sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Feita pra ser amada | Alinega lança seu primeiro EP solo


Alinega lançou hoje em todas as Plataformas Digitais e Youtube o seu primeiro projeto solo, o EP “Feita Para Ser Amada”. A cada faixa é possível notar a maturidade na arte de Alinega que traz um olhar sensível e poético para temas densos em uma sociedade desigual. O Amor, sua habilidade inegável, é o fio que permeia todo o EP e com ele a vivência, sobrevivência, afetos, desafetos, hipersexualização dos corpos pretos, e a necessidade de caminhar e continuar sonhando.
Os singles já lançados “Lakshimi” e “Só Você Pelada” esta que contou com a participação de Brisa Flow são faixas presentes no EP. Além de Brisa, nomes como: Ray Thomaz, MGO estão nas participações especiais. Na produção musical estão Vibox, Shien e Iuri Branco.

A capa, fotografia de Nathan Ribeiro, personifica a narrativa do EP conectando as linguagens visual e musical dando mais vida e sutileza ao projeto. Yzalú é quem assina a concepção e direção artística onde através de sua produtora Nave Maria assumiu os detalhes finais do projeto no âmbito artístico e executivo.

Além disto, “Feita Para Ser Amada” recebeu o registro de um DOC divido em quatro episódios dirigido por Daniel Oliveira e Alinega com coprodução Batalha da Matrix que acompanhou o processo de construção do EP. Alinega assume o lugar de entrevistador e bate um papo com todas as pessoas envolvidas no projeto. “Esse EP é um experimento. Meu primeiro trampo, o primeiro degrau da minha própria escada. Mas também é só uma das minhas faces. Eu não tenho só a face da revolta como viram em cyphers, eu amo também”; comenta Alinega.

Confere aí esse trampo que tá lindíssimo:




Sobre Alinega:


De família preta e musicista, nasceu em Santo André (ABCDMRR), Alinega teve seu primeiro contato com o Hip-Hop através do break dance na escola e na igreja que frequentava onde também começou a cantar.

Em 2015 fez parte do grupo Nova Safra lançou apenas uma música em dezembro de 2016, mas o grupo se desfez pouco tempo depois. Em 2017 integrou o coletivo OCRIME77.
E atualmente trabalha em sua carreira solo e acaba de lançar o seu primeiro EP “Feita Para Ser Amada”. Um projeto audacioso e que expressa a visão do corpo preto, transmasculino, não binário e periférico.

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