O projeto promove um diálogo intergeracional, profundo e sensível sobre as experiências de mulheres negras - mais velhas e mais novas - e suas relações com a beleza, com a estética, a ancestralidade, o autocuidado e o empoderamento. 

Nessa conversa que é também uma relação de encontro e acolhimento, as artistas proponentes discutem a construção de suas identidades, questões da autoestima, padrões de beleza, racismo, subjetividade e modos de descolonização e valorização das experiências e das referências negras no Brasil. 

Em relação a ancestralidade, questão racial e beleza, há na proposta uma intenção focada nas dimensões de pertencimento, fortalecimento, aceitação e honra as mulheres antepassadas, considerando a importância de se garantir às futuras gerações produtos culturais que reforcem questões de representatividade e identificação cultural, vinculada às composições e matrizes negras e africanas na diáspora.

Além de narrativas, o projeto conta com a composição de uma trilha sonora exclusiva, produzida pelo MC e Produtor Musical Leopac, que já é bastante conhecido por trabalhos paralelos com alguns artistas como, Paulo Microfonia, Nxrfy, MB2, DJ Sid, Leve entre outros. Projetada para acompanhar os afetos, relatos e histórias mobilizadas na fala de cada participante, as trilhas se destacam com o batismo de nomes femininos africanos, cada uma com um significado especial, e com uma harmonia musical específica para cada momento. Com ritmos que vão do Deep House ao AfroBeat, a essência da música africana se destaca presente a cada minuto que é tocada.



O mini-doc está disponível no canal Poços Curte em Casa (Beleza e Resistência - Caminhos da Ancestralidade) | ASSISTA


1 Diara:


2 Akilah:


3 Makida:

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