sexta-feira, 31 de julho de 2015



Lucas e Orelha é uma dupla pop que acabou de vencer o programa "Superstars", confesso que não é o estilo de musica que eu gosto, porem ele tem uma pegada pop black, agradável de se ouvir, mas eles tem um diferencial a representatividade preta, sinceramente não lembro de um clipe no brasil com tanto preto junto,alem da musica valorizar a beleza preta. A direção ficou por conta do  Kondizilla Parabéns a dupla!




SIDE A:
1.Intro - Kiyah White (B.N.A) 
2. I'm So Sorry - Sen City ft. Lil S&S (Produced By Triple A)   
3. Wait On A Nigga - Hell Rell   
4. I Love Me More - 1 Shot Dealz  
5. Push My Gang - Mel Metrix ft. Sen City   
6. JuDontKnow - T.W.O & Yung Milly   
7. PLUG - Sen City ft. Reef Bucks, 4th Ward Bana & 730, HarlemBaby (Produced By Black The Beast) 
8. We Hustle - Freekey Zekey ft. Lil Wayne, Chad B & Tito Green (Produced By Trigga T)    
9. G.A.N.G - Mirzy & Lavish (Produced By The Beat Plug)   
10. Pistol Ring - Nino Man ft. Styles P (Produced By Nicklez)   
11. Lean On Em - Kadeem King 
12. M.V.P. - T-Rex ft. Budda Bless & Beastie Wally   
13. I'm On A Wave - The Farrow (Produced By DJ Sinatra) 
14. Salt Water - Sen City (Produced By Triple A)
15 .I Know Dat Jim Jones ft. Rico Love 
16. Out Of My Mind - Webstar ft. Deon (Produced By Music Man Ty) 
17. She Got It - Lee Mazin (Produced By Hollywood) 
18. Just Be Good - Duane Darock ft. Faith Evans(Produced By Duane Darock) 
SIDE B:
19. Gangsta Shit - Dave East (Produced By Boogie Blind) 
20. Oakland To Harlem - Philthy Rich ft. Jim Jones & Sen City 
21. Click Click Click - Skibo Deebo ft. Sen City (Produced By Ceasa Beats) 
22. Corner Boy - Trav ft. Jim Jones 
23. Don't Play With Me - Sen City 
24. You Can Tell - Dave East ft. Yung Drugz (Produced For DJ Naim)  
25. Got Damn - Big Shot (Produced By Musikdae) 
26. Wish You Could - Lady H ft. Neek Bucks 
27. Same Nigga - OG Muns (Produced By Young Chop
28. Dope Boy Shit - Ball Greezy ft. Sen City 
29. Patrick Ewing - Strikkly Stakkin (Produced By Chedda Bang) 
30 .How To Get Rich - Chinx (RIOT SQUAD)  
Tracklist
01. Side A
02. Side B



Só Pedrada Musical traz 
DAM-FUNK para DJ set em São Paulo

 
Após trazer Kid Koala e Nightmares On Wax para São Paulo, o Só Pedrada Musical segue com a sua celebração à boa música. No dia 14 de agosto, mais um evento realizado pelo site aporta no Superloft. Diretamente de Los Angeles, DAM-FUNK (Stones Throw) será a grande atração.
Dam-Funk é autoridade do funk moderno. Desde a sua estreia pelo conceituado selo Stones Throw, em 2008, o produtor foi responsável por dar nova cara ao estilo - misturando o G-Funk (estilo que apareceu junto com o Gangsta Rap, na Califórnia, no início dos anos 90) com o Boogie, Electro, R&B e outros gêneros semelhantes originários da década de 80.
DJ, músico, produtor e cantor, Dam-Funk domina os synths e a drum machine com identidade própria conquistando fãs que passam por Snoop Dogg (com quem assinou a série 7 Days Of Funk, em 2013) e Steve Arrington (da banda SLAVE). Colaborou também com nomes que vão de Erykah Badu e Flying Lotus, passando por Animal Collective, Moodyman, Juan Atkins, entre muitos outros.
Além disso, ele integrou - nos últimos anos - os line-ups dos principais festivais do mundo, entre eles o Coachella, SXSW, Glastonbury e Sónar. Prestes a lançar o seu novo álbum, Dam-Funk vem ao Brasil para mostrar suas músicas e influências em um DJ set exclusivo, no Superloft, em São Paulo.
O line-up da noite traz ainda o residente DJ Tamenpi, que convida o DJ Dubstronge a DJ Mari Mats.
Line-up:
DAM-FUNK (dj set) (Stones Throw/EUA)
DJ Tamenpi
DJ Dubstrong
DJ Mari Mats
VJ Micra

Serviço:
Só Pedrada Musical apresenta: Dam-Funk (DJ set)
Local: Superloft
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2926, Pinheiros
Data: 14 de agosto (sexta-feira)
Hora: 23h
Valores: R$30 (1˚ lote) / R$40 (2˚ lote) / R$60 (porta)
Ingressos antecipados: http://www.eventick.com.br/damfunk

 
Dam-Funk na web
DIA 8 DE AGOSTO O MANIFESTO CRESPO PROMOVE OFICINA DE TRANÇAS E TURBANTES NO TEATRO POPULAR SOLANO TRINDADE, EM EMBU DAS ARTES (SP)

Além disso, haverá aula de Maracatu e uma homenagem á Raquel Trindade, fundadora do espaço. As vagas para a participação do público são limitadas, inscrição disponível até 7 de agosto, sexta-feira

São Paulo, 30 de julho de 2015 - O Manifesto Crespo, coletivo independente com atuação na área cultural e educacional, em parceria com a associação União Popular de Mulheres do Campo Limpo, homenageia Raquel Trindade dia 8 de agosto, no Teatro Popular Solano Trindade, fundado por ela, localizado em Embu das Artes, município de São Paulo. Artista plástica, coreógrafa, folclorista, referência em cultura popular e ativista social, ela também é a criadora da Nação Kambinda de Maracatu. As vagas para a participação do público são limitadas, inscrição disponível até 7 de agosto, sexta-feira.
Haverá a roda de conversa ‘Saberes da Tradição e Liderança Feminina’ com representantes das quatro comunidades visitadas no semestre.  Participarão do bate-papo Neide Ribeiro, do Centro Cultural Orùnmilá, em Ribeirão Preto; Vanessa Dias, do Jongo Dito Ribeiro, em Campinas; Jerá Guarani, da aldeia Tenondé Porã, em Parelheiros (SP) e Maria Gabriel do Prado, do Quilombo da Caçandoca, em Ubatuba.   Além disso, acontece a tradicional oficina de trança e turbantes e, em especial, aula e apresentação de Maracatu, ritmo musical, dança e ritual com origem em Pernambuco.
O encontro encerra o ciclo de vivências do projeto itinerante Tecendo e Trançando Arte, que aconteceu entre dezembro de 2014 e julho de 2015. O objetivo é fortalecer a conexão com mulheres líderes em cinco comunidades diferentes, vivenciando suas tradições, forma de organização e experiências políticas.

Raquel Trindade é filha de Solano Trindade, conhecido como ‘O poeta do povo’, e Maria Margarida da Trindade, coreógrafa e terapeuta ocupacional. A origem pernambucana da família é preservada até hoje e expressada em resistência racial, social e cultural. Raquel é uma guardiã de conhecimento e ícone de resistência e liderança feminina.  
  

“Para nós, encerrar esta série de experiências em Embu das Artes e reunir as mulheres que nos receberam no mesmo evento significa coroar nosso projeto e unir forças. Estar no Teatro Solano Trindade, junto com Raquel, responsável por empoderar tantas mulheres negras ao longo de sua caminhada, sem dúvidas, torna nosso encontro ainda mais inspirador”, disse Nina Vieira, 25, designer, fotógrafa e integrante do coletivo. 
Em seu quarto ano de existência, a oficina Tecendo e Trançando Arte já atingiu mais de mil pessoas, maioria de mulheres, em São Paulo e região. Após ser contemplado pelo Prêmio Lélia Gonzalez (Protagonismo de Organizações de Mulheres Negras), lançado em 2014 pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), o coletivo se estruturou para realizar a atividade em locais essenciais para sua linha de pesquisa.

Mais informaçõeshttps://goo.gl/TnRMQV.


Sobre o Manifesto Crespo
O Coletivo Manifesto Crespo é composto pelas educadoras Denna Hill, 31, cantora e psicóloga, Lúcia Udemezue, 30, produtora e socióloga, Nina Vieira, 25, designer e fotógrafa e Thays Quadros, 30, produtora. Com mais de um projeto em andamento, a proposta é focada na discussão sobre como o cabelo crespo pode e deve ser encarado de uma forma criativa, fazendo com que se desmistifique a ideia de que existe cabelo ruim. A partir dessa abordagem, busca reconhecer seu valor e fortalecer a memória e a autoestima de homens e mulheres negros, numa luta pelo resgate de origens – uma vez que o Brasil tem a maior população originária da diáspora africana.  Conheças todos os projetos em http://manifestocrespo.org.



Nesta quinta-feira (30), Makkas (membro do grande grupo de Rap Português “Black Company”) disponibilizou o seu projecto “Rotina” para download gratuito.


Lançado no ano passado (2014), o projecto “Rotina” marca seu o regresso ao movimento. Focado mais para intervenção social, Makkas traz temas como “Desemprego”, onde relata a verdadeira situação de muitos portugueses diante de uma crise que nunca acaba.
Com 11 faixas, o projecto “Rotina” conta com as participações de Kilú, Deco JM / Joi Karyl e LBird, e produções de DJ Zdc e DJ Tayob Juskow.
TrackList:
1 – Intro feat. DJ Tayob Juskow [Prod. DJ Tayob Juskow]

2 – Kem é kem [Prod. DJ Zdc] 
3 – Acordar Hip-Hop feat. Kilú & LaCrau [Prod. DJ Zdc] 
4 – Encruzilhada [Prod. DJ Zdc] 
5 – Problemas feat. Deco JM Joi Karyl [Prod. DJ Zdc] 
6 – Rotina [Prod. DJ Zdc] 
7 – Dois feat. LaCrau [Prod. DJ Zdc] 
8 – Desemprego feat. LBird [Prod. DJ Zdc] 
9 – Dia de merd@ feat. LBird [Prod. DJ Zdc] 
10 – Memórias [Prod. DJ Zdc] 
11 – Outro [Prod. DJ Tayob Juskow] 





quinta-feira, 30 de julho de 2015



Rainha dos reinos do Ndongo (ou Ngola) e de Matamba, Njinga (1583-1663) foi uma guerreira africana que durante quatro décadas tudo fez para poupar o seu povo ao destino cruel da escravatura, generalizada pelos europeus no séc. XVI. Corajosa e decidida, ela era filha do rei Kilwanji e irmã de Mbandi. Este, tendo-se revoltado contra o domínio português em 1618, foi derrotado pelas forças de Luís Mendes de Vasconcelos. O nome de Njinga surge nos registos históricos alguns anos mais tarde, como uma enviada a uma conferência de paz com o governador português de Luanda. Após vários anos de incursões portuguesas para captura de escravos, e entre batalhas intermitentes, Njinga conseguiu negociar um tratado de termos iguais, chegando a converter-se ao cristianismo de forma a fortalecer a confiança entre os dois povos, adoptando o nome português de Ana de Sousa. Determinada a proteger os seus, ajudou a reinserir antigos escravos e formou uma economia que, ao contrário de outras, não dependia do tráfico de pessoas. Njinga faleceu aos 80 anos de idade, admirada e respeitada por Portugal, depois de uma luta corajosa contra a ocupação colonial, em defesa do povo mbundu.
Um filme histórico, com realização do português Sérgio Graciano (conhecido pelas séries "Conta-me como Foi" e "Depois do Adeus"), segundo um argumento de Joana Jorge, que narra o percurso de honra e coragem de uma das mais importantes mulheres africanas da História. Rodado inteiramente em Angola, conta com a participação de Lesliana Pereira, Sílvio Nascimento, Rui Paulo, Joaquim Nicolau e José Fidalgo, entre outros. PÚBLICO



Biografia 



Nzinga viveu durante um período em que o tráfico de escravos africanos e a consolidação do poder dos portugueses na região estavam a crescer rapidamente. Era filha de Nzinga a Mbande Ngola Kiluaje e de Guenguela Cakombe, e irmã do ngola Ngola Mbandi (o régulo de Matamba), que, tendo se revoltado contra o domínio português em 1618, foi derrotado pelas forças sob o comando de Luís Mendes de Vasconcelos. O seu nome surge nos registos históricos três anos mais tarde, como uma enviada de seu irmão, numa conferência de paz com o governador português de Luanda. Após anos de incursões portuguesas para capturar escravos, e entre batalhas intermitentes, Nzinga negociou um tratado de termos iguais, converteu-se ao cristianismo para fortalecer o tratado e adoptou o nome português de dona Ana de Sousa.

No ano subsequente, entretanto, reiniciaram-se as hostilidades. Dois motivos alternativos costumam ser apontados:

Ngola Mbandi teria se revoltado novamente, fazendo grandes ofensas aos portugueses e derrotando as tropas do governador português João Correia de Sousa em 1621. Dona Ana, entretanto, teria permanecido fiel aos portugueses, a quem teria auxiliado por vingança ao assassinato, pelo irmão, de um filho seu. Tendo envenenado o irmão, sucedeu-lhe no poder.


tendo os termos do tratado sido rompidos por Portugal, dona Ana pediu a seu irmão para interceder e lutar contra a invasão portuguesa. Diante da recusa de seu irmão, Nzinga, pessoalmente, formou uma aliança com o povo Jaga, desposando o seu chefe e, subsequentemente, conquistando o reino de Matamba. Ganhou notoriedade durante a guerra por liderar pessoalmente as suas tropas e por ter proibido as suas tropas de a tratarem como "Rainha", preferindo que se dirigissem a ela como "Rei". Em 1635, encontrava-se disponível para formar uma coligação com os reinos do Congo, Kassanje, Dembos e Kissama.
Como soberana, rompeu os compromissos com Portugal, abandonando a religião católica e praticando uma série de violências não só contra os portugueses, mas também contra as populações tributárias de Portugal na região. O governador de Angola, Fernão de Sousa, moveu-lhe guerra exemplar, derrotando-a em batalha em que lhe matou muita gente e aprisionando-lhe duas irmãs, Cambe e Funge. Estas foram trazidas para Luanda e batizadas, respectivamente com os nomes de Bárbara e Engrácia, tendo retornado, em 1623, para Matamba.

A rainha manteve-se em paz por quase duas décadas até que, diante do plano de conquista de Angola por forças da Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais, percebeu uma nova oportunidade de resistir. Traída eventualmente pelos Jagas, formou uma aliança com os holandeses que à época ocupavam boa parte da Região Nordeste do Brasil. Com o auxílio das forças de Nzinga, os holandeses conseguiram ocupar Luanda, de 1641 a 1648.

Em Janeiro de 1647, Gaspar Borges de Madureira derrotou as forças de Nzinga, aprisionando sua irmã, dona Bárbara. Com a reconquista definitiva de Angola pelas forças portuguesas de Salvador Correia de Sá e Benevides, retirou-se para Matamba, onde continuou a resistir.

Em 1657, um grupo de missionários capuchinhos italianos convenceram-na a retornar à fé católica, e, então, o governador de Angola, Luís Martins de Sousa Chichorro, restituiu-lhe a irmã, que ainda era mantida cativa.

Em 1659, dona Ana assinou um novo tratado de paz com Portugal. Ajudou a reinserir antigos escravos e formou uma economia que ao contrário de outras no continente, não dependia do tráfico de escravos. Dona Ana faleceu de forma pacífica aos oitenta anos de idade, como uma figura admirada e respeitada por Portugal.



Após a sua morte, 7 000 soldados da rainha Ginga foram levados para o Brasil e vendidos como escravos. Os portugueses passaram a controlar a área em 1671. Em certas áreas, Portugal não obteve controle total até o século XX, principalmente devido ao seu tipo de colonização, centrado no litoral.

No Brasil, o nome da rainha Ginga é referido em vários folguedos da Festa de Reis dos negros do Rosário, onde reis de congo católicos lutam contra reis que não aceitam o cristianismo.

Dona Ana de Sousa possuía muitas variações do seu nome que, em alguns casos, eram completamente distintos. Entre eles, mas não apenas, registam-se: rainha Nzinga, Nzinga I, rainha Nzinga Ndongo, Nzinga Mbandi, Nzinga Mbande, Jinga, Singa, Zhinga, Ginga, Ana Nzinga, Ngola Nzinga, Nzinga de Matamba, rainha Nzingha de Ndongo, Ann Nzingha, Nxingha e Mbande Ana Nzingha.

Ações do projeto fecham 2014 com novas parcerias e iniciam 2015 com coletânea
por Lâmia Brito, MC Sant, Aline Pereira e Ana Clara

Nascido da junção das palavras Livro e Levar, o projeto remete à ideia de expandir o Conhecimento, um dos cinco elementos da cultura HIP HOP, juntamente com o MC, o DJ, o Graffiti e o Break.  A ação distribui livros em shows do MC Marechal e MC Sant, também dando visibilidade a seus autores. Isso é possível porque escritores independentes, editoras e outras pessoas interessadas doam esse material, que são arrecadados e distribuídos em diversas cidades pelo país.
Estas ações só foram possíveis por causa das parcerias com pessoas e projetos incríveis que nos ajudaram a manter um saldo positivo de livros de literatura tradicional e principalmente independente.

 
Em 2014 estivemos presente em 20 shows, percorrendo várias cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Brasília. 
Além dessas apresentações, também marcamos presença em todas as edições da Batalha do Conhecimento, que aconteceram no Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR), no Campo de São Bento, em Niterói, e no 3º Niterói Skate Downhill, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC). MC Sant e MC Kayuáencabeçaram o projeto HIP HOP nas Escolas, que também distribuiu livros pelas escolas públicas do Rio de Janeiro por onde passaram. 
Projeto Praga e o Programa Ninguém Lê estiveram juntos conosco durante o ano todo e também na construção do sarau durante uma das edições da Batalha do Conhecimento e alguns escritores como Nuno DV, Rôssi Alves, Ivson Reis Chapuis e Gilberto Yoshinaga doaram seus livros e se fizeram presentes sempre que puderam nos shows.
Coleção Literária Besouro nos doou um grande acervo de livros com temáticas afro-brasileiras e foi amplamente distribuído em todas as nossas apresentações, assim como a Editora Capão Redondo que também doou uma parte da tiragem do livro de histórias em quadrinhos “Servo dos Servos”, um ótimo trabalho da galera do Quebrada HQ
Admiradores do trabalho do selo #VVAR e do Projeto Livrar fizeram questão de doar livros para nossas ações: Micha Nunes e Hamilton Gomes de São Paulo, Clara Barbieri e Sarah Andrade do Rio de Janeiro chegaram junto e fizeram com que elas acontecessem. Os DJ’s Saddam e Saci, ambos do Rio de Janeiro, também ajudaram a aumentar o nosso acervo e assim distribuirmos cada vez mais livros.
Fechamos o ano de 2014 com mais de dois mil livros arrecadados, e, o mais importante, mais de 40 ações do Projeto Livrar pelo Brasil para um público que reconhece a importância da leitura dentro do HIP HOP.
PROJETO LIVRAR NA BATALHA DO CONHECIMENTO
O Projeto Livrar na Batalha do Conhecimento é uma grande conquista.
Somente em 2014, foram distribuídos mais de 400 livros para um público cheio de expectativas e de todas as idades. 
Diretamente das mãos do MC Marechal e do MC Sant para as mãos de um novo leitor - cada um dos livros doados parecia mais do que um presente.
Para mais informações sobre as ações do Projeto Livrar, autores, como colaborar, etc. entre em nosso sitewww.projetolivrar.com.br ou nossa página do Facebook www.facebook.com/projetolivrar. Você ainda pode entrar em contato conosco através do email projetolivrar@gmail.com
“Acho que tem uma parada muito louca que a gente precisa discutir: uma é a escravidão e outra é o modus-operandis da escravidão que está presente até o dia de hoje na realidade brasileira. Uma pessoa te remunerar por um serviço, não significa que em instância alguma aquela pessoa é dona de você.” A fala do rapper Emicida na abertura do documentário Boa Esperança, que o artista acaba de lançar no seu canal no Youtube, serve como sinopse perfeita tanto para o filme, como para a situação de muitos empregados, e não apenas domésticos, no Brasil.
Com 12 minutos de duração, o documentário, dirigido por Kátia Lund e João Wainer, mostra os bastidores da produção do vídeo clipe da música Boa Esperança, lançado no final de junho, e que trata da revolta de um grupo de empregadas domésticas contra os patrões, durante um banquete na casa onde trabalhavam.
Emicida

As críticas ao vídeo e a música vêm exatamente deste lado da sociedade,de gente que sabe no fundo o quão privilegiada é por ser branca e com dinheiro e ignora todo este entorno de ódio e caos ao seu redor.

O documentário é mais uma pancada em quem se surpreendeu com a narrativa do vídeo clipe, que aliás já caiu como uma bomba no mundo de quem não enxerga a profunda divisão racial que existe no Brasil. Além de imagens do making-off do clipe, entrevistas gravadas com empregadas domésticas reais desvelam, num tom indignado e ao mesmo tempo simples, a concretude das humilhações apresentadas no clipe da música.
“Em muitos lugares em que eu trabalhei a gente não podia comer, ali na Pacaembu mesmo, ali tinha lugar da casa onde a gente não podia andar…Isso é normal, na casa do povo muito rico”, conta Divina Cunha, sobre o tratamento recebido quando trabalhava em casas da família de bairros nobres da capital paulista, como Higienópolis e Pacaembu.
Em entrevista para PonteEmicida diz que Boa Esperança é para o Brasil como um todo e que a ficção do clipe assusta por mostrar uma bomba-relógio, mas que ninguém sabe a hora que vai explodir. Ou, como ele diz, e forma precisa na música: “Aguarde cenas no próximo episódio. Cês diz que nosso pau é grande. Espera até ver nosso ódio.”

CONFIRA A ENTREVISTA AQUI E O DOCUMENTÁRIO ABAIXO






Pra quem ainda não sabe no dia 7 de agosto o rappper estadunidense Talib Kweli vai se apresentar em São Paulo, mas hoje em sua pagina oficial o grupo paulista Haikaiss anuncia que o rapper os chamou para uma parceria.

E ai curtiu..?? veja a declaração.

MUITA HONRA: O rapper  Talib Kweli, parceiro de nomes como Kanye West, Mos Def Official e Madlib, vem ao Brasil e...
Posted by Haikaiss on Quinta, 30 de julho de 2015

quarta-feira, 29 de julho de 2015



Ativistas do movimento negro usaram versos de uma moderna canção de rap como hino para se manifestarem contra a polícia durante o último domingo, 26, na cidade de Cleveland, nos Estados Unidos.
Os membros do grupo Black Lives Matter participavam de conferência em uma universidade local quando viram soldados da polícia prendendo um garoto de 14 anos que, supostamente, estaria sob efeito de drogas dentro de um ônibus.
Os protestantes bloquearam a rua e passaram a cantar o refrão de “Alright”, faixa do álbumTo Pimp a Butterfly, de Kendrick Lamar: “We gonna be alright [tudo vai ficar bem]". Os policiais usaram spray de pimenta para dispersar o grupo.
Veja:
Segundo o canal de televisão ABC, a criança foi levada para uma unidade de emergência e, em seguida, liberada para a custódia da mãe.
Assista ao clipe de “Alright:
Bastante elogiado pelo socialmente engajado e musicalmente complexo To Pimp a Butterfly, Kendrick Lamar foi nomeado em maio deste ano, pelo senador da Califórnia Isadore Hall III, com o 35° Prêmio Ícone da Geração do Senado Distrital.
No início de julho, ele lançou uma linha de tênis para promover a paz entre duas violentas gangues de Los Angeles, cidade em que o rapper cresceu. 

Fonte:RollingStone

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