quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019


Passado algum tempo do lançamento a faixa #éessemesmo sempre saiu. O artista @mrbfreemind acaba de disponibilizar o videoclip. 

O MC luso-alemão que viveu a sua infância em Portugal vem com tudo para 2019. O titulo da faixa reflecte os objectivos que são para alcançar, mostrar o que vai acontecer e que todos devemos fazer algo para mudarmos as nossas vidas. O curso Pois, o mundo é nosso. Não basta colocar as culpas no Estado. É preciso responsabilizar o Estado pelo que faz. Tipo Avó que puxa pelas orelhas do neto mal comportado. E para a Maçonaria Portuguesa. Não mandem recados. Compareçam... A estrutura já é internacional.

Letra: Mr. B aka FreeMind
Mistura/Masterização: #FMN MedienLab
Gravação: #FMN MedienLab
Video produção: #FMN MedienLab
Beat: @Sykobeats

Ouça:



Ouça a  faixa no Spotify

Playlist - Ouça aqui


terça-feira, 19 de fevereiro de 2019


Jay Z e 50 Cent. O que esses dois rappers norte americanos podem dizer em suas letras e clipes acerca da masculinidade negra no Hip Hop? Foi a partir dessa pergunta que Daniel dos Santos iniciou o #Thegangastaproject, resultando na dissertação de mestrado defendida em 2017, intitulada “Como fabricar um gangsta: Masculinidades negras nos vídeos clipes dos rappers Jay Z e 50 Cent”, pelo Programa Multidisciplinar de Pós Graduação em Cultura e Sociedade, na Universidade Federal da Bahia. E que se transformou no livro “Como fabricar um gangsta”, que será publicado pela editora Devires. O lançamento foi no dia 17 (domingo), no teatro Gregório de Mattos.

Daniel dos Santos, 28 anos, é mestre em Cultura e Sociedade, faz parte do crescente número de pessoas negras com pós graduação no Brasil, mas que ainda assim é uma minoria no universo da produção acadêmica, já que apenas 30% das pessoas que cursam pós graduação são negras. Uma desigualdade que se reflete na ínfima quantidade de professores universitário negros tanto na rede pública como na rede particular - são 16% ao todo e na própria UFBA os professores negros são 2% do seu corpo docente. Um dos principais efeitos do racismo estrutural que garante para os brancos acesso aos melhores empregos e salários na sociedade.

Natural de Santo Antônio de Jesus, cidade localizada a 200 km de Salvador, Daniel dos Santos é um pesquisador interessado na constituição dos sujeitos e formado em História pela UNEB (Universidade Estadual da Bahia). Daniel também é membro fundador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Africanos e Afro brasileiros (Afrouneb) e atualmente é doutorando pelo Programa de Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia (PPGNEIM/UFBA).

A entrevista foi feita pelo Henrique Oliveira e está disponível no site Rap Zero Sete Um.

Confira a entrevista na integra AQUI

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Murilo Desimone

O CCSP recebe na sexta-feira, 1 de março, o show de Rashid em sua #CriseTour, iniciada há mais de um ano após o lançamento do álbum CRISE. No repertório, o rapper mostra composições desse trabalho, como “Bilhete 2.0”, “Sem Sorte” e “Estereótipo”, e os novos singles “Interior” e “Não É Desenho”; antigas como “Ruaterapia” e “Gratidão” também constam no setlist.

Mais uma vez, o artista mostra a força de seu “rap de arena” - título sugerido pelo blog O Inimigo depois da apresentação no festival DoSol, em Natal, em novembro -, indo das rimas românticas às mais incisivas e políticas sem tornar-se raso. No formato com banda, o show ganha ainda mais intensidade, além de garantir novidades e surpresas nos arranjos ao vivo. A sonoridade de Rashid acompanhado de banda completa pode ser conferido no recente lançamento realizado pelo Selo Sesc, no início de fevereiro, com o álbum Sessões Selo Sesc #4: Rashid no Sesc Vila Mariana.

Enquanto trabalha no sucessor de CRISE, Rashid segue com agenda de shows e apresenta-se na Estância Alto da Serra, em 23 de março, e no Lollapalooza 2019, em 6 de abril. 



Serviço:

Rashid e Banda no CCSP

Sexta-feira, 1 de março

Centro Cultural São Paulo | Rua Vergueiro, 1000 | São Paulo - SP

Das 20h às 22h30

Ingressos: R$10 (meia) | R$20 (inteira)

À venda na bilheteria do CCSP ou online via Ingresso Rápido


Siga Rashid: Spotify | Instagram | Facebook | YouTube | Twitter

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www.supernova.mus.br
Comunicação Musical | Produção Cultural
contato@supernova.mus.br
conteudo.supernova@gmail.com

O single "Primeiro Ato" é uma parceria realizada entre a Iniciativa Cultural Poetas Vivos, grupo Síganus e o poeta Bruno Negrão com o intuito de empoderar a periferia e exaltar a força da representatividade negra dentro do Hip-Hop gaúcho.

A produção musical foi realizada no estúdio GuetoAnonimato Records contando com o instrumental de Jay-Gueto. Produção audiovisual Afrovulto (Ímpeto nos Olhos.)

Assista:


Em breve em todas as plataformas.

É o terrorismo lírico resistindo. 

Redes sociais:

POETAS VIVOS
Instagram: @poetasvivxs 

SÍGANUS 
Instagram: @siganus_oficial 


JVCA


Com seu trabalho de estreia, uma mixtape com 5 faixas disponibilizadas nas plataformas digitais, JVCA, artista de Recife com 19 anos, vem apostando no trap dessa vez sendo cada track um estilo diferente de trap, chega com participações de Lucas Tato e Will Marques, com produções de Will Marques e TheKickBoy, mixado e masterizado por Will Marques e Lauro Alcantara.

JVCA vem com o conceito de, sabendo como é a rotina cansativa das pessoas ao seu redor, quis fazer músicas com intuito de fazê-las se divertir nem que seja por 13 minutos,

mas também serviu para provar pra si próprio uma evolução notória desde seus primeiros lançamentos em 2017.




Disponíveis no Spotify, Deezer, YouTube, SoundCloud e Itunes.

Com lançamentos de novas músicas marcadas para fevereiro ainda, esse ano JVCA, promete impressionar.


Da esquerda pra direita - Anarka, Sé e Issa

Em épocas de grande repressão, aumento de passagem e genocídio escancarado, Sé, Anarka e Issa Paz, se uniram para lançar o novo single "Manifesto Marginal Incendiário", lançado pelo selo ANTIFA LAB.

O som "MANIFESTO MARGINAL INCENDIÁRIO (MMI)" tem como foco expressar a revolta em rima que deveríamos ter contra o Estado que criminaliza, acusa, executa, e não garante a participação da população. Com viés anarquista, o som é um trap com uma pegada punk rock e trás de volta pro Hip Hop o sentimento de revide que é necessário.

Issa Paz é integrante do Rap Plus Size e canta RAP, Anarka integra Projeto Preto e é artista solo independente e criou o selo Antifa Lab para lançar suas produções e garantir visibilidade para outras artistas LGBTQIA. Tanto Issa, quanto Sé e Anarka, se identificam como pessoas não binárias.

Ouça:

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019



Esse é o primeiro clipe oficial do Grupo Curitibano “Comunhão“ denominado “Colina Verde”, o som foi idealizado no dia do aniversário do integrante Black Ninja no estúdio do Coletivo Coema, aonde os integrantes se reuniram para uma celebração e desenvolveram o som.

O clipe foi dirigido e finalizado pelo Joinvilense Alesson Mateus, que vem se destacando nos últimos meses pela crescente qualidade em seus trabalhos.

A ideia do clipe faz jus ao nome do som “Colina Verde”, trazendo a perspectiva de que sempre enfrentaremos dificuldades até chegar aos nossos objetivos, porém, não podemos desistir.

O som foi gravado e finalizado no Coletivo Coema, gravadora oficial do grupo, aonde quem ficou encarregado do beat,captação,mix e master foi o também integrante Rover.

Colina verde é aonde você quer chegar e o que você vai fazer para chegar até la,não deixe seu sonho esmorecer.

Assista:



Curta a página da Comunhão no Facebook: https://www.facebook.com/ComunhaoRap/

Se inscreva no canal do Coletivo Coema: https://www.youtube.com/channel/UCo15LTmq37Mz0doAXdhWJpg


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019


O rapper angolano Freyd AP lança 2 singles promocionais de seu próximo EP "STLT Vol.1".

O primeiro single é o "6AM" que conta com produção do Tower X General D.

Ouça no Youtube ou baixe no Mediafire


O segundo single lançado foi Akanamali (Remix).

Ouça no Youtube ou baixe no Mediafre



Divulgação

Peça reestreou no Chile e volta a São Paulo em nova temporada

Homossexuais já nascem com sua sentença de morte anunciada, simplesmente por serem quem são. Com base neste conceito, o Coletivo Cultural Sankofa criou o espetáculo “Já nascemos mortos”, que faz temporada em São Paulo até dia 9 de março de 2019 em diversos espaços culturais da cidade, como Centro Cultural da Penha, Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, Centro Cultural Santo Amaro, Centro Cultural Olido, Centro Cultural da Juventude e Casa de Cultura Vila Guilherme. Todas as apresentações são gratuitas.

O Coletivo Cultural Sankofa representou o Brasil no Entepach 24 vérsion, um encontro de teatro. Segundo Ellen de Paula, atriz do espetáculo, “é de extrema urgência denunciar a violência contra os corpos LGBTQI+ no Brasil e para fora do território nacional. A importância de participar desse encontro internacional é de dialogar com outras vozes, sobretudo da América Latina, como possibilidade de articulação política por meio da arte”. O espetáculo que estreou em 2016 traz para a cena a urgência de discutir a violência contra a população LGBTQI+ no Brasil. O Coletivo reestreia o espetáculo no Chile e retorna a Brasil com temporada e circulação gratuita na cidade de São Paulo, com apoio da Secretaria de Cultura, por meio do prêmio da 15ª edição do edital do Programa VAI.

Relatório mostra aumento da violência contra LGBTQI+ Relatório divulgado em 2018 pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) registrou 445 homicídios contra homossexuais no ano de 2017. O número aumentou 30% em relação ao ano anterior, que teve 343 casos. Segundo o levantamento, 2017 foi o ano com o maior número de assassinatos desde quando a pesquisa passou a ser realizada. Com direção e concepção de Anderson Maciel, “Já nascemos mortos” apresenta coreografias e textos com a intenção de apresentar corpos sentenciados e conduzem o público à comoção e cumplicidade com essas mortes.

Nesta perspectiva, a institucionalização da homofobia é legitimada diariamente pela família, escola e Estado. “Quando nos calamos para o apedrejamento, para o gatilho puxado, para a paulada, escolhemos um lado mesmo que não seja feito pelas nossas mãos”, dispara Anderson Maciel, que, para chegar ao resultado deste espetáculo baseou-se em notícias de crimes homofóbicos e 20 depoimentos que deram voz a familiares de vítimas que puderam contar suas histórias de perda. Para estas entrevistas o Coletivo Sankofa ganhou o apoio do

grupo “Mães pela Igualdade”, que reúne mães de várias partes do Brasil que lutam contra a discriminação, violência e homofobia.

Coreografias desfilam situações de personagens reais

As coreografias e os textos têm a intenção de apresentar corpos sentenciados. Neste caso, tanto o texto como a dança propriamente dita, conduzem o público à comoção e cumplicidade com essas mortes. O grupo trabalhou dentro da estética da dramaturgia do movimento – a potência do corpo em cena – de uma forma que os textos não tenham peso explicativo. As entrevistas realizadas pelo coletivo transformaram-se em uma dramaturgia confessional, como a história de uma criança que teve o pescoço apertado pelo próprio pai que não o aceitava diante de uma frase-sentença: “Você vai aprende a ser homem! ”. “Já nascemos mortos” conta alguns destes casos que vão aos poucos misturando-se ou seguindo isoladas no percurso do espetáculo.

A cenografia foi pensada para que o público fique bem próximo dos atores-criadores: cadeiras serão distribuídas no palco para que as pessoas sejam parte integrante do espetáculo. No centro da cena, um caixão de criança, simbolizando a crueldade justificada, um símbolo do corpo julgado antes de suas escolhas. No ambiente cenográfico, um cheiro de dama da noite traz a experiência sensorial ao público.

“O espetáculo é uma possibilidade de se pensar sobre quem morre e quem mata, de que há uma grande violência se fortalecendo quando não impedimos uma piada homofóbica, quando não permitimos que o outro possa se expressar da sua forma. A peça também pode provocar uma pergunta: o que nos temos com isso?”, explica Anderson Maciel. O espetáculo nasceu a partir do projeto “Quem vai chorar por eles?”, que busca promover canais de abertura para se discutir a homofobia. Todas as ações propostas pelo projeto foram de certa forma para alimentar o processo de pesquisa e criação do espetáculo, como oficinas de teatro do oprimido e teatro documentário; uma série de roda de conversa com convidados sobre criminalização da homofobia, homossexualidade e família, afrohomossexualidade e exibições de filmes seguidos de bate papo.

Ficha Técnica

Concepção e Direção: Anderson Maciel Intérpretes Criadores: Augusto de Sousa, Ellen de Paula, Jonas Bueno, Rodrigo Mar e Tata Ribeiro Textos: O Coletivo Figurinos e Cenografia: Marcia Novais e Sissa de Oliveira Trilha Sonora: Uelinton Seixas Desenho de Luz: Betto Severo

Duração: 60 minutos Classificação Indicativa: 16 anos

TEMPORADA 2019

Centro Cultural da Penha - Largo do Rosário, 20

Dias 14 (quinta), 15 (sexta), 16 (sábado) e 21 (quinta) de fevereiro, às 20h

Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes - R. Inácio Monteiro, 6900 - Conj. Hab. Sitio Conceicao

Dia 24 fevereiro, domingo, às 18h.

Centro Cultural Santo Amaro - Praça Dr. Francisco Ferreira Lopes, 434 - Santo Amaro

Dia 28 de fevereiro, quinta-feira, às 20h

Centro Cultural Olido - Av. São João - Centro, São Paulo

Dia 07 de março, quinta-feira, às 20h

CCJ - Centro Cultural da Juventude - Av. Dep. Emílio Carlos, 3641 - Vila dos Andradas

Dia 08 de março, sexta-feira, às 20h

Casa de Cultura Vila Guilherme , Casarão - Praça Oscár da Silva, 110 - Vila Guilherme

Dia 09 de março, sábado, às 20h.

CONTEÚDO PRODUZIDO POR 7 FRONTEIRAS

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019


A dupla Load e W.Luod estão de volta com segunda parte da série "Rap em Quadrinhos".

A primeira edição a principio ia contar com 10 personagens, mas fez tanto sucesso que terminou com 20 personagens. Esta série basicamente consiste num "crossover" entre o artista e o herói.

Não sabemos quantos personagens vão ser nesta segunda parte, mas já começaram a soltar as artes.

O primeiro rapper a ser homenageado foi o RAEL como o Bishop, Heroi da Marvel, o segundo rapper a ser homenageado foi o Dexter, como Spawn, o terceiro, alias, a terceira é a Mc Sharylaine, que foi retratada como Capitã Marvel, o quarto foi o Rashid como Punho de Ferro.
O quinto mc a ser retratado foi o Parteum como Surfista Prateado.



Palavras do Load:

Na homenagem de hoje eu e o W.loud fizemos o parteu, colocamos ele de surfista prateado, pensamos em pegar mais o lado filosófico do Fábio e brincar com o lance do skate que sempre esteve presente, parteum tem letras muito maravilhosas e que trazem ótimas reflexões sobre muitos temas assim como as histórias do surfista!!


Sobre o Surfista Prateado:

Surfista Prateado (em inglês: Silver Surfer) é um super-herói das histórias em quadrinhos norte-americanas da Marvel Comics. Teve sua primeira aparição como vilão na revista Fantastic Four #48, em 1966. Foi criado por Stan Lee e Jack Kirby. Tornou-se um dos heróis mais importantes do Universo Marvel.

O Surfista Prateado surgiu pela primeira vez no arco de histórias em quadrinhos do Quarteto Fantástico conhecido como "A Trilogia de Galactus", que estava sendo preparado para comemorar a 50ª edição da revista Fantastic Four. Como de costume, Stan Lee escreveu o argumento e passou para Jack Kirby. Nesse primeiro momento, não havia qualquer menção ao personagem. Quando Kirby apresentou os desenhos para que Lee colocasse os diálogos e demais finalizações, o autor notou que havia sido incluída a figura de um ser que voava em uma prancha de surfe. Kirby justificou o personagem alegando que um ser tão poderoso como Galactus deveria ter um arauto. E perguntado sobre o porquê de uma prancha, o artista afirmou estar cansado de desenhar naves espaciais. Lee de imediato gostou da ideia, e acabou por achar que o desenho do personagem o dava uma postura nobre, passando a desenvolvê-lo nesse sentido. O Surfista apareceu em outras histórias do Quarteto, chamando a atenção de Alicia Masters, a namorada cega do Coisa. Depois enfrentaria o Doutor Destino e participaria de uma aventura do Hulk, até que Lee resolvesse lançar uma revista tendo ele como o herói principal.

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