sexta-feira, 29 de abril de 2016



Este é um Documentário feito pelo meu mano Jordan Fields vulgo BIXOP, o Bixop ao reparar que muitos brasileiros usam esta palavra, inclusive brancos e também reparou que a maioria nem sabe o significado de "Nigga".
Nigga vem da palavra Nigger que significa escravo, era como os brancos chamavam os escravo. Neste documentário você vai ver depoimentos de norte americanos que não gostam deste termo e tem os que gostam também e também você vai ver trechos de musicas e filme pra entender o quão pejorativo é a palavra nigga.





LEIA TAMBEM 


O real significado da palavra NIGGA

quinta-feira, 28 de abril de 2016




Nesta edição o Freestyle recebe Renan, do grupo Inquérito, como convidado. Na troca de ideia poesia, literatura, educação no Brasil e Rap nas Américas foram assuntos. Também tem "Contos do Rap" desvendando o próximo convidado! 





Curta e se inscreva no canal, toda semana tem programa inédito, sempre com convidados e entrevistas:https://www.youtube.com/channel/UC90Y...

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Apresentação
MARCILIO GABRIEL 

Direção e edição
DOUGLAS MELO

Produção musical
DJ LATIF



RAPPER EDUARDO ESCREVE SOBRE OS 10 ANOS DOS CRIMES DE MAIO E O MOVIMENTO MÃES DE MAIO
<<(...) Nessa data de triste aniversário, a única coisa que podemos e devemos comemorar, é a perseverança das Mães de Maio, em sua incansável batalha. A vitória pode ser incerta, no entanto, o exemplo da luta, gerou um resultado positivo mais do que certo. Essas mães nos ensinaram, que não importa o tamanho do inimigo, temos que enfrentá-lo. Não importa se são PMs, promotores, juízes, governadores ou presidentes da república, em nome da justiça, temos a obrigação moral de declarar guerra contra eles.

Nobres senhoras, as noites e dias em baixo dos relâmpagos das chuvas torrenciais, não foram em vão. Os gritos por justiça até a rouquidão, não foram em vão. As longas caminhadas até a porta de palácios governamentais, não foram em vão. Podem acreditar, que gerações viveram, porque as senhoras não temeram as ameaças dos genocidas e seguiram em frente.
Pode até ser, que as senhoras nunca sejam indenizadas por suas perdas ou que não tenham o direito a memória de seus entes respeitado, porém, por conta de sua bravura, outras mães não precisaram implorar para que o Ministério Público investigue a morte de seus filhos. Nenhum programa social salvou mais jovens nos últimos anos, do que a militância das Mães de Maio. A década do silêncio estatal, é também a década das suas lições de vida.
Em maio de 2006, a última coisa que o sistema poderia imaginar, é que no mesmo segundo que tirava a vida de jovens indefesos, dava luz a um dos movimentos sociais mais importantes da atualidade. Realmente, a reação foi muito adversa! Com perdão da palavra, realmente: o Estado Genocida se f...!
Parabéns Mães de Maio, as senhoras deram um duro golpe no Golias da tirania!
Meu nome é Eduardo e também quero a extinção imediata do Estado Genocida. Assim como todo o povo da periferia, vivo na Era das Chacinas. Sou mais um soldado, feliz por ter sido convocado, para estar no mesmo campo minado que essas espetaculares mulheres.>>
**Trata-se apenas de um pequeno trecho do artigo especial que o rapper Eduardo Taddeo escreveu sobre os 10 anos dos Crimes e as Mães de Maio, artigo e será publicado na íntegra em breve Nós por Nós.
SEM PALAVRAS, GUERREIROS: TÂMO JUNTÃO LADO-A-LADO ATÉ O FIM POR JUSTIÇA, LIBERDADE E REVOLUÇÃO!


No Brasil os movimentos musicais e seus representantes marcam gerações. Podemos citar como exemplo a Bossa Nova, Tropicalismo, a resistência do Samba nos anos 80 e o Próprio Rap Nacional nos anos 90. Hoje em dia não é diferente, a geração de hoje tambem tem um movimento pra chamar de seu, e é a Música Periferica Brasileira. Geralmente são artistas negros, que saem de diversos pontos perifericos de SP e influenciados pelo soul, mpb, samba e rap, fazem um som original e marginal, umas forma diferente mais arrojada de reivindicar seus direitos e falar de amor. 

Um dos ícones desse movimento é o Rapper Criolo, influenciado por Cartola, Chico Buarque e Racionais, estourou no Brasil com seu Álbum Nó na Orelha, que trouxe uma forma diferente de cantar rap, que encantou tanto a periferia quanto a classe media, e seus shows são lotados tanto no Brasil como no Exterior. 

Rael por sua vez tem influências óbvias de Gil e Milton Nascimento, ele canta e rima como o Criolo, mas o seu diferencial fica por conta de saber tocar violão, conquistou o Brasil com a música Envolvidão, uma música de amor com levada pop, mas no seu repertório tem músicas de protesto como a música É o Moio.

A representante feminina dessa banca é a Cantora e Compositora Yzalú, ela ficou conhecida por fazer releituras de raps dos anos 90. Suas principais influências são Gal costa, Marisa Monte e Sabotage. Em seu primeiro CD Minha Bossa é Treta, misturou MPB Popular e Rap. Suas músicas mais conhecidas são Mulheres Negras composta pelo rapper Eduardo, e Figura Dificil, música inédita do Sabotage.  

Temos também o Liniker, que é uma mistura perfeita de Tim Maia e Ney Matogrosso, um artista que veio pra ficar, que também ficou conhecido pela internet, seus vídeos chegam a mais de 1 milhão de acessos, ele por sua vez não canta músicas de protesto, deixando isto por conta de sua imagem defendendo a liberdade e o direito de cada um ser como quiser ser sem rótulos ou padrões.

 
 VIA: 
Coletivo MBTV
Web Reporter

quarta-feira, 27 de abril de 2016



Nos labirintos da lendária casa de shows Koko, em Londres, Criolo aparenta cansaço ao chegar para a entrevista. Aquele domingo chuvoso era o quarto dia seguido de shows em uma rápida turnê pela Inglaterra.
O repórter teme uma conversa morna pela frente, mas a impressão logo se mostraria errada. Em papo com a BBC Brasil – e no palco em seguida –, o rapper e compositor expôs sua visão sobre a crise no país.
"O que acontece hoje é que algumas pessoas extremamente inteligentes têm em suas mãos um regimento e sabem mexer com esse regimento. Sabem cada espaço, cada fresta, e ali vão criando seu império. E são capazes de tudo para proteger seus interesses, até parar o país e fazer com que as pessoas se matem na rua", diz ele, em referência ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

LEIA A ENTREVISTA COMPLETA AQUI 


Manobra Literária tem a sua primeira edição neste sábado (30) no Portal do Futuro Cajuru
Cada vez mais longe. Cada vez mais alto. Cada vez melhor. O skate parece exercer uma atração cada vez maior sobre as crianças e adolescentes, que se vêem fascinados com a possibilidade de se aventurar sobre o carrinho. Por outro lado, o número de bilhetes aceitos para embarcar na viagem da literatura parece sempre diminuir. Equilibrar essas forças é o desafio do projeto Manobra Literária, que busca incentivar a prática do esporte, mas também apresentar o caminho da leitura como forma de inclusão social.
Com a sua primeira ação neste sábado (30) no Portal do Futuro Cajuru, a iniciativa dos alunos da Universidade Federal do Paraná tem o objetivo de usar o potencial do skate para canalizar a energia do jovem tanto física, por meio da prática esportiva, quanto intelectual, por meio da literatura.
Para tornar isso possível o projeto irá dialogar com aquilo que já faz parte do universo dos jovens para os quais o projeto é destinado. Por esse motivo, as atividades literárias irão tratar da linguagem do rap presente em artistas como Criolo, Rael e Emicida como entrada para a apreciação de obras como “Capão Pecado”, do escritor paulistano Ferréz.
Essa, no entanto, será apenas uma das quatro atividades que irão compor o evento, que vai dividir os participantes em dois grupos etários. Enquanto as crianças de 08 a 12 anos terão uma escolinha de skate e uma contação de história, os mais velhos, de 13 a 17, vão participar de uma oficina de manutenção de skate e uma roda de leitura.
Ao final do evento haverá ainda a distribuição de skates completos, peças isoladas e, claro, livros, levando em conta que em muitos casos os jovens têm interesse pelo esporte e pela leitura, mas não tem acesso ou condições materiais para praticá-los.
Para viabilizar essa distribuição o Manobra Literária contou com diversas parcerias dos dois universos. A Freguesia do Livro, o Café Teatro Toucher La Lune, os site Campeonatos de Skate e Nosso Rolê, o Go Skate CWB, a Drop Dead Skate Park e o Ciclo de Leitura Ebulição Marginal se juntaram à vontade da equipe do projeto: o licenciado em letras, Chardie Batista, os jornalistas Guylherme Custódio e Anna Carolina Azevedo e o bacharel em História, Memória e Imagem, Tairon Villi.
O evento, que conta ainda com a parceria da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude (SMELJ), que cedeu o espaço para a realização do mesmo, contará ainda com a exibição de documentários sobre os temas que envolvem o projeto.

Projeto Manobra Literária
Data: Sábado, 30 de Abril, às 14h30
Local: Portal do Futuro Regional Cajuru – Rua Guilherme Lowry, 1655 – Uberaba

terça-feira, 26 de abril de 2016




O filme do Tupac "All Eyez On Me" ja foi gravado e esta em processo de edição e provavelmente chega aos cinemas ainda este ano. Criando uma grande expectativa nos fãs do rapper e de rap, um rapaz vazou um trecho inédito de uma cena do filme.
A cena que vazou é a que o rapper se defende da acusação de estupro que sofreu em 1993 durante uma coletiva de imprensa.




Os bambas mandaram avisar: Antarctica (re)apresenta o Clube do Samba


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Após 37 anos o principal movimento de defesa do samba está de volta para celebrar os 100 anos de vida do ritmo que se tornou uma instituição para os cariocas

Era maio de 1979, quando João Nogueira decidiu mudar a história do samba para sempre. Cansado das batidas disco e letras estrangeiras que invadiam rádios e discotecas brasileiras, fundou em sua casa o Clube do Samba. Reconhecido como o maior movimento de resistência ao estrangeirismo na música, é comum ouvir que se não fosse o Clube, o samba não estaria mais entre nós.
O Clube era realizado dentro da casa de João Nogueira, no Méier, e só podiam entrar sambistas e convidados, já que “aos sambistas tudo e aos bicões nada”, como dizia o próprio João. Destes encontros nasceram novos nomes do samba como Zeca Pagodinho, que foi levado por Beth Carvalho e composições de sucesso, como o próprio hino do clube.
 37 anos depois, em uma grande homenagem ao centenário do samba e aos sambistas, Antarctica, apoiada por membros originais como Martinho da Vila, Beth Carvalho e o herdeiro, Diogo Nogueira, vai reapresentar o Clube do Samba e fazer jus a famosa frase de Nelson Sargento, “o samba agoniza, mas não morre, alguém sempre o socorre”.
 Um casarão no centro do Rio de Janeiro, a decoração feita com itens autênticos do Clube e réplicas inspiradas no acervo disponibilizado, serão o cenário da nova versão do reduto responsável por não deixar o samba morrer. Em quatro finais de semana, com início no dia 30/04, a velha guarda do samba se encontrará com a nova geração para festejar a vida longa do ritmo que se tornou uma instituição. A curadoria do projeto é assinada por Nilcemar Nogueira, neta do Cartola. 
Martinho da Vila será o anfitrião dos quatro sábados. E como acontecia no salão de João Nogueira, os bambas estarão reunidos para tocar, falar e fazer samba. Emocionados com o remake, os sambistas contam em filme produzido por Antarctica e AlmapBBDO,  o que o Clube e sua volta significa em suas vidas 
Desde que o samba é samba, ser democrático faz parte de sua essência e, por isso, as festas terão entrada gratuita. Os interessados deverão se inscrever a partir do dia 26/04 no site de Antarctica http://www.antarctica.com.br/clubedosamba - até a casa atingir sua capacidade máxima. Fechada a lista, o site disponibilizará a inscrição para o próximo final de semana. Para que todos possam se sentir parte da história, Antarctica disponibilizará cobertura completa em suas redes sociais com fotos e vídeos.
 “Nós costumamos dizer que se Antarctica tivesse um coração ele seria como o dos cariocas: batucaria ao invés de bater.  Somos grandes apoiadores do samba e há anos promovemos e incentivamos o ritmo com diversas ações. No ano do centenário, reapresentar o Clube do Samba foi a melhor maneira que encontramos de homenagear um movimento real, que defendeu o ritmo e permitiu que ele chegasse a esses 100 anos nos emocionando e embalando histórias autênticas, como a de amor entre a BOA e os cariocas”, comenta Maria Fernanda de Albuquerque, diretora de marketing da marca. 
 O Clube do Samba marca o lançamento da plataforma Batuque da BOA, voltada totalmente para a história do samba e comemoração de seus 100 anos, que se dividirá entre conteúdo digital e diversos eventos no Rio de Janeiro.  O Clube do Samba é uma idealização e produção da agência BFerraz. O conteúdo digital e filme de Antarctica é de concepção da agência AlmapBBDO.


Ficha Técnica – Clube do Samba
 Anunciante: Ambev
Título: Clube do Samba
Produto: Cerveja Antarctica
Diretor Geral de Criação: Luiz Sanches
Diretor Executivo de Criação: Bruno Prosperi
Direção de Criação Digital: Luciana Haguiara

Diretor de Criação: Marcelo Nogueira, Benjamin Yung Junior
Head of Art de Digital: Pedro Burneiko
Redator: Henrique Castilho
Diretor de Arte: Tiago Padilia
Diretora de Conteúdo: Chris Mello
Produtora: O2 Filmes
Direção: Stefano Capuzzi Lapietra
Produção Executiva: Carlos Betti, Rafael Fortes, Gustavo Nogueira, Fernando Alcantara
Direção de Fotografia: Daniel Belinky
Atendimento: Rejane Bicca, Luiza Teani, Raquel Rocha
Montagem: Pedro Andreatta
Pós-Produção/Finalização: O2 Filmes
Produtora de Áudio: Satelite
Produtor: Equipe Satelite
Maestro: Equipe Satelite
Atendimento: Fernanda Costa
Locutor: Charles Nobili
RTVC: Vera Jacinto, Rafael Miranda de Azevedo
Atendimento: Fernanda Antonelli, Ana Clara Grana, Beatriz Almonacid, Humberto Carvalho, Karen Pardo, Beatriz Sztamfater
Planejamento: Cintia Gonçalves, João Gabriel Fernandes, David Gross, Augusto Motta Verissimo
Mídia: Wanderley Jovenazzo, Larissa Dias, Rogério Beraldo
Diretor de Integração: Kauê Cury

Aprovação: Paula Lindenberg, Maria Fernanda Albuquerque, Nilson Kalili, Gustavo Tavares


Festa acontece no dia 29 de abril, em parceria com a festa Pardeieiro

São Paulo, abril de 2016 – O selo de festas mineiro, Sexta Básica, se une ao Pardieiro para mais uma edição da festa, que acontece na sexta-feira, dia 29, a partir das 22h, na Audio, com shows de Black Alien e Russo Passa Pusso.

Ex-integrante da banda Planet Hemp, Gustavo Ribeiro, mais conhecido como Black Alien, fez sua primeira apresentação em 1993, para nunca mais parar. Três anos depois, a convite de BNegão, o cantor começou a fazer parte da banda, onde integrou até 2001. Dez anos após o rompimento com Planet, a produtora Gadifilmes fez um documentário sobre a carreira do cantor, com depoimentos de BNegão, Marcelo D2, Mr. Catra, entre outros. No ano passado, Black Alien lançou o álbum “Babylon by Gus vol. II – No princípio Era o Verbo”, gravado com ajuda de financiamento coletivo.

Também sobe ao palco da casa Russo Passapusso, músico e compositor natural da Bahia. O cantor começou a movimentar a cena alternativa de Salvador entrando em contato com o rap, reggae e a cultura do Sound System jamaicano. Os dois projetos de Passapusso, BaianaSystem e Bemba Trio, já passaram por países como Japão, Suécia, Portugal e China, levando a energia da musica baiana para fora do país.

Completam o line up Dj Thiagão, residente da Festa Sexta Básica, Leandro Pardi, da festa Pardieiro e Dj Tamenpi, do site “Só Pedrada Musical”

Os ingressos antecipados custam R$ 30 no lote promocional, R$ 40 no segundo lote, R$ 50 no terceiro lote e R$ 80 o camarote individual, e podem ser adquiridos por meio do site:. https://www.ticket360.com.br/evento-composto/360/sexta-basica-amp-pardieiro. Outras informações em www.audiosp.com.br.

A Audio fica localizada na Avenida Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca – São Paulo - SP

Sexta Básica com Black Alien e Russo Passapusso @ Audio Club

Data: 29 de abril de 2016

Horário: 22h

Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca - São Paulo – SP

Telefone: 11 3862-8279 Site: www.audiosp.com.br

Capacidade: 2.500 pessoas

Censura: 18 anos

Valor: Lote Promocional: R$ 30 2º Lote: 40 3º Lote: R$ 50

Camarote individual antecipado - R$80 Ingressos antecipados: https://www.ticket360.com.br/evento-composto/360/sexta-basica-amp-pardieiro

A casa aceita todos os cartões e dispõe de chapelaria

Atrações:

Black Alien Russo Passapusso DJ Thiagão DJ Leonardo Pardi DJ Tamenpi



O clipe "Preto zica" dirigido pelo Kondizilla  é um mini curta metragem, o clipe se passa numa bar onde a banca do Racionais esta reunida e pa no estilo "no fundo da boate ampliando os negócios", entra um mano estranho mexendo no celular e senta, o Ice blue desconfia e começa a reparar nos movimentos estranhos do cara, dai do nada o cara sai correndo e entra a policia gritando fortemente arma "perdeu perdeu" e o clipe aparentemente acaba, mas dai aparece o grupo com o "Zé povinho", o leva e traz como diz na musica "Eu não quero ta na pele dos que leva e traz"... O quarteto aparece com o cara no acerto de conta numa mata ai sim o clipe acaba mas com um gosto de quero mais.
Um informação importante é que o diretor Kondizilla vai dirigir 3 clipes do grupo, este clipe claramente mostra que é um trilogia aguardemos o próximo clipe.

Atualização via UOL: A parceria segue em frente. "Preto Zica" é apenas o primeiro vídeo de uma trilogia. Os próximos dois clipes, um com as faixas que abrem o disco, "Cores e Valores" e "Somos o Que Somos", e outro com "Eu Compro", ainda em fase de pré-produção, seguirão o mesmo conceito, em forma de curta-metragem com a banda atuando em uma narrativa comum. 



A história de Luana: mãe, negra, pobre e lésbica, ela morreu após ser espancada por três PMs




“Corre que eles vão matar a Luana”. Foi pelo aviso de uma vizinha que familiares de Luana Barbosa dos Reis Santos, 34 anos, começaram a entender o porque dos gritos e tiros que tomaram a vizinhança, na noite de 08 de abril.
Ao parar para cumprimentar um amigo que estava no bar na esquina da rua de sua casa, no bairro Jardim Paiva II, na periferia de Ribeirão Preto, Luana foi abordada e espancada por policiais militares e morreu cinco dias depois, em decorrência de uma isquemia cerebral causada por traumatismo crânio encefálico.
Os PMs Douglas Luiz de Paula, Fábio Donizeti Pultz e André Donizeti Camilo, do 51 Batalhão da corporação, são investigados sob suspeita do espancamento que causou a morte Luana.
Procurado desde o dia 19 de abril para se manifestar sobre a morte de Luana, o comandante-geral da PM, coronel Ricardo Gambaroni, ficou em silêncio. O mesmo aconteceu com o Setor de Comunicação da PM.
A reportagem também solicitou entrevista com os três PMs investigados por causar a morte de Luana, mas a PM não atendeu o pedido.
Segundo a irmã Roseli, Luana saiu de casa para levar o filho a um curso de informática, no centro da cidade. “Foi questão de dez minutos para começarem os gritos e os tiros. Ao abrirmos o portão, já estava uma cena de guerra, com policial apontando arma, vizinhos correndo e minha irmã gritando pedindo ajuda”, relata.
Ao se aproximar do bar com outros familiares, Roseli diz ter visto a irmã ajoelhada,  com as mãos para trás, com uma bermuda preta, sem camisa e só com um top. Segundo ela, havia dois policiais imobilizando Luana, um deles com sangue no lábio – o mesmo policial que apontou uma arma para Roseli e sua mãe dizendo “entra [para a sua casa], se não morre”.

A abordagem

Em um vídeo gravado por familiares após as agressões, Luana diz que policiais a mandaram abaixar a cabeça e colocar as mãos para trás: “Aí eu comecei a apanhar, já me deram um soco e um chute”. Roseli diz à irmã que ela foi acusada de agredir um policial e fala ter visto um policial com a boca machucada. “Por causa que eles me algemou, me deram um soco e um chute”, responde Luana.
No vídeo, ela ainda diz: “Falou que ia me matar e matar todo mundo da minha  família. Eu vomitei até sangue. Falou que vão matar todo mundo. Não é só eu não, vão matar até meu filho. Meu filho está morto, eles falou”.
Testemunhas relataram aos familiares que policiais chutaram Luana para fazê-la abrir as pernas, o que a fez cair no chão.  Ao se levantar, Luana deu um soco em um dos policiais e chutou o pé  de outro. A partir de então, os policiais começaram a bater em Luana com cassetetes e com o capacete que ela usava ao dirigir a moto.
“Alguns vizinhos dizem que estão tomando remédio para conseguir dormir, lembrando dos gritos da Luana pedindo socorro. Ela apanhou muito”, conta Roseli.
Um familiar relatou que Luana tinha muitos hematomas na região abaixo do umbigo. “Pessoas que estavam no bar contaram que ela levou muitos golpes de capacete no abdômen e de cassetete também”, relata o parente, que chegou ao local quando Luana já estava dentro do carro da Polícia Militar.

LEIA A MATERIA COMPLETA AQUI

segunda-feira, 25 de abril de 2016




A publicação “Mulheres de Palavra” dá voz às mulheres que encontram no rap o lugar e a vez de se mostrarem, inteiras e sem concessões.


As narrativas femininas de 10 rappers do Estado de São Paulo são o mote da publicação “Mulheres de Palavra: um retrato das mulheres no rap de São Paulo”, que encontra nestas MCs a voz de um universo cultural ainda predominantemente masculino. São elas: Bia Doxum, Brisa De La Cordillera, DJ Niely, Dory de Oliveira, Luana Hansen, Lunna Rabetti, Odisseia das Flores, Preta Rara, Priscilla Fêniks e Sharylaine
A obra mostra os trabalhos artísticos dessas mulheres em consonância com suas vidas sociais e familiares, extrapolando o palco. A publicação vai além: busca entender a ancestralidade no trabalho e na poesia de cada uma destas mulheres, uma vez que, em sua maioria, são negras. 
A publicação foi idealizada pelas pesquisadoras Fernanda Allucci, Ketty Valencio e Renata R. Allucci, com registro audiovisual de Ricardo Dutra e Samuel Malbon e textos de quatro autoras convidadas, Daniela Gomes, Izabela Nalio Ramos, Nerie Bento, Roberta Estrela D’Alva e será distribuída gratuitamente nos principais equipamentos culturais de São Paulo.
O projeto foi realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Estado da Cultura, por meio do PROAC Editais.

Dia 07.05 acontecerá o lançamento da publicação nas seguintes Fábricas de Cultura - fica aqui nosso convite:

Vila Nova Cachoeirinha | 14 às 16h | Dory de Oliveira e Priscilla Feniks,
com mediação de Izabela Nalio + DJ Niely.


Jaçana | 14h às 16h | Odisseia das Flores (Chai, Jô e Letícia), com mediação de Roberta Estrela D’Alva + DJ Tati Laser.da




ENTRE NO SITE: www.mulheresdepalavra.com


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