sexta-feira, 31 de outubro de 2014


Hoje o publico do rap brasileiro acordou mais feliz, pois o rapper Eduardo ex-facção central lançou duas musica do seu álbum duplo.
As musicas são "Não existem civis" e "A era das chacinas", inclusive o álbum chamado "A fantástica fabrica de cadáver" ja esta disponivel para pré-venda no site oficial do rapper que também foi lançado hoje, e frisando os primeiros 1000 que comprarem o álbum na pré venda o cd vem autografado.
Este álbum do eduardo vem sendo esperado a muito tempo, assim como o do rapper carioca Marechal e do grupo paulista Racionais mc's, por enquanto fique com os 2 sons do eduardo.

Eduardo - Não existem civis 


Eduardo - A era das chacinas


Para conhecer ou adquirir o album do eduardo entre no site oficial.




Para muitos o dia e o mês da consciência negra, foi feito para curtir shows de graça,lembra que é preto,para alguns é algo ostentatório, mas o dia e o mês da consciência negra é mais que um mês para se declarar preto, é um dia para refletir,conhecer e valorizar ainda mais a cultura negra a cultura africana.
Eu sou um homem que nasceu numa tipica família negra  de são paulo, onde crescemos nos declarando preto mesmo com a pele clara, porem só depois de grande que percebemos a responsabilidade que traz se assumir preto e declarar nossa negritude.

Quem acompanha o blog sabe que o tema Negritude rola o ano inteiro, mas este ano eu pensei em fazer algo maior do que publicar musicas que exalta nossa negritude.
Este ano eu convidei 4 jovens negros brasileiros para falar sobre,negritude,preconceito,sexismo,machismo,politica e etc.
O intuito destas entrevistas é trazer o debate,o questionamento e o protagonismo do negro no rap e no hip hop.

Vou tentar falar um pouco sobre os entrevistados..

Os convidados são:

Laryssa Miranda, uma jovem mulher negra carioca de 18 anos,militante de esquerda e feminista, com uma maturidade que vai alem de sua idade,uma inteligencia que também vai alem de sua idade.

Lucas Vitorino este cara é foda paulista de 16 anos anarquista,militante,rapper pro feminista outro jovem que tem uma maturidade e ideologia fora do normal.

Cristina uma mulher negra de aparencia fragil, mas de ideias fortes e restas, professora e com sua experiencia de vida e humildade fala as coisas certa no momento certo.

Thaty Menezes, uma mulher com a força nordestina de Sergipe,feminista e ativista do movimento negro que faz questão de mostra a força de seus ancestrais.

Alem de entrevistas teremos algumas materias relacionado ao "Mês da Consciência"



No dia 25 de Outubro, para surpresa de todos, Fábio FG, rapper de Nova Friburgo, RJ, lançou na internet sua nova música, que se chama “Mil Estrelas” e conta com a participação de Erickson Gomes.
Com um instrumental dançante, que faz referencia às músicas das décadas passadas, e um refrão contagiante, vale a pena conferir esse lançamento.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014



'Não havia mano mais considerado na quebrada, mas Lúcio Fé fazia uns 121 pra viver, ou seja: vira e mexe matava alguém por dinheiro'. Ele é um dos protagonistas do 'Manual Prático do Ódio', este romance original e vertiginoso - onde todos cultivam razões odiosamente humanas para matar, amar, morrer. Escrito num ritmo veloz, o livro pulsa como a quebrada das vielas da periferia paulista - onde circulam Lúcio Fé, Aninha, Régis, Celso Capeta e Neguinho da Mancha na Mão. Eles planejam a 'correria' certa, o assalto perfeito, aliando-se numa trama sem ponto de retorno ou juízo de valor.
A história destes personagens é assumidamente inspirada em vidas reais, e também inventada pela alta capacidade de fabulação do autor - um jovem escritor de 27 anos, morador da periferia paulista. Foi neste cenário que ele mergulhou, durante três anos, para escrever este livro.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014



Começando a semana com uma bomba, Eminem revelou finalmente a capa de seu próximo álbum chamado Shady XV . O projeto de compilação, de 15 anos desde o lançamento de The Slim Shady LP , será composto de grandes sucessos da Shady Records em um disco, enquanto o outro vai incluir músicas nova de D12, Slaughterhouse, Bad Meets Evil, Yelawolf and Shady himself Shady, junto com convidados especiais,o LP vai estar nas lojas em 24 de novembro.




Disc 1

01. Eminem – Shady XV
02. Slaughterhouse – Psychopath Killer (feat. Eminem & Yelawolf)
03. Eminem – Die Alone (feat. Kobe)
04. Bad Meets Evil – Vegas
05. Slaughterhouse – Y’all Ready Know
06. Eminem – Guts Over Fear (feat. Sia)
07. Yelawolf – Down
08. D12 – Bane
09. Fine Line
10. Skylar Grey, Eminem & Yelawolf – Twisted
11. Eminem – Right For Me
12. Eminem, Royce Da 5’9″, Big Sean, Danny Brown, Dej Loaf & Trick Trick – Detroit vs. Everybody

Disc 2.

01. 50 Cent – I Get Money
02. D12 – Purple Pills
03. Eminem – Love Yourself
04. Obie Trice, Kuniva, Bobby Creekwater, Ca$his & Stat Quo – Cry Now (Shady Remix)
05. Yelawolf – Let’s Roll (feat. Kid Rock)
06. Slaughterhouse – Hammer Dance
07. 50 Cent – P.I.M.P.
08. Eminem, 50 Cent, Ca$his & Lloyd Banks – You Don’t Know
09. D12 – My Band
10. Obie Trice – Wanna Know
11. 50 Cent – Wanksta
12. Obie Trice – The Setup (feat. Nate Dogg)
13. 50 Cent – In Da Club
14. D12 – Fight Music
15. Yelawolf – Pop The Trunk
16. Eminem – Lose Yourself (Original Demo Version)

Com participações especiais, Inquérito libera álbum ‘Corpo e Alma’ pra download


Disco comemora os 15 anos da banda e traz Ellen Oléria, Natiruts, KL Jay, Arnaldo Antunes, Emicida, Roberta Estrela D´Alva e Rael


Para comemorar os 15 anos de existência do grupo Inquérito, o rapper Renan Inquérito lança nesta quarta-feira (30) o álbum “Corpo e Alma”, que chega com inovações e participações de Ellen Oléria (vencedora do The Voice Brasil), Arnaldo Antunes, Natiruts, Roberta Estrela D´Alva, Quinteto Brassuka, DJ KL Jay (Racionais MCs), Rael e Emicida, que além de cantar na faixa-título assina a produção executiva do disco. O trabalho está disponível para download gratuito no site oficial do grupo (www.grupoinquerito.com.br)


O novo trabalho mescla o rap com a MPB, o reggae e o soul nos shows e teve a produção feita por Dj Duh, com beats assinados por Pop Black, Quilombo Louco Beats, Damien Seth e de Marcelo Guerche, que foi o produtor do disco Mudança em 2010.


Trajetória


O Inquérito é reconhecido por utilizar a música como ferramenta de transformação e interferência social, Renan Inquérito, além de MC e compositor do grupo é também professor e realiza oficinas de literatura com letras de rap em escolas e unidades das Fundações CASA. A música “Um Brinde” (2010) teve o videoclipe espontaneamente veiculado em campanhas de conscientização sobre o consumo abusivo do álcool por todo Brasil e exterior.


No ano seguinte, Renan assinou o roteiro da “Ópera Rap Global” em parceria com o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos e lançou o livro de poesias #PoucasPalavras, que trata da literatura marginal/periférica no Brasil. O título de sua pesquisa de mestrado deu nome ao show “Cada Canto um Rap, Cada Rap um Canto”, realizado no Sesc Campo Limpo em junho de 2014 reunindo rappers de diferentes regiões brasileiras.


Com o lançamento do filme Triunfo (2014) o Inquérito marcou sua estreia no cinema, a película que retrata a história do hip-hop no Brasil através da vida do dançarino Nelson Triunfo teve a trilha sonora original assinada pelo grupo. 

Serviço – Baixe o álbum no site oficial www.grupoinquerito.com.br


Coletivo Mjiba lança livro “Terra Fértil”, de Jenyffer Nascimento



Movimento fortalece a literatura negra e feminina das autoras das periferias de São Paulo

No próximo dia 30 de outubro chega às ruas o primeiro livro de poesias da educadora Jenyffer Nascimento, o “Terra Fértil”, organizado pelo coletivo Mjiba para fortalecer a literatura negra e feminina das autoras das periferiaspaulistanas Com quase 170 páginas, a obra teve a organização de Carmen Faustino e Elizandra Souza, o projeto gráfico de Nina Vieira e a ilustração de Lucimara Penaforte.O livro Terra Fértil integra o Projeto Mjiba: Espalhando Sementes e visa o fortalecimento da escrita negra e feminina e que teve inicio com o evento Mjiba em Ação e a Antologia Pretextos de Mulheres Negras.

Para a festa de lançamento, que ocorre na Ação Educativa, o evento traz música com a Fernanda Coimbra, discotecagem com a Dj Vivian Marques e dança com Débora Marçal.

Pernambucana, a escritora nasceu em um dia quente de 1984 e teve contato com a poesia na adolescência, a partir do hip-hop. Desde 2007 frequenta os saraus da periferia paulistana e se considera “definitivamente arrebatada pela força transformadora da poesia”.

“Acredito que a poesia é anterior à própria escrita. Ela nasce no olhar, nasce nas frestas, na revolta, nos amores, nos pontos de ônibus, nos muros, tudo é poesia. Chegar até o papel é só mais uma etapa... trabalhosa, sim, mas apenas mais uma etapa. Eu percebo que ainda estou me descobrindo. Gosto de escrever poesias, mas não me sinto confortável com o título de poeta. Gosto mesmo é de ser escrevinhadora. Inscrever e escrever sonhos reais e imaginários”, detalha Jenyffer.

A autora tem poesias publicadas em duas antologias: Pretextos de Mulheres Negras e Sarau do Binho, seus textos também estão vivos nos espaços de cultura que frequenta e nas redes sociais, que usa para divulgar o próprio trabalho desde 2010.

Atualmente moradora do Jardim Ibirapuera, que tem como “o melhor lugar do mundo”, tem paixão por gente e pelo Rio de Janeiro, sonha em conhecer o sertão e acredita que o coração é terra fértil, sempre.

“Às vésperas do lançamento eu me sinto muito ansiosa (risos). Há dois anos, por exemplo, lançar um livro era algo totalmente impensado por mim, por mais que eu já escrevesse. Não dimensionava a projeção que a minha escrita

poderia ter para outras pessoas. A verdade é que me sinto privilegiada em ter sido convidada pelo Coletivo Mjiba. Elas que como irmãs pegaram na minha mão e me encorajaram a parir esse filho-livro. Sinto que represento outras além de mim, afinal, quantas mulheres negras e periféricas você conhece que estão lançando livros de poesia? Sinto uma tremenda responsabilidade por representar as mulheres, em especial as negras, periféricas e suburbanas”, pontua.



Serviço

Lançamento Terra Fértil

Dia 30 de outubro de 2014 (quinta-feira),das 19h às 22h. Ação Educativa - Rua General Jardim,660. Vila Buarque. Entrada franca. Dia 10 de novembro de 2014 (segunda-feira), a partir das 20h. Sarau do Binho - Espaço Clariô - Rua Santa Luzia,96. Taboão da Serra. Informações: coletivo.mjiba@gmail.com www.mjiba.com.br

O rapper e ativista social  Negro Davi ,que deu o ponta pé inicial à mistura do samba de roda com o rap na Bahia  com a musica “ELA TA DE SARUEL”  influenciado pelo recôncavo baiano, faz showno dia 1 de novembro apartir das 20 hs  na abertura das atividades da consciência negra do pelourinho ,  ele gravou a trilha  sonora que finaliza o filme documentário do   menino Joel. Tem música  cantada  por outros  artistas  e vem sempre inovando , pois não se limita ao jeito tradicional de fazer  Rap , ele aproveita  as influencias  africana da  cidade mais negra do Brasil (salvador BA) para fazer o diferencial  no cenário baiano .
O evento ainda terá  a apresentação do grupo performatico quilombo , e além ter a participação dos convidados especiais da noite.







Neste eleição eu nunca vi como a mídia e pessoas influentes tentaram derrubar o governo do PT,usando e abusando dos escândalos de corrupção do PT mas esquecendo dos escândalos de corrupção do Psdb, a direita conservadora brasileira tentou de tudo até inventar a morte por envenenamento do doleiro Yossef.. esta eleição pra min deixou claro que é uma luta de classes.
veja a opinião do GOG.

Com a sua licença
A eleições de 2014 me trouxeram várias reflexões.
Quem se posicionou, apoiou alguma das candidaturas, traiu o movimento?
Para responder essa pergunta temos que olhar para o passado e ver o que aconteceu lá atrás, de que forma o rap surgiu e como se portava no Brasil dos anos 80, 90.
O rap, ao meu ver, bem como os outros elementos do hip hop surgem no caos urbano, da indignação contra a forma de fazer política de quem chamávamos, poderosos. 
Eles faziam tudo aquilo porque tinham o poder e a governança nas mãos.
Lembro-me que uma vez uma garota me perguntou:
- GOG, quem é esse tal de Sistema? O cara é muito sujo, todo mundo fala mal dele!
A pergunta feita por aquela garota, refletia a desinformação dela, á principio, mas já sinalizava que esse fator estava bastante presente entre os integrantes e dos amantes do hip hop e da população em grande parte.
A palavra sistema tem várias definições e a que mais nos serve agora é a que o define como uma grande engrenagem, composta por poder, governo e povo em suas camadas sociais, logo, na minha avaliação, não existem “excluídos” e sim, “mau incluídos”, gente que serve de combustível humano para que esse motor gire. Ao perceber isso, o hip hop se assume anti-sistema, mas de uma forma figurativa, porque faz parte dele. Os sistemas mais comentados são os capitalistas e socialistas, e o primeiro é o que segue vigente nessa grande pátria latino-americana conhecida como Brasil.
Existe maneira de se melhor incluir no sistema? De fazer com que as pessoas possam sofrer menos, ou passar a não sofrer as consequências desse rolo compressor?
Existem vários pensamentos a esse respeito. Os que acreditam que sim, através de reformas, acesso, e outros que não, e dizem que temos que destruí-lo, não patrociná-lo.
Eu particularmente, apesar de não concordar com muita coisa que ele provoca, sou adepto de que as mudanças devem acontecer passo a passo, não dá pra acabar com ele de uma vez, mas podemos traçar estratégias que levarão ao seu sucateamento, e lá na frente sua substituição.
Mas e até lá? Como faremos até esse dia?
Bater de frente hoje, pegar em armas, creio que não é viável, como diz o Flagrante(eternamente Realidade Cruel), “PM tem munição de sobra”.
Creio que o hip hop, como movimento social, cultural, pode sim transitar em outros territórios, dialogar e interferir em vários processos, inclusive legislativos, executivos, com a exigência de ter a consciência de ser território negro e periférico.
Sim, são várias as baixas, é muito o sangue que escorre, o braço armado do estado tem na sua bala o nosso retrato falado, e cada número estatístico, é pra nós, gente nossa, parceiros, parceiras, vizinhos e vizinhas, familiares.
Como agir?
No meu entendimento com seriedade e estratégia.
Infelizmente somos muito mal preparados para essas negociações e para essas “viagens” por outros territórios e muitos saem contaminados, envenenados pelos sonhos e promessas deles.
É preciso manter o foco e a disciplina, a sensatez e astúcia necessária para entendermos que estamos em um jogo e que o movimento de cada peça deve ser feito com todo respeito aos integrantes do nosso território.
Mas eis que são lançadas as armadilhas do sucesso, da vaidade e muitos se perdem, e perdem a noção do motivo que os levou até ali.
Por isso é necessário, vital, a formação de uma “Liga Africana Atual” como sabiamente diz o Professor Nelson Maca.
Ao invés de formar quadros, estamos pregando quadros na parede.
Talvez essa seja a nossa maior crise!
Essa crise desemboca e se mostra presente na falta de um coro uníssono nessas eleições, que para mim foi a mais acirrada porque o poder queria a governança de volta doa a quer doer, de qualquer forma! E trabalhou muito pra que isso acontecesse.
As classes A e B não se dividiram. 
Votaram massiçamente em seu candidato, naquele que representava seus anseios.
As classes C, D, E, se dividiram, e sabe por quê?
Não foi porque a candidata era pior, mas porque a mídia, que serve as classes A e B entrou em seus lares e fez o que quis, nos dividiu, trazendo para muitos de nós, os anseios e desejos deles. 
Muitos de nós, falam da mesma forma que eles, repetem o pensamento implantado por eles.
Precisamos urgentemente nos reestruturar. 
Substituir os Encontros Culturais por uma Cultura de Encontro, montar uma rede de diálogos, de debates, e não nos desrespeitar, falar mal um dos outros, como aconteceu nessas eleições.
Lavamos roupa suja em público!
Não considero essa a melhor das estratégias.
Creio que podemos ter sim divergências, como temos, algumas quase que impossíveis de serem negociadas, mas temos que ter a sapiência e maturidade, para saber que tem gente lá fora, torcendo por nossa desunião, para que possam praticar suas atrocidades físicas e financeiras ao nosso povo.
Somos sim células, e formamos um grande tecido, e cientes disso, não podemos dizer que representamos esse corpo, mas não podemos fugir da responsabilidade de ser parte dele.
Inicio aqui essa discussão que vejo como necessária, lembrando que inflação, corrupção, índices econômicos negativos e outros problemas não são causados por negros, negras, periféricas. Sofremos o reflexo da irresponsabilidade de gente que tem habitat e cor da pele diferente da maioria dos nossos. Agora somos o corpo que mais perde com todas as ações desumanas deles.

Há Braços,
Há Bravos!
GOG

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Filme "Madame Brouette" é uma das produções que integram o "Kilimanjaro Ciné African Film Festival", na Galeria Olido

Entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro, a Galeria Olido recebe o"Kilimanjaro Ciné African Film Festival", que apresenta ao público brasileiro uma programação especial, totalmente dedica ao cinema produzido atualmente no continente africano. O festival conta com oito longas, distribuídos em 10 sessões, com entrada a R$ 1.
O "Kilimanjaro Ciné African Film Festival" é um evento que visa divulgar o cinema desenvolvido na África, apresentando produções que retratam o cotidiano do continente, com o intuito de trazer à tona a cultura africana.
Dentre os filmes que integram a programação, está "Madame Brouette", que narra a trajetória de uma mulher que assassinou o marido. Outro destaque é "Bakamo", de Abderrahmane Sissako. O longa, selecionado pelo festival de Cannes em 2006, apresenta uma situação real de abandono infantil no continente africano, levando os espectadores ao universo das instituições internacionais na África.

Considerada a maior feira de cultura negra da América Latina, A FEIRA CULTURAL PRETA, o evento, que une empreendedorismo e cultura, reúne inúmeros representantes da cultura afro-brasileira e empreendedores de diversas regiões do Brasil. Em 2014, além da própria Feira, que acontece no dia 08 de dezembro no Pavilhão de Exposições do Anhembi, o evento ocupará também novembro, Mês da Consciência Negra, com diversos eventos, como o Roteiro Afro, Afrofest, Caldeirão do Negão, exposição de produtos de empreendedores e Seminário de Boas Práticas, com workshops e palestras. A programação completa, em processo de fechamento, será divulgada em breve. O lançamento da Feira Preta acontece no dia 31 de Outubro de 2014, a partir das 12h, na Praça Ramos de Azevedo, centro de São Paulo, na frente do Theatro Municipal, com um grande Flash Mob, encontro marcado via Redes Sociais, que vai levar dezenas de pessoas a dançar uma coreografia pré combinada ao som do Samba Rock e da Black Music.    
Confira aqui a coreografia


Malta da Samba e arredores;
É já nesta 5ª Feira (30 de Outubro)
Ainda DAL, Lavinio, Sanguinário, Miss Skills, Sombra, Haudaz, Flagelo Urbano e a Legião Sul...

No ‪#‎Kimbends_Place‬, Rua Direita da Samba, por tras dos bancos Bfa e
Bic, a partir das 18h:30, por 500Kz.
OBS: OS POSSÍVEIS LUCROS SERÃO USADOS PRA COMPRA DE BENS DE 1ª NECESSIDADE A SEREM DOADOS AOS
ALBINOS MAIS CARENCIADOS!

A arte de transformar tristeza em alegria é da maior importância. Por essas e outras, o lançamento do clipe de "O Som É Assim (Funk Sinatra)" é algo a se comemorar. Além de levar a música pro plano visual, acrescentando mais uma dimensão a esse registro de beats, rimas & a vida, ajuda a manter acesa a chama de um dos mais bem guardados segredos do hip hop brasileiro.
Conhecido principalmente pela parceria com Black Alien + gravações com Marcelo D2 e Herbert Vianna, o MC, produtor e músico Speedfreaks também foi autor de "Expresso", o primeiro álbum de rap underground (ou indie ou...) do país. Realizado praticamente sem recursos, com bases feitas num programa de editar vídeo, o disco é uma pérola ainda pouco conhecida do grande público. Mas serviu como prova imediata e definitiva da tonelada de talento carregada pelo seu autor, assassinado brutalmente em 2010.
Quando recebi o convite do DJ Nato PK pra participar da mixtape PDD Volume 2, o balanço funky da batida, conduzida pela linha de baixo do Master San (Liquidus Ambientus), aliado `a ferida ainda aberta pela perda do mano que tinha a alcunha de Funk Sinatra, decretaramo tema do som.
Como a proposta do DJ era levar pro estúdio encontros nunca antes gravados, foi fácil sacar quem seria o nome ideal pra fechar essa trinca. Além de amigo e parceiro musical em comum, o saudoso auto-intitulado Psicopata Camarada de Niterói era um dos super heróis prediletos, tanto pra mim quanto pro BNegão.
E assim foi. Numa madrugada quente de eclipse lunar, as palavras se juntaram ao ritmo. Na sequência, Nato acrescentou colagens cirúrgicas, que fizeram a voz do Speed cantar com a gente, e a magia se firmou. Chega agora em formato audiovisual (e daqui a pouco em vinil também!), de Santo André pro Infinito.
O som é Assim #Funksinatra - DJ Nato_PK part. Rodrigo Brandão e BNegão (Live Session)
Direção: Mondocão Filmes

Download do disco #PDDvol02 contendo a faixa "O som é Assim": www.djnatopk.com.br/downloads

Redes Sociais:




“Narciso” é o titulo do último single de avanço do E.P “Bem-vindos à mata” do rapper moçambicano Uncle Rap, a música conta com participação da Loly, e vozes de Fusível (Dealema), H.M, Phantom, Mc Donald e Real Vice. A produção ficou a cargo do Sam Wonder.

Uncle Rap ft. Loly - Narciso (Prod. Sam Wonder) // DOWNLOAD