terça-feira, 31 de outubro de 2017

Música boa, troca de ideia e basquete? É sempre bom! Conheça o projeto Go DJ, evento que acontece nesse fim de semana em Limeira (SP).


O Noticiário Periferico conversou com o DJ NiNo, um dos idealizadores do projeto Go DJ, e trouxe algumas informações sobre o evento que acontece no próximo sábado (4) em Limeira (SP).

NiNo comentou que o intuito da Go DJ é dar espaço para o pessoal que desenvolve a parada como DJ ou que goste de tocar e não tem um espaço pra desenvolver isso. Nada melhor do que fazer o que gosta, e ainda trocar uma ideia com quem já tem uma caminhada na área. 


De inicio, a Go DJ tem dado espaço para o pessoal que trabalha com controladora, mas a intenção do projeto é envolver todos que queiram participar, seja com qualquer equipamento. 


O projeto tem acontecido na rua, num pico chamado Barracão dos feirantes, que hoje é conhecido na vila por ser um local voltado para eventos. Uma das ideias do projeto é a troca de informações, ideias e conhecimentos. 


Os DJ`s residentes são DJ LP (Felipe Alves), DJ Fugges (Jonathas Modesto) e o DJ Nino (Lucas Lino). A primeira edição do evento contou com o convidaddo DJ Uru, que toca na Batalha da Gruta em Limeira mesmo. A segunda edição vai contar com o DJ Jones da Kupula Hip Hop Inteligente e o Dj Uru novamente. 

O Noticiário Periferico apoia todo tipo de corre independente no Hip Hop, conheçam mais sobre o projeto na página : https://www.facebook.com/Go-DJ-120858025280067/

E confirmem presença no evento no facebook
VIVA O HIP HOP!


Nos dias 4, 10 e 26 de Novembro artistas do Hip Hop da Brasilândia e Região apresentam a produção artistica do bairro celebrando a cultura negra.

O Novembro Negro Hip Hop na Brasa Reuni Artistas do Hip Hop da Brasilândia e região para celebrar a cultura negra, sua trajetórias e seus e suas personalidades.
Dividido em 3 encontros o evento traz mais de 20 atrações, confira a programação;

04/11 - 17h - Narrativas da Imagem e Som
(Encontro com discotecagem e Turntablism, live paint baseado em personalidades negras)
Dj's Kokay, Vandi e Lobo
Escritores e escritoras de Graffit: Soberana Ziza, Vulgo, Preto Tna, Zytho Romão e Cleo

10/11 - 19h - Roda do Conhecimento
(Roda de poesia, pocket show e bate papo e exposição sobre a atuação de 8 anos do PQU na Zona Norte)
Slam da Norte
Mano Réu
Exposição P.Q.U (Projetos Quilombos Urbanos)


26/11 - 14h - Cypher's
(Roda de dança, homenagem ao grupo CAGEBE e releituras de classicos do rap nacional com Mc's da Brasilândia)
Breaking/Poppin - Identidade em Movimento e Familia FK
Mcing's - ZoioOmc, Lucido e Cyblack
Dj - Paulinho
Homenagem ao Grupo CA.GE.BE

Local: Casa de Cultura da Brasilândia 
Praça Benedicta Cavalheira, Sn - Em frente a E.E João Solimeo 




 A final do Red Bull BC One será transmitida ao vivo, direto de Amsterdã, neste sábado (dia 4 de novembro), a partir das 18h, via Red Bull TV (redbull.tv/bcone)


B-boy Ratin é representante brasileiro na final (Nika Kramer/Red Bull Content Pool)

São Paulo, outubro de 2017 - No próximo sábado, dia 4 de novembro, a cidade de Amsterdã, na Holanda, sedia a final mundial do campeonato de b-boys homem-a-homem mais importante do mundo, o Red Bull BC One. O espetáculo poderá ser visto de qualquer lugar do mundo, já que a Red Bull TV transmitirá ao vivo os duelos a partir das 18h (horário brasileiro de verão).
 Este ano, o atual campeão Issei Hori, do Japão, disputará com outros 15 b-boys o título de melhor dançarino de break do planeta. Ao longo do último ano, o Red Bull BC One realizou mais de 30 eventos pelo globo e montou um grande time de estrelas para disputar o troféu. Entre os selecionados está o b-boy Ratin (foto acima), dançarino paulista de 25 anos que já foi bicampeão brasileiro do Red Bull BC One e passou por duas finais mundiais. “Em 2015, não ganhei o título de melhor do mundo porque faltou condicionamento físico. Hoje, concentro meu treino em melhorá-lo. Estou bem mais confiante”, avalia.
A cada ano, milhares de b-boys competem nos desafios nacionais, e os vencedores disputam vaga na final, em que 16 atletas duelam, mas só um é coroado campeão após os jurados avaliarem critérios como musicalidade, originalidade, performance e presença de palco.
Serviço:
Transmissão - Final Mundial Red Bull BC One
Sábado, dia 4/11, a partir das 18h (horário brasileiro de verão), via Red Bull TV
Link: redbull.tv/bcone

Sobre o Red Bull BC One
Desde que foi criado, em 2004, o Red Bull BC One estabeleceu-se como uma das mais relevantes competições da cena b-boying mundial, sendo palco para inúmeros dançarinos, caso dos brasileiros Pelezinho (que já disputou quatro edições do Mundial) e Neguin, único latino-americano a conquistar o cinturão de campeão. O Red Bull BC One é a competição mais importante de b-boys homem-a-homem no mundo. A cada ano, milhares de b-boys competem nas finais nacionais e os vencedores vão para o Red Bull BC One World Final, em que 16 participam, mas só um é coroado campeão. O primeiro Red Bull BC One ocorreu em 2004, na Suíça. Desde então, a competição anual viajou para locais como Alemanha, Brasil, África do Sul, França, EUA, Japão e Rússia. Outras informações em  www.redbull.com.br/bcone.

Vinex, integrante do Mente Farta e Xan, do grupo Contra Capa acabam de lançar o clipe “Reféns do Tempo”, que faz parte de um projeto da Deck9 Records, selo independente da zona sul de São Paulo.

A faixa retrata a vida amorosa e suas diversas reviravoltas, colocando em pauta em como os MCs são reféns do tempo, sendo a única saída é “apostar tudo”. Parte do clipe teve as ruas do centro de São Paulo como cenário.

O beat é assinado pelo Skillo, beatmaker do Contra Capa, grupo do qual Xan faz parte e o audiovisual é de Inara / BJAY. 

Confira:


Após o enorme sucesso da estreia de Rés, a Corpórea Companhia de Corpos volta a apresentar o espetáculo que agora faz parte da programação de "Negritudes Convergentes: Danças Independentes", projeto daCia Sansacroma que vai até o dia 26 de Novembro, na Funarte. Rés aborda as várias formas de encarceramento de tudo o que se levanta como feminino e a vulnerabilidade desses corpos no Brasil, propondo importantes reflexões através da dança.   

RÉS É A PRIMEIRA OBRA DA CORPÓREA QUE PRÕPOE REFLEXÕES SOBRE O CORPO NEGRO E PERIFÉRICO 

A Corpórea convida o público a conhecer esta produção em dança que busca evidenciar corpos negros em ações cotidianas, seu protagonismo, e refletir sobre a invisibilidade inerente ao nosso contexto social. 

Nos dias 02 e 03 de novembro, às 19h30, a Corpórea Companhia de Corpos apresenta o espetáculo Rés, no Complexo Cultural Funarte, como parte da programação do projeto "Negritudes Convergentes: Danças Independentes", produzido pela Cia Sansacroma, que vai até o dia 26 de Novembro. 

O espetáculo Rés, que teve sua estreia com muito sucesso no dia 17 de Outubro no SESC 24 de Maiopropõe uma grande reflexão sobre a situação de mulheres em situação de cárcere no Brasil, sobre a violência existente neste universo contra o gênero feminino, a vulnerabilidade destes corpos até chegar ao momento da prisão e direciona o olhar para quem são essas mulheres encarceradas de diversas formas (física e metaforicamente). 

Para além das grades e cadeados, “Rés” lança questionamento sobre quantas portas fechadas já existiram, existem e ainda existirão na vida destas pessoas que, de certa forma, são marcadas por serem mulheres negras. A obra faz uma análise também sobre o entorno e sobre as mulheres que acabam levando uma vida de encarceramento por terem companheiros, filhos e outros familiares em situação de cárcere.  

Com direção geral de Verônica Santos“Rés” é uma produção em dança e a primeira obra de uma trilogia em construção da Corpórea, que investiga uma outra forma de pesquisa e um novo olhar sobre como transladar o corpo negro cotidiano para a cena. Na sequência haverá uma montagem em teatro e depois um espetáculo em dança com aspectos performativos sobre a memoria do corpo e sua máscara, a pele. 

Em Rés, a dança é utilizada para apresentar três corpos femininos e negros em cena, que compartilharão as diversas possibilidades de reflexões e denúncias de um aspecto social que está sempre à margem das discussões.  

“Usamos os nossos corpos para denunciar o que um corpo negro feminino sente em uma situação de encarceramento. É por isso que a encenação não fala de números estatísticos. Buscamos uma reação da plateia, um incômodo ou simplesmente um estado de inércia. Não porque são expectadores, mas sim por sentirem o peso do encarceramento, queremos remete-los às suas próprias realidades. Em Rés a plateia nunca é um mero observador” – pontua Malu Avelar, uma das criadoras da Corpórea. 

Apesar do nome Rés, na obra não existem presidiárias (nem personagem, nem figuras, nem bailarinas), mas sim corpos expostos à situação que representem os diversos tipos de encarceramento. Essa característica reforça a nova forma de pesquisa intencionada pela Corpórea.   

SOBRE A CORPÓREA COMPANHIA DE CORPOS 
A Corpórea Companhia de Corpos tem como objetivo evidenciar corpos negros em ações cotidianas demonstrando o protagonismo presente inclusive em ações simples do dia-a-dia. Neste processo de historicizar seus corpos, a partir da trajetória de outros corpos, o grupo busca contextualizar suas referências estéticas, poéticas e políticas, entrelaçadas nesse corpo que se faz urgente e indispensável.  

Partindo de questões e reflexões sociais que desempenham o papel do corpo negro na cena, os fundadores: Verônica Santos, William Simplício e Malu Avelar estabelecem a preposição de uma pesquisa que objetiva não somente criar, mas, também resgatar suas ações, produções, memórias e trajetórias, no percurso de suas contemporaneidades na cena. 

A Corpórea Companhia de Corpos não se intitula uma companhia de dança, teatro, música ou performance. Como o próprio nome menciona, é uma companhia de corpos que usa da linguagem da "exposição" dos corpos negros para evidenciar o seu devido protagonismo em situações cotidianas.  

“Um pedreiro em cena mexendo com a massa e levantando uma parede. Isso é um corpo negro em evidência, expondo a potência máxima da sua existência humana negra e social. Nesta cena ou performance a pesquisa está nos olhares sobre o que se vê. A ação do intérprete e a reação da plateia é um dos campos de pesquisa mais valiosos da Corpórea. Como o nosso corpo faz você sentir, a partir do que nós sentimos” – descreve William Simplício. 

Conheça o potente trabalho da Corpórea Companhia de Corpos. Mais informações em www.facebook.com/corporeacompanhiadecorpos 

SINOPSE - RÉS 
O espetáculo “Rés” tem como temática principal o universo do encarceramento feminino e a vulnerabilidade desse corpo no Brasil. Diante deste contexto, o espetáculo propõe uma análise artística e poética, através de uma produção em dança sobre as estatísticas que envolvem o sistema de encarceramento em massa. Propondo uma importante reflexão através da dança, a Corpórea convida o público a conhecer um trabalho que evidencia o protagonismo negro nas estruturas do cotidiano. 
Quando: Dias 2 e 3 de novembro - Quinta e sexta, às 19h30. 
Ingressos: R$ 10 (meia-entrada: R$ 5) – Cartões não são aceitos  
*Entrada gratuita para moradores do bairro de Santa Cecília 
Duração: 50 minutos. 
Classificação etária: 12 anos 
Endereço: Complexo Cultural Funarte SP. Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos. Mais informações: (11) 3662-5177 / funartesp@gmail.com 

FICHA TÉCNICA: 
Concepção e Direção: Verônica Santos 
Intérpretes Criadores: Débora Marçal, Malu Avelar e Verônica Santos 
Direção Musical: Melvin Santhana 
Trilha sonora: Melvin Santhana e Manassés Nóbrega  
Preparação de corpo cênico: William Simplício 
Provocadores: Dina Alves e William Simplício 
Iluminação: Danielle Meireles  
Figurino: Débora Marçal e Wellington Adélia  
Fotógrafo: Gal Oppido 
Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini 
Vídeo PerformanceNoelia Nájera 
Produção Executiva: UTPA 

Follow Us