segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Negro Em Foco - Excelente Jornalista Joyce Ribeiro



Joyce Ribeiro (São Paulo, 1978) é uma jornalista brasileira.
 Carreira
A jornalista começou sua carreira na televisão em 1998, na Rede Mundial, da LBV, onde atuou como produtora e repórter. Na RIT, teve sua primeira experiência como apresentadora de telejornal.

Em 2002 foi para a Rede Record, onde atuou como repórter e apresentadora no Fala Brasil. Posteriormente, apresentou também um telejornal diário na Record Internacional. Em 2005 foi para o SBT, onde de setembro de 2005 até março de 2006 apresentou a edição matutina do Jornal do SBT, passando a seguir a apresentar a previsão do tempo do extinto SBT São Paulo.
Em 2008, Joyce chegou a integrar a equipe do Aqui Agora.

Atualmente, ela apresenta a previsão do tempo no Jornal do SBT - Manhã e é uma das âncoras do jornalismo do SBT. Costuma substituir Cyntia Benini e Carlos Nascimento, no comando dos telejornais da casa.



A Otima Jornalista Joyce Ribeiro Tambem Ganhou o Trofeu Raça Negra de 2009.



A jornalista Joyce Ribeiro foi a grande vencedora do Troféu Raça Negra na categoria Jornalismo Televisivo, em cerimônia realizada neste domingo em São Paulo. A âncora do SBT/Alterosa concorreu com nomes de peso, como Abel Neto. Zileide Silva, Adriana Couto, Dulcinéia Novaes, Luciana Camargo e João Santos.

A votação para o Troféu Raça Negra foi aberta ao público e é uma das ações que buscam valorizar a luta do negro na sociedade brasileira. Do elenco do SBT, também foram indicados a prêmio o apresentador Netinho de Paula, do programa Show da Gente, Bukassa Kabengele e Janaína Lince, do elenco de Vende-se um Véu de Noiva. 

No ano de 2010 recebeu o prêmio Camélia da Liberdade

Joyce Ribeiro, apresentadora do jornal Boletim de Ocorrências, do SBT, foi escolhida pela ONG Ceap (Centro Articulado de Populações Marginalizadas) para receber o Prêmio Camélia da Liberdade, na categoria Imprensa. De acordo com a ONG, Joyce foi a escolhida por ser a única negra à frente de um telejornal nacional e por valorizar, através de seu trabalho, a capacidade e competência da mulher. “Isso faz com que milhares de jovens e mulheres se vejam e se reconheçam capazes de ocupar cada vez mais espaços na mídia”, diz os responsáveis pela ONG.

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