família do senhor da fazenda foi poupada. Zacimba fugiu junto com os outros negros e criou seu próprio quilombo. O quilombo ficava localizado onde hoje é o município de Itaúnas, que na época foi um refúgio para os negros da região.

Mas Zacimba não esqueceu de seu povo que ainda era escravizado e passou o resto da sua vida libertando os escravos, atacando os navios negreiros que os traziam como prisioneiros. Morreu como uma princesa guerreira, invadindo um navio para libertar seu povo.

Para a pedagoga e quilombola Olindina Serafim Nascimento, a luta de Zacimba significava, além da busca pela liberdade, a busca pela sua dignidade humana. "Foi um sistema escravista que tirava do povo negro a sua humanidade e era isso que Zacimba Gaba não permitia: que tirasse dela sua humanidade. Durante todo o tempo que ela viveu escravizada, o pensamento dela era de que ela era um ser livre e precisava libertar os seus. Guerra para liberdade, guerra para resistência, é isso que Zacimba Gaba é", conta Olindina.


Fonte: Observatório do Terceiro Setor e Folha Vitoria

Fazendo ode à camaradagem, rapper reúne uma série de participações especiais, beatmakers e músicos. Curumin, Rael e Lucio Maia são alguns dos nomes envolvidos

Aos 40 anos de idade e 20 de carreira profissional, MAX B.O. lança “O.M.M.M.”. Esse é o primeiro trabalho de inéditas depois de inúmeras parcerias e das mixtapes “FumaSom Vol. 1” (2013), “Antes que o Mundo se Acabe “ (2012) e o álbum “Ensaio, O Disco” (2010). 

Para o novo projeto, artista faz ode à camaradagem e reúne uma série de participações especiais, beatmakers e músicos. Curumin, Rael, Lucio Maia, Zé Nigro, Donatinho, Dada Yute, Robinho Tavares, WC e Salazar são alguns dos nomes envolvidos. ‘Juntei pessoas que acredito, gosto e admiro. Alguns conheço há pouco tempo, outros são parceiros de longa data... Só gente de talento ímpar, lendas vivas. O resultado é um disco que dá ao rap brasileiro a oportunidade de ouvir músicos tocando de verdade em uma gravação. Sem influências, nem referências externas, criamos uma obra orgânica, verdadeira e completa”, explica.

Produzido e dirigido musicalmente por Iky Castilho, “O.M.M.M.” - abreviação para “O Mundo é uM MOINHO” – fala sobre a vida, o jogo, a gira e suas diversas formas de lidar com ela. 
A capa, criada pelo artista Rodrigo Mitsuru, é uma arte com forte influência do trabalho de Robert Crumb, que Max B.O. lê desde a adolescência. O desenho é inspirado na rua onde o MC cresceu e seus pais ainda moram, na Zona Norte de São Paulo. Os logos do trabalho são da artista Helena Cirnila e a fonte das músicas são do artista Carlos Moreira. A concepção da estética visual é da Casa Florália e as fotos são de Mariana Harder. “Vale dizer que tudo foi marcado pelo poder da escrita, com ênfase no uso do lápis, seja pra escrever ou desenhar”, ressalta.

Composto por 12 faixas, registro já está disponível em todas as plataformas digitais. 

Ouça aqui: 


Missy Elliot tornou-se a primeira artista feminina do Hip Hop a entrar no Hall da Fama do Compositores. Jay-z se tornou o primeiro rapper a ser prestigiado em 2017, em 2019 foi a vez de Jermaine Dupri e Missy. Ambos foram a Nova York para as respectivas cerimônias de posso, com o Jay recebendo uma mensagem de vídeo do amigo Barack Obama. Missy trabalhou com Jay-z e JD durante sua carreira. Embora a confirmação da indução tenha sido na segunda semana de 2019, a cerimônia aconteceu esta semana em Nova York. 

"Toda vez que eu subo ao palco - mesmo com todo o trabalho que fiz, não sei, e estou assumindo que é só Deus, não sei por que estou aqui", Missy disse durante a cerimônia (13 de junho) no Marriott Marquis Hotel. “Eu quero dizer uma coisa para os escritores, para os escritores que estão chegando, 'Não desista'. Todos nós passamos pelo bloqueio do escritor. Às vezes você apenas tem que se afastar de um registro e voltar para ele. Mas não desista porque estou aqui. E isso é ótimo para o Hip-Hop também”. 

Missy foi iniciada pela Michelle Obama. "Missy, eu quero agradecer-lhe por todo o seu pioneirismo", disse ela. “Obrigado por não compartilhar seu talento com o mundo, mas por ser uma defensora de tantas pessoas por aí, especialmente jovens que ainda estão descobrindo como fazer suas vozes serem ouvidas.” 


A carreira de Missy inclui escrita, produção e desenvolvimento para uma infinidade de atos dentro do Hip-Hop e R&B que datam de mais de 25 anos. Elliott tem seis álbuns solo, todos certificados em ouro ou melhor. Ela trabalhou extensivamente em álbuns de Aaliyah, 702, Monica e Tweet, entre outros. Ela é cinco vezes vencedora do Grammy Award (de 22 indicações), incluindo "Melhor performance solo de rap" para "Get Ur Freak On" de 2002.

Fonte: AmbrosiaforHeads

sexta-feira, 14 de junho de 2019


Do nada, Common retorna com um novo single chamado “HER Love”. Com participação de Daniel Caesar e produzido pelo falecido J Dilla, a faixa é a sequência de seu clássico de 1994 “I Used to Love HER”. Um vídeo também acompanha a faixa, com uma aparição de Dwele.

Assista:



Depois de recentemente celebrar o 25º aniversário de seu álbum de estreia "Enta da Stage, Black Moon" — Buckshot, 5 F.T. and DJ Evil Dee – se reuniram e lançaram seu primeiro álbum em mais de dez anos, Rise of Moon. 

Programado para sair no final deste verão, Black Moon lançou o primeiro single “Creep Wit Me”. “Se você soubesse como é bom estar fazendo isso pelo amor. Muito respeito ao hip-hop por ter Black Moon no cypher. Já faz muito tempo”, disse Buckshot a Complex. “Foi muito trabalhoso trabalhar com minha equipe nesse álbum. Ao contrário de muitos álbuns de hoje, nós gravamos o álbum juntos no mesmo estúdio ”Evil Dee continuou. "Sr. Walt e eu viemos com o nosso som Beatminerz (baixo pesado e bateria) representando aquele boombap. Buck e 5 vieram com as rimas quentes. Mixar o álbum foi tão louco! Queríamos trazê-lo de volta aos anos 90 com nosso processo de mixagem analógico / digital. Rise Of Da Moon representa o legado de Black Moon ao máximo.” 


Confira "Creep Wit Me":



Após seu último lançamento "Referências", Bene marcou presença no projeto Perfil 019 idealizado por Negro Dune de Araras, interior paulista. O projeto já conta com oito perfis, com Bene sendo o oitavo MC a participar.


Na música "Só depende de você" Bene faz críticas ácidas a todos os homens que não dão a devida atenção a sua família, priorizando seus próprios lazeres e suas falsas amizades.

"O intuito dá música é abrir os olhos dos irmãos para não se deixar levar por problemas do cotidiano, e com isso esquecer o seu bem maior, a sua família aos invés de falsos amigos" diz Bene.

No verso "A grana das gramas já faz a diferença,  tipo um salgado pro seu filho na merenda" Bene também nos alerta que as vezes precisamos olhar mais para quem precisa de nós, do que pensar em nós mesmos, pois um simples ato faz uma grande diferença.

Confira o som:


Chamando atenção pra o grande problema que enfrentamos há muito tempo, a violência contra a mulher, o trio do interior paulista Maicon Palitó, Máh Freitas e Maradona Bala, lançam o soms "Repúdio Feminino".

Com uma letra que estimula a reflexão e um clipe que relata os crimes cotidianos em geral contra as mulheres, Repudio Feminino é um convite a todas e todos para que se respeite as mulheres. 

Confira o som:


Bruna Muniz, também conhecida como "Bubu" no graffitti, deu seus primeiros passos dentro da cultura Hip Hop se expressando nas paredes. Onde teve contato direto com os outros elementos envolvidos na cultura.
Já amante do Rap, no ano de 2013 no fundo do seu quarto, começou a se expressar em suas primeiras tentativas de rimas. Depois de alguns anos de caminhada, Bruna teve seu nome na lista de melhores do ano do Noticiário Periférico. O disco que conta com produções de DjBATATAKILLA e ShaolinDrunk, participações de Inthefinityvoz, RapPlusSize, Belga&Sambada e Gabi Nyarai, o disco foi pós produzido pelo Lc Mago Dos Beats, veio a ser lançado em junho de 2018.

O som Reflexão tem instrumental e scratchs por Dj Batata'Killa, mix por STARBLACK Produções, master por KAVE Audio Visual e direção,fotografia e edição por Célio Roberto.

Confira:

quinta-feira, 13 de junho de 2019



A cantora Carolina Barc celebra nova fase em sua carreira e está prestes a lançar o lyricvideo de “SJP”, dia 14 de junho. A música é fruto da parceria com André Regalias, cantor e compositor de Moçambique. Este é o terceiro trabalho da artista em 2019, que promete muitas novidades até o final do ano.

A animação foi produzida por Leandro Tadeu, a música tem instrumental de Biru CL, com mixagem e masterização de Kauan Corrêa. A artista optou pelo lyricvideo por acreditar na vibe “espacial” que a música expressa e querer mostrar os personagens além do plano terrestre. Na animação, a personagem principal se encanta com uma joia que representa seu amor próprio, independente do brilho, consegue reforçar a importância de acreditar em si mesma e se manter de forte.

Esta é a primeira parceria internacional de André Regalias, que surgiu após convite de Carol. O moçambicano tem 26 anos e reside atualmente em Portugal. “Para mim, esta participação foi o melhor exemplo de unir o útil ao agradável. O som tem muito amor e é sempre um prazer navegar nas batidas de músicas com sentimentos verdadeiros. Estou internacionalizando minha trajetória e vejo na Barc uma pessoa perfeita para completar esse o feeling”.

André possui cerca de 30 músicas próprias, sendo 90% delas com o grupo de rap que faz parte, “Reis do Camarote”. “Tenho preparado o meu primeiro álbum solo, "Insônia", gravado há um ano e está neste momento no processo de masterização. Inclusive, duas faixas do álbum tem a participação da Carolina, que é uma pessoa muito humilde e sua simplicidade me inspira”.

Nem sempre Barc compõe sobre o que vive, às vezes, é sobre algo que viu e a trouxe inspiração, ou sobre coisas que pensa e histórias de outras pessoas. “Nesse single falo de algo que é realmente meu, algo simples e puro, e é isso que mais gosto nele. Conheci o André através de outros artistas e hoje ele é alguém muito querido para mim, um cantor que coloca muita emoção em tudo que faz e por isso é tão especial tê-lo participando disso comigo”.

Com o intuito de ajudar a fortalecer a autoestima de seus ouvintes, a artista está preparando uma surpresa relacionada a música. No dia do lançamento, será iniciada a campanha para o sorteio de um brinde. Para concorrer, basta postar um trecho da música, foto ou vídeo e marcar o @carolinabarc, será válido até dia 17 de junho, dia que ocorre o sorteio.

Longe de Porto Ferreira, sua cidade natal, com pouco mais de 60 mil habitantes, Carolina mudou-se para São Paulo há poucos meses, com o objetivo de expandir sua música. “SP é um mundo totalmente novo e diferente para mim, mas sei que estou no lugar certo, conhecendo músicos de todos os lugares e estilos, pessoas do meio musical que estão me ajudando a direcionar minha carreira, novas maneiras de viver e pensar. Está tudo caminhando para melhor”.

Para manter a rotina de lançamentos ao longo do ano, Carol já está preparando o próximo para agosto. Segundo ela, um RNB/Pop que carrega tanto sentimento e verdade quanto "SJP". Antes de SJP, lançou "Ela Me Disse" e "Queda das Águas", com videoclipes produzidos e dirigidos por Natan Fox e Douglas Mendes, os quais a artista mantém a parceria.

Ouça:



GENIUS ► https://bit.ly/2F3oS5h FICHA TÉCNICA ► Composição - Carolina Barc, André Regalias ► Instrumental - Biru CL ► Mixagem e Masterização - Kauan Corrêa ► Produção Audiovisual - Donkey Frame ► Animação - Eder Leal, Leandro Tadeu ► Cenários - Leandro Tadeu ► Edição - Eder Leal REDES SOCIAIS ► http://instagram.com/carolinabarchttps://www.facebook.com/carolinabarc

Conteúdo produzido por LG Assessoria

No Hip hop há mais de duas décadas o rapper, produtor musical e beat boxer Jé Versátil lança clipe da música '' Logo mais''.
Primeiro Single do novo disco do artista tem participação do cantor e músico Dárcio Moura. Música e clipe em um clima bem intimista que celebra o mês dos namorados e também  traz o elemento Beat box juntamente com instrumentos.

Assista:



Mais sobre os trabalhos 
Facebook Jé Versátil Oficial https://www.facebook.com/JeVersatilOficial/

Em 1971, um ano após vencer o V Festival Internacional da Canção com “BR-3” (Antônio Adolfo/Tiberio Gaspar), Toni Tornado lançou seu álbum de estreia. O disco, também batizado com o nome da música vencedora do festival, volta agora às lojas em vinil de 180 gramas, numa parceria da Polysom com a Universal Music pela coleção “Clássicos em Vinil”.

Nascido no extremo oeste paulista, Toni se mudou sozinho para o Rio de Janeiro aos 11 anos. Trabalhou de engraxate a paraquedista do Exército, e, após integrar a banda Brasiliana — pela qual excursionou o mundo tendo contato com o movimento dos Panteras Negras e ouvindo as novidades da música estrangeira — voltou ao Brasil, tornando-se crooner de boates. Nessa função, conheceu Antônio Adolfo e Tibério Gaspar, que confiaram a ele o trabalho de interpretar a canção que deu-lhe notoriedade e estimulou a gravação de seu primeiro disco.

Com 12 faixas e forte influência do soul e funk, “B.R.3” é composto, além da canção que ajudou a consagrar a carreira de Toni e tornou-se um clássico da música nacional, por outros sucessos como “Me Libertei” (Frankye/Tony Bizarro) e “O Jornaleiro” (Major/Toni Tornado). Com produção de Milton Miranda, o álbum ainda possui participações de maestros como Paulo Moura e Waltel Branco, que contribuíram com orquestrações e também ajudaram a enriquecer os arranjos desse importante registro da música nacional.

Conteúdo produzido por Batucada Comunicação


Duzzão nos lembra da sensação causada por uma clássica "Festa de Rap", novo single do rapper integrante da Gravadora Comboio Records, desperta essa sensação que os amantes do movimento estão habituados a sentir, com Lyric Video de Everton Alan e um boom bap envolvente do Beatmaker Skeeter, Duzzão reafirma suas raízes e nos convida para essa Festa. Esse é o segundo single do Rapper lançado no primeiro semestre desse ano. 

Ouça:

quarta-feira, 12 de junho de 2019


Em 2002, após o lançamento do Stillmatic, Nas manteve o hype com uma coleção de faixas inéditas que foram lançadas como The Lost Tapes

Agora, dezessete anos após a data originalmente planejada para uma sequência, parece que o emcee do Queensbridge, está finalmente pronto para pôr o projeto nas ruas. Através de seu Instagram, Nas aparece segurando uma fita cassete fossilizado com a inscrição: The Lost Tapes II.

Ver essa foto no Instagram
Uma publicação compartilhada por Nasir Jones (@nas) em

O grupo angolano de rap Exército de Rimas, tem vindo desde a algum tempo conquistando uma certo espaço no circuito Hip Hop pela forma como aborda os temas em suas músicas, desde os seus primeiros lançamentos no ano de 2013 com as música Nosso Block e Wack Mc's, o grupo esteve parcialmente limitado por atividades a parte do Rap, tendo assim adiado por inúmeras vezes a sua apresentação oficial ao mercado.
Mas desde o ano de 2018 que o grupo assumiu um compromisso com o seu público e decidiu apresentar-se oficialmente ao mercado, impactando de forma positiva o circuito com os lançamentos das músicas 1 Minuto de Fama e Do Gueto para o Gueto e uma participação na música Boom Bap de Jota Mc. E recentemente, o grupo anunciou o lançamento do seu primeiro projecto oficial em formato de Mixtape intitulado "Kalibre Militar".
A obra conta com participações de alguns nomes conhecidos e de alguns artistas em ascensão e está repleta de músicas divertidas e reflexivas, expondo o outro lado do habitual da forma que só eles fazem. O lançamento da mesma está para Julho de 2019 e estará disponível para download nas principais plataformas digitais, portais e blogs.


Poderá publicar a notícia quão logo lhe for possível, seguindo os seus critérios de divulgação da mesma e pedimos encarecidamente que nos identifique ou faça menção da nossa página nas redes sociais Facebook ou Instagram escrevendo @ExRimas (logo aparecerá a página do grupo) na publicação em questão.



Nada mais a tratar, despedimos-nos agradecendo pela sua colaboração e trabalho que contribui para o subsistência desta cultura urbana no mundo.


Oficinas de rap, break, turbante, capoeira, percussão e dança contemporânea são algumas das atrações realizada pelo rapper que é diretor de cultura da ONG Madeb
“Movimento afrodescendente de Brasília” realiza o projeto “Africanidade nas escolas”, que é tributo aos heróis e heroínas negras. Mano Brown, Carolina Maria de Jesus, Marielle Franco, James Brown, Nelson Mandela e Zumbi dos Palmares são algumas das figuras negras homenageadas pelo grupo Madeb ONG criada pelo militante ativista Rui Perpetuo que também é homenageado. 

O projeto africanidade nas escolas visa resgatar a identidade e a ancestralidade da cultura negra no Brasil, aplicando a lei 10.639 trazendo empoderamento para crianças e adolescentes, meninos e meninas 

“Oficina de turbante resgata a identidade dos adolescentes sobretudo das meninas pretas que 
não reconhecem sua cor, sua origem, sua identidade resgatando a autoestima confiança e empoderamento ensinando meninas pretas a se maquiarem de acordo com o tom da sua pele e mostrando sua beleza de rainha” Destaca o Rapper Neemias Mc 

A oficina de turbante é realizada por Agatha Mikaely que é especializada em cabelos crespos e cacheados além de maquiagem para pele preta 
O Rapper comanda a oficina de RAP onde traz a origem do Rap e sua luta além de técnicas de rimas poesias e ritmo. 
O projeto está passando por várias escolas do DF sobretudo escola do Gama cidade satélite de brasília e tem apoio do FAC Fundo de apoio a cultura quem quiser levar o projeto para escola ou seu bairro entre em contato com o MADEB 

Tel: 61985239170

 DJ da Goma SP convida - A história do RAP anos 80.
Será um evento com bate papo e apresentações sobre a história do RAP, dividido em edições, a primeira edição será sobre os anos 80.
O bate papo vai contar com a primeira DJ mulher do país Sônia AbreuRose MC, que é B.Girl e MC e o DJ Pigmeu, que além de DJ é um dos idealizadores do EP Musical TV.
DJ da Goma SP e a DJ Bia Sankofa como residentes.


Será realizado no EP Musical TV, dia 14/06 das 18h às 22h. 
O EP Musical fica na Rua Irmã Carolina, 512 - Belenzinho (7 min. do Metrô Belém). Gratuito.


Tunico da Vila lança releitura de Quero, Quero com participações de Martinho da Vila e dos rappers, BK, Dexter, Rappin Hood, Kamau, Rashid, e do coletivo Melanina Mc´s

Samba de Martinho da Vila de 1977 ganha a mistura do rap, com mensagens sobre liberdade e direitos humanos

Ouça a música "Quero, Quero": https://SMB.lnk.to/QueroQuero

Tunico da Vila lança pela Sony Music releitura de Quero,Quero, samba de autoria de Martinho da Vila, gravada originalmente no LP Presente, em 1977. Single e clipe da música chegam às plataformas digitais com a mistura do rap, com mensagens sobre liberdade e os direitos soberanos dos seres humanos.

Gravada originalmente durante a ditadura militar, a versão de Tunico para “Quero,Quero” contou com a participação especial do seu autor, Martinho da Vila, bem como as participações e intervenções originais dos rappers BK, Dexter, Rappin Hood, Kamau, Rashid, e do coletivo Melanina Mc´s.


Com arranjos originais e modernos, sob a direção do mestre Rildo Hora, o cantor e compositor Tunico da Vila mostra sua maturidade como cantor, além de toda a contemporaneidade do seu samba, quando une força e potência e permeia o diálogo do samba com o rap.



“O samba-rap de Quero, Quero fala do querer humano, do participar, do grito pelos direitos soberanos unindo samba e rap, duas culturas negras mensageiras. Acabou se tornando um desabafo coletivo, em tempos abafados, para quem aprendeu sobre liberdade como eu. Convidei amigos e amigas rappers, homens e mulheres, para desabafarmos juntos, cada um ao seu modo. Na filosofia africana é assim, todo mundo junto. A música, a poesia cantada, libera energias e forças para um mundo melhor”, declara Tunico.

Gravado entre Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória, o videoclipe também contou com imagens de Tunico da Vila em mercados populares e feiras. Lugares onde acontecem encontros de gente de perto e de longe, do latim feria, o dia santo, de gente que produz no mar, na terra, na cidade e no campo. Da troca de saberes, fazeres e de mensagens nas ruas. Das cores, artes, aromas e sabores. Uma sinestesia artística num desabafo coletivo com um toque ancestral de filosofia africana, diversos e juntos, liberando energia para um mundo melhor.

“Em tempos de resistir, de falta de afeto, de armamento e sandices, é preciso enviar mensagens para quem está vivendo, querendo, lutando, para poderem continuar a sonhar, desejar e amar. Preciso aguçar os jovens à refletirem sobre o tempo presente. Essa é a nossa potência e sem isso não há respiro para a alma. A música cumpre esse papel em qualquer tempo”.

Com Quero, Quero, Tunico da Vila reafirma sua herança do samba “isabelense” maroto e brejeiro.

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