sexta-feira, 30 de setembro de 2016




Este DVD foi lançado no ano de seus 26 anos atuante no rap, vamos do começo. Como você conheceu o rap e quando decidiu que queria ser rapper..?

R: Conheci o rap nos meados de 1985 através de "melô" que tocavam em rádios em Brasília, logo após conheci Thaide e DJ Hum, MC Jack e alguns grupos que surgiam no DF dai então em 1989 conheci o grupo Esquadrão Mcs do qual fiz parte e decidi ser um rapper por gostar da cultura e ter um meio de contribuição usando minhas ideias e voz como instrumento de alerta, denuncia e transformação.

Já ouvi o GOG contestando que o Hip Hop começou em São Paulo, ele diz que em brasília e outras cidades pelo brasil a fora simultaneamente também tinha sua cena. Como era a cena Hip Hop em Brasilia quando você começou..?

R: Brasília e as suas cidades satélites já ouvia como disse inicialmente os "melôs" que já tinha uma rima engajada e também se tinha há bastante tempo atras uma cultura do Break Dance, Brasília herdou a cultura carioca de equipes de som que faziam e fazem até hoje festa voltadas ao público da Black Music até o hoje. Nelson Triunfo morou na Ceilândia na década de 1970 por acreditar na cultura logo após foi morar em São Paulo.

Mano boa parte do publico do Noticiário Periférico, tem uma faixa de idade que talvez não lembre disto, mas você fazia parte da Família GOG, que apesar de levar as iniciais do nome do GOG (Genival de Oliveira Gonçalves), era um grupo formado por DJ Mano Mix, Dini Black, Gog e você. Você ficou no grupo por 8 anos, deve ter sido uma grande escola, fale desta experiencia..

R: Sem duvida participar do grupo GOG foi uma escola onde aprendi muito e pude mostrar meu trabalho e ser respeitado por isso, participei do Grupo a convite do próprio GOG por indicação de Dj Raffa Santoro amigo pessoal e meu produtor até hoje, a ideia da Família G.O.G surgiu logo após a minha saída onde entraram outros integrantes, destaco entre eles Gato Preto e Crônica Mendes.

Inclusive esta formação se apresenta no DVD, deve ter sido algo incrível reviver esta época..

R: Com o GOG, Dino Black e Dj Manomix vivi os melhores momentos no Rap Nacional, juntos viajamos o Brasil quase todo e levamos boas mensagens, estar com eles no DVD sem sombra de duvidas foi um marco não somente para minha carreira mas para o Rap Nacional.

Em São Paulo, quando se fala da Ceilândia, é como se falasse do Capão Redondo, Jd Ângela, Paraisópolis, Itaquera e por ai vai, sempre enfatizam a violência, como se só existe isto. Fale um pouco sobre a Ceilândia, como ela é atualmente.

R: Você ao perguntar acabou respondendo, a Ceilândia é como a CDD no Rio de Janeiro, Alto Zé do Pinho em Recife, Capão, Itaquera, Paraisópolis em SP, Restinga em Porto Alegre e várias outras cidades nas grandes metrópoles acabam carregando essa sina por se tratar de lugar populosos a margem da sociedade que rege esse país, mas aprendi a extrair o que tem de melhor e empurrar guela abaixo da burguesia nosso poder de mudança, isso faz do Rap o maior meio de comunicação e transformação periferia para a população marginalizada. 


Em que momento você sentiu a necessidade de criar o Viela 17 ..?

R: Assim que sai do grupo GOG, assinei um contrato com a gravadora paulistana Zâmbia Fonográfica para fazer um álbum solo que se chamaria Viela17, mas vendo que DJ Manomix e Dino Black também saíram do grupo, os convidei e o que era pra ser o nome do disco solo passou a ser o nome do grupo hoje com outras formações, vejo o Viela 17 também como uma escola.


Você é um rapper de miliano, mas seu ultimo trabalho do 20 de 40, soa bem atual, mostra que você não parou no tempo. O que você ouvi de musica atual..? seja do rap ou não.

R: Nunca parei de ouvir Rap, existe materiais maravilhosos como existe uma parcela de lixo fonográfico, ouço tudo e trago pra mim a melhor essência, sou um cara que passeio fácil do underground ao tradicional, em vários momentos sou samba de raiz, reggae, rock, gangsta e romântico, sou camaleão e me adapto fácil a realidade atual, sou um leitor quase assíduo mas um caçador de informação útil.

Alem de rapper você mantem a marca Viela 17 SHOP. Como é ser empreendedor neste cenário do rap brasileiro..?

R: Não sou não, quem manda em tudo na minha casa é minha esposa Daniela Mara que além de ser minha companheira é produtora do Viela17 Produções, do musical Ceilândia GFunk, da carreira da Rapper Lídia Dallet e da marca Viela17 Shop, eu só me reservo como um admirador dessa guerreira e ajudo no que for preciso, sem ela provavelmente essa marca nem existiria.

Aproveitando, como você lida com a pirataria digital, antes era fita, cd e hoje disponibilizam trampos dos artistas na net, como você lida ou dribla isto..?

R: Gosto de fazer meu trampo sem medir consequências, se vão piratear aí minha produtora resolve se aceita ou se processa, eu sou um artista que gosta de escrever e cantar, quero que minhas ideias e canções cheguem aos 4 cantos do país, sendo assim a pirataria nunca me incomodou, também sou pirata atras do pote de ouro.


Recentemente foi lançado o vídeo extraído do DVD que é a musica "20 de 40". E neste vídeo transparece um cenário e ambiente bem Intimista. Este foi o proposito..? porque.?

R: Gravar o DVD na Ceilândia e mais precisamente na Casa do Cantador foi um sonho realizado, o público foi formado por pessoas que realmente gostam do meu trabalho, a minha produção conseguiu juntar pessoas de vários estados brasileiros e dos brasiliense que fizeram da gravação um momento íntimo e prazeroso, a casa estava cheia de crianças, jovens, adultos e os mais velhos...todos amigos e parceiros de alguma forma.


26 anos de rap não são 26 meses ou dias, o que mudou de la pra cá..? no rap, na sua quebrada, na vida e etc.

R: Mudou muita coisa, sou da época analógica onde fazer música era uma fortuna, fazíamos por amor e muita ajuda, hoje com o processo digital as musicas se tornaram de certa forma supérflua, onde diariamente lançam inúmeras musicas e 1% tem ótima visibilidade.

Esta sua parceria com a Bágua Records, se limita ao DVD ou podemos esperar algum trampo novo..?

R: A gravadora Bagua Records na pessoa do Jairo Andrade me convidou há dois anos atrás para fazer parte do casting da empresa, fui o primeiro fora do estado de São Paulo a fazer parte desse time e me senti muito honrado, não somente no DVD, no single Entre o amor e o desprezo (lançado no primeiro dia do ano de 2016) mas em vários outros trabalhos que virão, estou preparando um novo álbum com participações de vários artistas do Rap, Reggae, Samba que irá ser uma bela mistura, logo menos todos poderão conferir alguns videoclipes e musicas novas, mantendo claro a originalidade e o poder do original Rap Nacional.


Deixe uma Mensagem, para os leitores mano.

Aos amigos e amigas do Noticiário Periférico, meu muito obrigado e estima, temos que fazer de nossas ações veículos transformadores combate o massacre dos poderosos e ativando as comunidades para que se transformem em grandes potências na educação, saúde, cultura e empresariado nesse país onde quem pode mais chora menos.
OBRIGADO
JAPÃO (VIELA 17)




Release do DVD



Sábado, 28 de novembro de 2015, 20h, Casa do Cantador, Ceilândia, público, convidados, Rapper Japão, marco na carreira, realização de um sonho.

O DVD Japão (Viela 17) 26 anos de Rap Nacional teve seu lançamento na segunda quinzena de Agosto/2016, com distribuição nacional pela gravadora Bagua Records e mundialmente pelas redes sociais.

Japão priorizou participações de artistas expressivos do cenário local e contou ainda, com grandes nomes do rap nacional como: GOG, Mano Mix e Flávio Renegado (BH).

No público contamos com amigos, amigas, fãs, família, imprensa local, parceiros de caminhada, crianças, mães e pais de artistas convidados, professores, ativistas, além de pessoas especiais na vida de Japão que fizeram questão de sair de seus estados para confraternizar esse momento ao seu lado.

Uma noite regada de muita emoção, que marcou o reconhecimento principalmente de sua comunidade Ceilândia, pelos 26 anos dedicados ao rap nacional e ter sua mãe pela primeira vez em um show foi a melhor homenagem que ele poderia receber. “Ter minha mãe no palco comigo, pela primeira vez é algo que jamais vou esquecer”, afirma.

O DVD rompeu fronteiras e já entrou para a história do rap nacional, que registrou momentos únicos com dois clássicos do rap com as músicas: “É o terror” e “Matemática na Prática” contando com Japão, GOG e DJ Mano Mix [formação original do grupo GOG].

O sucesso da gravação foi planejado e almejado pelo rapper e toda sua equipe, que trabalhou debaixo de chuva durante três dias para que tudo estivesse impecável para o grande espetáculo, foi realmente uma grande celebração que todos poderão conferir em alta qualidade, legendas em quatro idiomas e algumas peças em braile.


Daniela Mara assina a parte executiva e artística do DVD, sendo responsável também pela produtora e selo musical Viela 17 Produções que conta em seu casting com: Viela 17, Rapper Japão, Ceilândia G-Funk e Lídia Dallet.


O DVD é um ponto de partida para o início de um intenso trabalho e projetos que Rapper Japão promete para esse ano, o DVD chegou às ruas, já aprovado pelo público presente.

Missão cumprida, então palmas pra nós mesmos!”, conclui Japão.

DVD apresentando por Fundo de Apoio a Cultura – FAC | Secretaria de Cultura do DF | Governo de Brasília e Patrocínio Instituto Caixa Seguradora.


Faixas:
  1. Introdução
  2. Inimigo Oculto
  3. O Bonde Prossegue (Renegado faixa incidental) part. Flávio Renegado
  4. A coisa é séria (Flávio Renegado)
  5. Pout-Pourri (Dupla face, Cidadão Paz e Roubando a Cena)
  6. 20 de 40 part. Angel Duarte
  7. Crise Sonora part. Diogo Loko e Marcão (Baseado nas Ruas)
  8. Liberdade Financiada part. Diogo Loko
  9. Entre o amor e o desprezo part. Handriell X
  10. Obrigado DJ Raffa Santoro
  11. Ceilândia Resistência part. Ede C (OBang)
  12. Lá no Morro part. Chris Soul e Buda (SDR)
  13. Vou em frente part. Erani Morais, Marvyn e Cleyton Anselmo
  14. Matemática na Prática (GOG, Japão e DJ Mano Mix)
  15. É o terror (GOG, Japão e DJ Mano Mix)
  16. Assim Será (Vamos lá pro baile) part. Lídia Dallet
  17. Só curto o que é boom

Faixa 1 DJ Xamã (SP)
Faixas 2 a 10 DJ Raffa Santoro (DF)
Faixas 11 a 17 DJ Alan Deff (DF)

Ficha Técnica:

Realização: Viela 17 Produções e Red Empreendimentos Culturais
Produção: Viela 17 Produções e Bagua Records
Produção Executiva: Daniela Mara dos Santos
Direção: Leandro G. Moura
Direção Fotografia: Alan Schvarsberg [COMOVA]
Engenheiro de Som: DJ Raffa Santoro*
Produção Fonográfica: Viela 17 Produções
Roteiro e Direção Musical: Japão (Viela 17)
Direção Geral: Daniela Mara dos Santos e Beto Paiva
Assistente de Produção: Ernani Freitas [Bagua Records]

Na periferia é um mar de histórias, de encontros e desencontros, pessoas vem e vão e nunca sabemos o que ha no íntimo delas, as vezes vemos uma pessoa sorridente mas nunca sabemos como foi seu dia, se foi corrido, estressante, triste ou feliz... hoje vamos narrar uma história comum, que com certeza acontece nos 4 cantos de São Paulo e sem dúvidas em todas as periferias do Brasil, vamos narrar o dia de uma emprega doméstica, uma que poderia ser sua mãe por exemplo.... aquela que sai pra trabalhar de manhã, você nem viu quando ela deu tchau, e só a ve a noite, cansada mas sorridente, preparando o jantar pra família e cuidando da casa....

O coletivo  A.R.P após lançar seu primeiro single essa semana, hoje disponibiliza o vídeo dele, afinal uma bela hitória merece ser bem tratada, certo? 
O clipe tem a direção feita por Leo Pontes Filmes.




O coletivo, formado por Pixote Xiita, James Lino (Potencial 3), Gegê (Caos do Subúrbio), César Sotaque, Shirley Casa Verde (Ca.Ge.Be), Tate eclasiastes, Will e Dj Bidu tem grandes planos e ja estão em estúdio executando a empreitada, o álbum ainda sem previsão de lançamento vai vir com grandes produções e participações.

O grupo Facção Central que é formado pelo Dum Dum, vai lançar o álbum chamado "Clássico".
Neste álbum, vai ter musicas antigas do facção, mas com versões novas (releituras). O primeiro single é da musica "De encontro com a morte" com part. do WGI. O álbum inteiro tem produção do DJ Pantera.



VERSÃO ORIGINAL




Dory de Oliveira, lança o clipe "Delete nos Machistas".
Creio que nem precisa de descrição porque o titulo esta bem claro fii.!



Participação especial: FalKo ,Carol Lima, Gabriela Okpijah Bruce e Aline Oliveira .
Equipe de Produção
Direção: Talita Brito / Direção de Fotografia : Bruno Leandro / Making Of: Giuliana da Silva/ Pós Produção: Talita Brito - GRINGARTE
Agradecimentos: Angela Oliveira, Will, Vinicius Preto e Cesar hostil.


RZO lança mais um single do seu novo CD

O ano de 2016 está fluindo positivamente para o RZO. Além da parceria com a Boogie Naipe, produtora do Mano Brown e Racionais o grupo paulista vem com um disco de inéditas super pesado este ano.

Em junho passado saiu o primeiro single em parceria com o grupo americano Bone Thugs-N-Harmony e agora em setembro sai o segundo single com produção musical do DJ Cia. Assim como a primeira música “Paz em meio ao Caos”, o novo single” Jovens a Frente do Tempo” lançado nesta sexta também contará com um super vídeo clipe em breve.

Depois de 10 anos separados, o grupo RZO voltou aos palcos em 2014 na Virada Cultural na Pça Júlio Prestes em S.Paulo. A tão aguardada volta do grupo foi motivada pela mobilização dos fãs na internet, além da própria vontade dos integrantes de retornar a brilhante trajetória artística interrompida em 2004.
O RZO nasceu no final da década de 80 no bairro de Pirituba, zona oeste de S. Paulo. 

Aliando musicalidade e ideologia com incomparável sagacidade poética, em 1999 o grupo lançava o seu primeiro álbum, “Todos São Manos”, pela gravadora Cosa Nostra, do Racionais. O disco foi sucesso de crítica e vendas, fazendo com que o grupo conquistasse uma legião de fãs pelo país. No mesmo ano, com entrada do DJ Cia como DJ e produtor do grupo, o RZO iniciou os trabalhos do seu segundo álbum, “Evolução é Uma Coisa”, que saiu em 2003 e repetiu a boa repercussão do primeiro cd.

Aclamado como a vanguarda do rap nacional da época, o grupo também passou a revelar talentos promissores como Sabotage, Dina Si, DBS entre outros. Antes da separação o RZO ganhou em 2003 o prêmio Hutúz de melhor grupo do rap nacional.


Ouça:



Após 10 anos o grupo recomeça agora com nomes fortes da nova geração do rap na sua formação, como o jovem rapper Calado e o talentoso soul man Nego Jam, além dos pioneiros Helião, Sandrão e DJ Cia nas pick ups. Com vários shows na agenda o grupo celebrará a parceria com a Boogie Naipe no próximo dia 14 de outubro no Estúdio na Vila Madalena em São Paulo.

DOWNLOAD NAS PRINCIPAIS MÍDIAS DIGITAS: https://onerpm.lnk.to/JovensAFrenteDoTempo

Ainda esta por fora da volta do RZO..? assista o clipe "Paz em meio ao Caos".



quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Eu não sei nem como começar, porque estou com um ódio e tristeza no coração que nem sei medir.


Acabei de ver o vídeo da garotinha chamada Zianna, em que ela fala durante uma assembleia, sobre a morte de negros em Charlotte (cidade do estados da Carolina do Norte nos estados unidos).
A garota discursa e passa seu sentimento, de como ela se sente em ver pais e mães como ela diz sendo enterrados. A menina claro não aguenta durante um momento e não consegui falar, por um misto de medo e emoção ela chora, mas um voz forte e imponente de um mulher negra diz: Don't Stop! (não pare!), dando força para a menininha que continua sua fala dentre este discurso ela diz emocionada. "É uma vergonha que nossos pais e mães sejam mortos, e não possamos mais vê-los. É uma vergonha que tenhamos que ir ao cemitério e enterrar eles, e nós temos lagrimas e não deveríamos ter lagrimas"

Ouvir isto de uma criança é de cortar o coração. 

Eu costumo sempre abordar temas deste tipo, ou melhor varias pessoas fazem isto, mas sempre ouvimos que é mimi e vitimização. Eu sei que você racista não se comove nem com a dor desta criança, eu sei que você não quer perder seu privilegio, e adora brincar de preto em festa de rap, diz que adora um Trap, manda uns DAB e posta no "Insta" com a hastag Nigga. Mas quando nos vê nos roles fica com medo né seus favela gourmet do carai.. quando nos vê na rua muda de calçada, pratica aquele racismo diário, e diz que é só piada!

Parafraseando uma frase de vocês, "Racista bom é racista morto"


Timm Arif era membro do grupo Primeira Função, após alguns anos do fim do grupo, o rapper paulista lança seu trampo que esta fino!.
O album "Desatando os nós" tem oito faixas e participações de Dj Miria AlvesDJ Nyack,#DjWillDCazzNego EXandão CruzSadiki,Fahim e Nando Vianna.
E produção de Dj Nyack,KZA, Saile Beats,DJ Will, Grou e o Tim Arifi assina duas produções.

Em breve em todas as plataformas digitais! 




(Graffitis de Mag Magrela em São Paulo)

A artista plástica e grafiteira paulistana criou o mural “Desertei em Cactos Selvagens: Percepções do Feminino” especialmente para o local


A partir do dia 8 de outubro o Sesc Vila Mariana receberá uma obra da artista plástica e grafiteira Mag Magrela dentro do Projeto Latitudes. O mural “Desertei em Cactos Selvagens: Percepções do Feminino” ficará exposto até o dia 5 de março de 2017, com visitação durante todo o período de funcionamento da Unidade, que é de terça a sexta, das 7h às 21h30, sábados, das 9h às 21h e domingos e feriados, das 9h às 18h30. A entrada é gratuita.

Projeto Latitudes traz ao Sesc Vila Mariana artistas de diferentes linguagens e técnicas, para desenvolver trabalhos com o objetivo de superar distâncias, ressignificando as fronteiras. O projeto chega à sua quarta edição, após participações de nomes como Derlon e Alexandre Keto.

Nos próximos seis meses, o Latitudes apresenta a obra “Desertei em Cactos Selvagens: Percepções do Feminino”, de Mag Magrela. A pintura no mural propõe uma metáfora dos sentimentos internalizados, por vezes reprimidos, representados pelas águas armazenadas dentro dos cactos. São sensações vividas em meio árido, mas que afloram em seu devido tempo de maturação e entendimento.

Mag Magrela sempre teve contato com as artes plásticas através de seu pai que pintava telas. Mas somente em 2007, as ruas serviram de base para os desenhos acumulados em cadernos. Desde então seus trabalhos podem ser encontrados principalmente nas ruas de São Paulo, mas também em Belo Horizonte, Rio de janeiro, Portugal, Londres e Nova Iorque. Seu estilo reflete a intuitividade do graffiti brasileiro, intenso, original e criativo. Sua arte está presente também em outros suportes, como telas, bordados, cerâmicas, gravura, além de performances e assemblagens. Inspirada pelo caos e pelo que classifica como “euforia urbana” de SP, seus desenhos e pinturas retratam um amplo espectro da cultura brasileira, dialogando com a fé, o profano, o ancestral e o cotidiano e, acima de tudo, o feminino.

Saiba mais sobre o trabalho de Mag Magrela em:
 
Serviço:

Projeto Latitudes | Outubro/2016 a Março/2017

Desertei em Cactos Selvagens: Percepções do Feminino
Obra de Mag Magrela
De 8 de outubro de 2016 a 5 de março de 2017
Terça a sexta, das 7h às 21h30
Sábados, das 9h às 21h
Domingos e feriados, Sas 9h às 18h30
Local: Térreo (Corredor para a Torre B)
Livre
Grátis

Horário de funcionamento da Unidade: Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábado, das 9h às 21h; e domingo e feriado, das 9h às 18h30.

Central de Atendimento (Piso Superior – Torre A): Terça a sexta-feira, das 9h às 21h30; sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30.

Estacionamento: R$ 4,50 a primeira hora + R$ 1,50 a hora adicional (Credencial Plena: trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). R$ 10 a primeira hora + R$ 2,50 a hora adicional (outros). 200 vagas.

Sesc Vila Mariana
Rua Pelotas, 141, São Paulo - SP
Informações: 5080-3000
sescsp.org.br
Facebook, Twitter e Instagram: /sescvilamariana

Com produção do Faustino Beats, a SoulRap vem debochando e escaldando tudo na sua nova track. O Shark gastando e mudando literalmente seu flow, e o Lefs mandando algum MC dar um trato correto na mulher e fazer um rap que preste. OXE! Essa faixa é dedicada a todos os caloteiros de plantão que tem débitos com geral que vive realmente do Rap. Isso aqui é brincadeira?! Confira já o lyric video: 




Captação e Mixagem: SoulRec 
Produção: Faustino Beats
Masterização: JJ SLIM 
Designer: ME Creative
Lyric Video: Lefs

E-mail: soulrap.contato@yahoo.com.br



A Terceira Edição do evento acontece no próximo dia 14 de outubro em S.Paulo

O evento acontece para promover o lançamento da parceria da produtora Boogie Naipe com o grupo RZO.
Queremos celebrar essa parceria fazendo um super show em SP”, explica a produtora em nota. O show

será na sexta, dia 14 de outubro no Estúdio, que fica na Vila Madalena, zona oeste da capital paulista.
 
Além do experiente grupo de rap, a noite conta com o jovem grupo PrimeiraMente e também com DJ Murillo
(integrante do 5pra1 e residente da festa) que comandará as pick ups na noite que promete ser especial para o
Hip Hop brasileiro. A festa vem se consolidando no mercado e sempre conta com nomes fortes do rap, a primeira
edição teve Racionais e 5 pra 1 e a segunda contou com o Haikaiss.

Ingressos no site Sympla

Lista de desconto  https://goo.gl/KrakT1


quarta-feira, 28 de setembro de 2016


Munidos de informação e rimas bem construídas contra a industria racista e elitista e o Estado, Projeto Preto vem em "Assim que os Preto Faz" com bastante revolta, mostrando que o Hip Hop e sua cultura de raiz pertencem de fato à periferia negra e seu contexto militante não poderá ser apagado por quaisquer playboys que não conheçam sua história e que distorcem seu conteúdo em benefício próprio. 
"Assim que os Preto Faz", é o primeiro single do grupo e vem com a proposta de retomar o caráter revolucionário que o Rap nacional possui, lembrando da urgência das pautas abordadas, inclusive do genocídio à população negra e periférica, pauta essa que é totalmente invisibilizada pelos rappers brancos e de classes mais altas que ocupam o mainstream do cenário.


Ficha Técnica:



Artista: Projeto Preto

Música:  Assim que os preto faz

Composição: T.R, DenVin & D'Ogum
Produção, masterização e mixagem: PQNO (Adriano Santos)
Música gravada em: PQNO Studio (Diadema)

Videoclipe:
Produção, roteirização e direção:
DMNA (DecidimosMoverNossasAsas)



Informações sobre o Projeto Preto
Projeto Preto surge no dia 1 de Abril de 2016, formado por D'Ogum, DenVin e T.R que se conheceram anteriormente nas ruas de SP. Com o intuito mútuo de resgatar as raízes esquecidas e apagadas por esse processo racista e colonial da indústria fonográfica, foi através das rimas e além dos palcos que os 3 começaram a meter as caras na cena do RAP Nacional. Observando que quem detém o monopólio da informação e dos meios de produção dentro da cena da cena do RAP são majoritariamente homens cis, de classe média/alta e brancos, enquanto jovens negros são assassinados diariamente e mulheres negras tem seus corpos em posse do estado, o Projeto Preto se viu na responsabilidade de combater a herença eugenista que vem monopolizando a cena ganhando dinheiro em cima do sangue negro e da periferia, disseminando e reforçando comportamentos, atitudes e ideais opressivos numa cultura que nasceu e tem sua essencia firmada no combate a opressão.




"O apagamento da identidade negra e o embranquecimento cultural é um fenômeno cada vez mais forte e constante! o Projeto Preto vê urgência de retomar o que nos foi tirado e não vamos mais pedir, viemos pra tomar, queimar seus cafezais e cortar a cabeça do senhor do engenho, sem pudor nenhum", comenta D'Ogum, integrante do grupo.






O escritor morador do capão redondo Ferréz, entrevistou o rapper do Grajaú Eduardo, para o seu canal no youtube de sua marca 1 da Sul. Já saiu duas partes, esta é a terceira ou C como esta no vídeo. (Assista parte A e parte B
Nessa parte, Eduardo conta como foi seu contato com o rap e o que isso causou na sua vida.



MARIANA MALTONI/ELLE/DIVULGAÇÃO
A Laboratório Fantasma fará sua estreia no próximo São Paulo Fashion Week, em outubro, com direção criativa do estilista João Pimenta.
A revista Elle Brasil, nas bancas a partir desta sexta-feira (30), traz entrevista com Fióti e Emicida sobre a nova empreitada, além de fotos de algumas das peças (veja fotos do ensaio para a publicação acima).
A Lab Fantasma começou como um selo/gravadora fundada em 2009 para profissionalizar e popularizar os artistas de hip hop e rap no Brasil. Alguns anos antes, já havia surgido a necessidade de criar camisetas que, vendidas nas banquinhas dos shows, ajudavam a impulsionar o negócio da música e expandir sua presença no meio. Hoje, as peças se tornaram marca registrada na cena do rap brasileiro e a Lab se tornou uma marca de moda com loja online e revendedores por todo o Brasil.
Após essa trajetória de sucesso, a Lab Fantasma sentiu a necessidade de uma evolução no seu estilo e modelo de negócio, mas sem perder a identidade e a conexão com o público que sempre a acompanhou.
Para isso, essa nova fase será marcada pela chegada de João Pimenta como diretor criativo da marca e o desejo de fazer uma moda inclusiva, democrática e que atenda todos os gostos e corpos. A grife que vai para o desfile será batizada de Lab, apelido que a empresa já tinha entre o público.
MARIANA MALTONI/ELLE/DIVULGAÇÃO

Sobre a coleção
A nova coleção trará modelagens e tecidos capazes de atender uma grade extensa de tamanhos, sem abrir mão de design, conforto e qualidade.
A coleção tem como inspiração a figura Yasuke, o samurai negro. O cenário que deu origem ao Inverno traz um moodboardpermeado pela improvável mistura do Oriente com a África, onde o samurai Yasuke une a força e vibração do povo negro, à determinação e espírito da luta dos samurais. A cartela de cores é sóbria com tons de preto, branco, cinza e acentos de vermelho. As peças trazem estampas de origamis e ideogramas japoneses, misturadas às clássicas frases das músicas do Emicida. Destaque para as blusas e moletons com amarrações estilo japonês e as calças e bermudas com elástico, zíper e muitos bolsos.
Os principais tecidos usados são malha, moletom e algodão, que renovam o conceito destreetwear. O desejo é criar moda democrática e inclusiva, que atenda todos os gostos e corpos, com uma extensa grade de numeração.

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