sexta-feira, 3 de abril de 2020

Foto: Julia Gama

Pra quem não está ligado, André Ramiro não é só ator, mas também é rapper e dos bons! Em Crônicas de um rimador (2012), seu primeiro álbum contou com participações especiais de Gabriel O Pensador, Dudu Nobre e Black Alien. (Um grande álbum, aliás) 

Atualmente, André Ramiro interpreta o professor Celso, em “Malhação – Toda forma de amar”. O ator e rapper carioca, criado na Vila Kennedy fala com orgulho do personagem que leciona História e busca conscientizar seu alunos com as bases dos Direitos Humanos. 


"Uma honra interpretar um professor tão representativo quanto o Celso, pois sabemos o quão importante são os profissionais de educação na vida dos alunos e para formação de uma nação."

Afirma o ator premiado por sua atuação nos longas-metragens "Tropa de Elite 1 e 2" (2007 e 2010). 


"Por causa da pandemia com o Coronavírus, tivemos que encerrar as gravações de Malhação às pressas, infelizmente. Mas foi muito gratificante todos os momentos vividos durante as gravações, entre elenco, direção e equipe." 

André Ramiro aguarda a estreia de seis filmes que participou do elenco entre 2018 e 2019, dentre eles Princesa de Yakusa, de Vicente Amorim. Além da série Amor dos Outros, gravada em 2019 no Maranhão, sob a direção de Alexandre Mello. Todos em fase de finalização. 

Premiado e com mais de duas dezenas de projetos nos seus 15 anos de carreira, André atuou em longas e curtas-metragens, além de séries de TV. Atuou ainda em séries, como as atuais de grande sucesso, "Ilha de Ferro", dirigida por Afonso Poyart e "Sob Pressão", sob a direção de Andrucha Waddington, ambas da Globo. No palco, em 2019, atuou no musical Frenético Dancin 'Days sob a direção de Deborah Colker, para o texto de Nelson Motta e Patrícia Andrade. 

Foto: Julia Gama

Em quarentena, o ator e rapper ainda idealiza o desenrolar de seu personagem. 

"Acredito que um final interessante para o professor Celso seria um relacionamento amoroso com Neide (Quitéria Kelly), sua parceira, professora e coordenadora na escola Otto Lara Rezende. Penso também que o seu próximo passo seria dirigir um curso pré-vestibular, onde o professor ajudasse jovens das comunidades a alcançar o nível superior." 

Enquanto isso, André Ramiro está atento a todas as falar vividas como o Professor Celso de Malhação (Globo) e se dedica a tirar da gaveta algumas músicas para compor um novo álbum. 

Redes Sociais:

Instagram: @aramiro_oficial 

Facebook: aramiro.oficial


FOTO: DIVULGAÇÃO


Em tempos de pandemia e isolamento social, o poeta Lucas Lins resolveu lançar em suas redes sociais uma série diária de poesias intitulada ‘Poesia Pra Matar o Corona’. Os poemas abordam sua rotina nessa quarenta, uma forma de manter a sua criatividade ativa em meio a esse caos. Já se passaram 18 dias escrevendo diariamente, e o poeta pretende continuar neste ritmo até o fim da pandemia. Você pode conferir uma poesia por dia na página do autor.

Confira a ultima:

FACEBOOK



INSTAGRAM



SOBRE O LUCAS:

Lucas mora em Cidade Tiradentes, periferia da zona leste de São Paulo, e começou a escrever a partir do 2°ano do ensino médio quando conheceu o movimento de saraus na escola pública. O jovem é autor de duas publicações independentes, “Remando Contra a Maré” (2016) e “Declínio & Esplendor da Bicicleta” (2018). Além disso, o poeta foi Residente Literário da FLIM - Festa Literomusical do Parque Vicentina Aranha, que aconteceu em São José dos Campos, em 2019, onde realizou a abertura da mesa do autor moçambicano Mia Couto.


A série ‘Permanência’ é uma iniciativa da diretora Gabi Jacob, que já trampou com Emicida, Ogi, Nill, Xênia França, Rael e outro. Nesta série, artistas de diversos gêneros musicais são convidados para contarem suas opiniões sobre a fama e ser artista no Brasil hoje. Nos episódios, os artistas ainda contam uma história curiosa relacionada a um dos temas. 

O primeiro episódio contou com a participação de Kamau. Ele conta como sua família só atestou sua "fama" quando ele apareceu a primeira vez na televisão. 

O segundo episódio foi com um dos artistas mais versáteis da atualidade, Nill, que reforçou a ideia de que a fama precisa ser bem administrada senão leva o artista a um certo tipo de prisão. 

O terceiro episódio, lançado ontem (02/04), conta com a participação da Stefanie, MC de longa data e membro do grupo Rimas e Melodias.

ASSISTA AOS EPISÓDIOS:

quinta-feira, 2 de abril de 2020

FOTO: DIVULGAÇÃO

A paulista Larinu se une ao carioca EricBeatz e lança “Quando Ismália Enlouqueceu...Uma mixtape de confinamento”. A mixtape traz um ar bem intimista e caseiro da gravação feita na primeira semana de confinamento diante da pandemia do covid-19 no mundo. A cantora e atriz paulista compôs todas as faixas, incluindo os poemas e busca registrar sobretudo os primeiros pensamentos presentes nesse momento. Abordando políticas, amores, interrupções e referencias como no poema de Alphonsus Guimaraens, que intitula a mixtape. Com os beats do EricBeatz, a idea foi de trazer uma sonoridade de rádio, agregando seus ruídos e delas, optando por dividir a mensagem e não virtuose sonora. 

O carioca D4CRUZ mixou e masterizou o EP. 

Ouça:




A dupla de São José dos Campos, Rato e Ralph, se prepara para lançar o terceiro volume de “A rima é imã”. 

Para iniciar os trabalhos a dupla lançou o single/clipe “A morte do messias” (Dead Presidents). Que é o primeiro single do álbum "A Rima é Imã" Vol. 3.

“Diante do triste cenário político e do desgoverno atual; restou pra nós, narrarmos esse funeral.” Diz a dupla em seu perfil no Youtube. 

Assista ao clipe: 





Ficha Técnica: 

Giramundo Filmes Direção l Filmagem l Edição: Jean Furquim Fotografia Still: Tamires Damas Letra: Rato e Ralph Instrumental: Goribeatzz Captação: Estúdio Beatchop Mix/Master: SUB



Depois do Ex3emo Signo quebrar tudo na estreia do Solo Bars, é a vez da Vanda MãeGrande botar fogo na cena. 

Em entrevista ao jornal ‘O País’ de Angola, Carylson, CEO do RAProdutivo diz que escolheu a Vanda pelo potencial (flow) e a sua entrada no corre do rap lhe proporcionou uma maior competitividade, sobre tudo no universo feminino. 

“Depois do Extremo Signo que fez o 1° Solo Bars, tinha a responsabilidade de convidar um (a) MC que pudesse trazer qualidade nas rimas, puchlines e não só ao nível ou superior a que o Extremo Signo fez, sem qualquer desprimor ao Signo. E a Vanda Mãe Grande é uma das melhores MC em termos de barras, métricas e flow . Este foi um dos motivos”, justificou Carylson. 



Um pouco sobre a Vanda Mãe Grande: 

Valdemira Manuel Vunda, é uma rapper angolana conhecida como Vanda MãeGrande também conhecida como Exímia ou Viúva Negra) nascida em Luanda 

Vanda começou a fazer rap em 2012 quando aceitou o convite para cantar no beat do “Fuba” do malogrado MANCHA BEATS, numa versão feminina da cidade do Kwanza-Norte, da música original do grupo Elenco de Luxo. 

Por seus ótimos desempenhos, comentários positivos a respeito da música e os inúmeros convites para shows dentro e fora da província, levaram as três mais destacadas (Mer V, Vassil e Vanda) a formar um grupo denominado ‘Deusas do Rap’. 

Com o apoio das duas torna-se na mascote da produtora MP3 LAB, em seguida lança duas músicas promocionais e várias participações com o selo da mesma, que recebeu elogios de vários artistas como: Girinha, CMC, MC Cabinda, Kool kleva e Dona Kelly, que incentivaram a continuar. 

Daí pra frente Vanda MãeGrande alternando aparições a solo conheceu palcos do Bahia, Elinga teatro, e outros locais onde se exibiram os melhores fazedores de rap. 

Conhecida pelo seu jeito exímio de bem fazer o estilo que a identifica, em 2017 Vanda MãeGrande assina pela Xando produções e lança seu primeiro Álbum intitulado F.A.M.A que foi disponibilizado para Download, e participou em vários projetos. 



Siga o RAProdutivopara nas redes sociais para não perder um dos melhores 'Solo Bars' lançados até o momento, em Angola. 


quarta-feira, 1 de abril de 2020


Uma coletânea com 15 trabalhos musicais inéditos de artistas representativos da nova música urbana da Amazônia, realizada inteiramente por uma equipe de jovens produtores dos bairros do Distrito d'Água em Belém - PA, sob orientação de um grupo de técnicos em áudio e produção cultural. Essa ideia audaciosa e inédita foi posta em prática e está agora disponível em todas as plataformas digitais no álbum "Projeto MOA apresenta: Pelas Fitas", lançado em março de 2020 pelo selo Braçal Discos, capitaneado pelos professores e músicos Giancarlo Frabetti e Rebecca Braga. Todo o processo de gravação do álbum encontra-se registrado no documentário "Pelas Fitas", também produzido a muitas mãos pela equipe de audiovisual do Projeto MOA.


O Projeto MOA realizou, ao longo do ano de 2019, uma sequência de oficinas de Produção de Áudio e de Produção Cultural com o uso de tecnologias digitais para jovens das periferias de Belém - PA, formando um grupo de técnicos que se associaram para realizar todo o processo de produção do álbum “Pelas Fitas”, desde o estabelecimento de critérios para a curadoria dos artistas, passando pelas sessões de gravação, pela criação do conceito e da identidade visual da coletânea, até o processo de mixagem, masterização e lançamento oficial das faixas nas plataformas digitais.


Ouça:


O álbum apresenta um caleidoscópio da música atualmente produzida nas periferias das grandes cidades amazônicas, em especial de Belém. Cada faixa introduz um estilo, uma linguagem e um conjunto de saberes vividos no cotidiano da realidade urbana paraense, trazendo novas roupagens para ritmos tradicionais como o carimbó a guitarrada, mas também ressignificando referências da música popular brasileira e mundial, como o samba e o rap. Além dos critérios de representatividade, a curadoria do álbum "Pelas Fitas" se propôs a selecionar apenas artistas que nunca tivessem lançado oficialmente uma gravação musical, trazendo à cena musical paraense e, por que não, nacional, uma longa lista de novos nomes para o público de vários segmentos passar a prestar atenção e seguir. Quer ouvir um melody gostoso, daqueles de dançar colado ao pôr do sol na ilha de Mosqueiro? Toca Samaúma. Sabe o que é Brega indie? Bota o Jambu Cósmico aí na sua playlist e descobre! Nunca ouviu falar do estilo Malacore? É por que você não conhece ainda o Juan K. 


Paralelamente ao lançamento do álbum musical, o Projeto MOA já disponibilizou na íntegra, por meio da plataforma YouTube, o documentário também intitulado "Pelas Fitas", trazendo uma narrativa audiovisual sobre o processo de produção do álbum em suas sessões de pré-produção e de gravação no estúdio Casarão Floresta Sonora. O documentário completa um material que pretende mostrar ao mundo o trabalho dos produtores do MOA em ação, dando ideia de como a iniciativa pioneira do projeto foi posta em prática, e trazendo ainda os rostos, as cores e as vivências de todos os artistas apresentados no álbum. O documentário, dirigido por Giancarlo Frabetti e Rebecca Braga e produzido por produtores integrantes do Projeto MOA, como Evelyn Nunez, Raphael Castro, Sebastião Trindade e Alan Rodrigues, é dedicado à memória do Mestre Moa do Katendê e do seu legado de busca da transformação social por meio do resgate da cultura do povo preto e das populações oprimidas no Brasil.


O Projeto MOA ainda tem em vista a realização do Festival de Música das Periferias, cuja realização, inicialmente prevista para o dia 21 de março deste ano, foi adiada em virtude da necessidade das medidas de isolamento social em função da pandemia da COVID-17. Enquanto nós estivermos mantendo o resguardo na espera para completar esse ciclo de trabalhos do Projeto MOA com a volta do nosso Festival, convidamos as pessoas ao redor de todo o planeta a receber esse abraço sonoro e visual que são o álbum e o documentário "Pelas Fitas", esperando, com isso, também fazer ecoar a voz dos povos amazônidas, especialmente daqueles que vivem nas periferias das suas cidades, mostrando a esse mesmo mundo que a verdadeira riqueza da Amazônia encontra-se nas pessoas

Documentário Pelas Fitas:


Conteúdo produzido por Projeto MOA


Formação será ministrada pela plataforma ZOOM, que permite que as aulas sejam realizadas on-line ao vivo, envolvendo aspectos administrativos, planejamento estratégico e conteúdos de marketing.

Richard Riguetti compartilha experiência de 40 anos de gestão de projetos em Teatro e Circo

De 31 de março à 30 de abril de 2020, pessoas do Brasil inteiro poderão participar de um curso de Gestão Cultural on-line, destinado a todas as pessoas que de alguma forma querem trabalhar a médio e a longo prazo com suas iniciativas culturais, artísticas ou educacionais. 

Envolvendo aspectos administrativos, planejamento estratégico e conteúdos de marketing, o curso Gestão Cultura - Arte em Ação visa construir futuros, criar projetos e viabilizá-los, entendendo ‘Gestão Cultural’ como uma forma inventiva que impulsiona as pessoas a organizarem os processos de trabalho considerando as forças produtivas e criativas dos artistas e técnicos envolvidos. 

O responsável por ministrar o curso é Richard Riguetti (RJ), palhaço e gestor há 40 (quarenta) anos, diretor do Grupo Off-Sina há 32 (trinta e dois) anos e Fundador e Coordenador Pedagógico da Escola Livre de Palhaço – ESLIPA (RJ) desde 2012 - primeira escola de palhaços da América Latina e única gratuita. Entre os trabalhos de sua trajetória estão Caravana Petrobras da Cultura, De Olho no Duto, Escola de Artes Ramos Nessa – Circo Voador de Ramos, ‘Paulo Freire, o andarilho da utopia’, Leia Brasil, Programa de Fomento à Leitura Petrobras Bacia de Campos, entre outros.

Formado em Artes Cênicas pela UniRio, e em Gestão Cultural pela faculdade Candido Mendes, Riguetti se considera um autodidata que flerta com a academia. “Dos 40 anos dedicados a arte do teatro, circense e da poética do palhaço, vivo da arte de rua há 32 anos. Foi preciso injetar o vírus imorrível da arte nas veias e estudar profundamente o meu fazer”, ele comenta. 

Baseado em sua experiência, Riguetti propõe uma turma virtual onde compartilhará os procedimentos que o fizeram chegar aos 40 anos de trajetória como artista, com projetos próprios, genuínos e de grande contribuição para a sociedade (a identidade do povo brasileiro), no campo da arte, cultura e educação. 

Ele cita Robert Kreitner para compartilhar uma de suas inspirações para a realização dessa ação: “É o processo de trabalhar com e através de outras pessoas para alcançar eficientemente objetivos organizacionais pelo uso eficiente de recursos limitados em um ambiente mutável.” 


O curso de Gestão Cultural On-Line terá 10 (dez) encontros virtuais, com 2 (duas) aulas por semana, com duração de 2 horas cada, às terças e quintas, das 10h às 12h. O início das aulas acontece no dia 31 de março e as inscrições estão abertas. 

A aulas serão ministradas pela plataforma ZOOM, ao vivo. O endereço para fazer o cadastro na plataforma é www.zoom.us

Serviço

Curso On Line ao vivo de Gestão Cultural com Richard Riguetti

Plataforma Zoom ao vivo

Dias – 31 de março, 02, 07, 09, 14, 16, 21, 23, 28 e 30 de abril

Horas – das 10h00 às 12h00

Realização – Grupo Off-Sina e Instituto Cultural Escola Livre de Palhaço

Valor: Contribuição consciente (pague quanto puder)

Contato para inscrição – (21) 99535-3983 ou institutoeslipa.gestor@gmail.com


Rapper carioca revela sua potência musical em show disponível em streaming e vídeo; no repertório, três canções inéditas e uma homenagem a “Roda Viva”, de Chico Buarque, com versão inspirada na música

Conhecido por suas letras poéticas, que provocam fortes reflexões e por investir num som que mistura o RAP tradicional com MPB, samba e ritmos populares, o rapper, poeta e escritor carioca O LIMCE lançará no próximo dia 26 de março de 2020, em todas as plataformas digitais, o álbum com nove canções do show ao vivo gravado no Estúdio Showlivre. A apresentação reúne músicas do primeiro EP do artista, “Cavalo de Troia”; além das novas “Chanson D’Amour”, “Jah” e “Vou de Skate”. Completa o disco “Roda Gigante”, uma versão inspirada em “Roda Viva”, que traz a poesia e a crítica social de Chico Buarque para o universo do artista.

A banda do rapper é formada pelo DJ Will Ow, o rapper D Ketu e o músico Tiago Vaz. O programa tem um dos palcos mais assistidos da internet e transmitiu a apresentação pelo YouTube e Facebook.

No Estúdio Showlivre, O LIMCE destaca “Vou de Skate”, escolhida para ser o primeiro single do álbum. A canção foi escrita para homenagear todos os rappers que curtem e praticam o esporte, que também acaba de se tornar modalidade olímpica.

“Compus essa música para unir a atmosfera das pistas com o rap. Não é de hoje que sabemos que o rap e o skate andam juntos e tenho muitos amigos que curtem. Foi um prazer trazer o esporte para o ritmo”, diz.

Completam o setlist o hit “Pensamento é Bagagem” (que já tem mais de 130 mil views no YouTube), “A Nossa Alma é a Rua”, “Mente em Expansão”, “O Verbo Amar”, “Empurrando a Barriga”, todas do EP “Cavalo de Troia” (2018); além de “Jah”, já lançada em vídeo acústico da série Ninho Sessions no YouTube.

Assista:



OUÇA O DISCO ‘O LIMCE NO ESTÚDIO SHOWLIVRE’: bit.ly/OLimceEstudioShowLivre



O selo carioca Febre Lab deu seu inicio na cena com o lançamento do single “Slime”, que pertence ao álbum já anunciado. O single conta com Gunê no refrão e primeiro versos, logo em seguida tem o André Mol, que introduz e versa no som. "Slime" também apresenta, na íntegra, os versos de MatheusMT, Duart, Rafael Sadan e participação de Doug (TankFamily e Batalha do Tanque). A produção ficou por conta do DoisL, a direção musical e coprodução ficou por conta do Matheus MT e Stephanno Garriga, também autor da mixagem e masterização. 

Tanto o single quanto o clipe foram feitos pela equipe da FEBRE LAB|FEBRE FILMES. A filmagem e direção do clipe ficou por conta do Guilherme Hórus, edição finalização de Guilherme Rato e fotografia por Pijota e Maggé, também ilustrador do projeto.


Assista:




SOBRE SELO:

É um selo musical e coletivo carioca, com influências de várias outras vertentes paralelas e faz origem no gênero Rap, tendo como CEOs Rafael Sadan e Stephanno Garriga

Composto por artistas como André Mol, Duart, Gunê, Matheus MT, Radré e Rafael Sadan. Na produção musical, a FEBRE conta com Japa, como instrumentista; DoisL, Matheus MT e Stephanno, como beatmakers, sendo Stephanno, também, engenheiro de áudio e diretor musical. 

Participam do selo, também, grandes artistas do cenário brasileiro atual, como Água Viva, CT e TK (Caixa Baixa), Doug (BDT, TankFamily) e Morgado; Iaasen e Trakinas também agregam como instrumentistas ao projeto. 

Além da Febre Lab, o projeto também engloba paralelamente a Febre Filmes, que conta com Guilherme Hórus, Duart, Guilherme Rato, Gunê, Maurício Maggesi e Pijota. 

A FEBRE tem como estrategista de Marketing Andy Vasconcelos e Cíntia Souza na logística geral.


“Baixei um pack com vários samples orientais por acaso e resolvi usar.” Disse Bob. Assim surgiu a ideia da beat tape Oriente-se, dos produtores Bob Raplv “Slow33” e Bruno Gil “Snack 012”. 

“A gente se uniu pra lançar tudo junto. O Bruno produz a menos de 1 ano e eu aprendi a produzir em 2009, mas retornei em 2017 como uma forma de terapia pra lidar com a ansiedade e pra matar o tempo depois que eu chegava do trampo” conta Bob. 

O processo criativo dos dois é natural e não tem métodos de trabalho rígidos. O Bob usa loops free, baixados de um site, e pretendia lançar a beat tape solo, com os temas orientais. Mas tinha engavetado o projeto por causa dessa crise toda que estamos vivendo. Ao mesmo tempo, ele e o Bruno já tinham fechado uma collab (que serão 2 álbuns neste ano), mas entre algumas conversas decidiram lançar mais que isso. E daí incluiu o Bruno Gil no trampo. 

Eles decidiram colocar em plataformas que poderiam passar sem barrar os samples. A ideia de trabalho de ambos é fazer arte, e não vender ou fazer catálogo de beats. 

Como o resultado foi uma collab muito bem amarrada e com gostinho de quero mais, Bruno e Bob decidiram lançar outros discos durante a quarentena.

Ouça:

segunda-feira, 30 de março de 2020



Uncorked ou Notas de Rebeldia como foi traduzido para o português, é um filme de drama estadunidense lançado em março de 2020, pela Netflix. O filme é escrito e dirigido por Prentice Penny e é estrelado por Mamoudou Athie, Courtney B.Vance, Niecy Nash, Matt McGorry, Sasha Compere, Gil Ozeri, Kelly Jenrette, Kelly Jenrette, Bernard David Jones e Meera Rohit Kumbhani. 




O drama tem como enredo central uma família negra (não estereotipada) que possuí um negócio de família. 

A história gira em torno de Elijah que trabalha numa empresa de vinhos e no restaurante de sua família, onde seu pai Louis e sua mãe Sylvia também trabalham. Louis espera que Elijah assuma o negócio da família em Memphis, assim como ele assumiu de seu pai, mas seu filho não está interessado. 

Entre os dois trabalhos e a vontade de entrar numa escola renomada para se tornar sommelier, Eliah encontra Tanya, e o jovem sonhador, mas disperso, pois sempre arruma desculpa para não terminar suas coisas recebe um grande apoio de sua nova namorada para focar em seu sonho. 


Apesar de sua família ser bem estabilizada, Elijah passa por alguns conflitos, pois seu pai não aceita e não respeita seu gosto por vinhos, porque quer que o filho assuma o restaurante da família, afinal restaurante é muito importante dentro da comunidade negra. 

Entre os dois empregos e o curso, Elijah decide fazer um intercambio muito importante em Paris. Em meio ao caos que seu intercambio se tornou, Elijah tem que voltar urgentemente para casa. 

Não vou contar mais sobre o filme para não dar um mega Spoiler. 


Mas o filme trata sobre a pressão que muitas vezes um pai põe e impõe sob os filhos de terem que se sacrificar por algo que ele teve que se sacrificar por seu pai, saca? 

O filme gira em torno de um filho que sonha em ser sommelier e não quer ficar “preso” a um negócio familiar, mas ele não sabe como dizer isso sem magoar seu pai e isso é uma bosta par ao relacionamento dos dois a princípio. Porem no decorrer do filme as coisas meio que muda e o relacionamento conturbado de Louis e Elijah é apaziguado.

Trailer:




Apesar de não ser um filme com esteriótipos negros, a trilha sono toca muito rap que se encaixa muito bem com cada cena que ela ilustra. Inclusive tem muito rap francês

Segue uma playlist da trilha sonora:




Nas últimas semanas fomos presenteados com mais dois trabalhos incríveis do Mestre de Cerimônia, Dj na noite de São Paulo, Produtor/Beatmaker, músico percussionista e articulador e organizador de festa, Pedro Henrique dos Santos, vulgo Dj Pepeu.

Antes de falar sobre os trabalhos, é importante lembrarmos que uma mixtape geralmente é um conjunto de trabalhos musicais, originais, versões ou temáticas, em bases diferentes das originais, que geralmente são usadas pra projetar e chamar atenção para um artista ou DJ. 

Com muito prazer apresentamos os dois últimos trabalhos de DJ Pepeu. 

A primeira mixtape: BaduTape, reúne obras da artista norte americana Erikah Badu, pensada e idealizada para mostrar todo o caminho música da cantora.
Com 18 faixa e cerca de 50 minutos de set, BaduTape é a primeira de muitas mixtapes que tem como objetivo valorizar e divulgar o artistas do cenário nacional e internacional da música negra. 



Já a segunda mixtape: ShakurTape Vol. I, reúne a obra do rapper Tupac Amaru Shakur, A.K.A 2Pac - com o propósito de prestar uma homenagem a esse ícone da música negra mundial. Além de fortalecer, reafirmar e difundir a cultura do DJ e das mixtapes na cena independente do hip hop nacional.
Com pouco mais de 60 min de duração, a Tape é a segunda pesquisa e curadoria em torno da obra de um mesmo artista. 




Hoje, 30 de março, foi dia de lançamento pra rapaziada do Canella Fina. O som é a faixa 04 do EP Black Bird, e faz referência a uma relação conturbada entre a ostentação e as raízes, por isso a menção ao "The Roots" e as jóias e grifes. 

Não são relações entre casais, é mais como um diálogo interpessoal entre os protagonistas da música e seu interior, e com isso vem as metáforas como se fosse relações entre casais. A música trás essa atmosfera mais atual e digital, desde a mixagem mais puxada pra um lado radiofônico até os versos.

Jóias tem produção musical de Cínico, captação de voz por Felix (Cabine 808), mix e master por Léo Ost (Casa 1) e Lyric Vídeo por Lab13.


 

De Mogi das Cruzes, Joel Antônio Bonifácio, mais conhecido como Niw lançou no último mês de fevereiro, nas principais plataformas digitais seu EP ‘NIW’, sob o selo BlackBoni, contendo 5 faixas.

O EP é a compilação de anos de trabalho e vivência do rapper dentro do cenário de hip-hop mogiano. Niw, desde o ensino médio faz rimas improvisadas, foi um dos fundadores do Arena MC, lançou entre 2018 e 2019 os singles “Vida Equilibrada” e “Mogi é nóis que tá”.

Confira abaixo a faixa Fermento na inflação:


Texto por Jeff Ferreira
Fotos por Carlos Esdras

O azul, branco e vermelho da bandeira francesa ganha tons de violeta, com o rap sujo da zona oeste de São Paulo versado na modernidade e charme do instrumental oriundo de Bordeaux, fazendo nascer "Meditando e Orando".

A primeira impressão de ouvir o som de Isaac de Salú numa produção de PurrpHazeMafia é de imersão. A sensibilidade do beat com a poesia intíma, torna o som visceral, e isso é resultado de uma collab França/Brasil, que ao mesmo tempo é doce como champanhe e amarga como caipirinha.

O beat suave e adocicado, do outrora Fanonbmaker, é uma obra de arte digna do Louvre, e faz viajar como numa ponte aérea entre Guarulhos e Charles de Gaulle, sendo plano de fundo para as angústias de Isaac, que tira a amargura do peito e joga em sua letra, e é nessa atmosfera, em que o peixe se afoga com o ar, que o poeta aponta pra sua própria revolução.


De Salú aborda em "Meditando e Orando" suas crises de ansiedade, dilema que o músico convive, de forma literal. Paralelamente, afronta sua hipocondria, provando a si mesmo que vai ficar bem, enquanto todos a sua volta rejeitam seu status quo, afirmando não ser nada o sentimento que vira canção. Isaac também aborda uma relação com Deus, aproximando seu lado espiritual como uma forma de fortalecer o seu o Eu, ou melhor, seus Eu's, as várias faces do artista que busca um centro comum. "Meditando e Orando" está num ponto entre entre o passado e o futuro, localizado após seu último trabalho, o EP Sal Crú, que aprofundou-se no tema hipocondria X ansiedade, e antecede seu projeto Assembleia de Eu's, que o reconecta consigo mesmo, mostrando que o melhor colóquio vem de si próprio.

Já o francês PurrpHazeMafia, comenta que encontrou Isaac de Salú ao navegar pelo YouTube, apaixonou-se pela sua lírica e harmônia que o cativou, o fazendo propôr a collab. O produtor tem relevância de quase 10 anos atuando no Hip Hop internacional com nomes que vão desde o rapper de Grenada, aflorado nos EUA, Tshyne, ao comediante Steven Jo, de Miami, Flórida. PHM também trabalha com novos talentos, dando a oportunidade para artistas novatos mostrarem sua arte, como BL! Zzi, rapper estadunidense, e com isso o produtor busca estrelar os artistas que garimpou e que assina as colaborações, dando visibilidade e oportunidade de mostrarem seu dom em instrumentais originais.

Confira "Meditando e Orando", composição e interpretação de Isaac de Salú em uma produção de PurrpHazeMafia: