segunda-feira, 6 de julho de 2020



Depois de muito tempo sem postar por aqui, volto com indicações de bons trampos que me fizeram muito bem nesse período de caos. Então, retomando o objetivo desse quadro do NP, que é mostrarmos um grupo, MC, produtor ou qualquer arte fora do hype ou do eixo Rio-São Paulo. Basicamente são artistas que achamos que merece maior destaque na cena. 

A indicação de hoje é daquelas de ouvir falando "CARAMBA!", pra quem gosta de sujeira, boombap classudo, temos "Together", fruto da junção do produtor brasileiro Sono TWS, com o MC jamaicano/londrino BadFX.


Together explora vários assuntos de uma maneira muito profunda, BadFX com a lírica em dia, explora assuntos como amor, crime, dinheiro, sociedade, morte, de uma maneira contundente encaixada no boom bap rústico que o produtor Sono traz, complementando e formando um trabalho sólido com jeitão dos clássicos da Golden Era que estamos acostumados a ouvir. 

A dupla trabalhou a distância, e ficou a cargo de Tiago Frúgoli, a tarefa de mixar o trabalho, já a masterização ficou por conta do produtor alemão Figub Brazlevič. A arte do disco foi assinada por Elijah Anderson.


Ouça Together nos diversos Streamings: https://distrokid.com/hyperfollow/badfxandsonotws/together

domingo, 5 de julho de 2020


Texto escrito em 2015 e ainda é bem atual

Rap é um veículo da criatividade musical em constante evolução. Desde o tempo dos veteranos da velha escola, como SSPIkonoklasta, Kool Klever e Phathar Mack, aos novos fluxos escolares de Young DoubleKelson MostWanted, Boss AlírioEuclarmany e Prodígio, definitivamente percorremos um longo caminho.

Quando o assunto é sobre o estado atual do rap, a pergunta que não quer calar é: Por que os rappers estão sempre a mencionar as mesmas coisas, glorificando riqueza material e o que (supostamente) fazem com as mulheres, álcool e drogas?

O rap de hoje difere muito em comparação com o que era “cuspido” nos seus “primeiros” dias. Numa entrevista, Kadaff (Kalibrados) disse: “Antigamente ouvíamos rap e íamos para o dicionário. Hoje em dia ouves rap e vais para loja da Gucci.” 

Os rappers da atualidade têm deixado de fora as raízes do hip hop. Relembro que hip hop é uma cultura da qual o rap nasceu. E hip hop não criou apenas moda, política e arte, também criou um estilo de música dentro desse próprio estilo, e consequentemente as suas derivações, interpretações e abordagens. Havia rappers como Bantú (Gutto), BambinoMakas do grupo Black Company, um grupo de rap português, criado na década de 1980, que “davam consciência” social, através das suas músicas. Mas diferente do ponto de vista do rapper Kadaff, o blogger e ativista Louis Joaquim, dizia que: “A ostentação é o fenômeno que mais vem crescendo dentro do nosso rap, tanto Old como na Newschool, levando muitos executantes a esquecerem os seus papéis cívicos dentro da sociedade.

Os rappers da atualidade preferem dar ênfase ao glamour – fama, as marcas de roupa que vestem, os carros que conduzem, o número de miúdas que “usam”, entre outros – afim de alargar a base de fãs.

Esquecendo, deliberadamente ou não que, falar sobre drogas, roupas, carros e mulheres nas suas músicas, seja de acordo com as experiências de vida dos próprios artistas ou não, cria uma espécie de excitação ou fantasia para os ouvintes que, sem pensarem nas consequências, acabam por tentar imitar esse estilo de vida, que muitas vezes não passa de pura propaganda de rapper do “antigamente”. 

Rap é muito mais do que “Sexo, Drogas, Damas e Massa” e o que nos salva dessa falta de identidade social são os CF Kappas ou Leonardos Freezy, que abordam conteúdos educacionais e factos reais que realçam verdadeiras dificuldades do nosso povo no dia-a-dia. Mesmo que, para alguns, o foco seja somente a “massa”, o rap é muito mais do que luxúria, beefs e boatos sobre quem vendeu mais. Falando em vendas, a qualidade do artista não se mede pela quantidade de discos vendidos. Prova disso são as mixtapes de Reptile Ficheiros Secretos 1 e 2, os álbuns do Mc K Nutrição Espiritual e Trincheira de Ideias e o projeto Hemoglobina de Denexl e MadSuperStar, que, na rua, são considerados os melhores projetos de todos os tempos, que não venderam muito, mas são mais consumidos que discos que vendaram 20 mil cópias ou mais.

Apesar da notável evolução do que é produzido em solo nacional, muitos limitam-se a traduzir letras e imitar flows de rappers Norte-Americanos. Contudo, há iniciativas de louvar, como por exemplo a RRPL (Reis do Rompimento, Primeira Liga), que tem lançado vários nomes no mercado, e a Temporada da Nova Escola, que ajudou rapper a afirmarem o seu talento. 

Para concluir, fica uma boa frase de Abdiel: “Para sair do anonimato qualquer coisa serve, depois ficam cabeçudos, chapéu já não lhes serve.” Há que rever as raízes, as inspirações e as mensagens que estamos a passar e as suas consequências, mas como diz Edgar Major, fundador e administrador de um dos mais famosos blogs de rap angolano, “hip hop é hip hop. É a nossa festa, em estilo áudio, seja qual for a mensagem, está na nossa disposição ouvir ou não”.

Artigo de Lukau A. Lusueki - Fundador do blog Rap Kuia

Foto por: riqsil


mixtape relata o sentimento de um futuro cheio de conquistas, um caminho que existe muitas consequências.

Presságio é o indício de algo que está para acontecer, um sentimento de que a artista vai viver tudo que essa mixtape conta. Mas como tudo na vida tem o lado bom e o ruim, ela não fala só de coisas boas, fala sobre pequenas e grandes conquistas, sobre não esquecer de onde veio e que o valor está em si. Todas as suas conquistas serão consequências de se dedicar 100% a música, e isso tem vários desafios e eles também serão falados na mixtape.

Futur15ta destaca bem essas ideias, e o principal é passar uma motivação, mostrando que não existe conquista sem esforço e o esforço principal é continuar acreditando. Muitas vezes é preciso acordar e relembrar como somos fodas...é isso nos dar força para alcançar nossos objetivos. Seu nome artístico é Futur15ta, sempre que escreve sente como se fosse uma carta pra ela ler no futuro, é como uma previsão do que a artista deseja.

Spotify | Ouça 


"Família UniVersos" é um Projeto Social e Grupo de Rap com crianças, adolescentes, jovens e adultos da Cidade de São José do Rio Preto - SP. Robertinho Filho do Céu é o Idealizador e Fundador. E acabaram de lançar um novo Clipe da Música COVID-19, vale a pena conferir crianças e adolescentes falando, se posicionando sobre essa situação tão crítica. 

Assista:

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Ficha Técnica:

- Direção, Captação de Imagens e Edição - GG-One Bergamo

- Produção do Beat - DJ BASIM / CO - Produção Marcos do Vale

Música Gravada, Mixada e Masterizada no Estúdio Fermata em São José do Rio Preto - SP, por Marcos do Vale

Redes Sociais do Grupo Família UniVersos:

- YOUTUBE: https://www.youtube.com/channel/UCaLRmLttU3l15-Fn_EhCYFg


- INSTAGRAM: https://instagram.com/familiauniversos?igshid=4dft7nc70hsb


- FACEBOOK: https://www.facebook.com/FamiliaUniVerso

O grupo 500T (Quinhentas Testemunhas), que é formado por Rodolfo Queiroz, Bruno Paixão e Moskito acaba de lançar o clipe “Nos Corres da Vida”.

Oriundo do extremo leste de São Paulo (Itaqua/Suzano), o clipe conta com apoio do “Mafia 011 Lowrider”. A produção musical ficou por conta do Lnigazbeatz

Assista:


Se você é um ouvinte de rap aqui da região de Campinas nos últimos 4 anos, provavelmente você já ouviu falar do TrinkaRap, ou da Griot Records. Murf e Cassiano integravam o grupo juntamente com Jedi e Dj Scravu, e esteve em atividade de 2016 até o fim de 2019. 

Com um refrão fácil de ser cantado a música retrata momentos vividos pelo grupo, acompanhado de um videoclipe que contém imagens de viagens e eventos na qual participaram, cenas de estúdio com destaque para as cenas externas gravadas próximas ao Observatório Municipal de Campinas, que enriqueceram todo visual da produção captadas por Isabela Rossin. 

Com um beat bastante envolvente, a produção musical foi assinada por Rafael Jhonatan (Gaza Rec). Isabela e Murf a direção em mais uma colaboração que resulta em um grande material para o cenário do rap. O clipe é todo captado por um Iphone 6. 

A Griot Records que antes atuava como uma produtora, agora segue como um selo de rap independente tendo como integrantes além de Murf e Cassiano Jedi, Joe Fyah e Dj Scravu. Em nova fase ambos seguem seu caminho dentro da música, Cassiano trabalha em seu primeiro EP solo, e tem lançamento programado para o mês de julho. Já Murf anunciou em suas redes sociais música nova em colaboração com OKZO, que promete mais uma grande produção. 

Assista:


Mass Appeal  nos leva  para os locais exatos onde as capas destes álbuns clássicos do rap foram fotografados.
Inspirado pelo jornal The Guardian sobre a localização de álbuns clássicos no Google Street View, o pessoal da revista Mass Appeal localizou onde algumas das capas de álbuns de rap mais emblemáticos foram capturadas. O artigo também proporciona algumas informações sobre cada álbum e a área que ele é representado.
Incluído na seleção são de Nas "Illmatic", Ice Cube "AmeriKKKa’s Most Wanted", Big L "Lifestylez Of Da Poor & Dangerous", LL Cool J "Bad" e Warren G "Regulate… G Funk Era".


Confira as Capas:


NAS - 'ILLMATIC'



Vamos começar com esse clássico do rap, Illmatic. A capa foi fotografada no cruzamento da 10th St e 41 Ave em Queensbridge, um dos maiores conjuntos habitacionais do EUA. 


BIG L - 'LIFESTYLEZ OV DA POOR AND DANGEROUS'



Esta capa do Big L foi tirada em frente ao local United Fried Chicken na esquina da 139 e Lenox, também conhecido como Malcolm X Blvd. Seu álbum de estréia intitulado foi inspirado pela série de televisão 1985-1994, Estilo de vida dos ricos e famosos. 

ICE CUBE - 'AMERIKKKA'S MOST WANTED'



Cube usa a paisagem urbana de histórico Theatre District de LA para o seu primeiro álbum depois de sua separação de NWA 

LL COOL J - 'BIGGER AND DEFFER (BAD)'



Mr. Smith usou sua antiga escola secundária, Andrew Jackson, no Queens para capa de seu segundo álbum. A escola foi fechada em 1993 e mais tarde reaberto como um centro humanitário e Artes Magnet School em seu lugar. 

WARREN G - 'REGULATE…G FUNK ERA'



Tirado na esquina da 21st Street e E Lewis Ave, em Long Beach, CA, Warren G escolheu para caracterizar seu antigo bairro em sua capa do álbum de estréia. Inspirado pelo grupo de rap 415 (Riquinho, D-Loc, e os produtores DJ Daryl e JED). Warren G  junto de Snoop Dogg e Nate Dogg  formaram o 213 neste local.

THE BEASTIE BOYS - 'CHECK YOUR HEAD'



Voltando às suas raízes do punk rock, The Beastie Boys disparar sua terceira capa do álbum com seus próprios instrumentos em mão entre o Norte Cahuenga Blvd e Franklin Ave em LA Graffiti artista Eric Haze escreveu o texto para o álbum. 

EPMD - 'UNFINISHED BUSINESS'



Apenas fora de Crescent Ave, a dupla atirou a capa de seu projeto de estudante de segundo ano na rua sem saída de Araca Road in Babylon, NY. 


MC LYTE - EYES ON THIS




A lendária MC postou-se em um par de Porsches no Brooklyn Bridge Park Pier 6 para seu segundo álbum. 

THE ROOTS - 'DO YOU WANT MORE?!!!??'



Assim como o grupo, a Ponte Ben Franklin em 1-27 da rua da race é um monumento icônico em Philly. Concluída em 1926, a ponte é uma imagem popular que pode ser visto em filmes como Rocky e Transformers 2.

JURASSIC 5 - 'QUALITY CONTROL'



Tirada na intersecção de San Vicente Blvd e La Brea Ave em Los Angeles, uma cópia desta capa do álbum está atualmente em exposição no Museu Nacional de História Americana Smithsonian, reppin cena musical sul de Cali.

THE D.O.C - 'NO ONCE CAN DO IT BETTER'


Esse álbum do DOC estreou em 1989 e foi fotografado na frente da Igreja Católica Rei em Cristo, ao sul de Melrose Ave em Arden Place in LA. A escultura que enfeita a capa foi criada em 1951 pelo designer AJ Arany e permanece até hoje.

MURS AND 9TH WONDER - 'MURS 3:16: THE 9TH EDITION'



Murs é retratado em frente ao viaduto sobre Hyperion Ave em LA para o seu primeiro projeto em colaboração com 9th Wonder.

PEOPLE UNDER THE STAIRS - 'O.S.T'



Rua Cambridge em LA serve como de cenário para o terceiro álbum da dupla. O local passa a ser apenas um quarteirão de distância (Christopher Portugal) casa do One, onde o duo  produziu cinco de seus álbuns.

Essa matéria é do ano de 2015.

Fonte: Mass Appeal 

sábado, 4 de julho de 2020


Artista nascido em 1988 na zona sul de Sampa (Jd. Santo Eduardo ~ Capão), mas que se movimenta há três anos na cena de Mariana - MG. Oriundo do underground e com vasta experiência em Saraus de poesia, o MC segue a tendência do "faça você mesmo" e assina a arte e clipe (artista independente tem que fazer um pouco de cada coisa).

Assista:
 
Foto: Beatriz Shibuya

Ashira expressa toda sua liberdade feminina e potência artística em novo clipe “Eu Gosto”.

A faixa “Eu Gosto” chega com uma batida envolvente e um convite à expressão do próprio prazer. Com uma pegada sensual, o single “Eu Gosto” celebra a mulher que está no controle de suas escolhas, sabe o que quer e coloca seus desejos em primeiro lugar. 

“É sobre se sentir livre e sexy, saber o que quer sexualmente, sem se prender a outras opiniões ou se sentir culpada por isso”, afirma Ashira

A artista conta que sua inspiração vem de mulheres que sabem o que querem, que estão no controle de suas escolhas e que tem consciência de que são boas o suficiente naquilo que fazem, mesmo quando são subestimadas ou diminuídas. O clipe, produzido e dirigido por Beatriz Shibuya (“Te Dar”), apresenta Ashira enquanto foco, valorizando sua beleza, destacando aquilo que tem de melhor e o que mais gosta em si mesma. 

Em cena, também se afirma protagonista “Eu não estou acendendo o charuto de nenhum homem ou dançando pra ele. Sou eu, uma mulher, com meu charuto, meu whisky, dançando para mim mesma no espelho”, completa.


Assista:




O DJ Totu que é conhecido por sua habilidade de tocar violino em ritmo do Funk, conduziu essa entrevista com o MC BIU da VX, que é seu parceiro desde sempre e está há 8 anos tentando vingar no funk. O Biu, infelizmente teve problemas sérios financeiramente falando, por conta dessa dificuldade e problemas familiares, Biu precisou recorrer ao corre e acabou tendo 4 passagens pela cadeia. Essas passagens dificultaram e ainda dificulta sua inserção no cenário.

Conheça melhor a história do MC Biu da XV:
 


Assista ao clipe "Menino do Morro"

sexta-feira, 3 de julho de 2020


Em entrevista ao DiaspoRap, que é um podcast com espaço para expressão de ideias, debates e produção de conteúdos relacionados a cultura Hip Hop e afro diaspórica, o rapper paulista Amiri troca uma ideia bem descontraída sobre sua carreira, referencias musicais, negritude, autoestima, seu som “Nóis no Topo”, feito em parceria com a Pineapple Storm e o rapper fala sobre como foi sua relação com o trap quando estourou e como ele vê o subgênero hoje. 

Segue um pequeno trecho da entrevista:

“No começo eu achava que era tudo acidental... Eu fui bem preconceituoso de fato quando comecei a tentar prestar atenção no trap (...) 
Mas depois eu entendi que até mesmo você fazer isso... fazer uma conexão de uma frase, que parece simples e com a mensagem que o adlib é... porque é isso. O adlib, por mais que pareça que é só um complemento, mas ele tem uma conexão total com a frase, com a estrofe, com a rima que a pessoas fez, e não é fácil... Não da pra achar que é menos artístico um artista ou uma artista do trap” 

Ouça:
   

DiaspoRAP está disponível por:

Spotify: https://bityli.com/727lP 

Soundcloud: https://bityli.com/JdYmG 


SIGAM O DIASPORAP NAS REDES SOCIAIS : twitter.com/diasporaprj  



+ Sobre o DiaspoRAP 

O DiaspoRAP surgiu da união de 3 jovens diferentes em suas vivências e personalidades, mas que que compartilham de uma paixão em comum: a cultura Hip Hop. Sendo assim o projeto consolidou-se como um espaço para a expressão de ideias, debates e produção de conteúdo relacionados a 

Cultura Hip Hop e afro diaspórica em geral. Entendendo a Cultura Hip Hop como um fruto da diáspora do povo preto, o DiaspoRAP é uma mídia autônoma voltada para esse mesmo âmbito com foco na valorização de artistas negros e independentes. Produzimos um podcast no qual debatemos as notícias e lançamentos além de entrevistas com artistas.

Roms e Mano Chel lançam vídeo da música "Vem No Trilho Do Trem" a letra narra de forma autobiográfica a vivências desses rappers, duas figuras que são referências no rap independente de "Guaianases" extremo leste de SP, a produção musical ficou por conta de Zion D que nos presenteou com um beat hip hop, soul, old school com groove marcante, onde Roms e Chel chegam com um flow cheio de suingue, ideal para sacudir qualquer baile black.

O vídeo foi dirigido por Michel Conceição e traz imagens documentais, cheias de referências e flashbacks, misturados a arquivos pessoais dos artistas que nos leva a uma viagem cultural pelo túnel do tempo passeando nostalgia, vale a pena conferir.

Assista:


Audio Combo, Diazz e Punk Inc lançaram o som de conteúdo altamente antifascista de nome Messias, fazendo alusão ao presidente no Brasil. Trazendo fatos atuais e históricos sobre a queda nazista e sua ligação com o Brasil pós segunda guerra mundial. O trio reage contra essa onde preocupante que elegeu um “descendente de porão nazista”. 

A produção do beat é do Rodrigo Diazz (Diazz) que usou como sample nosso próprio hino nacional e a mix e master foi feita pelo Kleber (Punk Inc.).

Ouça:


Batalha da Matrix em parceria com a Fabrica de Cultura entrevista o lendário King Nino Brown

Acreditamos que pessoas importantes e que deram sua contribuição em sua comunidade, tem que ser homenageadas em vida. Homenagem póstuma é importante, mas é tarde. Por isso nosso amor por pessoas importantes e que levaram conhecimento e acalanto para os outros tem que ser demonstrado em vida. 
O King Nino Brown é uma das grandes lendas do movimento Black Soul paulista e pioneiro na cultura Hip Hop. Quando o Nino Brown chegou era tudo mato, ele capinou e plantou frutos que nós colhemos até hoje. O Hip Hop é uma cultura africana na America, ta ligado? Tanto no Hip Hop, quanto na Africa, sempre é ensinado a respeitar quem veio antes de você, inclusive nossos ancestrais. Se você não repeita quem veio antes, você não se respeita.

O mestre King Nino Brown foi conquistado pelo Movimento Soul Paulistano em 1974, quando passou a residir na favela do Jardim Calux em São Bernardo do Campo. Na década seguinte fez parte do nascimento do hip-hop no Brasil e passou a ser representante da Zulu Nation.
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O Hip-Hop é uma cultura que se inicia nos anos de 1970 nos EUA e vem para o Brasil nos anos 1980.
Como era o Brasil nesse momento? O que veio antes disso? Como foi esse nascimento? Como é hoje e como será o futuro? A Batalha da Matrix reúne pessoas chave para contar essa história, além de trazer recortes para a importância do ABC Paulista. E, para iniciar vamos viajar no tempo com Nino Brow com “Do Funk ao Hip Hop”

Assista:


quinta-feira, 2 de julho de 2020


Por motivo da jovem ser menor de idade, não vamos expor sua identidade. 

Não é novidade que o rap e o mundo da música é sacudido com noticia de músicos que tentam ou se envolve com menores de idade, agridem suas companheiras, assediam fãs em shows de rap e por aí vai. O maior exemplo é o do cantor de R&B, R. Kelly, que vem sendo acusado de se envolver com menores de idade e fazer coisas horríveis com elas. O musico até o momento está preso por diversos crimes. 

Lembrando que o cantor se envolveu com a cantora Aliyah quando ela ainda era menor de idade. 

Na tarde de ontem (01/07), mais conhecido como quarta-feira, uma jovem ******** expôs uma conversa com o rapper Rebeld, onde o mesmo a assedia vulgarmente mesmo ela sendo e dizendo ser menor de idade. Na tarde de hoje recebemos os prints da exposição e depois de conversar com pessoas mais esclarecidas referente ao assunto e no desenrolar dos fatos e etc. Viemos aqui expor o fato. 

Em um trecho do print está assim: 

- Você tem quantos anos? 

- Quantos anos acha que eu tenho? 

- Não sei kkkk 

- 35... Sou gostoso e extremamente chupavel... Melhor que muitos de 20 

Tentamos entrar em contato com o Rebeld através de sua rede social e até o momento dessa matéria o mesmo não nos respondeu sobre o ocorrido. 



Detalhe importante: Mesmo se ela fosse maior de idade, o assédio! Não se diz essas coisas para mulher nenhuma. 

Segue um trecho da declaração da menor: 

“Há uns dias atrás o Rebeld (ex- SNJ) me mandou solicitação no Facebook, e eu, por ser fã do grupo, claro que aceitei. Logo o mesmo me chamou no Messenger e então começamos a conversar, conversa normal, sem segundas intenções (pelo menos da minha parte) ... Enfim. Ele perguntou se tinha algum problema eu o chamar no Whatsapp e eu disse que não, e então ele me passou o número dele... 



No wpp, ele começou a me elogiar demais e disse que queria me conhecer pessoalmente, eu disse que era foda pois eu sou MENOR DE IDADE e muito nova pra ele. Foi quando ele me soltou essa pérola que vocês tão vendo aí no Print...” 


Após uma certa repercussão em uma discussão na internet apareceu um print onde o rapper alega que teve seu Whattsapp clonado. 



Como dito acima, o rapper não nos respondeu e ainda não se posicionou oficialmente sobre o assunto.

quarta-feira, 1 de julho de 2020



Em parceria com a Pineapple StormTv, Amiri lança o clipe “Nóis no Topo” 

Nesse som novo, o rapper paulista mostra do porque ainda é o melhor mc que faz ego trip na cena paulista. Som e clipe gravado em 2019, Amiri traz uma energia monstra e mostra o melhor de suas rimas para a cena. 

Assista:
 

Ficha Técnica:

Letra/Voz - Amiri 
Produção Musical - Deryck Cabrera 
Mixagem - Deryck Cabrera 
Masterização - Mudroi

“A revolução não será televisionada” é o primeiro single do Preto-R pelo selo Humkuartu Entretenimento. A música é mais que atual, retrata muito bem a realidade e a necessidade de uma revolução para cessar o genocídio do povo preto.  O nome de som foi tirado de uma famosa frase do Gil Scott-Heron.

Assista:
 

+ Sobre o Preto-R 

Rogério Gomes Martins, conhecido artisticamente como Preto-R, é Rapper e Compositor, nascido em São Paulo em 20 de Janeiro de 1976 e criado desde os seus 05 anos em Santo André, cidade da região Metropolitana de SP. 

Iniciou no Rap aos 12 anos, escrevendo poesias. Aos 14, participou do concurso da Kaskatas, no antigo Club House, chegando à Semi-Final. 

Em 1993, juntamente com o Dj Julião (Armagedon) e mais dois integrantes, fez parte do grupo Sangue Negro, que tinha uma proposta de auto valorização do homem negro no Brasil, tratando de assuntos sociopolíticos. 

Em 1997, Preto-R, o Rapper MCH e DJ Nato participam com o grupo Assassinos da Ironia de um concurso da Kaskatas e posteriormente com Claudio Kaos, Kaka e Kabeça, formam o grupo Polemikaos. 

Em 1998, foi Co—Fundador e idealizador do selo Pau de da em Doido e fez uma participação na música “Trilha Sonora” no álbum do grupo Armagedon. 

Em 2020, Preto R lança sua carreira Solo, com o Single “A Revolução não será Televisionada”.

O single “Dia Nublado” foi composto e executado por Flávio “FLY”.

UltraFlow chega na cena falando de uma fase difícil que todos passam no decorrer da caminhada e, é necessária, com um compilado de criatividade na letra se junta a uma lírica rebuscada, mas que também mantém uma mensagem positiva na expectativa de dias melhores 

A faixa foi produzida e mixada por Lucas HDP

O clipe tem direção e câmeras guiadas pelo integrante Ultraflow Hironaky e editado por Lucas HDP.

Assista:



HXP é um artista e produtor fonográfico atuante na área do Trap e funk. Já conta com dois álbuns lançados e diversos singles. Seu interesse pela música começou aos 10 anos de idade quando fez as primeiras apresentações de funk nas quermesses da zona sul de SP. 

Seu último trabalho, o álbum consagrado como “Prata Mais Cara”, fala sobre life style. O álbum reverencia a vida do artista em momentos complicados, porém muito importantes para sua formação pessoal. 

Prata Mais Cara é um termo que referencia metaforicamente um sonho e o preço que se paga por ele. 

Conceito PRATA MAIS CARA:

A prata, repleta de brilho e ostentação, que para muitos de nós representa autoestima, poder e vitória, não é só um adereço, já que comida sobre a mesa tem o brilho tão intenso quanto. Uma vida sem necessidades é tão sedutora quanto perigosa, dependendo do caminho que você trilha para alcançá-la. Prata Mais Cara é nada mais e nada menos que um estilo de vida. 

HXP incorpora esse pseudônimo para narrar uma trajetória da sua vida em que, na busca pela melhoria, acabou se vendo em um caminho regado de riscos e perdas, afinal, a prata é sempre mais cara dependendo de quem você é.

Ouça:


Guidão, nascido em 98 procura trazer em sua música a essência do rap nacional, desde os seus primeiros versos a cultura está presente sempre lembrando os raps de antigamente, hoje o mc conta com dois Ep’s na rua e diversos singles contendo participações de alguns Mc’s de SP e RJ. 

RAIP Part.1 

Seu novo lançamento é algo totalmente diferente do que vem fazendo dentro do rap nacional! Em um beat de trap Guidão faz uma crítica aos Mc’s que enchem o ego contando ou comprando views. 

“Senti a necessidade de falar um pouco sobre esse tema, no qual o Rap está se tornando brincadeira pra algumas pessoas!”. Conta Guidão. 

“Eu não queria falar isso, 

Mas é preciso 

Eu não queria fazer isso 

Mas é necessário” 


“Nesse verso deixo explicado o motivo desse som que não será uma Diss e sim um descontentamento com a cena atual do rap!” Completa o mc. 

Ouça: