sexta-feira, 31 de julho de 2009




Como Prometido Depois da Homenagem q eu fiz ao "MJ" com a Musica Michael Jackson Feat Tupac,B.I.G Will You Be There [Prod Thug]. Fiz esta Mixtape com Remix de Musicas famosas do Michael e Tambem fiz alguns beats usados musicas do Michael. Usei Samples das musicas:Bad,Will You Be There,They Don't Care About Us,P.Y.T.(Pretty_Young_Thing),Dont stop til you get Enough, Alem de Intrumentais como Smoth Criminal,Rock My World,Bad,Rock With You.

Track List
1- Intro MJ
2-Tupac ft Big e Big L Deadly Combination [By Thug]
3-Jay-z feat Ugk Hey Papi [Prod.Beat Thug]
4-Michael Jackson Feat Tupac,B.I.G Will You Be There [Prod.Beat Thug]
5-Young Buck - Shorty Wanna Ride [Prod.Beat Thug]
6-Tupac - My Block [Prod.Beat Thug]
7-Michael Jackson feat Slim Thug,Ti & Bun B -They Don't Care About Us [Prod.Beat Thug]
8-Michael Jackson Feat. Bigl e Trina- Rock My World [By Thug]
9-Michael Jackson feat Young Buck -Bad [By Thug]
10-Young Buck feat Lil Scrappy - Money in the Bank [By Thug]
11-Michael Jackson feat Tupac - Rock With You [By Thug]

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Mixtape - Michael Joseph Jackson

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Mixtape -Michael Joseph Jackson


Páginas Pretas

Autoridade máxima Quando se fala na liderança feminina no candomblé, nomes como Iyá Nassô, Iyá Detá e Iyá Kalá são sempre lembrados. Essas mulheres, africanas corajosas, trazidas para o Brasil na época da escravidão, se reuniam ao culto aos seus orixás contra tudo e contra todos.



Especial

Graffiti a arte da revitalização urbana Eles moram na periferia de São Paulo e, com o projeto São Mateus em Movimento, dão mais vida ao lugar onde vivem. De uma favela fizeram uma galeria de arte a céu aberto



Raízes

África em São Paulo Por intermédio das artes plásticas, da dança e da "contação" de histórias, professor angolano vai fazendo sua militância e revela aos brasileiros algumas culturas do continente negro



Movimento

A legião negra Esta história não é contada nos livros didáticos, mas os negros tiveram uma importante participação na Revolução Constitucionalista de 1932



Sempre na Raça

Visão diferenciada Negro, pobre e deficiente visual. Teoricamente, onde chegaria um homem assim? Com determinação, humildade e otimismo ele foi longe, muito longe... e ainda quer mais
Obras de arte Irmãos cabeleireiros criaram uma nova tendência: cortes inspirados nas obras de Tarsila do Amaral, uma das principais artistas do Modernismo brasileiro e idealizadora do movimento antropofágico
Reflexão para a liberdade


Eu Comprei a Minha Hoje..Todo negro q gosta de ler..tem q compra esta revista..q tem o Negro em Foco..O Negro em Destaque..pelo q ele é e pelo oq ele conquista.

Compre a sua nas Bancas mais Proximas
Reflexão para a liberdade

por CELSO PRUDENTE*

A história de Wesley Cook, mais conhecido como Mumia Abu-Jamal, ex-militante dos Panteras Negras condenado à morte pelo assassinado de um policial na década de 1980, fez surgir ao redor do mundo um grande movimento por sua libertação. O afro-americano é mais uma vítima da flagrante injustiça contra os negros no Estado da Pensilvânia - precisamente na cidade da Filadélfia - e sua prisão tem características religiosamente políticas

Com o propósito do discernimento da perseguição ao indivíduo, que se coloca contra a ordem estabelecida, buscando justiça e resgate da dignidade - algo recorrente à questão racial no mundo - parece oportuno analisar elementos originários da pena de morte, marca da contradição racial nos Estados Unidos. Observa-se na subtração da vida como forma de sanção ao indivíduo contrário à força hegemônica, prática bastante remota, observada em fatos que antecedem, em pouco mais de 1.600 anos, a era do Cristo. Por exemplo, o código de Hamurabi, com a violenta lei de talião, ficou no imaginário popular das relações jurídicas, como "olho por olho, dente por dente". Possivelmente, foi o primeiro registro histórico sugerindo a pena de morte.

Sófocles, na clássica obra de dramaturgia intitulada Antígona, relata que a personagem de mesmo nome buscava fazer valer o direito do sepulcro ao irmão Polinices, considerado traidor porque foi derrotado em uma guerra contra o Rei Creonte, tendo como represália a exposição do corpo para que seus restos mortais fossem testemunhas da derrota e seus desdobramentos. A luta pelo resgate da dignidade do irmão resultou em sua condenação à morte. Situação análoga por contiguidade ao caso do preso político Mumia, vítima da solércia de assassinar um policial que espancava seu irmão, uma vez que era conhecido pela polícia em razão do seu programa de rádio, Voz dos que não têm voz, em favor dos negros da Pensilvânia.

Cumpre lembrar que tem sido recorrente o uso da perseguição e da pena máxima para condenar os chamados "crimes" de ideias, a exemplo de Jesus de Nazaré, caracterizado pela defesa da dignidade, e como na prisão racista a Nelson Mandela, cuja luta vitoriosa contra o Apartheid o celebrizou com o título de Prêmio Nobel da Paz


Veja o Resto da Materia do Site da revista Raça Brasil



DJ Tony DI
DJ Tony DI

O DJ e produtor Tony Di tem em seu currículo trabalhos com Comando DMC, 509-E e Afro-X. Em sua página no Myspace, podemos conferir suas novas produções e parcerias com os grupos Tribunal Popular, Caçadores de Alma, Q.I. Irracional, além de "Hino da Vitória", nova música de Afro-X, e um remix de "Eu sou de Jesus", do cantor Lazaro.

Tony Di foi um dos mentores, ao lado do MC JC, do projeto Mesclado (que prepara sua volta), um grupo de Rap que mistura samba e bossa nova, com uma linguagem totalmente voltada para os temas das comunidades e favelas. MC Afavel também tem suas músicas produzidas por Tony Di.

Acesse o Myspace de DJ Tony Di

By BocadaForte

http://popgirl.blogtv.uol.com.br/img/Image/PopGirl/Novembro/BaladaJiveNova.jpg
Mr.Bomba - Carolina

Mr.Bomba - Carolina


Eu Quero - Tifu e Silvera
Música do projeto novo do Silvera com participação de rappers e Filiph Neo, Sorry e Robinho...
http://www.myspace.com/sorrydrum

Lah familiah vem pro baile

lah familiah vem pro baile


Alinhar ao centroLáh Familyah_-_A Festa

Láh Familyah_-_A Festa


D'max & Sequelle - Bem Aqui (Prod. by SOULDARUA)

D'max & Sequelle - Bem Aqui (Prod. by SOULDARUA)

Filiph Neo - Halley

Halley

Na correria

Por Ramiro Zwetsch
Fotos: Zé Gabriel

Kamau lançou o melhor disco de rap brasileiro do ano passado, "Non Ducor Duco". Emicida lançou a melhor música, "Triunfo". A correria é a estratégia de marketing para ambos: vendem discos de mão em mão, negociam lotes com as lojas das grandes galerias do centro paulistano, distribuem flyers dos shows e fazem o escambau para suas músicas atingerem cada vez mais ouvidos.

Figura onipresente na cena hip hop há muitos anos, Kamau participou ou participa de uma tonelada de projetos (Instituto, Simples, Academia Brasileira de Rima, Consequência, Quinto Andar...). Todo seu potencial, no entanto, só apareceu com seu elogiado e primeiro disco-solo. "Non Ducor Duco" vendeu mais de 2 mil discos a R$ 15 e os lotes esgotaram rapidamente, muito além do calculado inicialmente. Em 2008, ganhou o prêmio Hutuz pela música "Poesia de Concreto" – curiosamente, lançada alguns anos antes de todo repertório inédito do seu disco de estréia

Emicida já tem sua estrada, mas apareceu há menos tempo. "Triunfo" estourou nas baladas e chamou mais atenção para seu trabalho. Em maio, botou nas ruas a mixtape "Pra Quem Mordeu Cachorro Por Comida, Até Que Eu Cheguei Longe", uma colagem de músicas produzidas por ele até então. Sem gravadora, queimou um monte de CDRs, carimbou arte e texto de encarte em cada capinha de papel, numerou todos os discos e botou debaixo do braço. Neste esquema, vendeu mais de três mil cópias, a R$ 2.

Ambos fizeram escola nas batalhas de freestyle e são reconhecidos como alguns dos melhores improvisadores do Brasil – embora nem um nem outro participe das disputas com a mesma frequencia de outros tempos. Há rumores de que a química entre eles é incendiária no palco. E, neste sábado (01/08), eles se apresentam juntos para interpretar um repertório só de clássicos do hip hop, escoltados pelo DJ Erick Jay. Biz Markie ("Just a Friend"), Black Juniors ("Mas Que Lindas Estás"), Racionais ("Voz Ativa"), Thaíde e DJ Hum ("Corpo Fechado"), Pharcyde ("Runnin'") e Pepeu ("Nomes de Meninas") estão no set list. O cenário é propício para uma noite extramente agradável. Na correria, entre ensaios e mudança de casa (no caso de Emicida), eles responderam algumas perguntas por email. Ficou assim:

Como surgiu a idéia deste show, só com clássicos?
Kamau: a ideia inicial do Zeca (da rádio boomshot, que está promovendo o show) era que eu cantasse uns sons do A Tribe Called Quest, que é um grupo que gosto muito. Mas eu teria que arrumar um MC pra fazer as partes do Phife. Pensando em nomes, ele sugeriu o Emicida e falou: "ele podia cantar umas do Pepeu". Aí vimos que dava pra expandir a parada e chegamos nessa ideia dos clássicos, só com músicas que marcaram pra gente.

O que faz de uma música um clássico?
Kamau:
eu estava pensando nisso, ouvindo as músicas. Acho que o fato de a música atravessar os tempos soando como nova toda vez, faz dela um clássico. Até quem não conhece escuta como se tivesse sido lançada ontem. Não é aquela parada de saudosismo, de flashback, sabe? "What a Wonderful World" (Louis Amstrong) é um clássico, "Unforgettable" (Nat King Cole) é um clássico, "Fight the Power" (Public Enemy) é um clássico, "Runnin'" (Pharcyde) é um clássico. "Runnin'" toca há 14 anos nas baladas de rap e parece que ganha força a cada dia.

Teve algum rap brasileiro, em especial, que mexeu com você a ponto de pensar "é isso que eu quero fazer da vida"?
Kamau:
vários raps brasileiros marcaram minha vida. Mas eu só comecei a pensar que eu poderia fazer isso da vida quando alguém me perguntou: por que você não rima? Mas toda vez que saía uma do Racionais ou do DMN eu cantava como se fossem minhas, como se eu tivesse escrito.
Emicida: "Nomes de "Menina" (Pepeu), "O Homem na Estrada" (Racionais), "Sonho Meu" (Xis)... Tem tantos, se eu for listar num cabe...

Quais foram os critérios para escolha do repertório?
Kamau: resolvemos cantar as músicas que a gente lembrava ou as que realmente fizeram diferença na nossa vida. Simples assim.
Emicida:
músicas com as quais nos identificamos há quase 20 anos e que marcaram nossa existência de alguma forma.

Vocês já se apresentaram juntos em um festival da Boomshot, em dezembro do ano passado. Quais são suas lembranças daquele show?
Kamau:
foi um show cabuloso. A gente sempre se apresenta junto, mesmo quando não é show anunciado como "Kamau e Emicida". O Emicida não gosta muito de alguém ajudando no vocal porque ele é Lobo Solitário. Mas sempre quer chegar comigo nos sons quando está junto. E eu acho isso da hora. E sempre invado o show, mesmo quando não solicitado ou autorizado.
Emicida: arregaçamos!!

Pessoas que viram o show dizem que a sintonia entre vocês é algo surpreendente. Vocês pensam em gravar um disco juntos ou fazer algum outro projeto em parceria?
Kamau:
com certeza faremos mais música juntos. Mas um disco é um passo muito maior, tem que ser muito bem pensado. E estamos no começo ainda. Várias coisas tem que acontecer pra cada um.
Emicida: eu penso em tanta coisa, cara. Gravar um disco com Kamau não está fora disso, por que não? A gente tem uma sintonia bem legal mesmo, difícil de ver... Vai da convivência, né? A gente se vê quase todo dia, treta, discorda, ri, vai pros mesmos locais... Eu gostaria de ouvir esse disco, mas num tô prometendo nada... Ainda.

Vocês divulgam o trabalho e vendem discos na correria, de mão em mão. Esta é a melhor saída para o rap, atualmente?
Kamau:
não sei se é a melhor saída. Mas pra nós é a única saída. Faço isso desde 2002 com o EP do Consequência. Aprendi com meus amigos que fazem rock independente. Quero poder me preocupar menos com isso e poder me focar na música. Mas também quero saber se a música está realmente chegando até as pessoas. Eu não diria que tenho um público-alvo, mas sei que gostaria que minha música atingisse o maior número de pessoas possível.
Emicida: só existe essa saída. Na verdade, nem é uma saída, essa é a entrada...


"Triunfo" já pode ser considerada um clássico?
Kamau: acho que é bem recente. É um hino, uma música bem forte pra mim. Mas clássico é um título que vem com o tempo.
Emicida: deixemos que as pessoas digam daqui a alguns anos. Um clássico nasce quando ele toca, injeta uma vida nova na parada, um gás que faz os irmãos voltarem a ter 15 anos, cantar como se fosse o último show da vida deles, essas coisas... Agradeço ao Felipe Vassao em todas as minhas orações por esse instrumental... Acho que conseguimos fazer isso devido ao momento, à base, à mensagem, à intenção... O rap precisava disso, mas precisamos de mais clássicos agora... O Kamau trouxe uns no disco dele e o Marechal está trabalhando igual doido lá no Rio também... Teremos mais disso em breve...

Qual é a importância das batalhas de freestyle no seu estilo de rimar?
Kamau: a convicção em cada rima dita. Olhar no olho das pessoas do público certo do que estou fazendo. Se eu não acreditar no que digo, ninguém vai sequer dar atenção.
Emicida: a evolução vem disso, as informações circulam pela nossa mente, fazem a gente se manter jovem... (risos)

Olhando para trás, já que estamos falando de um show de clássicos, você acha que o rap avançou, retrocedeu ou estagnou? Por quê?
Kamau: o rap avançou em vários aspectos, inegavelmente. Mas ficamos de lado com essa queda da indústria. Isso nos fez mais fortes e estamos erguendo uma estrutura sólida, pra durar. Nada de castelo de areia. Pra mim é sempre uma vitória quando alguém diz que "nem gostava de rap mas gostei do seu som" ou "até minha vó, meu pai gostam do seu som". Essa é a maior prova de que o rap é música, pois a música é o que atinge as pessoas dessa forma.
Emicida: avançamos, alcançamos várias coisas, ganhamos várias batalhas. Mas precisamos de muito mais Kamaus, Emicidas, Slim Rimografias, KL Jays, pra fazer com que cada vez tenhamos mais motivos pra comemorar...

"Non Ducor Duco" é considerado por muita gente o melhor disco de rap de 2008. Como você reage a esta opinião?
Kamau:
fico feliz pelo reconhecimento do trabalho. Nunca comparei meu disco ao disco de ninguém. E 2008 já foi, e o disco continua aqui. A música continua. Isso pra mim é melhor ainda.
Emicida: eu concordo. Estou pra ver algo que chegue perto do que ele fez ano passado. Trabalhou direito, merece todo o mérito pela conquista. Ficar entre os 25 maiores discos escolhidos pela (revista) Rolling Stone é pra poucos... Fico feliz por ter participado do trampo.

E, sinceramente, não é meio estranho para você ganhar o prêmio de "melhor música" no Hutuz com "Poesia de Concreto" (que é uma música que já tem uns cinco anos ou mais), sendo que você tinha acabado de lançar um disco de repertório inédito?
Kamau: o público lembrou da música. Não sei qual foi o critério pra escolha. Mas a ironia do destino fez com que essa letra ganhasse mais força. Eu falei sobre o fato de a música ser antiga quando fui agradecer pelo prêmio. Era o que eu menos imaginei ganhar. E ela sempre é pedida nos shows. Acho que tem uma razão que eu desconheço, mas o tempo se encarrega de explicar.
Emicida: boa pergunta, também já fiz essa...

O que o público pode esperar do show? Podem adiantar algumas faixas do repertório?
Kamau: espero que vocês se divirtam e nós também. O repertório é só pra quem for mesmo. Heheheheh.
Emicida: clássicos, compareçam...

Kamau e Emicida
Quando:
sábado, 01/08, a partir das 23h30
Quanto: R$ 12 (com flyer) ou R$ 15 (sem flyer) para homens; vip até meia-noite, R$ 10 (com flyer) ou R$ 12 (sem flyer) para mulheres.
Onde: Hole, R. Augusta, 2203
Discotecagem: Roger, Makô, Marco
MC: Tuchê


By RadiolaUrbana

Texto Escrito pelo Proprio Kamau

O Java eu conheci quando ele tinha 15 anos e já dava um rolê pesado. Sempre foi uma "arma secreta" da KDC e permaneceu no seu ritmo de rolê, sem se emocionar com as coisas ao redor. Fico muito feliz de ter acompanhado a trajetória até agora e ainda fazer parte desse vídeo. Vamo que vamo filho. Papai tá orgulhoso.
Fernando Java andando no Vale do Anhangabaú. Só.



Confiram o vídeo e divulguem.


A etapa estadual de São Paulo do RPB Festival - O Festival do rap popular brasileiro - uma realização e organização da CUFA São Paulo, contará com a co-realização da Secretaria de Cultura, Educação e Lazer de Francisco Morato-SP e apoio da Assessoria de Hip Hop, do departamento de Gêneros e etnias da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

O RPB Festival São Paulo acontecerá nos dias 15 e 16 de agosto de 2009.

Programação:
15 e 16 de agosto
(sábado e domingo) – às 14h
Local: Rua Tabatinguera, 45 – Centro

(em frente ao CIC Fco Morato – Próx. a Estação de Trem)

Entrada: 1 kg de alimento não perecível

Festival:

- MC Max (DMN)

- Locutor Fábio Rogério – Espaço Rap (vai apresentar os grupos e sortear camisetas Espaço Rap)

- Dj´s MF, Buiu e Vivian Marques

- Jurados: Criolo Doido, Thayde, Márcio Santos (Tchuck) e Blood

- Show de encerramento: Rota de Colisão

- Graffiti com Bonga e convidados

Diversão:

- Pista de skate, exposição de graffiti, basquete de rua, dança de rua e microfone aberto para recitação de poemas e poesias

Realização:

- Cufa São Paulo e Coordenadoria de Cultura e Prefeitura Municipal de Francisco Morato

Apoios:

- Secretaria de Cultura de São Paulo

- Ong Ação Educativa

- Augusto Yamasaki Advogados

- POVO

- Fábio Rogério.com

- Revista Eletrônica Preto Soul Sim

- Subsolo Hip Hop Wear

- Programa Balanço Rap



Como chegar de São Paulo: Trem da CPTM - descer na Estação Francisco Morato (haverá membros da organização recepcionando os grupos e público na saída da Estação)



O RPB Festival São Paulo acontecerá da seguinte forma:

Abertura do Festival com DJs convidados no palco;

No telão, vídeos e clipes dos grupos inscritos - selecionados para esta etapa ou não;

O Finalista fará um som com grupo/artista convidado surpresa, após a premiação;

Show de Encerramento do Festival, dia 16, com o grupo convidado Rota de Colisão;

Três jurados irão avaliar os competidores:

Sábado: 20 grupos se apresentarão - Cada grupo terá 10 minutos para se apresentar - dos quais 03 grupos sairão finalistas do Festival;

Domingo: 20 grupos se apresentarão - Cada grupo terá 10 minutos para se apresentar - dos quais 03 grupos sairão finalistas do Festival;

Final: Domingo - os 06 finalistas vão disputar a final do RPB São Paulo, e os três primeiros colocados levarão troféu, mas somente o 1º colocado, ou seja, o melhor grupo de Rap do Estado de São Paulo, segundo o RPB Festival São Paulo, irá disputar a etapa Nacional do RPB Festival no Rio de Janeiro, em 04 de outubro de 2009, junto à final da LIIBRA Circuito Nacional.

*** Os grupos participantes, residentes fora da Cidade de São Paulo e Francisco Morato contarão com alojamento e alimentação durante o RPB São Paulo.

O grupo finalista do RPB São Paulo irá:

Receber troféu de Melhor grupo de Rap do Estado de São Paulo;

Ter sua ida garantida para disputar a final nacional, no Rio de Janeiro, no dia 04 de outubro de 2009;

concorrer com outros 26 finalistas de cada Estado brasileiro com quem irá disputar o título de melhor grupo de Rap do Brasil;

Ter sua música tocada nas rádios da CUFA de veiculação local e nacional.

Premiação em dinheiro de R$5.000,00 para o melhor grupo; prêmio de R$3.000,00 para o segundo colocado e R$2.000,00 para o terceiro melhor grupo de rap do Brasil.

E.... Se levar o prêmio de melhor grupo ou solo de rap do Brasil, vencendo os demais concorrentes nacionais, se apresenta no palco do Festival Hutúz 10 anos - em novembro de 2009, Rio de Janeiro.

Contato: www.rpbsaopaulo.blogspot.com


Fonte:
Cufa
flag


O rapper Flagrante se converteu para a Igreja Cristã no Brasil, saiu do grupo Realidade Cruel e parou definitivamente de cantar rap.

Flagrante é um dos fundadores do grupo Realidade Cruel que completou esse ano 17 anos de carreira.

Nesse período foram lançados cinco cds. O Realidade Cruel está em estúdio e segundo Douglas o grupo não vai parar. O público pode esperar que até o fim do ano um novo cd vai estar nas ruas.

Mesmo antes da conversão, Flagrante sempre falou em Deus em suas letras. Em 2006 ele gravou, junto com o grupo de rap gospel Provérbio X, a música Fé.

Veja vídeo clipe desse som para você recordar.

Flagrante é um grande rapper que com seu talento escreveu seu nome na história do rap nacional. Mas, que agora resolveu trilhar um outro caminho para a sua vida..

fonte: rapnacional.com.br

entrevistas_jimmy-luv

1- COMO ESTÁ A CENA DO NOVO REGGAE HOJE EM DIA?

Crescendo aos poucos, com cantores que surgem a cada dia querendo fazer ragga ou um roots mais moderno, produtores de riddims, bandas de apoio, soundsystems… Tem bastante gente querendo se envolver, mas são poucos os que querem fazer a cena andar pra frente de forma firme e consistente. Porém sem apoios fica cada um tentando correr por si e o processo é bem lento.

2- COMO ESTÃO OS SHOWS DA CENA?

Sempre tem alguma festa ou evento rolando aqui em SP, mas falta um apoio maior dos programas de rádio FM ou até mesmo da MTV pra gente conseguir atingir mais pessoas através do nosso som e assim poder participar de shows de maior expressão. Eu recebo mensagens de fãs de várias partes do Brasil me pedindo show, mas infelizmente é complicado conseguir fazer uma apresentação fora da cidade de São Paulo devido a falta de festas com um público que ajude a cobrir os custos em outros lugares.


3- O QUE VOCÊ ESTÁ OUVINDO HOJE? INDIQUE…

Escuto praticamente reggae dancehall e new roots, gringo e nacional. Também escuto bastante grime, e ás vezes..............


Para ler os Resto Entre do RadarUrbano
http://i.realone.com/assets/rn/cms/2004/large/Fabolous_14_-_Quad_Studios_NYC_091404_-_lg.6589164.jpg
"Eles sentem que 'Tudo certo, se eu criar confusão em vez de fazer musica boa, terei talento do mesmo jeito', isso faz as pessoas procurarem atenção." disse Fabolous.

"E isso faz com que eles dêem atenção a você, tendo uma treta com alguém, ou na rua fazendo alguma coisa.

Você é um artista, você está no jogo para fazer música, você deveria querer atenção a seu talento. E eu respeito pessoas que tem isso e com certeza outras coisas que fazem parte do jogo, ou da música.

Não respeito pessoas que baseiam a sua carreira em fofocas e confusões"

By DOC

quinta-feira, 30 de julho de 2009


“O hip hop tem a composição de uma substância no estado líquido e ganha o formato do recipiente onde é colocado.” A metáfora é de Mc Kapa ou Mc Katrogipolongopongo, que acredita na música como um instrumento de luta e insiste na identidade do rap angolano que deve clicar “a sua fotografia da voz”, “com as questões de cá e a matriz da música angolana”. Já que o sangue dos N’gola Ritmos corre nas suas veias, vai buscar inspirações africanas, como Manu Dibango, Salif Keita, Youssou Ndour, Filipe Mukenga, Paulo Flores, Bonga, Fela Kuti e algum reggae. Descansa os mais velhos numa das letras: “Fica calmo tio, não sou nenhum vazio, a arte é como um rio”.

Nasceu no Maculusso, Luanda 1981, pai do Kwanza Sul e mãe de Malange que o educou com valores espirituais em desajuste de Luanda, onde “se vive um drama muito material”, conta. “Luanda tornou-se um laboratório de sobrevivência. Na procura de melhores condições, o modo de vida é muito agressivo. As pessoas saem de casa para caçar dinheiro, unicamente para levar pão de volta, o que é uma luta incrível.” A simplicidade e humildade de Mc Kapa bebem da sabedoria socrática, que lhe lembra para fazer mais e mais perguntas, firme contra a cultura da aparência da cidade onde vive. Ele é “pausado” e valoriza a tradição africana da oralidade como veículo de fazer ver, reflectir e crescer. Estuda filosofia e descobriu “no rap a oportunidade de praticar um exercício intelectual de informação e formação de consciência. É um instrumento de partilha da minha formação com outras pessoas. Faço exercício da minha cidadania através da música.” E entende-a como ninguém, a palavra-cidade e os seus contrastes.

A pequena tiragem do primeiro álbum Trincheira de Ideias (ou Petróleo Bruto para os piratas) foi suficiente para que as suas letras se espalhassem nos candongueiros de Luanda e nas províncias. Era coisa nova, assuntos e abordagens que não se ouvia com sotaque angolano, uma coragem que vinha agitar as águas. Em 1992, o primeiro contacto artístico com o hip hop fora através do break dance, que fazia furor nas arcadas de Luanda. “Comecei com um grupo que se chamava Negro Positivo, já tínhamos preocupação social, dizer não ao crime e à violência. Conhecia o rap da onda americana até chegarem as influências de expressão portuguesa do Brasil com o Gabriel o Pensador. Daí foi uma paixão até hoje.” Em 2003, "Cherokee", de 27 anos, foi morto por cantar "A téknica, as kausas e as konsekuências", um dos seus temas, tornando-se um símbolo de resistência em Angola. E sobretudo Mc Kapa ganha valor simbólico com o seu Katroismo. Em 2006 o álbum Nutrição Espiritual, já com 6 mil discos, faz com que viaje pelas províncias de Angola levando mensagens rimadas de política.

Pretendendo usar a sua influência para trazer outros valores, ciente das dificuldades de produção e divulgação em Angola, criou, com outros “brothers”, a produtora Masta K Produsons para que “esse tímido movimento vá crescendo e ganhe espaço, para mostrar que existe o outro lado da moeda, pessoas com consciência social”. Produzem discos, lançaram, entre outros, o Phai Grande, divulgam rappers em português como Valete, Sam the Kid, o brasileiro My Bill e o guineense Rhyman.

Mc Kapa rima a vida no musseque, universal para todos os guetos do mundo. Em “Atrás do Prejuízo”, música que passa na Televisão Pública de Angola mas é vedada nas principais antenas de rádio, fala da luta diária pela sobrevivência. “Eu vou sorrir pra não chorar / é mais um dia na minha vida / vou cantar p’ra não lembrar as malambas desta vida”, o refrão com Beto de Almeida e extractos de Salif Keita é a lúcida constatação da resignação e impotência de milhares de angolanos. Em “O Silêncio também Fala” apela “angolano acorda, chora agora ri depois”, ilustra o cenário sinistro fosso do quotidiano entre os extremos da sociedade angolana, lembrando que a democracia não cai do céu, exige luta e convicção, com exemplos de Mandela e N’Krumah à cabeça. “Bro, levanta a Voz!”

Kapa quer o melhor para o seu país, a declaração de amor a Angola, linda fêmea que atiça paixões fatais com a sua “carapinha de Maiombe / vistas que brilham mais do que os diamantes da Lunda”, de sentimento “mais fundo que o Tundavala e superior ao Moco”, cantada na música “Algo a Dizer” que acaba com um ultimato: “Conheci-te em 1981 e continuo o mesmo garoto, disposto a morrer por ti.”

By Naçao Hip Hop
http://userserve-ak.last.fm/serve/_/4879603/The+Game+10thegame082007.jpg
O quarto álbum solo do rapper The Game, intitulado The R.E.D., trará participações de Gucci Mane e Lil Wayne. O empresário de Game, Jimmy Rosemond, revelou detalhes do projeto para a revista XXL.

Jimmy Rosemond também declarou que o novo registro de inéditas do astro da West Coast trará colaborações de Lady GaGa, Pharrell, Kanye West e Cool & Dre.

The R.E.D. sairá em dezembro pela Interscope Records.


http://colunas.quem.globo.com/files/964/2009/02/jarule.jpg
O tão adiado álbum The Mirror de Ja Rule finalmente será lançado. Segundo a MTV, o rapper disponibilizará gratuitamente o LP, que foi gravado em 2007, no site DoctorExclusive.com, nesta sexta.

Em 2007, Ja explicou que o registro fornece uma melhor perspectiva de quem ele é. Segundo o artista, The Mirror é seu trabalho mais introspectivo até o momento (o segundo, de acordo com ele, é o álbum Pain Is Love).

A gravadora quer um álbum por ano, disse Ja Rule em 2007. O processo criativo não se perde totalmente, mas fica prejudicado. Com esse álbum, tive a chance de sentar e relaxar, de gravar músicas da forma que quero gravá-las. Eu pude pegar dois, três dias para gravar uma música, porque eu quis dizer as coisas certas para as pessoas, para o público. Não existe nenhuma música amarga no álbum, porque eu não estou amargo com nada que aconteceu no passado. Estou andando pra frente. Nós estamos andando pra frente aqui, não olhamos para o passado. Quando você ouvir as faixas deste álbum, entenderá perfeitamente o que estou fazendo.

Antes de lançar seu novo registro de inéditas, que ainda não tem título e está previsto para este ano, Ja Rule lançará uma nova mixtape. O trabalho se chamará Welcome to Rule York.

Confira abaixo a tracklist de 'The Mirror':

» Mirror Intro
» Message to Mankind
» Uh-Oh
» Body
» Sunset
» 300
» Enemy of the State
» Ladies
» Father Forgive Me
» Judas
» Damn
» The Mirror
» Somethin New
» Rules of Engagement
» It's All Hood Now
» Hear Say
» Sing a Prayer for Me


By Central do Rap


Herdando a paixão pela música de sua mãe, Ana Firmino, um dos grandes talentos do canto cabo-verdiano, Boss AC cedo revelou o seu invulgar talento. O primeiro registo discográfico remonta ao ano de 1994, com a sua participação em
Rapública, compilação que reunia a nata dos então rappers nacionais e que revelou nomes como Black Company, Zona Dread ou Líderes da Nova Mensagem. De todos estes é, ainda hoje, dos poucos que continuam a assinar sucessos no rap nacional.



O álbum de estreia, Mandachuva, de 1998, gravado nos Estados Unidos, com a ajuda de Troy Hightower, um dos mais requisitados misturadores de Hip Hop dos EUA, revelou uma maturidade rara e prenunciou o redefinir de novos caminhos na música de AC. Nos anos que se seguiram viveu experiências diversas – produziu, promoveu espectáculos e edições discográficas, compôs música para televisão (“Masterplan” e “Último Beijo”) e cinema (“Zona J” e “Lena”) e teve ainda tempo para participar em trabalhos de alguns dos maiores vultos da música nacional – como Xutos & Pontapés ou Santos e Pecadores, entre outros.


O seu segundo álbum de originais, de 2002, Rimar Contra a Maré – inteiramente gravado, produzido e misturado pelo próprio autor – foi um disco porventura mais autobiográfico e introspectivo, revelando uma faceta mais adulta do artista que se aventurou definitivamente na fusão com músicas luso-africanas de raiz mais tradicional. O sucesso firmava-se lenta e inexoravelmente.

O sucesso de “Rimar Contra a Maré” ultrapassou as fronteiras, reflectindo-se, por exemplo, na nomeação do vídeoclip de “Dinero”, para os African Video Awards, na categoria “Melhores Efeitos Especiais, no consagrado canal sul-africano “Channel0”, uma espécie de MTV africana. Incansável na busca de novos desafios à sua capacidade criativa, Boss AC continua a embarcar em mais algumas surpreendentes aventuras, nomeadamente reforçando o seu papel de produtor.




E de aventura em aventura, chega 2005,
Ritmo, Amor e Palavras e a consolidação de um sucesso anunciado. Se 2005 foi o ano em que Portugal se abriu para o Hip Hop, confirmando-o enquanto nova orientação cultural das gerações emergentes, foi também o ano de Boss AC. A materialização do sucesso começou com a edição de “Ritmo, Amor e Palavras”, o terceiro registo de originais, um disco que se assume como uma poderosa declaração de amor, feita de ritmos e palavras e que reúne uma impressionante galeria de colaboradores dos mais diversos quadrantes, onde se destacam figuras como Pos (Plugwon) dos americanos De La Soul, Da Weasel, Sam The Kid e Pedro Aires Magalhães, entre muitos outros.

A edição viria a saldar-se num estrondoso sucesso comercial. Em Agosto “R.A.P.” já era Disco de Ouro e em Outubro atingiu a notável marca de Disco de Platina, tendo vendido mais de 30.000 unidades até perto do final do ano. Dentro do género do Hip-Hop é, neste momento, um dos três discos mais vendidos de sempre em Portugal! O single de estreia, “Hip-Hop (Sou eu e és tu)”, ascendeu rapidamente aos primeiros lugares nos Tops, liderando as preferências em media como MTV Portugal, Cidade FM, e Antena 3, entre outros. Integrou, ainda, a banda sonora dos programas de TV com maior audiência nacional e entrou em múltiplas colectâneas editadas durante 2005.


Merecedor de uma crescente aceitação e exposição mediática, Boss AC passou à estrada, passando por alguns dos principais palcos e festivais nacionais, culminando no dia 1 de Outubro com a abertura perante um Pavilhão Atlântico esgotado para um dos maiores nomes do Hip-Hop internacional: 50 Cent. Este partia desmesuradamente em vantagem, mas a crítica foi unânime: Boss AC foi a estrela da noite!


Como corolário lógico de um ano de afirmação a todos os níveis, em Setembro de 2005 surgiu a nomeação para os prémios da MTV European Music Awards, na categoria de Best Portuguese Act. Mais do que um prémio simbólico, esta nomeação foi o natural reconhecimento por parte da comunidade musical portuguesa, por uma carreira ponderada, marcada pelo equilíbrio e, sobretudo, por um grande talento.


Em 2007, a convite da Universal Music Portugal, participou no disco de um dos maiores Rappers Norte-Americanos: Akon. Na edição portuguesa do disco “Konvicted”, o tema “I Wanna Love You”, que na versão original contava com a participação de Snoop Dogg, contou com a participação de Boss AC, que para o efeito escreveu e interpretou um nova letra. Tal como nos Estados Unidos, “I Wanna Love You” foi um dos primeiros singles extraídos do disco e teve enorme aceitação por parte do público e muito air play. No final de 2007 AC entrou em estúdio e começou a compor em linhas gerais, aquele que seria o seu quarto disco de originais. No início de 2008, numa campanha de promoção da Vodafone, já era possível ouvir o novo tema “Levanta-te” que viria a fazer parte desse mesmo disco.



Em Outubro de 2008, deslocou-se, como das últimas vezes, aos Estados Unidos onde, na companhia de Troy Hightower, misturou e masterizou o disco
Preto no Branco. No final de 2008 foi possível ouvir nas rádios o tema “Alguém me ouviu (Mantém-te firme)”. Incluído no disco “Preto no Branco” esta música, que contou com a participação de Mariza, foi o single do disco “UPA – Unidos Para Ajudar”. Um disco de duetos originais de artistas portugueses e que serviu para uma campanha de acção social.Preto no Branco é também especial porque marca 15 anos desde o primeiro registo gravado pelo rapper no álbum Rapública. O álbum conta participações especiais de Olavo Bilac, Valete e TC.

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By Blog Curto Circuito

"Drake é um cara real" Soulja Boy disse em entrevista.

"A maioria dos Rappers, eles não gostam de dar crédito a outros Rappers. Drake é um bom artista. Eu encontrei com ele, antes de encontrar com Lil' Wayne.

Temos uma musica juntos. Fomos para o estúdio, eu tenho um estúdio em um Onibus na estrada, gravei meu terceiro álbum 'The Way DeAndre' que sairá em Novembro. Estou gravando ele enquanto estamos em turnê, então esperem por uma colaboração com Drake."


By DOC
"Honestamente, estou apenas tentando levantar a Young Money, tentam fazer meus artistas seguirem certo" disse Weezy.

"Manter todos juntos... uma vez que estivermos junto, poderei trabalhar em mim mesmo. sou uma pessoa humilde. É o tempo da Young Money.

O Rebirth é coisa minha, onde só eu me expresso, sem quaisquer limites. Sem qualquer margem, sem quaisquer orientaçãoes... estou tentando fazer algo diferente.

Eu disse para minha gravadora: 'Não me diga nada sobre o que disse, não diga nada sobre o que escutou, apenas me apoie'. Isso o que é o Rebirth."

By DOC
http://www.imposemagazine.com/photos/2008/11/ludacris.jpg

Ludacris revelou recentemente o título de seu sétimo álbum solo. Rumores de que o projeto se chamaria Cineplex circularam com bastante intensidade, no entanto, o rapper de Atlanta divulgou que o registro se chamará Ludaversal.

Eu nunca disse nada sobre algo chamado 'Cineplex', esquece esse troço, disse Luda. O título é 'Ludaversal', ele virá depois de 'Battle of the Sexes'.

Battle of the Sexes, que está programado para este ano, será um álbum colaborativo com a rapper da DTP, Shawanna.

Ludaversal está previsto para 2010.

By Central do Rap

quarta-feira, 29 de julho de 2009


Embora ele não revela o título do álbum ou uma data exata libertação, Nelly fãs deu uma amostra do seu novo som em um show em Las Vegas no início desta semana.

"Eu quero tentar uma nova sh * t do meu novo álbum," ele disse à multidão. "Esta é minha primeira vez a possibilidade de rock este sh * t."

Ele então realizada duas canções, 1000 Stacks e Angel Eyes, uma balada.

O rapper foi sobre dar alguns detalhes sobre o álbum, inclusive porque ele decidiu gravá-lo em Las Vegas, diz que a Las Vegas domingo

"O novo álbum é sonoridade incrível", disse ele. "Ela sai em Novembro de ser tão checkin 'para ele .... Estive aqui durante cerca de um mês em Las Vegas ... A gravação é sempre uma boa influência, especialmente o tipo de música que eu faça ... especialmente quando você está fazendo um monte de festa de música e muita música moralizante e tentando, você sabe, levar as pessoas o direito espíritos ... Vai ser uma grande quantidade de energia. Acho que vai ter uma verdadeira compreensão do que é como estar em minha posição, de forma para falar, tanto quanto ter de começar de novo e moer o caminho de volta para uma posição em que muita gente pensou que você nunca iria sair. Posso estar trabalhando em algo com Janet [Jackson], e algumas coisas que gosto, por isso, 'll ver o que acontece. "

Nelly do último álbum, Brass Knuckles, foi lançado em 2008.

A Ação Educativa, junto com mais de 10 grupos, posses e coletivos de Hip-Hop promove, pelo nono ano consecutivo, o evento que se tornou o mais antigo e representativo da cultura Hip-Hop em São Paulo. Realizado de forma participativa, sob a curadoria do rapper Panikinho, a Semana de Cultura Hip-Hop terá na sua programação um festival de basquete de rua, oficinas, um curso de produção musical, quatro sessões de diálogo, mostra de filmes e quatro noites de apresentações artísticas.

Sob o tema “O que Sou!? O que Penso!? Subjetividades e Resignificações”, será um olhar para dentro na busca da essência da cultura Hip-Hop, presente há 25 no Brasil. O evento conta com a parceria do Centro Cultural da Espanha, Ação Educativa, SESC Consolação e Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato. Na noite do dia 31, sexta-feira, acontecerá uma grande festa na Casa das Caldeiras, para encerrar o evento e anunciar o início do II Encontro de DJs de Hip-Hop, que acontecerá nos dias 01 e 02 de agosto, no Centro Cultural São Paulo.

A 9ª Semana de Cultura Hip Hop acontece na Ação Educativa (Rua General Jardim, 660), no SESC Consolação (Rua Dr. Vila Nova, 245) e na Biblioteca Infanto-juvenil Monteiro Lobato (Rua General Jardim, 485, Vila Buarque, São Paulo). Mais informações, pelo telefone (11) 3151-2333.

Clique aqui e confira a programação

http://www.yorapper.com/Photos/g-unit-ringtones.jpg

O grupo G-Unit foi escolhido para participar de um novo filme de Harrison Ford e Diane Keaton. A atração, intitulada Morning Glory, está prevista para o verão americano de 2010.

Embora não tenha sido confirmado se os rappers terão um papel no filme ou se farão apenas uma participação no mesmo, o coletivo liderado por 50 Cent teria gravado uma cena neste final de semana, em Nova York.

A trama de Morning Glory gira em torno de um noticiário matinal que luta para aumentar sua audiência.


By Central Do Rap


As primeiras músicas do lendário rapper Tupac Shakur serão disponibilizadas em um novo álbum, intitulado Shakurspeare. O projeto é fruto da imaginação de Darrin Keith Bastfield, CEO da Busy Records.

Bastfield, que foi um dos primeiros colaboradores de Shakur, formou com o astro da West Coast o grupo Born Busy, quando um Tupac de 16 anos dava os primeiros passos no rap.

Os fãs de longa data terão acesso aos primeiros vislumbres de Tupac em sua jornada no Hip-Hop, quando ainda era conhecido como MC New York.

Eu estava lá quando o Tupac se ouviu pela primeira vez rimando num som. Quando ele sentou no refeitório da Escola de Artes de Baltimore, foi como se ele não pudesse acreditar que estava ouvindo a si mesmo, disse Bastfield. Assim como o Tupac ficou espantado por ter ouvido a si próprio, eu quero que as pessoas ouçam o Tupac como um artista muito jovem em suas primeiras músicas. Se divertindo, rimando sobre problemas que nos preocupam e o mais importante, dando uma cautelosa e atual mensagem de paz com sua própria voz, como se ele já fosse um grande astro do rap com uma reputação para preservar.

Shakurspeare será lançado em 13 de setembro.


Tracklist:
01. Jackson 5 - I'll Be There
02. Michael Jackson - Ben
03. Jackson 5 - Who's Loving You
04. Michael Jackson - Ain't No Sunshine
05. Jackson 5 - I Want You Back
06. Jackson 5 - ABC
07. Michael Jackson - We've Got A Good Thing Going
08. Michael Jackson - With A Child's Heart
09. Jackson 5 - Darling Dear
10. Michael Jackson - Got To Be There
11. Jackson 5 - Never Can Say Goodbye

Na foto, a equipe Hackers Crew. O ano: 1984.
Na foto, a equipe Hackers Crew. O ano: 1984.
"Em 1984, chega no sul do Brasil a moda intitulada pela grande mídia como ´break dance´, neste mesmo ano na zona leste de Porto Alegre, no bairro Lomba do Pinheiro surgia o grupo Hackers Break. Fundado por Volmir, André, e Tifoi, que iniciaram seus estudos copiando passos de revistas, Michael Jackson, entre filmes que passaram nos cinemas, como: Beat Street e Breaking. A Primeira apresentação do grupo foi numa casa chamada Fogo de Chão, no mesmo Bairro onde moravam os membros do grupo, na Lomba do Pinheiro."

Este é um pequeno trecho da primeira parte da história da Cia de Dança Hackers Crew, que está comemorando 25 anos de existência este ano. O blog possui diversas imagens e se propõe a mostrar uma importante parte da história da Dança de Rua no Rio Grande do Sul.

A Hackers Crew - formada por estudantes e pesquisadores das danças urbanas como Popping, Locking, B-Boying e Rocking - conta atualmente com seis dançarinos: Ted, Djan, Fran, Marselu, Latininho e William.

Acesse o blog e confira
http://straightfromthea.com/wp-content/uploads/2009/07/jay-z11.jpg
"Acho que ele foi precipitado" disse Jay-Z sobre The Game.

"Acho que ele pegou o que eu disse, mas eu não estava falando dele, não era uma diss.E vejo isso como um oportunidade de se promover, marketing, pessoas setem a necesseidade de receber atenção nesses dias.

Não é um verdadeiro problema, um verdadeiro desáfio. Como a coisa com Nas, que era real, não foi feito nada comercial ou algo assim.

Eu sempre deixo essas coisas de lado, mas você sabe, eu posso acordar amanhã e entrar nisso."

By DOC

Quando falamos de pessoas do rap que chamam pessoas da velha guarda para cantar em suas musicas pensamos em Snoop Dogg. Snoop, desde o começo da sua carreira,sempre chamou o pessoal da antiga para cantar,como os The Dramatics que participaram na musica Dogg Dogg World. Snoop Dogg tem o meu crédito(do meu pai também rsrs...) por trazer esses caras para cantar como Charlie Wilson que participou de Snoop's Upside Ya Head,Beautful e Signs em 2004. Agora,Snoop está em estúdio com a Anita Baker, a moça que canta o classico Sweet Love. Snoop está planejando lançar o seu novo álbum em 2010.

"Nós estamos fazendo essa música de uma forma muito comtemporânea" disse Anita.

Anita ficou surpresa quando viu como Snoop trata a sua mulher.

"É emocionante,quem não conhece o Snoop acha que ele é um largado, mas ele mostra muito amor e respeito pela sua mulher. Hoje quando Snoop fala de amor em suas músicas,ele mostra que está muito maduro para falar no assunto, e a nossa música é sobre amor e vamos fazer essa música de uma forma bem contemporânea." Finaliza Baker.

O novo álbum de Snoop estará nas lojas em 2010.

By Rapevolusom

MÃES DO HIP HOP

Nós, do Movimento Enraizados, produzimos um filme chamado MÃES DO HIP HOP, que surgiu com uma idéia nada convencional, contar a vida de cinco rappers de Morro Agudo-RJ [Léo da XIII, Átomo, Kall, Lisa e Dudu de Morro Agudo] a partir da ótica de suas mães, que fazem uma panorâmica social do bairro e abordam também a transformação que a cultura Hip Hop fez na vida deles.

Se você deseja exibir este documentário em sua organização, cineclube ou comunidade, responda este email enviando seu endereço completo que envíaremos uma cópia do filme.

SAIBA MAIS
Matéria por Iuri Rubim
http://iurirubim.blog.terra.com.br/tag/maes/

Trailler

Alessandro Buzo - Suburbano Convicto

Escritor, produtor cultural, apresentador, cineasta, blogueiro. Esse é Alessandro Buzo, que em uma entrevista exclusiva falou de seus projetos, literatura e suas atividades desenvolvidas nas periferias de São Paulo. Esse é Alessandro Buzo, um suburbano convicto no blog do Programa Freestyle!

Confira um trecho da entrevista:

P.F: Com os trabalhos realizados com a literatura, televisão, eventos e internet, como é sua relação com a Cultura de Rua?

Buzo: Eu sou a rua, vivo nela 24 por 48 (a rua, não a noite), como mantenho hábitos simples, frequento os mesmos lugares de antes de ter essa visibilidade toda, os mesmos botecos, favelas, quebradas. Não tenho carro, ando de trem, metrô e “Buzão”, as pessoas me vêem na rua e quando reconhecem acho bacana, mostro que o Buzão da TV é um cara simples que anda de ônibus, talvez por isso o quadro, anda de trem, por isso meu primeiro e terceiro livros falaram dos trens. “

Acesse o blog e confira a entrevista completa:

www.programafreestyle.blogspot.com

Programa Freestyle

freestyle@programafreestyle.com.br

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terça-feira, 28 de julho de 2009



Nascido em Luanda/Angola dia 20 de Março de 1984 no palanca (K.Kiaxi), LukeBa-António Pedro Júnior mais conhecido por C.J CLUE (a.k.a tha Master a.k.a Get ya fuckin job done! The prince of palanca). Começou a sua carreira como Rapper em 1999, quando o Hip Hop tinha como fonte de um movimento subterrâneo ou underground. Viveu 6 anos em África do Sul, lá começou a fazer o rap com sul-africanos com um grupo muito famoso de undeground conhecido como The Best & tha Realls. Mas como um bom filho sempre volta a casa, portanto, está de volta com seu Primeiro Album intitulado «This is tha moment (chegou o momento)» que tem estilo comercial fonte mais aceite no espaço nacional e internacional.
O disco tem como visão mostrar como a música não é somente diversão mas também modo de vida. O disco tem como vibes: Bounce, Hardcore, love e crunck que vão bombardear com a cidade e o mundo, que este jovem de 25 anos traz para o nosso mercado. O mesmo contém 3 músicas promocionais rolando já nas nossas estações da rádios que são: poucos bons (é a onda ft. Jorge Rei da Selva e Jay Wime), Welcome ft. Indy Braga e Engano ft. Anselmo Ralph. O disco contém participações de: Abdiel, Anselmo Ralph, Kool Klever, Malefuk, Paulo Cabonda, Jay Wime, Extremo Signo, Jorge(Rei da selva), Indy Braga, Ghaya, Megga, Artémio, P. Square e outros. CJ Clue é um jovem que se dedica muito no RAP: tem skill, flow e muito mais. Ele vem pela DIPLOMATAZ RECORDZ, a produtora que tem como produtores Osvaldo Braga & Indy Braga que em suma contém o grupo DIPLOMÁTICOS.

C.J Clue a.k.a tha master
Noticias
Holla peepz... depois de muito tempo ausente...
C.J CLUE IS BACK!!!
Muitos projectos em andamento, no fundo nada está parado... Saga continua!
O álbum está ser cozinhado e está muito hot hot hot hot.
Yeah o disco promete... novas tracks com participações de Anselmo Ralph, Paulo Cabonda e P. Square.
CJ, único nigga que participou na Mixtape de Samurai 'Último Samurai Vol.2' com a track intitulada 'Último Grito ft. Indy Braga'... é Praga!!!
DIP 4 life

Veja Tambem


Acabado de chegar de Cape Town, CJ Clue traz para as ruas a track "Libertação Mental(Old School)" com participação de Xtremo Signo e Maléf+uck.
Download: zSHARE | MediaFire

Blog: http://www.cjclue.blogspot.com/

Contactos: +244 912 028638 / +244 923 734303



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