domingo, 21 de julho de 2019


Aparentemente você pode achar que é aquele tipo série clichê em que a família que se acostumou a uma cidade grande volta pra uma cidade mais pacata e “sofre” com o choque cultural. Mas ela é um pouco mais que isso. 

A séria começa com a família McKellan saindo de Seattle indo para a cidade de Columbus, na Georgia, para uma reunião familiar na casa dos pais do Moz. O casal tem quatro filhos: Jade, Shaka, Mazzi e Ami. 

Moz e sua esposa Cocoa, mesmo sabendo que teriam que enfrentar o conservadorismo religioso de M’Dear (mãe de Moz) e do pai que é Pastor da igreja da comunidade de Columbus, já que Moz se aposentou da NFL, decidem ficar em Columbus, para que as crianças vivam num ambiente familiar negro. 

Cena do episódio em que o Chalie Wilson ( The Gap Band)

É uma série bem clichê, de um humor leve e debochado, com alguns temas sérios abordados bem rasamente. A série aborda questões raciais bem importantes de um jeito direto, nada sutil, mas como dito bem raso. Por tanto assista relaxado sem querer algo parecido com ‘Todo mundo odeia o Chris’, ‘Um maluco no Pedaço’ ou ‘Black-Ish’. 

No primeiro episódio eles já abordam a questão do colorismo, pois Jade, a filha mais velha tem a pele bem clara, devido a mãe da Cocoa ser branca. 

De um jeito bem-humorado Shaka e Mazzi fazem uma piada sobre isso.



Num momento engraçado na mesa de jantar, Mazzi diz: 

- Olha Jade, você é da mesma cor desse pudim 



E o pai (Moz) diz: 

- Deixa sua irmã em paz, existe negro de diversos tons e somos todos iguais 


Cocoa diz: 


- É a jade puxou o lado da minha mãe 


Jada diz: 


- Mas a vovó, Deth é branca 


E o Shaka engraçado como é, de diz: 

- É ainda assim é mais escura que você 


M’dear a matriarca da família arremata e acaba com a brincadeira de uma forma bem-humorada também, dizendo: 

- Parem de zoar a Jade, vão precisar da ajuda dela até pra pegar um taxi um dia 




De uma forma bem leve, os roteiristas trataram com respeito a questão do colorismo, o drama e os privilégios de um negro de pele clara. 

A série também trata sobre o conservadorismo religioso dos pais de Moz, a 'masculinidade tóxica' para com Mazzi, que gosta de cozinhar e tocar trompete e resolve jogar futebol para agradar o pai, empoderamento feminino, ancestralidade, negritude e violência policial. 

A parte mais séria da série é quando Mazzi, Shaka e o amigo Elvis descobrem o que é racismo. Os 3 são algemados numa abordagem policial por estarem tentando entrar na própria casa. Isso gera um debate bem sério entre a família e principalmente entre Cocoa e Moz. 

Tem mais, mas não quero dar mais spoiler. 

Todos devem assistir, mas se você é negro e tiver filhos, recomendo que coloque ele pra assistir e se possível assista com ele caso ele pergunte algo sobre.

Trailer dublado:


Sinopse e Ficha Técnica da série Reunião de Família Netflix

Título Original: Family Reunion;

Lançamento Netflix: 10 de julho de 2019;

Criação de : Meg DeLoatch;

Sinopse Netflix: Quando a família McKellan se muda de Seattle para uma cidadezinha na Georgia, a vida no sul dos EUA e os avós conservadores desafiam seu estilo de vida.

Duração dos episódios: aproximadamente 30 minutos;

País de Origem: Estados Unidos;

Classificação etária: 10 anos;

Ano de lançamento: 2019;

Gênero: Comédia, Sitcom.

sexta-feira, 19 de julho de 2019


“Espaço Agiliza: Arte na Rua” que promove cursos intensivos de capacitação profissional para a população, acontecerá nos dias 27 e 28 de julho 

A Agência Inhaus realizará em São Paulo, nos dias 27 e 28 de julho, o “Espaço Agiliza: Arte na Rua”. Após passar pelo CEU Capão Redondo, o evento gratuito segue ao CEU Formosa, com o apoio da Nextel.

O projeto conta com diversificada programação de cursos intensivos, de capacitação profissional para jovens e adultos. Composto de aulas de fotografia com celular e escrita criativa na música e poesia, os cursos são direcionados ao público em geral. As aulas serão ministradas no sábado (27) e no domingo (28), das 14h às 18h.

A oficina de fotografia com celular tem como objetivo capacitar os interessados a utilizarem a câmera de celular para produção fotográfica. Serão abordados os princípios básicos do manuseio da câmera e os conceitos fundamentais para produção de imagens, como: captura, composição, enquadramento, luz, sombra, edição e compartilhamento. O fotógrafo profissional Léu Britto, membro do Coletivo Di Campana e com trabalho mais voltado para atividades socioculturais, numa relação com a fotografia e as periferias pelo mundo, irá ministrar esse workshop.

Voltado as pessoas que querem ter contato com técnicas, ferramentas e conhecimentos especializados para compor suas músicas, o workshop “Escrita criativa na música e poesia” é uma das novidades do Espaço Agiliza: Arte na Rua. O minicurso conta com a participação de um dos grandes nomes do rap nacional, o MC paulistano Marcello Gugu (um dos fundadores da Batalha da Santa Cruz).


Sobre o “Espaço Agiliza: Arte na Rua”

Destinado a incentivar e contribuir com a população, o Espaço Agiliza: Arte na Rua irá proporcionar cursos de capacitação profissional. Durante três finais de semana, profissionais das mais diversas áreas farão uma ampla exposição sobre suas atuações no mercado, utilizando um processo consultivo de performance, baseado nas necessidades dos participantes.

Após o encerramento de cada minicurso, será escolhido um participante para apresentar o seu trabalho, em tempo real e com remuneração, na edição 2019 do “Solta a Voz com arte, educação e música” .

As inscrições destinadas aos participantes dos workshops são gratuitas e podem ser feitas pelo site https://www.espacoagiliza.com.br/ .

Serviços:

Dias: 27 e 28 de julho

Local: CEU Formosa

Endereço: Rua Sargento Claudiner Evaristo Dias, 10

Horário: 14h às 18h

GRÁTIS

Inscrições e informações: https://www.espacoagiliza.com.br/

Conteúdo produzido por News Assessoria & Comunicação

Um dos mais autêntico, sincero e real da cena baiana, Vandal, surpreende os fãs e lança som inédito intitulado ‘Amorezh’, produzida por Cremenow

O som é acompanhado de um visual dirigido pela Premier King, o qual serve como vídeo para essa e a música 'Salcityh Parth 2’  produzido por Hayllan

Assista:



O recém EP lançado em parceria inédita entre Shirley Casa Verde & Yzalú, “Quântica”, ganha videoclipe da faixa Ovelha Negra. O clipe recebe uma estética retrô ao transitar pelas décadas 70, 80, 90 até os dias atuais onde a dupla protagoniza cenas inusitadas ao interpretarem personagens das épocas.

“Queremos com este clipe transmitir a leveza da nossa amizade, a cumplicidade que temos uma com a outra, uma irmandade mesmo e para, além disto, honrar os nossos ancestrais que estiveram antes de nós fomentando a arte e a música”, relata Yzalú que assina a direção artística e executiva do videoclipe.

Sob um roteiro escrito cuidadosamente por Shirley e Yzalú é possível notar no decorrer do videoclipe que a estética escolhida para cada época está ligada aos ritmos que embalaram àquela década em questão como o Charme, a Disco e o Hip Hop.

Outro ponto que precisamos destacar e enaltecer são a maneira como a dupla tem atuado em todo o projeto desde a construção do EP até o Videoclipe, assumindo a frente de cada processo, atuando em funções há muito tempo realizada pelos homens: “Eu sou formada em artes visuais, sou fundadora do espaço Cinescadão na quebrada do Jardim Peri Z/N, já a Yzalú estudou marketing e há mais de dois anos já é proprietária de uma produtora artística, valorizamos muito as nossas conquistas e fazemos questão de falar, então já estamos num momento de aplicarmos toda a nossa expertise que adquirimos em nossa caminhada nos projetos que desenvolvemos. Até porque mulheres como nós descobrem seu próprio potencial indo pra cima mesmo, de forma muito natural e genuína”, destaca Shirley Casa Verde.

A captação de imagens ficou por conta da Narceja Produções e a edição, fotografia e finalização por conta de Gerson Castro da Digital Scenes e produção musical de DJ TG .

Assista:


Neste sábado (20) haverá uma festa de lançamento do videoclipe na Matilha Cultural com um show da dupla cantando músicas do projeto “Quântica” a partir das 20h com entrada gratuita.

O projeto 'Rap Colossal' do MC P2 (Peso duplo) em parceria com RM, consiste em reunir selos, gravadoras, e MC´s da Zona leste de São Paulo para entregar aos ouvintes o estilo som bem peculiar da região, e as diferentes formas de métricas e escrita. O Rap Colossal 3 já está previsto 2020.

O Rap colossal 1 tem Ameno do Sujeira Brasileira (selo Microphonia Salivada), P2, André Causa comum,  Gê dos dreads, Grillão (Filhos do leão), Cesar Hostil (Zamba Rap Clube e GRAVADORA #QGHOSTIL), Danilo Skrap (Chá no gelo), Moskitto (Nóiz produções) e DJ RM (Arame Record´s)

Assista:


'Rap Colossal 2'


Jô Maloupas (Odisséia das flores), Audio Combo (diretoria records), Moskito, Thiago D´Elite, Biofa (Parabola e selo reclife), Elaine Cabral, Peso Duplo, Cesar Hostil (Zamba Rap Clube e GRAVADORA #QGHOSTIL), Moskitto (Nóiz produções) e DJ RM (Arame Record´s)

Assista:



'Rap Colossal 3' em 2020 virá com Jé versátil (No meio do povo produções), Said No Beat, Peso Duplo, Dory de Oliveira (#QGHOSTIL), Simoni Santos (Aliança Negra posse), Samuel Porfírio (Engrenagem Urbana), Ursão, Toroká e Dj Erick Jay.



“Gabyanna Negra e Gorda” aborda temas atuais inerentes a mulher negra. Livro já é vendido no Canadá e na Europa

Gordofobia, solidão, racismo e superação são alguns dos temas abordados no livro “Gabyanna Negra e Gorda”, que será lançado na Livraria Africanidades, em São Paulo, no dia 21 de julho, a partir das 15h. A obra autobiográfica é baseada na vida e trajetória dessa brasiliense. Contadora brasileira, radicada em Oslo, Noruega, Gabriela usou as noites frias do inverno norueguês como uma catarse, escrevendo suas memórias.

Na sequência, Gabriela seguirá para Brasília, aonde lançará o livro no dia 24 de julho, na Carpe Diem Gastronomia, a partir das 19. E, finaliza o livro com o evento “Lendo Gabriela Rocha”, em Salvador, no dia 27 deste mês, a partir das 18h30. O evento será promovido pelo Coletivo Lendo Mulheres Negras, que funciona Teatro Gregório de Mattos, das 15hs às 18h30. Todos os eventos são gratuitos e abertos ao público.

Em 2016, morando no Rio de Janeiro há 13 anos, a brasiliense ia ao samba, conhecia homens que considerava ideais, mas que não queriam um relacionamento público com ela. “Às vezes me queriam só para sexo e no dia seguinte apareciam com uma branca de mão dada em público”, ali, percebeu um retrato do racismo estrutural.


SOBRE

O livro Gabyanna Negra e Gorda, que está disponível na Amazon, já conquistou fãs do Brasil, Canadá e Reino Unido. O título pode ser adquirido pelo link: bit.ly/gabyanna. Mais informações pelo e-mail: livrogabyanna@gmail.com.

SERVIÇO

O livro Gabyanna Negra e Gorda faz turnê pelo Brasil, confira as datas abaixo:

São Paulo- Na Livraria Africanidades (Rua Paulo Ravelli 153, Vila Pita), no dia 21 de julho, a partir das 15h. A entrada é franca.

Brasília– No Carpe Diem Gastronomia (Carpe Diem 104, Asa Sul). No dia 24 de julho, a partir das 19h.

Salvador– No Teatro Gregório de Mattos (Praça Castro Alves s/n, Centro). No dia 27 de julho, das 15h às 18h30.

Conteúdo produzido por Agência Is 

''AGORA FOI A VEZ DA FAIXA "ISSO É RAP NACIONAL" GANHA VIDA NO 4° CLIP DO ÁLBUM "A SAGA CONTINUA" DE BETO BONGO"

'Isso é Rap Nacional' é o 4° vídeo clipe do álbum "A saga continua", gravado e editado por " RUD LIFE" o vídeo traz cenas das vivências de Beto Bongo, Rapper originário da zona leste de São Paulo retratando na sua letra a importância da cultura e seus personagens em sua diversas vertentes, um dos locais escolhidos para esse registro foi a festa "Beto Bongo convida" que acontece mensalmente no Vida Avançada tattoo e Bar.

Assista:


Sobre o Som:

Participações: DJ Sleet (Scratches e Colagens)
Produção: AntSxcial
Músicos: Robson Heloyn (guitarra) / Igor Gimenes (baixo)
Gravado & Mixado no núcleo ESTRONDO BEATS
Masterizado por Cesrv


quinta-feira, 18 de julho de 2019





Boas e más notícias, para os fãs do Murs e 9th Wonder… 


Primeiro a ruim... infelizmente, o sexto álbum da dupla, ‘The Iliad Is Dead e Odyssey is Over’, não será lançado hoje como planejado. Em vez disso, o projeto será lançado no dia 9 de agosto via Empire. 


Agora, a boa... felizmente, Murs e 9th não deixaram os fãs de mãos vazias e lançaram um novo single para nos alegrar. 




Deixando as tarefas de produção com a filha de 15 anos do 9º, JDeafBeats, “High Noon” apresenta Murs e Rapsody rimando e Reuben Vincent da JAMLA no refrão. 


“O que ela conseguiu realizar enquanto fazia apenas batidas por dois anos é louvável. É incrível o que meu bebê pode fazer com uma perda auditiva profunda. Eu acho que ela acabou nascendo com o dom de sentir".disse 9th Wonder ao site Complex



"Fazer" High Noon "foi um dos momentos mais engraçados em que trabalhei com outro artista", acrescenta Rapsody. Começou como uma piada Patagucci, e se transformou em uma jam onde Murs e eu conseguimos intercalar rimas e nos divertir ao mesmo tempo".

Ouça:


Evento reúne diversos coletivos periféricos para debater cultura, saúde, educação e diversidade. 
O sarau "Juventudes na Casinha", que acontecerá no dia 21 de Julho de 2019, reunirá diversos coletivos atuantes na defesa do direito à cidade e leva ao espaço Casinha de Sonhar, importantes temas como; cultura, saúde, educação, respeito a diversidade, entre outros. 

O iniciativa nasceu da necessidade destes jovens de compartilhar estratégias e tecnologias de resistência e é uma ação afetiva, efetiva e estratégica de fortalecimento de coletivos que compõem o Projeto Juventudes nas Cidades. Dirigido por Miriam Selma do Levante Mulher, a “Casinha”, como é chamada pelos frequentadores é um espaço cultural que educa para a arte, amor e cidadania nestes tempos de desencanto.


O evento é um encontro entre diversas linguagens e tem como força motriz a potência da coletividade que atravessa territórios para manter um fluxo constante de trocas. No dia, haverá uma feira com expositores de produtos variados e uma campanha para doação de alimentos de 1Kg. 

A entrada é gratuita! 


Eduardo sundjata Siddhartha é produtor e CEO da produtora eTu produsons conjuntamente com Deejay Mamen e  o Emceeing Nucho Malvado aka Motosserra [do grupo  Old Line e elemento da Polterssonnik] juntaram-se no início de Maio com objectivo de calibrar as ruas e nesta ordem de ideias nasceu A Ponta Do Iceberg que é o título do EP com previsão de lançamento ainda não confirmada mas que se garante o seu aparecimento até o final do ano 2019.
É também o título que dá ao primeiro single, A Ponta do Iceberg é se não a ilustração perfeccionista e idealista do que se quer, do que buscar e do que encontrar. Ainda que não seja a dissertação fidedigna do fazer certo nesta arte é um filme baseado em histórias reais estes três receptáculos do Hip Hop e pela verdade idealista. Poderemos ler sobre isso deste o beat clássico, a concepção dos cortes e riscos e a erupção de sentimentos afobados na voz acalentadora. A Ponta Do Iceberg conta com a produção de Beat e captação por Eduardo Siddhartha pela  eTu produsons, mistura e masterização por Deejay Mamen e na Voz de Nucho Malvado leva-nos a esta odisseia sonora. É a minha sugestão para ouvir uma boa música hoje quarta feira e podem sacar no aqui em baixo no link.


Texto:Shia Neurose


Clipe foi gravado na Ocupação 9 de Julho e tem a participação da bailarina Cristina Santos

A artista Mel Duarte lançou, na última sexta-feira (12), o clipe “Ocupação”, o primeiro do álbum “MORMAÇO – outras formas de calor”, que chega às plataformas no próximo mês de agosto.

A canção, que fala sobre envolver-se a ponto de ocupar espaço dentro de alguém, ganhou um vídeo com imagens e direção de Iuri Stocco e participação especial da bailarina Cristina Santos. A gravação ocorreu na Ocupação 9 de julho e tem também a participação de Mel Duarte. A edição ficou a cargo de Tarcilla Thaís e Tato T. A produção e direção musical são de DIA.

“Ocupação fala sobre habitar outro corpo e ser fonte de energia, gosto muito dessa faixa porque ela me leva para um lugar leve, faz flutuar. Ter cantado o refrão também foi diferente, gostei dessa experiência”, contou Mel Duarte. 

Ao final do clipe, a poeta faz uma referência a Preta Ferreira, líder do Movimento sem Teto do Centro, presa injustamente em 24 de junho deste ano, por lutar por seus direitos e reforça: #PretaLivre.

Assista ao clipe: 


Sobre o Mormaço


Com produção musical de Dia que já assinou discos de “Tássia Reis”, “Rimas e Melodias”, “Brisa Flow” entre outras, o disco foi gravado no C4Studio e chega com poesias sobre amor, paixão, afeto, paixão e erotismo. Além de DIA, o álbum traz músicos como Renato Taimes (arranjo de guitarra e execução), Sintia Piccin (sax e flauta), Richard Fermino (multisopros), Sivuca (percussão), Jackson Silva (baixo acústico), Weslei Rodrigo (baixo elétrico), Marcelo Soares (arranjo de cavaco, violão e execução), que dão ao trabalho todo o conceito. A única música que o DIA não assina é “Ressaca” produzida por Peter Mesquita.

Para a apresentação deste trabalho, Mel Duarte mescla, no palco, música, ritmo e poesia acompanhada por banda com direção da atriz, cantora e MC Dani Nega. Com o próprio corpo, a voz e a performance, apresenta seus poemas em um espetáculo lítero musical, que proporciona a quem assiste, uma experiência sensorial e sinestésica única. 

Algumas faixas contam com participações especiais, como a das cantoras Bia Ferreira, Nina Oliveira e do Rapper Amiri e cada uma das 10 faixas será “ilustrada” por uma fotografia da baiana Helen Salomão que assina as fotos do disco “Bluesman” de Bacu Exu do Blues, transformando o Mormaçoem um trabalho criativo e original que pode ser ouvido a sós, a dois ou em uma festa e foi pensado especialmente para emanar boas energias através dos poemas e dos sons ali contidos e experimentados. 

“A escolha do conceito, que passa pelo nome, é justamente por conta da sensação térmica que quero provocar em quem escutar o disco. Mormaço fala sobre afeto, sobre coisas que fazem o peito aquecer. Eu quero convidar as pessoas a esquentarem seus corpos – sem precisarem de sol. Quero apresentar outras formas de calor, só que através da minha poesia. A ideia é que as pessoas se permitam viajar em uma experiência sonora diferente”, destaca Mel.

Sobre a artista

Mel Duarte nasceu na primavera de 1988 em São Paulo (SP). É escritora, poeta, slammer, produtora cultural e atua com literatura desde 2006. Publicou os livros “Fragmentos Dispersos” (2013), “Negra Nua Crua” (2016, editora Ijumaa), “Negra Desnuda Cruda” (2018, ediciones ambulantes, Madrid, ES) e “Querem nos calar: Poemas para serem lidos em voz alta” (2019, Editora Planeta) É integrante da coletiva Slam das Minas – SP, batalha de poesias voltada ao gênero feminino e pessoas trans.

Em 2016 Mel foi destaque no sarau de abertura da FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty) e foi a primeira mulher a vencer o Rio Poetry Slam (campeonato internacional de poesia) que acontece dentro da FLUP (Festa Literária das Periferias) no Rio de Janeiro. Em 2017,foi convidada a representar a literatura brasileira no Festilab Taag, em Luanda, Angola.

Por sete anos, Mel Duarte também integrou o coletivo “Poetas Ambulantes”, que distribui e declama poesias pelo transporte público.

Na publicidade, já integrou o casting de campanhas como #VaiGarota, do Banco Itaú (2018), Olla (2017), Natura (2017) e Fundação Telefônica- Pense Grande (2016). Mel Duarte também já esteve no TED x Talks em 2016 e 2017. Em 2019 é poeta convidada do Circuito Sesc Arte da Palavra. 

Mais informações em: www.instagram.com/melduartepoesia


BIG MC TCHÊ distribui uma sequência de socos e lírica direto no queixo dos MC's do "Rap Game". Confira !!!

PUNCHLINE MAN é um Visual gravado durante a sessão de captação da própria música nos estúdios da Konvictus Entretenimento, que assina além da MIX/MASTER da faixa, também a realização do novo videoclipe do MC.

No video podemos ver alguns nomes da cena local como Proffeta , Mike Maidana , Thiago King, Magikauz e a produção ainda conta com a aparição de Naza e Febehco Lucas Medeiros que são parceiros do MC no seu mais recente projeto chamado LIRIK KINGZ que já está em atividade pelos palcos do estado do Rio Grande do Sul.

Em meio ao "tiroteio lírico" sobram algumas palavrinhas até mesmo pra MC's conceituados do grande público como BK, Froid, Predella e até mesmo Djonga.
Sobre suas motivações para tais linhas o MC declara :

"Eu resumo tudo isso à uma só palavra COMPETIÇÃO ... Não é nada pessoal, é apenas a essência do Hip Hop !!! "

Confira na íntegra o trabalho no link abaixo e siga BIG MC TCHÊ suas redes sociais pra acompanhar os seus próximos lançamentos e shows !!!


Redes sociais BIG MC TCHÊ 

Youtube : BIGMCTCHEOFICIAL
Facebook : BIGGY DRINKZ / BIG MC TCHÊ
Instagram : @bigmctche / @lirikkingzpoa

PUNCHLINE MAN de BIG MC TCHÊ já está disponível nas principais plataformas de streaming com a assessoria de Aux Up , escolha a sua preferida e adicione as músicas do MC às suas playlists.


LINK PLATAFORMAS BIG MC TCHÊ : https://songwhip.com/artist/big-mc-tche 

'Intercâmbios de Fogo' é um EP concebido pelo coletivo «Intercâmbios de Fogo», um grupo/projeto que reúne artistas de três países lusófonos, Angola, Brasil e Moçambique. 

Intercâmbios de Fogo, o EP, tem como norte, através do Hip Hop, buscar e trazer a realidade de cada país, na perspectiva dos rappers que o compõem, assim como fortificar os laços entre esses – afinal, a música é também um meio de socialização e, através dela, brinda-se e cultiva-se a amizade.

Entre o conteúdo lírico e horrorcore, Intercâmbios de Fogo — o EP — procura trazer à superfície problemas que continuam escondidos nas franjas da sociedade, seja por falta da mediatização ou da mobilização social. 

Numa abordagem que roça o ímpar, o EP oferece-nos uma visão um pouco mórbida da
realidade — diga-se, algumas verdades degradantes da existência humana. Em síntese, Intercâmbios de Fogo serve-se do Rap para invocar, em parte, as assimetrias sociais que enfermam o dia-a-dia do cidadão comum.

O EP Intercâmbios de Fogo foi produzido/masterizado no Estúdio Casamata, em São Paulo, Brasil, pelas mãos mágicas do rapper e produtor brasileiro Devasto, onde coube aos rappers, e graças ao advento tecnológico, a partir dos seus países, encaminharem as gravações das suas composições.


O projeto está disponível para download neste link: https://bit.ly/2XYjPd3

Ouça o ep no soundcloud:




Influenciada por ritmos como MPB e RnB, Naaya Lelis é uma cantora e compositora que traz um repertório autoral com letras que refletem a sua vivência e percepção de mundo enquanto mulher negra. Incentivada pelos pais, Naaya teve contato com a música desde criança e recentemente se formou no curso técnico de canto pela ETEc de artes, onde conheceu pessoas que foram e são muito importantes no processo de busca de sua identidade artística.


Naaya explora o mundo com sua alma viajante, e com muita doçura e força, o transforma em canções. Além da música, em suas apresentações ela compartilha as poesias que encontra dentro de si e encontra, nos ouvidos atentos e sorrisos sinceros, a motivação pra seguir fazendo o que transborda seu coração: cantar.

Confira a apresentação do som Dois e Meia, por Naaya Lelis. 

 

quarta-feira, 17 de julho de 2019


Foi por meio dos CDs que o pai vendia que Lyhhiê teve o seu primeiro contato com a música. Ouvindo grandes nomes do pop e RnB, como Whitney Houston, Lauryn Hill, CeCe Winans e Beyoncé, a cantora e compositora paranaense construiu o seu estilo próprio e começou uma carreira. Toda a sua melodia e modo de compor característico podem ser percebidos em “Não sai da minha cabeça”, som lançado nesta semana pela artista.

Na música, com produção assinada por Edgar Martinez (MZ Productions), Lyhhiê fala sobre a importância de seguir a intuição e não ter medo de fazer escolhas. Para ela, que sempre aborda suas vivências e realidade nas canções, é essencial sempre ter em mente que nada acontece por um acaso e que nossas opiniões sobre nós devem ser as únicas que importam.

“Minhas músicas são baseadas na minha realidade, e com “Não sai da minha cabeça” não foi diferente. Ela é uma canção muito especial, que fala sobre o meu atual relacionamento e sobre a família linda que construí, e que foi fruto dele. Nessa música, eu quis muito trazer a percepção de que as coisas simplesmente acontecem! Há uma força maior que atua com mais potência do que a nossa própria vontade em algumas situações. Muitas vezes o que almejamos não é o ideal para nós, e é aí que essa força vem e nos leva para o caminho correto. Independente do percurso, as coisas acontecem como devem acontecer, o que temos que fazer é somente seguir o nosso coração e confiar nas nossas escolhas”, afirma.


Para o futuro, Lyhhiê garante o lançamento de um EP que já está sendo produzido e bebe das fontes de diferentes gêneros musicais. Inclusive, um spoiler do que se pode esperar dele é a “Não sai da minha cabeça”. A cantora alega que a pegada mais romântica será central para o projeto, e que continuará investindo em suas composições, tanto para trabalhos autorais quanto para iniciativas de artistas que deseja colaborar, como Iza e Lexa.

Ouça:


Acompanhe a Lyhhiê no Instagram

Foto: Anna Catharina 

UM DOS PRINCIPAIS EXPOENTES DO INDÍGENA FUTURISMO NO BRASIL, BRISA FLOW LANÇA CLIPE DE “FIQUE VIVA” 

Obra audiovisual foi gravada na reserva indígena de TekoayvyPora (SP) e ilustra a mensagem pelo direito de demarcação e contra o genocídio da população indígena.


São Paulo, julho de 2019 – A cantora, musicista, compositora, poeta, performer, produtora musical e ativista Brisa Flow lança o clipe de “Fique Viva”, gravado na aldeia de TekoayvyPora, em São Paulo. Faixa de “Selvagem como o Vento”, seu segundo álbum que foi lançado em 2018, fala sobre a sobrevivência da mulher indígena urbana. 

“A ideia de gravar o clipe na aldeia consiste em deixar vivo os ensinamentos dos nossos ancestrais. É sobre futuro, sem esquecer do passado. É sobre demarcar pra manter nossa vida e cultura vivas. Indígena futurismo dentro da aldeia e no contexto urbano”, explica Brisa. 

Com direção de Talita Brito, o clipe de “Fique Viva” mostra o encontro com uma liderança indígena aldeana e busca trazer esperança no futuro. Apesar da tentativa passada de matar a cultura dos povos originários, ela permanece viva no presente e necessita de proteção para existir no futuro. É sobre a sobrevivência da mulher indígena urbana, em sua constante reconstrução de identidade e ancestralidade, apagadas pelo processo de embranquecimento efetuado nos países latino-americanos. 


Assista “Fique Viva”:





Ficha Técnica

Direção: Talita Brito

Montagem e edição: Arão da Silva

Equipamentos: Rafael Kent

Assistência fotografia: Anna Catharina

Direção de arte, figurino e chocalho de cabeça: Camila Valones 


Elenco: Brisa de laCordillera e Ara Mirim (Sônia Barbosa)

Filmado em TekoayvyPora

Agradecimentos ao povo Mapuche, e ao povo Guarani.

Pela direito de demarcação e contra o genocídio da população indígena de AbyaYala



Conteúdo produzido por Alets Comunicação