quinta-feira, 17 de julho de 2008

Memórias de um menino-soldado



Thug $outh:Esse livro é muito bom cara...lendo esse livro me fez da mais valor a vida..mais valor a minha..familia...ta ligado...quando comprei esse livro pensei q fosse mais um livro..sobre a historia de um menino africano..vivendo numa guerra civil..mas é mais q isso...o muleke fã de rap..tinha ate um grupo...de hip hop...ele era muito infuencido pelo rap..mas infelismente...a guerra civil acabou com seu sonho e de seus amigos mas graça a deus ele sobreviveu a tudo e a todos..e hj é um cara formado..ainda nem cheguei a metade do livro..mas ja me fez ver a vida de uma forma melhor...como perceberam nao tenho o dom da palavra..mas vejam esse comentario de um outro blog:::

Livro- As pessoas costumam dizer que já sabem sobre África. Sobre a fome das crianças e das guerras civis. Mas na verdade, ficamos sabendo de muito pouca coisa. É essa a sensação que fiquei após assistir a palestra do serra-leoense, Ishmael Beah na Flip desse ano. Seu livro, que acabou de ser publicado aqui no Brasil, é auto-biográfico e conta da sua infância e adolescência em Serra Leoa, antes, durante e depois da guerra. Para quem espera por uma estória qualquer de um menino na áfrica que viu tudo de longe, prepare-se. Aos doze anos teve que lutar pela sobrevivência com a guerra civil que o país enfretava. Fugiu dos rebeldes e foi separado da sua família, que como muitas outras, morreram de maneira curel pelos rebeldes. Quando conseguiu chegar a um lugar seguro logo foi recrutado pelo exército, que motivava os meninos falando que eles precisavam se vingar do que fizeram com as suas famílias. Era uma questão de sobrevivência, ou ele morria pelos rebeldes, ou morria de fome, e matar foi sua única saída. Por mais triste e chocante que seja essa estória, ela precisa ser lida, pois foi o quê aconteceu com muitos outros meninos, muitos que não viveram pra contar. Além disso, o livro é muito bem escrito. De devorar em dois dias.
Aí vão alguns trechos...
"Numa manhã que fomos a Matru Jong, enchemos nossas mochilas com cadernos cheios de letras de músicas que estávamos aprendendo em nossos bolsos. ... Como pretendíamos voltar no dia seguinte, não nos despedimos de ninguém nem contamos aonde iríamos. Não sabíamos que estávamos saindo de casa para não voltar mais."
" As aldeias que invadíamos e transformávamos em nossas bases... tornaram-se minha casa. Meu pelotão era minha família, minha arma era meu protetor e provedor, e minha lei era matar ou ser morto. Estávamos lutando havia mais de dois anos, e a matança tinha se tornado uma atividade diária. Eu não tinha pena de ninguém. Minha infância tinha passado sem que eu soubesse..."



Fonte::Pseudo-Cult.

Alguns Comentarios de alguns jornais..do mundo sobre o livro..

A Africa de Ishmael é uma imensa cidade de deus.
Caio blinder. O estado de sao paulo

Todas pessoas do mundo deveriam ler este livro
Washington post.

Muito longe de casa é uma das historias sobre guerras mais importantes da nossa geraçaoIshmael beah nao apensa emergiu intacto desse caos,como tambem se tornou um de seus cronistas mais elouquentes.
Sebastian Junger..autor de A Tormenta.

É nescessario ler apenas vinte paginas de muito longe de casa para afirma que,se fosse fiacçao,o jovem autor deveria ganhar o premio Nobel.
Newsweek

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