quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Rihanna

''A cantora Rihanna falou abertamente sobre seu namoro com Chris Brown em entrevista à revista Rolling Stone. Para ela, o que importa é ser feliz. “Decidi que, para mim, era mais importante ser feliz. Não deixaria a opinião de ninguém se tornar um obstáculo para isso”, declarou.

Desde que se reaproximou do cantor no ano passado, muitas figuras públicas se posicionaram contra ambos, afirmando que a agressão física de 2009 não poderia ser esquecida. Mas Rihanna ignora os comentários. “Mesmo que seja um erro, é o meu erro. Depois de passar anos atormentada, indignada e obscura, prefiro viver minha verdade e tomar uma folga. Posso lidar com isso”, disse.

Segundo ela, o namoro está em uma ótima fase, porque os dois sabem exatamente o que têm juntos e valorizam muito isso. Questionada sobre o medo de ser agredida novamente, ela se mostra corajosa. “Isso não é uma possibilidade. Não posso dizer que não acontecerá nada errado, mas estou segura de saber que ele está triste com isso. E eu não teria ido tão longe se achasse que existisse essa possibilidade”, falou.''



Wild For The Night cover



Tracklisting
  1. Higher – Baauer + Just Blaze
  2. Piss Test (Flosstradamus Rmx) – A-Trak feat. Juicy J, Jim Jones
  3. Bands A Make Her Dance (M-Rock Trapped Out Mix) – Juicy J
  4. Young & Gettin It (Nick Catchdubs Remix) – Meek Mill feat Kirko Bangz
  5. Katie Got Bandz – Carnage ft. Katie
  6. Father time – Saukrates
  7. Wild For The Night – A$AP Rocky
  8. Jah No Partial (Yellow Claw & Yung Felix Remix) – Major Lazer
  9. Yap Em (Ante Up Trap Mix) – DJ Green Lantern
  10. Marble Floors (Thugli Bootleg) – French Montana & Rick Ross
  11. Relax & Take Notes – 8 Ball & MJG
  12. Take Notes – Young Piff & Sandor
  13. AK 40 Round – Lex Supreme
  14. Dipset Anthem Rmx – Munchi / ATCR
  15. Stay Fly (Steven V & Alvo’s Bubba Kush Remix) – Three 6 Mafia
  16. Do It (NuTrak TRAP remix) – Mykko Montana
  17. Trap For Me (Van Toth Remix) – Deadmau5 ft. Kaskade
  18. Your Body (Trayze Trap’d Out Mix) – Christina Aguilera
  19. Let’s Go (CC Trap Rmx) – Calvin Harris Feat. Ne-Yo
  20. The Calling (Dj Valid Trap Remix) – Sebastian Ingrosso & Alesso
  21. Don’t You Worry Child (Valid Trap Remix) – Swedish House Mafia ft John Martin
  22. Spectrum (Luvtek Remix) – Zedd
  23. Same Damn Grime! – Future/RL Grime/Big Once
  24. Flood – RL Grime
  25. Satisfaction (RL Grime Remix) – Benny Benassi
  26. Music Sounds Better With Blunt Passing ((Serafin Trap Remix)) – Stardust
  27. Jah Movement – Black Chiney
  28. Climax (Flosstradamus Remix) – Usher

terça-feira, 29 de janeiro de 2013


Depois de inúmeros altos e baixos e após a fatalidade da perda do integrante Gilmar, o grupo Alvos Lei da Zona Sul de São Paulo está de volta ao jogo.
Liderado  pelo criador, escritor, compositor, intérprete e produtor do grupo: Dimenó da Vila Missionária volta para a cena do Rap Nacional com as cartadas: "Dimenó Apresenta A Fallange " e no Mixtape Dj Bola 8" O Jogo com a faixa" Tamo no Jogo "  também com o grupo no qual Dimenó  é padrinho e tem participações no novo álbum do A Fallange " Questão de Honra ", recentemente lançado em meados de dezembro considerado  revelação do ano 2010 com futuro promissor no Rap Nacional Brasileiro.


A formação atual do grupo é composto por integrantes que estão na  caminhada e trajetória desde o inicio e também no passado recente da historia do Alvos da Lei,  Dimenó escala o Time de centro-avantes  do Rap Nacional como Betão Pesadão do Qi vocalista do Qi Racional, Digão do grupo A Fallange, Scorpion, Dj MF e Jota e dos gramados Europeu com Preto Rock que desde a perda de Gilmar encontra-se  na Periferia de Londres,  no Reino Unido hoje conformado, esta reunindo os artilheiros no Novo Projeto do Alvos Da Lei com participações com Rappers Internacionais de alguns países.

Rappers como os americanos Planet Asia e Turbin Los Angeles, de Milwaukee também  da terra do Tio Sam os mexicanos El Chivo skribe Grupo Kinto Sol, de Chicago Juan Zarate e  Anthorcha  do grupo Serpientes y Piramide representando nossos irmãos chicanos ,  os britanicos K KOKE da gravadora RocNation do Jay -Z,  o Frances Soprano, os Cabo-Verdianos e Celso OPP e Thug Paxion Thug da OPP Posse de Portugal,  juntamente com o Angolano Don Jaga  e o Portugues Big Boyz Kryz dos  Bravo Boyz e outros.
Com reforço gringos na Contenção , sem Fronteiras também vem com a linha de frente de monstros  do Rap Nacional como W Dee “Consciência Humana”, Douglas "Realidade Cruel", Edi Rock Racionais Mc's ", Renan" Inquérito " Fex  Bandollero“ Filosofia de Rua” Easy Kaos “ Facção Anti Sistema” O Prório Dimenó  “Alvos Da Lei”  e outros.
Entre Monstros Consagrados & os Gringos, a finalidade Do Projeto Sem Fronteiras e a de unir o verdadeiro  Gangsta Rap  com mensagens positivas e intelectuais de artistas cujo a seriedade vem em primeiro lugar, unificando e informando a juventude resgatando a sabedoria em oposto do bling bling  da mídia Fonográfica ilusória existente corrompendo a real informação e direcionando o jovem oprimido em  direções negativas dando check mate e desclassificando o sistema.





01.The World Is Yours (feat. Baatin & T3)
02. And We Go (feat. T3, Young RJ & Fat Ray)
03. Decadence (feat. T3, Young RJ & Guilty Simpson)
04. Riot (feat. Rapper Big Pooh, Joe Scudda & T3)
05. Gangster Bitch (feat. T3, The Action Figures & Denmark Vessy)
06. Greatness (feat. Illa J, Young RJ, T3 & Jyotika)
07. Hustle (feat. Young RJ, Vice, T3 & J Ivy)
08. Straight From The Vil (feat, T3 & Focus)
09. Nightmares (No Mas) (feat. T3, Illa J & Young RJ)
10. Look at Yo Face (feat. Illa J, T3 & Vice)
11. How It Feel (feat. T3, Illa J & Young RJ)
12. What You Want (feat, Focus, Rapper Big Pooh, Illa J, Vice T3 & Young RJ)
13. We Gone (feat. T3, Young RJ & Kam Corvet)
14. Un Fuc Witable (feat. T3, Illa J & Clear Soul Forces)
15. Exodus (feat. Focus, T3, Vice & Young RJ)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013



ESTA MUSICA TEM UMA MENSAGEM MUITO LOKA.. OUÇA ESTA MUSICA..

VEJA SÓ O REFRÃO DESTA MUSICA.

Nada Vale nesta vida, e nada no mundo inteiro a real felicidade nao se Compra com Dinheiro, não é no Ouro e Prata, não é na Vaidade nos Temos que Abrir os Olhos pra Realidade"
"Eu vo na Contra mão do Mundo, com Mundão Não me iludo, o inimigo faz tudo pra me enganar mas não me iludo"
 







“OraAção” é o título do terceiro CD do grupo de Rap MN e a Junção pela gravadora independente Crente Loko. O disco que foi escrito, produzido e desenhado pelo rapper MN estará disponível pra download gratuito no site do grupo dia 01/03/2013www.mneajuncao.com.br – 

Confira o track-list abaixo e aguarde o lançamento:

01 – A Teoria e A Prática da Fé (Prod. MN)
02 – OraAção (Prod. Marcos Beat)
03 – Leão de Judá (Prod. Thiago Mendes e MN)
04 – Barulho (Part. Fe Moreira “Plus Salvation”) (Prod. Ivan Santos)
05 – Curtindo A Vida (Prod. MN)
06 – Rico Pela Graça (Part. Fex Bandollero) (Prod. MN)
07 – Mãe (Part. Fésson e Natan Moura) (Prod. Thiago Mendes)
08 – Pra Lá de Bagdá (Part. Tito JV) (Prod. MN)
09 – Ciclo Vicioso (Part. JC Sublevação) (Prod. MN)
10 – Sexo Sem Nexo (Part. Se7e e TH) (Prod. Thiago Mendes)
11 – Tráfico Humano (Prod. MN)
12 – Pensamento X Sentimento (Prod. Marcos Beat)
13 – Reconstituir (Prod. MN)
Faixas Bônus
14 – Esquina Venenosa (Part. Banca DK) – Bônus CD Digital
15 – O Melhor MC (Part. Max Musicamente) – Bônus CD Físico 



Angela Yvonne Davis (Birmingham, 26 de janeiro de 1944) é uma professora e filósofa socialista estado-unidense que alcançou notoriedade mundial na década de 1970 como integrante do Partido Comunista dos Estados Unidos, dos Panteras Negras, por sua militância pelos direitos das mulheres e contra a discriminação social e racial nos Estados Unidos e por ser personagem de um dos mais polêmicos e famosos julgamentos criminais da recente história americana.

Angela nasceu no estado do Alabama, um dos mais racistas do sul dos Estados Unidos e desde cedo conviveu com humilhações de cunho racial em sua cidade. Leitora voraz quando criança, aos 14 anos participou de um intercâmbio colegial que oferecia bolsas de estudo para estudantes negros sulistas em escolas integradas do norte do país, o que a levou a estudar no Greenwich Village, em Nova Iorque, onde travou conhecimento com o comunismo e o socialismo teórico, sendo recrutada para uma organização comunista de jovens estudantes.

Na década de 1960, Angela tornou-se militante do partido e participante ativa dos movimentos negros e feministas que sacudiam a sociedade americana da época, primeiro como filiada da SNCC de Stokely Carmichael e depois de movimentos e organizações políticas como o Black Power e os Panteras Negra.
Notoriedade e prisão

Em 18 de agosto de 1970, Angela Davis tornou-se a terceira mulher a integrar a Lista dos Dez Fugitivos Mais Procurados do FBI, ao ser acusada de conspiração, sequestro e homicídio, por causa de uma suposta ligação sua com uma tentativa de fuga do tribunal do Palácio de Justiça do Condado de Marin, em São Francisco.

Durante o verão daquele ano, Angela estava envolvida nos esforços dos Panteras Negras para conquistar a apoio da sociedade a três militantes presos, George Jackson, Fleeta Drumgo e John Clutchette, conhecidos como os “Irmãos Soledad”, por terem sido aprisionados na Prisão de Soledad, em Monterey.

No dia 7 de agosto, Jonathan Jackson, o irmão de 17 anos de George, em companhia de dois outros rapazes, interrompeu de armas na mão um julgamento num tribunal na tentativa de ajudar a fuga do réu do caso que estava sendo julgado, o amigo James McClain, acusado de ter esfaqueado um policial. Jonathan e seus amigos se levantaram do meio da assistência na sala do júri e renderam todos no recinto, conduzindo o juiz, o promotor e vários jurados para uma van estacionada do lado de fora. Ao entrar na van, Jackson gritou que queria os “Irmãos Soledad soltos até o meio dia e meia em troca da vida dos reféns”.

No tiroteio que se seguiu com a perseguição policial ao grupo, Jonathan e um amigo foram mortos pela polícia, não sem antes matarem o juiz Harold Haley com um tiro na garganta e o promotor raptado ficou paralítico com um tiro da polícia. As investigações que se seguiram identificaram a arma de Jonathan como registrada em nome de Angela Davis.
Manifestação em Boston pela libertação de Angela Davis, 1970.

Com sua prisão decretada pelo estado da Califórnia e o FBI em seu encalço, Ângela fugiu do estado e desapareceu por dois meses, sendo alvo de uma das maiores caçadas humanas do país na época, acompanhada dia a dia pela mídia, até ser presa em Nova Iorque em outubro. O julgamento de dezoito meses que se seguiu, colocou uma mulher negra, jovem, bonita, culta e politizada, assessorada por uma equipe brilhante de advogados, no centro das atenções da imprensa americana num paralelo que só seria igualado décadas depois pelo julgamento de O.J. Simpson. Nos longos debates na corte, não apenas o caso criminal envolvido veio à tona, mas uma grande discussão sobre a condição negra na sociedade americana foi travada. Manifestações diárias por sua libertação e absolvição aconteciam do lado de fora do tribunal e por todo o país, transmitidos ao vivo pela televisão.

Dezoito meses após o início do julgamento, Angela foi inocentada de todas as acusações e libertada. John Lennon e Yoko Ono lançaram a música Angela em sua homenagem e os Rolling Stones gravaram Sweet Black Angel, cuja letra falava de seus problemas legais e pedia sua libertação.



Celebridade e liberdade

Finalmente livre, Angela foi temporariamente para Cuba, seguindo os passos de seus amigos,os ativistas radicais Huey Newton e Stokely Carmichael. Sua recepção na ilha pelos negros cubanos num comício de massa foi tão entusiástico que ela mal pôde discursar. De acordo com Carlos Moore, um escritor bastante crítico das relações raciais na Cuba comunista, sua visita ao país causou grande impacto entre a população negra num tempo em que expressões de identidade racial eram bem raras em Cuba. Suas credenciais revolucionárias permitiram aos nativos se identificarem de público com seus pensamentos, sem medo de serem taxados de contra-revolucionários pelo governo cubano.

Em 1975, fatos polêmicos também aconteceram, entretanto, como o discurso crítico feito contra Angela pelo dissidente russo Aleksandr Solzhenitsyn em Nova York, que lhe acusava de hipocrisia em sua simpatia pela União Soviética, ao não falar sobre as condições dos prisioneiros políticos em regimes comunistas e por ignorar uma carta de presos políticos tchecos perseguidos pelo Estado lhe pedindo ajuda, como celebridade comunista que era agora, para denunciar as condições em que eram submetidos na cadeia, sabendo-se, como ela, inocentes. A resposta de Angela, “eles merecem o que tiveram, que continuem na prisão”, foi bastante explorada pela imprensa na época.

Posteridade



Angela Davis candidatou-se a vice-presidente dos Estados Unidos em 1980 e 1984 como companheira de chapa de Gus Hall, presidente do Partido Comunista americano, tendo votação irrisória. Continuou sua carreira de ativista política e escreveu diversos livros, principalmente sobre as condições carcerárias no país.

Se considera uma abolicionista, não uma reformista prisional. Em suas palestras sempre se refere ao sistema carcerário americano como um complexo industrial de prisões; aponta como um das soluções para o problema a extinção do cumprimento de penas em presídios e como fator determinante da maioria de prisioneiros americanos serem de negros e latinos a questão da raça e classe social.

Nos últimos anos continua a fazer discursos e palestras principalmente em ambientes universitários e se mantém como uma figura proeminente na luta pela abolição da pena de morte na Califórnia. Em 1977-1978 foi-lhe atribuído o Prêmio Lênin da Paz

PARABÉNS ÂNGELA DAVIS PELOS SEUS 69 ANOS!!