terça-feira, 21 de maio de 2019


Você Mulher/Menina Negra ou Afro-indígena que é: MC, DJ, B.Girl ou Grafiteira e gostaria de atuar num filme, chegou a sua chance!
Esta rolando um recrutamento para o Casting do filme "4 por 4 e o Hip Hop por Nós". Caso haja o interesse entre em contato com a produção do filme. Os contatos estão no flyer abaixo.




Sinopse do filme:

O filme 4 por 4 e o Hip Hop por nós, vai contextualizar a vida de quatro mulheres, dos quatro extremos da cidade de São Paulo, em que cada uma se encaixa em um dos quatro elementos do Hip Hop. O fundamento é manter a essência dos anos 90 nos dias atuais, assim como contar o início do cenário por essas vozes. Elas serão a evolução e representação da cultura.

segunda-feira, 20 de maio de 2019


A cantora e compositora Tássia Reis acaba de revelar “Ansiejazz”, primeiro single do seu aguardado novo disco. Disponível em todas as plataformas digitais, canção traz um neo-soul cheio de climas e camadas envolventes, incluindo um quentíssimo solo de sax. Erykah Badu e Hiatus Kayote são algumas das referências para esse som. 

Quase autobiográfica, faixa reflete sobre relacionamentos à distância, saudades e verdades que, verso a verso, entregam uma história de “amor e honestidade”. 

Entre os instrumentistas que participam da track, Jhow Produz (bateria e produção musical), Sintia Piccin (saxophone tenor), Weslei Rodrigo (baixo), Gabriel Gaiardo (rhodes), Rafael Costa (guitarra) e Richard Fermino (trompete).
Acompanhando a estreia, um videoclipe assinado por Camila Tuon e Marcela Tissot já está no ar. Com ambientes diferentes, mudanças de figurino, maquiagem e arte, Tássia Reis surge intensa, apaixonada e sensual. Todas as imagens dividem-se entre o Teatro Centro da Terra e o Bar Buraco, ambos em São Paulo.
O single faz parte do novo disco, que foi selecionado pelo Natura Musical por meio do edital 2019, com o apoio da Lei Rouanet. “O Natura Musical sempre acreditou na força da música para mobilizar as pessoas. Para refletir esse propósito e dar espaço à diferentes vozes, a plataforma apoia artistas e bandas capazes de amplificar debates contemporâneos. Além de entreter, eles também usam a arte como um meio de questionamento e transformação. É o caso de Tássia Reis em seu novo trabalho”, diz Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura.

Assista:


O rapper piracicabano RAS lançou nesta segunda-feira (20), o clipe da música Mãe África. Trabalho que integra o álbum do Coletivo Nois por Nois, ainda sem previsão de lançamento.
O videoclipe foi lançado pelo canal do próprio rapper no YouTube, e integra o disco do Coletivo Nóis por Nóis, um coletivo de rappers de Piracicaba que têm o intuito de unir os MC’s e viabilizar oportunidade aos que estão surgindo. Além dos MC’s, o coletivo tem apoio da Casa do Hip-Hop de Piracicaba, tendo o beatmaker Sampa Beats (Barraco Records) como idealizador. O som Mãe África tem mixagem e masterização por Sampa Beats no Estúdio Barraco Records, além da produção musical e o videoclipe assinados por ele mesmo. Mais informações e ficha técnica completa na descrição do vídeo no YouTube.

“Mãe África sofre e ainda sangra escravidão!”, um dos primeiros versos do som nos conta um pouco sobre o que esperar. A narrativa inesgotável do jovem negro e sua perspectiva, sobre olhares, sobre vivências, sobre ações de outros vem forte nas linhas de Mãe África. Além dos desejos materiais positivos para o povo negro, e as cobranças históricas, RAS deseja que outros semelhantes a ele, estejam vivos para caminhar, no verso “Quero ver os preto vivão, vivendo com liberdade”, ele retoma a ideia dos sangramentos que a escravidão do povo negro trouxe, dos sangramentos sentidos até hoje.

Confira o som abaixo:



Redes RAS:
Instagram: @ras.019/

Informações para imprensa e shows:
Douglas Neves (RAS) - (19) 99761-9550

domingo, 19 de maio de 2019


Sexta-feira (17/05), a mc e cantora Drik Barbosa lançou o clipe "Quem tem joga" com participação de Karol Conká, Gloria Groove e a gracinha da Mirella Barbosa,sua irmã caçula. "Quem tem joga", é o primeiro single do primeiro álbum carreira solo da paulistana.
Em 2018, a Drik lançou o EP "Espelho", ep elogiado pela critica especializada por fãs de rap e música negra. 
Em 2019, através do edital Natura Musical, via proac ICMS, a Drik vai poder lançar seu álbum de nome indefinido ainda.

Assista "Quem tem joga":

Rainha Califia por Susan Shelton


A Califórnia é a terra eterna da imperatriz negra (moura) Calafia
. Calafia era o título de cada imperatriz. Califórnia era a terra dela. Ela era conhecida por ser de pele negra, nacionalidade moura, e governava ilhas povoada por negros, Califórnia, Baja e Havaí. 

Uma ilha governada por mulheres mouras. Foi mencionado nos registros dos cristãos da Europa Ocidental no sétimo século, e disse "A Canção de Roland", onde é mencionado um lugar chamado Califernes, talvez porque era o domínio de califa. Veja (Putnam, Ruth (1917) Herbert Ingram Priestley e Califórnia: ... O nome de Berkeley: Universidade da Califórnia) 

Os conquistadores espanhóis contaram histórias sobre uma rainha mística negra moura que governou no mesmo lugar de nossos dias na Califórnia. 

Khalifa Significa O Governo De Deus (Na Língua Árabe Mourisca). 

A história de Calafia foi então recontada no livro As Aventuras de Esplandián, um livro escrito em 1500, provavelmente baseado em histórias colhidas dos antigos marinheiros mouros da Espanha, Portugal, Holanda, Bélgica e Inglaterra. 

Califa, Rainha da Califórnia, pintura de Arthur Wright

Calafia é apresentada como "... uma moura, mulher negra real, corajosa, forte e grande pessoa, a mais bela de uma longa linhagem de rainhas que reinou sobre o mítico reino da Califórnia." 
Ela comandou uma frota de navios e manteve a paz nas terras vizinhas e ilhas, incluindo Baja e Havaí. 

Ela era tão poderosa que podia lançar seu poder imperial nos mares à vontade. O Esplandian relata que Calafia manteve contatos culturais e comerciais com os mouros da África. Falamos sobre suas guerras nos mares mediterrâneos, na Anatólia, no Império Bizantino e no sul da Europa.

Segundo O Autor De As Aventuras De Esplandián: 

"Você sabe que na mão direita das Índias existe uma ilha chamada Califórnia, muito próxima a esta parte do paraíso terrestre, que era habitada por mulheres negras, sem um único homem entre elas, e elas viviam no caminho das Amazonas. Eles eram robustos do corpo com fortes corações apaixonados e grande virtude." (Putnam, Ruth (1917) Herbert Ingram Priestley e Califórnia: ... O nome de Berkeley: Universidade da Califórnia) 

O cruzado e vencedor do território da Califórnia Hernán Cortés e seus homens estavam familiarizados com o livro. 

Em 1535, Cortés liderou uma expedição de volta a terra de Calafia ou Califórnia, e decidiu re-batizala de Santa Cruz. No entanto, este nome não pegou, e os nativos, os negros mouros e índios e os chamados índios brancos e vermelhos continuaram a usar o nome antigo e antigo da terra "Califórnia". 

Cortés e seus contemporâneos parecem ter usado o nome também. Em 1550 e 1556, o nome aparece três vezes em reportagens sobre Cortes escritas por Giovanni Battista Ramusio. 
Assim, com o passar dos anos cada vez mais conquistando, colonizando e estuprando a terra da Califórnia, a antiga terra dos mouros manteve seu nome e identidade. 

Afro-Americanos e Rainha Califa 

Em 2004, o Museu Histórico e Cultural Afro-Americano de São Francisco montou uma exposição da Rainha Califia, com curadoria de John William Templeton, apresentando obras de artistas como Arthur Wright e James Gayles; interpretações artísticas de Calafia. 

"A Califórnia faz parte da história da Califórnia, e também reforça o fato de que quando Cortes nomeou este lugar na Califórnia, ele tinha 300 pessoas negras com ele. E durante a guerra hispano-mexicana, 40 por cento da população era negra. ". 


Templeton apontou que a maioria dos navegadores em explorações para o Novo Mundo era africana, porque os africanos sabiam como chegar no Novo Mundo. 

Por exemplo, Columbus/Colombo tinha um navegador preto. Os mouros (negros) tinham ido e vindo entre a África e a América desde o início dos tempos. Tudo o que tinham que fazer era pegar os bons ventos da costa oeste da África. 

Um rei árabe (árabe) Abu Bukari levou mais de 1000 navios ao Novo Mundo (América) nos anos 1300.

Por: Jide Uwechia



Fonte: Afrikhepri.org/Africaresource

“Beat $imples”, novo clipe de Slim Rimografia, é o primeiro vídeo de Mr. Dinamite, EP lançado em julho de 2018. Com o trabalho, Slim mostra mais uma vez que seus anos de experiência refletem na dinâmica atual de sua carreira, dividindo-se entre o som e a imagem, as tracks e os clipes, produzidos e dirigidos por ele.

Na “Beat $imples”, guiada pela batida de duas notas, a substância é a métrica - barras de oito, refrão, barras de oito, refrão, adlibs pontuando. O vídeo mantém o flow, cortes e efeitos que movimentam as cenas de uma altertrip com fotografia bem brasileira.

Os 19 anos de carreira de Slim também trouxeram a ele a maioridade no Porte de Arte, munido até os dentes de palavrarmas. Assim como estampou no desenho de capa do EP, o colete à prova de censura é a indumentária, carrega nos bolsos munisom, bomba sonora, microfone de fogo. Herói preto cujo figurino estampa o dia-a-dia de um artista dos morros. 

Com este clipe, Slim continua explorando os temas da arte periférica, do rap sem rimas rasas, aquele capaz de transgredir a média e a mídia, cometendo grandes crimes poéticos. 


Assista “Beat $imples”:




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Conteúdo produzido por Supernova
Foto: Renan Nascimento

"Canção pra Nós", já disponível em todos os aplicativos de música, chega acompanhada de videoclipe 

Destaque da música brasileira, com shows vibrantes e discursos contundentes, Aláfia acaba de lançar o primeiro single do já aguardado novo álbum da banda, previsto para o segundo semestre de 2019. 

“Canção pra Nós” segue influências do jazzfunk, conectando-se, a partir de uma perspectiva popular brasileira, com o início da onda discomusic de 1976. A letra de Eduardo Brechó, vocalista e líder do coletivo, é um convite ao afeto como ferramenta de luta, resistência e fé. “Esse som nasceu sob a luz da esperança, por mais lunático que isso pareça hoje. Pretendemos permanecer altivos, quixotescos e abençoados. Precisamos nos conectar ao que existe de mais grandioso em nosso interior para nos conectarmos ao que existe de mais grandioso em quem está próximo a nós. Esse é um manifesto do afeto, entende? Uma reflexão cheia de carinho que propõe voltarmos para a base. Afeto é nosso feitiço e isso é maior que a nossa atual conjuntura”, ressalta. 

Para a versão audiovisual, gravada pelas ruas de São Paulo, na guerrilha e entre amigos, a Iyalorixá Neide Ribeiro, Salloma Salomão e Anna Raquel completam o time de potências que compreendem origem e destino, sem desanimar frente às dificuldades do caminho. 

"Percebemos que os dias de hoje realmente pedem o que estamos dizendo... E estamos profundamente conectados com nossa contemporaneidade, sempre reverenciando aqueles e aquelas que vieram antes da gente", finalizam.

Assista:


Conteúdo produzido por Assessoria Bianco


Banda Black Rio segue a sua fantástica jornada de quatro décadas de existência. Nesse novo álbum, “O Som das Américas”, o seu líder e guardião, William Magalhães, escreve mais um empolgante capítulo dessa saga. Ouça e baixe aqui:  "O Som das Américas"

Com a mesma capacidade de redimensionar a música brasileira em planos universais, William, tal qual Oberdan, internacionaliza os nossos timbres mais afrodescendentes com os sons das Américas: o soule o jazz estadunidenses e as latinidades sul-americanas.

Sem que esqueçamos as nuances bossa novistas, demonstradas principalmente na faixa-epílogo “Bossa da praia, além desse registro, William também se reencontra com a bossa nova, ao lado de Caetano Veloso, na belíssima “Aos Pés do Redentor”. Novamente a nossa bossa, agora em tons mineiros, se reapresenta em "Águas Sábias", com a característica e instigante voz do paraibano Chico César.

Já Elza Soares traz toda a malemolência da gafieira na swingada “Isabela”, também com a participação do Rhodes de Cesar Camargo Mariano e os arranjos tipo metais em brasa, “ondulando no salão, em firulas geniais”.

Outra diva inglesa, a soul sister Heide Vogel, vocalista da Cinematique Orchestra, traz os ecos do acid jazz para um novo arranjo brazuca-latino de “Magia do Prazer”, na versão “Hearts in Time” e em “Round and Round”, versão do sucesso “Carrossel”.

Gilberto Gil incensa “O Som das Américas” na abençoada "Irerê", uma pérola entre tantas composições dessa obra que leva a parceria de Augusto Bapt, poeta e músico carioca da novíssima geração blackriana.

Ouça no Youtube:


Compõem ainda esse estelar encontro, Jadiel Oliveira, lead vocal da atual formação da Banda Black Rio, Marquinho Osócio, Thalles Roberto, Thiago Silva, Daniel Novato, Alba Santos, Luana Gaudy, Jane Mara, Tuto Ferraz, Jeff Gardner e Claudio Schoppa.


No mais, a nossa ultra consagrada Banda Black Rio mantém o seu legado e segue na fusão dos arranjos - da gafieira e da batucada das escolas de samba - com a música negra mundial. Vida longa à Black Rio!

quinta-feira, 16 de maio de 2019


Pabllo Vittar, Emicida e Majur (Foto: Ney Coelho/Divulgação)
Emicidavem fazendo barulho nas redes sociais após divulgar que após quase cinco anos, vai lançar um álbum. Semana passada o rapper paulista, lançou o clipe de seu single “Eminência Parda". Nesta semana o MC anunciou mais duas participações de seu terceiro álbum de estúdio. O rapper se reuniu em estúdio para gravação de uma faixa com Pabllo Vittar e Maju. O som ainda não tem nome, mas foi gravado um clipe no Rio de Janeiro nesta quinta-feira. (16/05) 

Já trabalhando no seu terceiro álbum da carreira, “Permita que eu fale", ainda sem data oficial de lançamento, mas as boas línguas falam em setembro ou outubro. O Single Eminencia Parda foi lançado em 9 de maio e conta com a participação de Dona Onete, Jé Santiago e Papillon

Um vídeo que traz o questionamento a respeito de que lugar as pessoas de pele escura ocupam dentro do seu imaginário. Pra isso, não tinha lugar melhor do que o Museu Afro Brasil. 
"Porque esse aqui é um dos maiores, se não o maior acervo de referências positivas e inspiradoras a respeito da contribuição dos afrodescendentes na história deste país. É muito bacana trazer nosso povo pra dentro do museu e questionar o porque da ausência de referências positivas e inspiradoras a respeito de nós mesmos na sociedade brasileira", diz Emicida.
Assista:


Clipe Eminência Parda:


VanJess é um dos mais emocionantes artistas de R&B no momento. Hoje, o duo volta ao álbum de estréia do ano passado, Silk Canvas, para lançar um novo remix. 

A faixa que elas estão trazendo à vida é "Honeywheat" e eles recrutaram Saba para um feat. O rapper de Chicago abre com um verso na faixa produzida pela Da-P, antes de as garotas assumirem o controle do som. 


"Honeywheat" não é a única música do álbum a receber o tratamento de remixagem. No início deste ano, eles se uniram à Bas de Dreamville para uma nova versão de "Addicted".
Ouça: