sexta-feira, 31 de maio de 2019




Vinte e cinco anos após o lançamento de seu aclamado álbum de estreia, The Sun Rises In The East, Jeru Damaja retornou com uma mensagem criticamente poderosa para as massas em uma nova faixa intitulada “Harriet Tubman”

Nunca tímido em relatar negligência policial, política e social ao longo de sua carreira, o respeitado e sempre perspicaz “East New York”, nativo de Brooklyn, toca em uma série de desenvolvimentos modernos preocupantes dentro de seu som. São 2:10 fortemente compactado, a faixa começa com uma parte do famoso discurso do Dr. Martin Luther King de 1963, "Eu tenho um sonho", dando um tom significativo a partir de então. Emparelhado com visuais impressionantes por toda parte, Ru esclarece questões como corrupção presidencial e estrangeira, brutalidade policial, os perigos do avanço tecnológico, manipulação farmacêutica, vício em mídias sociais, injustiça nas prisões, terrorismo doméstico e o preço da fama, entre outras preocupações primordiais. 

Na conclusão do vídeo, as palavras "Você não sabe para onde está indo, se você não sabe de onde vem" aparecem. Isto é seguido por “Let's Take Back Hip-Hop.” A missão do Damaja sempre foi firmemente enraizada no estado de alerta e exame, e por um quarto de século, o estimado ferreiro tem sido capaz de casar sua mensagem perfeitamente com suas proezas líricas e afeto cru pelo Hip-Hop. Como ele transmite em torno da marca 0:34 da faixa, "Embora o jogo tenha mudado, meu objetivo ainda é assassinar a ignorância". Com "Harriet Tubman" como verificação, enquanto o mundo e a própria música naturalmente mudam para um território desconhecido, Jeru The Damaja continua sendo um farol de honestidade e verdade. 

Notavelmente, este mês viu a notícia de que, apesar dos planos em vigor há quase quatro anos, Harriet Tubman, abolicionista do século XIX, não estaria substituindo Andrew Jackson na nota de US $ 20 dos Estados Unidos. A Associated Press informa que, segundo o secretário do Tesouro, Steve Mnuchin, uma reformulação de US $ 20 é adiada até pelo menos 2028. A medida teria feito de Tubman, que morreu em 1913, a primeira afro-americana em moeda nacional.

Assista ao clipe "Harriet Tubman":


Fonte: Ambrosiaforheads


Inspirada nas mulheres ao seu redor e na sua própria correria, a rapper de Volta Redonda (RJ), Natache Silva, lança o single Rotina. Nele, ela coloca em poesia e flow o dia a dia da mulher preta, estudante, trabalhadora e periférica. Produzido pelo BeatBass High Tech, no QVP, Natache canta sobre rotulações e a construção social da identidade da mulher que se auto realiza.

Natache, que concilia o sonho de viver da música com a faculdade de Direito e ainda a rotina de trabalhar no comércio, expressa em seus versos o quanto a profissionalização é força estruturante da identidade feminina. Ela canta a realidade de muitas jovens que mediam a responsabilidade com os prazeres da vida.

“Rotina tem o sentimento que o trabalho e a diversão me trazem. Sei que assim como eu, muitas mulheres, principalmente as mulheres negras, passam por frustrações em seus trabalhos, que muitas vezes são subestimadas por seus chefes e mesmo assim não desistem por entenderem a necessidade de investir em seus sonhos. Que minha poesia e sentimento possam chegar a todos, principalmente a mulher preta, à mulher forte e as que ainda não descobriram sua força. Todo ouro pra nós!”, disse.

Rotina, gravado no Estúdio QVP e produzido pelo BeatBass High Tech, é o segundo single da rapper. “Cheguei com a música no estúdio totalmente nua e crua. Só tinha o flow e a letra na ponta da língua e eles conseguiram passar exatamente o que eu queria pra música. Foi a conexão certa”.

Ouça:


Natache, além de rapper, se desenvolve bem em diversos contextos musicais, característica que a acompanha desde a infância. No entanto, foram nas rodas de rima de Volta Redonda (RJ) onde tudo começou. Em busca de suas raízes, Natache dialoga com o R&B, Soul, e também performa pelo sound system, cantando com sentimento e expondo suas vivências na luta pela igualdade e empoderamento pessoal.

A rapper ainda faz parte do coletivo Rima Sistah, projeto que fomenta o trabalho de outras mulheres na cultura urbana por meio de oficinas de rima e noções musicais para meninas iniciantes no RAP. Seu primeiro single, INJÚRIA, foi lançado em 2017 e, logo em 2018 Natache ganhou o prêmio Dandara na categoria música na I Edição do Prêmio Dandara e Zumbi dos Palmares, realizado pela Secretaria de Cultura de Volta Redonda (RJ). Em 2019 ela gravou com o grupo de Volta Redonda (RJ), Zona Verde, o som “ Lei da Resposta. Em 2018, Natache gravou uma de suas poesias no projeto Versículo Rap do Laboratório 96 (2018), e participou do single VIVA de Greggório (2018). Recentemente foi convidada para uma participação na faixa Alluka do álbum lançado pelo rapper Nill de SP, chamado Good Smell vol. 1 que está disponível no Spotify, Deezes e demais plataformas.

Conteúdo produzido por Luísa Ritter

Neste sábado (01/06), o público poderá participar do aulão gratuito de Breaking com o B. Boy Luizin Ribeiro, na antiga Caixa D’água da Copasa que se localiza na Rua Gaturamo, número 141, na Comunidade do Vista Alegre (Vila Celeste). O evento será entre 14h00 e 15h30, e marca o início do curso de Breaking, que está na grade de cursos permanentes oferecidos pelo Projeto Bom de Bola, Bom de Escola que tem como responsável o Presidente do Bairro Luiz Claudio Da Costa. As oficinas acontecerão todas as terças-feiras entre 19h30 e 21h00, e serão oferecidas gratuitamente para toda a comunidade.
O professor B. Boy Luizin vai embalar o público numa aula divertida de Breaking, dança que foiDesenvolvida a partir da criação do Break Beat pelo Dj Kool Herc, a dança reúne em si diversas referencias, como passos de danças sociais dos(as) negros(as) americanos, danças latinas, russas, kung-fu, entre outras. O Breaking é a expressão corporal que transmite toda a carga das experiências de vida dos(as) jovens que vivem nos guetos. Atualmente o Breaking não é a única dança no universo do Hip Hop. Poppin, Lockin, House, Electric Boogie, Up-Rockin, Hip Hop Freestyle e outras, fazem parte atualmente do universo dessa cultura, apesar de terem suas origens separadas dos primórdios do Hip Hop.

O Breaking trabalha consciência corporal, equilíbrio, coordenação motora, postura, alongamento, memorização, musicalidade, socialização e autoconfiança. Os interessados em participar do aulão devem comparecer ao local, e se de menor de 18 anos, favor comparecer acompanhados dos pais.
Serviço
01/06
Aulão gratuito de Breaking
Local: Antiga Caixa D’água da Copasa que se localiza na Rua Gaturamo, número 141, na Comunidade do Vista Alegre (Vila Celeste).
Horário: 14h00 e 15h30
Entrada gratuita.
Conteúdo produzido por Wesley Luiz Costa Ribeiro

Acompanhe o artista nas redes sociais
Instagram - @b.boyluizind301
Página no Facebook - b.boyluizin
 Canal no YouTube - B.Boy Luizin Ribeiro


"Conte Comigo" chega às plataformas digitais conectando a mpb, rap, o pop e r&b, de duas potências da música brasileira

“Conte Comigo”, do Jota.pê, chega às plataformas digitais nesta sexta-feira e aproxima o lançamento do seu EP. Dessa vez, unindo-se a outra potência artística nacional, a faixa registra parceria com a cantora e ativista Bia Ferreira. Ela, a partir de dois dos seus poemas, assina a letra. Juntos, harmonia e melodia.

“Esse som é bem autoexplicativo. Falamos sobre estar juntos. Sobre amor... E não apenas o amor romântico, entre casais. É uma ideia maior, sabe? De estar presente nos piores e melhores momentos, sendo abrigo e combustível na vida das pessoas que amamos”.

Comandando a produção musical, Lucas Mayer conecta os dois universos que caminham pelo r&b, mpb, rap e pop.
Entre percussões e levadas bem marcantes de bateria, uma linha de baixo evidencia timbres mais densos. Os violões conduze-me dançam ao fundo enquanto metais acrescentam um charme ao refrão. Tudo isso ao mesmo tempo em que o teclado inspira modernidade.
Entre os instrumentistas envolvidos na gravação, além do próprio Jota.pê e do produtor Lucas Mayer nos violões, Marcelo Mariano (baixo), Kabé Pinheiro (bateria e percussão), Silvinho Erne (teclado) e Nahor Gomes (metais).
A mixagem e masterização é de Rodrigo Deltoro

Ouça aqui:



SOBRE JOTA.PÊ

Cantor e compositor paulistano, Jota.pê lançou seu primeiro álbum, “Crônicas de um Sonhador”, em novembro de 2015. 

O artista já se apresentou em diversos locais e eventos pelo Brasil. Entre eles, Rio2C, Memorial da América Latina, Sofar Sounds, Showlivre, além de participar do The Voice Brasil 2017, sendo considerado por Lulu Santos uma das melhores vozes de todas as temporadas do programa.

Atualmente, prepara-se para lançar seu próximo EP, "Garoa".

O som lançado no último dia 29, conta com produção de Scooby, e gravação, mix e master pelo Estúdio N1. Além do videoclipe pela galera do Anúbis Corporation. 
O som "Surto" traz uma ideia mais introspectiva, combinando com a imagem do clipe, traz um obscurantismo planejado, pra tratar de espectros da depressão.

Segundo o próprio Mika, "Esse som veio de um processo longo, cada pequena parte escrita se trata de um momento vivido em um ano bem conturbado. Hoje em dia é comum ouvir que a depressão é a doença do século e mesmo assim pessoas banalizam isso, alguns chamam até de frescura"

Seguindo a perspectiva, podemos trazer a questão da falsa preoucupação das pessoas com as outras ao seu redor. Muitas vezes preoucupadas demais em ficar bem, nem se dão conta que pessoas próximas já desistiram da vida, morreram, mas ainda respiram. "Vocês falam tanto em pegar a visão, mas nem se deram conta que nossos irmãos há muito tempo já não visam um futuro!"

Nos versos "Me encontro no alto da ponte com uma visão tão bela, gritando pelo amor de Deus não desistam da vida" podemos notar a preocupação do MC em trazer sua dor, pra chamar atenção das pessoas, pra que olhem ao seu redor. "Eu comecei a escrever a música minutos depois de receber a notícia de que um amigo havia se suicidado, me questionando, 'por que não fiz nada pra tentar ajudar?' Eu escrevi com a alma, mesmo me sentindo morto por dentro, quis ver as coisas de outro modo, para que as pessoas também vissem" completa Mika.


Mika MC, da cidade de Americana, interior de São Paulo, tem as Batalhas de MC's como marco em sua vida desde 2013, e chegou a integrar o grupo Efeito Radioativo, com seu irmão, porém agora segue em carreira solo.

Confira abaixo:

quinta-feira, 30 de maio de 2019



A espera por Bandana tem sido bastante extensa, mas finalmente conseguimos uma data de lançamento para Freddie Gibbs e a muito aguardada continuação de Madlib para a sua bomba de 2014, Piñata.

Com uma data finalmente confirmadaMadGibbs mantém as coisas rolando com sua terceira faixa do ano - seguindo “Flat Tummy Tea” e a faixa-título com Assassin com uma nova música chamada “Crime Pays”, que é lançada com um vídeo correspondente. que encontra Gibbs numa fazenda com trabalhadores caucasianos. 

Confira o clipe direcionado a Nick Walker abaixo:


Fonte: 2dopeboyz

Ainda no hype do The ALL, o Smif N Wessun está de volta com o quarto vídeo do projeto. 
Seguindo os clipes de Let It Go”, Testify e Stahfallah, o duo de BK se aventurou em Miami para o vídeo oficial de “Ocean Drive” com Musiq Soulchild. Infelizmente, Rapsody, que apareceu na versão do álbum, não aparece no clipe. 

Confira o clipe dirigido por Lisa Smith

FOTO: JOSÉ DE HOLANDA


Nos dias 20, 21 e 22 de junho (quinta feriado, sexta e sábado), acontecerá a 1ª edição doFestival AMOBANTU – Festival de Música e Cultura Bantu, com programação GRATUITA no Centro de Culturas Negras do Jabaquara.

O Festival vai celebrar a importância da cultura bantu e sua influência no Brasil com shows de música e outras atrações como exposição, feira de artesanato, culinária, palestras, além de atividades como oficinas e minicurso sobre a temática.

Participam do evento nomes como os músicos Toca Ogan (percussionista da Nação Zumbi) e Eder “O” Rocha (ex-integrante do Mestre Ambrósio), a coreógrafa Tainara Cerqueira e Tata Ananguê - professor e sacerdote presidente da Confederação Nacional dos Candomblés de Angola e dos Costumes e Tradições Bantu no Brasil e da Casa Raiz do Benge Ngola Djanga ria Matamba.
Na programação de shows: Jéssica Areias, Batucada Tamarindo, Negu Edmundo, Coco de Oya, Laylah Arruda, Senzala Hi Tech, Djanguru Sound System, Buena Onda Reggae Club e Nega Duda.

LOGO MAIS INFORMAÇÕES DETALHADAS!



SERVIÇO:
Festival AMOBANTU – Festival de Música e Cultura Bantu
Data: 20, 21 e 22 de junho de 2019 (quinta feriado, sexta e sábado)
Horário: das 10h às 19h30
Local: CCNJ - Centro de Culturas Negras do Jabaquara - Mãe Sylvia de Oxalá
Endereço: R. Arsênio Tavolieri, 45 | Jabaquara, São Paulo
Telefone:  (11) 5011-2421
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Ingressos: ENTRADA GRATUITA (todas as atividades são abertas ao público e não é necessário a retirada de ingressos)

Bitro, anuncia saída do coletivo Damassaclan apresentando seu novo video clipe ”REF” dirigido por Samukera, e conta com a participação das gêmeas Tasha & Tracie, relatando a vivência do rapper.
Conhecido anteriormente por “Bitrinho”, não enxerga mais a necessidade de usar seu nome em diminutivo, a partir de agora é Bitro, apenas.

Filho William Santiago, produtor musical da Zimbábwe, tem a herança da black music no berço familiar como sua principal referência.
Em seus 10 anos de carreira contribuiu em dezenas de colaborações e em 2013 lançou sua mixtape de estreia “FexaCaz10”. Já participou do programa Rap Box, do coletivo Afrika Kidz Crew, e foi recomendado por Mano Brown, durante entrevista no Pânico na TV.
“Sai do Damassa em busca de uma evolução pessoal e musical, hoje tenho uma equipe, e a a minha própria gravadora.” afirma Bitro, deixando claro seus objetivos daqui pra frente.
O som produzido por Bnon é um questionamento retórico que afirma a identidade do artista para o público do rap. “Pergunta o que eu sou pra sua REF, seu ídolo é fã”, trazendo ideias ácidas que mostram que Bitro não é um novato. 

Assista o vídeo clipe disponível no youtube: 



Ficha Técnica:

Realizacão: Zoo37

Direção/Edicão: Samukera

Co-direção: Roger Limera

Instrumental/Mix/Master: Bnon

Elenco: Tasha & Tracie, ADPL

Redes Sociais - Bitro




Foi disponibilizada hoje mais uma faixa da saga de faixas soltas da dupla "DreamKiller & Kay". Aguardem pelo projeto #ATLANTO de "DreamKiller" e pela Mixtape "Deus Perdoa" de  "Kay".

Ouça:


Links das Plataformas digitais:

quarta-feira, 29 de maio de 2019


Erick Sermon e Parrish Smith estão de volta ao trabalho depois de mais de 30 anos desde o lançamento do álbum de estreia do EPMD, Strictly Business. Em Long Island, Def Squad Studios, de Nova York, falando para a AFH TV, Erick e Parrish soltaram novas informações sobre o oitavo álbum da dupla, que se intitula Big Business. 

Na conversa em vídeo, os lendários artistas da rap estadunidense revelam que, para o primeiro trabalho do grupo desde 2008, We Mean Business, eles estão trabalhando com um produtor conhecido por hits com De La Soul, Method Man & Redman e JAY-Z. Rockwilder, cujo estúdio está alojado no prédio ao lado do laboratório de Erick, está criando músicas para o duo. Com três músicas gravadas até agora, o "Bandido de Olhos Verdes" (Erick Sermon) elogia os esforços de Parrish para o progresso do álbum. 

Como eu e Erick nos conhecendo desde a 8ª série, os negócios são uma coisa e a música é outra”, diz Parrish no início da conversa. “Na realidade, vindo de Brentwood, Long Island [e tendo] esse parentesco e essa amizade, é mais forte que a música e coisas assim.” Mesmo durante os 11 anos desde o último esforço conjunto, o vínculo entre esses dois MC / produtores permaneceu forte. 

A EPMD lançou recentemente um álbum de concerto gravado no palco com uma banda, o Live Business. No mês passado, o Erick Sermon, lançou o álbum Vernia, com participações de AZ, Big K.R.I.T., Too Short, Keith Murray, Raekwon e outros.

Fonte: AmbrosiaforHeads


Em 19 de julho, o MC e o DJ/Produtor vão lançar a sétima parte do projeto colaborativo, The Iliad is Dead e The Odyssey is Over. E desta vez, o 9th Wonder convidou o The Soul Council - sua tropa de produção com Khrysis, Eric G, AMP, Kash e E. Jones - para ajudar na produção. 

“9th Wonder e eu estamos trabalhando juntos desde '03, e nós somos como irmãos neste momento. Este álbum é o meu primeiro lançamento pós-Strange Music e pós-muitas outras mudanças importantes na vida”, disse Murs à AFH. “Eu queria dar tudo de mim, então minha esposa teve a gentileza de segurar o forte por algumas semanas enquanto eu mergulhava no processo de gravação. [Passamos] 18 horas por dia ouvindo batidas e tentando criar o melhor material possível. The Iliad is Dead and The Odyssey is Over."

Nós definitivamente não nos apressamos; como evidenciado pela turnê de 41 cidades que acabei de concluir, promovendo um álbum que ainda não está lançado”, continuou ele. “Estou muito orgulhoso do nosso trabalho e estou ansioso para compartilhar com o mundo. Quando começo o próximo capítulo desta saga épica, sou abençoado por chamar minha carreira de Ilíada morta e a Odisseia Acabada. Quando o 9th disse que era o título. Eu estava tipo "Nah", mas agora acho que é um ajuste perfeito para este momento." 


Além de revelar a capa, tracklist e data de lançamento, Murs e 9th também compartilharam 2 sons do álbum: “Night Shift”, produzido por Kash, e “Ga $ Station Gucci Belt”.


“The Hulk”

“Cancun ’08” f. Pookie Blow & $ilk Money
“My Hero” f. Heather Victoria
“Ga$ Station Gucci Belt”
“Unicorn Glitter”
“High Noon” f. Rapsody & Reuben Vincent
“Night Shift”
“Give Me A Reason”
“Super Cojo Bros” f. GQ & Cojo
“F*ck Them”
“Tony Robbins Pocketbook”
“Sin”



Confira os dois sons abaixo o projeto sai em 19 de julho.



Fonte: 2dopeboyz

Depois de provocar os fãs por anos, parece que Freddie Gibbs e Madlib estão finalmente prontos para lançar a tão esperada continuação de Piñata. 

Oficialmente apelidado de Bandana, o projeto é liderado pelo previamente lançado “Flat Tummy Tea” e a faixa-título com Assassin, o projeto marcará o segundo de uma trilogia - o terceiro sendo Montana, que esperamos que não demore mais cinco anos. a ser lançado. 

Nenhuma data foi anunciada em Bandana, mas com a data aproximando, a dupla MadGibbs revelou a arte oficial. Veja abaixo:



Após o lançamento do álbum intitulado "O Legado", que contou com participações de diversos artistas do Centro Oeste, como GOG, Froid, Jean Tassy e Adão do grupo Thegust Mc’s, Thiago Jamelão, Diogo Loko, Japão Viela 17, Thaís Batalha, Rafael Duarte, Rafael Cabelo e Wine B; o rapper Heitor Valente prepara o lançamento de um novo disco para agosto de 2019.
O anúncio do novo disco foi feito pelo artista em suas plataformas digitais, e já tem um nome; "O Presságio".


O rapper, que também atua como educador social, agente cultural, produtor musical é também presidente da ONG "AREA" (Associação Respeito e Atitude) vem fazendo uma série de apresentações no DF e em outros estados como São Paulo, Belo Horizonte Goiânia, Anápolis, João Pessoa, etc e cada vez mais vem se destacando pela musicalidade, postura e contundência em seus trabalhos.


O artista é idealizador de diversos projetos sociais no Distrito Federal, entre eles o PROJETO RAP (Ressocialização, Autonomia e Protagonismo) desenvolvido nos presídios e centros de internação infanto-juvenil do DF, onde recebeu uma premiação da UNICEF, órgão das Nações Unidas (ONU) que tem como objetivo promover a defesa dos direitos das crianças.


Com instrumentais de influência G-Funk, Jazz, Blues, R&B e Soul, combinados com letras de impacto social e conteúdo lírico ideologicamente agressivos, Heitor Valente representa a união perfeita entre a raiz da velha escola e a versatilidade da nova geração do RAP nacional.


Confira mais sobre o trabalho do artista em seu canal no youtube ou nas plataformas de Streaming como Spotify, Deezer, apple music e etc.


YOUTUBE/INSTAGRAM: @heitorvalenteoficial

Pois em tempos de Bolsonaro, usar rosa com azul é ato político, fumar maconha é protesto, e não se estressar é tática de guerrilha.

Buscando manter a essência dos boombaps "Golden Erísticos", sob uma textura moderna, chill, e intimista, Offline é um registro audiovisual do renascimento de d.E vulgo Dia. É um Lofi Hip Hop, acompanhado de um clipe politizado, pra gente relaxar sem ficar alienado. A obra no geral é um ataque direto ao conservadorismo cristão! Ela conta com a produção executiva do próprio artista, finalização de Big Eddy, filmagem de Daniel Campanelli, e a direção/roteiro dividido entre d.E e o mesmo.

Assista:



Sobre o artista:

d.E vulgo Dia é cria da Região Metropolitana do RJ, Itaboraí. É um dos fundadores da Roda Cultural/Batalha da foice, que segue na resistência desde 2013. Depois de trabalhar com diversos artistas do underground metropolitano carioca, tornando-se grande referência em termos de Hip Hop na cidade, d.E amadurece artisticamente e lança seu primeiro trampo realmente profissional! Sua proposta segue sendo o Rap lírico, o engajamento sociopolítico de tendência anarquista e a busca por referências nas mais diversas formas de arte; do xarpi ao cinema!


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terça-feira, 28 de maio de 2019


A cantora Elza Soares, ícone da música popular brasileira, sem conter as lagrimas diante da platéia, recebeu o título de "Doutora Honoris Causa". Ela é a segunda artista negra a receber uma homenagem desta no Brasil. O título foi entregue no Salão de Atos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. 


A primeira foi a sambista do recôncavo baiano, Dona Dalva.
Dona Dalva foi a primeira artista negra brasileira a receber o título de Doutora Honoris Causa. O título foi concedido em 2012 pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)

Além de agradecer repetidas vezes pela homenagem, a cantora defendeu a importância do investimento em educação e relembrou momentos marcantes de sua vida — a começar pela vez em que foi ridicularizada ao estrear em um palco. Quase 70 a Elza Soares é a primeira artista negra brasileira a receber o título de Doutora Honoris Causa.

Em um bate-papo com o compositor José Miguel Wisnik após a entrega do diploma pelo reitor Rui Vicente Oppermann, no Salão de Atos da UFRGS, Elza lembrou de quando se apresentou no show de Ary Barroso, como exemplo das dificuldades que teve de enfrentar como mulher, negra e pobre, para se estabelecer como uma das vozes mais importantes do país. Questionada ironicamente por Barroso de que planeta tinha vindo, respondeu: "Do planeta fome"

André Ávila / Agencia RBS

— Deram gargalhada de mim, que pesava pouco mais de 30 quilos e usava alfinetes nas roupas. Mas não me importei com aquilo. Cantei, e o Ary Barroso me deu a nota máxima. Ninguém mais deu risada — contou Elza. os depois, as risadas despertadas por sua magreza e pelas roupas mal-ajambradas se transformaram em aplausos e gritos entusiasmados de "doutora". 

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Honoris Causa a Elza Soares - Acontece na UFRGS