sexta-feira, 31 de maio de 2013




RAPPER JAPAO COMEMORA 20 ANOS DE CARREIRA EM GRANDE ESTILO
Mutirão Cultural e Viela 17 Produções apresenta com muito orgulho MINI DOC que trás os MELHORES MOMENTOS DO SHOW 20 DE 40 realizado nos 53 ANOS DO ANIVERSARIO DE BRASILIA - PALCO JUVENTUDE com convidados de peso do rap nacional.
Selando essa parceria e agradecendo a todos os colaboradores e parceiros que estiveram presentes.



"Rodrigo Buga é um MC de Campinas/SP que está no rap desde 1998. Começou a rimar influenciado por amigos e desde então nunca mais saiu do rap. Suas primeiras influências foram Racionais MC's, Bone Thugs-N-Harmony, Nas, 2Pac, dentre vários outros generos musicais como MPB, Pop music anos 80, Jazz, Soul, Funk e R&B. Participou do grupo "Familia UDQ" que lançou música "Vida" no disco do GOG "Fábrica da Vida" de 2002, que na época teve como carro chefe o som "Fogo no Pavio" desde então, foi trabalhando solo, gravando, até em 2009 aderir ao grupo de rap TOSSKERA (com Luiz Paixão e Underson Leitty), a partir do qual passou a ter forte influencia do rap underground e do freestyle. Hoje possui carreira solo (Rodrigo Buga), o grupo TOSSKERA e o grupo DAZCAVERNA."






POESIA: ZÉ BEZERRA ( O AGUIA DE PRATA) REALIZAÇÃO: Xique Chico Produções | Vras77
Este vídeo também integra o projeto CADA CANTO UM RAP, CADA RAP UM CANTO, documentário que demonstra como se dão as regionalidades brasileiras
através do Rap e por meio das diferentes características que este tipo de música assume em cada região do país.







ÁLBUM: FitaEmbolada do Engenho
ANO: 2010
DIRETOR e DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Vras77
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Paula Azeviche & Renan Inquérito
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Simone Rebouças 
FIGURINISTA RAPadura: Luciana Pires & Cássio Caiazzo
FOTOGRAFIA MAKING OF: Simone Rebouças & Renan Inquérito

quinta-feira, 30 de maio de 2013



Confira esta Otima Entrevista com uma das Integrantes da Dupla "Tarja Preta".
Um grupo de rap que denuncia o racismo numa visão .. feminina.

PRETA RARA É UMA PROFESSORA E HISTORIADORA QUE CANTA RAP RECOMENDO QUE VEJA A ENTREVISTA.!




Confira a musica da Dupla "Falsa Abolição"

"MENINAS NEGRAS NÃO BRINCAM COM BONECAS PRETAS, SOMOS TODAS IGUAIS POR QUE VOCE ME REJEITA"



Os SSP foram criados inicialmente na Alemanha onde residia Big Nelo, a partir do convívio dos jovens integrantes da banda, e surgiram depois em Angola em 1992, sob liderança do referido músico. Influenciados pelo Rap e por vários estilos musicais (Jazz, Soul, Funk, [[Salsa e Ragga). Na altura a sua actividade incidia principalmente em actuações ao vivo para comunidades, escolas, etc., utilizando a música e a dança como elo entre as culturas africanas e ocidentais.
99% de Amor (1996) 

Após alguns anos de actividade, foi firmado em 1996 um contrato com a editora Vidisco, que levou à gravação do seu 1º trabalho discográfico intitulado “99% de Amor”, cujo som era caracterizado pela fusão de ritmos aliados ao rap. Os SSP transformaram-se assim no primeiro grupo de rap angolano a conseguir editar um trabalho discográfico, um marco importante na história do rap em Angola.
Odisseia (1998) 

O segundo álbum, lançado em 1998, levou os SSP a uma digressão internacional que passou por Angola, África do Sul, Cabo Verde, Inglaterra, Portugal e Moçambique, país onde as vendas atingiram o disco de prata.
Alfa (2000) 

É o terceiro álbum do grupo lançado em Fevereiro de 2000, com um notório amadurecimento profissional e musical, e com algumas agradáveis surpresas. A nova versão do tema “Sempre que amor me quiser” surge no álbum Alfa com um sentido muito especial, uma vez que encerra a homenagem dos SSP e Lena d´Água a Ramiro Martins, produtor do 1º álbum do grupo e ex-marido de Lena d´Água, que faleceu durante as gravações do 2º álbum. Neste trabalho discográfico os SSP contaram com as participações de vários artistas convidados, como: TC, Boss Ac, Gutto, African Voices. O álbum foi inicialmente apresentado em Angola, num belíssimo espectáculo em Março de 2000, tendo sido o primeiro grupo a conseguir lotar o pavilhão da Cidadela. A tournée seguiu depois com igual sucesso para Portugal, Macau, Moçambique, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe, Inglaterra e Brasil.
Amor e Ódio (2003)

É o álbum que marca o regresso do melhor grupo de Hip hop/Rap angolano do séc. XX, e um dos mais premiados e internacionais grupos de música moderna angolana. Os SSP sofreu também algumas mudanças: do alinhamento inicial ficaram apenas Big Nelo e Jeff Brown. Este álbum foi gravado em Portugal e no Brasil e vêm mais uma vez mostrar-nos que os “SSP não vão parar”. É um álbum com varias sonoridades e fusões musicais, e mostra uma vez mais o talento e maturidade do grupo. Entre as várias composições que podemos encontrar em Amor e Ódio, estão algumas participações de luxo como a do conceituado músico e compositor brasileiro Djavan, que dispensa apresentações, no tema “Meu bem querer”, Max Viana no tema “Samurai” e do musico luso-caboverdiano Tó ”TC” Cruz no tema “Dime porque (tu te vás)”. Este trabalho conta ainda com dois samples de músicas do conceituado musico angolano Teta Lando(Descansa em Paz). Assim, Amor e Ódio é considerado, até ao momento, o melhor álbum do grupo tendo em conta as criticas e a qualidade sonora e artística que nele podemos encontrar em termos de produção, sem esquecer a maturidade e o palmarés que os SSP conseguiram alcançar em Angola e no resto do mundo.




Projeto Strange Fruit é um  grupo de rap Undeground de Waco, Texas , que é formado pelo produtor e apresentador Symbolyc One (também conhecido como S1, nascido em Larry D. Griffin Jr.), seu primo Myth emcee (abreviação de mitológico, nascido Kevin Gaither) e Myone emcee (pronouned "My Own", nascido Anthony Ligawa, originalmente de Indiana ). O trio estreou oficialmente em 2004, com uma par de lançamentos clandestinos, ''Soul Travelin' e 'From Divine. Sua maior exposição veio com o lançamento de seu aclamado álbum de 2006 The Healing . O nome do grupo é derivado da Billie Holiday dos direitos civis canção " Strange Fruit ".
Primeiros anos
S1  diretor musical do grupo começou a tocar instrumentos musicais, incluindo piano , teclados , e os tambores , desde muito jovem. Suas inspirações musicais incluídos produtores lendários como Quincy Jones , Dr. Dre , Pete Rock e J Dilla . Ele e seu primo Myth começaram a escrever rimas depois de ouvir Run-DMC o clássico álbum de 1986 Raising Hell.
Em 1996, os primos formaram um duo chamado Symbolyc Elementz, e, em maio daquele ano, a dupla foi destaque na coluna do The Source "s" Unsigned Hype ". S1 conheceu Myone, na época ele ainda estudava, enquanto trabalhava em um dia de trabalho em 1998. Entre 1999 e 2000, os três começaram a gravar juntos, e decidiram oficialmente formar o grupo, no âmbito do Strange Fruit Project . SFP lançou seu primeiro single , "All the Way" b / w "Soul Travelin", em 2003.

 

2004-2005

A faixa "All the Way" foi incluída no álbum de estréia da banda, Soul Travelin ', lançado no início de 2004 em pela Spilt Milk Records. O álbum foi inteiramente produzido por S1, exceto  o single "Eternally Yours", que foi produzido pelo beatmaker up-and-coming Illmind . O álbum recebeu pouca atenção, mas "All the Way" recebeu airplay em estações de rádio da faculdade, e foi nomeado para 2004 Canção do Ano pela BBC Radio . O grupo seguiu em breve com seu segundo álbum, Travelin Soul, lançado em setembro de 2004 pela Spilt Milk Records. Como sua estréia, o álbum recebeu vendas pequenas e atenção, mas chamou a atenção o grupo mais dentro da comunidade hip hop. Jeff Wade do Dallas Observer descreveu o álbum como "uma mistura de soul de pessoal, de-coração-letras, harmonias doces e thumpin" tambores ". Em 2005, o grupo colaborou com o membro do  Wu-Tang Clan, Ghostface Killah eTrife da God no single " Milk Em ' ", produzido por S1.  O som fez sucesso  nas pista e  nas paradas de rádio da faculdade CMJ em julho e agosto de 2005.  O grupo teve um segundo gráfico CMJ topper em 2005 com "A Broke Song ". Mais tarde naquele ano, S1 e Illmind lançou uma colaboração produtor do álbum-intitulado The Art of One Mind.A banda também forneceu a trilha sonora de um Winterfresh gum commercial.
2006 até ao presente


Após a aclamação de seus dois primeiros álbuns, e o sucesso do single "Milk 'Em", SFP foram listados na URB revista "100 Next", e assinaram um contrato com a gravadora OM registros. O primeiro single sobre deoi ntro desta gravadora , "Soul clap" b / w "Special", foi lançado em maio de 2006. O grupo ganhou o uma  considerável notoriedade no cenas underground com o seu álbum de 2006 The Healing , lançado em julho. O álbum contou com produção de S1, bem como Illmind, Jake One e 9th Wonder , e contou com participações de Erykah Badu , Little Brother , Brockington Darien e Yahzarah. The Healing foi  bem recebido,  "e ganharam status Now Hear This"  na Okayplayer.com . Marisa Brown de Allmusic deu ao álbum uma classificação de 3,5 / 5, chamando-lhe "um álbum de solidamente bom hip-hop". Justin Cober-Lago de PopMatters deu ao álbum 7/10, comentando sobre a sua "abordagem, esperançoso espiritual ".  S1 continuou sua carreira de produção, a assinatura de acordos de licenciamento para a MTV mostra como a Casa Run , Trippin ' e Yo Momma.

Discografia

From Divine


 
    Released: September 6, 2002
    Label: Spilt Milk Records
    Singles: "A Place"

Soul Travelin'


    Released: May 11, 2004
    Label: Spilt Milk Records
    Singles: "All the Way", "Eternally Yours"/"Remember My Face", "Luv Is"

The Healing


    Released: July 25, 2006
    Label: Om Records
    Singles: "Soul Clap"/"Special", "Get Live"

M.A.S.K. (Making Art Sound Kool) EP



    Released: November 17, 2009
    Label: Soul Kontrollaz Production/Spilt Milk Records

A Dreamer's Journey


    Released: September 1, 2011
    Label: Self published (Bandcamp/iTunes)


Para nao ter problemas com a lei de direitos autorais nao irei postar os downloads dos album.. mas no google voce encontra estes albuns para download facilmente. 

 3 Sons de Peso

Strange Fruit Project - Makin' My Way 



 Strange Fruit Project - All The Way 



The Strange Fruit Project - After the Healing  (Indicado pela



Video 

 "Get Live" by Strange Fruit Project

 


Strange Fruit Project Ft. Thesis - Crash 





 

Sobre a permanência no “FACÇÃO CENTRAL”
Conhecendo bem os críticos de plantão no NOSSO RAP, talvez eu seja julgado pelo juízo de valores em relação a “A 286 e Facção Central”, quero adiantar que mesmo conhecendo a imensa e implacável dimensão de luta do “FACÇÃO CENTRAL” em relação ao “A 286”, nunca em minha vida imaginei tal acontecimento, ou seja, nunca almejei ser definitivamente integrante do “FC”, uma vez que a convite do próprio grupo eu tive a oportunidade de viver o luxo e o lixo no RAP, através dessas duas máquinas transformadoras de vida, respeito sim a força do “FC” mas sei muito bem o que significa a sigla “A 286” pra favela, ambos são e sempre serão verdadeiros veículos de comunicação formadores de opiniões, sempre soube o valor de dividir o palco com “Ivan, Reinaldo, Dum Dum e Eduardo” sem mencionar a banca de extraordinários “backings vocais” que tive a satisfação de estar lado a lado até hoje, jamais vou negar minha origem e muito menos a minha escola no RAP, de Erick 12 a Fabio Macari, cada um tem parte e contribuição na formação desse militante aqui, assim feito André A 286, Mandrake, Kbção NA CENA, Vidal Liberdade e Revolução, DJ Pantera, Anderson Heavy, dentre vários outros, muito obrigado RAP NACIONAL desde os grupos de RAP até nosso inquestionável e sagrado público.
Sobre cantar no “Facção Central” foi assim, na verdade sempre fiz parte né, o que houve foi um oficial e definitivo convite do meu irmão “DUM DUM” pra dividir os palcos com ele, agora com maior participação, vou compor e cantar, dividir tarefas e responsabilidades, assumir os compromissos do grupo, participar da política de funcionalismo, vou implantar minha verdade que não é diferente da “Dum Dum, Biel e DJ AR-15”, pois sofremos com os mesmos problemas, tanto o grupo quanto o público, enfim vou fazer a LINHA DE FRENTE DO FACÇÃO, sou o mesmo “MOYSÉS”, tenho minha própria forma de enxergar a vida, não estou substituindo ninguém (que fique bem esclarecido), pretendo continuar VENCEDOR pois é assim que “DEUS” me fez, pra vencer meus dramas, o preconceito, a discriminação, a exclusão social e todos os obstáculos e pedras que eu encontrar pela frente, não tenho medo da morte e sim muito respeito pela vida, VIDA LONGA E DIGNA À FAVELA.


Agradecimentos Finais
Quero agradecer cada TATUAGEM, gesto de respeito, aplausos, camisetas e bonés bordados em nome do “A 286” e dizer do fundo da minha alma, nada disso pra mim foi em vão, pois nossa história no RAP é construída em cima de muito suor e sangue, nossas marcas vão resistir ao tempo e influenciarão outras gerações, pois enquanto houver injustiça, o inconformismo social da FAVELA vai bater de frente, seja cantando RAP, escrevendo livros, através das nossas artes marginais (tatuagens, grafites, letras e etc.), através da nossa filosofia de vida, pois nós somos aquilo que acreditamos ser e tenho certeza que já imortalizamos a nossa luta, através das músicas, das nossas condutas e atitudes, coisa que o opressor nunca vai entender, lembre-se A NOSSA LUTA CONTINUA, A CHAMA PELA JUSTIÇA CONTINUA ACESA, o que temos que mudar são nossos métodos estratégicos de combate pra que nosso inimigo se confunda e não preveja nosso próximo passo, a nossa morte física não significa o fim da nossa RESISTÊNCIA, pois a luta é imortal não vai conosco pro caixão, vai morre um favelado e nascer outros com a intenção de fazer a diferença no mundão, prova disso é a ETERNA PRESENÇA DE DEUS NO MUNDO e o maior exemplo revolucionário já existente, o imortal “JESUS CRISTO”, enquanto eu tiver fôlego de vida não vou parar de lutar contra quem planeja incessantemente a exploração da classe pobre, A VOZ DO FAVELADO continua no ar até quando “DEUS” deixar, aqui é MOYSÉS… do berço ao caixão, UMA SÓ VERDADE.
MOYSÉS



‘Charme’ em material audiovisual é a nova aposta do grupo
Dois finais de semana foram suficientes para gravar as cenas românticas que são embaladas pela canção ‘Parece que tudo acabou’, grava e produzida pelos irmãos Mafioso J e J Dois do grupo Manos na Área Fazendo a Igualdade Acontecer (M.Á.F.I.A.) no álbum ‘Eu sou Assim’.
Com participação das modelos Laís de Paula e Nane Pereira, o material audiovisual foi filmado no Centro de São Paulo e no Parque Ibirapuera e teve a direção de Vras77. “Quisemos sair da nossa área e expandir nosso trabalho para outra região. Somos de Poços de Caldas, no Sul de Minas, mas a ideia foi fazer esse intercâmbio com o berço do hip-hop e da música Black no Brasil”, disseram os irmãos.
E a aposta deu certo. O clipe traz recortes românticos embalados pelo ‘charme’ da música e explora uma nova vertente. “Nosso estilo é bem esse. Fazemos um rap festivo, de balada, de festas Black mesmo. É no que acreditamos e queremos passar a nossa mensagem por meio desse som, que fala de amor, relacionamentos e precede o Dia dos Namorados”, anunciam.




A canção tem a participação também do grupo ‘Muamba Biit’ e marca, de fato, a nova fase. Os irmãos já trabalharam também com o videoclipe ‘Eu Sou Assim’, tema do disco, que abordou diferenças, igualdades e preconceitos e teve a participação de Dj Cia e de personalidades do hip-hop sulmineiro.
O grupo já trabalhou também com um remix da canção “Quem não quer sou eu” de Seu Jorge.

O álbum ‘Eu sou Assim’
O disco lançado em 2012 tem 12 faixas e participações de artistas como Muamba Bitt, Mario Soul, Jeff e Séfora Barros, Gilson Perninha e Fabinho DDM, além de uma faixa bônus, que é um remix feito ao cantor Seu Jorge. 

Com samples do mestre do samba, Cartola, de Eliete Negreiro e também de Thaíde, o álbum mostra a versatilidade dos músicos mineiros.





Serviço:
Saiba mais sobre o grupo: www.mafianaareahiphop.blogspot.com
Twitter: @mafianaarea


Canções são previa do novo trabalho do grupo, a Mixtape Força & Honra

Em processo de finalização do segundo álbum  Fahim, Timm Arif e Base Mc divulgam novo single com as canções "Massagem Musical","Dia "Adia"" e "Verde Flutuante" com produção de Base MC e kleber Milo. Desde 2010 um disco de inéditas  o Primeira Função, lança a Mixtape Força & Honra em breve. 






Ficha Técnica: 
Música: 01. Massagem Musical (BR14L1300010) | 02. Dia “Adia  (BR14L1300011) | 03. Verde Flutuante  (BR14L1300012)
Composição e Letra: Base Mc, Timm Arif & Fahim
Produção e Arranjo: 01 e 03 Base Mc | 02. Kleber Milo 
Gravado, Mixado e Masterizado no RefugiAudio-Estúdio por: Base Mc 
Arte Da Capa: Base Mc & Timm Arif 
Foto: Thaise Cristine
FACEBOOK:
Twitter:
@Primeira Função | @Base_Mc | @Timm_Arif | @Fahim1Funcao

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Terra Preta Lança a musica chamada "O Torro" musica que estará na Mixtape "Milionário em Treinamento" Volume 2.
Na Musica o Terra Aborda o tema sobre algumas pessoas que quando você não tem grana ou algo a oferecer, nem cola com você, porem quando você tem um pouco de Grana ou "Torro" , vem uma pa querendo cola com você.


pode baixar tambem no link abaixo

quarta-feira, 29 de maio de 2013



BRASIL/AFRICA/ANGOLA


A maior Diáspora Africana esta em nosso pais

Temos Influencia na Musica,Língua,na dança, 

A Africa é nossa Raiz

Nossa Maior Influencia vem de onde hoje é Angola
De lá veio , o Samba ,Capoeira e nossos guerreiros Quilombola


Povos que passam as mesma dificuldade

Em Pleno seculo 21 ainda lutam por igualdade

Povos que vivem nos guetos, nas favelas, nos becos e vielas

Povos que ainda sonham com a liberdade idealizada por Nelson Mandela

Brasil e Angola tem mais que um laço de Cultura 
Nós Somos seus Filhos disto não tenho duvida
E como um Bom Filho não Esqueço de meus Ancestrais
Maximo Respeito aos que aqui Jaz


Dica de Livro: Os Meninos de Deus – Autor José Ribeiro Rocha.
– Autor José Ribeiro Rocha.

Obra biográfica revela atrocidades e maus-tratos de orfanato religioso.
Os menores cresceram, se superaram e agora quebram o silêncio.
Em seu novo livro-reportagem-depoimento “Os meninos de Deus”, o jornalista e escritor José Ribeiro Rocha, revela dura realidade de maus tratos existentes em parte nos orfanatos brasileiros, sejam eles públicos ou privados. O que difere esta obra de consagrados títulos do jornalismo brasileiro é o fato de o autor não fazer laboratórios de observação e entrevistas pontuais nos atuais modelos de sistemas prisionais e de ressocialização por apenas alguns dias ou meses para escrevê-la. Esta é sua história de vida: é órfão e no internato cristão sofreu abusos sexuais, de violência doméstica e assim como a maioria das crianças de ambos os sexos foi vitima do bullying.
Triste e perturbador, o livro lançado pela editora Novo Século é um relato corajoso e comovente sobre uma geração excluída no Brasil: os menores carentes que viveram durante as décadas de 1970 e 1980 sob a guarda de orfanatos religiosos. Longe de serem protegidos e tutelados como esperavam, eram frequentemente submetidos a maus-tratos. Autobiográfica, a obra relata as experiências de José Ribeiro Rocha durante a passagem pela Casa do Meio – lar destinado a adolescentes –, onde ele e seus companheiros foram vítimas de agressões físicas, morais e psicológicas. Também vivenciaram violações sexuais entre si e por aqueles que deveriam ser seus “protetores”.
“Como um homem casado e com duas filhas lindíssimas foi capaz de fazer sexo com as crianças?”, desabafa Isaac com a face fechada de raiva. “Se bem que no caso dele, ele fazia o papel de mulher, mas a gente não passava de crianças”, completou. Referiu-se claramente a outro educador pedófilo, cuja religião e credibilidade, manteve esse homem longe dos holofotes. “Eles estão ali e estiveram espreitando como lobos em pele de cordeiro; foi, por exemplo, o tio que se aproveitara da oportunidade de cortar os cabelos dos internos para pôr em prática seu lado feminino; não falhava em suas investidas ao oferecer doces e promessas de dias melhores”.
Sobre o autor: José Ribeiro Rocha é jornalista, e já atuou pela Editora Abril, Revista Imprensa, TV Cultura, Fundação de Apoio a Faculdade de Educação/USP.  Após estrear como escritor com o livro Brincar de Ser Feliz, que o levou a ser finalista do Prêmio Jabuti 2008, lança seu segundo livro-reportagem, dando sequência à narrativa sobre sua infância e à carreira de escritor. Formado em Jornalismo e RTV-Vídeo, agora investe na formação de Historiador pela mesma faculdade FMU. É também pós-graduado em Ciências Sociais – Políticas e Relações Internacionais pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo.