quinta-feira, 21 de março de 2019




Novos episódios de ‘Hip Hop Brazil’ vão ao ar a partir deste sábado, dia 23, às 22h, no canal Music Box Brazil com entrevistas e participações musicais de Abronca e DJ Negralha, entre outros convidados

Março de 2019 – O rapper MV Bill fala sobre política nacional, violência urbana, questões raciais e outras temáticas atuais extraídas de letras de rap na temporada 2019 do seu programa de TV ‘Hip Hop Brazil’. Os novos episódios estreiam a partir deste sábado, dia 23, às 22h, no canal por assinatura Music Box Brazil. O talk show dá visibilidade à cultura brasileira do hip-hop, por meio de entrevistas, apresentações musicais e faixa de videoclipes de cantores e bandas do gênero.

No formato, MV Bill conduz a interação com os convidados intermediando com performances musicais solo e parcerias. “Meu papel é perguntar. Às vezes é alguma coisa provocativa, mas nada muito capcioso. Normalmente, é um bate-papo muito leve no qual a gente acaba falando da cultura de hip hop como um todo. Várias questões surgem daí a depender da carreira e das composições dos entrevistados”, explica o apresentador, que também assume a curadoria de conteúdo do programa dirigido por Márcio Mazzeron.

Os principais convidados da temporada 2019 do ‘Hip Hop Brazil’ são Abronca (trio formado pelas rappers May, Slick e Jay, egressas do grupo teatral Nós do Morro), DJ Negralha (integrante do grupo O Rappa), Rapper Cert, DJs Flávia Xexéo, Tony e Tami, além da Rapper Azzy. “Abrimos espaço para a cena em geral, como MCs, DJs, produtores musicais, diretores de videoclipes e dançarinos. Quero mostrar com isso que hip hop não é só o vocalista”, argumenta MV Bill. Ele complementa: “No episódio do Negralha, as pessoas conhecerão a intimidade de um músico pop com o rapper e a ligação dele com minha trajetória”.

Os novos episódios foram gravados em ruas e espaços públicos e privados da região metropolitana do Rio de Janeiro (centro e zonas oeste, norte e sul), que não necessariamente têm relação com o Hip Hop. “O programa é itinerante, por isso está sempre rodando e não se prende a um único lugar. Temos um estúdio fixo de gravações, mas sempre procuramos locações diferentes e exóticas. Alguns desses cenários são ruas e ambientes nativos do samba carioca”, revela.

Lançado em 2015, o ‘Hip Hop Brazil’ chega a sua quarta temporada com mais de 100 episódios exibidos semanalmente no Music Box Brazil. A atração se posiciona como único programa na televisão brasileira dedicado exclusivamente ao gênero hip hop. Entre os principais nomes que já foram entrevistados e cantaram no ‘Hip Hop Brazil’ estão Mano Brown, Maomé (Cone Crew Diretoria), Delacruz, NaBrisa, Choice, Cartel MCs, Tony Mariano e Anonimato Rep, entre outras atrações.

Egresso desde 2017 da diretoria da ONG CUFA (Central Única das Favelas), MV Bill lançará este ano oito singles inéditos nas plataformas de streaming acompanhados de videoclipes disponibilizados na internet. Os trabalhos na música também envolvem a estreia de EP acústico com seis faixas inéditas e gravação de show ao vivo inédito que será transformado em especial a ser exibido pelo canal Music Box Brazil.

SERVIÇO:

Temporada 2019 do programa ‘Hip Hop Brazil’
Estreia: 23 de março, às 22h
Canal: Music Box Brazil
Apresentação: MV Bill
Entrevistados e apresentações musicais: Abronca, DJ Negralha, rappers Cert e Azzy e DJs Flávia Xexéo, Tony e Tami
Novos episódios: sábados, às 22h
Reprises: terças-feiras, às 22h30; quartas-feiras, às 10h30; e sextas-feiras, às 18h30
Classificação indicativa: 14 anos

Conteúdo produzido por Idolmaker

Em videoclipe cinematográfico da música "Aquele Salve", o artista sulbaiano e ilheense Cijay encarna um africano no Brasil colonial de 1789 e um jovem negro em 2019, mostrando formas de resistência ao racismo.
Com direção de Mateus Albuquerque, o videoclipe produzido pela Aldeia Norte tem imagens captadas em cenários da cidade de Ilhéus e elenco cheio de personalidades, como Mãe Ilza Mukalê, Victor Santana da banda oQuadro, o ator Pedro Albuquerque e o surfista Davi Mendes. A música junta reggae com rap e é parte do álbum "Estamos Aqui", produzido por MN Produções e Cijay.
A obra faz relação entre dois períodos históricos e tem grande importância principalmente nesta data, 21 de março, Dia Internacional contra a Discriminação Racial, criado pela ONU em memória ao massacre de Sharpeville, na África do Sul.

Assista:

Dono de uma rica musicalidade e criador de hits atemporais, o cantor e compositor estará no Sesc Pompeia no dia 30 de março.


Foto: Nathália Miranda

Lazzo Matumbi é uma entidade quando o assunto é música baiana. Em seus oito discos lançados, o cantor e compositor soteropolitano vai do samba ao jazz, passando pelo reggae, soul, afoxé e tantos outros batuques de origem africana que servem de base para a música feita na Bahia.

Esse artista ímpar - reverenciado por jovens como Russo Passapusso, Luedji Luna e Tássia Reis e regravado por veteranos como Margareth Menezes, Sarajane e Adão Negro - vem a São Paulo para um único show na comedoria do Sesc Pompeia, no dia 30 de março.

Ao longo dos seus 39 anos de carreira, iniciados nos anos 70 quando se consagrou como cantor do Ilê Aiyê, Lazzo coleciona grandes sucessos como: “Alegria da Cidade”, “Do Jeito que seu Nego Gosta”, “Me Abraça e me Beija” e “Abolição”. Nos anos 90, realizou uma turnê mundial ao lado do jamaicano Jimmy Cliff. Até hoje ele encanta plateias pelo mundo com sua voz marcante e interpretações cheias de emoção, com groove inconfundível.

Por conta de sua trajetória de luta em prol da comunidade negra brasileira, Lazzo recebeu, no último novembro, a Comenda Senador Abdias Nascimento, título entregue anualmente pelo Senado Federal Brasileiro a personalidades brasileiras que contribuem para a proteção e promoção da cultura afro do Brasil.

Atualmente se dedica à pré-produção do seu novo álbum, que leva o título provisório de Minha Paz, a ser lançado no segundo semestre de 2019.


Faz nove anos desde a última apresentação autoral de Lazzo Matumbi na capital paulista. Imperdível é pouco.





facebook.com/lazzomatumbi/

instagram.com/lazzomatumbi/







SERVIÇO:

Lazzo Matumbi

Sesc Pompeia – Comedoria*

Dia 30 de março de 2019, sábado

21h30



*A capacidade do espaço é de 800 pessoas. Assentos limitados. A compra do ingresso não garante a reserva de assentos. Abertura da casa com 90 minutos de antecedência ao início do show.



Ingressos:

R$9 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes),

R$15 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino),

R$30 (inteira).

Venda online a partir de 19 de março, terça-feira, às 12h30.

Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 20 de março, quarta-feira, às 17h30.

Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos.



Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.



Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/2580908011951878/



Não há estacionamento. Informações: sescsp.org.br/pompeia

Um disco para resgatar e ressignificar a música rap baiana. Proposta ousada? Talvez! Mas nada que desmotive Eldo Boss em seu desejo de construir canções com elementos do rap e da musicalidade baiana. ‘Rebaianizar’ é o verbo que traz a ação do músico em seu novo disco, numa tentativa de resgatar o rap soteropolitano dos anos 90 das influências sulistas da década atual.

Esse é o primeiro disco de Eldo Boss como rapper, e ele deixa claro o conceito trabalhado nas seis faixas de ‘Rebaianizar’: falar sobre dramas, crônicas e narrativas soteropolitanas utilizando como base instrumentos orgânicos e digitais que traduzem a cultura musical baiana. O trabalho, como ele define, é “um grito contra esse padrão estético que desejam encaixar a baianidade”.

Esse conceito é possível ser visto em faixas como ‘Avião’, uma versão sobre o trabalho dos aviãozinhos do tráfico em cima do ritmo hardcore – muito presente na cultura underground de Salvador-, e na música ‘Baiano não é brincadeira não’, onde ele utiliza como base um sampler da música ‘Deus e o diabo’, de Caetano Veloso, para narrar a vivência e característica dos baianos.

- “O disco é um grito contra esse padrão estético que desejam encaixar a baianidade, comportamento e diretrizes. Devemos fugir de todas as condições, tomar conta do nosso espaço e nos reconhecer nele”, comenta Eldo Boss.

Além de Caetano, o disco ‘Rebaianizar’ trabalha também o sampler de músicas de Dorival Caymmi e Camisa de Vênus, todos extraídos diretamente de discos de vinil para, assim, preservar a roupagem ‘crua e suja’, como bem descreve o artista. Toda a produção do disco, inclusive os samplers, é assinada por Marcelo Santana, da AquaHertz Beats, que é especialista em música baiana e eletrônica.

Outra característica interessante do novo disco de Eldo Boss, essa invisível aos ouvintes do disco, é a participação do músico na produção orgânica das faixas. Ele aparece tocando guitarra, violão, cavaquinho e Derbak – instrumento de percussão tradicional na música árabe. E é com essas experimentações e ousadia que Eldo Boss tenta reencontrar a cultura baiana na música rap, ou, melhor dizendo: ‘Rebaianizar’.

Ouça o disco completo

Youtube:


Deezer: http://bit.ly/RebaianizarDeezer

Spotify: http://bit.ly/RebaianizarSpotify


Aspas Eldo Boss

- “Depois de anos se espelhando na música produzida em escala, principalmente do sul/sudeste do país, a rebaianização do estilo é uma questão urgente. Resgatar dramas, crônicas, narrativas que falem do seu território é crucial em nosso tempo para uma identificação enquanto espectadores desse cenário”

- “As canções foram feitas para dialogar entre paralelos entre o corpo e seu funcionamento e cidade como organismo vivo, e como nós, enquanto fluidos e cidadãos, estamos inseridos nisso como indivíduos pertencentes e representantes desse espaço”.

- “Você conhece sua cidade? O que urge como violência nas periferias? Como seu corpo e visual são expostos, preso a rótulos por causa do seu organismo citadino? Como posso tratar isso dentre amores e vivências sociais de forma sadia? Tudo isso avança nos elementos do rap tradicional, da conduta de padrões atuais que o mercado tenta reproduzir padrões”.

Ficha técnica

1- Cidade, groove e caos

2- É proibido aqui (Feat Elana LaEla)

3- Me deseje sorte (Feat Mari Buente)

4- Avião

5- Baiano não é brincadeira não

6- Amanhã posso ser saudade



Produção, mixagem e masterização: Marcelo Santana (Aquahertz Beats)

Capa e coordenação gráfica: Isadora Furlan

Fotos: Daniele Cezar

Samples: Afoxé - (Dorival Caymmi)/ Deus e o diabo (Caetano Veloso) / Eu Não Matei Joana D'Arc (Camisa de Vênus)

A faixa ‘Avião’ contém relatos extraídos do documentário ‘Falcão meninos do tráfico’, de MV Bill, e de reportagens sobre a chacina do Cabula (2015).

Todas as composições são de Eldo Boss, exceto ‘Avião’, de Sherman e Besouros que fedem.

Participações especiais

* Marcelo Santana voz e guitarra baiana em "Baiano não é brincadeira não",

* Elana Laela (Coletivo Vira Lata) “É proibido aqui”

* Mari Buente (A Cama de Manuela) em “Me deseje sorte”



Assessoria: Pedro Enrique Monteiro | LAB071

Site: www.bossdiscos.com

Instagram: @eldoboss Email: eldobossoficial@gmail.com



quarta-feira, 20 de março de 2019


É com muita tristeza que venho escrever sobre esta fita. 
Na segunda-feira a pagina oficial no Instagram do grupo Facção Central, que é administrada pelo Dum Dum, soltou uma nota pedindo ajuda de seus fãs para que o Facção Central possa gravar um álbum novo.
O rapper Dum Dum abriu uma parte de sua vida, para nos contar que vem pedir esta ajuda, porque no momento ele vem passando dificuldade financeira e não consegue bancar este álbum. Alias, ele diz que não vem bancando nem seu sustento e aluguel, já que vem levando muito bonde em shows.
O Facção Central é um dos maiores grupo de rap do Brasil, o Dum Dum não era pra estar passando por isto.
É neste momento que nós do rap temos que mostra que esta porra é união. Rap é compromisso, mas todos tem boleto para pagar! Por tanto entrem em contato com o Dum Dum e saibam como ajudar.

Declaração do rapper no Instagram

Visualizar esta foto no Instagram.
Salve a todos os(as) faccionarios peço que leiam até o fim por favor ! Venho por meio desse COMUNICADO pedir ajuda para fazer uma vaquinha virtual. Pois estou segurando uma barra pesada, estou a 30 anos levando a minha ideologia lutando pela voz da periferia, mas vivo exclusivamente da música e grande parte dos shows q tenho os contratantes não cumprem o combinado referente ao cachê transporte etc. Tomei tanto bonde em shows q cheguei nesse ponto de estar aqui expondo essa situação para todos vocês . Estou fazendo meu CD NOVO mais com tantos problemas não tenho nem rimas pra escrever. Então venho até vocês que me acompanham a anos pedir essa força, pq o movimento RAP NÃO TEM UNIÃO. É CADA UM POR SI. Preciso sobreviver a GUERRA todos os dias até hoje pago aluguel e tá difícil sobreviver sem um apoio sem poder ajudar dentro da minha goma. Quem me conhece sabe quem eu sou sabe oq faço jamais viria aqui jogar conversa fora . Agradeço quem puder me ajudar nessa missão . E quem não puder agradeço da mesma forma só por ter tirado um tempo de ler até o fim . Agradeço de coração tamo junto família 🙏🏾🙏🏾 (Mais informações chama no direct...) @faccaocentral_oficial @kimberllyfc94 DUMDUM FACÇÃO CENTRAL
Uma publicação compartilhada por Facção Central Oficial (@faccaocentral_oficial) em


Tauã Guedes, jovem soteropolitano, estuda licenciatura musical, nascido numa família musical, guitarrista numa banda de Pop/Rock/Reggae e beatmaker, ousou fazer um cover da música "Azul" do grande cantor alagoano Djavan.


Azul" foi gravada originalmente por Gal Costa, em 1982, no disco "Minha Voz" e só viria a ser gravada pelo seu autor, em 1999, no CD "Ao Vivo". 


37 anos depois de Gal Costa e 20 anos após Djavan gravar o som, Tauã Guedes teve a audácia de fazer uma versão Trap deste magnifico som. 
O cover do Guedes ficou perfeito,quando meu parça Danilo do site Oganpazan meu mostrou o som eu fiquei horas ouvindo alto na minha casa e meu pai me mandou uma mensagem dizendo: "Muito legal esta música do Djavan, mas é um versão nova, né?". 
Guedes modernizou o som, mas não deixou que nesta versão o som perdesse sua sensibilidade.

E nós do Noticiário Periférico não poderíamos deixar passar batido, corremos atrás do Tauã para um curto bate papo sobre sua carreira e sobre o som. Confira!



Pra começar firmeza, se apresente pra rapa. Quem é Tauã Guedes? De onde ele vem e onde ele quer chegar?

R: Tauã Guedes é um cara cheio de expectativas de vida! Venho carregado de música desde o berço por conta da minha família que é formada por músicos e produtores. Viso em viver de música!

Apesar da pouca idade, você participa de banda desde 13/14 anos. Como a música entrou na sua vida?

R: Comecei a tocar violão com 10 anos de idade, não queria estudar muito e tal… Com 13 anos, montei uma banda de reggae com uns amigos do colégio, fizemos alguns shows, mas não seguimos. Com 14, formei a NOBAD, banda que é uma das maiores responsáveis pela minha identidade artística. Fizemos vários shows, afinal foram 4 anos rodando, criei muitas amizades através da banda, sem contar que tivemos a honra de abrir o show dos Paralamas do Sucesso na Concha Acústica em Maio de 2018.

Você é guitarrista e vocalista da banda No Bad. Falenos sobre sua banda, que tipo de som vocês fazem? Quais os planos futuro pra banda ?

R: Intitulamos o nosso som de PopRockReggae. Temos grandes referências da música brasileira e tentamos colocar o máximo possível da identidade musical de cada integrante no resultado final. Estamos um pouco parados, pois foram 4 anos intensos e estamos precisando dar uma esfriada na cabeça e se reinventar.

Foto: Além do ter

Você participa de uma banda de Pop/Rock/Reggae e produz beat de rap. Em algum momento você pretende unir suas produções com sua banda?

R: Não tenho nenhum plano específico para isso, mas em qualquer som que eu faça, tento levar todas as minhas referências e materiais possíveis.


A Bahia deve ser o estado mais musical e com maior diversidade. O que tem na água deste estado? O que que a Bahia tem?
Nos indique sons baianos se possível.

R: Tem uma frase que sempre falo. “A Bahia faz música do mundo inteiro, mas o mundo inteiro não consegue fazer a música da Bahia”. Com todo o respeito, mas a Bahia é foda hahaha. Escutem Nork 71, Bráins, Gabriel Oliver, Faustino Beats, O Elemento, DH8, Victor Cantê, Fraya, Catch a Flow, Yan Cloud.


Como surgiu a ideia de gravar o clássico "Azul" do Djavan numa versão Trap?

R: Fui para uma festa na Borracharia (Rio Vermelho), e uma das músicas que tocaram foi a versão de Fernanda Abreu da música “Azul” do disco JAHVAN, onde vários artistas cantam Djavan em reggae. Fiquei com a música na cabeça após a festa, acordei no dia seguinte e comecei a tocar a música no violão. Imaginei que poderia fazer um beat para a música mas tudo sem nenhuma pretensão. Na mesma semana, eu tinha uma sessão de estúdio marcada com Del Jay (rapper/produtor) e acabei gravando a música… Quando saí do estúdio, mandei a guia para minha mãe e meu irmão no WhatsApp. Ele estava com uns amigos, colocou pra escutar e pediram o áudio a ele. Meu irmão postou um trecho nos stories, me marcou e eu repostei. Passaram alguns minutos e começaram a me marcar escutando a música! Nessa que eu comecei a repostar, as pessoas começaram a me pedir o áudio e depois disso passei mais ou menos 3h de relógio só mandando o áudio. Com essa repercussão, decidi fazer um clipe intimista mostrando o processo no estúdio e tal… Falei com a galera da Agência Dudes, e 4 dias depois entramos no estúdio novamente para terminar de gravar a música e filmar.

Foto: Além do ter

Na intro da faixa, você diz: "Vó, esta é pra senhora escutar trap". E ai você mostrou pra ela? o que ela achou?

R: Mostrei sim! Riu bastante e inclusive foi no primeiro show do projeto Guedez para ver ao vivo.

Na intro também, você em fazer outros covers e tal. Você realmente pretende? já tem ideia de qual e como pretender fazer isto?

R: Não penso em fazer com tanta frequência, até porque o objetivo principal do projeto é mostrar as minhas próprias músicas. Mas quem sabe não role daqui a alguns meses.

Quais seu planos para o futuro de sua carreira profissional? single, vídeo, álbum, o que planeja?

R: Estamos planejando o lançamento dos próximos 2 singles que muito provavelmente saíram com clipe. Pretendo lançar um EP no segundo semestre de 2019, mas não é nada concreto.

Confira:


Canal no Youtube: Guedez Oficial
Banda No Bad no Facebook: No Bad

Com show marcado para o domingo, dia 07 de abril, banda dividirá o palco com Kendrick Lamar, Luiza Lian e Gabriel, O Pensador

Após 7 anos de estrada e três álbuns lançados no Brasil e exterior, o Aláfia  ("caminhos abertos" em iorubá) se prepara para a turnê de lançamento do seu quarto álbum.

Neste momento, o grupo, muito ligado às temáticas da cultura afrobrasileira e suas vertentes como o candomblé, funk e o hip-hop, propõe investigar mais a linguagem do samba soul, reverenciando ícones que construíram este gênero musical. Soma-se à esta linguagem, ainda, o referencial estético de George Clinton e do seu P-Funk, explorando mais as potências vocais da banda e trazendo à tona reflexões políticas, sociais e raciais, marca predominante do projeto. O novo disco tem direção e produção de Eduardo Brechó e o lançamento está previsto para o primeiro semestre de 2019. 

Esquentando essa história, Aláfia promete divulgar faixa inédita, com videoclipe, nos próximos dias. Além disso, coletivo é atração confirmada no lineup do Lollapalooza Brasil. O show está marcado para o domingo, dia 07 de abril, no mesmo palco onde Kendrick Lamar, Luiza Lian e Gabriel, O Pensador irão se apresentar.  "Estamos a todo vapor. Essa é uma data fundamental para a nossa carreira. Principalmente por ser um festival que admiramos, com programação diversa e que dá espaço para música que prega liberdade, como é o nosso caso. Nossos ensaios começaram no final do ano passado com uma formação incrível, grande e pesada. O público pode esperar por um repertório quente, dançante e cheio de surpresas. Dignabanda em sua essência", ressaltam.

Aláfia é formado por Eduardo Brechó (voz e guitarra), Jairo Pereira (voz), Fabio Leandro (teclado), Pedro Bandera (percussão), Lucas Cirillo (gaita), Gabriel Catanzaro (baixo), Estela e Eloisa Paixão (vocais), Filipe Gomes (bateria), Igor Damião (guitarra) e Vinicius Chagas (saxofone). 

Conteúdo produzido por: Assessoria Bianco

terça-feira, 19 de março de 2019


“Heroínas de Geração” traz à tona os desafios das mulheres periféricas.
O registro intregra o DVD “Vera Verônika 25 anos”, que celebra sua carreira, e também marca presença em versão de estúdio no álbum “Afrolatinas”, lançado em 2018. O show conta com inúmeras participações especiais, e nessa faixa a voz de Paula Dias acompanha o flow da artista. O vídeo já está disponível no YouTube e a canção também chega como um single nas plataformas de streaming de música.


Assista a “Heroínas de Geração”:


Ouça “Heroínas de Geração”: https://song.link/i/1450881809

A música é uma das primeiras composições de Vera Verônika, que sempre levou questões sociais, raciais e políticas para sua obra. O início de carreira da rapper, pioneira no Distrito Federal, aconteceu em 1992, com o grupo Missionárias, ao lado de Márcia, Débora, Kalanga, Ana Clara Urupa e da DJ Alisson da Samambaia. Posteriormente, Vera se uniu aos grupos A Posse, com Adriano, Aclécio e Cloves Goy; e, sem seguida, Tokaya, com Thiago e Zullu. Desde então, Vera segue em carreira solo. Por meio do DJ Chokolaty, também presente na faixa “Heroínas de Geração”, ela conheceu a parceria RDY, com quem dividiu vocais, seguida por Eddie Blue, Milla Fernandes e, por fim, Paula Dias, cantora que marca presença também no vídeo ao vivo.

Seguindo o debate promovido por seus vídeos mais recentes, como “Genocídios” e “Mulher de Aço”, Vera Verônika versa agora sobre a vida de muitas brasileiras. “‘Heroínas de Geração’ discute sobre as lutas cotidianas das mulheres na periferia, fortalecendo e apontando para mais e mais desafios a serem superados diariamente. Durante a música, falo sobre profissão de prostituta, ser mãe solteira, viver um casamento de agressões físicas e psicológicas, além de ressaltar as consequências por ser mulher negra”, explica a artista.

Assista a “Genocídios” (ao vivo): https://youtu.be/QMZJlyUTKEo

Veja “Mulher de Aço”: https://youtu.be/2ogyxXsXWtI

A motivação social é indissociável da música da rapper, que utiliza suas composições como forma de instigar o pensamento crítico sobre parcelas da população ainda relegadas a coadjuvantes de suas próprias histórias. Esse é o fio condutor de “Afrolatinas”, álbum sucessor do bem recebido primeiro disco solo, “Mojubá”. 

Essa postura também se reflete no conteúdo do DVD “Vera Veronika 25 anos”. Com forte valorização da cultura negra e do hip hop como um todo, o projeto conta com com um show com 14 faixas e 11 clipes, que reúnem um total de 215 artistas envolvidos. 


Ouça nas plataformas digitais: https://song.link/i/1450881809

Assista ao DVD completo: https://youtu.be/YLBIspkJVbI

Ouça “Afrolatinas”: http://bit.ly/AfrolatinasVeraVeronika


Ficha técnica:

Música: Vera Veronika

Produção: DJ Chokolaty

Imagens: VD Nibêra

Participações:

DJ Chokolaty

Paula Dias Voz

segunda-feira, 18 de março de 2019


ONErpm lança vídeo com making of inédito sobre "Ladrão"

Após lançar o aclamado "O Meninos que Queria ser Deus" em 2018, o rapper Djonga, artista do selo CEIA Ent., lançou ontem (13/03) "Ladrão", composta por 10 músicas inéditas, produzidas por Coyote Beatz, coprodução Thiago Braga e masterizadas por arthur Luna.

Durante a produção da capa de seu terceiro álbum de estúdio, Djonga deu uma entrevista exclusiva para ONErpm falando sobre seus objetivos como artista, carreira e próximos passos. Em “Ladrão”, seguem presentes alguns temas que o acompanham desde o primeiro trabalho, como a posição antirracista, forte crítica social, a religiosidade - com forte presença no segundo álbum - e a paternidade, temática cada dia mais incisiva nas músicas do rapper, tendo em vista que Djonga se tornou pai em 2017. O amadurecimento, seriedade e resgate às origens ficam evidentes em "Ladrão", que é ainda mais maduro e direto que os álbuns lançados anteriormente. 

Assista:


Ficha técnica do vídeo:

Produção - Thiessa Torres Direção - Márcio Cruz Direção de Fotografia e som direto - Lucas Tomaz Neves Montagem e edição - Lucas Tomaz Neves Produção da capa: Ceia Ent. Edição de som, desenho de som, mixagem e masterização - Rafael Paiola

Conteúdo produzido por ONErpm

Idealizado pelo Slam das Minas SP, torneio “Singulares” conta com a participação de mulheres (cis e trans), inclusos homens trans, poetas representantes de oito estados brasileiros

Slam das Minas SP

O Slam das Minas SP, um dos grupos mais importantes de protagonismo feminino em batalhas poéticas, anuncia e comemora mais uma conquista: o primeiro torneio nacional – e mundial, já que nunca foi realizado algo semelhante - de poesia falada exclusivo para mulheres (cis e trans) e homens (trans), com participação de representantes de Slams de diversos lugares do país, nomeado “Singulares”. O torneio acontece dia 24 de março, às 14h, no SESC Ipiranga (Rua Bom Pastor, 822 – Ipiranga – SP), e com entrada gratuita.

O grupo  exibe, por meio da poesia, um discurso de luta contra o machismo, racismo, homofobia e transfobia ao mesmo tempo em que facilita pautas feministas e das mulheres de periferia. É caracterizado como um desabafo contra o patriarcado, e garante um lugar seguro para que mulheres possam se expressar livremente. Surgiu em 2015, em Brasília, e ganhou novas vozes em São Paulo em 2016, com organização de Mel Duarte, Pam Araújo, Carolina Peixoto e Luz Ribeiro.


Hoje, o Slam das Minas conseguiu ser uma rede nacional desse movimento, e o torneio “Singulares” é sinônimo de um importante progresso.

Participam representantes dos grupos: Slam das Minas SP (ganhadora da edição de aniversário de três anos do coletivo, que acontece dia 16 de março); Slam Luana Barbosa Presente (SP); Slam Marginalia (SP); Chica da Silva (RJ), Slam das Minas RJ, Camélias (MS), Slam das Manas (MG), Slam das Minas PE, Slam das Mulé (BA), Dandaras do Norte (PA), Slam das Minas BA e Slam das Minas RS. O público escolherá a campeã, que levará o troféu.


“Singulares”, 1º Torneio Nacional de Slams Protagonizados por Mulheres @ SESC Ipiranga
Domingo, 24 de março de 2019, às 14h
Endereço: Rua Bom Pastor, 822 – Ipiranga – SP
Entrada Gratuita

Idealização Slam das Minas SP
Produção Baderna Produtora
Realização Sesc Ipiranga

Follow Us