domingo, 26 de julho de 2020

Mentoria de Audiovisual para as periferias


MEU PRIMEIRO FILME
Essa é uma iniciativa que surge da parceria entre PerifaLions e Corona Na Quebrada. É uma mentoria de 3 meses para que jovens periféricos, interessados em seguir carreira no audiovisual, criem e produzam seu primeiro filme. Ao final do período, apresentaremos o material para o mercado especializado.
Vai funcionar assim:
Teremos dois times de mentores composto pelos seguintes profissionais: diretor de cena, roteirista, diretor de fotografia, produção, pós produção e áudio. Cada time irá orientar jovens da periferia que tenham interesse nas mesmas áreas. Os jovens deverão se inscrever individualmente. Iremos analisar todos os perfis, selecionar os participantes e formar duas equipes. Cada equipe terá seu time de mentor para acompanhar durante todo o processo.
Para participar, são só dois requisitos: Ter alguma experiência na área que deseja atuar (ou seja: direção de cena, roteiro, direção de fotografia, produção, pós produção ou áudio) Ser residente da periferia de São Paulo Para se inscrever: preencher o formulário (link na bio dos perfis); escolher a área de atuação dentro da equipe; se for diretor, deverá já ter uma ideia de roteiro que deseja desenvolver e contar no formulário a sinopse;
"A desigualdade sufoca os talentos. Dar voz, reconhecimento e abrir espaço para que os jovens da periferia possam mostrar a perspectiva deles é urgente. É pra ontem! Essa mentoria vai ser uma troca incrível. Juntos somos fortes!”
a execução é livre mas deverá levar em consideração o tema da conscientização durante a pandemia Inscrições até 02/08, através do link na bio dos dos perfis. Perfis: https://www.instagram.com/perifalions_br/

https://www.instagram.com/coronanaquebrada/

Aspas: "Corona Na Quebrada"

PerifaLions


"Tem uma frase que diz 'Sozinho você vai mais rápido. Junto você vai mais longe'. Esse é o espírito dessa parceria: ir mais longe na orientação, capacitação e inserção de jovens periféricos no mercado. As periferias estão cheias de novos olhares, referências, criatividade e boas histórias. Já passou da hora de descentralizarmos as narrativas e colocarmos as quebradas em cena."


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