terça-feira, 16 de julho de 2019

Foto: Paulo Pereira


“Eu e ela: visita à Carolina de Jesus” volta a Funarte (Alameda Nothmann 1058, Campos Elíseos, SP) em nova temporada após sucesso de público. O espetáculo fica em cartaz de 19 de julho a 10 de agosto de 2019, as sextas e sábados às 19h e domingos às 18h. Com texto e atuação da atriz Dirce Thomaz e concepção da Invasores Companhia Experimental de Teatro Negro, a peça expressa um discurso duro, mas ao mesmo tempo lírico, que personifica de forma visceral a mulher que foi Carolina de Jesus, escritora que em 1960 lançou o livro “Quarto de despejo”, obra que registrava a vida precária da favela. A obra foi publicada e traduzida em mais de 40 países. Carolina foi uma poeta e compositora que narrou a periferia, as questões feministas e sociais em uma época de tabus, principalmente, para uma favelada, catadora de papéis, mãe solteira e negra.

O espetáculo traz uma nova dimensão da personalidade de Carolina e leva o público a momentos de pura poesia, ao misturar o real com o ficcional. O texto da peça baseia-se O texto é baseado na obra “Quarto de Despejo” e dos trabalhos desenvolvidos com o Projeto “Ancestral e o Contemporâneo nas Escolas”, coordenado pela Dra Monica do Amaral da Faculdade de Educação da USP. Foram mais de 27 eventos entre palestras, performances e workshop antes de se chegar ao resultado do espetáculo. “Eu e Ela” apresenta uma Carolina em toda sua diversidade artística, política e social, desde sua migração de Minas Gerais para São Paulo, onde o gosto pela escrita se desenvolveu em sua plenitude, resultando em uma forma de expressão e inspiração que brotava de seu cotidiano e sua vivência pessoal.

Foto: Paulo Pereira

“Eu e Ela: visita à Carolina de Jesus” tem narração em terceira pessoa e impacta o espectador com uma Carolina que estava à vanguarda de seu tempo, tanto nas questões políticas do país e do mundo, que ela entendia muito bem, como nas indagações sociais, onde era sempre crítica às condições como o povo vivia em seu entorno, num período conturbado no cenário nacional, em que o acesso à moradia, à alimentação e ao trabalho, tal como hoje, era privilégio de poucos.

Mais sobre Carolina

Carolina Maria de Jesus Nasceu em 1914 na cidade de Sacramento, Minas Gerais. Catadora de papel, mãe solteira e praticamente a única a ser alfabetizada no lugar onde morava, ela começou a escrever no final de 1939, concentrando-se nos versos. Em 1947, sem emprego e grávida aos 33 anos, foi obrigada a seguir para a comunidade do Canindé, onde começou a registrar o seu cotidiano e de seus vizinhos. Em 1958, Audálio Dantas a conhece durante uma reportagem sobre a favela para a "Folha da Manhã" e decide publicar um de seus cadernos, com o título de "Quarto de despejo", que logo se tornou um sucesso editorial. Carolina de Jesus foi tema de reportagens de revistas “Time”, “Life”, “Paris Match” e do jornal “Le Monde”. O dinheiro dos direitos autorais a possibilitou deixar a casa improvisada na favela, embora sem nunca mudar sua situação financeira.

Quem é Dirce Thomaz

Diretora e Dramaturga há vinte e quatro anos, Arte-Educadora há dezessete anos e atriz há mais de trinta anos, a trajetória de Dirce é marcada por participações em diversos projetos de teatro, de cinema e de várias outras linguagens artísticas. É presidente fundadora do Centro de Desenvolvimento Cultural e Social do Negro Maria Thomazia de Jesus e da Invasores Companhia Experimental de Teatro Negro.

FICHA TÉCNICA

Direção, Criação, Interpretação, Trilha Sonora, Figurino e Adereços: Dirce Thomaz Preparação Corporal, Trilha Sonora e assistente de produção: Marco Xavier Preparação Vocal: Eric D’Ávilla Coreografia: Juçara Amaral Designer de Luz: Décio Filho Operador de luz: Elizeu Kouyate Percussão e Catálogo: Valdenor Silva dos Santos Vídeo Maker: Daniel Garnet Operador de som e vídeo: Leandro Lago Roteiro de Trilha e Projeção: Cleber Colombo Criação do Instagram: Edna Lázaro Arte e Designer: Ovídio Oriax e Victor Carbone Catálogo: Mestre Valdenor Divulgadores: Geraldo, Mário, Ulyce W. Z e Edna Lázaro

Assessoria de Cenografia e Técnica: Fredo Peixoto Assessoria de Imprensa: Lau Francisco – 7 Fronteiras Comunicação Gravurista: Henrique Camargo Fotos: Paulo Pereira Assessoria de Produção, Comunicação e Preparação de Texto: Andresa Reis Equipe de apoio: Edna Ferri, Emília Ribeiro, Rosana Ribeiro, Victor Carnone e Vilma Warner Concepção: Invasores Companhia Experimental de Teatro Negro Texto e atuação: Dirce Thomaz

Serviço

Espetáculo: Eu e Ela: visita à Carolina de Jesus Data: 19 de julho a 10 de agosto de 2019 Dias: Sexta e sábado às 19h e domingos às 18h. Na última semana do espetáculo será quinta (8), sexta (9) e sábado (10) Preço: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada) Tempo de duração: 55 minutos Classificação: Livre Local: Funarte – Alameda Nothmann, 1058, Campos Eliseos, Sala Arquimedes Ribeiro
Foto: Karú Martins


“Rime como uma garota: Soul Di Rua e Puta Peita lançam collab com o projeto Rima Dela, uma homenagem as minas do rap e do slam’’

Dar voz às mulheres e oferecer ferramentas que proporcionem diálogo e embate - já que a luta contra o racismo, machismo, LGBTfobia, xenofobia, entre outras opressões é diária - é o objetivo da PEITA. Em julho a marca protesto lança a frase “Rime como uma garota”, onde parte da produção já está sendo usada para apoiar e incentivar projetos como o “Slam das Gurias CWB” e o Rima Dela, em São Paulo.

As duas iniciativas, como 98% das parcerias da marca-protesto, são encabeçadas por mulheres para divulgar o trabalho de outras mulheres. O slam é uma competição de poesia falada que não só reinventa a forma de divulgar poemas, como também ocupa espaços públicos. No caso do Slam das Gurias CWB, o evento acontece todo primeiro domingo do mês no prédio da Reitoria da UFPR e nasceu no dia 8 de março de 2019 durantes as ações do Dia Internacional da Mulher. As organizadoras Jaqueline Mancebo e Gabriela Carneiro sentiam que muitas mulheres tinham vergonha de participar das batalhas abertas devido ao machismo presente na cena e resolveram criar um só pras manas. “No Slam das Gurias o palco é delas, mas a platéia é de todes”, exemplifica Gabi.

Já o projeto Rima Dela é um espaço onde as mulheres podem falar abertamente sobre suas vivências dentro da cultura, seus trabalhos e dificuldades que enfrentam diariamente. O canal Soul Di Rua produz entrevistas, videoclipes e cyphers organizados com novos e velhos nomes da cena como Mel Duarte, Sara Donato, Bianca Hoffmann, Bia D’oxum e Brisa Flow. “Nossa idéia desde o início sempre foi misturar, poder mostrar minas que já estavam no corre fazendo rap há muito tempo e mesmo assim não tinham tanta visibilidade, justamente por o hip hop se tratar de um movimento completamente formado por homens, e trazer novos nomes, apresentar minas que estão começando, são muito boas rimando, cantando, fazendo freestyle, mas não tem espaço para mostrar seu trabalho”, explica Becca Vilaça .

A idealizadora do Soul di Rua, coletivo de comunicação que deu vida ao Rima Dela reforça que “o rap é completamente machista, mas a luta feminina dentro dele tem tomando uma proporção maior a cada dia. Ainda existe aquele cara que não aceita uma mulher sendo a artista principal, não aceita abrir show pra mulher, na produção não gosta de receber ordem de uma mulher liderando. Eles ainda não entenderam que todo nossa luta, em diversos fatores, não é à toa. A gente vem crescendo, está se fortalecendo até ocupar e conquistar o que é nosso por direito”.

Foto: Karú Martins
Para a organizadora do Slam das Gurias, Gabriela, é muito importante que mulheres ocupem todos os espaços, só nós podemos falar por nós. “Rimar como uma garota é ter que lidar com vários olhares e vários julgamentos. Rimar como uma garota é resistir àquilo que vem pra te diminuir. Porque sempre vem. Uma mulher ocupando um lugar de fala incomoda. Aí a gente permanece, cria raízes e resiste. Rimar como uma garota é resistir”.

A arte produzida por mulheres é uma das atividades que a PEITA incentiva e soma esforços. Afinal, não existe luta sozinha. “A cultura é super política. É ela quem mantém nossas mentes sãs e nos deixa atentas ao que está acontecendo ao nosso redor. Principalmente as manas do rap, hip hop e slam que estão sempre colocando o dedo na ferida, escancarando o racismo velado, apontando os boys lixos que violentam mulheres e tirando as ‘feministas’ de timeline do conforto. Feminismo é sobre incomodar, subverter,exigir e conquistar direitos”, comenta Karina Gallon, presidenta da PEITA.

Em ambas projetos a PEITA oferece camisetas para ações dos projetos. No caso do Rima Dela, foi realizada uma sessão de fotos com rimadoras dos dois cyphers vestidas com a frase para divulgar o trabalho que elas vem realizando. Para o Slam das Gurias, são oferecidas camisetas, brindes para serem distribuídos e sorteados, além das premiações para as finalistas. E tem Puta Slam das Gurias em novembro. Em breve mais informações.

A peita “Rime como uma garota” já está disponível no site: www.peita.me


SOBRE PEITA

A Peita nasceu dia 8 de março de 2017 com a frase “Lute como uma garota” invadindo as ruas de Curitiba nas manifestações do Dia Internacional da Mulher - Marcha 8M. O intuito da marca-protesto é oferecer ferramentas de enfrentamento para mulheres lutarem contra as opressões diárias. A Peita cumpre com a missão de trazer os dizeres polêmicos do contexto das manifestações para os dias comuns, gerando a discussão do movimento feminista em uma abordagem diferente. A proposta é causar incômodo mesmo. É fazer com que opressores sintam-se desconfortáveis e produzir o diálogo sobre assuntos ainda espinhosos, através de um canal de comunicação não-verbal num primeiro momento. Cada pessoa que veste uma PEITA a ressignifica em seu contexto de luta.

O layout criado pela designer curitibana Karina Gallon transmite a mensagem de forma simples e direta, usando um produto comum e acessível. Hoje a PEITA tem 30 dizerem polêmicos, das quais 70% são parcerias com movimentos, instituições e projetos sociais, mulheres que estão na militância e/ou empresas que se comprometem com o combate às opressões. Nestes casos, o lucro ou parte da produção é doada para financiar causas.

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Abertura - Bloco Ilú Obá De Min

O maior festival de mulheres negras da América Latina estreia na capital paulista trazendo programação gratuita com mesas de debates, oficinas, música, feira e muito mais

O Latinidades - Festival da Mulher Afro Latino Americana e Caribenha faz sua estreia em 2019 emSão Paulo. Pela primeira vez uma edição inteira acontecerá fora de Brasília, onde o evento vem sendo realizado há mais de uma década. A 12ª edição será entre os dias 23 e 27 de julho, no Centro Cultural São Paulo com programação gratuita variada e festa de encerramento com shows na Casa Natura Musical, a única atração com venda de ingressos.

O evento consolidou-se como o maior festival de mulheres negras da América Latina, promovendo diálogos fundamentais e um intercâmbio cultural entre estados brasileiros e países. Mais do que um festival, a iniciativa tem sido uma plataforma de impulsionamento de trajetórias de mulheres negras nos mais diversos campos de atuação.

O Latinidades pauta o fortalecimento de identidades, da formação política e técnica, do empreendedorismo e estímulo à produção artística, cultural e intelectual de mulheres negras. Aprogramação oferece mesas de debates, vivências, oficinas, shows, feira e, principalmente, muita reflexão. A abertura do festival no CCSP traz a força dos tambores femininos do bloco Ilú Obá De Min.

Todas as atividades precisam de pré-inscrição pelo site https://www.afrolatinas.com.br/

A edição de 2019 traz o tema Reintegração de Posse. Uma inspiração que vem da historiadora, multiartista e ativista Beatriz Nascimento, do quilombo urbano Aparelha Luzia e da sua idealizadora, Erica Malunguinho. Reintegração de Posse é o tema pensado para refletir sobre tudo aquilo que foi contribuição da população negra nas ciências, na tecnologia, nas artes, na política e em todos os campos do conhecimento e, assim construir, coletivamente, caminhos para o futuro livre de racismo, sexismo, LGBTfobia e outras formas de opressão.

O Latinidades coloca em evidência a produção de conhecimento de mulheres negras e a sua importância na sociedade. Ao mesmo tempo em que denuncia o racismo e machismo e as condições a que são submetidas no continente africano e na diáspora.

"É uma grande alegria chegar com o festival em São Paulo, cidade de onde o público marcou presença desde as primeiras edições. O Latinidade, mais uma vez, vai articular conexões, fortalecer redes e apresentar uma mostra expressiva da produção artística e intelectual de mulheres negras com uma programação multilinguagens. Em 2019 temos dez países envolvidos: Moçambique, Guiné Bissau, Angola, Camarões, Jamaica, República Dominicana, Argentina, Estados Unidos e Brasil. Pela primeira vez realizaremos uma edição inteira fora do Distrito Federal e este é um desafio e tanto, depois de doze anos. O carinho que já estamos recebendo por aqui, nos fortalece ainda mais. Estamos mais firmes que nunca e, não à toa, buscamos inspiração em Lélia Gonzalez e Erica Malunguinho para o tema reintegração de Posse", compartilha Jaqueline Fernandes, coordenadora geral do evento.

A concentração de atividades ocorre na semana de 25 de julho, data estabelecida como o Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha desde 1992. 

A Feira Latinidades funcionará no decorrer de todo o evento no CCSP e traz diversas empreendedoras negras do Afrolab, projeto da Feira Preta. As mesas e debates trazem como convidadas intelectuais, pesquisadoras, ativistas, escritoras e produtoras culturais (confira a grade da programação abaixo). 

No final da semana, o Festival celebrará com show no CCSP e na Festa Latinidades na Casa Natura, que encerra a edição com muita música e moda afro. 

Latinidades é realizado pela Griô Produções e Instituto Afro Latinas, em parceria com diversas organizações sociais e redes de mulheres negras no Brasil, África e América Latina. Tem apoio do Centro Cultural São Paulo, Oxfam, Fundo Elas, Casa Natura, Instituto Vladmir Herzog e Cese.

Durante seus 12 anos de atividades, o Festival Latinidades atingiu um público direto de mais de 300 mil pessoas, sempre com o objetivo de buscar a visibilidade das mulheres negras e sua representação digna em todos os espaços, além do fortalecimento e valorização da história e da cultura negra.


Serviço
12ª edição Festival Latinidades
Dias: De 23 a 26 de julho de 2019 (terça-feira à sexta-feira)
Local: Centro Cultural São Paulo (CCSP)
Endereço: Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso, São Paulo - SP
Telefone: (11) 3397-4002
Classificação etária: livre
Entrada gratuita

Serviço
Latinidades - Festa de Encerramento
Data: 27/07/2019
Local: Casa Natura Musical
Endereço: Rua Artur de Azevedo, 2134 - Pinheiros
Horário: 20h (abertura da casa: 19h)
Classificação etária: 16 anos
Ingressos: lote 1: R$ 30,00/R$ 15,00 (meia-entrada). Lote 2: R$ 40,00/R$ 20,00 (meia-entrada). Lote 3: R$ 50,00/R$ 25,00 (meia-entrada). Lote 4: R$ 60,00/R$ 30,00 (meia-entrada).
Venda oficial de ingressos online apenas pelo site:https://bileto.sympla.com.br/event/61297/d/65863/s/341653
*Para descontos de portais parceiros, informe-se no site dos mesmos.
BILHETERIA OFICIAL - sem cobrança de taxa de conveniência (Terça a Sábado das 12h às 20h. Segundas e Domingos, somente em dias de show).


PROGRAMAÇÃO Latinidades 2019

Dia 23 de julho (terça-feira)
Abertura do Festival Latinidades
14h - Saudação às ancestrais e acolhimento: cortejo com o Bloco Ilú Obá de Min.
Local: Sala Jardel Filho

Das 14h às 19h – Feira Latinidades Afrolab 
Afrolab é o projeto da Feira Preta voltado ao empreendedor negro.
Local: espaços anexos da Sala Adoniran Barbosa

Mesa de abertura
15h - Ancestralidades como pertencimento: as religiosidades negras e práticas de resistência
Local: Sala Jardel Filho
Debate sobre as diferentes tradições religiosas, discutindo ancestralidade, espiritualidade, posse de patrimônio, identidade, luta política e intolerância racial.
Debatedoras: Analia Santana (Irmandade do Rosário dos Pretos – Salvador/Brasil), Ekedi Sinha (Terreiro da Casa Branca/ Ilê Axé Iyá Nassô Oká – Salvador/Brasil), Juliana Maia Victoriano (Comunidade Batista de São Gonçalo – Rio de Janeiro/Brasil) e Iyá Karen D’Osún (Tradição Africana – São Paulo/Brasil). Mediação – Elizandra Souza.

Mesa
17h - Eu me vejo em nós: imagens, escritas da gente negra e o poder sobre as nossas histórias
Local: Sala Jardel Filho
Se nossos passos vêm de longe, quem foram e são as mulheres e homens que nos conectam com o passado? Neste debate, uma oportunidade de pensar junto com artistas, pesquisadoras e professoras sobre as experiências de memória e registro ao longo do tempo e vivências indispensáveis para nossa singularidade e vínculos de coletividade.
Debatedoras: Deborah Willis (Fotógrafa e Historiadora – Nova York/EUA), Rosana Paulino (Artista Plástica – São Paulo/Brasil), Miriam Victoria Gomes (Professora de Literatura –Argentina/Cabo Verde) e Fernanda Oliveira (Historiadora e Atinuké – Pelotas/Brasil). Mediação – Allyne Andrade.

Apresentação
19h - 1ª Mostra de Autoestilismo do CCSP
Local: Sala Jardel Filho
Orientação: Jaergenton Corrêa (curador de moda do CCSP)
Mostra de estilismo autoral com desenvolvimento crítico em experimentos performativos e protótipos realizados a partir da utilização e idealização de roupas e acessórios identitários. Resultado do projeto em oficinas e rodas de conversa, onde referências culturais herdadas em família, manifestações comunitárias e elementos da paisagem urbana foram potencializadores pelos processos criativos dos participantes.

Dia 24 de julho (quarta-feira)
Vivência
10h - O Toque da Empoderada: Caminhos Diretos ao Prazer
Local: Sala Jardel Filho
Condução: Diane Ghogomu (EUA)
Vivência de Kundalini ioga e meditações tântricas, uma exploração sensorial a partir do movimento, meditação, fala coletiva e toque preparada por Diane Ghogomu, com o objetivo de fortalecer o poder das participantes.

Das 14h às 19h – Feira Latinidades Afrolab
Afrolab é um projeto da Feira Preta voltado ao empreendedor negro.
Local: espaços anexos da Sala Adoniran Barbosa

Mesa
14h - Onde nos cabe na riqueza que produzimos? Tema: Economia, trabalho e impasses ético-psicológicos
Local: Sala Jardel Filho
Reflexão e debate sobre colonialidade, economia, trabalho e impasses ético-psicológicos vivenciados pela comunidade negra em seus confrontos e lutas pela reintegração de posse em termos de bens, serviços e trabalho.
Debatedoras: Clarice Val (Terapeuta holística – Salvador/Brasil), Ochy Curiel (Feminista negra decolonial – República Dominicana/Colômbia) e Thiago Vinicius (Agência Popular Solano Trindade – São Paulo/Brasil). Mediação - Sueide Kintê (Jornalista Griô – Salvador-São Paulo/Brasil). 

Mesa
16h – Em defesa de nossos territórios: trânsitos e permanências das vidas negras
Local: Sala Jardel Filho
Falar de existência e territorialidades negras, urbanas ou rurais, torna-se exercício que vai além da localização espacial de pessoas. Nesta mesa, mulheres que têm evidenciado diferentes possibilidades de representação.
Debatedoras: Keisha-Khan Perry (Brown University – Jamaica/EUA), Adriana Gomes (Comuna Panteras Negras – Planaltina/Brasil), Josemeire Alves (Casa do Beco – Belo Horizonte/Brasil) e Thabata Lorena (Mercado Sul – Taguatinga/Brasil). Mediação - Thamiris Flora (Unegro/UBM).

Performance participativa
18h - “Corpo Fechado para Balanço” 
Local: Sala Jardel Filho
Experimentação artística participativa, coreográfica e sonora que propõe uma reflexão sobre o lugar da mulher negra nos espaços públicos e nos equipamentos culturais da cidade, partindo das relações ritualísticas do passado e da crítica ao presente.
Concepção e coreografia: Paulo Lima
Bailarina intérprete: Léya Ramos.

Dia 25 de julho (quinta-feira)
Das 10h às 17h – Feira Latinidades Afrolab
Local: espaços anexos da Sala Adoniran Barbosa

Mesa
10h - Na luta é que a gente se encontra! Tema: antirracismo e lutas por direito
Local: Sala Jardel Filho
Em diversas frentes de luta, os movimentos negros e de mulheres negras se firmaram como sujeitos políticos coletivos na sociedade brasileira e na diáspora. Nesta mesa, a troca de experiências entre ativistas com trajetórias diversas na defesa de direitos e na ação antirracista, em diálogo também com gente indígena.
Debatedoras: Marivaldo Pereira (PSOL – Distrito Federal/Brasil), Lúcia Xavier (Criola – Rio de Janeiro/Brasil), Ivana Leal (MNU – Goiânia/Brasil), Sonia Guajajara (APIB – Imperatriz/Brasil) e Douglas Belchior (Uneafro e PSOL– São Paulo/Brasil). Mediação: Taina Aparecida dos Santos. 

Vivência
13h - Erótico como Poder: poder através do Prazer
Local: Sala Jardel Filho
Experiência de terapia holística e sexual voltada especificamente para o empoderamento de mulheres negras. A oficina embarca no tema do empoderamento por meio da corporificação consciente, utilizando meditações ativas, práticas de tantra, ioga e rituais para a libertação de traumas, conexão com a paz, prazer e poder.
Condução: Diane Ghogomu (EUA)

Mesa
15h - Somos sementes: representatividade negra e disputa política no Estado brasileiro. 
Tema: participação política negra
Local: Sala Jardel Filho
Reflexão compartilhada entre políticas negras com trajetórias diversas, que estão na linha de frente das batalhas do poder público, como enfrentamento ao racismo, machismo, LGBTfobia e outras práticas de exclusão que atingem não só parte da população, mas a nação como um todo.
Debatedoras: Erica Malunguinho (PSOL – São Paulo/Brasil), Regina Sousa (PT – Teresina/Brasil) e Olívia Santana (PCdoB – Salvador/Brasil). Mediação: Amarílis Costa. 

17h - Partida para a concentração da Marcha das Mulheres Negras SP. 
O Latinidades aproveita a realização do festival em SP para participar desta importante manifestação.

Dia 26 de julho (sexta-feira)
Oficina
10h30 - Ritmos africanos
Local: Sala Jardel Filho
Condução: Kety Kim
Uma experiência de imersão, a partir de passos simples até mesmo para iniciantes, proposta pela artista e pesquisadora Kety Kim Farafina, que vai transmitir, por meio da dança e das histórias de griôs, um ano de suas vivências no Oeste da África, mostrando a diferença entre sonoridades que, muitas vezes, são confundidas. Os ritmos vão dos movimentos de danças tradicionais, passando pelo sagrado feminino africano às danças urbanas como azonto, ndombolo e coupé décalé (ritmo contemporâneo). Kety Kim Farafina é baiana, pesquisadora de danças e ritmos africanos desde 2007, e já realizou trabalhos com mestres internacionais de renome na dança tradicional como Alsenir Soumah, Youssef Kombassa, Ifono Mohamed e Djanko Camara.

Das 14h às 19h – Feira Latinidades Afrolab
Local: espaços anexos da Sala Adoniran Barbosa

Mesa
14h – Estéticas do ativismo negro, arte-educação e produção cultural
Local: Adoniran Barbosa
Nesta mesa, discussões a respeito de perspectivas negras, corpos e lugares, criatividade e expressões de sociabilidade, num exercício de reconhecimento do que tem sido feito no Brasil e em outros pontos do mundo negro.
Debatedoras: Preta Rara (rapper, turbanista, professora de história, modelo Plus Size e influenciadora digital - São Paulo), Vanessa Kanga – (Festival Afropolitain Nomad – Camarões/Canadá), Carol Barreto (designer/professora UFBA – Salvador), Diane Lima (Projeto AfroTranscendence – São Paulo).Mediação: Hanayrá Negreiros (pesquisadora em indumentária e memórias negras – São Paulo). 

Mesa 
16h – Chega mais, parente! ‑ Diálogos com masculinidades negras
Local: Adoniran Barbosa
Racismo, machismo, sexismo são alguns dos assuntos debatidos aqui a partir das experiências de homens negros homo e heterossexuais, cis e transgêneros.
Debatedores: Túlio Custódio (sociólogo - São Paulo), Spartakus Santiago – (youtuber/publicitário - Rio de Janeiro), Lam Mattos (Ibrat - São Paulo), Sidney Santiago (Cia Os Crespos - São Paulo) e Roger Cipó (fotógrafo/educador - São Paulo). Mediação – Marilea Almeida. 

Oficina 
17h - Amarrações e turbantes
Condução: Bangé Yhodhy (Guiné Bissau)
Espaço: Anexo Sala Adoniran Barbosa, na Feira Latinidades Afrolab
A design e ilustradora de Guiné Bissau, radicada há doze anos em Cabo Verde, vai ensinar suas técnicas e significados que variam de região para região, trazendo ao Latinidades novas técnicas de amarrações e turbantes.

Show
19h - Eva RapDiva (Angola)
Local: Arena Adoniran Barbosa
Eva é um dos maiores nomes da cultura hip hop angolana, a rapper ganhou prêmio de melhor artista feminina no Angola Music Awards em 2018, entre tantos outros. Sua carreira teve início nas ruas, onde participava de batalhas de freestyle, impressionando com seu repertório narrativo. Em 2013 gravou suas primeiras músicas e desde então vem ocupando espaços do underground ao mainstream. Seu último álbum lançado em 2018 é “Eva”.

Dia 27 de julho (sábado)
20h - Festa de encerramento 
Local: Casa Natura Musical
20h30 Desfile África Plus Size (São Paulo) > https://www.afrolatinas.com.br/eventos/desfiles/
20h45h Desfile Baobá Brasil (Rio de Janeiro)
21h Desfile Pinto Música (Moçambique)
21h15 Desfile Mônica Anjos (Salvador)
21h30 Show A.M strings (EUA) participação Laylah Arruda (Feminine Hifi)https://www.afrolatinas.com.br/eventos/a-m-strings-eua-part-laylah-arruda-feminine-hifi/
23h15 Show ZAV (Moçambique) > https://www.afrolatinas.com.br/eventos/zav/
0h Bia Ferreira e Doralyce - lançamento do show Preta Leveza (MG/PE)https://www.afrolatinas.com.br/eventos/pretaleveza/
(Foto - Murilo Desimone) 



O Audio Club recebe na sexta-feira, 19 de julho, o show de Rashid e Banda em sua #CriseTour, iniciada há mais de um ano após o lançamento do álbum CRISE. A apresentação faz parte da programação da festa Audio Rap, que nesta edição recebe também os músicos Rael e Filipe Ret.

No repertório, Rashid mostra composições de seu último trabalho, como “Bilhete 2.0”, “Sem Sorte” e “Estereótipo”, e os novos singles “Interior” e “Não É Desenho”; outras, como “Ruaterapia”, também constam no setlist. 


Mais uma vez, o artista mostra a força de seu “rap de arena” - título sugerido pelo blog O Inimigo depois da apresentação no festival DoSol, em Natal, em novembro -, indo das rimas românticas às mais incisivas e políticas sem tornar-se raso. No formato com banda, o show ganha ainda mais intensidade, além de garantir novidades e surpresas nos arranjos ao vivo. A sonoridade de Rashid acompanhado de banda completa pode ser conferido lançamento realizado pelo Selo Sesc, no início de fevereiro, com o álbum Sessões Selo Sesc #4: Rashid no Sesc Vila Mariana.

Serviço:

Rashid e Banda no Audio Club

Festa Audio Rap com Rashid, Rael e Filipe Ret

Sexta-feira, 19 de julho

Audio Club | Avenida Francisco Matarazzo, 694 - Água Branca | São Paulo - SP

A partir das 22h

Ingressos: de R$40 a R$60 (inteira) | R$20 e R$30 (meia-entrada)

À venda na bilheteria do Áudio Club ou via Ticket360





O R&B/Pop nacional tem uma nova voz "Mike Maidana" lança álbum com 10 faixas e 3 vídeo clipes num intervalo de 3 meses. 

Cantor, compositor e produtor musical, Mike atua no ramo artístico desde 2011, produzindo e compondo letras para diversos artistas do cenário da música Pop, Rap e R&B nacional.
Mas foi em 2015 que deu o primeiro passo na sua carreira solo, dando início ao seu álbum intitulado “Inevitável”, em parceria com o produtor musical Joeblack e posteriormente, Gean Brasil, também produtor. Álbum que só foi lançado esse ano, no dia 11 de abril.

"Apesar de ganhar a vida como produtor musical, meu foco sempre esteve em minha carreira artística. Não foi fácil conciliar as duas coisas, pois dividir meu tempo e criatividade com outros artistas foi bem desgastante, porém, me deu a experiência e maturidade pra chegar onde estou. Hoje me sinto completamente pronto para os grandes palcos." 

Desde então, vem promovendo o seu disco lançando vídeo clipes, dentre eles o clipe da música “Nós Dois” com participação de Fernanda Chagas e por último, o vídeo clipe da música "Hey Dj", divulgado recentemente com participação de Kenia Vizeu & Lenzo Rizzo.


"Um fato que fez eu procrastinar minha carreira, é que sempre quis lançar meus trabalhos com qualidade e, sendo um artista independente, a gente sabe que não é nada fácil. Mas hoje estou confiante no trabalho que venho apresentando ao público, tanto na parte musical quanto no audiovisual."

Mike adianta que sua meta é lançar mais 3 vídeo clipes até o final do ano e também alguns singles, para assim conquistar cada vez mais o seu espaço. 
Em suas músicas, apresenta uma mescla certeira e dançante de Pop/R&B Soul e Hip Hop, pronta para agradar aos ouvidos do grande público.

sexta-feira, 12 de julho de 2019



The Lost Tapes II está finalmente dando as caras 



Com o novo projeto de compilação do Nas chegando em poucos dias (19 de julho), a lenda do NY lançou um novo single, "Jarreau of Rap (Skatt Attack)". Como seu homônimo, a faixa apresenta o falecido Al Jarreau. 
Alwyn Lopez Jarreau conhecido popularmente como Al Jarreau, foi um cantor estadunidense. Versátil em seu estilo de cantar, foi premiado sete vezes com o Grammy, sendo o único a vencer o prêmio em três categorias distintas: jazz, pop e R&B. 

Ouça o som abaixo:


Hanifah soltará no streaming uma love song leve e apaixonante

Na próxima semana Hanifah, filha mais velha do DJ KL JAY do RACIONAIS MC`s lançará single novo e promete EP inédito nos próximos meses. A música se chama PRA MIM e foi produzida por Deryck Cabrera. O talentoso produtor musical Cabrera já trabalhou com Tássia Reis, Drik Barbosa, Don L e Muzzike. 

O trabalho sai dia 18 de julho pelo selo KL Música, que é o coletivo do DJ dos Racionais MC`s, onde atuam vários nomes da nova cena do rap nacional.




O single é um R&B bem romântico e chega na sexta-feira ao Youtube com um clipe produzido pela produtora BeatsFilms. O clima do clipe mostra casais reais onde a cantora através da sua voz encarna a função de um cupido para os apaixonados.

Hanifah explica que o single é uma Love Song, bem vibe Califórnia, bem vibe L.A. mesmo. 

"A letra fala do início de uma relação, que é fruto de uma amizade que virou amor, algo mais profundo e dessas expectativas. A inspiração veio de uma experiencia que eu vivi, sem muitos segredos".

O single precede o EP que deve vir em agosto. "Será meu primeiro projeto importante onde eu estou colocando toda a minha identidade" conta Hanifah

Enquanto não sai o single "Pra mim", ouça o som "Abre Alas", lançado em 2017.




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O rapper 3 vezes vencedor do GRAMMY® e dono de um Oscar e um Globo de Ouro, COMMON apresenta hoje mais um single de seu novo álbum, “Let Love”, que tem lançamento previsto para o segundo semestre. A faixa “Hercules”, traz a participação de Swizz Beatz e já está disponível em todas as plataformas digitais. O vídeo também já pode ser visto no canal oficial do cantor. 

Assista agora:


Recentemente, o cantor apresentou a primeira música do novo projeto, “HER Love”, contando com a participação de Daniel Caesar e do convidado especial Dwele. O vídeo oficial aproveita o talento da diretora Savanah Leaf (Gary Clark, Jr.), incorporando sua perspectiva instigante. 

Assista:



Há aproximadamente 10 anos em atividade na cena do Hip Hop do Rio, Nyl MC tem sua trajetória pesquisada para a dissertação de mestrado “O artista como intelectual orgânico na luta contra hegemônica”. O trabalho, produzido pela mestranda Juliana Catinin será defendido em novembro na Universidade Nova de Lisboa e Nyl terá a oportunidade não só de acompanhar a defesa, mas de realizar uma apresentação na Universidade Nova de Lisboa. Para isso, o MC lança uma campanha de financiamento coletivo para custear as passagens dele e de seu DJ, Pirigo



A pesquisa visa apresentar Nyl como intelectual orgânico, conceito utilizado por Antonio Gramsci para descrever um indivíduo ou coletivo que, para além de uma produção de conhecimento ligado ao significado difundido de intelectual, eleva esse papel para um caráter educativo e de responsabilidade social. A presença de Nyl MC e de seu DJ se tornam importantes pelo fato de que historicamente, as universidades são elitistas e excludentes. Incluir outros sujeitos na produção de saberes é reforçar o papel de intelectual que artistas também podem exercer. 


“É uma oportunidade única para a minha carreira. Nunca pensei no meu trabalho somente para o entretenimento ou para estar no hype. Esse reconhecimento reforça que de alguma forma, estou no caminho e pode abrir possibilidades para diversos artistas das favelas e periferias reivindicarem esse lugar de intelectual, que sempre nos foi negado” reforça Nyl MC. 


Segundo o próprio Nyl, além do show na Universidade Nova de Lisboa, a ideia é circular o país e conseguir apresentações em outros espaços, conhecer a cena do Rap de Portugal, fazer contatos e criar redes. 

Link para contribuir para a campanha: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/628518

Sobre Nyl MC 

Nyl sem dúvida está em constante movimento na cena alternativa do Rio de Janeiro. Inserido na cultura Hip Hop através do Rap, ao mesmo tempo que dialoga com a cena do Rock e do Funk, o jovem de Irajá, Zona Norte da cidade, vem conquistando cada vez mais pessoas por onde passa.

Em carreira solo desde 2010, lançou em 2014 seu primeiro CD oficial pela produtora/selo musical NovaBlack, “Original da Pista”, explorando a diversidade sonora do Rap e a linguagem popular das periferias. De lá pra cá, lançou singles e clipes que tiveram boa recepção pela cena local como "Swinga Remix", "Pedaço do Céu" e "Afronta".

Foi um dos únicos representantes do Rap carioca que se apresentou no Boulevard Olímpico, espaço destinado para shows durante os Jogos Rio 2016. Na ocasião, lançou o show ‘’Um Novo Amanhecer’’, onde reúne a musicalidade da Black Music, a expressão corporal das danças urbanas e a contundência das suas rimas.

Amante e conhecedor do subúrbio, é uma dos grandes representantes da Cultura Hip Hop no Rio. É um dos fundadores e mobilizadores do LH2 - Leopoldina Hip Hop, evento que há 1 ano fomenta a cena da Zona Norte, provocando o encontro de novos nomes com artistas já consagrados. Atualmente segue em produção do seu novo disco "Natural do Mundo", produzido em parceria com a marca Impt Lifestyle

Assista o clipe Vitória dos Cria:




Acompanhe Nyl MC nas redes




quarta-feira, 10 de julho de 2019



Todos sabem que a Beyoncé vai dar voz a personagem ‘Nala‘, na live action do filme ‘O Rei Leão'. Mas hoje, foi revelado que a Bey vai ser a produtora executiva e curadora da trilha sonora do filme. Além dessa ótima notícia, fomos agraciados com o primeiro single. 

Beyoncé dá voz ao single 'Spirit', que vai estar no álbum da trilha sonora, ‘O Rei Leão: O Presente’, que foi apelidado de "carta de amor para a África" e contará com uma "bela sinfonia de vários gêneros, imersa em influências africanas”

Tanto a trilha sonora quanto o filme chegam na próxima semana. Até lá, fique com “Spirit”. 

Ouça:


Mulambo e VINEX se juntaram para mais um trabalho de peso. Dessa vez, trata-se da “S2” mixtape, projeto em que os MCs da zona Sul de São Paulo e membros do selo Deck9 Record’s produziram de forma experimental e mais livre.

A mixtape, composta pelas faixas “slv”, “blz”, “kd vc”, “flw” e “sdd” foi desenvolvida em menos de um mês e retrata as diferentes fases de um relacionamento, abordando uma situação específica e marcante em cada música, que juntas formam uma linha cronológica e coerente.

Para consolidar o projeto, os MCs trouxeram referências e gêneros diversos. Pagode, RnB, Soul e a musicalidade do cantor e produtor Pharrell Williams foram utilizadas para chegar ao experimento que é a “s2” mixtape.

“Nessa mixtape, as faixas se conversam e trazem diferentes experiências e pontos de vista. Realmente encaramos esse projeto como um experimento, porque em boa parte dele nós não pensamos em um gênero específico para compor e para criar. Só deixamos as coisas fluírem. Foi arriscado, mas importante para sairmos da zona de conforto”, diz VINEX em relação ao processo de criação da “S2” mixtape.

A respeito da mensagem principal do trabalho, ele destaca a intensidade das relações e da identificação que o público sente com cada etapa que o projeto descreve. “Relacionamento é tipo uma chama. Às vezes está fraca, quase apagada. Outras está tão alta que pode queimar. São fases, o importante é entender que isso tudo compactua experiências únicas que formam o nosso ser”.


Já para Mulambo, a mixtape retrata o amor de diferentes maneiras e ressalta a importância de vivê-lo e priorizá-lo. “Mais amor para nós, é necessário. Isso já foi dito anteriormente. É importante e a gente precisa. Que a gente ame mais aos outros e a nós mesmos e não deixemos para dar o devido valor só após perdermos essa conexão”, conclui.

Confira:


Conteúdo produzido por TSK

Vanessa kryolla é rapper, compositora e poetisa de Itaquera Zona Leste de São Paulo. 

Iniciou sua vivência com a música desde sua infância em seu âmbito familiar, e deu início a sua carreira solo no rap em meados de 2011. Em 2017 lançou seu primeiro EP intitulado 'Eu tenho fé', onde traz relatos de fé, amor e superação. 
Vanessa Kryolla segue trabalhando em seu próximo CD que traz a música ‘Agredida’, alem deste som o cd traz músicas de protesto, questões sociais e amor. 
A música ‘Agredida’ foi feita para trazer conscientização para mulheres que sofrem com violência doméstica.

Assista:


Contatos/Redes Sociais:

Facebook: @vanessakryolla
Instagram: vanessakryollaoficial 
Email: kryollagaldino@gmail.com

terça-feira, 9 de julho de 2019


Ghostface Killah lançou o primeiro single de seu novo álbum, 'Ghostface Killlahs', álbum que sai em Agosto. O single, faz parte de um mini-filme, que foi produzido por Danny Caiazzo
Dirigido por Rock Davis, o clipe são sete minutos loucos em que o MC lidera um assalto a uma mansão, deixando para trás um rasto de morte. O próximo álbum do rapper sucede ao Czarface Meets Ghostaface, trampo feito em colaboração com o 7L & Esoteric e Inspectah Deck, lançado no início deste ano.

Assista:


Fonte: 2dopeboyz

Do Jardim Calux para as telas!! 

O rapper Dexter fará um papel na série 'Pico da Neblina', uma série original HBO. Série que se passa em São Paulo, e vai falar sobre algo bem polêmico: legalização da maconha. Dexter vai fazer o papel do 'CD' o grande chefe do negócio das drogas.



Como já dito, a série se passa em São Paulo e o Brasil libera a maconha para fins recreativos. 

'Biriba' (traficante de maconha) que é o personagem principal, sai da vida do crime para tentar começar seu negócio de venda de maconha, já que está liberado para fins recreativos. A trama se desenrola a partir daí. A série vai ao ar em 4 de agosto.

História



A direção fica por conta do Quico Meirelles, Luis Carone, Rodrigo Pesavento e Fernando Meirelles - que também assume o cargo de produtor, junto a Andrea Barata Ribeiro (Cidade dos Homens), Bel Berlinck (Cidade de Deus), Luis F. Peraza, Roberto Rios e Eduardo Zaca.

Teaser: