sábado, 30 de setembro de 2017

Sim, isto que você leu, mais uma playlist minha...rsrs


9th Wonder (fundo) \ Rapsody (frente)

Hoje quero mostrar o trampo da Rapsody, creio que a maioria conheceu ela pela participação no álbum do Kendrick Lamar "To pimp a Butterfly", na faixa "Complexion (A Zulu Love)", ou pelo fato dela ter assinado com Roc Nation do Jay-Z.
Mas como você leu no titulo, listei 10 musicas com produção do 9th wonder, em que a Rapsody arregaça!. Primeiro você precisa saber que o 9th wonder está com certeza num Top 5 entre os melhores produtores de rap nos Estados Unidos.
Eu como fã do Little Brother, por tabela admiro muito o trampo do 9th Wonder tanto que acompanho seus trampos solo com diversos artistas, foi assim que descobri a Rapsody, isto era 2011.
A Rapsody, amadureceu muito depois que assinou com a Jamla records selo do 9th Wonder, la ela trampou com diversos produtores diferentes como: Dj Premier, Nottz, Eri G, Khrysis e outros.
Isto tudo deu bagagem para que ele hoje esteja na Roc Nation.

A Rapsody tem uma caminhada gigante. Ela tem 3 álbuns, 3 Eps, 5 mixtapes e incontáveis participações.
A Rapsody começou sua carreira no grupo da Carolina do Norte, Kooley High. Ela estreou na cena em carreira solo, no trampo do 9th Wonder chamado: The Dream Merchant Vol.2, onde participou uma gama de artistas alem de Rapsody.

Sua carreira solo se inicia com o lançamento da mixtape "Return of the B-Girl" em dezembro de 2010.
"Return of the B-Girl" marcou seu primeiro trabalho com lendário produtor de hip-hop, DJ Premier e convidados destacados como Mac Miller e Big Daddy Kane . Ela continuou a ser aclamada com o lançamento de sua próxima mixtape, Thank You Now, que mostrou suas habilidades de contar histórias como ela extraiu de experiências de vida pessoal e apresentou seu trabalho com uma variedade de atos aclamados pela crítica, como Marsha Ambrosius , Estelle , Raekwon , Jean Grae , Murs e Big KRIT .

Seu próximo projeto, For Everything lançado em novembro de 2011 com participações de mcs aclamados e estabelecidos, como Kendrick Lamar e Freeway, e uma série de faixas foram apresentadas na seção "Bangers" da revista XXL. Em maio de 2011, a Rapsody juntou-se a Mac Miller em seu Incredibly Dope Tour por 15 datas.No final de 2011, ela fez turnês com Phonte e 9th Wonder como parte do Phonte & 9th Wonder Tour.

Em julho de 2016, anunciou-se que a Rapsody assinou com a gravadora Roc Nation, do Jay-Z .

OUÇA A PLAYLIST:




Um pouco sobre o 9th Wonder a.k.a 9thmatic


9th Wonder , é um produtor de rap , DJ , palestrante, professor e rapper da Midway, Carolina do Norte , EUA. Ele começou sua carreira como o principal produtor do grupo Little Brother em Durham, Carolina do Norte , e também trabalhou com Mary J. Blige , Jean Grae , Wale , Jay-Z ,Murs , Drake , Buckshot , Chris Brown , Destiny's Child , J. Cole , Kendrick Lamar , Erykah Badu , Ludacris , Mac Miller , David Banner, Lecrae , Jill Scott , Big Boi , Rapsody e Anderson .Paak . A partir de 2010, o 9th Wonder bate com o nome de 9thmatic.O 9th Wonder tem um estilo de produção suave e como o soul que depende de amostras de artistas como Al Green e Curtis Mayfield

sexta-feira, 29 de setembro de 2017



“XIU! ” têm o intuito de promover o lançamento de sua marca de roupas que leva o mesmo nome




(Foto: Gabryel Sampaio)



"Escute o que vou lhe dizer, você pode até fingir que não vê. Mas onde ‘cê’ olhar eu vou estar. Eu vou estar, eu vou estar... Então, xiu!". 


O trecho forte que inicia a nova canção de Tássia Reis já mostra ao que veio: dar voz e empoderamento às pessoas que são silenciadas pela sociedade, mas que resistem ao longo da história, contrariando os esforços de quem insiste em invisibilizá-las. “A ideia foi falar sobre ambição e o sentimento de querer mais do que é imposto pra quem é desfavorecido, e  acima de tudo, fala sobre como somos julgados quando transgredimos esse protocolo", explica a cantora.


Produzida por Bruce Slim – mais conhecido como Slim Rimografia –, “XIU!” tem a mix e a master assinada por Luis Lopes e foi gravado no estúdio Flapc4, no centro de São Paulo. “Nossa parceria foi muito natural, essa batida foi a primeira que mostrei pra ela. Quando eu vi o esboço da faixa, fiquei fascinado por esse casamento que é bastante poético e melódico, mas não perde o lado contundente e crítico”, afirma.

O clipe gravado no Estúdio Lâmina (SP), traz a cantora vestindo peças ousadas e que enaltecem seu estilo. Trata-se de outro lançamento: sua marca de roupas própria. Também intitulada como “XIU! ”, ela nasce com 8 looks, a princípio, que unem o conforto e liberdade, sem abrir mão da lacração e do close. “Eu quis fazer uma roupa que eu gostaria de usar, assim como eu faço uma música que eu gostaria de ouvir”, completa a cantora.

A ideia é um sonho antigo e veio em 2012, juntamente com sua amiga Talita Freitas. Aos 20 anos, quando saiu de Jacareí, interior de São Paulo, para cursar Design de Moda na Capital, Tássia Reis nem podia imaginar como seria sua vida 5 anos depois.

ASSISTA:


“XENIA”, primeiro disco da cantora, exalta a figura da mulher negra e a influência da música diaspórica


(Foto: Tomas Arthuzzi)

Xenia França lança seu primeiro disco solo, intitulado “XENIA”, pela Natura Musical. “Esse é um grande momento para mim. Talvez, o maior. Sempre quis ter um trabalho solo e por vários motivos ele aconteceu agora, de um jeito lindo. Acho que tudo o que aprendi até hoje foi muito importante e precioso para eu adquirir coragem de me expor dessa maneira. Não é fácil, mas esse projeto me transformou em outra pessoa. Fiz meu ritual de passagem com ele e me tornei mulher de uma vez por todas”, ressalta a cantora.

Com produção de Lourenço Rebetez, Pipo Pegoraro e coprodução da própria artista, “XENIA” reverencia o som que vem da diáspora negra, em uma sonoridade essencialmente pop com pitadas de música eletrônica, jazz, samba-reggae, rock e R&B. “Minhas influências desde pequena são Michael Jackson, Stevie Wonder, Gilberto Gil, Elza Soares, Margareth Menezes, Ilê Aiyê, Olodum, Edson Gomes, Milton Nascimento, entre outrxs. Também posso dizer que, há pouco mais de quatro anos, vivo um verdadeiro caso de amor pela música e cultura cubana. Neste trabalho, eu louvo esse povo tão maravilhoso por meio do Batá, tambor sagrado presente entre as gravações. De alguma forma, tudo isso está no meu disco”, comenta. 

Estão, entre as 13 tracks que compõem o álbum, composições de artistas como Tiganá Santana, Theodoro Nagô, Tibless, Verônica Ferriani, Clarice Peluso, Luisa Maita e Chico César, além de três autorais: “Perfeita Pra Você”, “Miragem” e “Pra Que Me Chamas?” – uma parceria com Lucas Cirillo. “Cada faixa escolhida tem um valor extremamente importante. Elas me auto-representam. Levam meu olhar para esse caminho de aprendizado, orgulho, autoconhecimento e gratidão. É sobre como me sinto agora, mas a partir de toda a minha trajetória desde que sai da Bahia. É sobre intimidade comigo mesma, dores, questionamentos e inquietações. É sobre ancestralidade, respeito, amor, cura e fé. É sobre ser mulher. Mulher negra”, finaliza.

Xenia França, baiana radicada em São Paulo, é reconhecida, entre outros, pelo seu trabalho dentro da banda Aláfia. Sua carreira começou em 2007, quando cantava na noite paulistana sambas e clássicos da MPB. Inserida em um cenário artístico de resgate e propagação da cultura afro- brasileira, a cantora se transformou referência do empoderamento e comportamento feminino.

Gravado no RedBull Station, Carbono, El Rocha e Caso Raro, estúdios localizados em São Paulo, “XENIA” foi mixado por Russell Elevado (Dragon Mix Studios - NY) e masterizada por David Darlington (Bass Hit Recording - NY).

Para o show de lançamento em São Paulo, a artista promete uma grande noite no Auditório Ibiraquera, dia 15 de outubro. Em Salvador, o público assistirá a apresentação no SESC Pelourinho, dia 27 de outubro. 

OUÇA:


O projeto foi selecionado pelo edital Natura Musical 2016 com apoio da Lei Rouanet. “O Natura Musical foi criado para valorizar a diversidade da produção contemporânea e a identidade da música brasileira”, diz Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura. “Desde 2005, a plataforma já patrocinou mais de 330 projetos de artistas em diferentes estágios de carreira, que representam essa música brasileira pulsante, diversa e apresentam novas expressões e linguagens, assim como o novo trabalho de Xenia França", complementa. 


O EF acaba de lançar mais um trabalho de peso. Dessa vez, estamos falando do videoclipe “Dream”, uma releitura de “RAF” do A$AP Rocky. O clipe e a faixa antecedem a próxima mixtape do rapper, intitulada “Pretensões” e contam com a participação dos Mcs GB, Mulambo e Vinex. O audiovisual foi feito por Mulambo e Jotape e a track foi produzida pelo selo Deck9 Record’s.


Semana passada EF soltou a mixtape “Eis a Questão”, onde fala sobre sua vida, trazendo a essência do trap nacional e a mistura da lírica da nova e velha escola. O instrumental foi assinado por FilBeat$.  Confere aí:


 Produtora e trio de DJs de SP se unem para movimentar o cenário do novo rap alternativo brasileiro.

 Primeira edição do projeto traz o rapper niLL em show de lançamento do seu aclamado disco ‘Regina’, que já consta na boca e nas mentes do público, e vem ganhando notoriedade como um dos melhores álbuns de rap do ano.

 A noite, que será celebrada na Associação Cultural Cecília - reduto central da cena de artistas da música alternativa - conta também com discotecagem dos deejays da Drop D' Bone e shows de LARINU (lançando seu EP de estréia via Carranca Records) e ChinV realizando pocket show.

 O projeto Rap Clandestino tem como objetivo apresentar consagrados e novos artistas da cultura Hip Hop apresentando seus trabalhos mais recentes.

:: LINE-UP
Nill Regina Full Álbum
LARINU
ChinV
Drop D' Bone
_____________________________________________________

:: INGRESSOS:
Primeiro Lote – R$ 20
Segundo Lote – R$ 25
Terceiro Lote / Porta – R$ 30 (R$ 25 para lista

:: SERVIÇO:
Quando: 14/10
Horário: 18 h – 22h.

:: ANIVERSÁRIOS:
Envie e-mail para cerebrosurdoproducoes@gmail.com e confirme no mural aqui do evento para ter seu nome incluso na lista com entrada gratuita. Essa lista é limitada.

:: APOIO:
Genius Brasil
LoadComics
Associação Cultural Cecília

:: FACEBOOK:

:: YOUTUBE:

Numa breve pesquisa na internet sobre a origem do “bate-cabeça”, é possível achar várias formas de explicar o termo, mas nenhuma delas se aproxima do que é estar no meio do bate. Para ter uma dimensão sobre a história do “headbanging” (termo original em inglês), é necessário examinar os componentes de movimento e significado que fazem parte desta prática.
O clássico som do Doctor MC's, alerta, quem não for maloqueiro, vai se perder. Recomendamos que você dê play na pequena e pesada playlist feita pela Ana, e siga em frente.


Essa semana Fábio Andrade, fotografo e colaborador no Coletivo Nômades/SP nos deu a honra de conhecer um ensaio que ele realizou, referente ao bate-cabeça na cultura Hip-Hop/Rap. As fotografias de Fábio Andrade realizadas em shows e eventos de Hip-Hop nacional, em São Paulo/Brasil, entre 2016 a 2017. O autor tem como foco principal as expressões faciais, movimentos corporais e a relação entre indivíduo e espaço para melhor demonstrar o movimento Hip-Hop através da explosão da dança e tentar transmitir de forma natural os sentimentos e toda a efervescência de estar num bate-cabeça, que aparentemente se consiste em movimentos violentos e inquietantes, mas que possui grande respeito e proteção com a condição física do próximo. Confiram parte do trabalho abaixo.








Esse ensaio foi desenvolvido por impulso artístico, estético e emocional. Propõe ao público, imagens da dança em seu potencial, evidenciando o bem estar coletivo de diversão, prazer e fraternidade, ao som de Wu-Tang Clan, Cypress Hill, Onyx, Public Enemy e entre os nacionais RPW e Doctor MC's, vanguardistas do estilo "bate-cabeça" (anos 90) derivado do termo norte-americano "Headbanging" que se dá na movimentação verticalizada dos cabelos dos fãs de heavy metal.” - Trecho extraído do material cedido pelo artista.






Todas as fotos publicadas são de autoria do fotógrafo Fábio Andrade.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017


Vídeo da faixa “Shine” foi gravado durante turnê que a cantora fez pela Europa este ano e pode ser visto com exclusividade no www.redbull.com.br



Crédito: Red Bull Content Pool

São Paulo, setembro de 2017 - Após uma turnê de 15 shows em cinco países da Europa, a cantora Lei Di Dai está de volta ao Brasil já com novidade: um novo videoclipe da faixa “Shine”, que acabou de ser lançado pelo site www.redbull.com.br (veja aqui http://win.gs/2fxqNW7). O single faz parte do disco novo da rainha do dancehall nacional, “RAINHA #guetoprogueto”, que, assim, como o clipe, foi produzido e gravado na no Velho Continente –e deve ficar pronto no segundo semestre de 2018.
A música e o clipe foram feitos em setembro, em Brixton, bairro tradicional da comunidade jamaicana no sul de Londres (Inglaterra), no estúdio do Arrival Sound System. A mensagem da canção, segundo Dai, é bastante simples e direta: "Cultive o amor universal, liberdade é amar e deixar seu amor brilhar, shine!".
O último disco da cantora, “#QUEMTEMFÉTÁVIVO”, foi gravado no Red Bull Studio, em São Paulo, no início de 2016, com sonoridade permeada pelo seu já conhecido dancehall, estilo musical jamaicano surgido nos anos 1970, com pitadas de dub, reggae, soul, hip-hop e música eletrônica.
Além de cantora, Dai também é empreendedora: comanda, desde 2012, o Gueto Pro Gueto Sistema de Som, projeto social que promove festas com música, dança, arte e grafite nas periferias, selecionado em 2016 para integrar a Red Bull Amaphiko Academy, iniciativa da Red Bull que investe em boas ideias de cunho social. A artista já realizou mais de 70 eventos em locais como centros culturais, praças, bibliotecas e até dentro das comunidades mais carentes de São Paulo, promovendo o dancehall e a cultura da música eletrônica jamaicana.
Sobre a Red Bull Amaphiko
Red Bull Amaphiko é um programa que, desde 2014, dá asas a pessoas e ideias transformadoras. Presente no Brasil, na África do Sul e Estados Unidos, o programa apoia e oferece mentoria, formações e conexões a projetos de empreendedores sociais que estão mudando a realidade de suas cidades e comunidades. Saiba mais em https://amaphiko.redbull.com.
Agência Lema
Leandro Matulja/ Letícia Zioni/ Larissa Marques

Fotos trazem a diversidade dos povos negros que compõem a Floresta Amazônica,
partindo de Rondônia para contar os percursos e diásporas não exploradas pela história oficial brasileira
São Paulo, setembro de 2017 - A CAIXA Cultural São Paulo apresenta, de 7 de outubro a 17 de dezembro, a exposição (Re)Conhecendo a Amazônia Negra - povos, costumes e influências negras na floresta, da fotógrafa Marcela Bonfim. A mostra traz obras que ilustram as mais diversas identidades e culturas presentes entre os povos negros do local e a importância social das religiões de matriz africana na construção do Brasil. No dia 11 de novembro, haverá o lançamento do catálogo e um bate-papo com a fotógrafa.  O patrocínio do evento é da Caixa Econômica Federal, com visitação gratuita e classificação livre.
Ao todo, são 55 obras que trazem de maneira sensível e original as mais diversas expressões dos grupos que residem na região norte do país, dentre eles remanescentes quilombolas, afro-indígenas, barbadianos e também haitianos. Todos carregam em seus traços as heranças socioculturais de uma parcela importante da população brasileira que ainda não é reconhecida historicamente.
As fotos foram produzidas a partir de 2013, durante as visitas de Marcela a comunidades quilombolas, tradicionais, indígenas e urbanas, além de terreiros e festejos religiosos na região do Vale do Guaporé (RO), em um processo que coincidiu com o próprio reconhecimento da fotógrafa enquanto mulher negra. Nesta edição, a exposição traz também imagens do Mato Grosso (MT), Maranhão (MA) e Pará (PA).
Segundo Marcela, a proposta é utilizar a fotografia como instrumento de resgate da memória dessas populações e mostrar sua importância e legado para a construção da sociedade brasileira.
“Mais que fotografia, o aspecto fundamental da proposta é a crítica ao percurso da história oficial sobre a negritude brasileira. Apesar do importante papel que os negros desempenharam e ainda desempenham para o desenvolvimento econômico, cultural e social do país, há mais de 500 anos, ainda padecem com as ambiguidades e injustiças causadas inicialmente pela seletividade das informações contidas nos livros de história e demais registros de memória, o que é um projeto de degradação e inferiorização destas populações, dos seus costumes e cultura”, aponta.


Expressões de fé
Organizada em dois núcleos, a instalação prevê um verdadeiro mergulho na cultura e subjetividade dos povos negros da Amazônia, trazendo histórias de vida e também de expressões religiosas de matriz africana.
Logo na entrada, o visitante irá encontrar um altar trazendo alguns dos objetos de variadas religiões, encaminhando-o à primeira parte da mostra, com 35 retratos distribuídos ao longo da galeria e também em uma grande estrutura de madeira no hall principal.
O corredor de fotos levará até a Sala dos Ritos e Cultos Religiosos, com 20 imagens das mais variadas expressões de fé impressas nos detalhes de mãos, pés e semblantes de um povo que mantém fortemente suas tradições e festas religiosas. Elementos como espadas-de-são-jorge e sal grosso também irão compor a expografia, no intuito de apresentar ao público um pouco dos costumes presentes no cotidiano dos povos fotografados.
Sobre os povos negros na Amazônia
A população negra amazônica foi constituída a partir de 1750 com o povoamento do Vale do Guaporé - que fica entre a Floresta Amazônica e Pantanal - por negros escravizados vindos de Vila Bela da Santíssima Trindade (MT), em decorrência do ouro e da construção do aparato colonial de defesa militar “Forte Príncipe da Beira”. A partir de 1870, outras migrações negras, principalmente do Pará e do Maranhão, chegaram à região para a extração da borracha e de minérios e metais preciosos nos períodos conhecidos como “Ciclo do Ouro” e “Ciclo da Borracha”.
Entre 1873 e 1912, trabalhadores barbadianos contribuíram com mão de obra qualificada para a construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Esse foi considerado o primeiro fluxo migratório livre negro no Brasil e foi um elemento importante, principalmente, nas áreas da saúde, da educação e da religiosidade. E, a partir de 2011, imigrantes negros haitianos passaram a habitar a região norte e se espalhar pelo Brasil após fluxo migratório que ocorreu por conta dos desastres e demais dificuldades que enfrentavam em seu país naquele momento.

Sobre a fotógrafa Marcela Bonfim
Fotógrafa, Marcela Bonfim, 34, é formada em Ciências Econômicas (2008) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e é especialista em Direitos Humanos e Segurança Pública (2011) pela Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR). A fotografia entrou em sua vida no processo de resgate de sua identidade enquanto mulher negra, quando foi morar em Rondônia e entrou em contato com diferentes culturas, principalmente a dos barbadianos. Foi por meio das lentes que ela se aproximou das religiões de matriz africana e também de populações em situação de vulnerabilidade, fazendo de seu trabalho um espelho para si mesma.
Ficha Técnica
Realização: CAIXA Cultural
Patrocínio: Caixa Econômica Federal
Produção: Avangi Cultural
Artista: Marcela Bonfim
Produção Executiva: Amanda Prado
Projeto Expográfico: Aline Arroyo
Montagem: Ladun Produção e Montagem
Projeto Gráfico: Bárbara Batista
Assessoria de Imprensa: Jéssica Moreira e Thais Siqueira
Textos: Ana Aranda e Monica Cardim
Tradução para o inglês: Denise Cooke
Registro: Tally Campos e Michele Saraiva
Curadoria Coletiva: Marcela Bonfim, Talita Ribizi, Aline Arroyo e Michele Saraiva
Serviço
Exposição (Re)Conhecendo a Amazônia Negra – Marcela Bonfim
Local: CAIXA Cultural São Paulo -  Praça da Sé, 111 - Centro - São Paulo – SP – próxima à estação Sé do Metrô)
Abertura: 7 de outubro, sábado, às 11h.
Visitação: de 7 de outubro a 17 de dezembro (terça-feira a domingo)
Horário: 9h às 19h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Entrada franca
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal
Lançamento do catálogo e bate-papo com a fotógrafa Marcela Bonfim
Data: 11 de novembro, sábado, às 11h.
Local: CAIXA Cultural São Paulo
Assessoria de Imprensa da Exposição
Jéssica Moreira - jessicamoreira.mural@gmail.com (11) 9-4067-6963
Thaís Siqueira - thaiscomunicacao@gmail.com (11 ) 9-8776-4540
Site da Exposição: https://www.marcelabonfim.com/
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Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural São Paulo (SP)
(11) 3321-4400 / 3549-6001
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