quarta-feira, 30 de novembro de 2016


Foi ao ar o 15º episódio do programa Versus Greenhouse, do Estúdio Greenhouse. 
O programa consiste em uma live session em que dois MC’s escrevem e rimam numa sessão ao vivo.
A rapper Karol de Souza e o jovem rapper Dfideliz chegaram pesado, e lançaram a faixa “Rajada“, uma produção de Nauak, de apenas 23 anos. Nauak, que integra o coletivo Recayd Mob junto a Dfideliz. 


O rapper Rafael Noir, vulgo URSSO rima desde 2005, foi um dos fundadores do grupo Haikaiss e faz parte da banca forte do rap nacional Damassaclan. Morador da zona norte de São Paulo, o mc tem conexões com todas as regiões da cidade e uniu um time de peso para executar com precisão o seu disco de estreia. Com produções assinadas por Jay Beats, SPvic, Pizzol, Wesley Camilo, Pezê e Alive Records, o álbum Os Humildes Serão Exaltados conta também com participações de DJ Sleep, Dj Cia, Haikaiss, Don Cesão, Jonas Bento, Avante o Coletivo, Febém (ZRM), Tangi (CDC), Dj Cainan, Wesley Camilo, Guerrilheiros e Dj Phatdub e Dj Sleet. A mixagem ficou a cargo de Thomas Freymann (Di responsa), a masterização por Rafael Gomes (Estúdio Áudio Fusio: Bureau) e DJ Cia (Zona Nata), e gravações de Amaury Alencar (Esseponto Records) e André Rodrigues (Estúdio 9 House 1). A arte da capa é de Felipe Barros e André “deed” Oliveira na foto de Denis Fioranelli. As 14 faixas ganharam um registro visual com direção assinada por Felipe Barros e lyric-video por Gabriel Fontenele, um vídeo clipe para cada música, lançados de uma só vez, uma iniciativa inovadora!

  

+ Os Humildes Serão Exaltados
A introdução do álbum foi apresentada no começo do ano em um vídeo clipe com a participação do DJ Sleep, instrumental de Spvic e um sample do Erasmo Carlos, Quem Será Exaltado?, retrata a volta e o recomeço de uma jornada. Tempo É Rei faz referência a paciência e a distância entre o querer e o esperar, a faixa é resultado de uma longa noite no estúdio dos amigos do Avante o Coletivo em Heliópolis, produzida por Pizzol conta também com melodias de Jonas Bento. Ursso exercita seu flow no beat loopado produzido por Jay Beats em Ossos do Ofício. As situações rotineiras de quem corre atrás do seu sonho chegam em Desde..., com participação e produção assinada por Wesley Camilo.
A música tema do disco OHSE fala sobre como perseverar sem pisar sobre cabeças, Os Humildes Serão Exaltados tem produção de Spvic e scratches de Dj Cainan e propõe reflexões de conduta e escolhas. Bicho Solto traz grande diversidade com a participação de Febem (Zero Real Marginal) e Tangi (Cortesia da Casa) no instrumental da Alive Records de Aracaju/SE. Apesar de andar por todas as áreas, a Zona Norte não poderia deixar de ser homenageada, para isso Ursso convocou o seu antigo grupo Haikaiss para representar de onde eles vieram, a faixa Zona Nata, conta ainda com DJ Cia. Um clássico boom bap com a participação de Spvic e Jonas Bento, retratando a ida pro rolê de sexta feira, Fogo na Madeira faz homenagem para um falecido amigo que tinha uma música com esse nome mas que nunca foi gravada. Com Don Cesão brindam a quem se liga nos convites que a noite traz, mas também sabem aproveitar, Um Brinde tem produção de Pizzol.

Um lindo instrumental de Jay Beats representa o love song do disco, retratando A Cada Passo o desenrolar de um relacionamento, desde o primeiro mês até a criação de todo sentimento com diversas melodias de Jonas Bento. Produzida por Spvic Fundo do Posto tem participação de Pezê da Zona Leste e retrata a visão de uma pessoa usuária de drogas que passa a madrugada curtindo o lugar e outra pessoa que já viveu aquilo, mas que está ali trabalhando passa uma visão já não tão divertida dos fatos, enquanto isso Dj Sleet faz colagens do Rap Nacional que abordam o tema. Ação Coletiva tem um instrumental sinistro e ao mesmo tempo swingado que dá base as rimas com participação do Guerrilheiros que narram do planejamento até a execução de um plano de invasão. O rapper Spinardi finaliza com Dj Phatdub para dizer: “tem que ter convite para entrar para a gangue”, assista o clipe! A segunda parte da música Conto de Farda feita em 2006 quando Ursso ainda estava no seu antigo grupo Haikaiss, retrata abusos de poder feitos por alguns policiais que deixam marcas em vidas, bairros com medos e contos, Dj Sleep chega com seus scratches representando o Haikaiss. Santa Consciência fecha com bomm bap e procedê ao lado dos amigos Spvic na produção e Jonas Bento nas melodias.


Ursso nas redes:





Inspirados Rap Nacional
A Banda Inspirados, da cidade de mogi guaçu - SP , Hoje é composta por 5 Integrantes
sendo eles :
Igor Siliano, Guilherme Monteiro, Luis Henrique, Rodrigo Guaripuna Alves , Antonio Moreira
A banda que surgiu no final de 2012 , dentro do cenário do rap nacional
vem desenvolvendo seu trabalho em diversas areas , nao só da cultura,
levando o rap para , faculdades, palestras, colóquios filosóficos ,eventos sociais locais e regionais.
assim abrindo as portas para varios projetos futuros e quebrando o preconceito com o estilo
que está sendo bem aceito , pelo conteúdo das letras!


Site: https://Inspiradosrapnacional.com.br 
facebook: https://www.facebook.com/InspiradosOficial 
Download :https://soundcloud.com/inspirados-rap-nacional 
letras : https://www.letras.mus.br › Inspirados rap nacional
 Canal do youtube : https://www.youtube.com/channel/UCta6JY8HuZW-E9HaH752D-Q

terça-feira, 29 de novembro de 2016


O Rapper MOYSÉS (Projeto bRASIL dEFICIENTE) em parceria com Júlio Torres Filmes, disponibilizam com Exclusividade Total do Portal "O Lançamento Oficial do Vídeo Clipe da Música ESTOU VIVO", umas das Faixas Exclusivas do CD MOYSÉS bRASIL dEFICIENTE com venda pra todo o Brasil pelo: (11) 96151-0459 (Whats), com Produção Musical de Marcko Chellme e Thomaz Ferrari Gangsta Máfia Produções & DJ Luiz Consciência Humana.

O Clipe teve como Direção Júlio Torres e o próprio Rapper MOYSÉS, a idéia foi transmitir parte da história do Rapper uma vez que a letra da música aborda com precisão o nascimento do mesmo em meados de 1976 na Zona Sul de São Paulo, confiram maiores detalhes assistindo o clipe na íntegra.


Artísta: Moysés

Música: Estou Vivo

Álbum: bRASIL dEFICIENTE

Produção Musical: Marcko Chellme e Thomaz Ferrari Gangsta Máfia Produções & DJ Luiz Consciência Humana.

Direção: Julio Torres Filmes


Realização: GANGSTA MÁFIA PRODUÇÕES E FAMÍLIA RAP NACIONAL
Saiu o primeiro disco do grupo Baiano (Salvador) "Nois Por Nois", denominado "Qual é o Seu Circo"



Grupo de Rap criado em meio a favelas e palafitas da Baixa do Petróleo (Cidade Baixa/Salvador-BA).
A idéia da formação do grupo surge pelo amor à música e pela vontade de protestar diretamente contra a opressão que implanta o ódio e o desamor nas periferias do Brasil, fazendo com que conterrâneos e contemporâneos se matem com as suas próprias mãos ou se confundam com os seus próprios olhos pela cor, raça, classe ou até mesmo por metros quadrados. 
O grupo “Nois Por Nois” que vem lutando diariamente contra o preconceito e contra as armadilhas do sistema tem como inspirações heróicas grandes e nobres nomes na história da humanidade, como: Che Guevara, Zumbi, Martin Luther King, Carlos Lamarca, Marighella, Malcolm X, dentre outros. E trazem grandes nomes como inspirações musicais dentro do rap e também fora dele.
O grupo de rap “Nois Por Nois” é formado por dois integrantes, sendo eles: Elton de Oliveira (SAQK) e Jonatha Barreto (SETS), ambos moradores da periferia denominada Massaranduba, onde os próprios cresceram, e residem até a atualidade.



Única apresentação acontece neste sábado no Rio de Janeiro
O grupo Racionais está promovendo shows pelo Brasil para apresentar o CD Cores e Valores aos fãs.
A set list da apresentação mescla as novas músicas e também os grandes clássicos como Negro Drama, Da Ponte pra cá
e Vida Loka.
Edi Rock, Mano Brown, Ice Blue e KL Jay tocam seus sucessos ao lado dos parceiros de longa data, como Lino Krizz e Negreta do Rosana Bronks e
outros jovens nomes do rap brasileiro. Durante os intervalos dos shows haverá a discotecagem da DJ Tamy. O cantor Chico Tadeu fará o show de
abertura também.
A produtora Boogie Naipe está procurando atingir cada vez mais todas as regiões e levar o grupo cada vez mais perto
dos fãs. "O nosso público vem assimilando bem as novas músicas. A plateia dos lugares onde a gente tem tocado canta
e acompanha as inéditas", explica Blue, um dos fundadores do Racionais ao lado de Mano Brown, Edi Rock e DJ KL Jay.

SERVIÇO
03/12 Racionais e Filipe Ret no Rio de Janeiro a partir das 22h na Fundição Progresso


Espetáculo, em temporada de 1 a 10 de dezembro (quinta a sábado) na Casa de Cultura M´Boi Mirim, é fruto de dois anos de pesquisa sobre a loucura e contrapõe o corpo que é socialmente invalidado ao corpo que é socialmente produtivo

Com apresentações na Casa de Cultura M´Boi Mirim nos dias 1, 2, 8, 9 e 10 de dezembro (quinta a sábado), o espetáculo Sociedade dos Improdutivos, da Cia. Sansacroma tem direção de Gal Martins e é o resultado de dois anos de pesquisa teórica e de campo sobre a loucura.

O questionamento central do espetáculo contrapõe o corpo que é socialmente invalidado ao corpo que é socialmente produtivo. O primeiro é marginal, portador de algum tipo de loucura. O segundo é medicado, incluído e sujeitado ao modo de vida capitalístico – corpo explorado até o esgotamento das suas capacidades produtivas.

Trata-se da invalidez da reprodução. Força invisível chamada de loucura, transcender coletivo. A não-adequação social produtiva. É solidão. É a história, um itinerário da loucura em fusão para um embate contra o capital. O controle ocidental contrapondo a corporeidade do imaginário africano. São vozes potentes, negras, de territórios e seus povoamentos. Um cotidiano dos que estão à margem e dos que não estão.  São vozes da "Sociedade dos Improdutivos".

A pesquisa
O trabalho de pesquisa teórica da companhia foi um consistente estudo sobre a história da loucura no ocidente. De Hieronymus Bosch, Pieter Bruegel, Erasmo de Roterdã, passando pela Nau dos Insensatos, de Sebastian Brant, até o conceito de Biopoder de Michel Foucault, pelo pensamento junguiano que inspira o trabalho da psiquiatra Nise da Silveira e pelos paradigmas que norteiam a Reforma Psiquiátrica e Luta Antimanicomial no Brasil.

A pesquisa de campo foi realizada inicialmente através de 12 intervenções artísticas junto aos usuários do Caps (Centro de Atenção Psicossocial) Jardim Lídia, que fica no Capão Redondo. E se estendeu por meio de um vínculo entre a companhia, os profissionais de saúde e os usuários deste Caps, direcionado a outras atividades artísticas na Fábrica de Cultura Capão Redondo.

Essencialmente implicada com as questões políticas e minoritárias, a companhia observou a maioria de corpos negros e periféricos presentes tanto nos manicômios do passado, quanto nas atuais unidades dos Caps.

Não por acaso, no momento em que a Sansacroma decide imprimir a força de sua negritude e ultrapassar a concepção dominante ocidental sobre a loucura, o encontro com o continente africano acontece pela narrativa da pesquisadora Denise Dias Barros e sua publicação “Itinerários da Loucura em Territórios Dogon” (Casa das Áfricas, 2004). Nesta região do Mali, a vida de cada um se dá na continuidade ancestral e se produz na malha social, constituindo redes de convívio na intersecção entre o mundo invisível e visível.

O recorte coreográfico da etnomedicina Dogon desconstrói o olhar eurocêntrico da loucura e redimensiona o espetáculo. Um novo panorama se abre aos saberes ancestrais. Tradições que interferem diretamente nos procedimentos terapêuticos, criando uma tessitura complexa, onde a figura dos adivinhos, ou marabus, são elementos principais no processo de cura, na reapropriação do si, da saúde, da autonomia e da liberdade.

Do encontro com estes pensamentos e experiências, Gal Martins expõe um dos argumentos que compõem o espetáculo: 

“É conveniente manter a sombra oculta e invisível aos olhos de uma sociedade sujeitada a valores de consumo, que legitima enunciados científicos em torno de uma idealização de saúde. Essa perspectiva ocidental, forjada histórica e linguisticamente, extrai a singularidade expressiva e a potência de produção do ‘louco’. O inscreve na vulnerabilidade, no abandono, na miséria e na subjetividade-lixo, que impõem sua dependência aos tratamentos de contenção, ao consumo de medicamentos, substituindo o confinamento do passado, pelos controles farmacológicos e institucionais do presente”.

Deste modo, a poética do espetáculo pretende ultrapassar a mera denúncia ao capitalismo para fomentar empatias marginais e produzir percepções que levam o espectador a vivenciar processos que são humanos, mas que o sistema segregador institui como desvio, sintoma e doença indesejada. Nesta poética, a loucura das pessoas se afirma como potência singular que cria possíveis comuns, as situa num mundo e legitima uma vida.


Estrutura cênica
O espetáculo tem uma estrutura cênica alternativa e sensorial. A música ao vivo e a ocupação numa instalação coreográfica deslocam o público para uma lógica dos sentidos e o retira da lógica do consumo que organiza a vida contemporânea. As sensações e reações motoras dos que assistem, vão compor a dramaturgia do espetáculo.

As estações coreográficas do espetáculo delineiam e revelam o quanto pode ser poderoso o ato de narrar e expressar um sofrimento. Narrativa gestual que se torna um ato de resistência política, afecção sensível e transformação de realidade social.

Sobre a Cia. Sansacroma – Criada em 2002 pela atriz, dançarina e coreógrafa Gal Martins, a Cia. Sansacroma tem se dedicado a desenvolver trabalhos baseados no hibridismo característico às criações coreográficas na contemporaneidade. Sua produção artística focaliza temas pertinentes à sociedade atual, no modo em que chegam e afetam a todos diretamente, seja no cotidiano das ruas, nas relações sociais e interpessoais, na mídia ou na própria arte. A Dança da Indignação, conceito criado pela artista, norteia a pesquisa de linguagem estética da companhia, que pretende reverberar no ato dançante as indignações coletivas, numa abordagem política-poética que aponta para as intersecções entre arte e vida. Tendo feito uma escolha singular ao atuar diretamente na periferia sul de São Paulo, este território influencia diretamente o seu processo artístico. O ponto de partida das criações são as poéticas do corpo negro, que circulam na população dessa região, a qual a companhia chama de indigenordestinafricana.

SERVIÇO:
Espetáculo Sociedade dos Improdutivos
Cia. Sansacroma
Direção: Gal Martins
Espetáculos dias 1, 2, 8,9 e 10 de dezembro de 2016; 
Quinta a sábado, às 20h; 
Na Casa de Cultura M´Boi Mirim, à Avenida Inácio Dias da Silva, s/n, Piraporinha, São Paulo - SP.
Telefone: (11) 5514-3408
Entrada franca (retirada dos ingressos na bilheteria meia hora antes do espetáculo)
Duração: 50 minutos
Classificação etária: 14 anos
Capacidade: 40 lugares

FICHA TÉCNICA

Direção e Concepção: Gal Martins 
Intérpretes Criadores: Djalma Moura, Verônica Santos, Ciça Coutinho, Flip Couto, 
Érico Santos e Aysha Nascimento
Orientador de Pesquisa e Provocação Cênica: Rodrigo Reis 
Orientador de Pesquisa de Campo: Rodrigo Dias
Direção Musical: Cláudio Miranda 
Músicos: Melvin Santhana, Fernando Alabê, Camila Alcântara e Clency Santhana 
Figurinos e Adereços: Mariana Farcetta 
Concepção de Luz: Almir Rosa 
Montagem e Operação de Luz: Piu Dominó
Preparação Corporal: Mônica Teodósio, Djalma Moura, Gal Martins e Verônica Santos 
Cenotécnico: Fábio Miranda
Ensaiador: Djalma Moura 
Direção de Produção: Selene Marinho 
Assistente de Produção: Dandara Gomes 
Assessoria de Imprensa: Marcelo Dalla Pria (Rhizome Comunicações)
Aproximação com o Público: Ciça Coutinho e Dandara Gomes 
Fotografia: Raphael Poesia 
Colaboradores: Denise Dias Barros
Agradecimentos: Caps Jd.Lídia, Secretária Municipal de Saúde e Valéria Ribeiro

Mais informações:


Música e Transformação leva show da Nação Zumbi, mestre budista e exposição digital de Candido Portinari ao Parque Villa-Lobos
Promovido pelo Trip Transformadores, o evento gratuito, aberto ao público, acontece no sábado dia 3 de dezembro e ainda terá a participação do mestre budista Lama Michel



A banda Nação Zumbi. Crédito: Tom Cabral
São Paulo, novembro de 2016 – Acontece nesse sábado, dia 3 de dezembro, na Esplanada do Parque Villa-Lobos, em São Paulo, a terceira edição do evento Música e Transformação, promovido pelo movimento Trip Transformadores. As atrações confirmadas são: um encontro com o mestre budista tibetano e escritor Lama Michel Rinpoche, um show da banda pernambucana Nação Zumbi e uma exposição digital com mais de dez obras do artista plástico brasileiro Candido Portinari. O evento, que tem entrada gratuita, terá início às 14 horas.
Na estrada há mais de 20 anos, a banda Nação Zumbi, consagrada como uma das pioneiras no movimento manguebeat, subirá ao palco do evento Música e Transformação para mostrar as canções do disco Nação Zumbi, lançado em 2014, além das clássicas “Manguetown”, “Meu maracatu pesa uma tonelada”, “BluntofJudah” e “Hoje, amanhã e depois”, entre outras. O grupo é formado por Jorge Du Peixe (voz), Lúcio Maia (guitarra), Dengue (baixo), Pupillo (bateria), Toca Ogan (percussão), Da Lua e Tom Rocha (alfaias).
Outra atração do evento será uma conversa inspiradora com o mestre budista Lama Michel Rinpoche, presidente da Fundação Lama Gangchen para a Cultura de Paz. Nascido no Brasil, ele se divide entre sua casa na Itália e as viagens pelo mundo para dar sequência ao trabalho de seus mestres, compartilhando conhecimento com o intuito de ajudar as pessoas a ter uma visão mais clara da vida e, assim, eliminar o sofrimento. Autor dos livros: Uma ideia de paz e Coragem para seguir em frente, Lama Michel diz que o sentido da vida está no processo de escutar, refletir, compreender e compartilhar.
Música e Transformação ainda contará com uma exposição digital com obras icônicas de Candido Portinari, um dos mais respeitados pintores brasileiros e autor de telas como A primeira missa no BrasilSão Francisco de Assis e Tiradentes. A curadoria da exposição, que estará aberta ao público durante todo o evento, foi feita a partir do acervo digital cedido por João Portinari, filho do artista. 
Música e Transformação – Parque Villa-LobosData: 3 de dezembro de 2016Programação: 14h abertura da exposição; 15h speech Lama Michel; 16h show Nação ZumbiLocal: Esplanada do Parque Villa-LobosAtrações:Conversa com Lama Michel Rinpoche, show da banda Nação Zumbi e exposição digital de Candido PortinariPatrocínio máster: Grupo Boticário Copatrocínio: Coca-Cola Brasil, Ben &Jerry's, Santander e VolkswagenApoio: Academia de Filmes e AlmapBBDO, GOL Linhas Aéreas Inteligentes e Suzano Papel e CeluloseParceiros de mídia: Agência Lema, Update or Die e Rádio Eldorado FM   
Trip Transformadores
O prêmio chega à décima edição e celebra 11 personalidades cujos projetos e trajetórias se destacaram como referências para a sociedade. Em 2016, os homenageados são o fotógrafo German Lorca, a atriz Taís Araújo, a artista visual Berna Reale, o ativista Hans DieterTemp, a cineasta Estela Renner, o atleta e ex-modelo Fernando Fernandes, a médica e pesquisadora que descobriu a ligação entre o zika vírus e a microcefalia Adriana Melo, os conselheiros da Vox Capital, empresa especializada em investimentos de impacto social, Daniel Izzo e Antonio Moraes Neto, o escritor Luiz Alberto Mendes e a auditora que luta contra o trabalho escravo no Brasil Marinalva Dantas.
O prêmio foi criado pela Trip Editora com o objetivo de revelar brasileiros que trabalham para ressignificar a noção de desenvolvimento humano, transformando a realidade. É um movimento permanente de transformação, pensado para promover a ideia de um mundo mais inteligente, humano e equilibrado. Uma homenagem em reconhecimento às pessoas que, com seu trabalho, suas ideias e iniciativas de grande impacto ou originalidade, ajudam a promover o avanço do coletivo e do outro. 
A primeira edição da premiação, que aconteceu em novembro de 2007, se deu pela indicação e escolha de 12 pessoas que se dedicam a cada um dos 12 tópicos propostos pela revista Trip de maneira efetiva e concreta, gerando resultados. Desde então, todos os anos os homenageados são escolhidos pela Trip Editora entre os indicados por um conselho composto de centenas de pessoas que fazem parte do universo e da história da Trip de maneira atuante e que, além disso, se destacam em suas áreas. Desde a sua primeira edição, em 1986, a revista Trip busca formas de relacionamento, comportamento e troca de conhecimentos que desviam do caminho que parece estar conduzindo o planeta e a humanidade para um ponto sem retorno. 
Trip Editora
A Trip Editora é considerada uma das principais empresas de estratégia via conteúdo no Brasil. Fundada em 1986 para o lançamento da revista Trip (apontada em 2012 comoa terceira revista mensal de maior prestígio do Brasil, de acordo com pesquisa realizada pelo jornal Meio & Mensagem, e em 2013 como a mais inovadora publicação entre todas as revistas do país pelo mesmo painel), atua nas áreas de comunicação e construção de marcas e comunidades. 
Hoje atuando fortemente no campo digital e nas chamadas novas mídias, a Trip administra redes sociais, produz sites, vídeos, conteúdos e aplicativos para tablets e smartphones, eventos interativos e programas semanais de rádio e TV. Na mídia impressa, a empresa publica cerca de 89 milhões de exemplares de revistas por ano, distribuídos entre os 12 títulos que edita: revista Trip, revista TpmAudi Magazine, revista GOL Linhas Aéreas InteligentesRevista NaturaRevista Consultoria NaturaRevista Personnalité(Itaú), revista Cidade (Grupo JHSF/Shopping Cidade Jardim), Revista FAAPRevista +Balcão(Ambev), revista Nestlé Com Você e revista Atualidades (Nestlé). 

segunda-feira, 28 de novembro de 2016


Artistas: Geenuino, o PAI e Alt Niss.
Gravado, mixado e masterizado em "Mokado Records".
Arte: por HiperATIVAmente.



Geenuino, o PAI - Cactos pt Alt Niss [prod PAI] // DOWNLOAD


Geenuino, o PAI:
https://www.facebook.com/jovemgenuspai
https://instagram.com/geenuino
https://twitter.com/geenuino

Alt Niss:
https://www.facebook.com/AltNiss
https://www.instagram.com/altniss
https://twitter.com/alt_niss

Anti Social Midia:
https://www.instagram.com/antisocialm...
https://www.facebook.com/antisocialmidia



Yasiin Bey (Mos Def) e Ferrari Sheppard, anunciaram que o álbum "December 99th" vai estar disponível para audição a partir da próxima semana. 
O álbum foi produzido nos últimos meses que o Mos Def ficou preso na Africa do Sul, por causa de um mal entendido envolvendo sua documentação de imigração.
Só semana passada, que foi anunciado que seus problemas com sua documentação foram resolvidas, agora ele está autorizado a deixar o país, embora ele não possa voltar ao Estados Unidos.
Pra quem não sabe o rapper norte americano se converteu ao Islã, e a uns anos atras o rapper denunciou os maus tratos que presos politicos sofrem na prisão de Guantanamo. Após esta denuncia o rapper quando saiu do pais foi impedido de voltar.



O álbum "Dec 99th" vai estar disponível a partir do dia 9 de dezembro para audição exclusivo no Tidal.




A Rua Fala
  
 Música, dança e muito cheiro de cultura Hip Hop




Local antes abafado pelo barulho, tráfego e dominado pelo caos, agora cede lugar às batidas do som que contagia a periferia e convida os moradores a curtir a roda de break, enquanto o MC apresenta o evento, o cheiro de tinta dos grafites se mistura ao perfume da cultura e arte do projeto A RUA FALA.

A iniciativa busca divulgar a cultura do Hip Hop na comunidade através de shows de rappers respeitados e principiantes, batalhas de MC’s, apresentação de breakers e muito grafite.


Idealizada pelo rapper GAV, o produtor Guilherme Marcelino, em parceria com o DJ Octávio Lobo, a fotografa Talita Toledo e o beatmaker Luiz França o projeto conta com o apoio do VAI (Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais) da Prefeitura de São Paulo que tem como objetivo estimular a criação, o acesso, a formação e a participação do pequeno produtor e criador no desenvolvimento cultural da cidade.


Em sua 7ª edição, que acontece nesse sábado dia 03, o evento conta com a presença feminina da grafiteira Ziza, MC Karol de Souza e a rapper Gabi Nyarai arrasando no palco Hip Hop, trazendo a igualdade dos gêneros a um campo antes dominado pelos homens.

Outros artistas como Mano Money’s, DJ Lobo, GAV e muito Cypher Break também marcarão presença.



Para quem curte basta colar na grade, o evento é 0800! 

Quando: 03 de dezembro
Que horas: 17h as 0h
Onde: Rua Dr. Camelo D’Agostino, 45, bairro Jd. Rincão, Zona Norte de São Paulo

No palco do Teatro Paulo Autran, cantora apresenta repertório com faixas do álbum “Amigos Imaginários”, além de outros sucessos e inéditas

Dia 2 de dezembro de 2016
 

Foto: Renato Stockler


No dia 2 de dezembro (sexta-feira), o Sesc Pinheiros recebe a cantora e compositora Anelis Assumpção. A apresentação ocorre às 21h e tem ingressos entre R$ 12 (credencial plena do Sesc) e R$ 40 (inteira).

O show marca o retorno de Anelis ao palco do Teatro Paulo Autran, onde lançou, dois anos atrás, seu último álbum, Amigos Imaginários. O repertório do show destaca canções desse disco, mas também traz um apanhado de sua carreira, canções inéditas e até mesmo algumas canções de Peter Tosh, em referência ao projeto que participou, ano passado, em que apresentava músicas do cantor jamaicano.

Com arranjos irreverentes, pitadas de dub, afrobeat e grooves brasileiros, o trabalho de Anelis Assumpção herda o legado da vanguarda musical paulistana. Filha do falecido cantor e compositor Itamar Assumpção, a cantora trabalha com uma poética descompromissada, repleta de crítica social, histórias de amor e vivências, em letras em português, inglês e espanhol.

Amigos Imaginários (2014) foi mixado pelo dub master novaiorquino Victor Rice e inclui faixas com pesadas linhas de baixo e climas nebulosos, que evocam a sensação entorpecente das noites de uma megalópole latino-americana como São Paulo. O álbum foi um sucesso instantâneo nas redes e lhe rendeu o prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de Melhor Artista Revelação (2015).

SERVIÇO
ANELIS ASSUMPÇÃO – SHOW DO ÁLBUM “AMIGOS IMAGINÁRIOS”
Dia 2 de dezembro (sexta-feira), às 21h
Local: Teatro Paulo Autran (1.010 lugares)
Classificação: 10 anos
Ingressos: R$ 40,00 (inteira). R$ 20,00 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). R$ 12,00 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes. Ingressos à venda online, em www.sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades do SescSP. Venda limitada a quatro ingressos por pessoa.

SESC PINHEIROS
Endereço: Rua Paes Leme, 195. 

Bilheteria: Terça a sábado das 10h às 21h. Domingos e feriados das 10h às 18h.
Tel.: 11 3095.9400.

Estacionamento com manobrista: Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h. Taxas / veículos e motos (a partir de 1/12): Credenciados plenos no Sesc: R$ 12 nas três primeiras horas e R$ 2 a cada hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 18,00 nas três primeiras horas e R$ 3 a cada hora adicional. Para atividades no Teatro Paulo Autran, preço único: R$ 12 (credenciados plenos) e R$ 18 (não credenciados).

Transporte Público: Metrô Faria Lima – 500m / Estação Pinheiros – 800m

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