sexta-feira, 24 de julho de 2015

TRIBO SUL lança o single "Viagem Ekletika" do EP TRIBOSULandu


Tal como calendarizado, a TRIBO SUL disponibiliza o single oficial do EP – TRIBOSULandu, com duas musicas em formado MP3 e o vídeo da musica Viagem Ekletika (reeditado). O single antevê o EP que se encontra em fase de negociações contratuais com uma editora internacional que se responsabilizara pelos direitos de imagem e distribuição, chegando às lojas digitais e plataformas de streaming, sendo que a principio o material fisico será feita em número limitado, para fins não comercias.
Todas as músicas foram produzidas, gravadas, arranjadas e misturadas pelo o Dj Cavera C, pela Alliança Camponesa e escritas por Kombaniklotiko, pela Kombaniklotibilidad Page.
Confere a Letra da música Graum daj Palavraj


No grão das frases acordo de coma profundo
flutuando o underground vou vencendo este mundo, imundo
salva-se quem poder, cedo aprendi o ditado
conheci a verdade, meu DNA foi alterado
no grão das frases, protesto o estado
grafitando Tribo Sul, seu QI esta bloqueado
e quando a esperança se acaba, para quem fica acaba tudo
seu sonho é um loop, até estar percorrido
luta por ti, veste a farda do revoltado
e conheceras, o sinônimo das palavras
em cada primavera dispersada no soar das barras
olho para o executivo e só vejo monstros
na dita casa do senhor, o que importa são os trocos
não tens irmão quando todo mundo ramela
carecemos de liberdade, a rua é uma cela
aqui somos todos pai grande, vai beber noutra gamela



“Refrão”
Se basta um olhar não pronuncio uma palavra
se basta uma palavra não pronuncio uma frase
No grão das frases a irrigação da lavra
flutuando o Underground nos carris da base

A paciência é pouca, miséria me sufoca
A história não resulta, queremos todos a matemática,
corrupção, fez reféns e varre a civilização
com cadáveres e flores dentro de um caixão
enquanto a gasosa, pacifica a divergência, entre o policia e o cidadão
estamos bem engavetados no olho do furacão
cada sorriso nasce, devendo milhões
e o país do kuduro, sustenta os ladrões
enfrente aos olhos da criança de estomago vazio
sequestrando a esperança, 
na sacola o ódio como rima de fuzil
sem fármacos fabril
para os menos atentos, a questão parece inútil
poucos estão por perto, quando o seu olho lagrimeja
irmandade não existe, foi expulso da igreja
desconhecemos a todos até descobrirmos a inveja
queres conhecer quem são os teus?
Adiciona, mais uma grade de cerveja.



“Refrão”
Se basta um olhar não pronuncio uma palavra
se basta uma palavra não pronuncio uma frase
No grão das frases a irrigação da lavra
flutuando o Underground nos carris da base


Patriarca guardiões da memoria coletiva

na rima positiva, de pobres sem culpa e consciência ativa
com efeito na mais pura tradição, do ritmo da aliança
entre os textos de renuncia e sagradas esperança
Com versos salpicados de sangue no cúmulo do pânico
invocado a flecha, 
escondido no escudo sarcástico um pedaço do inferno
aqui onde estou, a EDEL passou, e nunca mais voltou
o povo protestou, o governante ladrou
regime cruel interno, verdadeiro inferno
a oposição se cala, pois tem medo de morrer
no silencio da NATO continuamos a sofrer
no disparo da policia, encontramos a morte com fome ou sede
O país que mais fala em terrorismo é o mais arma vende
no olhar uma tristeza de luta sem vitória
em cada voto um óbito de velas sem gloria


“Refrão”

Se basta um olhar não pronuncio uma palavra
se basta uma palavra não pronuncio uma frase
No grão das frases a irrigação da lavra
flutuando o Underground nos carris da base

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