domingo, 13 de outubro de 2019

12ª Mostra Cultural da Cooperifa fomenta cultura neste mês de outubro na zona sul de SP


A Cooperifa completa 18 anos de atividades poéticas na periferia de São Paulo e para comemorar, realiza sua 12ª Mostra Cultural no mês de outubro (de 19 a 27 outubro).
Para reforçar sua vocação para fomentar a cultura na quebrada, foram preparados 45 eventos. São debates, teatro, dança, cinema, literatura, exposições, música, contação de histórias, oficinas... Todos gratuitos.
maria Gadu, Djamila Ribeiro, Douglas Belchior, Leci Brandão, Edi Rock (Racionais), Ilú Oba de Min, Cocão, Bianca Santana, Lirinha, Cuti, Cia. de Teatro de Heliópolis, Balé Afro Koteban, Oficina de hip hop com Fino du Rap, Sarau da Cooperifa, mostra de cinema "Renato Cândido", encontro de Saraus e muito mais.

O Sarau da Cooperifa, projeto que teve início em Taboão da Serra, comemora agora em outubro 18 anos de muita poesia e literatura. Para celebrar a data, a 12ª Mostra Cultural promete agitar a Zona Sul da capital paulista com diversas atividades culturais. Na abertura do evento, dia 19, a cantora Maria Gadú se apresenta de graça no Sesc Campo Limpo.


Além de shows, fazem parte da Programação outras intervenções culturais, debates, lançamento de livros, oficinas, palestras e até um campeonato de futebol, a Várzea Poética. Todos os eventos são gratuitos e acontecem em bairros próximos a Taboão da Serra, como o Campo Limpo e Parque Santo Antônio.

Para Sérgio Vaz, um dos fundadores da Cooperifa, o Sarau atingiu sua maioridade com o mesmo entusiasmo dos adolescentes que descobrem o livro pela primeira vez. “A literatura chegou pra nós através da oralidade, da palavra simples que brota das vozes de homens e mulheres que adoram um deus chamado trabalho e que não se cansam na busca pela felicidade”.

O poeta também lembra que o Sarau foi construído pelas mãos de muitas pessoas, amigos e artistas que passaram, e ainda estão, levando a cultura para todos os cantos do país. “São tantas as pessoas e parcerias que construíram e ajudam a construir esta história de amor, que seria preciso escrever muitos livros para agradecer essa gente que ajuda a sustentar este sonho”.

Fonte: Otaboanense

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