sábado, 28 de fevereiro de 2015

O Mapa do Rap é uma publicação do Festival Reviva Rap que tem como objetivos compartilhar informações de grupos de Rap para produtores e outros artistas, aumentando a rede e contatos. A 3a edição do Mapa do Rap conta também com um guia de produção cultural com discas para os grupos de rap e também um breve histórico de atuação de 5 anos do Festival Reviva Rap.
lançamento do mapa conta com a Distribuição gratuita do Mapa e shows de Mc Cemporcento, Odisseia das Flores, DNA de Vagabundo, Parabola, D’origem e DJ DaGoma.

Acesse aqui e baixe os Mapas do Rap de 2010 e 2011

O rapper e produtor do ABC paulista o Policeno,acaba de lançar o Webclipe "Negros", nesta musica o rapper faz vários questionamento, sobre o preconceito e a dificuldade do povo preto e seus descendentes..





No começo dos anos 80, a região do Capão Redondo era conhecida como a mais violenta do mundo. O título era respaldado pelos altos índices de criminalidade e pelos pouquíssimos investimentos em infraestrutura e educação.  Para as crianças do bairro, e eu era uma delas, o Capão tinha seus riscos e seus encantos. 

 Na rua de cima, tinha um campinho de futebol onde a garotada se reunia nos finais de semana. Lá também tinha uma casa onde um jovem negro com problemas psicológicos vivia acorrentado numa garagem. Ele ficava nu, berrava e uivava alto quando alguém passava perto do portão. Era uma cena forte que causava uma mistura de medo, pena e curiosidade nos garotos do bairro. Às vezes escapava para a rua, descia a viela que dava para a minha rua e assustava todo mundo.  

Nos fundos da casa onde vivia o rapaz surtado, morava um garoto chamado Djalma, que anos mais tarde seria um dos principais responsáveis pela consolidação do hip-hop brasileiro a frente do grupo Trilha Sonora do Gueto. 

Entre a infância na vizinhança pobre do Capão e o sucesso no rap, a vida do Djalma teve muitas emoções e reviravolltas, algumas delas viraram letras de música.  Revolta, assalto a banco, sete anos de prisão, rap, religião, faculdade de Direito, são alguns dos assuntos que estarão presentes no livro "Assaltante de Banco Vira Rapper e Advogado", escrito com o Henrique Balseiros. Em abril, chega às lojas o disco "Du Lixu au Luxu", novo trabalho do Trilha Sonora do Gueto, é o primeiro álbum de inéditas desde 2008.

Não é fácil entrevistar o Djalma Rios, mais conhecido como Kascão T$G. Avesso à mídia ele prefere manter certa distância e vê com desconfiança os meios de comunicação. Informalmente, conversei com ele algumas vezes ao longo dos últimos anos. E agora chegou a hora de fazer uma entrevista. 



Dando continuidade a ideia de fusão do projeto "Bambas Dois", no qual Dada Yute e o produtor musical Gustah fazem parte, a música "Ganja Lips Woman" segue estas características quando mistura o reggae tradicional com as batidas dos tambores afro-brasileiros, representados fortemente pelos toques baianos. Somada às melodias e harmonias vocais de Dada Yute, "Ganja Lips Woman" aborda com romantismo e ousadia os temas "ganja" e "mulher", tudo com uma vibe pra cima e repleta de groove. 

O videoclipe foi concebido através da união entre o produtor musical Gustah e a produtora Avnove (AV9), que utilizaram um material cinematográfico de altíssima qualidade com direção de Alexandre Viana.



Ganja Lips Woman
Letra , Arranjo Vocal & Backing Vocals : Dada Yute

Produção & Direção Musical
Gustah EchoSound

Baixo : Danilo Ras Tael 
Guitarra : Ras Fernando Alves 
Teclas : Lucas Frugoli
Progamaçoes & Percussão: Fabricio Jah Fayah 
Programaçoes & Sample: Gustah 

Gravação , Mixagem & Master 
Red I Station

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015



“Pra Chega” é o novo trabalho da dupla de Uberaba-MG TOI e DJ Nene, que conta com participação especial da cantora Daniela Daia no refrão, que atualmente trabalha com musica na Irlanda.

A produção ficou por conta do beatmaker Skeeter que já trabalhou com artistas como Emicida, Projota, Rashid, Lívia Cruz, Síntese e vários outros. Filmado e editado pelo estúdio Alex Pacheco, um dos melhores de Uberaba e região, “Pra Chegar” é a faixa de trabalho do novo Ep do grupo que será lançado em março e leva o mesmo nome do som.
Não deixe de conferir esse trabalho desse dupla que á tem um tempo na cena e cada vez mais vem ganhando espaço no cenário nacional fazendo show por várias cidades e estados.



Primeiro videoclipe dos artistas Marvin Pires e Delatorvi, cada um em seu seguimento unificados em uma única música: sobre empoderamento da mulher negra. 
Marvin Pires canta R&B e tentou repassar no refrão o conforto para as mulheres negras e crespas, que são cada vez mais "combatidas" com a "moda europa" que o nosso país insiste em impor na cabeça as pessoas. Onde a "era das chapinhas" predomina como padrão de beleza, nos versos de Delatorvi esse padrão europeu é contestado em forma de opinião e visão sobre o que é beleza feminina para ele: A originalidade. O "ser", então #DeixaSeuCabeloAssim, sem opressão de imagem. As pretas devem (e podem) sim, manter sua raiz.  Todo respeito as mulheres negras, que sobrevivem em meio ao machismo diário, o racismo diário, o preconceito diário e ainda tem sua beleza contestada com termos ridículos como "cabelo duro", "cabelo ruim", e perguntas ridículas como"você lava?", "dá trabalho isso aí?", "porque vc não alisa?". Enfim, salve a todas pretas do Brasil, que sobrevivem e acima de tudo: São maravilhosas. 

A música conta com a produção de Breno Gonçalves e edição de Bob Bastos.



Páginas : https://www.facebook.com/marvin.pires.3 (Marvin Pires)
                https://www.facebook.com/delatorvimc (Delatorvi)


Aras Muzic é membro do grupo Papoites King Boys, CEO e fundador da label Pkumbo Music Group ou Pkumbo Records, foi para Portugal com 10 anos, com 13 anos pertenceu ao grupo "Fulldogg",infelizmente ou felizmente o grupo acabou, em 2009 formou o grupo Papoites King Boys com o Young Weeza, actual Weeza, o grupo na altura chamava-se apenas Papoites, depois em 2010 entraram o DJovem e o Luzi Poo e ficaram Papoites King Boys, ainda em 2010 os Papoites e o Regulo Dogzilla, actual Mussa The Messiah formaram a Pkumbo, pois queriam divulgar outros artistas, ou melhor com o pouco que tinham, ajudar pessoas que também gostam de fazer musica, com amor e dedicação.

Nc (Nossas Cenas) : Aras Muzic com quantos anos começou a fazer Rap?

Aras Muzic13 anos de idade, mas ainda era aquela de querer imitar outros rappers e tal...

NcPorquê o estilo  Rap, ou seja com tantos outros estilos por ai porquê o Rap?

Aras Muzic: Rap porque é onde me sinto bem, porque eu antes de estar propriamente no Rap, já estava na cultura Hip-Hop, porque já “dançava”, então nessa de estar no movimento, tive um acontecimento infeliz com uma “Mboa” "mambos de putos" e quis expor aquilo numa letra, então o Rap veio como meu diário, assim dizendo. Então tento  fazer Rap sempre que vejo algo, sobre a sociedade ou mesmo a minha vida, meter nas letras, desabafar, criticar, falar sobre… Etc.

Nc: Primeiramente o Rap era visto como uma forma, digamos de “vandalismo” (...) e com o passar do tempo passou a ter mais “aceitação”. Como achas que está o Rap neste momento (...) Ja deixou a fase Critica?

Aras Muzic: Melhorou "bastante""bastante" mesmo, mas ainda temos "a sociedade" muito que evoluir, porque ainda há aquela descriminação, que o Rap é feito por bandidos, marginais, principalmente na faixa etária dos 30 pra cima.
porque se tu reparares o Rap é um dos estilos que os radialistas passam menos nas rádios.

Nc: Tocando um pouco na "separação" (…) qual é o teu ponto de vista acerca das vertentes "Underground e Mainstream/Comercial" o que tu achas acerca disso?

Aras Muzic: Em primeiro lugar eu não critico quem diz-se ser "underground" ou "Mainstream/Comercial", cada músico, ou artista é livre de fazer o que quer e bem apetecer, eu simplesmente acho que underground é aquele artista que não está no mainstream, porque normalmente as pessoas falam e não sabem é que o“mainstream” é quando um artista está ao alcance de um grande público o contrario de “underground”.
Agora, digo que não acho correcto aqueles rappers que só fazem músicas para vender, estão mais importados propriamente no lucro, e não na música, que é uma arte muito bela, e quando é feita com esses pensamento acho que mata a beleza dela.
NcE o que difere um “Underground" de um "Comercial” (...) para além do alcance do Público, Será também o conteúdo das músicas, as mensagens que os "underground" Transmitem (...) Ou a agressividade e o Ritmo dosBeats ?
Aras Muzic: Sim isso ai difere muito, normalmente no Underground as "líricas" são mais pesadas, transmitem ideias que o público em geral não apoia, ou não é muito usual ouvirem, ideias contra o regime politico que está no poder, por exemplo, entre outras, e os beats estão ligados as líricas, por isso também tem que ser agressivo, para transmitirem a mensagem pretendida, e o que me deixa feliz é quando vejo rappers dounderground tornarem-se "mainstream", mas não "comerciais"!
Nc: O que procuras passar ao pessoal com a tua música?
Aras Muzic:  Espero continuar a passar a mesma mensagem que passo agora, mas mais amadurecida!
Nc: E em Termos de Mc’s quais são os que te influenciam e que te motivam a continuar a “Rappar
Aras Muzic: Em termos de influências eu podia falar o que todos rappers dizem para aparecer bem na “foto”, “Notorious BIG”, “Tupac”, ou algo do género, realmente eles foram grandes rappers, artistas, que respeito muito, mas não posso dizer que me influenciu neles, pois eu já sou doutra geração, sou mais da geração de um “Nga”, de um “Kanye West”, de um “Kendrick Lamar”, de um “Dji Tafinha”, de um “Jimmy P”, de um“Ready Neutro”“Lil Wayne”, entre outros, poucos que respeito, esses sim são artistas que me influenciam, ou melhor me fazem querer acreditar que é possível, que com a dedicação, esforço e trabalho é possível chegar lá!.

NcAras Muzic tem 3 mixtapes com o seu grupo, uma mixtape a solo e a mais recente "Outro Lado de Jovens Promessas" com o membro mais novo da PkumboPepe Ferreira.

Aras Muzic: Ainda este ano de 2013 nos PKB, estamos a pensar em lançar a nossa 4º mixtape, intitulada como"O Impossível é Alcançável 2", e mais tarde um álbum se Deus quiser e houver investidores!

Narrado Por: Aras Muzic
Editado: Yamero Santchez 


Depois Da Faixa SÓ UM COXITO o rapper angolano Elias Carter Mc, volta a atacar a net com a sua mais recente faixa REI CARTER, faixa extraída da Mixtape Século XX & Carter lançada no ultimo dia 30 de Setembro de 2014. Elias Carter CEO da Young Busines, membro da RN Crew , Caixa Forte e Free Hands Rappes, tem sido o rapper mais destacado nos últimos tempos na Nova Escola Angolana.



B.M.C.K.M - Raiz Cravada (2015) [EP] 

01. Introlúdio
02. Crianças Do Mundo [prod. BASE Mc]
03. O Grande Mestre (part. DW) [prod. DW Beats]
04. Um Momento (part. Malik) [prod. BMCKM]
05. Segredos (part. Dhado Silva) [prod. Emigrante MUSIC]
06. Entrelúdio
07. O Coração Quer Saber / Destino (Swing Rap Soul) [prod. SRS]
08. Eu Quero Tudo (Swing Rap Soul) [prod. SRS]
09. Change Your Mind (Swing Rap Soul) [prod. SRS]
10. Tudo Vai (Swing Rap Soul) [prod. Kleber Milo]

Gravado, Mixado e Masterizado no RefugiAudio-Estúdio por: BASE Mc
Direção Executiva e Artística: BMCKM
Desenhado por: João [SP Jungle]
Arte Da Capa e Design por: BMCKM





Contatos: (11) 98404-4100 (11) 98501-2925 tim | 97354-7067 vivo
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Em vinil, ‘Momento Bom’ de Kaion retoma os bailes de música negra no Brasil
Artista mescla instrumentos analógicos e digitais e passeia por diferentes ritmos da Black music
Para completar 20 anos de carreira, Kaion lança em vinil o disco “Momento Bom”, com tiragem limitada. No melhor momento da sua própria música, o álbum que tem participações de diferentes músicos da soul music e do rap é o significado do próprio título para o artista. Neste sábado (28), o artista faz um show durante o aniversário de Tio Fresh, que participa do álbum. Já no dia 15 de março, Kaion é convidado de um evento que homenageia as mulheres no Centro Cultural da Juventude (CCJ), em São Paulo.
O LP em vinil chega com 7 faixas e passeia por diferentes estilos e ritmos da música negra, mesclando instrumentos analógicos e digitais.
Investi no vinil porque é algo que quase ninguém mais faz, mas é um objeto que valoriza a música, a qualidade e os bons tempos do soul”, disse.
O destaque fica por conta da faixa “Uma paixão”, releitura da música “Samurai” de Djavan, onde Kaion divide os vocais com Emicida e Dj Hum.
Um dos grandes destaques do disco é a faixa “Uma paixão”, remake autorizado que usa como musica incidental a canção “Samurai”, sucesso de Djavan. Kaion divide os vocais com o rapper Emicida e Dj Hum.
Já a faixa “O seu caminho” traz a participação do rapper “Tio Fresh”, que também flerta com o saudosismo dos bailes black da década de 1970. Na sequência, as canções “Você me faz bem” e “Um novo diz chegou” trazem o neosul/ R&B característicos da marca de Kaion, com beats pulsantes.
Já a “Momento Bom”, faixa-titulo do álbum chega no clima acid jazz e é acompanhada pelo samba rock da música “Querendo te encontrar”, que já é sucesso nas festas do gênero. Por último, a faixa “Viver sem Você” tem a timbragem calibrada no melhor smooth soul da década de 1970 e traz Tony Bizaaro, um dos ícones da cena brasileira do período.
Com o repertório repleto de canções da música negra e vocais agradáveis, Kaion retoma os bailes blacks no Brasil e tem uma agenda que passa pelas unidades do Sesc e Fábricas de Cultura da capital paulista.

Com 20 anos de carreira, Kaion aposta na versatilidade

Maduro, o cantor formado pela Faculdade Paulista de Artes está envolvido com a música desde os 7 anos e resgata a musicalidade brasileira por meio das influências da raiz da música negra, proporcionando bons momentos aos ouvintes, dando continuidade à boa música dos anos 1970 feita por Tim Maia, Carlos Da Fé e Simonal.
A atualização musical se dá pela mistura de ritmos contemporâneos e a tecnologia digital. Nesta nova fase, o músico prepara o programa “Kaion Convida”, onde pretende regravar, em estúdio, músicas com artistas de diferentes linguagens, proporcionando um intercâmbio entre vários estilos e dispondo ao público uma nova opção de entretenimento.
Na história de vida, Kaion lembra que o gosto pelo soul foi herdado da mãe, ao lado de quem cresceu ouvindo Marvin Gaye e a banda Earth In The Fire. Já o pai, compositor de sucesso passou ao filho a musicalidade necessária para que ele assumisse o gosto pelas raízes da música negra e incluísse ainda o romantismo em seu repertório.

Serviço – O evento do dia 28 de fevereiro acontece no Morato Show Bar, localizado a Avenida Professor Francisco Morato, 3693, em São Paulo, a partir das 19h. Já o show do dia 15 de março acontece no Centro Cultura da Juventude (CCJ), ao lado do Terminal Vila Nova Cachoeirinha, na zona Norte da cidade, das 13h às 19h.