segunda-feira, 31 de julho de 2017

Crédito: Fabio Piva/Red Bull Content Pool

São Paulo, julho de 2017 - A noite de sábado, 29, foi marcada por grandes duelos entre os 16 b-boys que participaram da etapa nacional do
 Red Bull BC One na Fortaleza de São José de Macapá, no Amapá. O público da cidade vibrou muito com os passos e as acrobacias dos melhores dançarinos de break do Brasil e, mesmo torcendo para os b-boys locais (eram sete na final), aplaudiu muito a vitória do paraense Leony Pinheiro sobre o amapaense Snoopy, ovacionado em todas as batalhas.
Natural de Belém, Leony tem 21 anos e já conquistou o título de melhor do país em 2013 e 2016. Iniciado no break ainda criança, ele começou a competir em 2011 e logo chamou atenção por seu jeito próprio de dançar que, segundo ele, inclui elementos da cultura paraense como o carimbó e o technobrega. Neste sábado, ele não se deixou levar pela pressão e fez apresentações impecáveis. “Mesmo sabendo que rolava uma pressão sobre mim, tentei manter a calma e fazer o que sei da melhor forma. Estou muito feliz que deu certo de novo”, disse após receber o troféu. “Agora vou me concentrar para o mundial, pois quero muito levar essa vitória para o meu país”, finalizou. A final mundial será em Amsterdã, na Holanda, no dia 4 de novembro, quando ele irá enfrentar os melhores b-boys do mundo.
O grande diferencial de Leony, segundo Pelezinho, experiente b-boy que faz parte do seleto grupo do Red Bull BC One All Stars e um dos jurados da noite, é, de fato, o seu estilo. “Ele é autêntico e sabe muito bem combinar os movimentos. Sua habilidade é impressionante, por isso mereceu mais uma vez o título”, disse.
Red Bull BC One é uma batalha que se estabeleceu como a mais relevante da cena breaking mundial. Os 16 competidores da final brasileira se enfrentaram em batalhas homem-a-homem e foram analisados em critérios como musicalidade, originalidade, performance e presença de palco. A avaliação foi feita por um júri formado por Pelezinho, o colombiano Arex e o amapaense Jojo, pioneiro do breaking em Macapá.
Sobre o tricampeão nacional
B-boy Leony, 21 anos
De Belém, Pará
Dança desde 2008.
Crew: Amazon Crew
Outros interesses ou referências: sapateado antigo, capoeira e cultura hip-hop

Sobre o Red Bull BC One
Desde que foi criado, em 2004, o Red Bull BC One estabeleceu-se como uma das mais relevantes competições da cena b-boying mundial, sendo palco para inúmeros dançarinos, caso dos brasileiros Pelezinho (que já disputou quatro edições do Mundial) e Neguin, único latino americano a conquistar o cinturão de campeão. O Red Bull BC One é a competição mais importante de b-boys homem-a-homem no mundo. A cada ano, milhares de b-boys competem nas finais nacionais por uma vaga no campeonato mundial. O Red Bull BC One foi criado em 2004, na Suíça. Desde então, a competição anual viajou da Alemanha para o Brasil, África do Sul, França, EUA, Japão e Rússia.
Sobre o Red Bull BC One All Stars
O time de b-boys da Red Bull surgiu em 2010 e reúne alguns dos principais nomes da cena em atividade. São os b-boys Cico (Itália), Hong 10 (Coreia do Sul), Lil G (Venezuela), Lilou (França), Neguin (Brasil), Pelezinho (Brasil), Ronnie (EUA), Roxrite (EUA), Taisuke (Japão) e Wing (Coreia do Sul).

ChánogeloCrew é um coletivo de Mcs de Ferraz de Vasconcelos, composto por Danilo Skrap, Smup e Trezyman.

Direção: Johnny Germano
Beat: Trezyman
Filmado em Ferraz de Vasconcelos e no centro de São Paulo, a letra fala sobre a liberdade além do corpo, o amor pela arte e as dificuldades que assombram os artistas da periferia. Como diria Edi Rock: "os que vivem entre o sonho e a merda da sobrevivência!"



Página: facebook.com/chanogelocrew

Um dos principais nomes do rap em Belo Horizonte, Tamara Franklin estréia o show Sankofa no Festival de Inverno da UFMG, no dia 5 de agosto, às 17h, na Praça de Serviços do Campus Pampulha (Av. Presidente Antônio Carlos, 6627).  A proposta deste show é evidenciar o artista negro dos anos 60 e 70, além de problematizar a "ditadura militar" e as demais perseguições vivenciadas pelo povo negro antes e depois do golpe de 64. O show propõe ainda discussões sobre as várias ditaduras do cotidiano e o atual momento político do País.  Segundo a própria Tamara Franklin, “a ideia de rememorar o passado para que possamos resignificar o presente”. No show, além das músicas de trabalho, Tamara Franklin traz releituras de artistas negros como Zé Keti e Cidinho e Doca. A artista sobe ao palco acompanhada da banda A Zungu, DJ Pooh e conta com a participação especial do rapper Douglas Din.
A entrada é franca.

O espetáculo
Sankofa é um show que traz vários olhares e reflexões sobre as diversas formas de ditaduras que vivenciamos no Brasil, a militar, a social, a racial, de gênero e de classe. Sankofa na filosofia africana é um pássaro de duas cabeças que tem como significado a ideia de rememorar o passado para que possamos resignificar o presente. O momento político pelo qual o nosso país está passando inevitavelmente remete ao período da ditadura militar. Nesse sentido, juntamente com a Banda A Zungu, Tamara montou este espetáculo que rememora e estabelece uma reflexão diante dessas duas realidades, o ontem e o hoje, diante de experiências concretas vivida por tantas pessoas, que no cotidiano e mesmo de forma anônima lutam para um país melhor.  O show é composto de músicas autorais e releituras como de Elza Soares, Clementina de Jesus, Sabotage e MC Bob Rum, buscando retratar através da música as truculências da vida urbana.

Ultimo single da MC e cantora.


Sobre a artista
Tamara Franklin é hoje um dos principais nomes da música negra produzida em Minas.  Revelada na cena Hip-Hop, a artista traz uma sonoridade que propõe diálogos que vão do  samba ao Blues, tudo ancorado pela poesia do rap e a cultura afrobrasileira.  Seu primeiro álbum “Anônima” foi lançado em 2015 e traz a narrativa contundente de quem vivencia a diversidade cultural  e as mazelas das periferias, bem como sua potência. Tamara Franklin é hoje uma das promessas da música brasileira e mesmo tendo de bom grado assumido o posto de “Anônima” não parece ter nascido para, de fato, permanecer no anonimato.

A Banda A Zungu nasceu em 2015, na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. A formação original é composta por Edgar Siqueira Mateus (bateria e voz),  Rafael Dejero (baixo) e Giuliano Stefano Elias Coura (guitarra). O nome Zungu tem em seu significado profunda relação com a proposta artística da banda. No quesito das letras, que têm relatos de lutas sociais e enfretamentos de classes e étnicos. Na mistura dos gêneros musicais que compõe a identidade da banda como o rock, música brasileira e latino-americana. A banda já participou de vários festivais, entre eles o Fun Music em que foram finalistas.

Douglas Din
Douglas Nascimento da Silva, mais conhecido como Douglas Din, ou somente Din, é um dos grandes MCs brasileiros da atualidade. Seu caminho se confunde com a história do “Duelo de MCs”, projeto que ocupa o centro de Belo Horizonte desde 2007. Além das batalhas em que se destacou, o rapper tem dois álbuns lançados “Ensurdecedor” e “Causa Mor”, além de participações em trabalhos de artistas como Vinicim e Cinara Ribeiro.

DJ Pooh
Nome lendário dos toca-discos na capital mineira, Pooh foi integrante do Retrato Radical, ao lado de Radical Tee, Canela Fina, Africa, Duke e Ice Man. Atualmente desenvolve trabalhos com o coletivo Face 3 DJs, co o rapper Radical Tee e ainda acompanha Tamara Franklin em seus shows.


Serviço
O quê: Tamara Franklin, banda A Zungu e DJ Pooh no Show Sankofa (Participação Douglas Din)
Onde: Festival de Inverno da UFMG - Praça de Serviços do Campus Pampulha (Av. Pres. Antônio Carlos, 6627- Pampulha/ BH
Quando: 5 de agosto, às 17h

Contatos

Rincon Sapiência 

O evento conta com shows de Rincon Sapiência, Mc Soffia, Odisseia das Flores,Cordão Samba do Tempo, além de intervenções poéticas de Mariana
Félix, grafitti ao vivo, oficinas de arte para crianças e apresentação da companhia de teatro Rosas Periféricas.

Organizado por produtores culturais formados pelo Criando Criadores, programa de formação técnica em gestão cultural, o Festivarte Ermelino acontece no próximo domingo (06) às 13h na Praça Benedito Ramos Rodrigues, localizada no distrito de Ermelino Matarazzo, zona leste de São Paulo. A iniciativa contempla a ocupação do espaço público como forma de garantir acesso à cultura produzida pelos artistas, coletivos e agentes culturais atuantes na periferia.

Daniel Prata, coordenador de comunicação da consultoria de investimento social Cingulado,explica que a mostra cultural “Festivarte Ermelino” nasceu durante o curso de produção culturalCriando Criadores. “A mostra é um projeto final e prático do curso, que visa fortalecer a integração da família, valorização das culturas locais, o desenvolvimento territorial, comunitário e artístico e dialogar com os espaços e coletivos atuantes da região.”

Engajado na formação de agentes culturais da zona leste de São Paulo, o Criando Criadores foi construído a muitas mãos, por meio de uma parceria firmada entre os coletivos integrantes do Movimento Cultural Ermelino Matarazzo, que administra a ocupação cultural Mateus Santos; a Cingulado, consultoria com foco em investimento social;o centro cultural São Mateus em Movimento; e a ArcelorMittal, que patrocina o projeto por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.
 
MC Soffia
“Nós pensamos em uma programação cultural para a mostra que dialogue com as famílias de Ermelino Matarazzo, pois os moradores precisam conhecer o movimento artístico que acontece na região”, conta Amanda Ferreira Gomes, produtora executiva do evento, que ministrou aulas de produção cultural durante o curso. Ela ressalta que a zona leste tem uma diversidade cultural intensa e quase inexplorada pelos seus moradores, por isso o Festivarte Ermelino será uma ferramenta importante para promover essa aproximação entre produtores de cultura e população local.

Os artistas convidados para compor o evento foram escolhidos por meio de um mapeamento cultural feito pelos agentes culturais que participaram do curso Criando Criadores. “Só de olhar a programação é possível perceber o quanto esse evento será importante para o bairro. E isso é mérito dos futuros produtores culturais que trouxeram essa proposta artística”, enfatiza a produtora.

Programação Festivarte Ermelino

Com uma série de atividades gratuitas e abertas ao público, a organização do evento prevê a presença de 1 mil pessoas na praçaBenedito Ramos Rodrigues, para participar da programação que contará com oficinas e atividades voltadas para crianças; além de shows musicais, poesia slam e grafitti ao vivo.

Às 13h serão realizadas as oficinas de arte de Barangandão (brinquedo), objetos reciclados e máscaras africanas. Também às 13 horas tem início o live painting, atividade na qual um time de grafiteiros da região fará painéis ao ar livre. Às 13h20 começa a peça de teatro “Rádio Popular da Criança”, apresentada pelo grupo Rosas Periféricas.
 
Odisseia das Flores
Simultaneamente, no palco, às 14h a Mc Soffia fará um pocket show de 30 minutos para a criançada e sua família. Às 15h10, o samba vai dominar a praça com o grupo Cordão Samba de Tempo. Das 16h20 às 17h20, a poetisa Mariana Félix abre o microfone para todos que desejam fazer sua poesia ou expressar ideias de forma artística. Logo após, as mulheres do grupo de rap Odisséia das Flores assumem o microfone para transmitir suas rimas feministas para a quebrada. Para encerrar tudo com chave de ouro, às 18h15, Rincon Sapiência sobe ao palco para um show de encerramento que vai explorar seu trabalho recém-lançado Galanga Livre, que vem sendo muito bem avaliado pelo público e pela crítica.

Agenda
Festivarte Ermelino
Local: Praça Benedito Ramos
Endereço: Milene Elías, 1398 - Jardim Belem, São Paulo - SP
Data: 06/08
Horário: das 13h às 19h30
Entrada Gratuita
Classificação: Livre

Sobre a Cingulado - http://www.cingulado.com.br/
Com o objetivo de planejar, incubar, articular, comunicar e avaliar projetos de desenvolvimento sociocultural, a Cingulado desenvolve planejamento estratégico e gestão de Plataformas de Ativação Social, em parceria com empresas, organizações sociais, fundos de investimentos e coletivos culturais.

No início de 2015, Ugo Duarte morava no centro de Recife, um terceiro andar ao lado do velho e famoso cinema pornô da Rua da Saudade. Preparava-se para migrar ao Sul, então decide largar um cargo público e enfurnar-se no apartamento para as gravações do seu primeiro álbum. Uma despedida, uma separação, uma dose de loucura. Assim surge “Sempre que os teus olhos brilham”. Não à toa as canções soam antigas. 

A música tema tem linha de baixo que lembra Roberto Carlos de 70. “Amor quieto” e “Embora” são bossas com órgão em timbre de rock progressivo. “O céu” (colagem da 5° faixa) é quase New Age, com uma vocalização aguda, estilo Jeff Buckley. As 8 faixas são ligadas (mais uma referência ao progressivo) formam uma narrativa sonora, uma atmosfera nostálgica, poética, profunda. Um disco para se ouvir em casa depois de um longo dia, ou num sábado durante a faxina... Com vocês “Sempre que os teus olhos brilham”

sexta-feira, 28 de julho de 2017


A dupla Doberman, formada pelos rappers Kidaoeste e Ronnie Big, trazendo aquele tradicional e gostosa mistura do rap com jazz, traz sua experiencia da Golden Era do rap para os dias atuais.
O disco "Faça Acontecer", que foi lançado em 2016 pelo selo Soma Music, foi revisado e reinventado na parceria da dupla com os músicos Carlos Becht e Rafael Costa.

Após uma serie de encontros e jam sessions em estúdios, os artistas criaram o Projeto Melanj Nua.
Agora é a vez da dupla que agora tem o apoio de uma banda para apresentar seu jazz rap no espaço Cultural Ação Educativa, localizado na região central de SP.
O show vai acontecer neste sábado, dia 29 de julho.


O disco "Faça Acontecer" foi destaque nos blogs, Bocada Forte, Zona Suburbana e aqui no Noticiário Periférico, álbum que esta nas principais plataformas de streaming






Musica, mensagem, mudança.


Trabalho realizado por integrantes da família SóPedrada.




Ficha técnica:



- Artista: Dawg/Luó
- Letra: Dawg
- Produção: Estúdio SóPedrada 
- Mixagem: Estúdio SóPedrada 
- Masterização: Estúdio SóPedrada 
- Imagem e Vídeos: Internet
- Edição: Cinecídio



Letra: Então vejamos este mercado
Exploração, bilhões roubados
Inconformação de muitos
Então, deixa que eu falo
Deputados arrombados
Ministros, chefes de Estado
Policia bandida, assassina e fascista
Nos cofres dinheiro lavado
Guerra Capitalista
Miséria impera, inveja domina
Nesse mar de tubarões, nós somos feitos de iscas
Cobiça, mais vendas, dinheiro sujo, sistema
Entra um e sai outro, sempre o memo dilema
Guerreiro demonstra coragem de frente cas autoridades
Passagem mais cara que o beck, tapa na cara da sociedade
Muita violência, pouca educação
Brasil, país da corrupção
Já to cansado
Nem minhas pernas caminham iguais
Porém lhe apresento outra visão
Novos ideais!!!
Nova forma de pensamento, de como é imenso o tempo
E memo assim fico sem ele nessa rotina de descontento
Se a essência da vida é sorrir
Porque não vejo mais ninguém sorrindo por aqui ?
Cidade de intrigas, chegadas e partidas
Mais de um milhão de vidas, seja bem vindo a Campinas
Onde um pequeno trama te coloca na vala
Onde uma linda dama, supostamente te traia
Amargo o doce do mel,
O tempo se fecha no céu
Ja disse o antigo profeta:
Vivemos num mundo cruel
Pois olhando de cima parecemos pequenos
De um zoom na cidade e sinta o sabor do veneno
Ruas cobertas de puta, dinheiro e coca andam de mãos juntas
Trazendo uma Nove na cintura
Pa elite vida boa
Pa maioria vida dura
Falar do que não tem virou sinônimo de cultura
Império Smartphone escravizando os dependentes
Que já não sabem mais o que é um livro de leitura
Cidadão em fúria
Que chega faltar o ar
Indignado por tantas hora que passa a esperar
Na fila de um hospital
Desumanidade sem igual
Idosos, mães e crianças morrendo ou passando mal
Boçal, incompetente
Governo que não governa
Só atrasa, mente e rouba
Merecem tiro na testa
Ruas sem estrutura
Esgoto mal planejado
onde vai, todo imposto que é pago?
Projeto inacabados, miséria pa todo lado
Uma vergonha
País abandonado
E na tv só gente bonita com carro de luxo, vestino e terno
500 anos de país que nunca foi levado a sério
Saúde pa todos, e todos estão nas filas
Esperando chamar seu nome na sala de cirurgia
Agonia, vacinas em falta
Uma falta, uma falha, uma faca cravada
Nas costas do cidadão que só rala e trabalha
Um pulo em 64
Liberdade não se tinha
As ruas eram dominadas
Reprimidas, ensanguentadas
Torturas a nossa patria
Pau de arara, afogamentos
Espancamento, geladeira
Loucura, padecimento 
Mundo globalizado
Privado, politizado
Guerreiam por ideais
Mas qual deles esta errado ?
Esquerda ou a Direita
Prefiro seguir em frente
Eles não querem melhorar
É o poder que eles querem
Vamo atrás do que é nosso
Vamo acordar, levantar e mudar 
Vamo se informa, resistir, repensa
Vamo nos unir e com forçar lutar
Levantar nossa cultura,
sem lixos nas ruas
Paz aos cidadãos,
sem violência e mais postura
Então, você vai ficar ai parado ?
Enquanto eles nos roubam, enquanto eles nos matam
Ficha Limpa não limpa a sujeira do Senado
Seu voto vale muito, se informe sobre seu candidato.




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A música e o clipe de “Pirâmides no Meu Jardim” transmitem não somente o sentimento de superação, dos desafios impostos no dia-a-dia tanto de Joker, como de todas as pessoas, mas também a busca de sempre alcançar além do limite, além do que dizem que é possível.
O nome da faixa remete diretamente essa ideia de conquistar o inconquistável, de querer ter uma pirâmide no jardim, ter aquilo que sempre disseram que você não pode e nunca conseguiria ter.
Joker usa e abusa do seu estoque quase infinito de palavras na música e o audiovisual deixa claro que a persistência e a pré-disposição são as chaves para atingir seus objetivos.
Organic Beatzz assina a produção da faixa com um beat no estilo Dubstep onde Joker desliza seus versos agressivos, mantendo sua personalidade desbocada.



O MC paulistano, atualmente residindo em Sarandi (PR), acaba de lançar o primeiro EP solo, intitulado “Underbarro”, e que levou cerca de oito meses para ser finalizado. 

Com participações de Manada Crew, Greg, Tutu (Indigente), CL, Esgoto Lírico e Matsuura, o EP tem exatos 30m30 que levam o ouvinte à compreensão das ideias que o artista quer passar, cada música se completa, nas linhas é possível encontrar diversas metáforas, punchlines e mensagens, divididas entre as vivências de Lucca e seu amor pela família.


O nome “Underbarro”, segundo ele, deixa clara a vertente do rap que ele faz e de onde vem, é a junção de underground e barro, deixando claro que é um rap sujo, carregado de essência e das suas verdades. 

 “A importância desse lançamento para mim é enorme, são minhas dúvidas, certezas, meus pontos de vista e minhas verdades para mim mesmo, antes do que qualquer pessoa. O rap me deu a oportunidade de, com 20 anos, ter um ‘diário’ que retrata minha juventude, tudo o que passei e passo, é um emprego onde sou autônomo numa sociedade que me fechou as portas por preconceito a minha aparência, tatuagens, cabelo... Para mim é um filho!”, afirmou Lucca.


A produção geral foi feita pela Elefante Records, a captação, mixagem e masterização ficaram nas mãos de Cleiton Júnior, que também é responsável pelo instrumental de algumas músicas, ao lado de Guilherme Gangueragem.


Além do trabalho solo, Lucca faz parte do grupo “Rupestre”, ao lado de Pedro Dantas e dos DJs Estevão e Kabessa. Atualmente estão trabalhando em alguns singles, que em breve serão lançados.

EP Underbarro

Tracklist:
Carta (Prod. Guilherme Gangueragem)
Tô Firmão (Prod. Elefante Records)
A Causa part. Rafa Morais (Prod. Guilherme Gangueragem)
Não É Versão Beta (Prod. Elefante Records)
Dbodt (Prod. Guilherme Gangueragem)
Mal Criado e Feliz (Prod. Guilherme Gangueragem) 
Incardido (Prod. Elefante Records)
Velho Oeste (Prod. Elefante Records)
Nobre e Vagabundo part. Manada Crew (Prod. Elefante Records)
Vandal Logistic part Greg, Tutu, CL e Esgoto Lírico (Prod. Elefante Records)
SDI é a Febre part. Matsuura (Prod. Elefante Records)


Ficha Técnica:
Produção: Elefante Records
Captação , Mix/Master: Cleiton Júnior
Instrumentais: Cleiton Júnior e Guilherme Gangueragem
Letras: Incardido
Participações: Manada Crew, Greg, Tutu (Indigente), CL, Esgoto Lírico e Matsuura.



Puxando o bonde do #braziliangrime, os meninos do Carranca (o trio  ATTICA! e NGMA) saem distribuindo socos como Akuma na velocidade do Sonic no seu novo som, "Grime Over". Os 3 Mc's fazem uma homenagem aos jogos e videogames que formaram uma geração inteira, num instrumental produzido por NGMA. Coloque suas fichas no fliperama, vista sua armadura e se prepare pra batalha.


O conceito e direção de arte da capa ficou por conta de Arthur Garbossa, diretor de arte do selo e responsável pelas impecáveis capas e vídeos que compõem os lançamentos do coletivo. Segundo ele, em entrevista ao blog Rap em Movimento “a ideia da arte já vem do fato de que o som faz um trocadilho com game over e tem muita referência de jogos, foi uma abordagem na qual todos ficaram de acordo em fazer. Principalmente a arte ser em 8 bits. Busquei referências de jogos beat’em up tipo final fight, streets of rage, double dragon… que foram jogos nos quais condiz mais com a levada da música, já que ambos tão bem rua e voa “soco” pra tudo que é lado”.

Akhim, Moti e DJ Guto são o ATTICA! Vertigo, Nas, Grime e Sin City se misturam nas linhas dos dois Mc's. ATTICA! é o primeiro grupo do selo independente Carranca Records, que conta com o rapper NGMA e a talentosa LARINU.

Letras: A'khim/NGMA/Moti
Produção: NGMA/Mud do HMT
Gravação/Mixagem/Masterização: Mud @ Lodo Studio
Arte: Arthur Garbossa


Carranca Records
Formado em 2016, o Carranca é um selo/coletivo de hip hop paulistano que reúne o trio ATTICA!, o rapper NGMA e a cantora LARINU. Quer saber mais e ouvir nossos trampos? Se liga nas nossas redes sociais:

Facebook: https://www.facebook.com/carrancarecs/
Instagram: https://www.instagram.com/carrancarecords/
Soundcloud: https://soundcloud.com/carrancarecs
YouTube: https://www.youtube.com/carrancarecords
Attica:
 https://www.facebook.com/AtticaSP/

Esse é um som autoral de Vitor Hunter, MC da Zona Oeste de Recife, Pernanbuco. O MC tem vários projetos pra esse ano e esse som foi uma das primeiras letras que escreveu  na vida. Como ele próprio relata, só decidiu lançar agora, porque não aguenta mais não ser ouvido.
O som trata de um fim de relacionamento, e mais uma das decpções da vida, o que ele vem tratando em seus sons, umas paradas bem pessoais que ele acredita que muitas pessoas 
também possam se identificar com que ele canta.

Com a arte feita a mão de lápis por ele mesmo,  ouçam o som Lamento:


FICHA TÉCNICA
Beat: LA ROQUERA
Gravação : PDR produções
mix/master : PDR Produções
Arte: Vitor hunter

quinta-feira, 27 de julho de 2017


Hoje (27/7) as 18hrs sai o 10° Single (re-lançamento) da Coligações Expressivas 4, o mais novo projeto de DJ Caique. 

A Primeira musica gravada da formação SPVIC, SPINARDI E QUALY (Haikaiss) que foi produzida por DJ CAIQUE e gravada no final de 2009 no estúdio 360GrausRec.

Em 2017 DJ CAIQUE faz uma nova versão para esse som e lança como Bônus em seu projeto Coligações Expressivas 4.
Já foram lançados 9 sons inéditos do álbum #CE4, esse ano o disco será lançado.

SOBRE O PROJETO:
Albúm: Coligações Expressivas 4
Som: Estragando Plantas
Artista: Haikaiss - 
Produção: Dj Caique (@djcaiqueoficial)
Mixagem e Masterização: Dj Caique

Coligações Expressivas surgiu em 2004, à partir da ideia do DJ Caique de reunir artistas da nova e velha escola do rap.
A quarta mixtape do projeto Coligações Expressivas  é o mais novo trabalho do Dj Caique, um dos melhores produtores musicais do Brasil. O projeto traz uma mistura única, fazendo diversos estilos se juntarem, muitas vezes em uma única.



DJ Caique nas Redes Sociais