domingo, 13 de outubro de 2019


A Cooperifa completa 18 anos de atividades poéticas na periferia de São Paulo e para comemorar, realiza sua 12ª Mostra Cultural no mês de outubro (de 19 a 27 outubro).
Para reforçar sua vocação para fomentar a cultura na quebrada, foram preparados 45 eventos. São debates, teatro, dança, cinema, literatura, exposições, música, contação de histórias, oficinas... Todos gratuitos.
maria Gadu, Djamila Ribeiro, Douglas Belchior, Leci Brandão, Edi Rock (Racionais), Ilú Oba de Min, Cocão, Bianca Santana, Lirinha, Cuti, Cia. de Teatro de Heliópolis, Balé Afro Koteban, Oficina de hip hop com Fino du Rap, Sarau da Cooperifa, mostra de cinema "Renato Cândido", encontro de Saraus e muito mais.

O Sarau da Cooperifa, projeto que teve início em Taboão da Serra, comemora agora em outubro 18 anos de muita poesia e literatura. Para celebrar a data, a 12ª Mostra Cultural promete agitar a Zona Sul da capital paulista com diversas atividades culturais. Na abertura do evento, dia 19, a cantora Maria Gadú se apresenta de graça no Sesc Campo Limpo.


Além de shows, fazem parte da Programação outras intervenções culturais, debates, lançamento de livros, oficinas, palestras e até um campeonato de futebol, a Várzea Poética. Todos os eventos são gratuitos e acontecem em bairros próximos a Taboão da Serra, como o Campo Limpo e Parque Santo Antônio.

Para Sérgio Vaz, um dos fundadores da Cooperifa, o Sarau atingiu sua maioridade com o mesmo entusiasmo dos adolescentes que descobrem o livro pela primeira vez. “A literatura chegou pra nós através da oralidade, da palavra simples que brota das vozes de homens e mulheres que adoram um deus chamado trabalho e que não se cansam na busca pela felicidade”.

O poeta também lembra que o Sarau foi construído pelas mãos de muitas pessoas, amigos e artistas que passaram, e ainda estão, levando a cultura para todos os cantos do país. “São tantas as pessoas e parcerias que construíram e ajudam a construir esta história de amor, que seria preciso escrever muitos livros para agradecer essa gente que ajuda a sustentar este sonho”.

Fonte: Otaboanense

sexta-feira, 11 de outubro de 2019


Gratuito, o festival de rua vai até o dia 12/10.

Bianca Hoffmann (PR), MARTTE (SP), Obinrin Trio (SP), Doralyce (PE) e o bloco carnavalesco Nu Vuco Vuco estarão na segunda semana do evento.

A cidade de São Paulo está recebendo o festival Artistas de Rua, que entra em sua segunda semana espalhando 31 atrações musicais gratuitas por locais de alto fluxo de pessoas. O encerramento, no dia 12 de outubro (sábado), será no Minhocão a partir das 15h. Ali, a Cia de Artes do Baque Bolado apresenta os afoxés do Recife (grupos de rua que tocam o ritmo afro-brasileiro ijexá). Em seguida entra em cena a pernambucana Doralyce. A cantora, compositora e atriz de Olinda, radicada no Rio de Janeiro, foi tema de doutorado na Universidade Northwestern, em Chicago (EUA), onde foi apresentada como uma das principais expoentes do Afrofuturismo na América.

Antes disso, o festival Artistas de Rua segue espalhando arte pelos quatro cantos de São Paulo. Quarta-feira, 09, é dia de rock com Laika Não Morreu na Av. Berrini. No dia 10, o Centro Cultural Grajaú recebe a delicadeza do Obinrin Trio. Na sexta, 11, O Homem Banda sonoriza o metrô Tucuruvi. (Veja a programação abaixo).

Parar, respirar, achar graça e contemplar o mundo ao redor em meio à correria do dia a dia. Ações simples, gratuitas e saudáveis que muitas vezes são engolidas pela pressa. O projeto Artistas de Rua volta a São Paulo através do Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais (Pro-Mac) e patrocínio da Uber. Seu objetivo é lembrar os paulistanos de que é preciso parar, nem que seja por alguns minutos.

Patrocínio Master: Uber
Realização: Muda Cultural
Parceria: Razões Para Acreditar
Projeto Viabilizado através do Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais (Pro-Mac)

Programação final:

09 de outubro (quarta-feira)
Praça General Gentil Falcão (Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini)

13h – Laika Não Morreu!

17h – Myrella Nascimento

10 de outubro (quinta-feira)
Centro Cultural do Grajaú

17h – Obinrin Trio

11 de outubro (sexta-feira)
Metrô Tucuruvi

17h – O Homem Banda

12 de outubro (sábado)
Minhocão

15h – Cia de Artes do Baque Bolado

17h – Doralyce

A missão da Muda Cultural é qualificar a experiência de vida das pessoas e expandir suas potencialidades por meio da promoção da arte e da cultura.

Desde 2007 no mercado cultural, a Muda realiza projetos atuando como elo entre marcas e seus públicos de interesse, incluindo a concepção, a curadoria de conteúdos e o planejamento.

Tendo como principal ativo uma extensa rede de colaboradores e parceiros, a Muda oferece uma atuação capaz de transitar entre as etapas de artístico, produção e gestão cultural. www.mudacultural.com.br

Na última década, Heather Victoria se concentrou em vocais como parte do coletivo The Academy JAMLA do 9th Wonder. 

No entanto, todo o trabalho foi publicado - com aparições em The Idea of Beautiful, da Rapsody, Prey for the Poor do Add-2, The Wonder Years do 9th Wonder (em uma música com o falecido Mac Miller), ambos projetos da JAMLA e em diversas compilações do esquadrão e uma variedade de outros projetos. 

Felizmente, pela primeira vez desde o Hip Hop Soul Lives de 2011, a comovente cantora de Fayetteville, Carolina do Norte, está oficialmente de volta na cena com seu novo álbum, Boutique Hotel. Equipado com nove músicas, o projeto conta com participações de Big K.R.I.T., Raheem DeVaughn, 9th Wonder, Khrysis e muito mais. 

Ouça:

quinta-feira, 10 de outubro de 2019


O baterista foi convidado a nomear o artista ou grupo de hip hop mais subestimado de todos os tempos em uma recente aparição em um podcast. 
Enquanto promovia seu próximo show, Hip-Hop: The Songs That Shook America, Questlove também teve tempo para falar sobre quem ele acreditava ser o artista de hip hop mais subestimado de todos os tempos. 

Durante uma aparição no podcast Fired Up With Brad Jenkins, Jenkins fez a pergunta ao líder e baterista do The Roots, no qual Questlove respondeu De La Soul, o trio formado por Posdnuos, Dave e Maseo. 


"Pegamos o De La Soul como referência tantas vezes e eles nunca receberam crédito por isso", disse ele. "Eu vou dizer isso. Tanto quanto - eu os vi usar samples e fazer coisas que mais tarde foram usadas e construíram impérios. Eu os vi criar conceitos. Tudo o que De La Soul fez, eu vi outras pessoas chegando e fazendo depois e é como, 'Ah!' Então sim, De La Soul”. 


Este ano foi agridoce para o De La Soul. Embora haja notícias de que o grupo tem dois álbuns em andamento - ambos produzidos por Pete Rock e DJ Premier - o trio não conseguiu comemorar adequadamente os 30 anos de seu álbum 3 Feet High and Rising por causa de um " negócio injusto” que tiveram com a Tommy Boy Records (a gravadora que lançou seus primeiros seis álbuns). 

O grupo finalmente encerrou seu relacionamento com Tommy Boy em agosto e pediu aos fãs que não ouça suas músicas pela Tommy em quanto as coisas não se resolvem. 

Fonte: Okayplayer | Uproxx

Tinna Rios é uma cantora paulistana que transmite positividade ao compor canções de motivação e reflexão. Por influência de sua mãe Marlene Rios, que cantava nos calouros com Roberto e Erasmo Carlos, Wanderléia entre outros, apaixonou-se pela música desde a infância. 
Aos 9 anos estudou teclado, aos 12 anos iniciou suas primeiras composições e entrou para o Coral da Igreja. Já na fase adulta, participou de programas de Tv e fez aulas de canto com o coach Isabeh e Jhow Black (backing vocal dos cantores Projota e Di Ferrero). Em 2017, lançou seu primeiro single “Wake Up”, o qual fala sobre luta, fé e a persistência em viver do que se sonha. Em seguida, tratando sobre a beleza que há em cada mulher, lança o single “Linda Flor”, com participação de Juliana Sete, que ganhou a versão remix para o álbum Essência recém lançado. Para escrever suas composições, Tinna Rios se inspira nas situações do seu dia a dia, já as melodias nascem de forma muitas vezes cômica, como por exemplo algum som que sua cachorra executa ou o tom como uma pessoa fala. Tinna passeia pelos gêneros R&B e Rap e promete coisas novas ainda para esse ano de 2019.


O álbum Essência está disponível na sua plataforma de streaming favorita, mas você pode ouvir no Youtube AQUI


Assista ao clipe versão Remix do som "Linda Flor"





A empresa Westbrook do Will Smith está trabalhando com a produção da série. 

Will Smith está atualmente supervisionando o desenvolvimento de uma nova série de spinoff “The Fresh Prince of Bel-Air". De acordo com o Hollywood Reporter, o ator e a recém-lançada empresa Westbrook, sua esposa Jada Pinkett Smith, estão trabalhando na produção do programa. 

Smith está se preparando para o lançamento de seu último filme, Gemini Man (Projeto Gemini), em 11 de outubro. A reinicialização do Fresh Prince of Bel-Air adicionaria à lista de diversas ações as quais o Will tem participado recentemente.

Há menos de um mês, ele se juntou à crescente plataforma de mídia social TikTok. Há menos de dois anos, ele entrou no Instagram e agora possui quase 40 milhões de seguidores no aplicativo. 

Originalmente exibido na NBC em 1990, o The Fresh Prince of Bel Air terminou em 1996. Foi trazido à vida por seus dois co-criadores, Smith e Quincy Jones. Entre as estrelas amadas da série, Alfonso Ribeiro, Tatyana Ali, James Avery e Karyn Parsons. 

Fique ligado aqui, à medida que mais notícias surgirem sobre o próximo spinoff vamos deixar vocês informados. 

Fonte: The Hollywood Reporter | Okayplayer

quarta-feira, 9 de outubro de 2019


O Rhythm + Flow é o primeiro empreendimento da Netflix no ramo dos programas de talentos, com comentaristas. Esse programa é para rivalizar com programas como X Factor, The Voice e American Idol. 

A biografia oficial da Netflix para o Rhythm + Flow diz: "Cardi B, Chance the Rapper e Tip 'T.I.' estão procurando os melhores talentos não descobertos do hip-hop de Atlanta, Chicago, Los Angeles e Nova York. Quem vai chegar ao topo para ter uma chance de brilhar?"

Os quatro primeiros episódios, que cobrirão as audições, foram lançados em 9 de outubro (Hoje). A segunda parte com episódios chegará à Netflix na semana seguinte (16 de outubro), A primeira temporada termina em 23 de outubro, totalizando 10 episódios. 

Trailer lançado em 1 de setembro: 


Outro trailer foi lançado em 25 de setembro, com participações de Nipsey Hussle, DJ Khaled, Snoop Dogg, Quavo e muito mais. “O sucesso nesta linha de trabalho parece um milhão de maneiras diferentes”, Chance The Rapper apresenta o trailer. Assista abaixo agora. 



Quem são os juízes do Rhythm + Flow? 

Os três juízes foram anunciados são: Cardi B, Chance The Rapper e T.I, todos com experiência passada na televisão. 

Antes de encontrar a fama como rapper, Cardi foi uma das estrelas do reality show VH1 Love & Hip Hop: New York, enquanto T.I também não é novato em reality show. Em 2009, T.I lançou seu próprio reality show da MTV chamado T.I.'s Road to Redemption, seguido por T.I. & Tiny: The Family Hustle no VH1 em 2011. Apenas no ano passado, ele apareceu em um programa da BET sobre empreendedores chamado The Grand Hustle

Enquanto isso, o Chance, foi um dos convidados no Saturday Night Live em 2017 e, no ano passado, liderou o filme Slice

Quem está produzindo Rhythm + Flow? 

O Rhythm + Flow está sendo coproduzido pela Get Lifted Film Co, de John Legend, com Legend, Jeff Gaspin, Jesse Collins, Nikki Boella, Jeff Pollack, Mike Jackson e Ty Stiklorius, além dos três juízes, todos creditados como produtores executivos. 

Após o anúncio do programa, Chance foi à mídia social para dizer que estava procurando artistas de hip hop "não assinados, dedicados e prontos", enquanto Cardi marcou a notícia escrevendo no Instagram: "VOCÊ TEM O QUE É NECESSÁRIO? ? 

Em um vídeo do Instagram, Cardi B acrescentou que estava procurando "aquele diamante bruto". Ela continuou: "Estou procurando alguém que quando vou ao meu carro, lembro da música dele, lembro do rosto dele, lembro da personalidade dele. Queremos encontrar você, queremos descobrir você". 

Em uma nova entrevista ao LA Times, o Chance The Rapper disse que "não estamos tentando ensinar aos competidores como se tornar famoso". “Queríamos mostrar a eles como lidar e ser um artista: como ter a presença certa no palco, como fazer um videoclipe, ou como colaborar com pessoas de outros gêneros.” 

Na mesma entrevista, Cardi enfatizou a ideia de que o programa seria mais do que status, fama e dinheiro, dizendo: "Eu não fiz isso pelo dinheiro", disse Cardi. 

Como dito acima os 4 primeiros episódios já estão disponíveis na Netflix! 


Fonte: nme.com


A produtora Cara Preta Records vem com mais um lançamento em seu canal no Youtube, com a música "Ninguém", e dessa vez com uma bela conexão entre os estados Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, reunindo os artistas APOLLO CREED (Morador da serra de Petrópolis RJ, um dos 5 vencedores do concurso RapBox Chama, selecionado entre 2.000 competidores), o Mmúsico e produtor OJAN (Nativo da cidade de são Lourenço MG, conhecido por inúmeros trabalhos a cena Rap e Reggae nacional, atualmente residente da cidade de Mauá) e o mc PRETO ZIKA (Representante da cidade de Mauá SP, ativista e rapper em grande destaque na cena com o recém lançado álbum "Saqueando o inferno").
 Com produção musical de Jonathan Ojan e o Beat assinado por MNigaz, a música foi gravada na cidade de Mauá Sp, no estúdio Cara Preta Rec.

 As imagens do video clip foram registradas na Associação do bairro Paranavaí, perifería de Mauá, e foi dirigido por Drika Soares (Kadri) e Jonathan Ojan, e conta com a participação das crianças que participam das oficinas e esportes oferecidos pela associação da comunidade.
 A música "Ninguém" traz uma mensagem de resistência e auto confiança, transmitindo em sua letra um alerta para as causas sociais pendentes que nos cercam.




A 4ª edição do Favela Sounds - Festival Internacional de Cultura de Periferia está chegando! Entre os dias 11 a 16 de novembro acontecerá em Brasília, com programação gratuita, trazendo shows, debates e oficinas educativas. E a edição 2019 já anuncia uma novidade: sua primeira residência artística.

Nomeada como “Prefixo Favela: sobre Brixton, Sol Nascente e as cores da diáspora”, a residência leva o artista plástico inglês Neequaye Dreph Dsane ao Distrito Federal para 15 dias de atividades junto a jovens grafiteiros habitantes de regiões de alta vulnerabilidade social do DF. Isso acontece entre os dias 1 e 16 de novembro. Idealizada pela direção artística do festival, a residência é patrocinada pelo British Council e o Oi Futuro, através do edital Pontes, lançado para motivar as cooperações artísticas entre Brasil e Reino Unido.

Nome fundamental na arte urbana em Londres, Dreph mantém há décadas uma vasta pesquisa sobre identidade, migrações, raça e diáspora, que se transformam em grandes painéis pintados nas ruas de Brixton e outros bairros da cidade, retratando personagens que merecem reconhecimento por suas lutas em prol da população migrante.

A residência entra na programação do Favela Sounds, junto às oficinas em espaços culturais independentes de quebradas do DF, debates em escolas públicas, atividades no sistema socioeducativo do DF e à série de shows musicais que compõem o escopo do festival, que só em 2018 contou com público de mais de 30 mil pessoas. Favela Sounds tem patrocínio da Oi, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do DF, e apoio da Oi Futuro.

Confira um vídeo sobre a edição de 2018:


Em breve, você receberá a programação completa com informações detalhadas.

4º FAVELA SOUNDS – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CULTURA DE PERIFERIA
Quando: 11 a 16 de novembro de 2019
Onde: Museu da República e Regiões Administrativas
Entrada gratuita
Mais informações: www.favelasounds.com.br

Serviço – Prefixo Favela: sobre Brixton, Sol Nascente e as cores da diáspora
Residência artística com Dreph (UK) na favela do Sol Nascente
Data: 1 a 16 de novembro de 2019
Horário: 16 às 20h
Local: Sol Nascente
Entrada franca com inscrições prévias pelo site favelasounds.com.br, a partir de 10 de outubro de 2019 Classificação indicativa: 16 anos.

Ambição é o novo single de Baltazar MC ; com muitas variações de levadas, linhas de soco, e trazendo referências, tais como: Cartel MC’s, Wu Tang Clan , Ol’Dirty Bastard ,Jay-Z e Valete , o MC faz uma critica ácida ao cenário onde tudo ultimamente gira em torno do famigerado “hype” e muitos dos rappers/MC’s resumem tudo aos views, likes e roupas de grife. Ao mesmo tempo em que também se admiti ambicioso almejando as coisas boas da vida, mas jamais esquecendo que a cultura Hip Hop possui um fundamento, vide as referências aos artistas da velha escola. Pois assim como o próprio cita no single, é importante ter ambição e uma perspectiva, porém, jamais ser um mercenário, já que acabar ficando cego por tudo isso seria muito fácil. A produção musical e engenharia de som ficaram por conta de Jay-Gueto, produtor e MC da GuetoAnonimato Records, gravadora da qual ambos fazem parte. 

Ouça o single no Spotify

Redes Sociais:
Instagram: @baltazarmc_ / @jay_gueto
Twitter: @baltazarmc_ / @jay_gueto

Depois da mixtape "Medo do Escuro", o rapper angolano Valente Pensador disponibiliza a sua recente mixtape intitulada Corvus composta de 14 faixas.

Tracklist:

01 - Barras - Valente Pensador
02 - Canto - Valente Pensador
03 - Motivação - Valente Pensador Feat Danny C e Lucas Xavi
04 - King - Valente Pensador
05 - My Life - Valente Pensador
06 - Meu Jeito - Valente Pensador
07 - Hustler - Valente Pensador
08 - Ser Feliz - Valente Pensador
09 - Mayweather - Valente Pensador
10 - Corvus - Valente Pensador
11 - Palavras D"Mãe - Valente Pensador
12 - Estou Fix - Valente Pensador
13 - Confidencial - Valente Pensador
14 - Outro Nivel - BBM Gang


DOWNLOAD | MEDIAFIRE


Imagem: Nerie | Foto por Luan Batista | Arte Black Pipe
A obra inédita narra o marco zero do rap no Brasil, sob a perspectiva das mulheres.

Roteirizado e dirigido por Nerie Bento, o documentário “O protagonismo das minas: A importância das mulheres no rap de SP”, traz um panorama sobre o marco zero do rap feminino no Brasil.

A obra, que tem apoio da Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop, é resultado da seleção de projetos do PROAC Hip Hop 2018, da Secretaria de Cultura do Governo do Estado.

“O documentário narra o nascimento do rap no Brasil pela perspectiva das mulheres e dá luz as primeiras MC’s que protagonizaram vários momentos no gênero musical e no Hip Hop como um todo. Além disto, será possível saber de que ponto partimos nas construção do elemento e entender quais caminhos estão sendo traçados neste sentido”, diz Nerie Bento.

A exibição é inédita e acontecerá no dia 16 de outubro, no CCSP, às 20h, na sala de cinema Lima Barreto e tem gratuita.

Após o filme, terá um bate-papo entre a roteirista e a convidada Lunna Rabetti, Presidente da Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop e também, uma das entrevistadas no documentário. 

Arte Black Pipe

Ficha técnica: 

Roteiro e direção: Nerie Bento


Câmera e Fotografia: Karú Martins & Fridas Comunica e Fotografa. 

Edição: Karú Martins

Produção Executiva: Cristina Dias

Produção visual: Cristina Souza

Assistente de produção: Débora Nunes

Finalização e Motion: BPE.


Serviço:

16/11

quarta-feira, às 20h - 40min. - livre - Sala Lima Barreto - gratuita.

*Sujeito a lotação - 99 lugares.

Para garantir sua entrada se inscreva no link: https://bit.ly/2IAn4m8

terça-feira, 8 de outubro de 2019


Grupo Zumb.boys faz apresentações gratuitas no Sarau Adebanke, evento Break Ibira, no Slam Fluxo e no Quebrada Viva Battle. Montagem Mané Boneco convida o público para um momento de encontro com a beleza e a simplicidade do brincar.

Grupo Zumb.boys se apresenta na Zona Leste, em Perus e no Parque Ibirapuera

De 09 a 26 de Outubro de 2019, o Grupo Zumb.boys - grupo que tem como base de sua pesquisa as danças urbanas - realiza uma temporada especial de seu mais recente trabalho “Mané Boneco”, com apresentações gratuitas em diferentes pontos da cidade de São Paulo. 

Mais recente trabalho de intervenção artística do Grupo Zumb.boys, Mané Boneco é um projeto que dialoga com a beleza e a simplicidade do brincar, tendo como inspiração o boneco brasileiro “Mané gostoso”, que fez e faz parte da infância de muitas pessoas. Um boneco feito de madeira, com pernas e braços articulados, que são movimentados por cordões, tracionados por duas madeiras que os sustentam. Facilmente encontrado em feiras nordestinas.

Uma das principais propostas de Mané Boneco é que seja gostoso de assistir, da mesma maneira que nos divertimos ao brincar, livres de julgamentos externos, abertos a viver o encontro. E para que este espaço de encontro do público com o grupo se estabeleça, foram criados alguns códigos simples e de fácil reconhecimento, para que as pessoas se sintam à vontade em fazer parte do que está sendo apresentado.

Com este trabalho o grupo criou o termo “Uma dança que faz convites”. A platéia é convidada a um momento de brincadeiras e histórias construídas corporalmente. 

No dia 09 de Outubro, às 19h30, o grupo apresenta Mané Boneco no Sarau Adebanke, evento que acontece no Espaço Cultural Adebanke, que fica ao lado do Metrô Artur Alvim, Zona Leste de São Paulo. E no dia 13 de Outubro, às 12h00, o grupo participa do evento Break Ibira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, localizado dentro do Parque Ibirapuera.

Já no dia 19 de Outubro, às 19h30, o Zumb.boys vai para a Ocupação Cultural Mateus Santos, em Ermelino Matarazzo, Zona Leste, para participar do Slam Fluxo.

Encerrando este ciclo de apresentações, no dia 26 de Outubro, às 14h00, o grupo participa do evento Sanrafa na Casa de Cultura São Rafael, na Zona Leste. E no mesmo dia, às 17h30, o grupo participa do evento Quebrada Viva Battle, que acontece na Casa do Hip-Hop Perus, na Zona Norte de São Paulo.

O Grupo Zumb.boys foi criado em 2003 na periferia de São Paulo, com bailarinos que possuem diferentes históricos na dança contemporânea, participando do processo criativo de importantes companhias. Nessa jornada o grupo produziu cinco espetáculos: B.E.C.O. (B.boys em Construção Original), Dança por Correio, Ladrão, O que se Rouba e Mané Boneco. E acumulou uma longa trajetória de pesquisa e produção em dança, tendo criado sua própria identidade utilizando a dança breaking como base de pesquisa.

O Grupo Zumb.boys compreende a dança como uma possibilidade de encontros com outros centros de percepção, estabelecendo uma forma distinta de passear por contextos, valorizando o sensível e permitindo um fazer artístico que construa e reinvente as maneiras de viver e olhar para o lugar no qual podemos ser colaboradores e transformadores.

Em 2016, ano de estreia do Mané Boneco o grupo recebeu importantes premiações como: Prêmio Denilto Gomes 2016, da Cooperativa Paulista de Dança, nas categorias Produção em Dança e Melhor Designer de Luz, com o O que se Rouba. Dança por Correio foi eleito Melhor Espetáculo (Não Estreia) pela APCA - Associação Paulista de Críticos de Artes. 

Em 2017, foi novamente indicado ao Prêmio APCA na categoria Melhor Espetáculo, com O que se Rouba e vencedor na categoria Melhor Intervenção Urbana do Prêmio Denilto Gomes 2017, pelo projeto Mané Boneco.

Contemplado com o projeto Rastro na 26ª Edição do Programa Municipal de Fomento à Dança, o grupo dá continuidade à sua pesquisa, explorando novas possibilidades de criação e produção em dança. 

Conheça o trabalho deste grupo que segue buscando caminhos para visibilidade/protagonismo periférico e das culturas marginais. Mais informações em: www.facebook.com/grupozumbboys e www.instagram.com/zumb.boys

Ficha técnica 

Direção: Márcio Greyk de Lima Ferreira |Dançarinos: Danilo Rodrigo Ferreira Nonato, David Castro Serra, Ednelson da Silva Guedes, Eriki Hideki, Igor Wilson de Souza, Márcio Greyk de Lima Ferreira |Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini |Produção: Júnior Cecon | Assistente de Produção: Márcia Ferreira

Mané Boneco

Inspirado no boneco brasileiro “Mané gostoso”, feito de madeira com pernas e braços articulados, movimentados por cordões, ao ser tracionados por duas madeiras que os sustentam. Uma intervenção que se estabelece através de um corpo virtuoso, brincalhão e articulado, que a todo momento deseja dialogar com as pessoas valorizando cada instante vivido, compartilhando momentos, brincadeiras e histórias construídas corporalmente. 



Temporada Mané Boneco: Entrada Grátis - Classificação Livre - Duração – 40 minutos 

Mané Boneco no Sarau Adebanke 

Quando: dia 09 de Outubro de 2019 - Horário: 19h30

Onde: Espaço Cultural Adebanke - Endereço: Rua Durandé, 175 – Artur Alvim - Ao lado do Metrô Artur Alvim - São Paulo – SP

Mané Boneco no Break Ibira

Quando: dia 13 de Outubro de 2019 - Horário: 12h00

Onde: Museu de Arte Moderna de São Paulo - Endereço: Parque Ibirapuera - Av. Pedro Álvares Cabral, s/n° - Vila Mariana, São Paulo - SP, 04094-000

Mané Boneco no Slam Fluxo

Quando: dia 19 de Outubro de 2019 - Horário: 19h30

Onde: Ocupação Cultural Mateus Santos - Endereço: Av. Paranaguá, 1633 - Jardim Belém - Ermelino Matarazzo - São Paulo - SP, 03809-170

Mané Boneco no Sanrafa

Quando: dia 26 de Outubro de 2019 - Horário: 14h00

Onde: Casa de Cultura São Rafael - Endereço: R. Quaresma Delgado, 364 - Jardim Vera Cruz (Zona Leste), São Paulo - SP, 08310-490

Mané Boneco no Quebrada Viva Battle

Quando: dia 26 de Outubro de 2019 - Horário: 17h30

Onde: Casa do Hip-Hop Perus - Endereço: R. Júlio Maciel - Perus, Zona Norte - São Paulo - SP, 05208-090

Flux014, rap e funk: um documentário do Jornal Dois 


Um recorte da efervescente cena das batalhas de rap e bailes funk no interior de São Paulo, organizados por uma juventude que resiste frente à presença e ação policial nos espaços de lazer da população mais pobre, negra e periférica 

Uma cidade que convive há dois anos com a lei que proíbe “festas clandestinas”. Uma juventude que, ao se reunir, corre o risco de receber uma batida policial à porta de casa, na rua, no parque ou na praça. Segregação espacial, negação do direito à cidade e do espaço público para o lazer do pobre, negro e periférico. Vontade de fazer arte, criar música, letra, poesia, beats, hits e espalhar cultura nesse cenário repressor. 

Esse é o contexto que deu origem ao documentário “Flux014: os rolês da quebrada”, exibido pela primeira vez ao público no dia 21 de setembro em Bauru, interior de São Paulo. A produção é do Jornal Dois, mídia independente local, com apoio do Programa de Ação Cultural da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo. 

O lançamento contou com apoio da Fumacê casa cultural, que cedeu o espaço para realização do evento. Foram três exibições lotadas na mesma noite – cerca de 180 pessoas assistiram Flux014 de graça. Nath MC, DJ Montanha, Estrofe MC, JS Subverbal e Deh Emici, representantes do rap e do funk bauruense, colaboraram com apresentações em pocket shows nos intervalos de exibição.

É 014 porque é o DDD. Fluxo é um dos tipos de evento retratados no documentário: a união espontânea de muita gente na rua para ouvir música, dançar, paquerar, brincar, como em uma grande festa a céu aberto. 

Batalhas de rap e bailes funk também estão no foco da discussão, que mostra desde a organização desses eventos culturais; a estrutura, improvisada para uns, mais profissional para outros; os meios de transporte mais utilizados, seja ônibus, bicicleta, ou as próprias pernas; a representatividade da mulher nesses espaços; e como eles impactam a vida de quem participa.

Rolês da quebrada e para a quebrada organizados de maneira independente e voluntária por crianças, jovens e adultos.

São homens e mulheres falando sobre a resistência artística que vivem todos os dias e que passam, de boca a boca, de geração para geração. Dizem interior tem voz. Dizem que é preciso sonhar. “O rap é a segunda chance de muita gente”, diz Mina Min, uma das entrevistadas, integrante do grupo de rap bauruense Ouro D’Mina. “Hoje a mídia mostra pra todo mundo que o funk só sabe levantar bandido. A gente aqui mostra o outro lado, eu tenho família, os meninos aqui tem família”, desabafa Diogo Almeida, um dos entrevistados que organizam bailes funk com a ajuda dos familiares e amigos. 


Entre as batalhas de rima explicadas nas entrevistas e acompanhadas mês a mês, estão a Batalha da Panelinha, das Cerejeiras, da ZL (Zona Leste), da ZONE (Zona Oeste Nova Esperança), dos Crias e do Placo.

Os bailes funk, organizados entre amigos e parentes, ficam mais nos espaços fechados e privados – por conta da reação da população e da polícia diante desse tipo de evento em espaço público. No Flux014, tem edições em uma chácara do Santa Cândida e no Jardim Prudência. 23 entrevistados, incontáveis pessoas envolvidas no corre e muita coisa para dizer.

Histórias reais que ultrapassam ameaças e opressões para continuar existindo. Uma batalha de rima em tal bairro no domingo, outra, naquele outro bairro, terça-feira. E assim vai durante a semana, quinta, sexta, sábado. Baile funk. O giroflex passa, os botas às vezes descem, às vezes botam a arma na cabeça de alguém.

Flux014 é o retrato da cultura de quem briga para ter cultura. 

ASSISTA AO DOCUMENTÁRIO:


Saam Lyon, rapper de SP, acaba de dropar mais uma novidade! “Grana”, é o novo single do MC, que utilizou sua arte para falar sobre a importância de superar obstáculos e a autosabotagem. 

O som, que contou com produção do próprio artista, também traz à tona os sonhos e ambições do MC. “Nesta música eu quis falar sobre o ato de superar. Superar as barreiras e a si mesmo. É importante que sejamos ousados e que pensemos grande. Podemos ter uma mansão em Copacabana, fazer shows internacionais. Podemos tudo”, destacou. 

Lyon afirma que o trabalho não conta com um videoclipe, mas que não descarta a possibilidade de produzir algo para essa e outras faixas que serão lançadas muito em breve. 

Em relação ao futuro, o rapper e produtor se mostra inspirado e com muito foco para continuar investindo em sua carreira musical. “Quero viver de rap crescer e evoluir nos sons que faço. Pretendo fazer muitas músicas e shows em diferentes regiões do país. Sou muito grato pelo que venho construindo”, concluiu. 

Escute “Grana”:

Da esquerda pra direita: Iolanda Évora, Felwine Sarr, Kehinde Andrews e Amy Niang 

“Áfricas Contemporâneas – do continente às diásporas” traz pensadores, artistas e ativistas do exterior para refletir a Àfrica contemporânea

De 10 a 19 de outubro de 2019 acontece o “Áfricas Contemporâneas – do continente às diásporas”, evento que reúne conferências, mesas-redondas, colóquios, oficinas, intervenções, performances, projeções audiovisuais, exposições e apresentações musicais que transitarão entre a produção acadêmica e a arte, com o objetivo de abrigar um conjunto de produções africanas contemporâneas que se debruçam a refletir sobre Áfricas no mundo e o mundo visto a partir de Áfricas. Na abertura do evento Felwine Sarr, escritor senegalês, realiza uam conferência e lança seu livro “Afrotopia” (N-1 Edições). Pensadores, ativistas e artistas da África do Sul, Angola, Cabo Verde, Egito, Mali e Senegal, africanos da diáspora em Portugal, e Inglaterra desmistificam a visão colonialista de que o continente africano é o território da falta, da perda, fragilidade e impossibilidade econômica e social participam do evento. Com ENTRADA FRANCA, haverá tradução durante as atividades realizadas por África do Sul, do Egito, do Senegal e da Inglaterra.

Serão trazidos à cena os movimentos políticos e sociais que se dão nas sociedades africanas atuais; as produções intelectuais a partir do próprio continente e de suas trocas, deslocamentos e fricções; as territorialidades e subversões do espaço; o racismo e as desigualdades contemporâneas; gênero e diásporas africanas; a memória a partir de documentos históricos africanos; o papel das artes na produção de escritas e registros múltiplos. Tais temas provocarão debates que fazem tanto pensar a pluralidades de realidades africanas atuais como seus aportes para refletir dimensões universais em diferentes campos do saber e do fazer a partir de Áfricas.

PROGRAMAÇÃO

Quinta-feira, 10 de outubro, das 17h30 às 22h

Local: Biblioteca Mário de Andrade – Espaço Tula Pilar Ferreira - Rua da Consolação, 94 – centro – São Paulo.

Intervenção teatral com o coletivo Legítima Defesa O escritor senegalês Felwine Sarr (Université Gaston Berger – St Louis, Senegal) faz a conferência de abertura com o tema “Afro-contemporaneidade: trabalho, projeto de sociedade e dinâmicas sociais vistos a partir das experiências e produções africanas”. O economista, músico e teórico lança o livro “Afrotopia” (N-1 Edições) onde escreve uma África não mais com referências de progresso e desenvolvimento impostas pelo ocidente. Pensa a África sob o prisma de uma mixagem entre a África contemporânea, seus processo específicos de descolonização e suas tradições. Ele defende que é hora de os africanos fazerem uma auto-reflexão, pensarem nas suas soluções e tornarem-se menos vulneráveis às influências exteriores veiculadas em nome de um interesse que não é necessariamente o seu.

Debatedoras: Iolanda Évora (Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento (CEsA) –ISEG – Universidade de Lisboa – Portugal) e Lia Dias Laranjeira (Universidade Federal da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira – UNILAB). Capacidade do auditório: 170 pessoas.

Das 19h às 22h – Aparelha Luzia

Projeção do curta-metragem “A capital secreta” (Egito, 2013, 28 min) e debate com o escritor e cineasta Mukhtar Saad Shehata. Legendado em português. Comentários de Mahfouz Ag Adnane (Casa das Àfricas, Amanar e Centro de Estudos Culturais Africanos e da Diáspora CECAFRO-PUC SP)

Sexta-feira, dia 11 de outubro das 18h30 às 22h Local: Tapera Taperá - Av. São Luís, 187 - 2º andar, loja 29 - República

Mesa Redonda - “Diálogos África-Brasil: legados e desconstruções a partir das políticas de relações internacionais”, com Gilberto Leal (Movimento Negro Unificado – MNU) e Matilde Ribeiro (Universidade Federal da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira – UNILAB; ex-ministra da Igualdade Racial).

Mediador: Celso Marcondes (Instituto Lula).

Sábado, dia 12 de outubro, das 15h às 17h

Local: Aparelha Luzia - Rua Apa, 78 - Campos Elíseos

Oficina de Escrita e performance - com Raquel Lima (CES-UC - Portugal). Interlocutora: Silvia Lopes (Unifesp).

Domingo, dia 13 de outubro, das 9h às 12h Inscrições afro-diaspóricas no centro de São Paulo

“Arquitetura e marcas afro-diaspóricas na cidade”, com Abilio Ferreira (escritor e jornalista). Serão percorridos territórios do centro de São Paulo a partir de roteiro proposto pelo coordenador. Ponto de encontro: Igreja da Boa Morte – Rua do Carmo, 202 (centro – SP)

Segunda-feira, dia 14 de outubro, das 15h às 17h

Local: Acervo do IEB – USP - Espaço Brasiliana – Av. Prof. Luciano Gualberto, 78 – Cidade Universitária – USP

Visita guiada “Áfricas extemporâneas”

(organização: Fernanda Padovesi Fonseca – Departamento de Geografia/FFLCH – USP, Jaime Oliveira – IEB –USP, Iris Kantor – Departamento de História/FFLCH-USP).

A partir da aproximação e pesquisa junto ao acervo documental (cartográfico, inclusive), bibliográfico e artístico presente no Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP que se refere ao continente africano e a suas relações históricas com o Brasil, a visita guiada pretende suscitar compreensões e reflexões sobre a diversidade de iconografias a respeito de Áfricas bem como aos imaginários depreendidos da análise desses materiais, em uma visada interdisciplinar.

Cada visita guiada no acervo do IEB terá duração de 1 hora e será feita por grupos de 10 a 15 pessoas.

Segunda-feira, dia 14 de outubro, das 19h às 22h

Projeções audiovisuais (local: SESC – Centro de Pesquisa e Formação – CPF) Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar, Bela Vista – São Paulo. Capacidade: 70 pessoas.

Projeção de vídeo-performance “Relatos de uma rapariga nada pudica” (Cabo Verde/Portugal, 2017, 4´08 min) e do documentário “Homestay ” (Cabo Verde, 2016, 15 min), seguido de debate com a cineasta Lolo Arziki (Cabo Verde/ Portugal/Luxemburgo). Temática: “Gênero, memória e experimentação”.

Interlocutora: Erica Malunguinho (Aparelha Luzia e Alesp).

Terça-feira, 15 de outubro, das 9h às 12h Conferência

local: Auditório Biblioteca Brasiliana - István Jancsó – USP Capacidade do auditório: 300 pessoas.

“Autogoverno, subversão dos espaços e territorialidade no Sahel”, com Amy Niang (University of the Witwatersrand – Joanesburgo – África do Sul).

Debatedora: Marina Berthet (Núcleo de Estudos Africanos – NEAF/ Universidade Federal Fluminense – UFF). Debatedor: Mahfouz Ag Adnane (Mali/Brasil; Casa das Áfricas/Amanar).

Das 14h às 18h30

Mesa-redonda (local: Biblioteca Mário de Andrade – Espaço Tula Pilar Ferreira) Rua da Consolação, 94 – centro – São Paulo. Capacidade do auditório: 170 pessoas.

“Vozes e escritas: gênero e experiências africanas no mundo a partir da literatura”, com Bianca Santana (escritora, São Paulo), Jennifer Nascimento (escritora, São Paulo), Raquel Lima (escritora, Portugal), Uhuru Portia Phalafala (escritora e pesquisadora, África do Sul).

Mediadora e comentadora: Elaine Mineiro (UNEAFRO e Fórum de Cultura da Zona Leste).

Intervenção musical da cantora Palomarias com o pocket show “Um canto encanto”, músicas e poesias autorais que comunicam identidades, espiritualidade e negritude.

Quarta-feira, dia 16 de outubro Das 9h às 12h

Conferência

Local: USP – Auditório István Jancsó – Biblioteca Brasiliana) USP/Auditório István Jancsó: Rua da Biblioteca – USP. Capacidade do auditório: 300 pessoas

“Culturas africanas e mundialização”, com Bado Ndoye (Université Cheik Anta Diop – Dacar – Senegal). Debatedor: Alain Pascal Kaly (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ).

Das 14h às 17h

Conferência - Local: USP – Auditório István Jancsó – Biblioteca Brasiliana

Rua da Biblioteca – USP. Capacidade do auditório: 300 pessoas.

“Ativismos negros na contemporaneidade”, com Kehinde Andrews (School of Social Sciences – Birmingham City University – Inglaterra).

Debatedora: Cleide Aparecida Vitorino (Faculdade Zumbi dos Palmares/Casa das Áfricas – Amanar) e Debatedor: Muryatan Santana Barbosa (Universidade Federal do ABC – UFABC).

Das 19h às 22h

Local: Aparelha Luzia - Endereço da Aparelha Luzia: Rua Apa, 78 – Campos Elíseos – Centro – São Paulo

Projeção do curta-metragem “A capital secreta” (“The secret capital”, Egito, 2013, 28 min) e debate com o escritor e cineasta Mukhtar Saad Shehata (Egito) (filme dirigido junto com Samuli Schielke). O filme será legendado em português.

Comentador: Mahfouz Ag Adnane (Casa das Áfricas/Amanar e Centro de Estudos Culturais Africanos e da Diáspora – CECAFRO – PUC – SP).

Quinta-feira, dia 17 de outubro

CEU Heliópolis: Estrada das Lágrimas, 2385 – Heliópolis – São Paulo. Capacidade da Sala Multiuso: 250 pessoas

Das 9h às 12h Cine-debate

“Olhares e narrativas sobre Áfricas”

Projeção e conversa sobre trechos do filme “Fanon hier, aujourd’hui” (“Fanon aqui, hoje”, França, 2018, 87 min – direção: Hassane Mezine – Argélia/ França), que trata da atualidade do autor Frantz Fanon (filósofo, psiquiatra, ensaísta e ativista político nascido na Martinica em 1925) e de seus escritos sobre os movimentos de libertação anti-coloniais e o processo de descolonização.

Debatedor: Edson Eduardo (Casa das Áfricas/Núcleo Amanar, filósofo e educador). Mediador: Celso Luiz de Oliveira Junior (FFLCH-USP/ECA-USP).

Das 14h às 17h

CIEJA Campo Limpo: Rua Cabo Estácio da Conceição, 176 – Parque Maria Helena – São Paulo.

REGISTROS NA CIDADE

Intervenção artística de Tuwile Jorge Kin Braga e atividade junto ao CIEJA de Campo Limpo (Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos).

Das 18h30h às 22h30h

Comunidade Cultural Quilombaque: Travessa Cambaratiba, número 5 – Perus (ao lado da estação de trem Perus – linha rubi).

Mesa-redonda

“Frantz Fanon e Pan-africanismo: racismo e desigualdades contemporâneas”, com Apolo de Carvalho (CEsA-ISEG-UL-Portugal), Hezbó MC (Cabo Verde/ Associação Moinho da Juventude – Portugal), LBC Soldjah (Cabo Verde/ Associação Moinho da Juventude – Portugal/ISCTE – IUL – Portugal), Mamadou Ba (Associação Luso-Senegalesa /Diaspora Afrique – Portugal) e Tago Elenua Dahoma (Ciclo de Formação Marcus Garvey).

Mediadora e comentadora: Cidinha da Silva (prosadora e pesquisadora); Mediador e comentador: Deivison Nkosi (Unifesp).

Sexta-feira dia 18 de outubro Das 9h às 13h Mesa Redonda - Biblioteca Brasiliana – USP/ Auditório István Jancsó: Rua da Biblioteca – USP Capacidade do auditório: 300 pessoas.

“Pensadores africanos contemporâneos e suas contribuições para (re)pensar o universal”, com Amy Niang (África do Sul), Bado Ndoye (Senegal), Iolanda Évora (Portugal) e Mamadou Ba (Portugal).

Mediadora Sueli Carneiro (Professora e pesquisadora). Comentador: Deivison Nkosi (Unifesp)

Das 16h às 21h

Local: Biblioteca Mario de Andrade: Rua da Consolação, 94 – centro – São Paulo

Espaço Tula Pilar

Apresentação das Dandaras, grupo de samba de bumbo de Santana do Parnaíba.

Detalhamentos

Instalação Gênero, Memória e Identidade Lolo Arziki (Cabo Verde/Portugal/Luxemburgo)

A instalação Gênero, Memória e Identidade visa fazer um retrato, retrospectiva dos filmes de Lolo Arziki que são uma viagem pelo cinema experimental Feminista afro contemporânea. A instalação segue de uma conversa sobre a experimentação e as culturas negras, quando o cinema experimental se torna acessível a artes e artistas negrxs e a sua relação com a tradição oral africana.

Encontro-Exposição Papyrus de Djehuty Apolo de Carvalho (Portugal) e Mutuh Nyaneka (Angola/Brasil)

Reproduções do Projeto Papyrus de Djehuty (org. Apolo de Carvalho e Mutuh Nyaneka) – tema história e memória a partir de cartas e documentos históricos africanos (experiência do Projeto Papyrus de Djehuty) e Lançamento do site: Papyrus de Djehuty com Apolo de Carvalho.

Sábado, dia 19 de outubro

Das 10h às 14h

CPF–SESC: Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar – Bela Vista – São Paulo. Capacidade: 70 pessoas.

Mesa-redonda

“Democratização de saberes a partir de narrativas e arquivos africanos”, com Maria Balbina dos Santos [Mam´etu kwa Nkisi Kafurengá] e Heráclito dos Santos Barbosa [Taata Luangomina], Alzira Félix dos Santos [Mam´etu Odemina] (representantes do Museu da Costa do Dendê de Cultura Afro Indígena – Bahia) (história oral e religião), Apolo de Carvalho (Portugal) (arquivos históricos), Raquel Lima (Portugal) (dança e performance), LBC Soldjah (Portugal) (música e teatro), Marcelo D´Salete (São Paulo) (desenhos e quadrinhos), Abílio Ferreira (São

Paulo) (literatura) e Abisogun Olatunji (União de Coletivos Panafricanistas–São Paulo) (processos formativos).

Mediadora e comentadora: Eliane de Souza Almeida (Observatório de Comunicação, Liberdade de Expressão e Censura (OBCOM) – ECA – USP; Rede Antirracista QUILOMBAÇÃO).

Lançamento (local: SESC – Centro de Pesquisa e Formação – CPF).

Lançamento do livro: “Pedagogia do Terreiro: experiências da primeira escola de religião e cultura de matriz africana do baixo sul da Bahia”, de Maria Balbina dos Santos [Mam´etu kwa Nkisi Kafurengá] e Escola Caxuté.materialparaosite

Das 16h às 18h30

Mesa-redonda

CPF–SESC: Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar – Bela Vista – São Paulo. Capacidade: 70 pessoas.

“Gênero, produções e imagens afro-diaspóricas a partir do cinema”, com as cineastas Lolo Arziki (Cabo Verde) e Renata Martins (Rio de Janeiro), com a roteirista e crítica de cinema Viviane Pistache (São Paulo) e com a pesquisadora Marina Berthet (UFF – NEAF – RJ).

Mediadora e comentadora: Ana Julia Travia (diretora de cinema).

O evento é aberto e não terá inscrições prévias, exceto nas atividades que serão realizadas no CPF-SESC (Centro de Pesquisa e Formação do SESC).

**** Cada local de atividade do evento terá previsto um número máximo de lugares, preenchidos de acordo com a chegada. Será divulgada em breve a lotação máxima de cada atividade.

Endereços das atividades: Áfricas Contemporâneas – do continente às diásporas – pensar universal a partir dos arquivos afro diaspóricos

10 a 19 de outubro de 2019

Aparelha Luzia: Rua Apa, 78 – Campos Elíseos – Centro – São Paulo. (https://www.facebook.com/aparelhaluzia/)

Biblioteca Brasiliana – USP/ Auditório István Jancsó: Rua da Biblioteca – Cidade Universitária – USP – Butantã – São Paulo. (https://www.bbm.usp.br)

Biblioteca Comunitária Solano Trindade: Rua dos Têxteis, 1050 – Cidade Tiradentes – São Paulo. (https://pt-br.facebook.com/BibliotecaSolanoTrindadeOficial/)

Biblioteca Mario de Andrade: Rua da Consolação, 94 – centro – São Paulo. (https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bma/)

Centro de Pesquisa e Formação – CPF–SESC: Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar, Bela Vista – São Paulo. (https://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/)

CEU Heliópolis: Estrada das Lágrimas, 2385 – Heliópolis – São Paulo. (https://pt-br.facebook.com/ceuheliopolis/)

CIEJA Campo Limpo: Rua Cabo Estácio da Conceição, 176 – Parque Maria Helena – São Paulo. (http://blogdociejacampolimpo.blogspot.com/)

Comunidade Cultural Quilombaque: Travessa Cambaratiba, número 5 – Perus (ao lado da estação de trem Perus – linha rubi). (https://pt-br.facebook.com/quilombaque/) (http://comunidadequilombaque.blogspot.com/)

IEB – USP: Espaço Brasiliana – Av. Prof. Luciano Gualberto, 78 – Cidade Universitária – USP – Butantã – São Paulo. (http://www.ieb.usp.br/)

Tapera Taperá: Galeria Metrópole – Av. São Luís, 187 – Centro – São Paulo. (https://taperatapera.com.br/)