quarta-feira, 13 de novembro de 2019


Essa edição será no dia 29/11 e teremos dois convidados mais que especiais: 


O evento começa às 20h e termina antes do metrô fechar.

É sugerido R$15 de couvert artístico, que será destinado
aos convidados e aos residentes MMoneis e DJMakö.

O projeto RAP END acontece mensalmente desde março
e nasceu da parceria entre MMoneis e O Fino da Zica para financiar a produção do trabalho audiovisual do rapper ao longo do ano.
Oriunda dos espíritos independentes do MC e do canal, a festa nasceu em um ambiente literalmente underground, o Porão da Cerveja, e dá voz a novos talentos e grandes nomes da cena hip hop.


Nona edição do RAP END acontece dia 29/11 às 20h

Em parceria entre Porão da Cerveja, O Fino da Zica, MMoneis e DJ MAKŌ, evento underground celebra a Cultura Hip-Hop.


RAP END é um convite para participar efetivamente
da cena do rap nacional!

LINE UP

• Slim Rimografia

Valter Araújo (São Paulo, 12 de setembro de 1978), mais conhecido pelo seu nome artístico Slim Rimografia, é um rapper, cantor, compositor e produtor brasileiro que vem escrevendo suas páginas na história do hip hop a mais de 18 anos.

Começou a sua carreira profissional em 1996, mas até se encontrar no rap, já era b-boy e grafiteiro. Conhecido por ser um dos principais nomes do freestyle no país, Slim realiza shows que surpreendem pelas experiências sonoras e musicalidade, ultrapassando as barreiras do rap, sendo que cada apresentação é única. No palco, cria rimas e batidas ao vivo, improvisando sobre baterias eletrônicas, beat-box e instrumentos acústicos.

O que faz de Slim um ícone no rap do Brasil (além de seu flow inconfundível) são suas influências para a composição de rimas, melodias e beats: a música brasileira. Samba, MPB, bossa nova, ritmos regionais e folclóricos entram na dança que o MC propõem em sua música.
Negreen The Creator


Denner Diego Delfino de Souza, Natural de Presidente Prudente (SP), é Poeta, MC, Rapper e Compositor. Conhecido pelos variados pseudônimos e suas respectivas personalidades para abordar cada aba da literatura (no Universo das Poesias Denner se torna POETA DA RUA, quando o mesmo se encontra no mundo do RAP antes era DENNERZITTO, mas, por conta de uma ideologia literária, fora substituído por NEGREEN THE CREATOR, a simbiose do artista). Campeão de batalhas de MC nas cidades de Presidente Prudente (SP), Álvares Machado (SP), Assis (SP), Londrina faixas), e singles, "Blue Of Negreen", "Conversas De Um Churrasco De Domingo" e inúmeras participações com artistas do Interior de São Paulo e Paraná. (PR) entre outras. Tendo em seu currículo, a aberturas de shows de ícones do RAP nacional, dentre eles, Projota, Marechal, Sombra SNJ, NDEE Naldinho entre outros. Já tendo lançado um álbum chamado "Sem Classe" (16 faixas), um EP chamado "O Pior De Mim" (4

• MMoneis

Um legítimo Mestre Cerimônioas, MMoneis tem 27 anos, é formado em comunicação social e trilha sua caminhada no Rap desde muito jovem. Em 2012, lançou seu primeiro disco com o coletivo Arterima e recentemente publicou seu terceiro trabalho solo, o EP AP:PM. Além das músicas, MMoneis tem uma presença forte em seu canal no Youtube onde tem 10 clipes publicados e está para lançar mais dois até o fim do ano.

• DJ MAKŌ

É pesquisador musical, professor acadêmico, DJ e produtor desde os anos 90. Em parceria com DJ Marco, produziu quinzenalmente a festa BoomClap, que agitou noites no Tapas Club e Studio SP. Trabalhou como produtor para vários artistas independentes e, até 2019, ministrava aulas no curso de graduação em Produção de Música Eletrônica (Universidade Anhembi Morumbi) onde desenvolveu uma metodologia de ensino sobre mixagem chamada turntablismo. 

• O Fino da Zica

É um canal do YouTube com quatro anos de caminhada e prestes a iniciar a quinta temporada em 2020, com um entrevistado diferente a cada mês e um vídeo novo por semana com histórias pessoais, referências e pensamentos de grandes nomes do rap nacional. Pelas lentes do Fino, já passaram ícones como KL Jay, Drik Barbosa, Kamau, Cris SNJ, Sombra, Rincon Sapiência, Stefanie, Dexter, entre muitos outros. A lista é longa, confira o canal..

Coletivo ‘Ponte Elemento Per’ fecha programação que contou com série de debates sobre a cena teatral negra contemporânea

Entre os dias 22 e 24/11, o Itaú Cultural será palco para apresentações teatrais que compõem o evento “Cenas Negras em Encruzilhadas – Áfricas + Américas”, que durante quase um mês estabeleceu programação focada na discussão sobre a cena teatral negra contemporânea com base em processos artísticos nos estados de São Paulo, Minas Gerais e no Alabama (Estados Unidos). Três espetáculos fecharão as atividades do evento: “Episódio I: Uenda – Congembo (Morrer”), “Episódio III: Banzo e os Filhos dos Antigos” e “A Grande Encruzilhada: Brasil + EUA (de antigos cantos novos poemas)”. Estas obras integram as pesquisas cênicas da ‘Plataforma Garimpar em Minas Negras Cantos de Diamante’, criada em 2014, que desenvolve investigações em torno dos vissungos, sua presença histórica na cultura brasileira e suas mitopoéticas afro-mineiras criadas no Alto Jequitinhonha.

No dia 22/11 (sexta-feira), às 21h, a peça ‘Episódio I: Uenda-congembo (morrer)’ aborda um cenário inspirado na prática da mineração e do garimpo, atividades largamente realizadas por populações negras escravizadas no Brasil de fins do século XVII ao final do XX, sobretudo no interior de Minas Gerais. O espetáculo trata das tensões étnicas e de busca de identidade cultural na contemporaneidade. Os materiais cênicos que guiam a dramaturgia são fundamentados nos vissungos – antigos cantos de origem centro-africana entoados em coro com sistema responsorial – presentes nas lavras de ouro e diamante, nos rituais fúnebres e em diversos outros momentos da vida cotidiana.

Em “Episódio III: Banzo e os Filhos dos Antigos”, que será apresentada no dia 23/11 (sábado), também às 21h, histórias de travessia da Kalunga Grande se entrecruzam, com personagens que buscam um sentido na diáspora, seja nas origens dos seus ancestrais, ou mesmo nos porquês do distanciamento de suas terras, para que possam seguir em suas reinvenções de si, resistindo aos discursos fáceis da democracia racial. Estas figuras caminham, cada qual em sua estrada, como filhas apartadas de uma mátria que lhes deu, dá e dará sentido de existir.

No encerramento da programação do evento “A Grande Encruzilhada: Brasil + EUA (de antigos cantos novos poemas)” mostrará uma mistura de performance e palestra, no dia 24/11 (domingo), às 20h. Serão apresentadas reflexões artísticas e sociopolíticas por meio de cantos de tradição, cenas, textos e imagens geradas a partir do encontro com mestres e mestras das tradições sulistas dos EUA e com artistas urbanos da cidade de Birmingham durante residência do grupo no estado do Alabama em julho de 2019, em parceria com Lloyd Bricken (ex-performer do Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards).


Veja programação completa de espetáculos de “Cenas Negras em Encruzilhadas – Áfricas + Américas”, uma produção do ‘Coletivo Ponte Elemento Per’ e do ‘Núcleo Coletivo das Artes Produções’: 

Ficha técnica: 

22 de novembro (sexta-feira), às 21h

Episódio I: Uenda-congembo (morrer)

Atuação, direção, dramaturgismo e concepção sonoro-musical: Luciano Mendes de Jesus

Iluminação: André Mutton e Fagner Lourenço

Operação de luz: Serafim Mariano

Fontes textuais: Auguste de Saint-Hilaire, Aires da Mata Machado Filho e José Craveirinha

Orientação artística: Pedro Pires

Orientação teórica: Sônia Queiróz

Produção: Luciano Mendes de Jesus e Rita Teles

Duração: 75 minutos

Classificação indicativa: 14 anos – cenas de estigma/preconceito e insinuação de relação sexual

23 de novembro (sábado), às 21h

Episódio III: Banzo e os Filhos dos Antigos

Elenco: Bruna Carmo, Giovanna Monteiro, Hideo Kushiyama, Inessa Silva, Márcio Ribeiro, Prih Roque e Rita Teles

Direção cênico-musical, dramaturgismo e músico de cena: Luciano Mendes de Jesus

Fontes textuais: Conceição Evaristo, Gilberto Freyre, Joaquim Nabuco, atrizes e atores

Iluminação: André Mutton e Fagner Lourenço

Figurinos: Patrícia Arendt

Costureira: Maria do Rosário Santos

Máscaras: Fellipe Brum e Murilo de Paula

Cenário (cama-de-vento): Lumumba Afroindígena

Operação de luz: Serafim Mariano

Produção: Luciano Mendes de Jesus e Rita Teles

Duração: 100 minutos

Classificação indicativa: 14 anos – cenas de estigma/preconceito

24 de novembro (domingo), às 20h

A Grande Encruzilhada: Brasil + EUA (de antigos cantos novos poemas)

Elenco: Jean Rocha, Inessa Silva, Luciano Mendes de Jesus, Rita Teles e Salloma Salomão

Direção e dramaturgismo: Luciano Mendes de Jesus

Textos: Ashley M. Jones, Gayl Jones, Inessa Silva, Jean Rocha, Rita Teles, Salloma Salomão e Tony Morrison

Iluminação: Fagner Lourenço

Operação de vídeo e som: Bruna Carmo

Operação de luz: Serafim Mariano

Fotos e vídeos: Tony M. Bingham e elenco

Tradução de depoimentos: Eduardo Araújo

Legendas: Teresa Teles

Edição de vídeo: Luciano Mendes de Jesus e Camila Bronizeski

Produção: Luciano Mendes de Jesus e Rita Teles

Duração: 85 minutos

Classificação indicativa: livre

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Primeiro single do novo álbum de Bianca Hoffmann, com previsão de lançamento para 2020, já está disponível em todas as plataformas.

Bianca nascida no Paraná e residente em SP, carrega toda sua história nas letras e sua força para enfrentar os desafios da Babilônia. Vivemos em uma era de quebra de padrões e novas formas de realidade, ECO reflete a coragem que a mulher precisa ter nos dias de hoje,e soltar sua voz para que o mundo nos veja como Guerreiras e não como objetos ou "símbolos frágeis".

O ano de 2019, segundo a astrologia, marca o início de um novo ciclo regido pelo planeta Quíron onde vai permanecer por 7 anos. Esse planeta simboliza as feridas que temos e o que precisamos curar como seres humanos, até 2026 será um processo de auto-conhecimento.

Ano que também foi regido por Ogum, um Orixá das batalhas e das guerras, ano marcado pelas mudanças e transformações ocorridas em todos os aspectos.

Bianca sempre trás a força da mulher através de sua voz e a realidade que nós ainda estamos em perigo “Mulheres ainda pedem mayday”, mas que não podemos perder a gana de gritar por aquilo que acreditamos pois “Nosso grito ecoa, ressoa, não para só voa..!”

O álbum está sendo gravado no estúdio Uzzn localizado na zona norte de São Paulo, onde nessa faixa a mixagem e a masterização ficaram nas mãos do DJ Gibin. O Instrumental ficou por conta do produtor musical Vibox.

O videoclipe foi filmado em sua cidade natal pelo seu primo e Diretor de Fotografia Felipe Hoffmann. Onde retrata um pouco de sua vivência com os amigos e família.

Bianca também é produtora audiovisual, conseguindo aplicar sua identidade através dos seus videoclipes, nesse ela cuidou da parte de edição, animação e finalização.

Assista: 

Foto: Kelson Barros


Zumb.boys apresenta o espetáculo Mané Boneco em diversos espaços e convida o público para um momento de encontro com a beleza e a simplicidade do brincar através da dança.

Grupo Zumb.boys se apresenta na Zona Leste, Bela Vista e no Vale do Anhangabaú

De 08 a 28 de Novembro de 2019, o Grupo Zumb.boys - grupo que tem como base de sua pesquisa as danças urbanas - realiza uma temporada especial de seu mais recente trabalho “Mané Boneco”, com apresentações gratuitas em diferentes pontos da cidade de São Paulo. 

No dia 18 de Novembro (Segunda-feira), às 16h00, a apresentação acontece no CEU EMEF Água Azul, na Cidade Tiradentes, São Paulo. No dia seguinte (19 de novembro), às 8h00, o grupo se apresenta na FPAFRO - Faculdade Paulista de Artes, na Bela Vista. 

O grupo retorna à Zona Leste em 26 de Novembro (Terça-feira), às 15h30, para se apresentar no CCA Casa dos Meninos 1, em Guaianases, e em 27 de Novembro, (Quarta-feira), às 18h00, no Instituto Pombas Urbanas, na Cidade Tiradentes, São Paulo - SP.

Encerrando a agenda do mês, no dia 28 de Novembro (Quinta-feira), às 17h30, o grupo participa do evento Dançando na Fonte, do CRDSP - Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo, que fica no Baixos do Viaduto do Chá, no Vale do Anhangabaú - São Paulo - SP.

Mais recente trabalho de intervenção artística do Grupo Zumb.boys, Mané Boneco é um projeto que dialoga com a beleza e a simplicidade do brincar, tendo como inspiração “Mané gostoso”, boneco brasileiro encontrado em feiras nordestinas, que fez e faz parte da infância de muitas pessoas. 

Uma das propostas de Mané Boneco é que seja gostoso de assistir, da mesma maneira que nos divertimos ao brincar, livres de julgamentos, abertos a viver o encontro. E para que este espaço de encontro se estabeleça, foram criados códigos simples e de fácil reconhecimento, para que as pessoas se sintam à vontade em fazer parte do que está sendo apresentado.

Com este trabalho o grupo criou o termo “Uma dança que faz convites”. A platéia é convidada a um momento de brincadeiras e histórias construídas corporalmente. 

O Grupo Zumb.boys foi criado em 2003 na periferia de São Paulo, com bailarinos que possuem diferentes históricos na dança contemporânea, participando do processo criativo de importantes companhias. 

Em 2016, recebeu o Prêmio Denilto Gomes 2016, da Cooperativa Paulista de Dança, nas categorias Produção em Dança e Melhor Designer de Luz, com o O que se Rouba. Dança por Correio foi eleito Melhor Espetáculo (Não Estreia) pela APCA - Associação Paulista de Críticos de Artes. 

Em 2017, foi novamente indicado ao Prêmio APCA na categoria Melhor Espetáculo, com O que se Rouba e vencedor na categoria Melhor Intervenção Urbana do Prêmio Denilto Gomes 2017, pelo projeto Mané Boneco.

Contemplado com o projeto Rastro na 26ª Edição do Programa Municipal de Fomento à Dança, o grupo dá continuidade à sua pesquisa, explorando novas possibilidades de criação e produção em dança. 

Conheça o trabalho deste grupo que segue buscando caminhos para visibilidade/protagonismo periférico e das culturas marginais. Mais informações em: www.facebook.com/grupozumbboys e www.instagram.com/zumb.boys

Ficha técnica 

Direção: Márcio Greyk de Lima Ferreira |Dançarinos: Danilo Rodrigo Ferreira Nonato, David Castro Serra, Ednelson da Silva Guedes, Eriki Hideki, Igor Wilson de Souza, Márcio Greyk de Lima Ferreira |Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini |Produção: Júnior Cecon | Assistente de Produção: Márcia Ferreira

Mané Boneco

Inspirado no boneco brasileiro “Mané gostoso”, feito de madeira com pernas e braços articulados, movimentados por cordões, ao ser tracionados por duas madeiras que os sustentam. Uma intervenção que se estabelece através de um corpo virtuoso, brincalhão e articulado, que a todo momento deseja dialogar com as pessoas valorizando cada instante vivido, compartilhando momentos, brincadeiras e histórias construídas corporalmente. 

Duração – 40 minutos - Entrada Grátis - Classificação Livre 

Quando: 08 de Novembro de 2019 (sexta-feira) - Horário: 15h30

Onde: CCA Anhanguera / Morro Doce - Endereço: R. Amadeu Caego Monteiro, 209 - Jardim Santa Fé - Morro Doce - São Paulo - SP

Quando: 18 de Novembro de 2019 (Segunda-feira) - Horário: 16h00

Onde: CEU EMEF Água Azul - Endereço: Av. dos Metalúrgicos, 1262 - Cidade Tiradentes, São Paulo

Quando: 19 de Novembro de 2019 - (Terça-feira) - Horário: 08h00

Onde: FPAFRO - Faculdade Paulista de Artes - Endereço: Av. Brigadeiro Luis Antônio, 1224 - Bela Vista - São Paulo - SP

Quando: 26 de Novembro de 2019 (Terça-feira) - Horário: 15h30

Onde: CCA Casa dos Meninos 1- Endereço: Tv. Açucena-do-Brejo, 16 - Vila 1 de Outubro - Guaianases, São Paulo - SP, 08452-590

Quando: 27 de Novembro de 2019 (Quarta-feira) - Horário: 18h00

Onde: Pombas Urbanas - Centro Cultural Arte em Construção - Endereço: Av. dos Metalúrgicos, 2100 - Cidade Tiradentes - São Paulo - SP 

Quando: 28 de Novembro de 2019 (Quinta-feira) - Horário: 17h30

Onde: CRDSP - Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo - Dançando na Fonte

Endereço: Baixos do Viaduto do Chá s/n - Centro / Anhangabaú - São Paulo - SP



Encontro de Juventude Afro no Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos
O evento gratuito que acontece no sábado, 16 de novembro, será uma oportunidade de reflexão sobre o futuro e de contato com a cultura brasileira

No mês da Consciência Negra, o espaço educativo e cultural da Light em Rio Claro (RJ), promove no dia 16 de novembro, a partir das 10h, o Encontro de Juventude Afro. O evento gratuito reunirá jovens profissionais das áreas da educação e cultura, que compartilharão suas experiências no mercado de trabalho. Os convidados serão representantes da Light e da Assessoria de Cultura e Sociedade da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.

O encontro contará com a presença de duas turmas do Ensino Médio, uma do Rio de Janeiro e outra do Sul Fluminense, representada por alunos do Colégio Brasília, de Volta Redonda. Eles participaram do Programa Educativo Especial em 2015, ainda no Ensino Fundamental, e retornarão para refletir e inspirar perspectivas de futuro.

A partir das 10h, serão exibidas duas produções do Parque: o documentário 'Afromarcossenses: História e Legado' e uma exposição homônima, além do vídeo que registrou os resultados do Programa Educativo Especial com os estudantes do Colégio Brasília.

Em seguida, será servido um almoço gratuito com a feijoada do Mestre Ney.

Na programação da tarde, haverá ainda exibições de capoeira com o grupo Guardiões do Quilombo, do Mestre Tatu, e Contramestre Margoso, de Barra Mansa; jongo, com o Movimento Cultural Jongo da Lapa; e uma oficina de dança charme com os bailarinos do Instituto Efeito Urbano.

*Lembramos que todos os eventos no Parque são ao ar livre e correm o risco de adiamento devido à previsão de chuvas.

Sobre o Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos

Inaugurado em 2011, o Parque é um espaço educativo e cultural da Light mantido com o patrocínio da empresa, do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Lei Estadual de Incentivo à Cultura, e da Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel.

Visite o Parque, a entrada é gratuita!

Aberto de quarta a sexta-feira, das 10h às 16h. Sábado e domingo, das 9h às 17h
Endereço: Estrada RJ 149 (Rio Claro - Mangaratiba) Km 20 - Rio Claro – RJ
Telefone: (21) 2233-3690

Conecte-se


Serviço:

Encontro de Juventude Afro
Local: Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos
Endereço: Estrada RJ 149 (Rio Claro – Mangaratiba) Km 20 - Rio Claro – RJ
Data: 16 de novembro – sábado
Horário: das 10h às 16h
Entrada: gratuita

Patrocínio: Light, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Lei Estadual de Incentivo à Cultura e Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel.

por Ana Rosa

Esse texto tem trechos de diversos outros textos já publicados, e você pode conferir as referências ao final. Contudo, é um conteúdo de pesquisa feito por mim para expor um pouco sobre como Hip Hop e Streetball interagem na história. É só uma parte da história, pois são décadas e décadas de parceria entre culturas.



"I got a color tv so I can see, the knicks play basketball", o trecho de Rapper's Delight, de 1979 do lendário grupo Sugarhill Gang, já nos dava indícios da forte ligação entre as comunidades que construíam o Hip Hop e o basquete. 

Essas ligações também se fortaleceram e puderam ser vistas conforme o Hip Hop ganhava mais força, principalmente na década de 90, onde por exemplo o grupo de jogadores conhecidos como “Fab Five” do Michigan Wolverines, adotou pela primeira vez o estilo de vestimentas do Hip Hop durante os jogos da NCAA (National Collegiate Athletic Association), e também durante os intervalos eles não gritavam "defesa", mas gritavam "Gotta Let Your Nuts Hang", trecho de Scarface que dá nome a música do Geto Boys. 
Jalen Rose, Chris Weber, Juwan Howard, Jimmy King e Ray Jackson representaram a fusão do basquete com a crescente identidade negra no Hip Hop. 

JIMMY KING, JUWAN HOWARD, CHRIS WEBBER, JALEN ROSE, RAY JACKSON, O FAB FIVE
Em determinado momento na história, o Hip Hop, as culturas presentes nos guetos e o estilo dos jogadores negros se fundiram com o basquete, e esse novo lifestyle passou a dominar a cultura do esporte. Houve também o repúdio ao estilo de jogo que tinha ênfase na criação de uma única estrela, fazendo assim que fortalecessem as realizações de equipe, coletivas.
Nesta época, também vimos jogadores de basquete, como Shaquille O'Neal fazendo álbuns de rap. 
Inúmeros jogadores e equipes da NBA (National Basketball Association) foram citados em canções de rap. 


A comum marginalização ... 

Mas a influência da cultura no esporte nem sempre foi aceita. Décadas atrás, juntamente com a criminalização da cultura Hip Hop, houve também dentro das ligas de basquete, diversas tentativas de distanciar essa imagem de Hip Hop e rappers, pois os dirigentes, proprietários e treinadores acreditavam que isso prejudicava a reputação da NBA.
Comentários como o do técnico Phil Jackson dizendo que "Os jogadores se vestem com roupas de prisão nesses últimos cinco ou seis anos", fizeram com que o comissário da NBA, David Stern, criasse um código de vestimenta em 2005.
Segundo o site Theplayoffs, o código tinha o objetivo de mudar a imagem negativa da liga, principalmente de seus atletas, e reforçar o profissionalismo do esporte, o código de vestimenta define as roupas que devem ser usadas em todos os eventos da NBA, como pré-jogos, entrevistas coletivas ou eventos da liga. Os jogadores foram proibidos de usar bonés, camisetas, óculos de sol, correntes e muitos outros itens relacionados ao Hip Hop foram banidos em favor de trajes "casuais".

Atualmente, as comunidades do basquete e Hip Hop estão altamente associadas, desde jogadores como Damian Lillard que se arrisca na música, até Jay-Z que se tornou o primeiro rapper a ser co-proprietário de uma equipe da NBA, o Brooklyn Nets
Mas tudo isso é papo pra outro dia, não é sobre basquete profissional que vamos falar, é sobre o chamado Street Basketball, ou basquete de rua. 




Um pouco de história ...



Além das quadras, além das ligas de colégios, o basquete tomou as quadras de guetos americanos. O chamado "Streetball" não tem origem apenas no jogo, mas também tem uma associação especial com a juventude e as comunidades periféricas americanas. O basquete de rua é conectado as periferias e consequentemente, também é ligado ao Hip Hop, principalmente por ter começado em lugares como Nova York, Washington DC e Filadélfia, também berço de vários grupos e nomes que compunham o Hip Hop. Na cidade de Nova York, o basquete não é apenas um esporte. É um modo de vida. Diferente do Brasil, onde em cada esquina temos um campinho de futebol, por lá existem mais de 700 quadras de basquete ao ar livre, e essa aproximação desde criança, estimula as e os jovens a estarem nas quadras.


O universitário Earl "The Goat" Manigault.
Em 1950, um professor de basquete chamado Holcombe Rucker começou uma competição em uma quadra do Harlem para ajudar jovens a encontrar algo mais interessantes que as ruas e seguir uma carreira universitária, ele dá nome a uma das quadras mais famosas do streetball, a de Rucker Park, no Harlem, Nova York. 
A Rucker produziu muitos jogadores da NBA e lendas do streetball, tornando-se um paraíso para o basquete. Várias lendas já passaram pelo Rucker Park, jogadores da NBA Kenny Anderson, Kenny Smith, Julius “Dr. J”Erving, e Rafer Alston todos tiveram seu início no Rucker, além da lenda do StreetBall, Earl "The Goat" Manigault.

A iniciativa de Rucker através do basquete, nos lembra a iniciativa de Afrika Bambaataa através da Zulu Nation em 1973. A Universal Zulu Nation foi uma organização fundada na Stevenson High School no Bronx por Bambaata, que viveu o estilo de vida das gangues, e tentava mudar sua história e a de outros jovens. Eles passaram a abraçar e preservar os 4 elementos do que passaria a ser conhecido como movimento Hip Hop  (DJ, MC, Break e o Grafite), e exemplificaram o que é frequentemente considerado o 5º Elemento do Hip Hop, o 'Conhecimento'. Para a Zulu Nation, princípios fundamentais de Paz, Amor, União e Diversão, foram implantados e difundidos entre seus membros e demais hip hoppers de todo o mundo, a fim de promover o verdadeiro espírito do Hip-Hop.


Algumas produções sobre StreetBall


O filme “Doin it the Park”, mostra como o Street é diferente da NBA e como ela afetou a NBA.

Outra produção interessante, é o livro Black gods of the asphalt - Religion, Hip Hop and Street Basketballsobre o basquete de rua vivido como "religião" em alguns dos bairros mais perigosos da América. Mas, mais centralmente, trata-se também da esperança  vista pelas lentes dos jovens negros que, embora sobrecarregados pelas forças da morte que os rodeavam, de alguma forma se destacavam nas quadras. Segundo a crítica Christie Storm "Nesta temporada, onde corpos masculinos negros estão sob ataque, Black gods of the asphalt, oferece uma narrativa profunda de sobrevivência, autodeterminação e os ganhos urbanos das quadras de basquete da cidade de Boston como locais onde a religião é 'vivida' e a transformação espiritual ocorre regularmente".

E por fim, deixo também como dica, o canal DPC TV (Dois Por Cento TV), um canal brasileiro muito bom, do nosso amigo Sidney, onde ele comenta, traz histórias e o cotidiano sobre basquete, basquete de rua e freestyle.


Fundamentos ...

      Bom, o Streetball dá e incentiva os ballers (jogadores), a liberdade de criar e improvisar jogadas. As quadras de rua, são extensões das quadras profissionais, onde são permitidos e incentivados a criatividade, e a habilidade de improvisação.
 No streetball, os ballers (jogadores), querem executar (moves ou handles), jogadas que são uma espécie de drible, com o máximo de dificuldade para enganar o marcador. O jogo é rápido e competitivo pelo espaço reduzido e o número de jogadores é menor que o convencional.
       A liberdade dos ballers nos lembra também as rodas de freestyle, que originaram as famosas batalhas de rimas. Os MC's não precisam necessariamente ter uma voz bonita, ou uma caneta pesada em músicas, basta ter habilidade de improvisação, flow, entre outras categorias que serão julgadas pelo público.
     Outro ponto interessante, é que grande parte dos rachas, jogos disputados nas ruas, eram embalados ao som do Rap, pela comunidade local, e quase sempre eram acompanhados por um MC (Mestre de cerimônias) que levava o público junto com o jogo.


Por fim, é possível ver que culturas periféricas se conversam, e tendem a trazer a auto estima e a união através da diversão, do lazer. Fica um ponto pra gente pensar como o rap e o funk se comportam em terras brasileiras, ou ainda o futebol, enquanto ponto de ascensão para jovens e também lazer para quem é assolado todos os dias.

O Streetball e o Hip Hop uniram jovens nas suas infinitas diversidades e consequentemente os fez parar de enxergar no outro semelhante um inimigo. É esse o papel que as culturas, o esporte, e os modos de vida das periferias deveria ter. 


segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Da esquerda pra direita: DJ Kool Herc, DJ Grandmaster Flash e Afrika Bambaataa

Todo ano eu fico confuso com isso e vocês? Porque em 11 de agosto comemoramos como o aniversário do Hip Hop e quando chega em 12 de novembro, comemoramos de novo? Bora saber o porquê de cada data. Eu sempre lembro de 11 de agosto, que é o dia da lendária festa do DJ Kool Herc comemorando o aniversário de sua irmã, Cindy. 

Como qualquer gênero musical, o rap tem suas origens em outros ritmos, que com o do tempo foi chegando ao que conhecemos hoje. Porém, podemos dizer que a cultura Hip Hop nasceu mais precisamente no dia 11 de agosto de 1973. 

Se o Kool Herc é o pai do Hip Hop, sua irmã, Cindy Campbell Herc, tem que ser considerava a mãe da cultura. Foi a Cindy quem deu a ideia para que seu irmão fizesse uma festa para ela relembrando os tempos de Sound System na Jamaica. Kool Herc acatou a ideia. A festa aconteceu na Avenida Sedwick, 1520. Este local é um marco histórico e é visitado por pessoas todos os dias. 

Kool Herc e sua irmã Cindy

Nascido e criado até os dez anos de idade em Kingston, na Jamaica, DJ Kool Herc começou a discotecar em festas e tocava entre os sets da banda de seu pai quando ainda era adolescente, no início dos anos 70, no Bronx,Herc começou imitando o jeito dos jamaicanos, mas com o tempo passou a utilizar dois discos para fazer a típica transição caraterística do hip hop. Este movimento foi batizado por ele como Merry Go-Round e, hoje, é conhecido como o "break beat". 

No verão de 1973, o DJ Kool Herc já era o maior nome do “break beat”, mas o aniversário de sua irmã o colocou à frente de seu maior público até então, com o sistema de som mais potente com o qual já tinha trabalhado O sucesso da festa deu início a uma revolução musical e cultural. Pois o termo Hip Hop ainda não tinha sido inventado, mas 3 elementos (Breaking, DJ, rap [break beat]) estavam representados na festa com certeza! Sepah, até os 4 elementos estavam lá, dificilmente não tinha grafiteiros, nem que seja com algum canetão fazendo tags nos prédios e tal. 

Flyer

Inclusive uma fita bem engraçada que vejo sempre o Kool Herc falar é que todos que o encontram diz que estava na tal festa...hahaha tanta gente diz que estava lá que eu acho encheria um estádio de basquete, ou melhor de baseball...hahaha 

LEIA TAMBÉM:

Gangue porto-riquenha, Black Panthers Party e a morte de um jovem negro foi a faísca de criação do Hip Hop?

Gangue porto-riquenha, Black Panthers Party e a morte de um jovem negro foram a faísca da criação do Hip Hop?

_________________________________________________________________________________________

Como dito acima, o termo Hip Hop não existia, só os elementos. 

A Zulu Nation foi fundada em 12 de novembro de 1973, alguns meses após a festa do Herc, porém, o nome HIP HOP e a cultura, foram criados em 12 de novembro de 1974, no aniversário de 1 ano da Zulu Nation. É tipo quando nasce uma criança e só registram um ano depois que nasce, ta ligado? 

O termo HIP HOP não se sabe realmente ao certo o que significa, muitos dizem que é girar e saltar que seriam os movimentos que os b. boys e b. girls fazem e tal. Uns dizem que eram gírias antigas das periferias da costa leste do Estados Unidos. Kool Herc, que foi um imigrante jamaicano (importante dizer isso), trouxe da jamaica muitos elementos da cultura do Sound System. Mas claro que o soul, funk, disco e o blues influenciaram e muito na construção do rap e da cultura Hip Hop. A cultura negra é a origem de todo o movimento, seja com o resgate da percussão tão comum nas manifestações africanas, proibida por um período no EUA, ou como o MC é uma continuidade dos griots, mestres das oralidades, os contadores de histórias. Quando vierem com papo que o rap e o HIP HOP não tem cor, não acredite! O Hip Hop é parte da cultura negra. 

A Cindy Herc é a mãe, Kool Herc é o pai e Afrika Bambaataa é o padrinho da cultura Hip Hop! O irmãos Herc deram a luz, mas quem deu nome a criança foi Bambaataa.


Afrika Bambaataa, fundador da Zulu Nation, foi o responsável pela introdução do que é considerado o quinto elemento do Hip Hop: o conhecimento. Com o lema de “paz, amor, união e diversão” esta organização promoveu o apaziguamento de várias disputas de gangues dos guetos estadunidenses. Naquele período surgiram as batalhas de break dancing e de MC’s, que substituíram o conflito armado pela criatividade artística. 

O Hip Hop possui 46, mas oficialmente 45 anos, se você parar pra pensar é novo ainda. Porém, sua influência no mundo é gigantesca, sendo responsável por elevar a autoestima da juventude negra e periférica, de favelas e quebradas do mundo todo. Um de seus produtos, o rap, é considerado o ritmo mais ouvido e influente no mundo. Está presente em diversos países, abrindo caminhos para setores marginalizados da sociedade através da cultura. 

Segundo seu próprio líder, Afrika Bambaataa, a Zulu Nation apoia o conhecimento, a sabedoria, a compreensão, a liberdade, a justiça, a igualdade, a paz, a união, o amor, a diversão, o trabalho, a fé e as maravilhas de Deus. Essa verdadeira ‘Nação’ também viajou por todo o mundo para pregar a boa palavra do Hip-Hop, fazendo muitos shows e arrecadando fundos para campanhas Anti-Apartheid (Anti-Racista) e chegou a reunir 10.000 membros em todo o mundo. Segundo a Zulu Nation, no espaço descontraído da rua era, e ainda é, possível manifestar opiniões e se divertir. Os jovens excluídos, no contato com seus iguais (o grupo), podiam sentir e vivenciar a rara oportunidade da livre-expressão através da arte, sem repressão. Real Hip-Hop 

VIVA O HIP HOP!


Esse texto contem trechos de textos do Bocada Forte, Esquerda Online e Wikipedia


 Temporada FAN - Semana do Hip Hop_F Dila Puccini-

Com o propósito de mostrar que ‘BH é a capital do Hip Hop’, o evento conta com diversas atividades e entrega do título de Honra ao Mérito aos integrantes do Hip Hop 

Entre os dias 12 a 18 de novembro, a capital mineira recebe a 5ª edição da Semana do Hip Hop. Durante os sete dias de evento, serão realizadas várias ações com os objetivos de dar visibilidade aos elementos da cultura Hip Hop, fomentar os espaços culturais da cidade, evidenciar práticas coletivas na capital e região metropolitana, engajamento artístico em políticas públicas culturais e colocar o Hip Hop como ferramenta transformadora. 

A programação conta a entrega do título de Honra ao Mérito aos integrantes do Hip Hop de Belo Horizonte. A sessão solene será na Câmara Municipal da capital mineira, e tem como propósito reconhecer e valorizar iniciativas culturais urbanas e sociais conectadas à cultura Hip Hop da cidade. A iniciativa é do vereador Arnaldo Godoy. 

De acordo com Fred Maciel (Negro F)., coordenador do evento e presidente do Fórum Municipal Hip Hop, é gratificante estar promovendo o evento e levando a cultura Hip Hop para a população. “Este trabalho é a aceleração viva da efervescência cultural juvenil e urbana, que faz a cidade pulsar da periferia ao centro e do centro para o mundo”, finaliza. 

Programação completa

Semana do Hip Hop de BH 2019

Dia 12 de Novembro (Terça-feira)

19h às 22h – Título de honra ao mérito ao Hip Hop de Belo Horizonte
Local: Câmara Municipal de Belo Horizonte

Dia 13 de Novembro (Quarta-feira)

15h às 18h – Apresentação do Plano Municipal de Hip Hop na reunião do Conselho Municipal de Cultura

Local: Fundação Municipal de Cultura (Rua da Bahia, 888 – Centro). 

18h às 22h - Batalha Faroeste | Pista do Barreiro:

- Local: Pista de Skate do Barreiro

- 1 Batalha

19h às 21h – Exibição do ‘Uma onda no ar’ da Rádio Favela

- Local: Casa do Socialista – Floresta

Dia 14 de novembro (Quinta-feira)

16h às 20h – Oficina de Graffiti

Local: Casa do Hip Hop - Taquaril

Dia 15 à 17 de novembro (Sexta a Domingo)

16h às 21h30 – Painel “O graffiti e Hip Hop”

Local: Centro Cultural Liberalino Alves de Oliveira

Dia 15 de novembro (Sexta-feira)

16h às 21h30 – Batalha do Nutrilhar | Especial Mulheres no Hip Hop

Local: Centro Cultural Venda Nova

Dia 16 de novembro (Sábado)

13h às 15h – Oficina Feminina de Rap

Local: Centro Cultural Urucuia

14h às 21h – Palco Semana Hip Hop 2019 | Bambata

Local: Usina de Cultura – Centro Cultural Nordeste

16h às 21h – BHz Periferia “Palco Canela Fina”

Local: Centro Cultural Urucuia

Dia 17 de novembro (Domingo)

14h às 21H – Palco Semana Hip Hop 2019 | Palco Favela

Local: Centro Cultural Liberalino Alves de Oliveira

Dia 18 de novembro (Segunda-feira)

19h30 às 23h – Batalha da Matriz

Local: Praça da Matriz Venda Nova

Esta ação só é possível porque conta com a colaboração de:

Idealização:

Fórum Municipal de Hip Hop

Gestão e produção:

Associação Coletiva da Juventude e Nação Hip Hop Brasil

Parceria:

Casa do Hip Hop Taquaril, Produto Hip hop, Aliança Cultural Taquaril, DT Social, Batalha do Posto, Batalha da Matriz, Coletivo Manas, Classics Hip Hop, BHz Periferia, Oficina Feminina de Rap, PUC Minas, Nutrilhar, Fundamentos Dj´s, JSagaz, Meraki Pordutora, Rap Lado Norte, Noz, Encruza Produções Basquiat Graffiti, US! HipHop.

Antecipando-se ao dia da Consciência Negra (20), evento promove debates, apresentação artística e sarau multilinguagens

Em sua segunda edição, a ‘Semana Afrikanse’ tomará espaços do Sesc Avenida Paulista entre 12 e 17 de novembro para celebrar o Dia da Consciência Negra (20). Para tal, artistas e pesquisadores brasileiros, como Elisa Lucinda e Salloma Salomão, irão se reunir com representantes de países como Angola, Moçambique e República Democrática do Congo para uma série de debates e demonstrações artísticas. O evento será encerrado pelo Sarau Afrikanse, ocasião em que artistas imigrantes africanos mostram todas suas facetas artísticas profissionais as quais contemplam hábitos e costumes de seu continente.

No dia 12/11, entre 19h e 20h30, na biblioteca da unidade, está programada a roda de conversa ‘As Mamás – Mulheres em Conexão’, com Mwewa Lumbwe (Rep. Dem. Congo) e Regina Nogueira – Makota Mulanji (Brasil), que abrirá o evento com homenagem e análise das marcantes presenças femininas no país. Ao final haverá performance artística de Priscila Obaci.

No dia seguinte, Elisa Lucinda (Brasil), Eliana Cruz (Brasil) e Melita Matsinhe (Moçambique) conduzem e o bate-papo ‘Escritas em Conexão’, também das 19h às 20h30. O fio condutor da conversa será a representatividade da mulher negra na literatura. O evento será encerrado com uma intervenção artística/poética com Mel Duarte.

Em 15/11, uma sexta-feira, a gira de conversa ‘Conexão Estética e Resistência’ abordará a moda e a identidade estética de povos negros com participações de Mama (Senegal) e Sheila Makeda (Brasil).

Música e poesia na praça do Sesc Avenida Paulista: esse é o mote da atividade “Conexão Poema Canção”, que acontecerá em16/11, das 20h30 às 22h. Participam Salloma Salomão (Brasil), Ermi Panzo (Angola) e Lenna Bahule (Moçambique).

O último dia do evento tem como destaque o já tradicional Sarau Afrikanse, que encerrará o ciclo de atividades da semana. Na ocasião, a poética africana, desde a sua íntegra oral, musical escrita e falada, será celebrada por Vocal Kuimba (Angola), Mariama Camara (Guiné Conacri), Anani Sanouvi (Togo), Edoh Fiho (Togo), Luisa Filho (Angola) e a mestre de cerimônia Prudence Kalambay Libonza (Rep. Dem. Congo).



Serviço:

As Mamás - Mulheres em Conexão – 12/11 das 19h às 20h30

Gira de conversa entre as marcantes presenças femininas no Brasil com Mwewa Lumbwe (Rep. Dem. Congo) e Regina Nogueira – Makota Mulanji (Brasil)

Neste encontro as participantes compartilham a influência e importância das práticas ancestrais nos dias de hoje.

Intervenção artística: Performance com Priscila Obaci (Brasil).

Escritas em Conexão – 13/11 das 19h às 20h30

Gira de conversa com as escritoras Elisa Lucinda (Brasil), Eliana Cruz (Brasil) e Melita Matsinhe (Moçambique). 

Intervenção artística/poética: Performance com Mel Duarte (Brasil)

Conexão Estética e Resistência – 15/11 das 16h30 às 18h

Gira de conversa com influenciadores visuais e empreendedores do universo da moda com Mama (Senegal) e Sheila Makeda (Brasil).

Conexão Poema Canção – 16/11 das 20h30 às 22h

Salloma Salomão (Brasil), Ermi Panzo (Angola) e Lenna Bahule (Moçambique)

Encerramento – Sarau Afrikanse 17/11 a partir das 17h30

Artistas imigrantes africanos reúnem todas suas facetas artísticas profissionais e compõem o

Local: Sesc Avenida Paulista

Av. Paulista, 119 - Bela Vista, São Paulo 

Dias 12, 13 e 15/11, às 19h

Espaço: Biblioteca

Dia 16/11, às 20h30 - Poema Canção

Espaço: Praça

Dia 17/11, às 17h30 - Sarau Afrikanse

Espaço: Praça

Entrada Gratuita
Fotografia - Yalodé - credito: Andressa Nubia

Evento tem como tema Mulheres (in)Visíveis

O Instituto Black Brazil Art, em colaboração com os governos do Rio Grande do Sul e Santa Catarina apresenta a 1ª Bienal Black Brazil Art. O tema desta edição é Mulheres (in)Visíveis. Com entrada franca, o evento reúne mais de 300 obras - de 150 artistas plásticos de todo o país - que serão apresentadas nas cidades de Florianópolis (SC) - de 08/11/19 a 14/12/19 - e Porto Alegre (RS) - de 05/11/19 a 07/02/20. O acervo exposto em diversos museus e galerias inclui pinturas, esculturas, vídeo arte, instalações, entre outros trabalhos. Diversas mesas de debate, intervenções e performances também estão na agenda das duas cidades. A bienal tem curadoria da museóloga porto-alegrense Patricia Brito. 

Em Florianópolis, o evento será sediado na Galeria de Arte do Mercado Público (08/11/19 a 14/12/19), Museu Histórico de Santa Catarina (08/11/19 a 01/12/19) e Teatro da Ubro (27/11/19). Na capital gaúcha, as exposições se desenvolvem em sete espaços culturais. São eles o Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (de 05/11/19 a 29/11/19), Memorial do RS (22/11/19 a 20/01/20), Fotogaleria Virgílio Calegari CCMQ (21/11/19 a 12/01/20), Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa (21/11/19 a 20/01/20), Museu Júlio de Castilhos (21/11/19 a 20/01/20), Museu da UFRGS (10/01/20 a 07/02/20) e Aberto Caminho de Artes (07/12/19 a 31/01/20). Estão previstas também intervenções artísticas no Instituto Federal da Restinga, Quilombo do Areal e Vila Flores.

Para a curadoria da exposição, a bienal oferece uma visão geral da produção artística feminina, com um recorte especial para a produção de mulheres negras, e destaca trabalhos figurativos, narrativas sobre dor, violências, feminismo e a participação ativa das mulheres negras nas artes visuais. "Com o objetivo claro de abrir a discussão para a arte de mulheres esquecidas pela sociedade, apresentamos trabalhos poderosos e pungentes de diversos artistas contemporâneos do país", resume Patricia Brito. Esta edição reúne obras de artistas de todas as etnias e inclui nomes como Andressa Nubia (fotografia), Carolina Cerqueira (gravura), Érica C. Nogueira (pintura), Lia Amazonas (gravura digital), Karen Venturelli (gravura), Nina Satie (pintura), Núcleo de Estudos em Corporeidades Negras (videoperformance), Thais Linhares (desenho) e Raphaela Joviano (fotografia).

"Os artistas expressam uma infinidade de pontos de vista sobre o lugar de fala e a representatividade deste lugar. As obras de arte desta exposição usam objetos, imagens e ideias atuais e históricas para embasar a percepção de longa data de que os corpos negros pertencem aos limites da história brasileira", explica Patricia. Para a organizadora, embora o Brasil seja comemorado como um país da diversidade cultural, as narrativas dominantes reduziram a experiência da arte negra brasileira a uma arte ocasional. "Esses artistas questionam isso expondo traços históricos profundos da presença negra na diversidade artística brasileira. Ao apresentar várias vozes e sensibilidades, esta exposição interrompe narrativas simplistas e reconfortantes, ao mesmo tempo em que afirma a relevância dessa discussão", conclui.


Serviço

O que: 1ª Bienal Black Brazil Art

Onde e Quando: Florianópolis (SC) (08/11/19 a 14/12/19) e Porto Alegre (RS) (de 05/11/19 a 07/02/20)

Quanto: Entrada franca - exceto no Museu Histórico de Santa Catarina - Ingressos: inteira R$ 5,00 e aos domingos a entrada é gratuita.

Locais e dias:

Florianópolis (RS) - Galeria de Arte do Mercado Público (08/11/19 a 14/12/19), Museu Histórico de Santa Catarina (08/11/19 a 01/12/19) e Teatro da Ubro (27/11/19).


Porto Alegre (RS) - Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (de 05/11/19 a 29/11/19), Memorial do RS (22/11/19 a 20/01/20), Fotogaleria Virgílio Calegari CCMQ (21/11/19 a 12/01/20), Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa (21/11/19 a 20/01/20), Museu Júlio de Castilhos (21/11/19 a 20/01/20), Museu da UFRGS (10/01/20 a 07/02/20) e Aberto Caminho de Artes (07/12/19 a 31/01/20). 

Programação em bit.ly/bienalblack