quinta-feira, 21 de junho de 2018


Com planos de relançar seu segundo álbum de estúdio, "Carte Blanche", de 2007, o Phat Kat, de Detroit, oferece a faixa anteriormente aberta: “It Don’t Get No Liver Than This.”

Produzido por J Dilla , Kat fala sobre o motivo pelo qual ele decidiu reformular o projeto. “Foi lançado logo antes de a internet explodir, então nunca chegou a muitos ouvintes”, diz ele. “E foi um projeto muito bom que escapou das rachaduras. Juntou-se durante o tempo em que eu e Dilla assinamos com a Payday Records , mas quando o selo acabou, nós nunca tivemos a chance de gravar um álbum completo. Nós gravamos 'It Don't Get No Liver Than This' para o álbum 1st Down , mas a gravadora dobrou e não saiu. ”

Coincidentemente, a Payday Records retornou no final de 2017 . De qualquer maneira, escute abaixo.



Com mais de 25 anos de carreira, Vera Veronika lança um novo disco. Incluindo as versões únicas criadas para o DVD “Vera Veronika 25 anos”, o álbum “Afrolatinas” surge como mais um detentor de sucessos da rapper brasiliense, que versa em suas canções a raça negra e a luta e resistência da mulher da periferia. O álbum está disponível nas plataformas de streaming.

Brasília é o quadradinho dos diversos gêneros musicais e de artistas expoentes da música no país. Um desses talentos notáveis  é a rapper Vera Veronika, que valoriza toda a cultura negra e o hip hop do Distrito Federal. Vera é um dos nomes célebres da cena brasiliense, e conquista o público pela versatilidade e polivalência nas canções sobre a classe baixa, a mulher e a negritude. “Afrolatinas” trata sobre esses temas com maestria.
O trabalho enaltece o lado humano de Vera. Mantenedora de abrigo infantil, pedagoga, empreendedora e consultora nas causas de Direitos Humanos, Vera Veronika sempre encontrou no rap a força necessária para lutar contra tudo o que parecia injusto. Desde o começo dos anos 90, a cantora é tida como voz ativa na história do rap nacional e inspira gerações de mulheres que se dedicam ao estilo musical. Sucessor de “Mojubá” (2017), o novo registro reúne letras corajosas que escancaram a outra face do Brasil.

As 12 faixas presentes no disco escrevem, por meio da arte e poesia, uma mensagem para um público específico, um nicho que compreende a ideia das músicas e reflete sobre cada verso escrito por Veronika. Entre os destaques estão “Minha Cor” e “Afrolatinas”, que falam sobre o povo negro, suas conquistas, lutas e a negritude feminina; “Marchemos” e “Mulher de Aço”, que canta sobre a importância da Marcha das Mulheres e narra o desafio de ser uma presença feminina no hip-hop, respectivamente; e “Heroínas de Geração”, pondo a mulher em pauta ao discutir suas lutas cotidianas na periferia.

As faixas desenham um Brasil atual que insiste em aparecer no cotidiano e noticiários. Assim como “Diversas”, uma crítica ao padrão de beleza imposto pela sociedade, em pleno equilíbrio com “De Volta às Origens”, que canta a diversidade cultural existente em Brasília. “Profissão Perigo” revela o cenário violento que atravessa a educação no país, da mesma forma que “Pátria Amada” critica a corrupção política. “Sem Poder Voar” e “A Posse” são faixas que narram a realidade periférica.


“Afrolatinas” conta com participações especiais de Moara, Rapadura, Rafinha Bravoz, Hadda, Martinha do Coco e Batuqueiras. O álbum já está disponível em todas as plataformas de música digital e foi baseado no DVD comemorativo “Vera Veronika 25 anos”, gravado em Brasília, que contou com 14 faixas, 11 clipes e a participação de mais de 215 artistas.

Ouça “Afrolatinas” pelo Youtube:


Ouça “Afrolatinas” em outras plataformas digitais: http://bit.ly/AfrolatinasVeraVeronika




Acompanhe Vera Veronika em: www.veraveronika.com

Faixa-a-faixa, por Vera Veronika

Osun
A música faz referência à Deusa as águas, Osun, agradecendo a força e alegria que reluz nas batalhas do dia a dia. Especificando suas características no decorrer da melodia, percorro cada detalhe da rainha das águas doces deixando claro como essas peculiaridades interferem nas lutas diárias.

Minha Cor
A música “Minha Cor” percorre a história do povo negro desde a época da escravidão, até os dias atuais, exaltando suas lutas, conquistas, heróis e heroínas que guerrilharam para conseguirem se livrar das correntes que os impediam de viver dignamente. Denuncia também os resquícios causados pela servidão e as diversas formas de racismo que o negro sofre até hoje. No entanto, é no refrão que orgulhosamente digo: “Às vezes me chamam de negro pensando que vão me humilhar. Mas o que eles não sabem e que só me fazem lembrar, é que venho daquela raça que lutou pra se libertar!”.

Diversas
“Diversas” faz uma crítica ao padrão de beleza imposto pela sociedade, o qual muitas mulheres sofrem, ficam doentes e até mesmo acabam morrendo tentando alcançar a “beleza ideal”.

De Volta às Origens
Na música “De volta às origens”, verso sobre a diversidade cultural existente na capital do país, Brasília. Durante a construção, pessoas de todos os estados brasileiros vieram para o Planalto Central, onde se instalaram e mantiveram seus costumes de origens, o que fez com que em cada canto das periferias de Brasília se depare com sotaques, comidas típicas e formas culturais diferentes.

Marchemos
Esta música aborda a importância da Marcha das Mulheres para o status quo no qual estamos inseridos. Fala sobre a união e a liberdade de expressão adquirida pelo laço de luta e identidade entre as mulheres sem haver nenhum tipo de padrão imposto. Denunciando assim o genocídio feminino, feminicídio, sexismo e o machismo.

A Posse
A música “A Posse” nos remete ao direito de cantar e rimar a realidade periférica. Expressa e denuncia a alienação midiática, a enganação do povo por um opressor oculto e a regressão governamental em decorrência de políticas públicas e escassez educacional.

Mulher de Aço
A narrativa musical decorre sobre o desafio da mulher no cenário do Hip Hop, no qual, em meio a um espaço machista, se ressignificam a cada dia através do grafite, break, poesia e música. Utiliza a arte como válvula de escape do cotidiano familiar e financeiro, além de denunciar séculos de opressão e violência.

Sem Poder Voar
Contando a história de uma presidiária e suas angústias vivenciadas dentro de uma penitenciária, a música “Sem poder voar” aborda a desilusão e frustração que a vida do crime proporciona. Diante desse cenário, a personagem musical sonha em cumprir com sua dívida social e ser exemplo de uma caminho a não ser seguido para outras jovens, desejando dessa forma uma mudança pessoal e social ao sair da prisão.

Afrolatinas
Abordando as articulações de mulheres negras, fruto de uma conexão que busca qualidade de vida entre elas e as que estão por vir, a música “Afrolatinas” traz em sua melodia o imaginário de mulheres negras, latinas e caribenhas, que juntas se fortalecem e constroem uma ofensiva a esse projeto de sociedade racista e machista.

Profissão Perigo
A música “Profissão perigo” descreve o que é ser professor (a) em uma sociedade onde a escola, lugar de aprendizado e transformação, é simplesmente cenário de sucateamento, violência e desrespeito. Vítima de um modelo educacional político social e histórico precário, o educador precisa criar força e disposição para cumprir sua missão de transformar o futuro daqueles alunos dentro da sala de aula.

Heroínas de Geração
“Heroínas de Geração” discute sobre as lutas cotidianas das mulheres na periferia, fortalecendo e apontando para mais e mais desafios a serem superados diariamente. Durante a música, falo sobre profissão de “prostituta”, ser mãe solteira, viver um casamento de agressões físicas e psicológicas, além de ressaltar as consequências por ser mulher negra.

Pátria Amada

Uma denúncia à corrupção política e econômica do Brasil do início ao fim da música, “Pátria Amada” faz um apelo aos brasileiros para lutarem juntos pelos seus direitos básicos de saúde, educação, segurança e moradia. Umas das frases que nos remete a um poder popular durante a música é a seguinte: “Brasil para os brasileiros e não depósito de mercadoria para os estrangeiros”.


Com escalação mais de 50% feminina, festival ocupa os principais  palcos da música independente em São Paulo 


Entre a vanguarda eletrônica de Maria Beraldo, abrindo o palco do selo Risco na rua Bento Freitas às 15h, e as rimas certeiras de Rodrigo Ogi, encerrando a programação do Rap Clandestino no Morfeus às 4h, não vão faltar opções de shows gratuitos espalhados pela cidade de São Paulo no próximo sábado, 30 de junho. 
A quarta edição do BIG Dia da Música ocupa os principais palcos do circuito de música independente da cidade como Associação Cultural Cecília, Breve, Casa do Mancha, Estúdio Aurora, Galeria Olido, Jazz nos Fundos, entre outros, com apresentações Tiê, Luiza Lian, Giovani Cidreira, Tatá Aeroplano, Porcas Borboletas, Kaluv, Érica e os argentinos do Toy Mashin, encerrando sua primeira turnê brasileira, entre mais de 70 shows confirmados. 

#MaisMulherNaMúsica

Em 2018, mais de 50% da programação do BIG Dia da Música são artistas mulheres ou bandas com integrantes mulheres. O salto em relação aos 23% no ano passado foi resultado de ação com o Festival Sonora São Paulo, que realiza na Casa Rosa Flamingo, um dos cinco palcos do festival dedicados ao tema. 
Também contam com programação exclusivamente feminina os palcos PWR Records na Galeria Olido; Casa Vulva reunindo Distúrbio Feminino e Maria Bonita Fest; Associação Cultural Cecília reunindo os coletivos SÊLA, Hérnia de Discos e Hard Grrrls; e o encontro da comunidade Garotas no Poder no Baderna. 

Circuito Associado

Além dos já anunciados 18 palcos apoiados  pelo Fundo BIG Dia da Música, outros oito espaços irão participar do circuito associado ao festival na grande São Paulo. 
A Tratore, maior distribuidora independente brasileira, leva ao JazzNosFundos, a partir das 21h, uma mostra de novíssimos nomes de seu catálogo com apresentações dos cantautores Chella, Octavio Cardozzo, Vivi Rocha, Danilo Dunas, izza e Beto Mejía e dos grupos instrumentais Sidiel Vieira Trio, LAVALENTA e Gabriel Romano e Grupo. 
Na Rua Augusta, o hip hop domina o Espaço Cultural Presidenta com shows de 1LUM3, Eloy Polêmico, Msário e Bruna Muniz, a partir das 19h. Na zona norte, Di Favella, Marcelo Keshada, Gorila B e D'Monte Mc's se apresentam no palco Caminhos do Rap também a partir das 19h. 
Na zona leste, a Casa de Cultura do Itaim Paulista recebe, a partir das 17h, shows de Banda Elephant Stone, Gabriel Vendramini, Néscio, Caramelus Dei, PACTO e Estado de Spirito; na Vila Ema, Bruxos Modernos se apresenta no Menino Muquito Bar às 21h30. E a madrugada é de rock com Cronos N.T e Bar Do Moe's no Comando Underground no extremo sul da cidade. 
No Butantã, a Praça Elis Regina é palco de apresentações de Machiuda, Benku, Maiara, Songu, Tochiiuku, Dãdara, Agripinu e Jesusa. Na Ponte Metálica de Osasco, a partir das 11h, o coletivo Circuito Rock faz shows de Lan, Valiria, Fernanda Aimê, subeclipse, SANCÔ, Maquiladora, Ação Direta, The Melties e La Carne. 
Fora de São Paulo, outros sete palcos participam do evento no Rio de Janeiro, Cabo Frio, Uberlândia, São Luiz do Maranhão e Recife. 

Música e Inovação

A quarta edição do Dia da Música faz parte do BIG Festival (Brazil's Independent Games Festival), mais importante festival de jogos independentes da América Latina. O BIG vem expandindo ano a ano sua atuação e incorporando também música, animação, robótica, realidade virtual e aumentada, e outros temas relacionados a indústrias criativas. 
A sexta edição do BIG acontece entre os dias 23 de junho e 1 de julho no Centro Cultural São Paulo e destaca desafios comuns e convergências possíveis do mercado da música com games, audiovisual e outros setores da indústria criativa estão entre temas da conferência. 
Duncan Smith (Playstation), Mehdi Benkirane (FLIP Entertainment), Chanel Summers (VRStudio), Jose Varon (Music Works), Maurício Bussab (Tratore), Paulo Calia (YBMusic) e Leandro Ribeiro da Silva (Brazilian Music Exchange/BMA) estão entre os nomes que participam de palestras, debates e workshops. Mais informações aqui


Confira a programação completa por casas:


Contando com faixas gravadas entre 2014 e 2018, de forma autônoma, independente e radical, fica disponibilizado um conjunto de ideias rimadas que representa um pouco do desdobramento do cotidiano de luta. Batalha travada nos quatro cantos da cidade e região metropolitana de São Paulo, onde a ilusão do pequeno progresso imaginário do acesso ao consumo material não brecou o cotidiano violento e a falta de estrutura. Pelo contrario, o projeto da supremacia branca da camada mais rica e suas diversas elites visa nossa destruição nessa nação ingrata chamada Brasil. Se muitas vezes é tratado o eixo sp/rj sabe-se que o restante do país sangra da mesma maneira conforme as pautas que travamos. Quando não nos matamos, o Estado mostra que detêm o poder letal. Então os insurretos gritam e clamam levante!

Ouça:



A arte pela arte é surda é muda, risada pela risada é alienação é comodismo. Entre os erros e acertos fica a autenticidade desse trampo. A indignação, a revolta, a denúncia. Fuca - Insurreição CGPP contato: email- spqvcnaove@gmail.com Blog: https://insurreicaocgpp.blogspot.com/ 

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Kehlani, Fat Joe e Nick Minaj

Não é novidade pois um dos discursos do Trump era a criminalização de imigrantes e aumentar o cerco para cima do imigrantes ilegais.

Seu governo vem cumprindo fielmente e ferrosmente a promessa, mas recentemente houve uma grande comoção de diversos tipos de pessoas, diversos artistas latinos tem se manifestado contra a atitude deste atual governo, pois os filhos destes imigrantes estão sendo separados de seus pais.

Isto chocou e indignou milhões de estadunidenses, inclusive a própria filha do Donald Trump.

Diversos artistas se manifestaram como foi dito, deixo declarações de 3 artistas de origem latina que se manifestaram em sua conta no Instagram

NickMinaj

Eu vim para este país como um imigrante ilegal com 5 anos de idade. Eu não posso imaginar o horror de estar em um lugar estranho e ter meus pais tirados de mim aos 5 anos de idade. Isso é tão assustador para mim. Por favor, pare com isso. Você pode tentar imaginar o terror e pânico que essas crianças sentem agora? Não saber se os pais deles estão vivos ou mortos, se eles vão vê-los novamente ... 🇺🇸



Fat Joe

Estas são as crianças separadas de suas famílias, com um pedaço do que parece ser folha de alumínio usando como cobertores. Mais uma vez, pergunte a si mesmo, se o seu vizinho veio à sua casa e você coloca o filho dele em uma gaiola de cachorro com uma folha de alumínio usando como um cobertor, você provavelmente iria para a cadeia. Isso está acontecendo em tempo real na América, temos que nos unir para proteger os filhos. Deus é sempre grande e ele ama todos os seus filhos, independentemente de onde eles nasceram. Que vergonha para eles Vergonha para as pessoas que vivem com seus filhos em casas confortáveis, mas ainda assim mandam essas crianças para essas cadeias. Deus abençoe.

Kehlani

Não falei antes porque as palavras pareciam tão redundantes e cheias de raiva. estou com fome. estou triste. estou desapontada. o pior é que não estou surpresa. Sabemos que este país não é absolutamente uma merda, mas agora o nosso governo está dizendo "somos uma merda" com seus peitos inteiros. sentir-se impotente é prejudicial, mas existem maneiras de tentar. A pior coisa que você pode fazer é não tentar quando as oportunidades são apresentadas. meu coração está com essas crianças e seus pais.

Crianças imigrantes separadas dos pais em um abrigo de tendas em Tornillo, no Texas - MIKE BLAKE / REUTERS

Depois de enfrentar críticas e protestos nacionais e internacionais, o presidente americano, Donald Trump, indicou em entrevista à emissora Fox News que assinará um decreto determinando que famílias de imigrantes sem documentos que cruzam a fronteira sul e são detidas possam permanecer juntas indefinidamente em centros de detenção, sem que pais e filhos sejam separados.

De acordo com o jornal "The New York Times", a ordem executiva de Trump buscará contornar um acordo judicial mediado pela Suprema Corte em 1997, chamada de Acordo Flores, que proíbe o governo federal de manter crianças em centros de detenção migratórios por mais de 20 dias, mesmo que acompanhadas dos pais.
— Vamos assinar uma ordem executiva em breve — disse o presidente americano nesta quarta-feira. — Temos que manter as famílias unidas.



Os Brasis e suas “Histórias Reais” em clipe novo do Inquérito

Faixa tem participação de Nicole e Diomedes Chinaski


(Fotos - Reprodução)

Histórias reais que se cruzam nas esquinas da vida.

A realidade opressora mas vitoriosa das periferias é tema constante no dicionário do Inquérito, longevo grupo de rap paulista que lançou em março o sexto álbum, Tungstênio.

“Histórias Reais”, faixa do repertório deste disco, é um glossário às questões da (sobre)vivência de homens e mulheres vivendo a esmagadora verdade da escassez, da miséria, da frustração.

Cantados em primeira pessoa, os extensos versos narram poeticamente a dureza de vidas à deriva do sistema, cada qual sob um cenário: o menino que supera os maus exemplos para ter o mínimo de dignidade, o cabra do nordeste à mercê das milícias, do tráfico, resistindo à ostentação da “vida fácil” do crime, a mulher heroína que mata no peito as obrigações de mãe e de guerreira solitária no dia a dia.

“Histórias Reais” é um retrato - do brasileiro escravizado, chamado “proletário” - com diversas perspectivas e por isso mesmo interpretado por quatro vozes. Sem acaso ou destino, histórias que se repetem porque os cenários mudam mas a mudança de verdade nunca chega.


(Fotos - Vras77)

O instrumental não poderia conter menos do que muito sentimento. Na estrutura verso-refrão-verso-refrão, um drama quase teatral se desenrola entre os altos e os baixos, com clímax, emoção, aspereza sentida na pele.

A mesma intensidade foi dada ao clipe dirigido por Vras77, que fez da edição uma aliada para passar o lado denso da vida de tantos desconhecidos. Contar “Histórias Reais” que se entrecortam pelos tantos Brasis de personagens ocultos.

Vras77 descreve: “Vitor Hugo, jovem negro e morador da Okupa Alcântara Machado (SP), trabalha de sol a sol sem perder o sorriso e sem sucumbir à criminalidade. Vitor Gonçalves, jovem de Mogi das Cruzes, vive em função da arte, ensina circo para crianças e adultos, e respira a resistência à frente do Galpão Arthur Netto. Amanda NegraSim, mulher, negra, mãe, rapper e idealizadora de diversos projetos que enaltecem as mulheres negras e colocam em pauta a diáspora africana”.

“Histórias Reais” se assemelham. Não é mera coincidência.

Assista “Histórias Reais”:


Ficha técnica:
Música:
Produzida, gravada e mixada por DJ Duh, no estúdio Groove Arts (Campinas - SP)
Participação Especial: Pop Black, Diomedes Chinaski e Nicole
Letra: Renan Inquérito e Diomedes Chinaski
Interpretação: Renan Inquérito, Pop Black, Diomedes Chinaski e Nicole
Guitarra: Gabriel Adorno
Baixo: Marcelo Cruz
Diomedes Chinaski gravado por Mazzili, no estúdio PE Squad (Recife-PE)
Masterização: Maurício Gargel
Arte de capa: Pepê Ferreira | Black Magenta
Foto de capa: Marcio Salata
Apoio: SaxSoFunny
Produção Executiva e Comunicação: Priscila Prado

Vídeo:
Diretor: Vras77
Assistente de direção: Anna Julia Bitelli
Produção e roteiro: Anna Julia Bitelli
Assistente de câmera: Rogério Oliveira
Assistente de câmera: Fabiano Sanches
Assistente de produção: Marcos Dalua
Assistente de produção: Mariana Rodrigues
Edição e finalização: Vras77

Atores:
Verso Renan: Vitor Hugo Valério
Verso Diomedes: Vitor Gonçalves
Verso Nicole: Amanda NegraSim

Tungstênio em todas as plataformas de streaming:  https://ONErpm.lnk.to/Inquerito.

Outros clipes de Tungstênio:
Eaê



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