terça-feira, 21 de maio de 2019


Os fãs do Little Brother estão alegres, quase em festa. Phonte e Big Pooh, com o anuncio do Hopscotch Festival, voltam a trabalhar juntos. Isso significa música nova, e sim, uma turnê do Little Brother, está a caminho. 

"Estou animado para anunciar que meu irmão Big Pooh e eu estamos de volta ao trabalho. Uma música nova e uma turnê do Little Brother estão chegando", escreveu Phonte em um e-mail ao DJBooth. 

Ele continuou: "Depois de conversas com 9th Wonder após nosso show de reunião Art of Cool em Durham no ano passado, nós três concordamos mutuamente que era melhor LB continuar como um duo, já que Pooh e eu fomos oficialmente Little Brother desde 2007."  

Com alguns álbuns solo de ambos, será interessante ver como o Little Brother vai influenciar seu som e atualizá-lo para 2019. Envelhecer no hip-hop não é tarefa fácil, mas se alguém pode fazê-lo, é o Little Brother

Hopscotch Festival acontecerá em Raleigh, Carolina do Norte, de 5 de setembro a 7 de setembro

Fonte: DJBooth


Dia 26/5 (domingo) o grupo Xemalami faz uma apresentação no Sesc Interlagos, na Praça Pau-Brasil às 16h. 

Confira a programação no site do SESC

Sobre o grupo:

XEMALAMI – XEQUE MATE LA MISIÓN
É UM COLETIVO DO DISTRITO DO GRAJAÚ – ZONA SUL DE SÃO PAULO, FORMADO EM 2002 ENQUANTO UM GRUPO DE JOVENS / ADULTOS / ANÔNIMOS QUE SE REUNIAM EM TORNO DO XADREZ E A CULTURA HIP-HOP.
A PARTIR DE 2005 SURGE UM BRAÇO " RAP " COMO UMA EXTENSÃO DO PROJETO " XADREZ SEM MUROS " ( PRINCIPAL ATIVIDADE DO GRUPO ) 
DIANTE DISTO NO RAMO DA MÚSICA IMPORTANTES FRUTOS FORAM GERADOS ENTRE OUTRAS PARTICIPAÇÕES SIGNIFICATIVAS.
DENTRO DO PROJETO " XADREZ SEM MUROS " QUE ESTÁ EM PLENA ATIVIDADE CONTAMOS COM A SEGUINTE EQUIPE DE TRABALHO: 

PARTE RAP - DREZZ, HYT E CADO

PARTE GRAFFITI - MUT 

PARTE XADREZ - DREZZ, HYT, MALO, CADO

TENDO COMO PRINCÍPIOS DE ATUAÇÃO O XADREZ E A CULTURA HIP HOP.
SUAS ATIVIDADES SÃO DESENVOLVIDAS NAS RUAS, ESCOLAS E DEMAIS ESPAÇOS FORMAIS E INFORMAIS COM APRESENTAÇÕES DE GRUPOS DE RAP, DISCOTECAGEM, OFICINA/ PRÁTICA, TORNEIOS / DESAFIOS E VIVÊNCIAS COM O XADREZ GIGANTE, PRODUÇÃO DE GRAFITES E OCUPAÇÃO PACÍFICA / ATIVA E TRANSFORMADORA DE ESPAÇOS PÚBLICOS. 
O GRUPO JÁ TEM DIVERSOS TRABALHOS SONOROS REALIZADOS E OUTROS EM ANDAMENTO. 
A SAGA INICIA COM : ” O PEÃO NÃO PODE RECUAR “, ” ZUGZWANG “," NÃO TO SÓ ", TRABALHOS SOLOS DE SEUS MC’S:
DREZZ - GANA, 
HYT ( EM ESTÚDIO ).
O GRUPO TEM O PROJETO ” SÃO VÁRIOS ” VOLUME 1 SOMENTE COM RIMADORES DO GRAJAÚ.
" SÃO VÁRIOS " VOLUME 2 EM PROCESSO. 
NO MOMENTO, O XEMALAMI PREPARA O SEU NOVO DISCO INTITULADO:
" SULDAMÉRICA AS PEÇAS PRETAS JOGAM ".
ALÉM DISSO, O COLETIVO XEMALAMI REALIZA SOB AUTO-GESTÃO OS PROJETOS MENSAIS " XADREZ SEM MUROS ” E O " XADREZ ITINERANTE " CONFORME OS PRINCÍPIOS CITADOS.
JD.REIMBERG E REGIÃO SÃO NOSSOS : ( TRABALHO DE BASE )
COM A PROPOSTA DE FOMENTAR UM TRABALHO SUB-SEQUENTE ESTIMULANDO A PRÁTICA DO XADREZ NA QUEBRADA AGREGADA A CULTURA HIP HOP COM ATITUDES QUE DESPERTAM RESPONSABILIDADE E RESPEITO NO CONVÍVIO SÓCIO POLÍTICO/ CULTURAL.

"Máscaras", seu quarto videoclipe, será mais um trabalho que contará com o olhar apurado de Artur Luz, dessa vez em um cenário totalmente distinto de todos seus clipes anteriores, mas que reflete todo o contexto sobre a mensagem da música.

“Esse som nasceu de algumas reflexões sobre os tempos que estamos vivendo no Brasil, e até no mundo. Sobre ilusões, reflete desde as mentiras que são contadas por quem está no poder, até aquele seu camarada que não sustenta o papo, que não tem palavra e firmeza pra desenvolver algum trampo ou seja lá o que for.
Nem sempre é fácil conseguir enxergar a verdade, porque a vaidade e a ganância cegam muito as pessoas e alimentam a falsidade entre o povo, isso adoece a alma. Mas esse som também fala da essência de cada um, que é de onde pode brotar aquela paz interna, pra conseguir viver de verdade, essa luta é uma parada sempre atual", finaliza Ari ēn. 

Assista:


Sobre o rapper:

Ari ēn é o nome artístico de Ariel Gomes, natural da cidade de Guaramiranga, interior do estado do Ceará. O rapper lançará o videoclipe da canção "Máscaras" no dia 15 de Maio de 2019, com participação de Din Kalash, uma das revelações da nova geração do rap fortalezense.

Sua vivência com a música iniciou desde cedo, na infância frequentemente ouvia os baques de maracatu do grupo de tambores da cidade, e a partir de 2006, com 12 anos de idade começou escutar Rap, como Racionais Mc's, Costa a Costa, 509-E e outras expressões musicais, enquanto já arriscava suas primeiras rimas. 

Não tardou até realizar suas primeiras gravações com um grupo de amigos na época. Foi um processo de produção rústico, ainda em fitas, mas que já revelava a singularidade de seu estilo e alguma maturidade poética no rap, engajada socialmente. 

Em 2010, foi morar em Fortaleza, deixou um pouco de lado as produções musicais e se dedicou a estudar fotografia, aproveitando algumas oportunidades que lhe surgiram e também buscando uma forma de sustento, andando skate, conhecendo a rua, como ele mesmo fala. São alguns anos de experiência que lhe propiciam vivências com realidades sociais diversas.

Mas foi a partir de 2015, quando o rapper conheceu na plenitude a obra de Chico Science, que seus olhos e ouvidos se abriram para as possibilidades de aprimorar-se artisticamente, formando assim uma das principais identidades sonoras de suas canções.

Para Ariel, a ciência que Chico trouxe despertou muitos pensamentos e o interesse de unir diversas influências musicais brasileiras e estrangeiras com o seu propósito de fazer arte, “pois um dos símbolos do movimento Manguebeat é uma antena fincada na lama, fazendo referência aos manguezais de Recife e passando também a ideia que devemos valorizar nossa terra e ao mesmo tempo ficar antenado com o que está acontecendo no mundo ”. Esse foi o estalo que o fez sentir que era o momento de se reencontrar com o Rap.

Artista curitibano faz show na 52ª edição da batalha GRC - Grajaú Rap City

Unindo rap, poesia, R&B, reggae, dub, soul e funk, o curitibano Dow Raiz é um dos destaques da cena hip hop nacional. Após lançar seu novo EP “As Profundezas de um Tempo Danger”, ele se apresenta no Grajaú no dia 23/05 (quinta-feira). O artista faz show na tradicional batalha GRC - Grajaú Rap City em noite que contará com VSMen, Versos Amente, DJ Bee L eDJ Lil Ticy. A programação começa às 18h e as entradas são livros para doação.

Músico há mais de 10 anos, Douglas Rai Santos de Oliveira começou a dialogar com a cultura do hip hop através de seu irmão mais velho e sua paixão pelo skate. Em 2011, ele foi um dos fundadores do grupo Inthefinityvoz, que tem como intuito unir o mundo da música e do teatro com batidas fortes e letras impactantes e politizadas. O álbum de estreia do projeto, “Da extinção há existência”, lançado em 2013, ganhou destaque nacional e foi vencedor dos prêmios de Melhor Grupo, Disco do Ano e Destaque MC Solo (para Dow Raiz) no Prêmio Paraná Hip Hop.

No mesmo ano de 2013, Dow Raiz lançou sua estreia solo com o álbum “Antibióticos de Rua”. O álbum trouxe os aprendizados adquiridos em sua jornada somados a uma experimentação poética e sonora. Em outra vertente, Dow Raiz divide seu trabalho de hip hop com o dub e o reggae na banda curitibana Unification, onde lidera os vocais. O grupo prega, nas suas letras, a paz, o amor e união de pessoas que pensam e vivem numa só sintonia. Sua relação com o mundo do dub o levou para uma turnê ao lado da lenda Mad Professor.
Após parcerias com grandes nomes da cena brasileira, como a plataforma Rap Box, ele lança “As Profundezas de um Tempo Danger”. Com oito faixas ao lado de produtores como NAVE Beats, Madu, BP nos Beats, Dem Beats, Hupalo, Dario e Leo Spectrum, e incluindo os singles “Adoro Funk”, “Quem Mais Nos Ama” e “Poucas”, o álbum consolida a sonoridade do artista paranaense.

Ouça “As Profundezas de um Tempo Danger”: http://smarturl.it/DowRaizAPDUTD

Assista ao clipe de “Adora Funk”:


Dow Raiz encara a problemática do ego na sociedade atual, onde percebe estar permeado de falsidade e promessas irreais, e faz das palavras a sua forma de expressão e principal arma. Em tom de desabafo, cada música traz um recorte da verdade vivida pelo artista, relatando toda a maldade observada e o perigo de estar nessa transição turbulenta, tanto para o cenário musical, quanto político e social.

A batalha GRC - Grajaú Rap City acontece na Rua Professor Oscar Barreto Filho, 260 no Parque América.

Serviço:

52ª edição da batalha GRC - Grajaú Rap City com Dow Raiz

Data: 23/05/2019 (quinta-feira)

Horário: 18h

Local: R. Prof. Oscar Barreto Filho, 260 - Parque América - São Paulo/SP

Preço: Grátis com arrecadação de livros para doação

Classificação: Livre
Foto: Tico QDP, Srta Paola e DJ Hum

Novo single do rapper Tico Qdp (Zona Oeste de SP) conta com participações de Srta Paola e Dj Hum.
Musica produzida pelo Dj Hum com uma atmosfera intimista que envolve o jazz com a batida do Hip Hop orgânico. A Srta Paola chega nos vocais para brindar nossos ouvidos com a suavidade da Soul Music Moderna. 

Tico QDP - Que Me Faz - Feat Srta Paola e Dj Hum - Ouça no SoundCloud

Ficha Técnica:
Rap - Tico QDP
Voz refrao - Srta Paola
Programacao de Bateria, Sinty Bass, Piano, Teclados adicionais: Dj Hum

Você Mulher/Menina Negra ou Afro-indígena que é: MC, DJ, B.Girl ou Grafiteira e gostaria de atuar num filme, chegou a sua chance!
Esta rolando um recrutamento para o Casting do filme "4 por 4 e o Hip Hop por Nós". Caso haja o interesse entre em contato com a produção do filme. Os contatos estão no flyer abaixo.




Sinopse do filme:

O filme 4 por 4 e o Hip Hop por nós, vai contextualizar a vida de quatro mulheres, dos quatro extremos da cidade de São Paulo, em que cada uma se encaixa em um dos quatro elementos do Hip Hop. O fundamento é manter a essência dos anos 90 nos dias atuais, assim como contar o início do cenário por essas vozes. Elas serão a evolução e representação da cultura.

segunda-feira, 20 de maio de 2019


A cantora e compositora Tássia Reis acaba de revelar “Ansiejazz”, primeiro single do seu aguardado novo disco. Disponível em todas as plataformas digitais, canção traz um neo-soul cheio de climas e camadas envolventes, incluindo um quentíssimo solo de sax. Erykah Badu e Hiatus Kayote são algumas das referências para esse som. 

Quase autobiográfica, faixa reflete sobre relacionamentos à distância, saudades e verdades que, verso a verso, entregam uma história de “amor e honestidade”. 

Entre os instrumentistas que participam da track, Jhow Produz (bateria e produção musical), Sintia Piccin (saxophone tenor), Weslei Rodrigo (baixo), Gabriel Gaiardo (rhodes), Rafael Costa (guitarra) e Richard Fermino (trompete).
Acompanhando a estreia, um videoclipe assinado por Camila Tuon e Marcela Tissot já está no ar. Com ambientes diferentes, mudanças de figurino, maquiagem e arte, Tássia Reis surge intensa, apaixonada e sensual. Todas as imagens dividem-se entre o Teatro Centro da Terra e o Bar Buraco, ambos em São Paulo.
O single faz parte do novo disco, que foi selecionado pelo Natura Musical por meio do edital 2019, com o apoio da Lei Rouanet. “O Natura Musical sempre acreditou na força da música para mobilizar as pessoas. Para refletir esse propósito e dar espaço à diferentes vozes, a plataforma apoia artistas e bandas capazes de amplificar debates contemporâneos. Além de entreter, eles também usam a arte como um meio de questionamento e transformação. É o caso de Tássia Reis em seu novo trabalho”, diz Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura.

Assista:


O rapper piracicabano RAS lançou nesta segunda-feira (20), o clipe da música Mãe África. Trabalho que integra o álbum do Coletivo Nois por Nois, ainda sem previsão de lançamento.
O videoclipe foi lançado pelo canal do próprio rapper no YouTube, e integra o disco do Coletivo Nóis por Nóis, um coletivo de rappers de Piracicaba que têm o intuito de unir os MC’s e viabilizar oportunidade aos que estão surgindo. Além dos MC’s, o coletivo tem apoio da Casa do Hip-Hop de Piracicaba, tendo o beatmaker Sampa Beats (Barraco Records) como idealizador. O som Mãe África tem mixagem e masterização por Sampa Beats no Estúdio Barraco Records, além da produção musical e o videoclipe assinados por ele mesmo. Mais informações e ficha técnica completa na descrição do vídeo no YouTube.

“Mãe África sofre e ainda sangra escravidão!”, um dos primeiros versos do som nos conta um pouco sobre o que esperar. A narrativa inesgotável do jovem negro e sua perspectiva, sobre olhares, sobre vivências, sobre ações de outros vem forte nas linhas de Mãe África. Além dos desejos materiais positivos para o povo negro, e as cobranças históricas, RAS deseja que outros semelhantes a ele, estejam vivos para caminhar, no verso “Quero ver os preto vivão, vivendo com liberdade”, ele retoma a ideia dos sangramentos que a escravidão do povo negro trouxe, dos sangramentos sentidos até hoje.

Confira o som abaixo:



Redes RAS:
Instagram: @ras.019/

Informações para imprensa e shows:
Douglas Neves (RAS) - (19) 99761-9550

domingo, 19 de maio de 2019


Sexta-feira (17/05), a mc e cantora Drik Barbosa lançou o clipe "Quem tem joga" com participação de Karol Conká, Gloria Groove e a gracinha da Mirella Barbosa,sua irmã caçula. "Quem tem joga", é o primeiro single do primeiro álbum carreira solo da paulistana.
Em 2018, a Drik lançou o EP "Espelho", ep elogiado pela critica especializada por fãs de rap e música negra. 
Em 2019, através do edital Natura Musical, via proac ICMS, a Drik vai poder lançar seu álbum de nome indefinido ainda.

Assista "Quem tem joga":

Rainha Califia por Susan Shelton


A Califórnia é a terra eterna da imperatriz negra (moura) Calafia
. Calafia era o título de cada imperatriz. Califórnia era a terra dela. Ela era conhecida por ser de pele negra, nacionalidade moura, e governava ilhas povoada por negros, Califórnia, Baja e Havaí. 

Uma ilha governada por mulheres mouras. Foi mencionado nos registros dos cristãos da Europa Ocidental no sétimo século, e disse "A Canção de Roland", onde é mencionado um lugar chamado Califernes, talvez porque era o domínio de califa. Veja (Putnam, Ruth (1917) Herbert Ingram Priestley e Califórnia: ... O nome de Berkeley: Universidade da Califórnia) 

Os conquistadores espanhóis contaram histórias sobre uma rainha mística negra moura que governou no mesmo lugar de nossos dias na Califórnia. 

Khalifa Significa O Governo De Deus (Na Língua Árabe Mourisca). 

A história de Calafia foi então recontada no livro As Aventuras de Esplandián, um livro escrito em 1500, provavelmente baseado em histórias colhidas dos antigos marinheiros mouros da Espanha, Portugal, Holanda, Bélgica e Inglaterra. 

Califa, Rainha da Califórnia, pintura de Arthur Wright

Calafia é apresentada como "... uma moura, mulher negra real, corajosa, forte e grande pessoa, a mais bela de uma longa linhagem de rainhas que reinou sobre o mítico reino da Califórnia." 
Ela comandou uma frota de navios e manteve a paz nas terras vizinhas e ilhas, incluindo Baja e Havaí. 

Ela era tão poderosa que podia lançar seu poder imperial nos mares à vontade. O Esplandian relata que Calafia manteve contatos culturais e comerciais com os mouros da África. Falamos sobre suas guerras nos mares mediterrâneos, na Anatólia, no Império Bizantino e no sul da Europa.

Segundo O Autor De As Aventuras De Esplandián: 

"Você sabe que na mão direita das Índias existe uma ilha chamada Califórnia, muito próxima a esta parte do paraíso terrestre, que era habitada por mulheres negras, sem um único homem entre elas, e elas viviam no caminho das Amazonas. Eles eram robustos do corpo com fortes corações apaixonados e grande virtude." (Putnam, Ruth (1917) Herbert Ingram Priestley e Califórnia: ... O nome de Berkeley: Universidade da Califórnia) 

O cruzado e vencedor do território da Califórnia Hernán Cortés e seus homens estavam familiarizados com o livro. 

Em 1535, Cortés liderou uma expedição de volta a terra de Calafia ou Califórnia, e decidiu re-batizala de Santa Cruz. No entanto, este nome não pegou, e os nativos, os negros mouros e índios e os chamados índios brancos e vermelhos continuaram a usar o nome antigo e antigo da terra "Califórnia". 

Cortés e seus contemporâneos parecem ter usado o nome também. Em 1550 e 1556, o nome aparece três vezes em reportagens sobre Cortes escritas por Giovanni Battista Ramusio. 
Assim, com o passar dos anos cada vez mais conquistando, colonizando e estuprando a terra da Califórnia, a antiga terra dos mouros manteve seu nome e identidade. 

Afro-Americanos e Rainha Califa 

Em 2004, o Museu Histórico e Cultural Afro-Americano de São Francisco montou uma exposição da Rainha Califia, com curadoria de John William Templeton, apresentando obras de artistas como Arthur Wright e James Gayles; interpretações artísticas de Calafia. 

"A Califórnia faz parte da história da Califórnia, e também reforça o fato de que quando Cortes nomeou este lugar na Califórnia, ele tinha 300 pessoas negras com ele. E durante a guerra hispano-mexicana, 40 por cento da população era negra. ". 


Templeton apontou que a maioria dos navegadores em explorações para o Novo Mundo era africana, porque os africanos sabiam como chegar no Novo Mundo. 

Por exemplo, Columbus/Colombo tinha um navegador preto. Os mouros (negros) tinham ido e vindo entre a África e a América desde o início dos tempos. Tudo o que tinham que fazer era pegar os bons ventos da costa oeste da África. 

Um rei árabe (árabe) Abu Bukari levou mais de 1000 navios ao Novo Mundo (América) nos anos 1300.

Por: Jide Uwechia



Fonte: Afrikhepri.org/Africaresource