sexta-feira, 24 de maio de 2019


Os artistas irão apresentar seus repertórios pela primeira vez no espaço

No dia 15 de junho a nave da FoodStation leva niLL e Yung Buda para o Centro Cultural São Paulo. Os artistas exibem um show duplo de 90 minutos, na Sala Adoniram Barbosa, um repertório composto pela discografia completa de cada, mas com foco nos últimos lançamentos.

Com três álbuns lançados, o público pode esperar do niLL um show como um episódio de anime, com um storytelling que envolve drama, emoção e aventura. O artista é conhecido por essa narrativa em seus álbuns e por mesclar temas do universo geek, linguagem de internet e assuntos de seu cotidiano. A discografia de niLL é composta por Negraxa (2016), o Regina (2017) que foi um dos mais elogiados e entrou em diversas listas de álbuns do ano de lançamento e seu último lançamento foi o Good Smell (2018). niLL promete envolver o público em uma mesma sintonia.

Continuando na mesma temática de games, internet e universo anime, mas com a sensação de assistir um filme de corrida, como Velozes e Furiosos, Yung Buda promete elevar as energias com sua presença explosiva e músicas de bate-cabeça. O show será ao entorno de seu novo trabalho “Músicas para Drift Vol. II”, que possui uma atmosfera que busca se aproximar mais de uma textura de jogos de corrida da geração passada, como Gran Turismo e Need For Speed, do que de algum Anime, deixando uma sensação nostálgica a cada faixa. Dessa vez os beats são mais calmos e percussivos, com um pouco mais de complexidade dando um tom industrial, com reflexos de IDM em sua composição.

O artista não deixará de contemplar no repertório o restante da discografia que é composta por “Músicas Para Drift Vol. I” (2017) e “Halloween O Ano Todo” (2018). Yung Buda é uma das grandes promessas do trap nacional, o artista vem se destacando na cena underground não só com sua música, mas com sua personalidade de hacker ninja.

Realização: Centro Cultural São Paulo, Cérebro Surdo e SoundFoodGang





O terceiro disco do rapper trata da saúde mental de um jovem negro de periferia


“Lágrimas de Odé” abre o disco pedindo para o Gustavo respirar antes de começar a contar passagens reais que marcaram sua vida, munido de um beat pesado e certeiro.
Eu lembro como hoje eu, minha mãe, minha irmã no chão.Medo, suspiro.Eu com seis anos vendo meu pai tomar seis tiros.Sangue no chão do barraco, no meio do gueto.Ainda criança vi o que o sistema reservou pros preto”.
A mesma faixa muda de clima e entra numa narrativa de união, onde o rapper enfatiza que a favela precisa estar unida. Em tempos de genocídio da população negra e periférica, Coruja BC1 pede para que seus irmãos de cor não deixem a guerra entrar em seus terreiros, pois eles morrerão primeiro.

Psicodelic tem a saúde mental como pano de fundo para as narrativas de um jovem periférico. Memórias, traumas, críticas, anseios e (até) amor permeiam a mente de Coruja BC1, que transforma essas sensações em afiados textos. Não é à toa que ele se comunica com maestria com os jovens brasileiros.

Antes do disco, os três clipes/singles lançados já somam mais de 1 milhão de visualizações no Youtube . Tudo orgânico, vale frisar.


Apócrifo”, como o nome já diz, é uma crítica aos falsos. A ilegitimidade das pessoas é alvo de Coruja e cada frase é um tapa na cara da sociedade.

Fogo” reflete a reação de raiva e rebeldia de um jovem negro periférico que sonha com um futuro próspero, com bens materiais, enquanto as pessoas torcem para os planos darem errado.

 Por mais que tentem nos apagar, damos um jeito de acender de novo. Somos a era do fogo, botamos fogo pra mostrar que eles não podem apagar a chama de nossa história, de nossa ancestralidade, e de nossa fé” define o rapper.
O rapper mineiro Djonga abre a vasta lista de participações especiais do disco na faixa "Gu$tavo$". Um beat soturno que remete a clássicos do NAS ou Dr. Dree serve de base para o dueto dos MCs, que hoje são os maiores destaques do rap nacional.

A faixa 5 é um interlúdio, que simula Coruja BC1 conversando com uma psicóloga. A história que ele conta, sobre desigualdade social, é real. E a terapeuta diz que ele fala pouco sobre o amor.

Na sequência, entram as faixas mais sentimentais, com batidas mais lentas, instrumentos orgânicos como violão, saxofone e piano. Aqui a
Psicodelic estética do trap fala alto. “Meu Anjo”, “Dopamina”, o hit “Éramos Tipo Funk”, cujo clipe conta com a participação do rapper Zudizilla. Ele aparece na faixa seguinte “Um Acorde (feat. Zudizilla)”, encerrando a sessão love songs.

Em “Digital Influencer”, Coruja BC1 discorre sobre vaidade, assuntos rasos e mente eufórica munido de uma linguagem digital. O samba “Camisa 12” tem a bela voz de Késia Estácio numa narrativa sobre vitórias e derrotas dentro e fora do campo.

O rapper Diomedes Chinaski aparece em “Ogum”, um trap que poderia ser interpretado como uma versão atualíssima do clássico “Jorge da Capadócia” gravado pelos Racionais MC’s em 1997. Na faixa seguinte, “Kimpa Vita” Coruja BC1 convoca seus manos Akill Mabili, Boy Killa e Obigo para darem a letra, num polêmico trap que reflete as opiniões da novíssima geração de rimadores.

Psicodelic encerra em grandioso estilo. “Skr” traz um beat bem grave de rap old school, que lembra uma mistura de Wu Tang Clan com Rakim. Por cima desse peso em forma de base, Coruja BC1 manda um alerta aos seus irmãos: “não se iluda, o jogo é sujo e você é usado sem perceber”, finaliza.

 



Capa do disco
Escute “Psicodelic” no YouTube:


Ou em sua plataforma favorita:




Ficha Técnica Psicodelic:

Produção executiva: Coruja Bc1
Mixagem: WillsBife
Masterização: Canela
Captação: estúdio WS
Arte da Capa: Muzzike
Fotografia: Pedro Gomes


Conteúdo produzido por Tropi.Press

quinta-feira, 23 de maio de 2019


O Red Bull Music Breaktime Sessions está com inscrições abertas para bandas universitárias realizarem o sonho de gravar o primeiro disco 

Aquele desejo de virar um artista profissional, fazer uma imersão com profissionais do ramo e gravar um disco num estúdio profissional está mais perto do que nunca para aqueles talentos musicais que estão "escondidos" dentro das faculdades do Brasil. Isso porque, a partir desta segunda-feira, dia 20 de maio, estão abertas as inscrições para o Red Bull Music Breaktime Sessions, o maior concurso universitário de música do país, pelo site: http://breaktimesessions.redbull.com.br. As cinco melhores bandas participarão de uma imersão musical com profissionais do mercado, e a grande vencedora, escolhida pelo público na reta final, gravará um álbum no Red Bull Music Studio.


Banda Enversos, campeã do Red Bull Music Breaktime Session
em 2018 (Marcelo Maragni/Red Bull Content Pool)


As inscrições devem ser feitas pelo site e ficam abertas até o mês de setembro. As cinco bandas finalistas serão escolhidas por uma curadoria formada por músicos, ex-participantes e membros da equipe da Red Bull. As escolhidas para formar o "TOP 5" participarão de uma imersão musical dentro do Red Bull Station, no centro de São Paulo, com atividades e palestras orientadas por profissionais e especialistas do mercado. Depois disso, a votação popular começa: o público poderá escolher a sua favorita e a grande campeã, com maior número de votos pela internet, gravará um disco no Red Bull Music Studio, em São Paulo, em novembro.

Para participar, o processo é simples: a banda interessada deve preencher o formulário on-line e subir um vídeo de uma performance que será analisada pelo time de curadores. Vale lembrar que esse mesmo time de curadores organizará shows físicos dos grupos em suas respectivas universidades e, posteriormente, em clubes e boates de todo o Brasil. É, portanto, uma grande chance de mostrar o trabalho dentro e fora do ambiente escolar.

Em 2018, mais de 600 bandas de 60 universidades do país participaram da competição e realizaram shows em seus câmpus e em casas noturnas. A vencedora foi a Enversos, grupo de Belo Horizonte composto por alunos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que gravou o álbum "Da Margem ao Centro". A trajetória do grupo durante o Red Bull Music Breaktime Sessions pode ser conferida neste link.

"Ganhar o Red Bull Music Breaktime Sessions foi um divisor de águas em nossa carreira, pois foi o nosso primeiro concurso de âmbito nacional. Além do retorno e do disco, conseguimos levar nosso trabalho a locais nunca antes imaginados, um sonho realizado após mais de três anos tocando de forma independente”, diz Gustavo Henrique, da Enversos. 

SOBRE O RED BULL MUSIC BREAKTIME SESSIONS

Red Bull Music Breaktime Sessions é um concurso que descobre talentos musicais dentro das universidades de todo o país. Em 2019, chega à oitava edição, num projeto dividido em três fases principais: inscrições das bandas interessadas, imersão musical das cinco melhores no Red Bull Station e votação aberta para eleger a campeã. Ao final, o grupo vencedor grava um disco no Red Bull Music Studio, em São Paulo.

SOBRE O RED BULL MUSIC STUDIO

Desde 2013, o Red Bull Music Studio São Paulo funciona como um espaço de experimentação e produção musical para artistas dentro do Red Bull Station, onde funcionou a antiga subestação de energia Riachuelo. Com altíssimo padrão técnico, o estúdio é reservado para talentos de estilos diversos, independente de sua abrangência ou tempo de carreira. Por ali, já passaram nomes como Elza Soares, Metá Metá, Nação Zumbi, Emicida e Arto Lindsay.

Yannick Hara é o Caçador de Androides em “Blade Runner” O single do novo álbum do artista homenageia o filme homônimo de Ridley Scott em um híbrido de ficção científica e rap.

O rapper Yannick Hara traz referências do cyberpunk em seu novo single “Blade Runner” que foi lançado hoje dia 17 de maio em todas as plataformas digitais. A faixa, que também conta com um videoclipe dirigido pelo ator Vertin Moura (Big Jato e 3%), e participação especial do poeta Rafael Carnevalli, faz parte do disco “O Caçador de Androides” que já tem data de estreia marcada para 19 de novembro deste ano.

O trabalho é inspirado no filme homônimo de Ridley Scott de 1982, além da sua continuação Blade Runner 2049 (2017) que tem a direção de Denis Villeneuve e do livro “Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?” do escritor Philip K. Dick. O disco, que vai conter 12 faixas, é o segundo do artista que tem em seu repertório o EP “Também Conhecido Como Afro Samurai” de 2016 baseado no mangá de Takashi Okazaki (1999).

Filho de pai negro e mãe japonesa, Yannick mescla a cultura oriental e ocidental, fundindo o universo dos mangás e animes com o do hip hop. Sempre em busca de quebrar paradigmas, agora o rapper volta imerso na cultura do cyberpunk e da ficção científica: “A construção do personagem é uma ferramenta que eu uso para me expressar e para prestar um serviço ao movimento, agregando um novo público e despertando olhares para o gênero”.

O amor pelo cinema e pela música acompanha Yannick Hara desde criança. Foi na coleção de discos de vinil do pai que o garoto ouviu a trilha sonora composta por Vangelis pela primeira vez. A mistura inusitada de música clássica, jazz e sintetizadores despertou a curiosidade para assistir o filme e, mais tarde já como músico, compor um álbum totalmente inspirado na trama “O Afro Samurai era um sonho da adolescência enquanto o Blade Runner é um sonho de infância”, pontua o artista.

Mesmo com o rap como estilo de origem, o disco “O Caçador de Androides” traz uma narrativa sonora que entrelaça o trap, dubstep, big beat, vaporwave, synthpop e pós punk. Essa mistura contempla ainda grandes participações como Clemente Nascimento (Inocentes e Plebe Rude), Rodrigo Lima (Dead Fish), Keops e Raony (Medulla), Rike (NDK), Moah (Lumiére), do rapper Cronixta e da cantora Sara Não Tem Nome.

Antes do lançamento oficial do disco, serão lançadas seis faixas entre os meses de maio e outubro. No novo single, o artista se utiliza do mundo distópico para fazer uma analogia a temas que envolvem desde redes sociais a questões existenciais, perpassando por uma estética de “alta tecnologia e baixa qualidade de vida” que contempla personagens marginalizados a essa nova era, não tão distante dos dias de hoje.

Assista ao vídeo clipe de “Blade Runner” no YouTube e ouça o single no Spotify.




SMART (PLATAFORMAS DIGITAIS) https://onerpm.lnk.to/YannickHaraBladeRunner

quarta-feira, 22 de maio de 2019


A jovem Torya, que já apareceu no NP algumas vezes, e em pouco tempo conquistou nossos corações, lançou o videoclipe do som "Sem Limites".


O clipe gravado na Fabrica de Cultura Jaçana, local onde foi base para criação tanto de Torya, quanto das dançarinas do T2 Jova Crew.  A música conta com produção de Gustavo Gibin, produtor da UZZN, tem uma levada que mistura estilos como o TRAP e o FUNK.
A cantora e compositora Torya teve como inspiração a mulher novamente, evidenciando que a mesma pode ser dona de si própria e empoderada, onde “hoje ela tá sem limite, com dinheiro pra gastar”.


A música gravada em apoio a Fabrica de Cultura teve a intenção de evidenciar a importância desses locais de arte e cultura para com a população ao redor, podendo revelar grandes talentos.
O clipe teve direção de Ale Campos, diretor do audiovisual da UZZN, e nas lentes DigTry realizando a captação.



Phife Dawg nasceu e se criou no Queens, em Nova York, que representou seu bairro e a seção de St. Albans ao longo de sua carreira musical de mais de 25 anos. No entanto, o co-fundador da A Tribe Called Quest também viveu em outros lugares durante seus 45 anos de vida. 

Um lugar em que Malik Taylor fez de sua casa foi Oakland, Califórnia. A cidade de Bay Area declarou 17 de maio como o Dia do Phife Dawg, começando neste final de semana. De acordo com Kyle Eustice do HipHopDX, que esteve presente na cerimônia que inclui a colaboradora musical / produtora Starita, a mãe de Phife, Cheryl Boyce Taylor, e a viúva do MC / produtora, Deisha Head Taylor

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Phife fez de Oakland sua casa por mais de 15 anos. Durante esse tempo, ele era frequentemente um participante dos jogos de basquete do Golden State Warriors. Equipe campeã da Conferência Oeste e na final nacional da NBA. 

Em 22 de março de 2016, Taylor morreu de complicações renais após um diagnóstico de diabetes de longa data.

Um álbum póstumo de Phife Dawg está em andamento, incluindo um som colaborativo confirmado com Redman e o colega da Native Tongues, Busta Rhymes. No final do ano passado, Phife apareceu ao lado de The Black Eyed Peas, Ali Shaheed Muhammad e De La Soul's Posdnous no single “ALL AROUND THE WORLD”. 

Em 2016, o quarteirão Queens, em Nova York, da Linden Boulevard e da 192th Street foi renomeado para Malik “Phife Dawg” Taylor Way.

Fonte: AmbrosiaforHeads

O duo Davíla & Cruz formado pelos integrantes Luan Davíla e Alan Cruz, residentes da Vila Mazzei e Jova Rural respectivamente, vem se destacando na cena do Rap da Zona Norte e lançaram seu mais novo videoclipe. 


A faixa nomeada de "Help Me", que integra o EP "Além da Fenda", traz na composição mensagens enfáticas, onde o protesto aparece fortemente e carrega uma força espiritual que contagia quem os escuta. A obra surgiu da necessidade do grupo de contar a realidade dos moradores das zonas periféricas da cidade de São Paulo.

O videoclipe, que foi filmado na Favela da Paz, foi dirigido pelo Alê Campos e a produção musical ficou por conta do Gustavo Gibin (uzzn rec).

Você pode conferir o lançamento abaixo e no canal do YouTube da produtora uzzn rec, onde em breve também estará disponível todo o EP "Além da Fenda".
 

O MC baiano, Roque, lançou seu primeiro trabalho solo, agora em formato de videoclipe. Com instrumental de Lezter, a faixa "Quem tá comigo", tem produção geral do videoclipe por conta da gravadora 10 Pilas Records, já o áudio foi gravado, mixado e masterizado por Roque também no Estúdio 10 Pilas Records. 

Confira:


Recentemente saiu uma entrevista do Kaskão em que ele diz que sua divergência com o Brown era filosófica e não pessoal.
Nesta entrevista, o Kaskão diz que cobrou o Mano Brown por andar com MV Bill, porque o Kaskão achava que o empresario Celso Athayde era um ex-pm que participou da chacina da Candelária.

E também diz revoltado como um que "ex-pm" pode ser dono de um prêmio de rap.

"Nois não é Vida Loka? nois não é o Vida loka? Perai, vida loka ganhando prêmio na mão de policia?" disse o Kaskão na ocasião

Celso Athayde que nunca foi Policial, foi idealizado do Prêmio Hutuz, o maior Prêmio de rap que já existiu no Brasil.

Se você já ouviu a faixa "As vaidades" do T$G com certeza se lembra deste verso:

Tem até um ex PM que matava lá no morro
Hoje é dono do Hutúz e entrega prêmio pro meu povo
Confira o trecho exato em que o Kaskão fala o motivo de sua treta com Mano Brown.


A verdade tarda mas não falha. 

Quando esta música foi lançada as redes sociais ainda não tinha o alcance de hoje e nem todo mundo sabia que o Celso Athayde era idealizador do Hutuz. Eu sabia, e por muitos anos pensei que o Celso era mesmo policial. Mas pesquisando na net um tempo atrás não descobri nada e a fita ficou ainda com ponto de interrogação.
Mas como o Kaskao voltou a falar deste assunto nesta entrevista, e falando de o porque ele tretou com Brown. Ele  no melhor estilo Kaskão, bem agressivo e direto, já que ele achava ser verdade e achava que estava na razão, o bagulho viralizou quem nem gripe no inverno.

Não sabemos ao certo, mas após anos pensando errado sobre o Celso, o rapper paulista da zona sul de SP trocou uma ideia com Celso Athayde e viu que estava no erro em falar isto e fez um vídeo junto com Celso Athayde para pedir desculpas.

Assista o vídeo completo:




Keith B Angola, recrutou MC´s do Brasil, Portugal e Angola para um remix muito dope do seu mais recente single WU TANG STYLE. 

Aonde o músico que faz uma para homenagear o lendário grupo Wu Tang Clan, que está a celebrar 25 anos de carreira. 

O remix conta com a participação especial de Bambino (Black Company), Peso Duplo, Leggezin Fin (Killa Beez), Bully Brahma (Ultima Chance) e Phantom DK (Dragões de Komodo). 

Webclipe - Wu Tang Style Remix:


Mini Documentário Wu Tang Style:


Ficha Técnica:

Artistas: Keith B Angola,Bambino, Leggezin Fin, Phantom DK, Peso Duplo e Bully Brahma
Música: Wu Tang Style Remix
Produção: Keith B Angola (TRG Muzik)
Captação: DJ Jubah 
Mixagem e Masterização: Sarkófago (Sonyc Mistério) 
Arte: Júlio Mandrack
Edição: Wellington Moskitto