segunda-feira, 26 de abril de 2010

Hip-Hop, 35 anos: a gente aprendeu olhando



"Break, break, break, legal,
Break, break, break,
Pra pular no carnaval,
Vem cá, neguinho,
Mostra como é que é,
Que a gente se enrosca todo,
Da cabeça até o pé"
("Break, Break" - marchinha de Carvanal do apresentador Chacrinha)
“Cada um procura dar ao corpo uma aparência pastosa, como se fosse possível ficar de pé sem ossos. Quando se jogam no chão e apresentam novos passos, as evoluções assemelham-se à ginga da capoeira, mas sem a violência da prática afro-baiana. Às vezes, eles utilizam a mímica – e aí ficam muito engraçados – para mostrar que estão subindo escadas, pendurados em arames ou empurrando imaginários objetos.” Assim, o jornalista Antonio Mefra, do jornal O Globo, descreve alguns passos da dança que causa impacto nas ruas. O ano é 1984, marco do desenvolvimento político do país e da cultura de rua. O Regime Militar está ruindo, a oposição, os artistas e grande parcela da população participam da Campanha Pelas Diretas Já. Nesse contexto, os sujeitos dessa história não atuam como especialistas em Hip-Hop, são pessoas que amam e música negra e a dança e, dessa forma, traçam as primeiras linhas do que chamamos de movimento. 
 
 
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