terça-feira, 17 de outubro de 2017

O rapper Neemias Mc, sofre ataques racista de fãs do Bolsonaro



O rapper e ativista Neemias MC, após uma publicação criticando os eleitores do Bolsonaro, passou a receber mensagens de teor pejorativo e racista.
Nós já sabemos que os eleitores do Bolsonaro, não são só eleitores, são fanáticos religiosos, racistas de extrema direita.
Estas pessoas representam muito bem os pensamentos do Deputado Jair Bolsonaro, que defende que não houve ditadura no brasil.
Em um dos comentários um dos fãs pedi a volta de 1964, ano que em a ditadura foi instaurada no Brasil.

Confira os ataques.











read more...

Coluna do Leitor - Tragédias ou Gente Inocente por Monahyr Campos




Começo este pequeno ensaio para uma crônica ainda comovido com a notícia de uma tragédia. Mais uma tragédia. Permaneço me comovendo, apesar de sermos movidos pelo mesmo princípio que amortece o dedo depois de algumas pancadas. Fico imaginando se a Grécia do período clássico tivesse produzido as famosas tragédias gregas na mesma proporção com que nossa sociedade produz...
Desta vez, o advento denominado tragédia foi um ataque solitário de um homem em surto “psicótico”, sem que haja, aparentemente, elementos causadores externos, ou seja, um caso isolado de loucura temporária vitimando “gente inocente”. Até que se prove o contrário, é diferente da imensa maioria das tragédias com as quais nos acostumamos de tal forma que o amortecido do dedo anestesia o impacto das marteladas. Esta situação é nova, diriam alguns desavisados...
Pensando em tragédias, impossível não pensar e refletir sobre o Rei Édipo, de Sófocles. O que o grande poeta trágico diria sobre os acontecimentos que insistem em se repetir sem que haja, aparentemente um componente social por trás? Lembrando que, o que nos impacta como algo novo, é quase cotidiano na sociedade que impõe seus modelos de comportamento ao mundo inteiro, vendendo caro seus hábitos e sua cultura, mesmo que seja necessário cometer atrocidades em nome do americandreamou americanwayoflive.
De sua tragédia mais famosa Freud recolheu elementos sobre as relações humanas que lhe permitiram construir as bases epistemológicas de uma ciência: a psicologia. Dali também, Aristóteles coletou informações importantíssimas para compor sua Poética, eternizando os elementos estruturais das artes dramáticas que formam autores e diretores 2500 anos depois de sua composição. Vou falar de outra questão: o conceito de tragédia.
Os estudantes sempre se questionam o que diferencia as tragédias de Shakespeare das gregas? Por que o mais brilhante dramaturgo compôs obras fadadas à eterna atualidade, abordando conflitos humanos tão intensos, mas sempre tendo como pano de fundo a reverência aos gregos? Afinal de contas, pode-se considerar tragédia qualquer “obra” humana que tenha como ponto comum um banho de sangue? Não querendo fazer humor, mas qualquer filme policial roliudiano termina com sangue escorrendo das telas, numa proporção infinitamente maior que o do “herói” que arranca os próprios olhos como autoflagelo, condenando-se a vida infame de pedinte...
Mas nestes filmes, o “herói” está mais para vencedor de BBB do que para o deputado federal que luta pelo direito à vida psíquica das pessoas LGBTTTs. Aqueles que causam o banho de sangue nos filmes, são ovacionados, tratados como os salvadores, mesmo quando são movidos exclusivamente por vingança – aproximadamente metade dos longa metragens. Nas tragédias clássicas gregos, os heróis são homens de carne e osso, dispostos a grandes feitos, por isso mesmo, dispostos a grandes erros. São dotados de consciência e de uma complexidade existencial gigantescas. Algo impensável nos dias atuais.
Só pra relembrar: os pais de Édipo consultaram o oráculo e souberam que estava previsto queo garotofaria coisas horríveis durante sua vida, sendo o causador de desgraças enormes. Deixado na floresta para ser devorado por animais selvagens, foi salvo, posto num cesto e jogado a um rio. Depois foi encontrado em outro reino e criado como se fosse o príncipe, filho do casal real. Depois de adulto, peregrinando, matou seu pai biológico, decifrou o enigma da esfinge, salvando a cidade e casou-se com a rainha, sua mãe.
Obras como esta deram à palavra tragédia, o peso que ela possui até hoje. O que caracteriza a tragédia em Édipo é a inevitabilidade, é o fato de que não havia como impedir a previsão do oráculo. Os pais tentaram, condenando o fedelho à morte, com isso, viabilizando toda a série de mazelas subsequentes, uma vez que ele só matou o próprio pai por não ter sido criado por ele. O mesmo pode-se dizer de sua mãe, com quem se casou também por não terem convivido.
Teríamos como evitar a “tragédia” em Minas Gerais? E as chacinas que ocorrem diariamente Brasil afora? Quantas delas estavam previstas no oráculo? Até quando vamos aceitar que “gente inocente” pague por nossas escolhas erradas? Até quando vamos cultivar heróis vingadores e sem consciência, sem humanidade? Até que ponto continuaremos deixando nosso futuro na floresta para ser devorado por animais selvagens, ou por motosserras?

Monahyr Campos
read more...

Eu, Tu, Eles, Nozes & Vozes


Negros e Alvos
O pocket show Negros e Alvos leva a força da expressão artística afro brasileira, através do rap, jongo e maracatu, para o encerramento da ação cultural multi artística “Eu, Tu, Eles, Nozes & Vozes”, ano VI - 2017.
Monahyr Campos acompanhado da percussão de Gabriel Nascimento convida o público para celebrar com música e dança a ação organizada pelos artistas que integram o Cena Norte.



Eu, Tu, Eles, Nozes & Vozes
A ação cultural está em seu 6º ano consecutivo e contou com o envolvimento de 300 artistas da região norte da cidade de São Paulo que se apresentaram gratuitamente durante os meses de setembro e outubro nos principais equipamentos culturais da região,  CEU Jaçanã/Fábricas Jaçanã, Fábricas de Cultura Cachoeirinha, Sesc Santana e Teatro Alfredo Mesquita.
O objetivo da ação é divulgar alguns locais de referência e articular os coletivos de cultura, incentivar a produção artística e, também, formar um público fruidor e apreciador de cultura.

A última apresentação da edição 2017 do “Eu, Tu, Eles, Nozes & Vozes” acontecerá no dia 21 de outubro a partir das 15h no CEU Jaçanã. Irão se apresentar:  Banda Marcial ENEF Júlio Marcondes, Calango Soul, Júlio Leme, Raiz Crioula, Claudinho Kael e Monahyr Campos. Exposição fotográfica de Vinícius Campos.

Serviço:
 “Eu, Tu, Eles, Nozes & Vozes”- ação cultural multi artística, ano VI – 2017
Quando: 21/10/2017 - sábado
Horário: a partir das 16h
Gratuito
read more...

Comemorando 20 anos de rap, Arnaldo Tifu lança o EP #RAP 1997


Quarto trabalho é inspirado na importância do rap e da cultura hip hop em sua construção humana e social

Outubro de 2017 - O MC e rapper Arnaldo Tifu apresenta seu quarto trabalho de estúdio, o EP #RAP 1997, com produção independente de seu selo, Coletivo Riso. Tifu assumiu toda a produção do EP, da direção musical à produção executiva, e encontrou inspiração em sua vivência nas ruas. #RAP 1997 homenageia o ano em que o artista considera seu início na cultura hip hop e no rap de fato, época em que mergulhou no skate, no pixo, no graffiti.

"Todos eles me levaram para fora do meu bairro e me ensinaram as vivências das ruas e a militância na posse negroatividade. Elas me trouxeram consciência e uma visão mais politizada da arte e do hip hop em si, me ensinaram a lutar por causas sociais. Essa é uma característica forte do ABC por ser uma região onde a luta sindical e política tem bastante embasamento", conta.

Além de ser uma continuação dos seus registros fonográficos iniciados com o álbum "A Rima Não Para" (2009), seguido por "A Rima Nunca Para (2013) e "Dias que Resolvi Cantar" (2015), o EP #RAP 1997 é o primeiro de uma série de quatro trabalhos projetados por Tifu para os próximos anos. "Cada um irá abordar um tema central. O #RAP 1997 é uma síntese da minha trajetória desde 1997 até 2017. Traz um pouco da minha visão sobre a arte de fazer rap, sobre amor e identificação com a cultura hip hop. Os obstáculos que temos que superar e como o rap nos ajuda a sermos inseridos na sociedade em um contexto mais amplo", emenda.

Concepção
O processo de criação do EP foi bastante orgânico, segundo Tifu, enquanto ele vasculhava arquivos do passado e trabalhava a necessidade de lançar todas as ideias que até então estavam guardadas em papéis, aguardando voz, levada, batida e vida. Ele contou com o apoio de Nixon Silva, que assina a produção musical e trouxe instrumentais, convidados e participações para acrescentarem ideias e beats às faixas. Nixon Silva ainda mixou todas as faixas do EP.

"Cada convidado fez o que sabia de melhor e foi convocado para fazer o que tinha a ver com a música. Buscamos navegar por ritmos do rap como o Boom Bap em "O Hip Hop Pulsa" e o Trap na faixa "O Rap Salva". A sonoridade é abusada e obesa, intensa, porém simples e fácil de assimilar. As letras foram escritas e inspiradas em manuscritos, ideias e freestyles do meu acervo e memória. O que seria um álbum com 20 faixas foi fragmentado e transformado em uma série constituída por quatro EPs. Esse é só o primeiro episódio", afirma.

Sendo a canção "O Rap Salva" produção de Pedro Simples com colaboração de Nixon Silva, as faixas foram gravadas no EKORD, exceto "O Hip Hop Pulsa", gravada no estúdio Link's. O EP foi masterizado por Cesar Pierri no Studio Flap C4.

Composições da memória
O primeiro single do EP a ser lançado foi "O Rap Salva", que aborda a importância do estilo para salvar vidas, para criar consciência, para resgatar pessoas. "Por meio de influências como GOG, Facção Central, Sabotage, o rap pode salvar vidas e ampliar nossa visão de mundo. A música também fala sobre ensinar e apresentar diversos ritmos que derivam ou influenciaram o rap, do alcance do rap nas plataformas digitais e sobre a ascensão que a cultura de rua vem ganhando, mas que é preciso pregar a consciência sem deixar o rap perder suas referências", opina Tifu.

A canção "Pronto Pra Batalha" é um incentivo para que todos enfrentem as batalhas diárias da vida. É um reconhecimento para aqueles que sobrevivem à dura realidade: "é também uma autoafirmação de que desde quando subi na mesa da professora para mandar minha primeira rima ao vivo eu estava pronto para a batalha. Fala de superação, de sobrevivência, orgulho e autoestima".

"Rap Toda Hora" fala sobre ser fissurado, viciado em rap, trazendo à memória quando o artista deu os primeiros passos no estilo e não conseguia pensar em mais nada. "Nela, cito várias referências do rap brasileiro, de Racionais a Criolo. Fui montando as rimas com os nomes dos grupos e títulos de discos e letras", emenda.

Já a faixa "Não Azeda o Limão", que conta com participação do Avante o Coletivo, é sobre o rap game, uma história de um jovem que superou as adversidades e trocou o fuzil pelo rap a fim de fazer sua revolução pessoal. "Também falamos como esse jovem vê o rap game popularizado e com forte impacto midiático e critica os rappers "Nutella", aqueles que não têm as vivências da cultura de rua e embarcam nessa apenas pelo game e muitas vezes prejudicam a cultura tratando mulheres como objeto sexual, por exemplo", afirma.

Por fim, "Hip Hop Pulsa" é uma homenagem à cultura de rua e ao hip hop que é maior que o rap, que é o estilo de vida: "nela, falo que meu rap é hip hop. Fazendo alusões e analogia aos outros elementos da cultura, "Até minha artéria rima", eu sou hip hop e o hip hop é vital para mim".


Sobre a capa
A capa foi feita pelo designer Denis Freitas e, segundo ele, a ideia geral é mostrar a trajetória do Tifu e reforçar que a caminhada é sempre pra frente, sempre pra cima. “Esse disco fala de uma trajetória, de uma escada sendo percorrida, então desde o começo eu quis representar algo que remetesse a uma ascensão, a uma trajetória. E essa trajetória dificilmente é linear, é organizada e foi assim que eu ‘coloquei’ as letras de “1997”, desorganizado, maluco, um processo sem linearidade, porém que remete a uma linha ascendente. Somado a isso, eu trouxe um plus de hip-hop old school na forma que o volume está composto, na forma que você da o brilho para o volume. Ela representa tudo isso”, explica. 

Dênis Rodrigues tem 32 anos, é designer e mora e trabalha em Santo André (SP). Atua como ilustrador desde 2006, trabalhando para o mercado editorial e publicitário. Em paralelo, faz parte do projeto de intervenção urbana e Street Art B-47, criado em 2005, junto com o designer Tiago Gasques, onde concentram a produção autoral em murais, telas e esculturas. Para conhecer mais: http://b-47.com.br.


Ouça:



Sobre Arnaldo Tifu:
Arnaldo Tifu conheceu a música rap desde muito jovem, ainda quando era apenas uma criança, isso aconteceu aos 9 anos de idade. A primeira lembrança de ter ouvido o primeiro RAP, foi na rua de sua casa, no bairro Condomínio Maracanã, localizado na periferia de Santo André, e a música que tocava era nada mais nada menos que “Nome de Meninas”, do rapper Pepeu.

Tifu tornou-se uma referência da cultura Hip Hop, e destacando-se no cenário musical por ter um estilo autêntico, suas composições diferenciam-se por abordagem de temas não muito presentes no estilo musical. Seu rap tem uma presença muito forte da cultura brasileira, com a influência da literatura de cordel, repente, samba e embolada. Assim, Arnaldo Tifu consegue alcançar novos adeptos. Seu primeiro álbum foi lançado em 2009, "A Rima Não Para", seguido dos trabalhos "A Rima Nunca Para" (2013), "Dias Que Resolvi Cantar", (2015) e o inédito "#RAP 1997.

Ficha Técnica:
Gravado no Estúdio Ekord por Leonardo Marques, exceto a música O Hip Hop Pulsa gravada por Pedro Simples no Estúdio Links
Produzido por Nixon Silva exceto a música O Rap Salva, produzida por Pedro Simples
Mixado por Nixon Silva
Masterizado por Cessar Pierri no Flap C4
Produção Executiva: Coletivo Riso

Conheça!
read more...

Afro-X lança novo disco "Um brinde à vida" com show gratuito na Matilha Cultural


O rapper e compositor Afro-X comemora 17 anos de carreira lançando seu segundo álbum com 14 inéditas intitulado "Um Brinde à Vida". Com trabalho de lançamento da Matilha Cultural e a produção da AutoEstima Entertaimment Records, o disco marca presença em todas plataformas digitais.

O artista faz no dia 27 de outubro de 2017, sexta-feira, a partir das 19h30 um pocket show na Matilha Cultural ( R. Rêgo Freitas, 542 - República) com participação de convidados especiais como Negro Branco (Exaltasamba), Chrigor, Badauí (CPM 22), Felp (Cacife Clandestino), MC Sapão, Ri$hin e Marihanna, artistas que também cantaram ao lado de Afro X durante as gravações do disco. Com ENTRADA FRANCA, o show, assim como o próprio disco, mescla elementos do Hip Hop e da cultura brasileira, como discotecagem, Street Dance, samba e funk music.

O disco expande as fronteiras do rap utilizando trap music como base das rimas, poesias, vocais, flows líricos misturados com elementos de samba, funk, soul, ritm and blues, jazz, rock e música eletrônica. O video clipe da música de trabalho "Um brinde à Vida" foi lançado recentemente e já acumula milhares de visualizações.

Considerado por Afro-X um divisor de águas em sua carreira, "Um Brinde à vida" tem produção musical de Jonas Lemes. As músicas transmitem energia, positivismo e orgulho das origens afrobrasileiras. O show trará também um pout-pourri das músicas de sucesso do 509-E, grupo que lançou o artista no cenário nacional.

ASSISTA O CLIPE COM PARTICIPAÇÃO DO FELP DO CACIFE CLANDESTINO


Sobre Afro-X

O artista, que é também educador, veio da periferia de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Co-fundador do grupo 509-E, apadrinhado por Mano Brown (Racionais MC’s) e ganhador de várias premiações, aclamado pela crítica e público. Dedicou-se também ao social por meio do Projeto Movimente, atendendo mensalmente 600 jovens em São Bernardo do Campo, em São Paulo.

Seu primeiro álbum solo “Das Ruas Pro Mundo” (2009) saiu no mesmo ano em lançou o livro “Ex-157 – A história que a mídia desconhece”, que conta com prefácio dos jornalistas Caco Barcellos e Gilberto Dimenstein. A biografia retrata o revés do cárcere, o crime, suas consequências e os indicativos que levam à criminalidade. A obra aponta as possíveis saídas para o caos e promove uma reflexão aos jovens de que o caminho do crime não compensa. Afro X também é percursor da fusão do rap com a música clássica/erudita.

Relação de músicas do disco "Um Brinde à vida"


1- Um Brinde a Vida feat. Felp (Cacife Clandestino)



2- Favela eu Sou feat. MC Sapão



3- Rap é Nossa Cara feat. Ri$hin & Marihanna



4- Quem não Pode Errar feat. Komay



5- Fashion Week feat. Nego Branco (Exalta Samba)



6- De Rolê feat. Jonas Lemes



7- Mó Brisa



8- Tem pra Ninguém



9- Nossa História feat. Junior Cavallari



10- Ela me Liga na Night feat. Kvox



11- Perfeita Odisseia feat. Badauí (CPM22)



12- Carta Magna feat. Chrigor



13- Nunca Deixe de Sonhar



14- Thug Life


SERVIÇO


Evento: Lançamento do disco "Um Brinde à Vida"



Dia: 27 de outubro de 2017, sexta-feira, às 19h30



Local: Matilha Cultural



R. Rêgo Freitas, 542 - República



Informações: (11) 3256-2636
read more...

Evandro Cezar x Klyn lançam o som "Fé, Foco & F*da-se"


"Nesse final de semana o CEO da Sixface Mafia, Evandro Cezar, lançou a musica Fé, Foco & F*da-se, que conta com a participação de Klyn, integrante da Recayd Mob.

A faixa faz parte da Mixtape TrapMasterChef, que vai ser lançada dia 28 de Outubro.

O resultado não poderia ser melhor. Confira o PESO da track no link abaixo!

read more...

P.MC & Lindomar 3L vão lançar novo single com participação da Cris SNJ



"Vem Cum Noix" é o nome do novo single da dupla P.MC & Lindomar 3L 


Com participação da Cris SNJ e produção do DJ Duh a expectativa do público é grande



P.MC & Lindomar 3L, desde 2016 vem lançando singles, videoclipes e realizando shows. Desta vez, o 4° single da dupla mineira, traz a participação especial da voz feminina do grupo SNJ, com produção do DJ do Inquérito, com colaboração do DJ Duck Jam da Nação Hip Hop. 



A música será lançada no dia 18/10, na próxima quarta-feira às 18H, nas principais plataformas digitais e no canal do P.MC no Youtube, onde você também encontra todos os trabalhos lançados em parceria com o rapper mineiro Lindomar 3L. 



Segue o link, inscreva-se e aguarde: www.youtube.com/pmcoriginal 
read more...

"Queda dos Meus Manos" é o mais novo clipe do grupo Frontline Rap


Frontline RAP chega com seu terceiro clipe em três meses de vida com o lançamento de "Queda dos Meus Manos". 

Dessa vez, Guilherme SK Asck deram espaço para o beatmaker do grupo, Man$ha, mostrar todo o seu talento na escrita e no vocal em seu primeiro som solo na carreira. 

Produtor musical da Frontline RAP, Man$ha é o responsável pela criação dos beats dos dois primeiros lançamentos do grupo (Big Bang e Plano A), mas o menino de Salvador-BA não limita-se a apenas produzir. Para Man$ha, o objetivo é mostrar sua variabilidade tanto nas criação de novos beats como em participações em novos lançamentos da Frontline. 

"Experiência única de poder estar realizando meu trabalho, com uma qualidade de ponta da nossa parceira Primitive XXI Records, e ao lado dos meus irmãos fazendo a parada acontecer", diz Matheus Santos, vulgo Man$ha.

Assista:


O clipe de alto nível contou com a sempre competente direção de Marcelo Ferreira, criador da Primitive XXI Records. A edição e pós ficou por conta de Edvaldo Júnior. Mixagem, masterização e captação de voz aconteceram no estúdio Na Calada Rec, por Christian Dactes
read more...

Erykah Badu é a curadora do "Boxset" em homenagem ao cantor e ativista nigeriano Fela Kuti


Na história pós-colonial da Nigéria, nenhuma figura se destacou tão claramente quanto a da Fela Anikulapo Kuti. Sua coragem era lendária. Sua música era sublime. Sua mensagem, sempre entregue com um humor irônico, era um chamado de clareza que faz eco no tempo e, vinte anos após a sua morte, ainda possui uma grande relevância para os males da sociedade, não apenas na Nigéria, mas em todo o mundo.

Esta semana, em torno do aniversário de Fela, sua vida, tempos e música são lembrados e honrados pelas legiões de seus admiradores em uma série de Felabrações que ocorrem em toda a Europa, América, Canadá e em lugares tão distantes como Jakarta, Osaka e Reykjavik. Na Nigéria, há uma série de eventos de uma semana, realizada por muitos milhares e animada por uma série de artistas, incógnitas de superstars, que chegam a prestar homenagem ao falecido Fela.

Seu catálogo de mais de 50 álbuns são distribuídos em todo o mundo, tanto fisicamente como digitalmente, enquanto, nos últimos anos, reconhecer o ressurgimento do interesse em ouvir música por meio de vinil, uma série de conjuntos de caixas de luxo foram lançados, com curadoria pela maioria de Fela fãs ardentes.

O primeiro foi por Questlove, famoso baterista de The Roots, o segundo de Ginger Baker, baterista do supergrupo, Cream, o terceiro do lendário produtor, Brian Eno e agora o quarto com curadoria de renome mundial, Erykah Badu será lançado 15 de dezembro de 2017 sobre Knitting Factory Records.


A seleção de Erykah inclui sua "Fela Piece favorita de todos os tempos", 1980's Coffin For Head of State, alongside Yellow Fever (1976), No Agreement (1977), J.J.D. (Johnny Just Drop) (1977), V.I.P. (1979), Army Arrangement (1984), and Underground System (1992). Diz Erykah, "Fela Kuti é um gênio Foda. Por favor, escute essas faixas, de preferência com um bom "blunt" ... com uma boa queima lenta".




Existem apenas 3.000 cópias deste conjunto de caixas de edição limitada, que vem com um cartaz de 16 "x 24" projetado pelo artista nigeriano Lemi Ghariokwu, a força criativa por trás de 26 das capas de álbuns da Fela Kuti e um livreto de 20 páginas em cores. O folheto apresenta sete ensaios pessoais escritos por Erykah Badu, sete comentários aprofundados de veterano jornalista de música e historiador de Afrobeat, Chris May; letra da música; e nunca antes fotos publicadas de Fela Kuti. O áudio foi restaurado e remasterizado das gravações nigerianas originais da Fela. A obra de arte para cada álbum foi meticulosamente recriada a partir de obras de arte de álbuns originais, ao lado de obras de arte de vinil vintage.

Adquira sua edição aqui


read more...

Max Souza lança o som "Sangue, Suor e Lágrimas Parte 2" com part. Sarah Guedes, Kainná Tawá e Djonga



Em 14 de outubro de 1964, o líder anti-racista Martin Luther King  foi consagrado com o Prêmio Nobel da Paz por sua defesa dos direitos civis e sua liderança na resistência pacífica pelo fim do preconceito racial nos Estados Unidos. 
Com apenas 35 anos de idade, ele se tornou a pessoa mais jovem a receber o prêmio.

Protagonista na luta, foi decisiva sua participação para a declaração de inconstitucionalidade da segregação racial dos negros nos EUA. 
Ele liderou o movimento a favor dos direitos civis da população negra americana na década de 1950. Após o episódio da prisão de Rosa Parks, em 1955, uma mulher negra que se recusou a ceder seu lugar em um ônibus para uma mulher branca, 
King também organizou marchas para conseguir o direito ao voto, além de outros direitos civis básicos, bem como o fim da segregação e das discriminações no trabalho. Em 1963, realizou um dos discursos mais marcantes da história: o famoso “I have a dream”. A sua batalha por esses direitos resultou na criação da Lei de Direitos Civis (1964) e da Lei de Direitos Eleitorais (1965) nos EUA.

Está é nossa homenagem ao legado e a memoria de Martin Luther King, seguimos dando continuidade a luta ate que o teu sonho, o nosso sonho se torne realidade.
Paz, Justiça, Liberdade, Igualdade, Poder para o povo Preto.

Sangue, Suor e Lágrimas Parte 2
O Sonho se Mantem vivo!


FICHA TÉCNICA SOM Letra/Voz: Max Souza, Sarah Guedes, Kainná Tawá e Djonga Produção Musical: Celson Ramos Mixagem: Celson Ramos Masterização: Luciano Vassão Gravado no Estúdio Seu Som Music. Liric Vídeo: Drick Dollar © 2017 Monarca SA

Sobre Max Souza
Max Souza nasceu e cresceu em Contagem, cidade da região metropolitana de Belo Horizonte.
Seu primeiro contato com o rap ocorreu quando ainda criança. Desde então, o artista seguiu
ouvindo o gênero musical e sua primeira experiência com o movimento foi ao participar das
tradicionais batalhas de MC’s no Viaduto Santa Tereza. Estudante de Psicologia, Max utiliza
como método de composição o emprego de metáforas e analogias em suas letras. Ao abordar
o "eu" enquanto ser humano, o artista faz uso de uma linguagem não convencional em suas
músicas, valorizando as palavras, expondo conflitos e vivências pessoais, além de questões
sociais envolvidas no cotidiano dos negros. Fato este abordado em seu primeiro single
"Sangue, Suor e Lágrimas", no qual Max Souza retrata o genocídio e a marginalização da
juventude negra. A força da canção o levou a tornar-se um dos cinco finalistas do “Festival
Sons da Rua”, no qual concorreu com novos talentos do rap nacional de todo o Brasil e foi
selecionado para realizar um grande show na Arena Corinthians, em São Paulo/SP, dividindo o
palco com grandes nomes do rap atual, como Emicida, Criolo e Marechal. Alem disto Max
Souza atua também como produtor cultural e é idealizador e produtor da festa “Bronx 73 –
Voltando às Raízes” que ocorre a 2 anos na cidade de Contagem com produção independente.

read more...

Jack Musik – Temporada vou cantar nesse beat de Rap Vol. 1 UL


A Temporada vou cantar nesse beat é uma das demais rubricas que a Jack Musik lançou para fechar o ano 2017, dando assim oportunidade para novos talentos da New School, e sendo mais directo isto é mesmo como se fosse um caça talentos, que promove não só a nós, mas a vocês também. Essa Beat Tape contém 10 faixas.

Ao baixarem esta Beat Tape vocês terão de escolher um beat a vosso critério e cantar nele, após isso enviar a musica para a Página do Facebook Jack Musik ou para o email (jack-musik@hotmail.com).



read more...

Driizy Marley lança o EP: "Livre Arbítrio"


Ep Livre Arbítrio, composta por 10 faixas musicais, feitas com muito amor e carinho  para estar a nível dos amantes da arte. Oferece  a qualidade sonora aceitável, totalmente RAP. Disponível para download.


Artista: Driizy Marley
Titulo da EP: Livre Arbítrio
Estilo: Rap
País: Angola 
Baixar // Mediafire

 
read more...

Jeferson Devon lança o single "CAIS" com part. de Maria Alice


O rapper Jeferson Devon lançou nessa sexta-feira, dia 13/10, o single "CAIS", sua primeira faixa solo (em paralelo ao seu grupo formado em 2012, o N'ativa) a qual está disponível no Youtube e nas principais plataformas online de música, através do selo Coletivo NaCalada. No som que tem como característica marcante uma poesia forte em um clima bem leve, ele versa sobre uma relação amorosa aparentemente conflituosa e apaixonada, onde se confunde a segurança com o medo, uma linha tênue entre o caos e o cais. 
Nessa faixa, Devon mostra o quanto pode transitar com facilidade entre diferentes vertentes do rap, de um estilo mais agressivo que é característica do grupo N'ativa, que fica evidente em sua última mixtape "Propósitos", ou do último lançamento do Coletivo NaCalada, o single "Tá no ar" que leva um pouco da mesma característica de "Cais" mas de uma forma notavelmente diferente. A produção instrumental assinada pelo beatmaker Christian Dactes, nome que também responsável pela captação e finalização do áudio no estúdio NaCaladaRec, além da voz da cantora Maria Alice (Que teve o registro de sua voz inaugurada oficialmente nessa música), trouxeram o clima propicio aos versos, onde se dá a entender que há uma necessidade quase vital (ou até mortal ??) da companhia de um par onde atracar, como dito no video-teaser lançado "fazendo analogia ás coisas que eu digo na música, é uma coisa que você sente necessidade pra não viver à deriva, tá ligado? ce precisa alguém que te segure mesmo ... que te de o norte ou que dê as rédeas". 
Fazendo referências também ao filosofo existencialista Jean-Paul Sartre em um dos versos e ao conceito de amores líquidos, inaugurado pelo sociólogo e filósofo Zygmunt Bauman, que traz um grande paradoxo do sujeito pós moderno, carregado de incertezas e inseguranças, a relação com o tudo e o nada ao mesmo tempo, Devon apresenta uma experiência sincera de sua vivencia num contexto mais amplo, de forma parecida com “Problema”, sua música anterior que terminou não sendo lançada oficialmente graças à frustração com vazamento da mesma. 

Ouça:



read more...

VÍDEO - Stan | Rimocrata - Ela Me Endoida o Cocão


No ultimo dia 06/10 os MCs Stan e Rimocrata do se Guerrilla 13 soltaram o single com videoclipe da música Ela me endoida o Cocão. Envolvida pela produção assinada por Stan,a letra contém um tom romântico girando em torno da GRANA. A música trata o dinheiro como uma paixão a ser conquistada, ao qual os homens tem relações perigosas
e complicadas, a música é explícita e sincera, tentando fazer repensar a forma como nos lidamos com a riqueza material.


read more...

Livraria cria campanha interativa para estimular leitura para crianças


“Lê pro Erê” é uma das ações da InaLivros para inspirar os pequenos 
Para incentivar a leitura para crianças, InaLivros criou a campanha interativa “Lê pro Erê”, que chega para reforçar a importância do hábito, especialmente dos adultos para com os pequenos, como forma de inspiração e espelho.
Especializada em literatura negra e da diáspora africana, a livraria virtual e itinerante tem como ideia apresentar ao público as múltiplas formas de incentivo à leitura, especialmente às crianças. 
A campanha apresenta fotos de diferentes pessoas que estimulam a imaginação das crianças através da leitura, mostrando que a prática pode ser uma iniciativa desde a mais tenra idade. A ação vai sortear um kit de livros infantis que serão escolhidos pela equipe da InaLivros.
 “Se todo adulto tivesse um tempinho para contar uma história, declamar um poema ou até mesmo ler um livro para uma criança, a humanidade poderia sonhar com um futuro bem melhor. Não existe uma idade mais adequada para fazer uso de livros e iniciar uma amizade duradoura com as letras. Mas nós e muitos especialistas, acreditamos que quanto mais cedo isso acontecer, maiores serão as possibilidades de ampliar o conhecimento sobre o universo fantástico das letras e do mundo”, disse Leo Bento, proprietário da Iná Livros e um dos idealizadores da ação.
Qualquer pessoa pode participar da campanha, basta responder uma breve pesquisa [http://bit.ly/pesquisaleproere] sobre leitura e anexar uma foto em que esteja lendo para uma criança. O preenchimento da pesquisa já contempla a autorização da divulgação da foto na campanha, que será publicada nas redes sociais e no site da InaLivros.
A pesquisa está aberta até o dia 05 de novembro de 2017 e o resultado será divulgado no dia 06 de novembro, na página do Facebook da livraria.
ServiçoVisite o site da livraria e participe da campanha www.inalivros.com.br
read more...
 
Copyright © 2014 Noticiário Periférico • All Rights Reserved.
Template Design by BTDesigner • Powered by Blogger
back to top