segunda-feira, 28 de dezembro de 2020


Conheci o Little Brother exatamente quando lançou este álbum, talvez antes porque muitos álbuns "vazavam". Eu era aqueles moleques que iam todo dia no site Rapgodfathers ver os lançamentos, muitas vezes por não conhecer o grupo baixava pela capa, que foi o caso do Little Brother. A capa me chamou muito atenção, na época eu estava muito ficcionado pelo rap sulista, além da capa, a participação do Lil Wayne também despertou minha curiosidade.  

Em outubro de 2017, o álbum completou 10 anos e o Big Pooh fez uma publicação sobre 10 fatos curiosos sobre o álbum "Getback" que talvez muitas pessoas ainda não sabiam. O fato de eu ter um imenso carinho por este álbum, e o Little Brother ser o grupo de rap estadunidense que eu mais gosto. Resolvi reunir algumas informações sobre o "GetBack". E claro, com a ajuda minha parceira de blog (Ana Rosa), traduzimos os 10 fatos curiosos que o Big Pooh revelou.


Getback é o terceiro álbum de estúdio do Little Brother, lançado em 23 de outubro de 2007. Em 12 de outubro, Phonte passou o álbum para o pessoal da Okayplayer.com ouvir com exclusividade.


O grupo confirmou o envolvimento de vários produtores além do 9th Wonder. O álbum tem produção do Nottz (que anteriormente colaborou com o grupo na mixtape Justus League , Soldiers of Fortune), Illmind (que contribuiu para seus álbuns e mixtapes), Hi-Tek e Denaun Porter . O produtor Low Budget, Oddisee deveriam fazer uma contribuição, no entanto, o grupo terminou o álbum antes de se encontrar com eles.


As músicas gravadas e incluem quatro sons produzidos pelo Nottz e quatro músicas produzidas pelo Illmind, juntamente com uma música produzida pelo 9th Wonder. Isso fez com que muitos especulassem sobre o papel do 9th Wonder dentro do grupo, alguns sugerindo que ele poderia ter deixado o grupo inteiramente. 



Solicitado na época o 9th responde:


“Eu ainda sou parte do grupo e é tudo o que tenho a dizer. É importante dizer que o que acontece no grupo, fica no grupo. Eu sempre disse isto, eu sou o 9th Wonder do Little Brother e o Phonte é o líder do Little Brother. Esta é a direção que os MCs decidiram tomar. Eu só tenho uma batida no álbum por agora e se eu conseguir mais, eu faço e, se eu não conseguir, eu não faço”


A reação dos fãs a esta notícia foi conturbada, com algumas boas vindas as mudanças e muitos outros apelando para um maior envolvimento do 9th Wonder. No entanto, o álbum ainda teve uma visão positiva dos críticos e fãs. Em uma mudança drástica de eventos, o grupo anunciou em janeiro de 2007 que estariam saindo da Atlantic Records. E anunciou a saída de seu produtor de longa data 9th Wonder, devido a diferenças criativas, mas em ambos os casos, em termos amigáveis. 


Rapper Big Pooh disse:


"Decidimos o mais interessante para o grupo, que Little Brother e o 9th Wonder se separem. Não há ressentimentos nem ferida. Esta é apenas uma decisão que teve de ser feita para que todos nós possamos avançar e continuar a fornecer ao mundo música boa para nossos fãs".


Como foi dito acima, o rapper Big Pooh, contou 10 curiosidades sobre o disco "GetBack"




Com a palavra Big Pooh:


WOW! 10 anos que lançamos o álbum "Getback" oficialmente para o mundo. Nosso terceiro álbum de estúdio. Muita coisa mudou no momento em que terminamos e lançamos este álbum. 

Em comemoração, 10 fatos que talvez você não conheça sobre este álbum:


1. Tivemos uma boa parte deste álbum terminado antes de pedir nosso desligamento da Atlantic Records. Como sempre gravamos no nosso estúdio, partimos com os mestres deste álbum e conseguimos lança-lo de forma independente.


2. Mesmo começando a gravar enquanto ainda estávamos na Atlantic, Phonte e eu, fizemos toda a parte de A & R deste álbum desde o início. (na verdade, fizemos o A & R de todos os nossos álbuns, tanto dos principais quanto dos independentes)

* Artists and Repertoire (A&R), em português Artistas e Repertório, é a divisão de uma gravadora responsável pela pesquisa de talentos e desenvolvimento artístico dos músicos. Atua igualmente como elo entre os artistas e a gravadora. 


3. Depois de obter o número de Lil Wayne com Mick (formalmente Mick Boogie), liguei para ele enquanto estava em turnê e perguntei sobre fazer um verso para o álbum. Ele me disse que lhe enviasse o beat. Menos de uma semana, ele enviou seu verso, e eu tinha todos os arquivos no meu e-mail. Tem sempre meu respeito por isso.


4. !llmind produziu 4 das 11 faixas no álbum, enquanto o Khrysis produziu 2 mais um bônus. Essencialmente, eles eram a espinha dorsal para este álbum.


5. A capa foi uma homenagem à capa "The Infamous" da Mobb Deep.




* The Infamous é o segundo álbum de estúdio da dupla estadunidense Mobb Deep. Lançado em 25 de abril de 1995 pela Loud Records. O álbum conta com participações especiais de Nas, Raekwon, Ghostface Killah e Q-Tip, que também contribuíram para sua produção e mixagem. A maioria das canções restantes do álbum se tornaram faixas bônus para o álbum The Infamous Mobb Deep (2014) do Mobb Deep .

Após seu lançamento, The Infamous alcançou notável sucesso comercial, estreando em 15º lugar na Billboard 200 dos Estados Unidos e em 3º lugar no Top R & B / Hip Hop Albums . Em 26 de junho de 1995, o álbum foi certificado com ouro pela Recording Industry Association of America (RIAA). O álbum produziu quatro singles; "Shook Ones (Part II)", "Survival of the Fittest", "Temperature's Rising", "Give Up the Goods (Just Step)"; os três primeiros singles alcançaram vários graus de sucesso nas paradas, com "Shook Ones (Parte II)" sendo o mais bem-sucedido.

O estilo obscuro do álbum, definido por suas melodias evocativas, batidas ásperas, e letras introspectivas relativos da criminalidade em New York, recebeu reconhecimento especial e elogios da crítica. Junto com álbuns como Enter the Wu-Tang (36 Chambers) , Illmatic e Ready to Die , The Infamous é amplamente creditado como um dos principais contribuintes do Renascimento da Costa Leste . Além disso, o álbum é creditado com ajudando a redefinir o som do hardcore hip hop, usando seu estilo de produção, que incorporou misteriosos de piano laços, sintetizadores distorcidas, oitava nota chimbais, e linhas de baixo filtradas esparsas.


6. Queríamos que o Big Boi (Outkast) participasse da faixa "Two Step Blues", mas o preço para o verso era muito alto para o orçamento, e com razão, ele é uma lenda.


7. "When Everything Is New" era pra ser originalmente um solo do Phonte no álbum do Zo!. Depois de me deixar ouvir, disse-lhe para dizer ao Zo! que precisávamos de algo assim para "Getback", quando dei por mim, uma versão reestruturada foi enviada para mim para usar-mos no nosso álbum.


8. Tay (Phonte) e eu provavelmente gravamos cerca de 40-50% deste álbum separadamente. Tay não iniciava sessões de estúdio até a meia-noite, eu costumava estar no clube até então, chegava cedo e pegava meu trabalho.


9. Eu originalmente não queria "rock" para o que se tornou "Good Clothes", Tay me deixou ouvir sua ideia, então eu decidi dar uma chace, acabou sendo um som de droga e diversão


10. Este é o meu álbum do Little Brother favorito.


Ouça:

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020



A rapper presenteia fãs com clipe gravado em limusine, com muito trap, empoderamento e alegria. 


O single "Tô Um Nojo" da jovem Mc Soffia está sendo lançado hoje em todas as plataformas digitais e clipe pela VEVO. O single está acompanhado de um videoclipe, que foi gravado a noite no centro de São Paulo, respeitando as normas de segurança devido ao Covid19, com a maioria das cenas ambientadas dentro de uma limusine, onde a rapper e a trapper celebram a vida.


“Pensei nesse clipe como uma forma de dizer que se a vida, principalmente esse ano, por conta da pandemia, não está fácil pra ninguém, vamos nos fortalecer para que em 2021, tudo seja melhor para todo mundo.” relata Mc Soffia.


A rapper mais uma vez inova ao gravar Trap Music, o quinto single que ela lança durante a pandemia. A letra da música tem como objetivo exaltar jovens negras e mostrar que elas também têm potencial para conquistar muitas vitórias na vida, inclusive fama e dinheiro. O figurino das artistas tem cores fortes, o verde simbolizando, crescimento, harmonia e o frescor e o roxo que é a cor do feminismo, realeza, nobreza, as cores dentro da limusine trazem um brilho suave e marcante simbolizando prosperidade e graça. 


A jovem trapper Onnika tem se destacado pelas letras das músicas e estética muito parecidas com o que é visto na cena norte-americana. Além disso, o nome artístico faz referência a Nick Minaj, um dos principais nomes e símbolo feminino do rap nos últimos anos. Onnika vem chamando atenção em festivais de música principalmente em São Paulo.

“Além de ser importante a representatividade feminina na cena do rap essa colaboração com a Mc Soffia é uma voz pra nós mulheres, principalmente negras, além de passar uma visão de independência e status já que hoje em dia a cena é carente disso, foi incrível ter recebido esse convite, e estou ansiosa para o lançamento.” finaliza a trapper.


Assista:






Indicada ao Grammy Latino por seu clipe “Cubana”, Bivolt lança o clipe “Sigilo”, quinta música de seu primeiro álbum a ganhar um videoclipe. 


Além da indicação à maior premiação da música latina, a rapper recebeu diversos outros reconhecimentos por seu trabalho em 2020. Após vencer em duas categorias no prêmio RAP SH!T (MC do Ano e Álbum Ano), Bivolt conquistou também as categorias Melhor Clipe e MC do Ano (feminino) na premiação do RAPTV, dois importantes portais do segmento de Rap.


Se firmando como um dos principais nomes da nova geração do Rap/R&B brasileiro, Bivolt se prepara para encerrar este ciclo em grande estilo. Em uma pegada romântica e com a cara do verão, a rapper lançou também pela Som Livre, o clipe da faixa "Sigilo". Com uma sonoridade dançante que passeia entre o pop e o rap, a canção ganhou uma produção audiovisual à altura, com direção de Aisha Mbikila, e traz a artista em meio a belíssimas paisagens naturais de praia e cachoeira.


"Sigilo" é a quinta música do álbum "Bivolt" a ganhar videoclipe. As anteriores foram "110v" e "220v", cujos filmes saíram junto com o lançamento do álbum e protagonizaram uma ação inovadora: em uma experiência interativa, a sobreposição dos áudios permitia que o ouvinte descobrisse um feat da rapper consigo mesma, formando uma terceira música. Na sequência, a artista lançou ainda o vídeo de " Cubana", uma produção cinematográfica inspirada nos clássicos do diretor Quentin Tarantino e regada à muita ação. O reconhecimento não tardou a chegar: com direção de Gabriel Augusto e Quemuel Cornelius, da Iconoclast - produtora responsável por clipes de personalidades como Beyoncé, Jay-Z e Kendrick Lamar -, o clipe de "Cubana" foi indicado ao Grammy Latino como concorrente da categoria internacional de melhor vídeo musical versão curta, disputando o prêmio com Travis Scott, J Balvin e Baiana System. Por fim, Bivolt lançou ainda o videoclipe de "Me Salva", produzido durante a pandemia e no qual a cantora pôde experimentar diversas possibilidades criativas ao misturar animação, imagens caseiras e de arquivo.


Assista:



sexta-feira, 18 de dezembro de 2020



Produção repete a parceria com Premier King no comando do videoclipe


O single CÉU vem como um alivio, trazendo calma aos corações. "Eu entendendo o que você passou, mas relaxa, uma melhor estação vai chegar, o céu vai chegar e você vai ser feliz", explica Duquesa.


Segundo a artista o clipe de Céu é muito fantasioso, mais esperançoso que os trabalhos anteriores.

A vibe desse novo trabalho é de esperança, de viver uma coisa muito bonita, muito feliz. 

É uma busca pela verdade, ver o mundo de outra forma além dos problemas.


O importante é respeitar a sua história, "Tudo bem que você teve uma história ruim, mas não vai ser assim sempre. Ainda há tempo de viver algo bom" conclui. 

A produção musical fica nas mãos de Gabriel Dassisti, que já trabalhou com Luccas Carlos, Yunk Vino, Clara Lima e muitos outros artistas da cena atual. 



Assista:



 


A luz e o caos são forças opostas que se enfrentam ou diferentes faces da mesma moeda? É possível encontrar iluminação em um ambiente caótico? É possível entender a luz sem conhecer o caos? Foram esses questionamentos que inspiraram a composição do EP Luz & Caos, o primeiro trabalho solo do MC Luiz Góes lançado no dia 15/12.

Com 10 anos de caminhada musical, o jovem artista, que atualmente reside na ilha de Florianópolis, relembra suas raízes mato-grossenses e busca influências na sua eclética caminhada musical - que vai de bandas rock à grupos de pagode - na construção da identidade do seu trabalho autoral. Mesclando o rap, o raggamuffin e as influências do reggae, o EP Luz & Caos trás críticas fervorosas ao atual cenário político do país, bem como aos problemas sociais que estruturam nossa sociedade. Um grito de desabafo e um alerta, o EP resume a tensão de 2020 em quatro canções que convidam as pessoas ouvintes a gritar juntas suas angústias, reivindicar batalhas políticas e prosseguir na luta, ao mesmo tempo em que alerta sobre a importância de cuidados com a saúde mental e da busca por iluminação e equilíbrio em períodos conturbados. Com os beats e a produção de Andrew Fya, a mixagem e masterização de Matheus Lazarin, Luz & Caos está disponível em todas as plataformas digitais para fechar o ano com muito flow e ideia quente. Fique em conexão.


Ouça:



Spotify: Luiz Góes

Instagram: @luizzgoes

Twitter: @luiz_goes1

Facebook: /luizgoespagina

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

 


Com elenco e equipe 99% negra estreia em dezembro , a série inspirada nos sitcoms americanos  “Todo Mundo Odeia o Chris e “Um Maluco no pedaço”

Com o objetivo de ter uma expressiva representatividade de atores e atrizes negros na TV, o ator e diretor Licínio Januário em parceria com Leandro Lemos, que tem bagagem de mais de 20 anos de experiência na área de tecnologia, lançam no final de dezembro, a Wolo TV: a primeira plataforma de streaming no Brasil com conteúdo focado na população negra brasileira.


A plataforma chega ao mercado com o lançamento da série de comédia original “Casa da Vó”, estrelada pela cantora e atriz Margareth Menezes, com participações especiais do rapper e produtor musical Rincon Sapiência, do ator Wilson Rabelo(Bacurau), da atriz e influencer baiana Jacy Lima e do influenciador digital Dum Ice. A série tem cinco episódios e cada capitulo tem uma duração de 30 minutos.


Escrita pelo cofundador e CCO da Wolo TV, o ator e diretor Licínio Januário, junto com o ator, roteirista e diretor baiano, Alex Miranda. Ambos também assinam o roteiro, com parceria de Érica Ribeiro e Milena Anjos, a série faz parte da iniciativa de produzir narrativas positivas e representativas para a população negra no Brasil e no mundo.


A série mostra a vida de Teresa (interpretada por Margareth Menezes), uma ex-funcionária pública bem-sucedida que abriga seus quatro netos em sua casa, no tradicional bairro do Jabaquara. Seus netos se mudam de suas cidades para tentar a vida na grande São Paulo e Teresa será o braço que irá ajudá-los a driblar as dificuldades para alcançar o sucesso.

“A população negra consome em média 1,7 trilhões de reais por ano, mas ainda não vemos séries de TV que mostram famílias negras em posição de sucesso”, afirma Leandro Lemos.


Há outros nomes conhecidos por trás das câmeras, como os diretores de fotografia Sergio Isidoro e Cristiano Conceição. Cristiano atuou recentemente em “M8 - Quando a Morte Socorre a Vida”, longa metragem que concorre à vaga brasileira ao Oscar de “Melhor Filme Estrangeiro” em 2021. Além disso, os chefes da equipe técnica também são negros.


“No Brasil, um jovem negro é morto a cada 23 minutos pela polícia. Isso é real e estatístico. Para mudar essa realidade, precisamos mudar a imagem e as narrativas negativas que a televisão e o cinema criaram para a população negra. Estamos trabalhando com a Wolo TV para usar a tecnologia e a mídia para as pessoas negras serem representadas de formas dignas e assertiva, para descentralizar e expandir a indústria do entretenimento para que a mesma atenda o tamanho continental que é o Brasil”, afirma Januário.

Quem quiser assistir o conteúdo na plataforma da Wolo TV precisará comprar a série ou filme individualmente, como no modelo de pay-per-view popularizado pela TV a cabo. Para assistir a série, os usuários vão precisar apenas acessar o site da plataforma.

Outras séries e filmes originais da Wolo TV já estão em produção.


Ficha Técnica

Criado por: Allex Miranda e Licínio Januário

Roteiro: Allex Miranda, Érica Ribeiro, Licínio Januário e Milena Anjos

Direção: Licínio Januário

Direção de Fotografia: Cris Conceição e Sergio Isidoro.

Produção Executiva: Leandro Lemos, Licínio Januário, Juliana Borges e Sol Menezzes.

Elenco: Margareth Menezes, Jessica Córes, Dum Ice, Dj Pelé, Johnny Klein, Rincon Sapiência, KiaraFelippe, Jacy Lima, Sol Menezzes.

Produção: Wolo TV

Veja mais em www.wolo.tv

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020



O rapper baiano "N.A." (@na.epvm) lançou nesta quarta-feira 09/12 o clipe da faixa "GH", música que faz parte da EP "No Estilo Livre Buscando a Liberdade vol.1" disponibilizado em Setembro deste ano. O Clipe foi gravado na localidade do Bairro da Gleba H, em Camaçari-BA e tem direção de Robson Haley (@_hvl3y) com roteiro do próprio artista.


"'gh' é o ultimo clipe da EP que conta com mais duas faixas "Natural Arte" e "Princípios", fala da realidade daqui da quebrada, eu reuni uma rapaziada que vive aqui, era aniversário de um dos que participa no clipe fizemos uma celebração nesse dia, em um dos poucos momentos de lazer que temos aqui na favela." disse o artista.


A track relata uma realidade comum nas favelas da Bahia, a marginalização dos bairros periféricos, onde o governo é negligente no incentivo do desenvolvimento urbano, social, cultura e lazer dando atalho para criminalidade e descriminalização dos moradores.


"Escrevi essa faixa pra mostrar que meu bairro não tem somente cemitério que muitos aqui conhecem como também tem trabalhadores, estabelecimentos comerciais como mercados, mercearias, lan house, padaria, entre tantos serviços, empreendedores, artistas, e não somente Marginal. A policia quando chega aqui ja enquadra querendo saber onde ta a droga e arma. Então essa música tem uma revolta nas entrelinhas para enxergarem o lado verdadeiro da favela, llugar de gente batalhadora e que está no corre pra crescer na vida" disse o artista.


Essa fala do artista é interpretada no trecho da música: "Sei que vocês ouviram falar, mas nunca vieram até aqui/ da ponte pra cá varios estão no corre pra subir/ eu vim mostrar de onde viemos aqui é "GH" a cura e o veneno/ vocês estão a procura nós estamos vendendo/ cuidado com o que tu anda dizendo/Meu povo na luta anda sofrendo/ agora vocês escutam / porque estão tremendo / os pivete é treinado do barro ao asfalto/aqui não tem assalto/ quando eles vem é enquadro"


Assista:



Maximus é Mc, ativista e radialista disponibilizou para download gratuito em novembro o seu terceiro trampo solo intitulado “Circulando Pelo Movimento”.

Em fase de promoção digital do mesmo, o rapper decide lançar o áudio e o vídeo oficial da música “Porquê Te Calas” que faz parte do mesmo trampo e teve a participação do rapper Ishokamot e o beat de Mauro Feijó.

O vídeo foi realizado pela Drug Movie e gravado entre as cidades do Sumbe e o Huambo.


Maximus - Porquê Te Calas - feat Ishokamot | Mediafire / Soundcloud


Assista:




L.H.D, as siglas que dão nome ao EP dos artistas que movimentam a cena da música na Zona Sul de São Paulo, e significa Life High Definiton, ou em tradução livre, Vida em alta definição. O processo de construção da obra durou cerca de um ano, a ideia nasceu através de vivências e experimentações do trio durante noites no estúdio, cada um contando a sua perspectiva acerca de uma mesma situação, os olhares são múltiplos mesmo sendo amigos, moradores da mesma região e companheiros de coletivo e de música, a periferia é múltipla, e as referências trazidas nesse EP comprovam.

As três faixas remetem uma espécie de revival para todos que conhecem o trio de outros momentos, trazendo em suas referências pessoais o contexto africano, egípcio, vivências de rua, festa, relacionamentos, violência e também questões sexuais, a cada play é possível sentir a energia da época em que cada letra foi escrita, produzida e pensada, copo de vinho, título da primeira faixa remete à um dia de baile, um dia de maldade na zona sul, por exemplo, e trazer isso para o agora, um momento onde é previsto distanciamento social como forma de contingência de uma pandemia traz a sensação de coração quente e preenchido, o sentimento de nostalgia de um passado recente se instaura.


A arte que ilustra a capa do EP é assinada por Griô, artista visual nascido e criado na Brasilândia, periferia da zona norte de São Paulo. Os elementos usados foram pensados a partir das características físicas e pessoais de cada um dos três artistas, que segundo Griô, foram complementadas com tom de desenho animado. A quebrada vem sendo representada logo atrás dos personagens, numa sombra que sai dos pés de cada um deles e que lembra de onde vieram e quem são, admirador da coletividade da Zona Sul, Griô representa a união, fortalecimento e vivência dos três amigos na arte de forma sensível.


Ouça:



segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Eis que o projeto Afrocypher chega na sua sexta edição, talvez a última, segundo o Anderson Leite. Considerado por muitos o Cypher mais preto do rap nacional, desde 2015 o projeto reúne mc’s de peso rimando sobre: preto, negritude, resistência, força e atitude, com flows monstruosos e rimas invejáveis e beat foda! Busque as outras edições e contemplem esse lindo trampo. Nessa edição conta com as participações de: Spritivo Beats, Eloy Polêmico, Torya, IVS, Winnit, e Anderson Leite único a estar em todas edições por ser idealizador do projeto.


Assista:


sexta-feira, 11 de dezembro de 2020



Faixa faz parte do álbum "Origens Parte 2 - Ontem, Hoje e Amanhã" lançado pelo rapper em outubro.


Um ferro velho, um cenário distópico e figurinos a la "Mad Max": é nesse clima que Edi Rock apresenta nesta quarta-feira (09), ao lado de Jorge Du Peixe, o clipe inédito da faixa "Vai", que integra o recém-lançado álbum solo do rapper, "Origens Parte 2 - Ontem, Hoje e Amanhã". Dirigido por Mateus Rigola, o vídeo é a segunda peça audiovisual do projeto, que tem a proposta de narrar em diferentes perspectivas o "ontem, hoje e amanhã", subtítulo e conceito central do disco.


Em "Vai", o presente é a projeção de um futuro apocalíptico. O filme traz os artistas cantando sobre os restos de uma sociedade arruinada pelo dinheiro, o poder e o ego. Com uma produção musical que mistura ancestralidade com uma estética mais futurista, o clipe é ainda atravessado por imagens de arquivo que ajudam a reforçar seu caráter crítico.


Sobre a parceria com Jorge Du Peixe, membro fundador do Nação Zumbi - um dos mais importantes grupos musicais brasileiros que se firmaram na década de 90 e peça fundamental na criação do movimento Manguebeat.


Edi diz: "Há anos queria ter essa parceria e estou muito feliz em rimar com ele num som tribal, produzido também fora de casa e fora do normal. Falamos sobre o momento atual: o apocalipse, fim dos tempos. Tivemos uma boa junção, uma sintonia completa", completando ainda que por conta do momento atual de pandemia do novo coronavírus, Jorge Du Peixe gravou a sua parte da música em casa e enviou ao rapper.


Segundo o próprio artista, o novo álbum é "uma viagem pelo mundo do rap e suas referências pessoais". "Vai", por sua vez, foi uma das três músicas escolhidas para ganhar videoclipe e representa o tempo presente, o "hoje" citado no subtítulo do álbum. As outras duas são "Origens Parte 2", cujo clipe corresponde ao passado (o "ontem") e foi lançado junto com o álbum, e "Um Novo Amanhã", parceria de Edi Rock com Thiaguinho, que representa o futuro e tem seu clipe com lançamento previsto para fevereiro.


Assista:


 


Imprimindo sua marca através da força de seu canto, da sua música, do seu visual e da sua mensagem, a paulistana MC Tha conquista novos espaços com a série de videoclipes que vem lançando em 2020. 


Depois de “Onda” e “Último Recado ”, chegou a hora do single “Oceano” (MC Tha) ganhar sua versão em vídeo. Dirigido por Rodrigo de Carvalho, com direção de arte de Vitor Nunes, o clipe foi filmado em São Sebastião, litoral norte de São Paulo, e traz imagens da cantora no mar e também manuseando águas, que representam as emoções, em jarros de vidro.


"Oceano" é um importante apontamento sobre uma pauta urgente entre as mulheres negras. Os versos falam sobre a solidão da mulher negra e periférica, especialmente a solidão afetiva. “Se lambuzaram no doce/ Levaram o melhor que eu tinha/ Enquanto a boca amarga/ Meu coração desalinha/ Vocês me devem cada lágrima/ Cada desserviço/ Devem meu suor/ Me devem cada gemido”. “Eu quis trazer nesses versos a dor, a raiva e o vazio que sentimos, transformando tudo em água que jorra trazendo nossas curas” – comentou MC Tha.


O single "Oceano", produzido por Pedrowl e Jaloo, está disponível nas plataformas de música e seu clipe já pode ser assistido no canal da cantora no YouTube.  


ASSISTA:



"Uma terapia avançada. Sou eu, remoendo meu lixo, limpando meu jardim interno e andando para frente".


Assim Black Alien define seu mais novo single, "Chuck Berry", em parceria com Papatinho. A faixa, que chega no próximo dia 9 nos aplicativos de música através da Extrapunk Extrafunk com distribuição da Altafonte, ganhou clipe  roteirizado pelo próprio Black, dirigido por Premier King e estrelado por Débora Barboza, Amiri, Funk Buia e Jota Ghetto. Black apresenta clipe e música ao vivo pela  primeira vez na terça dia 8, durante show virtual no seu canal de YouTube. 


"O tempo passa, meu corpo vai, mas minhas ideias ficam. As visões estão cada vez mais claras em relação ao que está dentro de mim e muito mais em relação ao que está fora", revela Black. "Desta vez não é o cretino. É um outro Gustavo, pois sou vários dele", antecipa.


E nos versos, esse Gustavo transpassa por caminhos e karmas, entre glórias e covardes, alertando sobre as injustiças sofridas pelo povo preto. Ele cita, além de Chuck Berry, Little Richard (negro e gay) e destrona Elvis Presley. Black também exalta as mulheres, aprendendo e dando um tapa sem luva no machismo. "Deus é Mãe, e Ela é justa meu bem. O tempo é rei, mas Ela que ajusta também", diz o refrão.


"Não dá pra Deus não ser uma mulher, ainda mais neste momento. Deus é mãe mesmo e homem não vale porra nenhuma", brada. "Sobre Elvis, eu até gosto dele, mas o protagonismo deve ser dado aos verdadeiros inventores do rock: os pretos". Por isso, cenas do clipe trazem uma banda de rockstars formada por negros, profissionais da música que Black admira.


Esta é a primeira música lançada por Black Alien após o grande sucesso do álbum  Abaixo de Zero - Hello Hell. E mais uma vez ele se une à Papatinho, desta vez também assinando a produção musical. "Ele é inteligente, tranquilo, humilde e dedicado. Trabalhar com Papato é prazeroso, agradável, lucrativo, produtivo e divertido", resume.


Assista:




O rapper paulistano Jé Versátil lança seu novo vídeo clipe da música Protagonistas que fazer parte do disco lançado no mês de julho . 

Protagonistas traz na canção e seu vídeo alto estima e elevação do povo Preto participação musical de Ieda Hills lenda da música negra brasileiro e Marco Antônio Fera produção musical pelo próprio Jé Versátil. O clipe tem a direção de Felipe Romão no elenco o lendário João Acaiabe juntamente com Nanny Soul e várias pessoas que também aparecem no clipe .

A proposta do artista nesse trabalho foi trazer não só como protagonistas mais muito além um trabalho feito apenas por pessoas negras desde a direção até o produto final assim ressaltando que a união da população preta existe. 


Confira:


Foto: Raquel Pfutzenreuter

Com beats de Rentz e lançamento da UZZN Records, Jupi77er e Sara Donato falam sobre novos criadores de moda que vão muito além do padrão eurocêntrico. 


Rap Plus Size, duo formado por Jupi77er e Sara Donato, lança “Só Pago O Que Me Cabe”. Em parceria com a UZZN records e produção musical de Rentz Beats, o single questiona os padrões de beleza e a gordofobia na indústria da moda e deixa claro que há mercado para o plus size, além de novos criadores descentralizados que atendem às suas necessidades.


“Esse som fala sobre a indústria da moda e o quanto ela afeta pessoas gordas. Nós temos dinheiro para pagar roupas que nos vestem bem e vamos pagar por roupas que nos servem, não para essas grifes que não têm nossos tamanhos”, explica Jupi77er.


Ouça:


quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

E o baú de música inédita do Sabota ainda rende bons frutos! 2 anos depois do lançamento de “Love Song (A Dor de um Homem)”, o rapper do Canão volta a emocionar os fãs do rap nacional. O MC Hariel de sucessos como “Cracolandia” e Lei do Retorno”, participa nessa parceria póstuma que vai render frutos para um projeto da Familia Sabotage.


Produzida pelo DJ Kalfani (filho do Kl Jay), que também participou da produção na faixa “Love Song”, que conta com participação do Mano Brown, essa faixa traz o forte discurso politico do rapper. Hariel que é um dos grandes nomes do Funk Consciente rima: “ainda enfrentamos o mesmo inimigo que o Sabota rimou”. “Ódio de quem vem de baixo e a abordagem é sempre com o mesmo suspeito”.


Com sua saudosa e característica levada, o Maestro do Canão traz um mundo de ontem que segue atual: “Na Sul polícia mata/ Não tem emprego, periferia falta vaga/ Ladrão se arma, só de fuzil e de granada/ A seguir, cenas de terror, salva de balas”. Toda a renda da parceria será destinada ao Sabotage Futebol Clube e ao projeto social Todos Somos Um.


O clipe traz imagens de abusos policiais e manifestações de rua que pertencem ao arquivo da Ponte, que topou imediatamente o convite feito pela equipe e familiares do rapper pra somar na produção do vídeo. 


Mais detalhes dessa parceria acesso Ponte


Ouça:



quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

As faixas "Presença" e "Domingo" ganharam filme dirigido por Belle de Melo com duras críticas ao cenário sociopolítico brasileiro 


O longa-metragem Bacurau é a maior referência para Hot e Oreia no seu mais novo clipe que une as faixas "Domingo e Presença". Dirigido por Belle de Melo e com produção da Cave, o filme traz ainda alusões às artes plásticas - mais especificamente aos quadros “Antropofagia”, de Tarsila do Amaral, “A Sereia”, de Alfredo Volpi, “Exu Black Power”, de Abdias do Nascimento e "A Última Ceia" de Leonardo da Vinci - e cita a história da música popular brasileira, reproduzindo parte do discurso de Caetano Veloso no Festival Internacional da Canção em 1968. Tudo isso, floreado por rimas e cenas impactantes com duras críticas ao atual cenário sociopolítico brasileiro.


Aliás, a voz de Caetano Veloso se faz presente na faixa "Presença", assim como a do cantor e compositor Nelson Ned em "Domingo". Ambas as músicas fazem parte do elogiado álbum "Crianças Selvagens", que o duo mais autêntico do hip hop nacional lançou em setembro deste ano. O clipe endossa o estilo de Hot e Oreia acostumados a usarem versos e o audiovisual para bradar com doses de humor por suas causas e contra injustiças sociais. 


"Escolhemos Bacurau como pano de fundo porque traz essa representação do que é ser brasileiro e como as figuras em cargos de poder não nos representam enquanto coletivo", explica Hot. "Mostra uma visão nossa sobre como esses políticos de hoje são ainda tão coloniais quanto os que chegaram aqui há mais de 500 anos", acrescenta. 


Para Oreia, o processo de produção do filme foi revolucionário. “Como nos nossos outros clipes, queríamos provocar uma reflexão sobre a diferença de classes e a supremacia branca que rolam no país. A referência a Bacurau veio disso. De certa forma, durante as filmagens, essa diversidade também surgiu, nos servindo como um processo de aprendizagem profundo”, afirma.


Foto: Jeferson Delgado

Novo trabalho MIDNIGHT CALLS fecha a trilogia de mixtapes de 2020 lançadas pelo selo Labbel Records


Na próxima sexta, 11 de dezembro chega no streaming a parte final dessa “trilogia” de Mixtape’s de Yunk Vino. "Midnight Calls" é a forma perfeita que o rapper queria terminar o ano.


“Achei que seria um trampo rápido, de 1 ou 2 meses, mas acabou levando quase 6 meses, porém foi tudo muito bom, as conexões, as vivências com cada feat, foi melhor do que eu esperava. Obrigado a todos", completa. 


Yunk quis terminar o ano dessa maneira, "Parece que tudo se linkou o ano inteiro, cada mixtape foi levando a outra ideia, que no fim levava a outra mixtape, mas tudo se conectava de forma tão natural que em nenhum momento me incomodou, só fiquei mais feliz com cada faixa que foi saindo", conta Yunk.





A capa de “Midnight Calls”, foi produzida pelas lentes do fotógrafo Rudd, com alguns sinais e easter’s eggs de coisas que o artista viveu. "Eu estava bastante presente em algumas madrugadas desse ano, teve sessões de estúdio que sai de lá com 3/4 faixas, algumas ficaram pra fora do projeto, outras são vibes totalmente distintas, porém a melhor versão da mixtape vocês vão conferir agora na próxima sexta".


Enquanto não chega dia 11, confira as mixtapes anteriores: MIXTAPE 237 E 237 DELUXE

Residente no Brasil o rapper Raptorxy disponibilizou Filho da Lenda, o seu mais recente álbum lançado em 2 de novembro de 2020.

Este álbum conta com 13 faixas com direito a 3 participações nomeadamente de Alby Killer, Elsonbreezy e Josias Chaveiro e 10 faixas solo. Apresenta uma extensa variedade de géneros, desde o Trap, R&B e Boom Bap. conta com a participação majoritariamente de produtores de países lusófonos.

“Quis mostrar a minha força, potencial e talento acima de tudo como artista para além de quer provar que tenho capacidade para ir muito mais além do que imaginam e que posso crescer ainda mais”, abordando no álbum temas como meu lifestyle, storytiller, dramas pessoais, dramas da sociedade, relações pessoais e vivenciadas”, conta o rapper.



Com título do álbum de “Filho da Lenda” Raptorxy quis um título que tivesse mais a ver consigo e com pessoa em quem mais ele se inspira, como sua mãe que para ele é uma Lenda e uma Leoa, desse jeito mostrando toda força, energia, garra e experiência que ela passou para ele desse jeito apresentado o seu filho ao mundo o Filho da Lenda.


Outra plataforma digital: https://ampl.ink/2LKDe


Ouça o álbum:

 


Nessa obra o rapper Xyz mostra toda sua versatilidade e entra na cena já se projetando como ela vai estar em um futuro na música.

O álbum contém 8 músicas sendo que 2 são videoclipes gravados em seu bairro pelo videogamer @ovulgorick.  O trabalho trás o selo original e independente da Caixa Baixa que é a mob que o rapper faz parte. O álbum Estrela do amanhã está disponível em todas plataformas musicais.


Ouça:

Virax disponibilizou nesta sexta-feira, 4 de dezembro, sua décima mixtape intitulada "Dharma"; encerrando um ciclo de dez álbuns independentes que conversam entre si e formam um grande projeto.

Com nome sugestivo, o trabalho possui forte viés espiritual e metafisico, levantando reflexões sobre nosso ser, nossa missão e claro, nossa maneira de interação perante os outros e o universo. Mais afiado do que nunca, Virax mostrou toda sua técnica com uma lírica extremamente apurada, flows envolventes e métricas ímpares.

Tracklist:

1. Nunca Duvide

2. Nova Chance

3. Penúltimo Romântico

4. Corrupção

5. Subverta

6. Rebelião

7. De Onde Vim

8. Anunnaki

9. Tempo de Brilhar

10. Obrigado

Todos os instrumentais foram assinados pelo seu produtor e fiel escudeiro, RXVN. As mixagens e masterizações ficaram por conta de STAR BLACK Produções, DRP Music, Jovem BlackSanta, BNS, Liosan, Scooby, Hellsing Records e pelo próprio RXVN. As captações de vozes foram realizadas na D'malandro Records, Hellsing Records, DRP Music, Gramane e Porão Estúdio.


Ouça:

 


Dentro de alguns dias “Dharma” estará disponível em todas plataformas digitais.

Redes Sociais:

Youtube: https://goo.gl/ETnfyK

Spotify: https://goo.gl/2ywV3v

Facebook: https://goo.gl/3yFmui

Twitter: https://goo.gl/HNLjEu

Instagram: https://goo.gl/yQMD6V



Além do Youtube,  “Olha o kit parte 2” também está nas outras plataformas de streaming.


Danzo fez essa música inspirada na música de MC Dedê, “Olha o kit parte 1” fez tanto sucesso que a parte 2 teve que acontecer!


“Agora a gente chega com a segunda, mas diferente com o lance mais pra frente, com uma produção musical melhor” explica o artista da Labbel Records


O projeto está mais estruturado e profissional e repetindo a parceria com o Kioto que tem uma história de vida e de carreira parecida com a vivência de Danzo. O som conta com a produção do Ecologyk, um dos beatmakers mais respeitados da cena mainstream. 


Assista: