domingo, 21 de dezembro de 2008

50 Cent fala sobre G-Unit, The Game e o estado atual do Hip-Hop


Você e eu conversamos em 2007 quando você e o Timbaland estavam na capa da revista Scratch e você estava falando sobre o Before I Self Destruct, você disse que você tinha uma dúzia de músicas terminadas.

Quando nós fizemos a entrevista com a Scratch antes disso [é quando] eu comecei a trabalhar nesse álbum. Mas quando você diz uma dúzia de sons era tipo, 12 gravações de dois versos.

Então, eram trabalhos em andamento, tipo de uma prévia, assim dizendo?

Certo. Dai o que eu fiz, um monte de material, que eu mudei as produções. Conceitualmente, eu escrevi a mesma música de jeitos diferentes. Era o mesmo conceito de sons, de jeitos diferentes. Eu não conseguiria botar as duas músicas em um album, porque elas passam praticamente a mesma mensagem. Então, eu tive que escolher, qual eu iria mostrar ao público

Mas você não está nos dando material de 2007, certo?

Não é não, mas o a noção do que está sendo veiculada nas músicas real é bem pensada. Quando você compra músicas do Em e do Dre, o tempo que você tem pra ouvir é algo que foi trabalhado por meses; 5-6 meses no mínimo. Eles podem gastar esse tempo todo. Eles não gastam tanto em cada música. Em poderia ter feito material a um ano atrás e botar pra for a agora que iria gerar interesse, pois ele esteve fora por 2 anos. Se você ouvir o Hip-Hop agora, não há muitas coisas de interessante acontecendo. Eu olho para ele [Hip-Hop] e eu nem mesmo vejo – como se ainda pudesse ver com uma perspective de um fã, ou ao menos eu gostaria de pensar que eu ainda posso ver desse jeito, mas não há nenhuma música que me faça sentir tipo “Poxa, eu poderia ter feito essa gravação.” “I Get Money,” é uma gravação que qualquer rapper gostaria de ter feito.

Eu fiz essas gravações porque eu penso que os artistas de Hip-Hop deveriam geralmente desejar ter feito [gravações] ou dito “ Se eu tivesse essa [batida], eu gostaria de me ocupar nela” Na real, pode não ser o que eu estou dizendo, pode ser a produção.
Então não há nenhuma gravação desde Curtis, que você ouviu e gostaria de ter feito?

Não, eu posso passar. Teve música boa que saiu, mas não o suficiente para me fazer tipo “eu gostaria de ter gravado”

Nem mesmo “A Milli”?

Não. Tipo, é uma boa música. Aquele som “A Milli” é uma gravação, mas eu não me identifiquei com ela. Não tinha melodia o suficiente na produção da gravação pra me identificar, porque a gravação era repetitiva “A milli, a milli, a milli.” Não era melodicamente o suficiente para me fazer sentir daquele jeito. Primeiro eu não tinha entendido aquela gravação. Eu não entendi porque as pessoas estavam excitadas com aquilo. Quando um artista tem dinâmica, o público vai dar tudo o que ele represente pra eles, uma tentativa, e o sistema vai apoiar 100%. And if people are conditioned at the moment to feel like what he’s giving is good, they’ll go for it.

Have you ever put any thought into ghost writing hit records for other artists?


Eu não vou liberar mais meu material.

Não é exatamente liberar, tenho certeza que seus serviços não são baratos.

É, mas mesmo se eu tiver um lucro com ele, eu não vou fazer mais. Se não é algo que eu me apaixone e queira estar, eu vou deixar na minha casa. Eu já criei carreiras de pessoas baseadas em eu fazendo isso e eles me deram a bunda para beijar.
Quer dizer The Game?

Isso é coisa do Buck. E o Game não é realmente um problema de verdade, ele não é uma pessoa que eu tenha uma paixão grande, porque eu mau conheço ele. Eu só trabalhei com o Game seis dias, porque eu escrevi tudo que ele usou [no álbum dele] antes de ele chegar lá. Ele estava no estúdio durante 1 ano com o Dre antes de eu chegar lá. Eles tiveram tempo para estabelecer algum tipo de relacionamento.

Tipo você e o Jam Master Jay?

As pessoas perguntam quem foi a pessoa mais influente na minha carreira e digo Jam Master Jay esteve por perto nas minhas fases infantis. Claro que ele tinha o seu ganho pessoal em mente, eu era um artista, eu era um investimento nesse momento. Sem por investimentos em mim, o tempo dele era o maior investimento. Ele esteve perto de mim enquanto I estava aprendendo minhas estruturas de som. Eu poderia rimar.

A lista da G-Unit esteva afundada em um ponto. Agora, parece que você escalou uma volta drástica. Por que?

É como qualquer outra compania que você vê. Você lembra da “No Limit[era uma gravadora]”? Você lembra quantas pessoas faziam parted a “No Limit”? Lembra da Cash Money? Lembra da Death Row? Acontecia antes, não é algo novo. Você tem pessoas que desenvolvem sua própria direção na vida, eles querem ir para espaços diferentes e estar em posições diferentes.

Então, você está pensando em adicionar novos artistas na G-Unit?

Sim, quero dizer, quando você consegue se identificar com o talento de outra pessoa e tenha ganhado credibilidade o bastante por outra compania para conseder-lhe uma posição subsidiária, é claro que eu vou – você sabe, achar a coisa certa.

Nós gostaríamos de pensar assim. É verdade que você está procurando acertar com Cory Gunz?

Bom, você sabe que eu conheço o pai dele há um tempo. Mas eu não pensei em contratá-lo.Yayo decidiu em trabalhar com ele e Ransom na “Shoot A ****** Face Off”, eu acho que ele é um escritor talentoso. Eu não tenho certeza se eles vão comprar a coisa dele se não houver o Yayo ou o Ranso, mas eles pode escrever melhor do que outros artistas. Pense nisso, você tem muitos escritores talentosos por aí. Você tem pessoas que nunca tiveram chances, mas tem. O problema com o Hip-Hop é que eles viram que o ponto é simples, e todos pensam que todos podem fazer, então, quando as pessoas olham para você, eles apenas não aproveitam a elas mesmas. Eles estão assistindo de uma forma crítica

Porque eles sentem como se eles merecessem o lugar.

Certo. É assim que vai. Então, você tem o público geral te dizendo como fazer, quando na verdade, você deveria ser o perito. Eu vendi mais de 36 milhões de gravações, então quem é o perito do caralho? Eu sou o perito.


Traduçao By

João

Nenhum comentário:

Postar um comentário