segunda-feira, 6 de julho de 2020


Semana passada o rapper Rebeld foi exposto por uma jovem menor de idade que mostrou conversas onde o rapper a assedia com palavras de baixo calão mesmo ela dizendo ser menor de idade. (Confira aqui)

Entramos em contato com o rapper e não tivemos retorno, portanto noticiamos o fato expomos os prints e uma declaração sua onde diz ter sido clonado. 

Hoje por volta das 19:50, a Cris SNJ veio através de suas redes sociais informar que o Rebeld não faz mais parte do grupo. 

Trecho da declaração da Cris: 

"Antes de mais nada, é necessário deixar claro que as atitudes de uma pessoa específica do nosso grupo não determinam o caráter de todos nós. Então gostaríamos de pedir mais empatia e responsabilidade no discernimento das coisas. 
Por último, e mais importante, a demora para vir a público foi porquê, como parceiros de décadas, ficamos extremamente abalados e decepcionados. Nos reunimos e, após uma troca de ideia, decidimos que fica insustentável a permanência do Rebeld dentro do SNJ, independente da parceria que existiu até aqui, porque nada ter a ver com a postura de nenhum de nós e, menos ainda, com o posicionamento que o grupo adota! Então fica explícito aqui o desligamento permanente do mesmo"

Até o exato momento o rapper não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido 

Segue a declaração completa:


























"NOTA OFICIAL DE POSICIONAMENTO DO GRUPO SNJ" Nos últimos dias, tomamos conhecimento de uma denúncia pública feita contra um de nossos, até então, integrantes, o Rebeld. Para além de tudo o que cantamos desde os anos 90, gostaríamos de reforçar através dessa nota que corremos apenas de um lado só, que é o certo! Abominamos qualquer tipo de assédio, principalmente contra menores de idade. Quebrada é respeito! Antes de mais nada, é necessário deixar claro que as atitudes de uma pessoa específica do nosso grupo não determina o caráter de todos nós. Então gostaríamos de pedir mais empatia e responsabilidade no discernimento das coisas. Por último, e mais importante, a demora para vir a público foi porquê, como parceiros de décadas, ficamos extremamente abalados e decepcionados.Nos reunimos e, após uma troca de ideia, decidimos que fica insustentável a permanência do Rebeld dentro do SNJ, independente da parceria que existiu até aqui, porque nada ter a ver com a postura de nenhum de nós e, menos ainda, com o posicionamento que o grupo adota! Então fica explícito aqui o desligamento permanente do mesmo. Queremos que todas as pessoas se sintam representadas através do nosso trabalho e, sendo assim, é incompatível passar pano pro errado. Tentamos ser o mais breve possível no comunicado, porque é um momento difícil para todos, mas estamos abertos a qualquer troca de ideia ou apoio a vítima! Obrigado! Somos Nós a Justiça.

Uma publicação compartilhada por Cris SNJ | Negona (@crissnjoficial) em 6 de Jul, 2020 às 3:45 PDT

O rapper carioca, Menor Tody se envolveu em um caso bem escroto de racismo, onde o rapper numa live declara que quem usa dread é “Loka Nerd”. Mal sabe ele que Dread é resistência e ancestralidade. 

Com toda essa confusão, uma pagina que imita o site Rap+ no twitter inventou uma declaração do Brown que não existe. 

No tweet dizia isso: "Mano Brown diz: "por que vocês dão atenção pra isso? esse muleque é um merda." após Meno Tody falar em seu Instagram que quem usa dread é "Loka, nerd" 

Claro que tudo que envolve o nome do Mano Brown gera repercussão e essa confusão chegou ao rapper. 

Através de seu twitter, Mano Brown de RT em nosso tweet afirmando que ele não deu aquela declaração em nenhuma rede. 

E logo em seguida o rapper soltou o tweet abaixo:
Já dizia o Kamau:

 "Não acredite no vê, no que lê, no que dizem por aí pra tentar de iludir ( fica ligado que eles querem te arrastar)"

Com curadoria de Ketty Valencio, esta é a primeira edição do evento, que propõe mesas e oficinas interativas, tudo online 

Para fomentar o incentivo à leitura através das narrativas protagonizadas por pessoas pretas, a bibliotecária Ketty Valencio - à frente da Livraria Africanidades - anuncia o primeiro Festival Literário de Literatura Negra da Zona Norte de São Paulo, o Fellin, que ocorre entre os dias 13 e 17 de julho deste ano, de forma virtual, respeitando as regras de distanciamento social estipuladas como prevenção à pandemia da Covid -19. 

A curadoria é de Ketty Valencio, que durante cinco dias, será a anfitriã de encontros que vão discutir diferentes temas que perpassam a literatura contemporânea, como os 42 anos dos Cadernos Negros, ancestralidade e poesia, contação de histórias, oralituras, afrofuturismo e ainda oficina de criação literária. 

“Pensamos numa programação que seja plural e inédita, com mesas que fujam do mais do mesmo e que tragam não só propostas de reflexão, mas um impulso para assim facilitar a construção de uma sociedade”, destacou a curadora, Ketty Valencio. 

Entre os nomes estão Esmeralda Ribeiro, Miriam Alves, Elizandra Souza, Bianca Santana, Paloma Franca Amorim, Odara Dèlè, Lu Bento, Lui Ain Zaila, Israel Neto, Valentine, entre outros. Confira a programação abaixo. 

I Fellin 

13/07 

19h20 – Abertura Fernanda Silva.

20h - Mesa 01 - 42 anos de Cadernos Negros.

Convidad@s: Esmeralda Ribeiro, Márcio Barbosa e Miriam Alves

Moderadora: Raquel Almeida 


14/07 

19h20 - Performance: Victoria Sales 

20h - Mesa 2 –“Nossos Passos Vem de Longe”.

Convidadas: Elizangela Souza, Bianca Santana e Jenyffer Nascimento

Moderadora: Fernanda Miranda 

15/07

15h - Oficina de escrita – Paloma Franca Amorim


19h20 - Contação de histórias: Aryani Marciano 

20h – Mesa 3 – Infância, território sagrado

Convidad@s: Junião e Odara Dele 

Moderadora: Lu Bento 

16/07 

19h - Performance: Sarau Alcova 

20h - Mesa 4 - Narrativas para a emancipação 

Convidadas: Cidinha da Silva e Vilma Piedade 

Moderadora: Ingrid Soares 

17/07 

19h30 – Mesa 05 – Afrofuturismo

Convidad@: Israel Neto e Lui Ain Zaila 

Moderadora: Anne Quiangala 

20h40 - Performance artística de encerramento: Poeta Valentine.

Norte de SP

Serviço - O festival poderá ser visto pelo Youtube, no link 


Outras informações podem ser vistas no link https://www.instagram.com/fellinfestival/


Depois de muito tempo sem postar por aqui, volto com indicações de bons trampos que me fizeram muito bem nesse período de caos. Então, retomando o objetivo desse quadro do NP, que é mostrarmos um grupo, MC, produtor ou qualquer arte fora do hype ou do eixo Rio-São Paulo. Basicamente são artistas que achamos que merece maior destaque na cena. 

A indicação de hoje é daquelas de ouvir falando "CARAMBA!", pra quem gosta de sujeira, boombap classudo, temos "Together", fruto da junção do produtor brasileiro Sono TWS, com o MC jamaicano/londrino BadFX.


Together explora vários assuntos de uma maneira muito profunda, BadFX com a lírica em dia, explora assuntos como amor, crime, dinheiro, sociedade, morte, de uma maneira contundente encaixada no boom bap rústico que o produtor Sono traz, complementando e formando um trabalho sólido com jeitão dos clássicos da Golden Era que estamos acostumados a ouvir. 

A dupla trabalhou a distância, e ficou a cargo de Tiago Frúgoli, a tarefa de mixar o trabalho, já a masterização ficou por conta do produtor alemão Figub Brazlevič. A arte do disco foi assinada por Elijah Anderson.


Ouça Together nos diversos Streamings: https://distrokid.com/hyperfollow/badfxandsonotws/together

domingo, 5 de julho de 2020


Texto escrito em 2015 e ainda é bem atual

Rap é um veículo da criatividade musical em constante evolução. Desde o tempo dos veteranos da velha escola, como SSPIkonoklasta, Kool Klever e Phathar Mack, aos novos fluxos escolares de Young DoubleKelson MostWanted, Boss AlírioEuclarmany e Prodígio, definitivamente percorremos um longo caminho.

Quando o assunto é sobre o estado atual do rap, a pergunta que não quer calar é: Por que os rappers estão sempre a mencionar as mesmas coisas, glorificando riqueza material e o que (supostamente) fazem com as mulheres, álcool e drogas?

O rap de hoje difere muito em comparação com o que era “cuspido” nos seus “primeiros” dias. Numa entrevista, Kadaff (Kalibrados) disse: “Antigamente ouvíamos rap e íamos para o dicionário. Hoje em dia ouves rap e vais para loja da Gucci.” 

Os rappers da atualidade têm deixado de fora as raízes do hip hop. Relembro que hip hop é uma cultura da qual o rap nasceu. E hip hop não criou apenas moda, política e arte, também criou um estilo de música dentro desse próprio estilo, e consequentemente as suas derivações, interpretações e abordagens. Havia rappers como Bantú (Gutto), BambinoMakas do grupo Black Company, um grupo de rap português, criado na década de 1980, que “davam consciência” social, através das suas músicas. Mas diferente do ponto de vista do rapper Kadaff, o blogger e ativista Louis Joaquim, dizia que: “A ostentação é o fenômeno que mais vem crescendo dentro do nosso rap, tanto Old como na Newschool, levando muitos executantes a esquecerem os seus papéis cívicos dentro da sociedade.

Os rappers da atualidade preferem dar ênfase ao glamour – fama, as marcas de roupa que vestem, os carros que conduzem, o número de miúdas que “usam”, entre outros – afim de alargar a base de fãs.

Esquecendo, deliberadamente ou não que, falar sobre drogas, roupas, carros e mulheres nas suas músicas, seja de acordo com as experiências de vida dos próprios artistas ou não, cria uma espécie de excitação ou fantasia para os ouvintes que, sem pensarem nas consequências, acabam por tentar imitar esse estilo de vida, que muitas vezes não passa de pura propaganda de rapper do “antigamente”. 

Rap é muito mais do que “Sexo, Drogas, Damas e Massa” e o que nos salva dessa falta de identidade social são os CF Kappas ou Leonardos Freezy, que abordam conteúdos educacionais e factos reais que realçam verdadeiras dificuldades do nosso povo no dia-a-dia. Mesmo que, para alguns, o foco seja somente a “massa”, o rap é muito mais do que luxúria, beefs e boatos sobre quem vendeu mais. Falando em vendas, a qualidade do artista não se mede pela quantidade de discos vendidos. Prova disso são as mixtapes de Reptile Ficheiros Secretos 1 e 2, os álbuns do Mc K Nutrição Espiritual e Trincheira de Ideias e o projeto Hemoglobina de Denexl e MadSuperStar, que, na rua, são considerados os melhores projetos de todos os tempos, que não venderam muito, mas são mais consumidos que discos que vendaram 20 mil cópias ou mais.

Apesar da notável evolução do que é produzido em solo nacional, muitos limitam-se a traduzir letras e imitar flows de rappers Norte-Americanos. Contudo, há iniciativas de louvar, como por exemplo a RRPL (Reis do Rompimento, Primeira Liga), que tem lançado vários nomes no mercado, e a Temporada da Nova Escola, que ajudou rapper a afirmarem o seu talento. 

Para concluir, fica uma boa frase de Abdiel: “Para sair do anonimato qualquer coisa serve, depois ficam cabeçudos, chapéu já não lhes serve.” Há que rever as raízes, as inspirações e as mensagens que estamos a passar e as suas consequências, mas como diz Edgar Major, fundador e administrador de um dos mais famosos blogs de rap angolano, “hip hop é hip hop. É a nossa festa, em estilo áudio, seja qual for a mensagem, está na nossa disposição ouvir ou não”.

Artigo de Lukau A. Lusueki - Fundador do blog Rap Kuia

Foto por: riqsil


mixtape relata o sentimento de um futuro cheio de conquistas, um caminho que existe muitas consequências.

Presságio é o indício de algo que está para acontecer, um sentimento de que a artista vai viver tudo que essa mixtape conta. Mas como tudo na vida tem o lado bom e o ruim, ela não fala só de coisas boas, fala sobre pequenas e grandes conquistas, sobre não esquecer de onde veio e que o valor está em si. Todas as suas conquistas serão consequências de se dedicar 100% a música, e isso tem vários desafios e eles também serão falados na mixtape.

Futur15ta destaca bem essas ideias, e o principal é passar uma motivação, mostrando que não existe conquista sem esforço e o esforço principal é continuar acreditando. Muitas vezes é preciso acordar e relembrar como somos fodas...é isso nos dar força para alcançar nossos objetivos. Seu nome artístico é Futur15ta, sempre que escreve sente como se fosse uma carta pra ela ler no futuro, é como uma previsão do que a artista deseja.

Spotify | Ouça 


"Família UniVersos" é um Projeto Social e Grupo de Rap com crianças, adolescentes, jovens e adultos da Cidade de São José do Rio Preto - SP. Robertinho Filho do Céu é o Idealizador e Fundador. E acabaram de lançar um novo Clipe da Música COVID-19, vale a pena conferir crianças e adolescentes falando, se posicionando sobre essa situação tão crítica. 

Assista:

...

Ficha Técnica:

- Direção, Captação de Imagens e Edição - GG-One Bergamo

- Produção do Beat - DJ BASIM / CO - Produção Marcos do Vale

Música Gravada, Mixada e Masterizada no Estúdio Fermata em São José do Rio Preto - SP, por Marcos do Vale

Redes Sociais do Grupo Família UniVersos:

- YOUTUBE: https://www.youtube.com/channel/UCaLRmLttU3l15-Fn_EhCYFg


- INSTAGRAM: https://instagram.com/familiauniversos?igshid=4dft7nc70hsb


- FACEBOOK: https://www.facebook.com/FamiliaUniVerso

O grupo 500T (Quinhentas Testemunhas), que é formado por Rodolfo Queiroz, Bruno Paixão e Moskito acaba de lançar o clipe “Nos Corres da Vida”.

Oriundo do extremo leste de São Paulo (Itaqua/Suzano), o clipe conta com apoio do “Mafia 011 Lowrider”. A produção musical ficou por conta do Lnigazbeatz

Assista:


Se você é um ouvinte de rap aqui da região de Campinas nos últimos 4 anos, provavelmente você já ouviu falar do TrinkaRap, ou da Griot Records. Murf e Cassiano integravam o grupo juntamente com Jedi e Dj Scravu, e esteve em atividade de 2016 até o fim de 2019. 

Com um refrão fácil de ser cantado a música retrata momentos vividos pelo grupo, acompanhado de um videoclipe que contém imagens de viagens e eventos na qual participaram, cenas de estúdio com destaque para as cenas externas gravadas próximas ao Observatório Municipal de Campinas, que enriqueceram todo visual da produção captadas por Isabela Rossin. 

Com um beat bastante envolvente, a produção musical foi assinada por Rafael Jhonatan (Gaza Rec). Isabela e Murf a direção em mais uma colaboração que resulta em um grande material para o cenário do rap. O clipe é todo captado por um Iphone 6. 

A Griot Records que antes atuava como uma produtora, agora segue como um selo de rap independente tendo como integrantes além de Murf e Cassiano Jedi, Joe Fyah e Dj Scravu. Em nova fase ambos seguem seu caminho dentro da música, Cassiano trabalha em seu primeiro EP solo, e tem lançamento programado para o mês de julho. Já Murf anunciou em suas redes sociais música nova em colaboração com OKZO, que promete mais uma grande produção. 

Assista:


Mass Appeal  nos leva  para os locais exatos onde as capas destes álbuns clássicos do rap foram fotografados.
Inspirado pelo jornal The Guardian sobre a localização de álbuns clássicos no Google Street View, o pessoal da revista Mass Appeal localizou onde algumas das capas de álbuns de rap mais emblemáticos foram capturadas. O artigo também proporciona algumas informações sobre cada álbum e a área que ele é representado.
Incluído na seleção são de Nas "Illmatic", Ice Cube "AmeriKKKa’s Most Wanted", Big L "Lifestylez Of Da Poor & Dangerous", LL Cool J "Bad" e Warren G "Regulate… G Funk Era".


Confira as Capas:


NAS - 'ILLMATIC'



Vamos começar com esse clássico do rap, Illmatic. A capa foi fotografada no cruzamento da 10th St e 41 Ave em Queensbridge, um dos maiores conjuntos habitacionais do EUA. 


BIG L - 'LIFESTYLEZ OV DA POOR AND DANGEROUS'



Esta capa do Big L foi tirada em frente ao local United Fried Chicken na esquina da 139 e Lenox, também conhecido como Malcolm X Blvd. Seu álbum de estréia intitulado foi inspirado pela série de televisão 1985-1994, Estilo de vida dos ricos e famosos. 

ICE CUBE - 'AMERIKKKA'S MOST WANTED'



Cube usa a paisagem urbana de histórico Theatre District de LA para o seu primeiro álbum depois de sua separação de NWA 

LL COOL J - 'BIGGER AND DEFFER (BAD)'



Mr. Smith usou sua antiga escola secundária, Andrew Jackson, no Queens para capa de seu segundo álbum. A escola foi fechada em 1993 e mais tarde reaberto como um centro humanitário e Artes Magnet School em seu lugar. 

WARREN G - 'REGULATE…G FUNK ERA'



Tirado na esquina da 21st Street e E Lewis Ave, em Long Beach, CA, Warren G escolheu para caracterizar seu antigo bairro em sua capa do álbum de estréia. Inspirado pelo grupo de rap 415 (Riquinho, D-Loc, e os produtores DJ Daryl e JED). Warren G  junto de Snoop Dogg e Nate Dogg  formaram o 213 neste local.

THE BEASTIE BOYS - 'CHECK YOUR HEAD'



Voltando às suas raízes do punk rock, The Beastie Boys disparar sua terceira capa do álbum com seus próprios instrumentos em mão entre o Norte Cahuenga Blvd e Franklin Ave em LA Graffiti artista Eric Haze escreveu o texto para o álbum. 

EPMD - 'UNFINISHED BUSINESS'



Apenas fora de Crescent Ave, a dupla atirou a capa de seu projeto de estudante de segundo ano na rua sem saída de Araca Road in Babylon, NY. 


MC LYTE - EYES ON THIS




A lendária MC postou-se em um par de Porsches no Brooklyn Bridge Park Pier 6 para seu segundo álbum. 

THE ROOTS - 'DO YOU WANT MORE?!!!??'



Assim como o grupo, a Ponte Ben Franklin em 1-27 da rua da race é um monumento icônico em Philly. Concluída em 1926, a ponte é uma imagem popular que pode ser visto em filmes como Rocky e Transformers 2.

JURASSIC 5 - 'QUALITY CONTROL'



Tirada na intersecção de San Vicente Blvd e La Brea Ave em Los Angeles, uma cópia desta capa do álbum está atualmente em exposição no Museu Nacional de História Americana Smithsonian, reppin cena musical sul de Cali.

THE D.O.C - 'NO ONCE CAN DO IT BETTER'


Esse álbum do DOC estreou em 1989 e foi fotografado na frente da Igreja Católica Rei em Cristo, ao sul de Melrose Ave em Arden Place in LA. A escultura que enfeita a capa foi criada em 1951 pelo designer AJ Arany e permanece até hoje.

MURS AND 9TH WONDER - 'MURS 3:16: THE 9TH EDITION'



Murs é retratado em frente ao viaduto sobre Hyperion Ave em LA para o seu primeiro projeto em colaboração com 9th Wonder.

PEOPLE UNDER THE STAIRS - 'O.S.T'



Rua Cambridge em LA serve como de cenário para o terceiro álbum da dupla. O local passa a ser apenas um quarteirão de distância (Christopher Portugal) casa do One, onde o duo  produziu cinco de seus álbuns.

Essa matéria é do ano de 2015.

Fonte: Mass Appeal