segunda-feira, 31 de março de 2008


ORLANDO, Fla. - Tal conflito foi destinado a acontecer. Ashley braves Sobrevivente: China. Santino Marella lixeiras Maria, a fim de provar a sua independência. Women's Champion Beth Phoenix questões negrito declarações ao WWE.com que ela faria "levantar a barra em todas as normas para as mulheres" em WrestleMania XXIV. E embora A Glamazon & Melina ia sair vitorioso no BunnyMania Lumberjack Match, Mestre de Cerimônias Snoop Dogg feitos certos que não iria saborear por sua ex-namorada do interior das dom Orlando's Citrus Bowl.

O Glamazon tinha sido praticamente imparável desde a captura do Women's Championship no ano passado, o n. Mercy. Tanto ela e Melina uma grande dose de ressentimento durante Maria tem recebido atenção como o mais novo Playboy cobrir menina. Então, quando Maria da tag parceiro - ex-campeão da Mulher e bolseiro Playboy cobrir menina, Candice Michelle - ficou ferido e obrigado a retirar-se da correspondência, bolseiro Playboy album Ashley intensificaram nos para encher seus Sapatos no BunnyMania.

Embora no papel as chances eram aparentemente empilhadas contra a Diva duo, Ashley e Maria não estavam prestes a deitar-se, especialmente em esportes não-entretenimento grande fase. A negociação com golpes Glamazon, mais abafado Melina acrobáticas com um ataque, parecia suficiente para manter a bela tandem no concurso - especialmente depois de um pouco fora de distração Jerry "The King" Lawler, que perfurar Santino Marella no ring.

Se a ação dentro do anel não fosse suficiente, a batalha só intensificou no exterior onde o resto do Divas ficava pronta. Em meio a tudo isso, era difícil para os combatentes, e muito menos a capacidade da multidão Citrus Bowl, a manter o foco no deslumbrante colaboração de Raw, SmackDown e ECW Divas trabalhou seu caminho para a Lumberjack Match.

No fim, ele apareceu como se Maria e Ashley poderá vencer as chances. Enquanto Ashley propulsão própria em Melina no exterior, Maria teve o campeão alfinete. No entanto, não era para ser, graças à interferência da Santino, O Glamazon recuperados e pescador-suplexed seu caminho à vitória.

Os fãs de 74635 presenças foram unanimemente decepcionado pelo resultado e, em seguida, indignado como começou verbalmente e Santino começou a chuta a Maria enquanto ela estava ainda para baixo sobre o tapete. O insulto o Italiano comportamento não sentar bem com Snoop Dogg, que tinha presidido durante a competição em uma cadeira da moda para um hip-hop rei. A estrela do Padre Hood fora de sua sede, entrar no ringue e emitiu um clothesline que quase grinded Marella em tanta o italiano salsicha.

Como se a multidão não têm capacidade suficiente para cerca de alegria e holler, muito sensível Maria abraçou seu protetor Snoop Dogg, então emitido um beijo tão apaixonado que você podia sentir o calor do Citrus Bowl rafters. A Diva talvez não tenham tido a mão levantada domingo noite no O-Town, mas ela mais definitivamente nao fazeria isso com nossos fãs do mundo - e do próprio Snoop Dogg a aprovação.




Fotos


Video Parte 1

Video Parte 2

Assista logo porque jaja eles vam proibir o video no Youtube

Fonte: WWE

O produtor Jazze Pha é conhecido pela sua capacidade de criar Hits e agora o produtor quer recriar um sucesso, os shows de culinária pela internet. Jazze terá um programa sobre o assunto chamado What’s Cooking With Jazze?, que foi lançado hoje (31 de Março).

Em cada episódio Jazze terá uma celebridade especialmente convidada para cozinhar uma refeição diferente com ele.

Jazze Pha já produziu para grandes artistas como Bun B, Ciara, Pimp C, Young Buck, Lil' Wayne, Ludacris, T.I., Rick Ross, entre vários outros. Jazze também já produziu faixas de álbuns póstumos tanto de Tupac quanto de Notorious BIG.

No primeiro episódio, Jazze Pha e Emmanuel "Webster" Lewis, vão cozinhar uma pizza de 6 metros de diâmetro com pedaços de carne de porco por cima.

What’s Cookin’ With Jazze? pode ser visto aqui




Creditos: Doggystyle --- Forum Central do Rap

Poucos dias depois de ter sido declarada culpada em quatro acusações, a rapper do Bronx Remy Ma, tem se virado para os fãs na esperança de receber apoio para que sua pena de 25 anos de prisão seje reduzida.

De acordo com o New York Daily News, durante o fim de semana a rapper, que já foi nomeada ao Grammy, enviou uma mensagem aos fãs através de seu MySpace, dizendo aos seus admiradores para enviarem cartas na esperança de que ela tenha sua sentença reduzida.

"Por favor, escreva cartas sobre como Remy e sua música tem afetado positivamente você, te influenciou, te inspirou, etc...na esperança de que o juiz seje mais indulgente na próxima condenação de Remy." dizia a nota.

Na última quinta-feira (27 de março), um tribunal julgou que a rapper Remy Ma é culpada de quatro acusações decorrentes do tiroteio de 14 de julho. Remy Ma, cujo nome verdadeiro é Remy Smith, foi acusada de balear uma mulher chamada Makeda Barnes-Joseph no abdome durante uma briga por causa de US$3.000 que teriam desaparecido de sua bolsa.

A mensagem no MySpace termina dizendo: "Obrigado por todo o vosso apoio". As Cartas que forem sendo feitas podem ser enviadas pelo endereço: lettersforremy@gmail.com.

Remy deixou o tribunal depois de ouvir a sentança e ficará presa até ser sentenciada no dia 23 de abril. O advogado da rapper, Ivan Fisher, disse que Remy gastará os dias restantes, até a condenação, em casa com seu filho.

Fisher e a sua equipe de defesa ainda estão otimistas em uma mudança na sentença e que Remy seje absolvida.

Para visitar o MySpace de Remy Ma Clique aqui



Creditos: Doggystyle --- Forum Central do Rap

A pedido de um site gringo, o Dj e produtor listou os 20 melhores discos no seu ponto de vista.Confira

1 - Ghostface Kilah- Big Doe Rehab (Def jam)
2 - Evidence - The Weatherman (ABB)
3 - Redman - Red Gone Wild (Def Jam)
4 - Kanye West - Graduation (Roc A fella/Def Jam)
5 - Statik Selektah - Spell My NameRight (Brick/Traffic)
6 - Little Brother - GetBack (ABB)
7 - Nygz - Welcome 2 G-dom (Year Round)
8 - Marco Polo - Port Authority (Rawkus)
9 - Big Shug - Street Champ (Babygrade)
10 - Krs-One & Marley Marl Hip Hop Lives (Koch)
11 - Wc Guity By Affiliation (Lench Mob)
12 - Scarface - Made (Rap A Lot/Asylum)
13 - Ugk - Undeground Kings (Jive)
14 - Jay-Z - American Gangster (Roc A Fella/Def Jam)
15 - Killer Mike - I Pledge Allegiance To the Gring (Gring Time Offical)
16 - Black Milk & Lamont - Caltroit (Fat Beats)
17 - Devin The Dude - Waiting to Inhale (Rap A Lot/Asylum)
18 - Styles P - Super Gangster,Extraordinary Gentleman (D - Block/Koch)
19 - Special Teamz - Stereotypes (Duck Down)
20 - Smif N Wessun - The Album (Duck Down)

Fonte:::Revista Rap News

O rapper e ator Mos Def irá interpretar o famoso roqueiro Chuck Berry em Cadillac Records, que está sendo filmado em Nova Jersey.

Também no elenco estará Gabrielle Union, que fará o papel de Geneva Wade, namorada de Muddy Waters.

O filme da Sony BMG se passa na Chicago dos anos 1950 e segue a vida tumultuada do co-fundador da Chess Records, Leonard Chess (Adrien Brody), e seus artistas, incluindo Little Walter (Columbus Short), Howlin'' Wolf (Eamonn Walker), Etta James (Beyonce Knowles) e Willie Dixon (Cedric the Entertainer).

O roteiro e a direção são de Darnell Martin (Aos Olhos de Deus). Mos Def participou recentemente da comédia de Michel Gondry Be Kind Rewind.

Gabrielle Union já trabalhou no seriado Ugly Betty e na comédia ainda inédita de Eddie Murphy Meet Dave.

Fonte:::Reuters

O músico Wyclef Jean, ganhador do Grammy, pediu a seus compatriotas que abandonem o crime e trabalhem para melhorar o Haiti, em uma declaração em uma rádio patrocinada pela missão de paz da ONU no país.

"Se você ama Wyclef, significa que você ama o Haiti. Então, você não deve estuprar mulheres ou sequestrar pessoas e crianças, porque não há justificativa para isso", disse Jean em creole, a língua local, em uma curta vinheta levada ao ar várias vezes por dia por estações locais haitianas.

"Eu rejeito essas práticas malévolas", disse Jean, 35 anos, que também pediu aos haitianos que respeitem e protejam os direitos das mulheres.

O Haiti, país mais pobre das Américas, enfrentou décadas de motins políticos, ditaduras, poder militar e violência.

A polícia haitiana e as autoridades da ONU notaram um aumento na criminalidade nas últimas semanas e estão tentando conter uma onda de sequestros e crimes cometidos por gangues na capital e em algumas províncias.

Os números oficiais mostram que houve 36 sequestros em Porto Príncipe em março e cerca de 30 em fevereiro. O número tinha caído para menos de 20 por mês.

Fred Blaise, porta-voz da polícia da ONU, disse que a popularidade de Jean entre os haitianos atravessa todas as classes sociais e pode influenciar positivamente os jovens envolvidos com a criminalidade.

"Todos os tipos de haitianos, os bons e os maus, têm grande admiração por Wyclef e pelo o que ele representa como haitiano", disse Blaise à Reuters no domingo.

"Então eles estão mais receptivos à mensagem de Wyclef porque sentem orgulho dele", disse Blaise.

Jean, que ficou famoso ao participar do grupo The Fugees, é bastante respeitado no Haiti. No ano passado, ele foi designado pelo presidente Rene Preval para ser embaixador itinerante, a fim de melhorar a imagem do país no exterior.

Fonte:::Reuters



Miss Info anunciou (26 Março) em seu programa na Hot97 que o rapper Max B foi baleado no Queens, NY durate uma tentativa de assalto. Max ate dois meses atras corria junto com a Diplomats. De acordo com as primeiras informacoes, bandidos roubaram o relagio de diamantes do rapper.
Joli Adore, que se diz acessor de Max, informou que Max foi baleado 2 vezes e que conseguiu chegar ao hospital e ser atendido a tempo.

Outras noticiais circulam pelas ruas de NY . Segundo boatos Max teria levado os tiros em Long Island em uma tentativa de assassinato.

Vamos esperar e ver realmente o que aconteceu.

Fonte::Rapevolusom



O rapper T.I. lançou seu quinto álbum de estúdio, T.I. vs. T.I.P., em 3 de julho de 2007. O trabalho foi certificado platina pela RIAA após ter vendido mais de um milhão de cópias em menos de dois meses do lançamento.

Apesar do sucesso comercial de T.I. vs. T.I.P., boa parte dos críticos e fãs acharam que T.I. se distanciou muito de seu estilo característico.

Ao que parece, desde que foi colocado em prisão domiciliar em outubro de 2007 por causa das acusações de posse de armas, o "Rei do Sul" está se esforçando para voltar ao seu estilo antigo e está se reaproximando de seus antigos produtores.

Está indo tudo bem, disse o colaborador de longa data DJ Toomp. Toomp, que esteve por trás de hits como 24's, U Don't Know Me e What You Know, será o produtor executivo do novo álbum de T.I., intitulado Paper Trail. As pessoas que ouviram alguma coisa do álbum estão comparando o trabalho ao Me Against the World do Tupac, disse Toomp ao Atlanta Journal-Constitution.

Kawan "K.P." Prather, que assinou o primeiro contrato de T.I. na época em que era presidente da subsidiária da Arista, Ghet-O-Vision, revelou que ele e seu parceiro de produção, Malay, também contribuirão com faixas para o álbum Paper Trail. Ele está focado em fazer algo grande, disse Prather.

T.I. terá cerca de um ano para terminar, promover e lançar seu novo álbum Paper Trail. Como noticiado anteriormente, o rapper será sentenciado a um ano de prisão no dia 27 de março de 2009.

Fonte:::Central do rap

quinta-feira, 27 de março de 2008

Tai Mais Uma Ediçao da G-Mixtape Brasil....confira...baixe q vale muito apena so som loko...fmz..!!!

G - Mixtape 3

Track List
0-intro..Novo Som do Hot Rod
1-Tony Yayo Ft Ugk - Pimpin[Thug $outh]
2 - Put You on the Game [F. Ice Remix]
3-Busta Rhymes Feat. Q-Tip, Marsha Of Floetry & 50 Cent - Get You Some [BigPlayahRmX]
4-Freeze (Gmix) Ll Cool J ft 40 Glocc,Lloyd Banks,Un Pacino,Hot Rod & Nyce[Thug $outh]
5-50 Cent ft. Young Buck - Blueprint [F. Ice Remix]
6-Tyrese ft.50 Cent, Too $hort, Snoop Dogg & Kurupt - Get Low [BigPlayahRmX]
7-Lloyd Banks Feat. Voltio & Notch - New York (Anderson Banks Remix)
8-Ice Cube ft 50 cent - Gangsta [F. Ice Remix & Thug $outh]
9-Freeway ft. Peedi Crakk & 50 Cent - Flipside [BigPlayahRmX]
10-Eminem ft. 50 Cent, Tony Yayo e Obie Trice -Drama Setter [F. Ice Remix]
11-G-Unit ft. NaS - We on Some Shit [BigPlayahRmX]
12-Kanye West feat. Tony Yayo, Young Buck & Lloyd Banks - Diamonds [F. Ice Remix]
13-Lloyd Banks feat tupac & Fabolous Avant - Karma[Thug $outh]
14-Pretty Ugly ft. Royce Da 5'9, 50 Cent & Kanye West - Spit Game [BigPlayahRmX]
15-Busta Rhymes - I Love My Bitch Ft. Kelis & Will.I.Am,40 Glocc ,Prodigy[Thug $outh]
16-Tony Yayo Feat. Joe Sean paul - Curious[Thug $outh]
17-Young Buck feat. 50 Cent, Lloyd Banks and Tony Yayo - Let Me In[F. Ice Remix]
18-Shareefa ft. Ludacris & 50 Cent - I Need a Boss [BigPlayahRmX]
19-Freeway and Mike Knox 50 cent young buck, lloyd banks- For The Hood[Thug $outh]
20-40 Glocc - PromiscuousFeat. Gail Gotti & Havoc,TimBo ft Nelly furtado [Thug $outh]
21-50 Cent ft. Ja Rule & Young Jeezy - Im Supposed to Die Tonight [BigPlayahRmX]


http://www.4shared.com/file/41975624/e0e020f8/G-Mixtape_3.html

Mixegens de "Thug $outh" & "Big Playha" &" F.Ice" e participaçao "Anderson Banks"

A jovem sensação, Chris Brown relançará seu platinado álbum "Exclusive" em Junho.

Segundo a Billboard, o disco terá várias músicas novas e um DVD bônus com um concerto e bastidores da turnê "Up Close & Personal" de Chris Brown.

Entre as novas canções, o próximo single de Brown "Forever" produzido por Polow da Don estará no álbum. Chris Brown também saira um pouco do R&B e trará uma faixa de música Techno para as pistas.

"Esse registro é mais europeu, Techno, tipo House. Eu quero ir um pouco mais para o mundo pop. Eu vou ser o 'Príncipe do Pop'. Não quero dizer que 'Eu Sou o Rei', eu só espero que possa ser o ''Príncipe do Pop', disse Brown em uma declaração.

"Exclusive" já vendeu mais de 1,4 milhões de cópias no mercado interno, de acordo com a Nielsen SoundScan.

Em notícia relacionada, Brown já terminou de gravar o clipe para sua terceira single "Take You Down". O clipe foi dirigido por Harvey White.

O novato Jay Electronica foi o MC revelação mais falado de 2007. Com seu talento altamente elogiado por parte da elite da indústria, Jay atualmente parece mais com um mito ou uma lenda urbana do que com um rapper.

Após um grande destaque na imprensa, incluindo a capa da edição #152 da URB Magazine, estamos aprendendo mais sobre um dos mais conceituados novatos no jogo do rap, além de percebermos o quão poderosos são os artistas que estão lhe apoiando.

A URB falou com o consagrado rapper Nas, que teria ficado empolgado com a matéria sobre Jay Electronica. Ele também confirmou que Jay participará de seu álbum Nigger como produtor e MC. Confira abaixo:

URB: O que faz do Jay tão especial?

Nas: Eu acho que quando você entra em um negócio é porque você quer representar e fazê-lo ao máximo, independentemente se vai obter o crédito ou não. Eu escuto pessoas que acham que não tem o respeito que julgam merecer, reclamando porque não estão no topo. Culpando gravadoras ou outros rappers que gravaram com eles. Isso acontece a todo momento, é raro ver alguém que não esteja atrás de uma nota da imprensa, que não esteja a procura de um olhar. Alguém que tenha chegado na indústria como eu cheguei. Eu não cheguei no rap com uma obra platinada, multi-platinada. Eu tinha um verso com um grupo de rap underground em 91 e isso criou meu barulho, tive que subir sozinho. Eu não teria aceito entrar na indústria de outra forma. Tá ligado? E hoje as pessoas pegam super astros para apoiá-las, deixando tudo mais fácil, e continuam reclamando. Alguém como Jay Electronica tem a mesma percepção desse negócio de super astros. Ele está fazendo tudo sozinho e é tudo no nome dele. Não importa se as pessoas estão prestando atenção no trabalho dele hoje. Não importa quando elas irão prestar, mas uma hora elas irão prestar.





Fonte: Central do Rap
Beanie Sigel passará três meses na prisão

Beanie Sigel foi sentenciado a três meses de prisão por juízes da Filadélfia ontem (28 de março), após dar aos oficiais de condicional uma amostra falsa de urina.

Segundo a Associated Press, os oficiais de condicional também revelaram que Sigel foi testado positivo para Xanax e Percocet cinco vezes este mês.


Sigel, que admitiu ser viciado em analgésicos e relaxantes musculares, foi sentenciado a seis meses de prisão domiciliar em janeiro, após violar sua condicional pela segunda vez.

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Novo álbum de Nelly confirmado para junho

A data oficial de lançamento do próximo álbum solo de Nelly, intitulado Brass Knuckles, acaba de ser anunciada.



Segundo a Billboard, o registro chegará às prateleiras no dia 24 de junho e contará com participações de Ciara, Lil Wayne, Snoop Dogg, Akon e LL Cool J, entre outros.



O primeiro single do álbum, Party People, conta com participação de Fergie do Black Eyed Peas.

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Mos Def se junta a Beyonce em novo filme

O rapper Mos Def foi adicionado ao elenco de Cadillac Records, um filme baseado na história real da Chess Records, uma gravadora de Chicago que foi a casa de lendas do blues como Howlin' Wolf e Muddy Waters.

Mos Def interpretará a lenda do rock Chuck Berry. O filme está sendo filmado em Nova Jersey e também contará com Beyonce e Gabrielle Union no elenco.


Beyonce viverá a cantora Etta James, enquanto Gabrielle Union interpretará a namorada de Muddy Waters, Geneva Wade.




Fonte: Central do Rap

Depois da recepção ruim do single 'Birthday Girl', do novo álbum 'Rising Down', a banda The Roots resolveu mudar os planos para a música.

A faixa, que tem a participação do vocalista da banda de rock Fall Out Boy, Patrick Stump, não será mais o single internacional do disco, e corre o risco de não ser incluída no álbum, depois de ser considerada pelos fãs como "a pior coisa que o The Roots já fez".

"Rising Down" chegará as lojas dia 29 de Abril pela Def Jam Recordings e contará com participações de Mos Def, Common, Talib Kweli, Styles P., DJ Jazzy Jeff, entre outros.





Creditos: Doggystyle --- Forum Central do Rap

O rapper Mack 10, membro do grupo Westside Connection, está se preparando para voltar ao jogo com seu 9° álbum de estúdio intitulado "Soft White".

A primeira single do novo trabalho é "Street Shit" com participações de Glasses Malone e Butch Cassidy. Recentemente Mack, de nome real Dedrick Rolison, lançou a segunda single chamada "Big Baller" que traz novamente como participação o rapper da Cash Money Glasses Malone, além do rapper de Nova York Red Cafe. A single foi produzida por E.P.

Em noticia relacionada o novato rapper Glasses Malone deve lançar seu álbum de estréia este ano, a single do trabalho é "Certified", produzida por DJ Toomp e com participação do cantor Akon. Malone de apenas 20 anos foi contratado pela Cash Money Records em 2007, ele é dado como um dos mais promissores rappers da West Coast na atualidade.




Creditos: Doggystyle --- Forum Central do Rap

A cantora Rihanna fez uma apresentação beneficente na última quarta-feira, no Vision Nightclub em Illinois, Chicago.

O show, que contou com hits como Umbrella, teve sua renda revertida a The Believe Foundation, que cuida de crianças doentes.

Após a performance, que durou cerca de 40 minutos, Rihanna conheceu algumas crianças atendidas pela fundação. Simpática, conversou com algumas delas e deu diversos autógrafos.

"Quando eu era pequena e via na televisão crianças sofrendo, sempre dizia que um dia queria poder ajudá-las", afirmou, explicando por que começou a ajudar a fundação.

A cantora já agendou novos shows beneficentes em cidades americanas, como São Francisco e Nova York.

Fonte:::Terra


Enquanto Papoose e Remy Ma já haviam negado que não estavam envolvidos romanticamente, Papoose mudou seu tom recentemente, enquanto Remy foi declarada culpada ontem (27 de Março) em quatro acusações.

Em um e-mail á MTV, Papoose disse que ele e Remy tinham planos de se casar no próximo mês e que esses planos vão continuar, apesar de que Remy pode enfrentar 25 anos de prisão.

"Nós sempre quisemos manter as nossas vidas pessoais longe das pessoas, de modo que nunca fomos a público para falar de nosso relacionamento", disse ele. "Sim, programamos para nos casar em um iate dia 27 de Abril. Porém, devido a circunstâncias além de nosso controle, estamos agora fazendo arranjos para nos casarmos na prisão."

Apesar de Papoose já ter mostrado algum afeto por Remy em algumas de suas letras, os dois negavam categoricamente não estar envolvidos.

Como noticiado anteriormente, a rapper do Bronx foi declarada culpada de duas acusações de agressão em primeiro grau, uma de tentativa de coação e outra de porte ilegal de armas.

Seu advogado Ivan Fischer deve entrar com um recurso contra o veredito do tribunal.

Fonte:::Doggystyle Forum Central do Rap

T.I. confessou-se culpado de três acusações de posse de armas em uma audiência realizada em Atlanta nesta tarde.

O rapper será sentenciado a um ano de prisão em 27 de março de 2009. Até lá, T.I. continuará em prisão domiciliar. Ele também servirá um total de 1500 horas de serviço comunitário, divididas em 1.000 horas antes de sua condenação, e 500 horas após a conclusão de sua sentença.

T.I. irá, em parte, usar a sentença como uma oportunidade de falar com os jovens de risco, incentivando-os a obedecer a lei e evitar situações semelhantes às que ele tem enfrentado desde 1997.

Acreditamos que essa resolução é do interesse do público, disse o promotor federal David Nahmias, acrescentando que o acordo para falar com os jovens deve impedir e acovardar os mesmos de cometerem crimes e arruinarem suas próprias vidas.

O CEO da Grand Hustle também foi multado em U$$100.000. Se tiver uma boa conduta, T.I. poderá ter sua pena reduzida. Se falhar em cumprir o acordo, poderá passar mais de 57 meses na prisão.

O rapper está em prisão domiciliar desde outubro, após pagar uma fiança de US$ 3 milhões.





Fonte: Central do Rap

Nesta quinta-feira (27 de março), um tribunal julgou que a rapper Remy Ma é culpada de quatro acusações decorrentes do tiroteio de 14 de julho.

Remy Ma, cujo nome verdadeiro é Remy Smith, foi acusada de balear uma mulher chamada Makeda Barnes-Joseph no abdome durante uma briga por causa de US$3.000 que teriam desaparecido de sua bolsa.


Segundo o TMZ.com, a rapper do Bronx foi declarada culpada de duas acusações de agressão em primeiro grau, uma de tentativa de coação e outra de porte ilegal de armas.

Ela foi inicialmente acusada de tentativa de assassinato mas esta acusação foi reduzida para agressão após os investigadores determinarem que a pistola .45 que baleou Jospeh disparou de forma acidental.

Segundo fontes, Remy teve uma crise nervosa quando ouviu o veredito. Ela deixou o tribunal algemada e ficará presa até ser sentenciada no dia 23 de abril. A rapper pode pegar até 25 anos de prisão.





Fonte: Central do Rap
Creditos::::Cultura Hip Hop

RACIONAIS E OS 17 ANOS DE HOLOCAUSTO

Leitoras e leitores do Cultura Hip-Hop, finalmente consegui passar para o disco rígido do computador um texto que há muito tempo vinha maturando: uma espécie de "ensaio-tributo" ao disco mais importante do rap brasileiro, que completará 17 anos agora em 2008. Falo de "Holocausto Urbano", do grupo paulistano Racionais MC's.

Como de costume, uma pequena digressão. É muito disseminada em nosso país a crença de que o brasileiro não tem memória. Fala-se muito por aí que não cultuamos nossos antepassados nem nossa rica história sociocultural. No que diz respeito ao hip-hop, cabe a nós, formadores de opinião minimamente responsáveis, tentar mudar essa trajetória de descaso e esquecimento. Assim, o sítio Cultura Hip-Hop tornou-se mais um dos espaços de preservação e disseminação da rica história do hip-hop brasileiro. Olha, já temos muita história pra contar, apesar do espaço relativamente curto de tempo.

É exatamente essa curta porém prolífica história que me motiva a cultuar, ainda mais, a velha e boa escola do hip-hop, nicho cultural em que orgulhosamente milito há quase 25 anos. Em tudo o que fiz ou que faço, seja nos toca-discos, podcasts, ou nos textos que escrevo aqui pro Cultura, tento sempre valorizar ainda mais, a cada dia que passa, grupos como Public Enemy, GOG, Racionais, Câmbio Negro, Vítima Fatal, Paris, Thaíde e DJ Hum, entre outros muitos.

Destarte, o intuito deste "pequeno-longo" ensaio é reavivar na memória de vocês um momento de virada, inesquecível, indelével, na história do rap feito por brasileiros. Há 17 anos era lançado, de forma totalmente independente, "Holocausto Urbano", do longevo e ubíquo Racionais MC's.

Como afirmei no início, sempre achei "Holocausto Urbano" o disco mais importante de rap nacional em todos os tempos. Nenhum outro disco se igualou a ele em importância e impacto, pelo menos até a presente data. Falo como fã de rap nacional desde os seus passos iniciais, não como bajulador do grupo. Com 35 anos e um bocado de cabelos brancos não dá pra ficar mais bajulando ninguém.

Portanto quero tentar passar a você, caro amigo leitor, cara amiga leitora, a importância desse clássico, verdadeiro monumento sonoro do rap brasileiro. O texto vai ficar meio longo, mas, tomara, vai valer a pena ler até o final. Eis assim um alerta: o texto é longo e muitas vezes prolixo. Se não gostar e estiver ruim, claro, a falha é toda do autor.

Vamos lá. Devo, inicialmente, ressaltar que maravilhosos LPs como "Cultura de Rua" (1989), "Pergunte a Quem Conhece", de Thaíde e DJ Hum (1989), "Sub-Raça", de Câmbio Negro (1993) "Raio-X do Brasil", dos Racionais (1993) e "Dia-a-Dia da Periferia", de GOG (1994), são facilmente arrolados entre os dez discos mais importantes de rap nacional. Mas "Holocausto" (1991) é imbatível, e figura no primeiro lugar da minha lista, fácil, fácil. A influência que teve sobre a cultura hip-hop brasileira foi descomunal. O disco mostrou bem a que vieram aqueles quatro caras da periferia de São Paulo.

Naquele tempo, lá por meados de 1991, em plena "era Bush" nos EUA (o pai do atual idiota-presidente amerikkkano) e em plena "era Collor" por estas bandas, havia uma onda revolucionária no hip-hop mundial. Public Enemy estava no auge e sua mensagem politizada e afrocêntrica encantava boa parte dos fãs de rap, negros ou não.

O vocalista do PE, Carlton Ridenhour, também conhecido como Chuck D, honrando a herança de Malcolm X, Gil Scott Heron, Last Poets e James Brown, expressava como ninguém as angústias dos negros pobres das periferias da ameriKKKa. E a realidade dos guetos amerikkkanos nunca foi muito diferente daquela dos bairros pobres da periferia de São Paulo, dos morros do Rio, da Baixada Fluminense, das cercanias de Recife e das cidades-satélites mais afastadas de Brasília.

Para vocês terem uma idéia, Public Enemy e companhia tiveram tamanho efeito em mim que, por não entender as letras em inglês deles, comecei a aprender o idioma bretão traduzindo as letras do grupo, palavra por palavra, com um pequeno dicionário Michaelis. Acabei fazendo vestibular e cursando Letras-Tradução na UnB por causa do hip-hop. Foi a melhor coisa que fiz.

Bom, se bem que entender as letras do PE, NWA e Boogie Down Productions não era assim tão fundamental: os clipes deles falavam por si só. Tava ali na tela da TV a realidade de todos nós, independentemente do continente em que nascemos. Estavam lá a angústia social, o ódio racial, o humor universal e acidez característica da era de ouro do rap. E tava lá o som visceral que fazia a nossa cabeça.

A forte onda criada por caras como KRS-One, Chuck D, Paris e Ice Cube (quando o ex-NWA mais inteligente ainda tinha o que falar) balançaram os alicerces da música negra contemporânea. Se você nunca ouviu sons como "Rebel Without a Pause", "Fuck the Police", "Don't Believe the Hype", "Shut' em Down", "My Philosophy", "The Devil Made Me Do It" e "Color Blind", você tá vacilando, véi. Tá perdendo o que de melhor o rap teve a oferecer.

O rap consciente da era de ouro do hip-hop – chamada de golden age pelos gringos, de 1988 a 1992 – acabou favorecendo o surgimento de uma série de grupos com mensagem de cunho social e racial, destacadamente X-Clan, Hijack, Da Lench Mob, Poor Righteous Teachers, Brand Nubian, Paris e, no Brasil, Câmbio Negro, Racionais MC's, DMN, GOG, entre muitos outros.

Aqui em Pindorama, o rap cantado em língua brasileira ainda ensaiava sua emancipação. No final dos anos 80, Thaíde e DJ Hum já eram ícones brasileiros e referência no rap nacional com suas mensagens positivas. "Corpo Fechado", clássico da dupla paulista, tocou incansavelmente em todas as grandes rádios do Brasil no final dos anos 80, início dos 90. Parecia que uma explosão do rap nacional seria inevitável.

Só que ainda faltava alguma coisa. Faltava alguém. Faltava outro tipo de abordagem. Apesar do enorme talento de Altair Gonçalves no microfone, nas letras, e do brilhantismo de DJ Hum nas picapes, um certo escapismo, não a crítica social, era o que marcava a temática deles. Além disso, a cena brasileira ainda era bastante incipiente e marcada por certo amadorismo (há quem diga que ainda é). Sim, havia bravos grupos como Código 13, Geração Rap, DJ Raffa e os Magrellos, Os Metralhas e Pepeu, mas que ainda não tinham conseguido alçar vôos mais altos.

Foi por aquele tempo que uma gravadora independente de São Paulo, de nome Zimbabwe Records, pavimentou o tão esperado e acalentado caminho da mudança. William e Serafim, em busca de novos talentos, lançaram uma coletânea chamada "Consciência Black Vol. 1", no início de 1991. Chegada era a hora.

Na algo despretensiosa compilação, duas músicas se destacavam absurdamente das demais. Eram elas "Tempos Difíceis" e "Pânico na Zona Sul", ambas de uns caras dos quais nunca tinha ouvido falar.

A primeira, executada pelo vocal abaritonado de Edy Rock e orquestrada pelos surpreendentes arranhões de DJ KLJay. A segunda, cantada por Brown - que ainda não era Mano - com seu vocal meio anasalado e muito carismático, acompanhado do fiel escudeiro Ice Blue.

As duas bases, assustadoramente muito bem produzidas, eram baseadas em clássicos do mestre James Brown, "Papa don't take no mess" e "The Payback", respectivamente. Combinaram perfeitamente com as letras fortes dos dois grupos. Uma nova era do rap nacional acabara de florescer.

Gostei muito, muito mesmo, do som da dupla Edy Rock - KLJay, mas aquela outra música chamou ainda mais a minha atenção. Lembro-me até hoje da primeira vez em que ouvi "Pânico na Zona Sul", que me foi mostrada por um dj aqui do DF em uma antiga loja de discos no Venâncio 2000, chamada Vogue Discos. Fiquei completamente chapado. Não podia acreditar no que tava ouvindo. Pensei: "véi, a casa caiu!". E caiu mesmo.

Lembrando hoje, dou boas risadas do meu pequeno infortúnio. Explico-me. Amei aquelas duas músicas e só o marrento dj da loja tinha o disco, pois tinha ido a São Paulo e comprado lá. E ele não emprestava nem gravava pra ninguém. O LP não estava sendo vendido no DF em razão de tiragem esgotada. Fui conseguir o disco, em segunda tiragem, meses depois.

Eu já era fã confesso de Public Enemy e naquele dia, naquela loja, vi que tinha gente no Brasil que poderia seguir a mesma linha de crítica social e de contraposição às forças que tanto mal causaram à periferia e, o mais importante, falando a nossa língua e abordando de frente e com sabedoria a realidade da maioria dos brasileiros.

A indiscutível qualidade das letras de "Pânico" e "Tempos" e das envolventes batidas inspiradas em Run-DMC e Public Enemy já davam mostras do potencial daqueles quatro caras. É por isso que não dá pra não ressaltar o espírito visionário dos idealizadores da Zimbabwe Records e também do mentor do grupo, Milton Salles. Sem eles talvez o Racionais não existisse hoje. Sem eles o rap brasileiro não teria dado o salto que deu no início dos anos noventa.

Bem, o que já era bom na coletânea, separadamente, ficou ainda melhor. Brown e Ice Blue resolveram juntar-se a Edy Rock e ao virtuoso DJ KLJay para formarem o Racionais MC's. E havia uma espécie de "mentor" do grupo, de quem já falei: Milton Salles. O resto é história. Os quatro elementos de diferentes quebradas de São Paulo se combinaram perfeitamente, lembrando um pouco a forma como os quatro elementos do hip-hop se combinaram e se tornaram indissociáveis.

Camaradas, é assim que surge o prolífico disco "Holocausto Urbano". O bolachão, que na verdade era um EP de seis faixas (um EP é um disco com menos faixas que um LP), já mostrava sua intenção de cara pela capa.

Vocês sabem bem que muita gente por aí compra discos pela capa. O primeiro disco dos Racionais era tão vigoroso que até a capa absurdamente simples era um atrativo do disco. Era diferente de tudo o que se tinha feito até então. Lá estavam quatro jovens vestidos com roupas do dia-a-dia, em uma viela de São Paulo, sem maquiagem, sem sorrisos gratuitos, sem poses, com uma postura altiva e altamente ameaçadora. Nada de jaquetões caros nem tênis da moda. Nada de logotipos sofisticados. Textos simples e sóbrios, contracapa com fundo branco e ficha técnica simples. O rótulo do vinil era prata com texto chapado em preto. Simples assim.

A simplicidade inteligente e a postura contestadora dos caras seriam reforçadas pelos sulcos do vinil. As seis faixas do disco tornar-se-iam rapidamente clássicos eternos das periferias. Tudo sem divulgação, tudo sem Rede Globo, tudo sem Domingão do Faustão, tudo sem nenhum jabá. Só com talento e uma predestinação incrível, leitoras e leitores. Isso me faz pensar em como tem gente predestinada no mundo. Brown e seus parceiros são desses. Predestinados ao sucesso, desde o início. Gostem vocês ou não.

O EP era composto de seis músicas: duas regravações da referida coletânea, "Pânico na Zona Sul" e "Tempos Difíceis", e quatro sons inéditos, "Mulheres Vulgares", "Hey, Boy", "Racistas Otários" e "Beco Sem Saída". As regravações pouco alteraram as versões originais, sofrendo pequenas alterações nas letras e nas bases. Todas elas para melhor.

Nos créditos de "Holocausto Urbano", atribui-se a produção a Racionais e KLJay e a co-produção a Alexandre e Marcelo (2 Habone, ou seria 2 Dabone?). Sempre tive curiosidade de conhecer essa dupla que ajudou a moldar o maior clássico do rap brasileiro em todos os tempos. Suponho, honestamente, que os caras não atuaram como meros "co-produtores". Certamente foram eles que amalgamaram as idéias dos Racionais, com incrível técnica e clarividência. O nível de produção não deixava nada a desejar aos gringos. Nada mesmo. Depois de "Holocausto", nunca mais ouvi falar de Alexandre e Marcelo. Uma pena.

Acho que, para resumir o que é o disco "Holocausto Urbano", diria que o LP reflete a angústia, a frustração e o horror enfrentados pelos jovens negros e pobres nas periferias brasileiras. É um libelo contra a desigualdade, a inexistência de estado, a violência e a hipocrisia. É uma combinação maravilhosa de um som arrasador mesclado a poesia, protesto, lamento e, diria eu, um escárnio bem humorado.

Dito isso, examinemos perfunctoriamente as faixas do excepcional disco, uma a uma. A abertura do LP é uma regravação de "Pânico na Zona Sul". A batida ficou ainda mais pesada e o grupo adicionou falas no início e no fim da faixa. A letra permaneceu praticamente intocada. A versão começa assim:

"Aqui é Racionais MC's, Ice Blue, Mano Brown, KLJay e eu, Edy Rock.
- E ai Mano Brown, certo ?
- Certo não está, né mano, e os inocentes, quem os trará de volta ?
- É...a nossa vida continua, e aí quem se importa ?
- A sociedade sempre fecha as portas mesmo, cara...
- E ai Ice Blue...
PÂNICO!"

Começava a avalanche sonora. Um puta batidão com timbres pesados, misturados a samples de "Funky Drummer" e "The Payback" do mestre James Brown, criou a atmosfera sombria e acachapante de "Pânico na Zona Sul". Indignação, revolta, contestação contra a violência policial e os esquadrões da morte. Esses os ingredientes vitais da fórmula de "Pânico". Canta Brown:

Então quando o dia escurece
Só quem é de lá sabe o que acontece
Ao que me parece prevalece a ignorância
E nós estamos sós
Ninguém quer ouvir a nossa voz
Cheia de razões, calibres em punho
Dificilmente um testemunho vai aparecer
E pode crer a verdade se omite
Pois quem garante o meu dia seguinte?

Brown adotou no microfone uma postura bem diferente da que estávamos acostumados a ver. A levada agressiva, a impostação diferente de voz e o dueto com Ice Blue saltvavam aos olhos, melhor, aos ouvidos. E a letra era brilhante. Verdadeiro cronista da realidade das ruas, Brown vociferava:

Racionais vão contar
A realidade das ruas
Que em nome de outras vidas
A minha e a sua
Viemos falar
Que pra mudar
Temos que parar de se acomodar
E acatar o que nos prejudica
O medo
Sentimento em comum num lugar
Que parece sempre estar esquecido
Desconfiança insegurança mano
Pois já se tem a consciência do perigo
E ai?

Ouso dizer que "Pânico na Zona Sul" é a música mais importante dos Racionais e talvez, do rap brasileiro. Além de ser o cartão de apresentação grupo, é um marco retórico e musical da nascente cena repeira brasileira.

Antes de "Pânico", ocorrera apenas um momento de aguda e audaciosa contestação social, quando, em 1989, Thaíde e DJ Hum, na faixa "Homens da Lei", expuseram de forma corajosa e inteligente a podridão reinante na polícia de São Paulo. "Homens da Lei" é, para mim, o rap antipolícia mais agressivo e inteligente do rap brasileiro. O som deles tá na coletânea "Cultura de Rua", clássico do rap nacional. Quem sabe não rola no futuro um artigo sobre Thaíde e DJ Hum? Tomara.

A segunda faixa do lado A é "Beco Sem Saída". A base foi alicerçada inteiramente em uma música da banda Love Unlimited Orchestra (diga-se, Barry White) chamada "Strange Games and Things". Edy Rock faz uma forte crítica às negras e negros brasileiros que não têm consciência de sua herança sociocultural. Ele começa assim:

Às vezes eu paro e reparo, fico a pensar
qual seria meu destino senão cantar
um rejeitado, perdido no mundo, é um bom exemplo

O grande diferencial dos Racionais, à época, era a postura agressiva, dizendo na cara o que muita gente não tinha vontade ou mesmo coragem. De que adianta apenas criticar os playboys, os políticos e os "brancos" em geral? Para Edy Rock, muitos negros também são culpados:

Mas muitos não progridem porque na verdade assim querem
Ficam inertes, não se movem, não se mexem
Sabem por que se sujeitaram a essa situação ?
Não pergunte pra mim, tire você a conclusão
Talvez a base disso tudo esteja em vocês mesmos
E a conseqüência é o descrédito de nós negros
Por culpa de você, que não se valoriza
Eu digo a verdade, você me ironiza
A conclusão da sociedade é a mesma
que, com frieza, não analisa, generaliza
e só critica, o quadro não se altera e você
ainda espera que o dia de amanhã será bem melhor
Você é manipulado, se finge de cego
Agir desse modo, acha que é o mais certo
Fica perdida a pergunta, de quem é a culpa
do poder, da mídia, minha ou sua ?

Edy coloca o dedo na cara daqueles que nunca valorizaram a própria pele e suas raízes. É o que Malcolm X chamava de "morte cerebral em vida". É evidente a influência de Malcolm X nas letras dos caras. A influência ficaria ainda mais forte na letra "Racistas Otários" e também no EP seguinte, "Voz Ativa".

Vejam que a influência de Malcolm, disseminada por Public Enemy em seus sons e clipes, foi tão forte nos grupos de rap daquela época que até eu, um não-negro, passei a estudar a questão negra no Brasil. O grupo de rap que idealizei, de nome Morte Cerebral, refletia a influência que tínhamos de Public Enemy, Malcolm X, John Brown, Steve Biko, e, é claro, Racionais.

O mais interessante é que houve uma velada onda de "racismo às avessas" no rap nacional daqueles tempos. Em 1992 falou-se muito aqui no DF de um episódio, talvez mero factóide, em que Mano Brown, completamente fascinado pelas idéias mais radicais de Malcolm X, supostamente teria se recusado a apertar a mão de Luís Sapo, b-boy da DF Zulu Breakers, por este ser "branco". O fato, verdadeiro ou não, causou um tremendo mal estar e até hoje muita gente da velha escola da Zulu não gosta de Brown nem dos Racionais por causa disso. Engraçado é que Sapo pode ser tudo, menos branco... Aliás, como já ouvi por aí, o Taffarel tem de se casar logo com a Xuxa para garantir a continuidade da raça branca no Brasil.

Brincadeira à parte, analisando friamente o episódio, hoje, dá pra entender a miopia ideológica e a bitolação de uma turma de São Paulo e também aqui do DF com as idéias mais radicais de Malcolm X. Eram todos muito jovens, muito imaturos, começando uma carreira cheia de sobressaltos e influenciados pelo que havia de mais radical no rap estadunidense. E o Malcolm radical tava no centro de tudo.

Não sei se Brown alguma vez parou para pensar no episódio, se é que a parada realmente aconteceu. Se ocorreu realmente e ele parou para refletir a respeito, certamente se arrependeu. Nunca ouvi dizer nada sobre um pedido de desculpas. É, Brown, se o fato realmente rolou, você tá devendo essa ao meu grande amigo Sapo!

A propósito, uma recomendação: não deixem de ler a sensacional autobiografia de Malcolm X. É um livro que me inspira até hoje, principalmente em momentos mais agudos. O livro tem servido de inspiração para milhares de pessoas no mundo inteiro, por seu caráter honesto e direto. Lá vocês verão as duas fases do líder radical americano: a do pregador raivoso, sectário e anti-establishment; e a do líder humanista, que passou a aceitar a convivência com pessoas de todas as raças e credos. Leitura imperdível e altamente compensadora, posso garantir.

Seguindo adiante, falemos da terceira e última faixa do lado A: "Hey, Boy". Uma combinação de diatribe contra filhinho-de-papai e comentário social. O som começa com o som do motor de um carrão de playboy, com Brown e Blue intimando o boy para uma conversa:

Hey, boy! Hey, boy!
Dá um tempo ai, cola ai!
Pera aí!
(boy) Que é, mano?
Que esse otário tá fazendo aqui?
Aí, dá um tempo aí, chega aí...
(boy) Que foi, bicho!?
Lembra de mim mano?
(boy) Não...
Então vamo trocar uma idéia nós dois agora...

Brown oferece ao playboy, ingênuo e alienado, uma visão crítica e realista da dura realidade da periferia:

Hey boy o que você está fazendo aqui
Meu bairro não é seu lugar
E você vai se ferir
Você não sabe onde está
Caiu num ninho de cobra
E eu acho que vai ter que se explicar
Pra sair não vai ser fácil
A vida aqui é dura
Dura é a lei do mais forte
Onde a miséria não tem cura
E o remédio mais provável é a morte
Continuar vivo é uma batalha
Isso é se eu não cometer falha
E se eu não fosse esperto
Tiravam tudo de mim
Arrancavam minha pele

Engraçado é que playboy, assim como os otários e pilantras, existe em todos os segmentos sociais, do mais rico ao mais pobre. Vai dizer que você nunca teve um Kiko e uma Dona Florinda como vizinhos? Ou que alguns de vocês já não foram um Kiko?

Lá pela metade do som, Brown e Blue vocalizam a irritação de muita gente com o estilo de vida de boa parte da elite deste país que, geração após geração, parece não se importar com a absurda desigualdade social e racial existentes:

Pense bem se não faz sentido
Se hoje em dia eu fosse um cara tão bem sucedido
Como você é chamado de superior
E tem todos na mão
E tudo a seu favor
Sempre teve tudo e não fez nada por ninguém
Se as coisas andam mal é sua culpa também
Seus pais dão as costas para o mundo que os cercam
Ficam com o maior, melhor
E pra nós? nada resta
Você gasta fortunas se vestindo em etiqueta
E na sarjeta as crianças, futuros homens
Quase não comem, morrem de fome
Com frio e com medo, já não é segredo e as drogas consomem
Sinta o contraste e só me de razão
Não fale mais nada porque vai ser em vão!
Hey, Boy!

Em outra parte da letra, Brown reitera seu amor por sua quebrada, que, a despeito de todos os problemas, é a sua origem, sua quebra, seu lar:

Isso tudo é verdade
Mas não tenha dó de mim
Por que esse é meu lugar
Mas eu o quero mesmo assim
Mesmo sendo o lado esquecido da cidade
E bode expiatório de toda e qualquer mediocridade

Quase no final do som, Brown descreve bem o descaso de uma minoria com a maioria e a forma como uma sociedade tremendamente desigual e consumista cria seus próprios fantasmas:

Você faz parte daqueles que colaboram
Para que a vida de muitas pessoas seja tão ruim
Acha que sozinho não vai resolver
Mas é por muitos pensarem assim como você
Que a situação vai de mal a pior
E como sempre você pensa em si só
Seu egoísmo ambição e desprezo
Serão os argumentos pra matar você mesmo
Então eu digo: Hey, boy... não fique surpreso
Se o ridículo e odioso círculo vicioso
Sistema que você faz parte
Transforma num criminoso
E doloroso será ser rejeitado, humilhado
Considerado um marginal
Discriminado, você vai saber
Sentir na pele como dói
Então aprenda a lição
Hey Boy....

Outra característica bacana de "Hey, Boy" é o trabalho do dj KLJay. Os riscos do cara, precisos e altamente criativos, fizeram história também. Ele usou o famoso bordão "yeeaaah, booooooy" de Flavor Flav do PE para criar o refrão do som. Criatividade na alta.

Lá se foi o brilhante lado A do disco. O lado B começa com um dos momentos mais bem humorados e cáusticos do vinil: "Mulheres Vulgares", uma inteligente e direta crítica àquelas mulheres que "querem uma noite e nada mais" e ainda ao feminismo esdrúxulo daquele início de anos 90, quando ser mulher de verdade, para as doidas, era se igualar aos homens em tudo de ruim que eles faziam.

A música é um sarcástico diálogo telefônico entre Edy Rock e um bem humorado Mano Brown, sendo Edy Rock o interlocutor principal e Brown o secundário. Até hoje abro um sorriso quando lembro dos versos iniciais:

- Alô?
- E aí, Edy Rock, certo?
- Ô Brown, e aí, certo mano?
- Tava esperando cê me ligar mesmo, oh.
- Qual é a nova, mano?
- É sobre mulher, e tal.
- Mulher? Que tipo de mulher, mano?
- Se liga aí, mano:
Derivada de uma sociedade feminista
Que consideram e dizem que somos todos machistas.
Não quer ser considerada símbolo sexual.
Lutam pra chegar ao poder, provar a sua moral
Numa relação a qual não admite ser subjulgada, passa a dar pra trás.
Exige direitos iguais.......
- E o outro lado da moeda, como é que é?

A base é uma mistura de samples de JB's, Melvin Bliss, Chicago Gangsters e Average White Band. Produção de primeira, no melhor estilo Bomb Squad!

Certamente hoje, mais até do que naquela época, muita guria deve achar a letra tremendamente machista. Eu acho tremendamente engraçada e inteligente. Rock mete o pau na prostituição de luxo e nas mocinhas bonitas que não tem um pingo de pudor. Claro, a Xuxa não poderia ficar de fora:

Pode crê! Pra ela, dinheiro é o mais importante.
Sujeito vulgar, suas idéias são repugnantes.
É uma cretina que se mostra nua como objeto,
É uma inútil que ganha dinheiro fazendo sexo.
No quarto, motel, ou tela de cinema
Ela é mais uma figura viva, obscena.
Luta por um lugar ao sol,
Fama e dinheiro com rei de futebol! - (he, he)

Esse som tem uma incrível semelhança com uma música do Public Enemy chamada "Sophisticated Bitch", em que Chuck D também desce a lenha nas mulheres vulgares, hoje conhecidas como cachorras ou piriguetes. Entretanto, não chamaria de plágio ou algo assim. Talvez tenha servido de inspiração mesmo. Existem significativas diferenças entre os dois sons. Mas, lembro-me agora, há um som do Código 13 chamado "Garota da Casa" que, este sim, é uma tradução do som do PE. Espécie de cover, tá ligado?

Continua Edy Rock, agora descendo o pau nas piriguetes que todos nós bem conhecemos:

Envolve qualquer um com seu ar de ingenuidade.
Na verdade, por trás mora a mais pura mediocridade.
Te domina com seu jeito promíscuo de ser,
Como se troca de roupa, ela te troca por outro.
Muitos a querem para sempre
Mas eu a quero só por uma noite, você me entende?
Gosta de homens da alta sociedade.
Até os grandes traficantes entram em rotatividade.
Mestiça, negra ou branca
Uma das suas únicas qualidades: a ganância.
A impressão que se ganha é de decência
Quando se trata de dinheiro e sexo, se torna indolência.

Logo depois, Edy Rock traça paralelo entre a postura de mulheres que se vendem por necessidade e das que vendem o corpo por ganância:

Fica perdida no ar a pergunta:
Qual a pior atitude de uma prostituta? – (e eu sei, mano?)
Se vender por necessidade ou por ambição?
Tire você a conclusão...

O refrão de "Mulheres" é altamente contagioso. É ouvir uma vez e nunca mais esquecer:

Somos Racionais, diferentes e não iguais
Mulheres vulgares, uma noite e nada mais
Mulheres.....Vu, vu, vulgares.
Mulhers vulgares, uma noite e nada mais.
Mulheres..... Vu, vu, vulgares.
Mulheres vulgares, uma noite e nada mais.

Véi, sons como esse do Edy Rock me fazem ter saudade daqueles tempos e daquele Racionais. Não que o de hoje seja ruim, mas o de antigamente era muito foda. Era tão foda que depois de um som como "Mulheres", recheado de bom humor e de uma atitude politicamente incorreta, viria o maior tratado de sociologia já composto na história do rap brasileiro.

Falo da segunda faixa do lado B, "Racistas Otários". Já ouvi essa música um bilhão de vezes e até hoje me assombro com a qualidade da letra. Nunca me cansei de ouvir e analisar. Claro, aqui estou ouvindo de novo pra poder escrever. Que som!

Teria o espírito de Zumbi baixado em Brown? Olha, acho que sim. Zumbi, Malcolm, Huey, Adbias... Imagino que Brown tenha incorporado todos eles ao escrever tão incrível letra. A temática é tão inteligente, tão precisa, tão direta, que merece ser reproduzida na íntegra, sem maiores comentários:

Racistas otários nos deixem em paz
Pois as famílias pobres não agüentam mais
Pois todos sabem e elas temem
A indiferença por gente carente que se tem
E eles vêem com toda autoridade o preconceito eterno
E de repente o nosso espaço se transforma
Num verdadeiro inferno e reclamar direitos de que forma
Se somos meros cidadãos e eles o sistema
E a nossa desinformação é o maior problema
Mas mesmo assim, enfim, queremos ser iguais
Racistas otários nos deixem em paz

Justiça, em nome disse eles são pagos
Mas a noção que se tem é limitada e eu sei
Que a lei é implacável com os oprimidos
Tornam bandidos os que eram pessoas de bem
Pois já é tão claro que é mais fácil dizer
Que eles são os certos e o culpado é você
Se existe ou não a culpa, ninguém se preocupa
Pois em todo caso haverá sempre uma desculpa
O abuso é demais, pra eles tanto faz
Não passará de simples foto nos jornais
Pois gente negra e carente, não muito influente
E pouco freqüente nas colunas sociais
Então eu digo: meu rapaz, esteja constante
Ou abrirão o seu bolso e jogarão um flagrante
Num presídio qualquer será um irmão a mais
Racistas otários nos deixem em paz
"Pois a lei é surda cega e mal interpretada" (Thaíde)

Então a velha história outra vez se repete
Por um sistema falido
Como marionetes nós somos movidos
E há muito tempo tem sido assim
Nos empurram à incerteza e ao crime enfim
Porque aí sim certamente estão se preparando
Com carros e armas nos esperando
E os poderosos, bem seguros, observando o rotineiro holocausto urbano
O sistema é racista cruel
Levam cada vez mais irmãos aos bancos dos réus

Uma pequena pausa aqui. Vejam só o que Brown fala dos diplomados em Ciências Sociais, supostos conhecedores da realidade social brasileira:

Os sociólogos preferem ser imparciais
E dizem ser financeiro o nosso dilema
Mas se analisarmos bem mais você descobre
Que negro e branco pobre se parecem mas não são iguais
Crianças vão nascendo em condições bem precárias
Se desenvolvendo sem a paz necessária
São filhos de pais sofridos
E por esse mesmo motivo
Nível de informação é um tanto reduzido

Outra pausa: pela primeira vez, o rap brasileiro atingia tamanho nível contestação e questionamento. Talvez alguns de vocês não achem a letra tão revolucionária assim. É porque talvez não tenham vivido aqueles tempos. Lembro-me até hoje das intermináveis discussões sobre esse verso que grifei anteriormente. O que você acha, negros e brancos pobres são iguais?

Segue o sociólogo Brown:

Não...
É um absurdo
São pessoas assim que se fodem com tudo
E que no dia a dia vivem tensas e inseguras
E sofrem as covardias humilhações torturas
A conclusão é sua... KL Jay
"Se julgam homens da lei, mas a respeito eu não sei" (Racionais)
Porém direi para vocês irmãos
Nossos motivos pra lutar ainda são os mesmos
O preconceito e o desprezo ainda são iguais
Nós somos negros, também temos nossos ideais
Racistas otários nos deixem em paz

Pausa: em seguida vai uma cutucada na gestapo da periferia, a polícia, que Brown qualifica como "poderosos". Hoje, um PM qualquer se julga autoridade inconteste, especialmente quando não está sozinho e designado para patrulhar jovens negros e pobres. Alguma semelhança com os feitores das senzalas? Diz aí, Brown:

Os poderosos são covardes desleais
Espancam negros nas ruas por motivos banais
E nossos ancestrais por igualdade lutaram
Se rebelaram, morreram
E hoje o que fazemos
Assistimos a tudo de braços cruzados
Até parece que nem somos nós os prejudicados
Enquanto você sossegado foge da questão
Eles circulam na rua com uma descrição
Que é parecida com a sua
Cabelo cor e feição
Será que eles vêem em nós um marginal padrão
50 anos agoras se completam
Da lei anti-racismo na Constituição
Infalível na teoria, inútil no dia-a-dia
Então que fodam-se eles com sua demagogia
No meu pais o preconceito é eficaz
Te cumprimentam na frente, te dão um tiro por trás

(comentarista)
"O Brasil é um pais de clima tropical
Onde as raças se misturam naturalmente
E não há preconceito racial. Ha,Ha....."

Nossos motivos pra lutar ainda são os mesmos
O preconceito e o desprezo ainda são iguais
Nós somos negros também temos nossos ideais
Racistas otários nos deixem em paz...

Brown vocalizou como ninguém a angústia dos milhões de jovens pobres que sofrem os horrores do racismo profundamente enraizado na sociedade brasileira e também com a estapafúrdia atuação da Gestapo da periferia. Como cientista social das ruas, ele fala em apenas um som coisas que gente nas universidades passa a vida toda para entender, sem muito sucesso. Já disseram por aí que "ver é uma coisa, viver é outra".

A crueldade do sistema penal e policial brasileiros, a alienação, a trágica herança dos afro-brasileiros, o descaso governamental com os pobres, tá tudo lá em "Racistas Otários". O som é louco, véi, louco demais. Acho que um outro som que chega perto do brilhantismo de "Racistas" é "Dia-a-dia da Periferia", do GOG, que também é um memorável tratado sociológico.

Fechando o lado B e o disco está "Tempos Difíceis". Eis ali uma canção marcada por uma lúcida e pessimista análise da situação mundial no século XX. Algo que eu também ainda não tinha ouvido no rap brasileiro:

Eu vou dizer porque o mundo é assim.
Poderia ser melhor mas ele é tão ruim.
Tempos difíceis, está difícil viver.
Procuramos um motivo vivo, mas ninguém sabe dizer.
Milhões de pessoas boas morrem de fome.
E o culpado, condenado disto é o próprio homem.

Magistralmente ornamentada pelos preciosos riscos de DJ KLJay, "Tempos" refletia a angústia de um jovem pobre brasileiro confrontado por um sistema capitalista extremamente desigual, que cada vez acentuava a distância entre os mais pobres e os mais abastados:

Tanto dinheiro jogado fora.
Sendo gasto por eles em poucas horas.
Tanto dinheiro desperdiçado.
E não pensam no sofrimento de um menor abandonado.

O salto de qualidade era evidente. Edy Rock fala até sobre questões ambientais na letra:

Destruíram a natureza e o que puseram em seu lugar
jamais terá igual beleza.
Poluíram o ar e o tornaram impuro.
E o futuro eu pergunto, confuso: "como será?"

Eis portanto uma despretensiosa análise do maravilhoso primeiro disco dos Racionais. É evidente que o artigo está eivado de observações absolutamente pessoais, sujeitas ao crivo crítico de vocês, leitoras e leitores. Meu maior objetivo com este texto é tentar atrair a atenção de todos para algumas obras-primas do rap brasileiro, que muitos teimam em deixar de lado.

Não é possível gostar de rap nacional sem conhecer os discos básicos já citados anteriormente, sem falar nos primeiros trabalhos de MV Bill e Facção Central, por exemplo.

O que será do futuro do hip-hop brasileiro sem que seja dado o devido valor aos pioneiros, aos caras que enfrentaram toda a sorte de dificuldades e preconceitos para conseguirem ser ouvidos? Ainda mais nesta era de desinformação, consumismo desenfreado, alienação e escapismo exacerbado, "poodles amestrados" e "mercenários do hip-hop (des)organizado"...

Fica, portanto, um alerta e um pedido. Não nos esqueçamos de nossas raízes. Não desvalorizemos o que temos de melhor. Se você não tem ou nunca ouviu o incrível disco "Holocausto Urbano", dê um jeito de conseguir. Compre o vinil, o cd ou baixe na Internet. Se pelo menos um de vocês fizer isso, já terá valido a pena ter escrito.

Sei que muita gente não gosta da linha adotada pelos Racionais. Eu também me ressinto um pouco da falta daquele "antigo" Racionais. Seja o que for, os caras fazem o que acham melhor e continuam sendo o grupo mais importante do rap nacional, ontem, hoje e, pelo jeito, por muito tempo.

O que importa para mim, de verdade, é o legado positivo que as pessoas deixam no mundo. "Holocausto Urbano" é o legado mais importante que alguém poderia ter deixado para a comunidade hip-hop tupiniquim de ontem, de hoje e de sempre.

Respeito se tem com quem merece. Vida longa a Brown, Edy Rock, KLJay e Ice Blue.

Um grande salve a todos vocês, e que 2008 seja um ano melhor para todos nós.

Viva o Brasil e o hip-hop brasileiro!

Allah U Akbar!

Ouça o disco "Holocausto Urbano":
http://app.radio.musica.uol.com.br/radiouol/cdcapa.php?codcd=003754-0



Embora a G-Unit já tenha saturado o mercado em 2008 com mixtapes, 50 Cent quer lembrar aos ouvintes que o grupo não está fora do negócio de álbuns de estúdio.



Esta semana, ele convidou a MTV para sua mansão em Connecticut e mostrou algumas faixas do novo álbum do grupo, que deverá se chamar Lock and Load.



Eu criei monstros, disse 50 Cent sobre os integrantes da G-Unit. Frankensteins, tenho três deles. Eu acho que a carreira solo deles mudou o que eram nossas colaborações no início. Se você olhar para o começo das mixtapes, eu estava criando os refrões.



O álbum Lock and Load dará prosseguimento a um já movimentado ano de 2008 para a G-Unit; depois do grupo ter lançado duas mixtapes nos últimos dois meses: Return of the Bodysnatchers v.1 e Elephant In The Sand. DJ Drama também confirmou que está trabalhando com 50 Cent e G-Unit em uma nova mixtape.

O excesso de novos materiais pode ser atribuído ao descontentamento de 50 Cent com as vendas de seu álbum Curtis.

Foi uma bomba que eu acendi e não explodiu. Eu senti que deveria ter ido muito mais longe do que os resultados que recebi, disse 50 à MTV sobre Curtis. Eu sinto que meus fãs não acreditam que foi um fracasso. O álbum tem I Get Money, tem Ayo Technology, I'll Still Kill, Follow My Lead com Robin Thicke. Essas músicas são hits, mas saíram na hora errada. Se I Get Money fosse a primeira música do Curtis que você tivesse ouvido ele teria alcançado mais milhões em vendas.

Confira o vídeo da entrevista abaixo:





Fonte: Blog G-Unit

nao lembro se postei jah mas vo posta..rsrsrs

A lendária gravadora Ruthless Records, que possui 20 anos de existência e estava quase desativada, voltará a funcionar e lançará uma série de álbuns neste ano de 2008.

Apesar do sucesso sem precedentes da Ruthless Records com nomes como N.W.A., The D.O.C., Above The Law, JJ Fad, Michele e Bone Thugs-N-Harmony, a gravadora sofreu um grande golpe quando o fundador Eric "Eazy-E" faleceu por complicações do vírus HIV em 1995.

Após uma batalha judicial pelo legado de Eazy-E e uma disputa pública com o grupo Bone Thugs-N-Harmony, que eventualmente deixou a gravadora, a esposa de Eazy-E, Tomica Woods-Wright, relançou a Ruthless Records.

Como presidente e CEO, Woods-Wright negociou recentemente um acordo de distribuição com a Sony e está se preparando para revelar uma diversa linha de artistas, que inclue o rapper/compositor/produtor Hopsin e a cantora pop Agina.

Além de Hopsin e Agina, a gravadora lançará este ano álbuns do cantor de R&B Nasha, do rapper Stevie Stone e do grupo de rap Street Runnaz Click.



Fonte::Cultura Hip Hop


O DJ e produtor americano Afrika Bambaataa, um dos fundadores do Hip Hop e do funk, estará de volta ao Brasil em abril, desta vez para uma turnê por nove cidades. Bambaataa fará sua primeira parada no Rio de Janeiro, dia 11 de abril, onde se apresenta na Fundição Progresso. No dia 19 de abril será a vez da Capital do país - Brasília - receber o astro. No dia 27, Bambaataa participará da Virada Cultural em São Paulo. O artista segue viagem passando por Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Vitória, Florianópolis e Balneário Camboriú.

Afrika Bambaataa é o pseudônimo de Kevin Donovan, líder da Zulu Nation, reconhecido como fundador oficial do hip hop. Nascido e criado no Bronx, ele se utilizou de muitas gravações já existentes de diferentes tipos de música para criar raps. Usando sons, que iam desde James Brown até o som eletrônico da música "Trans-Europe Express" (da banda européia Kraftwerk), e misturando ao canto falado trazido pelo DJ jamaicano Kool Herc, Bambaataa criou a música "Planet Rock", que hoje é um clássico.

Bambaataa também foi um dos líderes do Movimento "Libertem James Brown", criado quando o mestre da Soul Music estava preso e, anos depois, foi o primeiro "Hip-Hopper" a trabalhar com James Brown, gravando "Peace, Love & Unity". Bambaataa ainda criou as bases para surgimento do Miami Bass e Freestyle, ritmos que fizeram história e influenciam o Hip Hop até os dias atuais.

Confira a agenda dos shows:
11/04 - Rio de Janeiro
19/04 - Brasília - DF
20/04 - Campinas - SP
24/04 - Clash Club - SP
25/04 - Curitiba - PR
26/04 - Goiânia - GO
27/04 - Virada Cultural - SP
30/04 - Minth - SP
01/05 - Florianópolis - SC
02/05 - Baneário - SC

Fonte::Cultura Hip Hop


Lil Mama, lançará seu álbum de estréia

A rapper Lil Mama, de apenas 18 anos, lançará seu álbum de estréia, intitulado VYP (Voice of the Young People), no dia 29 de abril pela Jive Records.

De acordo com a Billboard, o registro contará com produções de Swizz Beatz, The Runners, Nate ‘Danja’ Hills, Scott Storch, Cool & Dre e Dr. Luke, entre outros. O trabalho também virá acompanhado de um DVD com o mesmo título.

O LA Times se desculpou hoje (27 de março), pelo artigo que publicou no dia 17 de março acusando Sean “Diddy” Combs e Jimmy “Henchman” Rosemond (empresário de The Game) de terem orquestrado uma cilada para Tupac.

Tupac foi roubado e baleado cinco vezes em um estúdio em Nova Iorque em 1994. Segundo o LA Times, Diddy e Rosemond teriam planejado o ataque.

O artigo, que foi escrito pelo ganhador do *Prêmio Pulitzer, Chuck Philips, citou relatórios do FBI como as maiores fontes de informação.

O Smoking Gun desafiou o artigo do LA Times ontem (26 de março), provando que os documentos usados como base para o artigo foram forjados por James Sabatino, um ex-afiliado da Bad Boy que está cumprindo doze anos de prisão na Pensilvânia.

Por usar documentos que agora acredito serem falsos, eu falhei em fazer o meu trabalho. Sinto muito, lamentou Philips.

Russ Stanton, editor do jornal, pediu desculpas ontem, prometendo que o Los Angeles Times faria uma investigação interna para verificar a autenticidade dos documentos.



*Prêmio estadunidense outorgado a pessoas que realizem trabalhos de excelência na área do jornalismo, literatura e música.



Fonte: Central do Rap

Nesta quinta-feira (27 de março), T.I. deverá confessar-se culpado das acusações de posse de armas, como parte de um acordo com a promotoria.

T.I. foi preso em Atlanta em outubro por supostamente ter tentado comprar três metralhadoras e dois silenciadores. Ele foi acusado de posse de metralhadoras não registradas e silenciadores, além de detenção de armas de fogo por um condenado foragido.

Segundo o Atlanta Journal Constitution, os advogados de T.I. e a promotoria passaram as últimas semanas negociando um acordo, que terá de ser aprovado por um juiz federal.

T.I. está em prisão domiciliar desde outubro, após pagar uma fiança de US$3 milhões.





Fonte: Central do Rap

O dia de hoje (26 de março) marca o décimo terceiro aniversário da morte do lendário padrinho do Gangsta Rap, Eric "Eazy-E" Wright. O rapper morreu em 1995 vítima de complicações decorrentes do vírus da AIDS.

A lendária gravadora Ruthless Records de Eazy-E, que possui 20 anos de existência, lançará uma série de álbuns de diversos novos artistas neste ano de 2008.

Confira abaixo o vídeo da clássica Real Muthaphuckkin G's, onde Eazy-E abre fogo contra Dr. Dre e Snoop Dogg em uma das maiores e mais polêmicas "diss tracks" de todos os tempos.








Fonte: Central do Rap

quarta-feira, 26 de março de 2008


Depois de ontem termos anunciado 50 Cent II como rumor, eis que o mesmo se torna realidade. Tanto realidade, que já tem nome: 50 Cent: Blood on the Sand. Vejam na área expandida os primeiros detalhes e imagens do jogo, fornecidos pelo MTV News.com.

Segundo um dos produtores, Aaron Blean, o jogo terá uma qualidade muito boa. Para ele, o tempo até ao dia de lançamento "vai passar muito lentamente". Ao que parece, o jogo vai-se passar em sítios mais exóticos, onde 50 Cent terá de lutar contra gangsters de muitos outros países. Blean também diz que "este jogo é, sem dúvida alguma, um jogo para matar. Um jogo onde são relatadas várias vezes cenas de crime".

Uma das maiores notícias que poderíamos ouvir sobre este novo jogo de 50 Cent, é o facto do mesmo usar a Unreal Engine 3. E isso confirma-se, o que se pode traduzir em gráficos fantásticos. Falando do on-line, já se sabe que existirá uma nova personagem para ajudar o cantor que será usado pelo computador, ou por um "amigo" nosso. Para aumentar a longevidade deste jogo, vão ser implementados novos extras por desbloquear, como armas ou roupas para 50 Cent.

Também já se sabe que, durante o(s) modo(s) off-line, o resto dos cantores da G-Unit, como: Tony Yayo, Whoo Kid e Lloyd Banks vão aparecer para ajudar a personagem principal. Qunato a veículos, o modo campanha terá missões para uso dos mesmos, sendo que on-line, o mesmo não deve acontecer. Os helicópteros também estarão presentes. O jogo terá muitas músicas exclusivas, mais que o primeiro jogo. Falando ainda deste, o produtor do jogo já disse que a IA (inteligência artificial) de Blood on the Sand será muito superior.

Este jogo vai permitir tomar drogas para enriquecer o corpo. Portanto, esperem alguma liberdade neste novo 50 Cent, tal como acontece em GTA. 50 Cent: Blood on the Sand vai sair para a Playstation 3 e Xbox 360 no final deste ano. Agora, vejam as imagens.

Imagens



Fonte: Blog G-Unit

A bombástica reportagem que o LA Times publicou afirmando que Sean “Diddy” Combs e Notorious B.I.G. tiveram participação direta no atentado contra Tupac em 1994 pode ter sido uma grande farsa.



Segundo o site The Smoking Gun, James Sabatino, um ex-afiliado da Bad Boy que está cumprindo doze anos de prisão na Pensilvânia, criou os documentos que foram a base para a reportagem que o Los Angeles Times publicou no dia 17 de março.



A matéria sugere que o atentado a tiros contra Tupac em 1994 foi planejado e executado por Diddy e seus afiliados. Os supostos relatórios do FBI e processos apresentados por Sabatino foram aparentemente criados na penitenciária federal de Allenwood na Pensilvânia, e não foram encontrados nos bancos de dados do FBI.

Chuck Phillips, o repórter que escreveu a matéria sobre o atentado, não se pronunciou a respeito até o momento. O editor do Los Angeles Times, Russ Stanton, emitiu a seguinte declaração através de um representante: Foram levantadas questões sobre a autenticidade dos documentos que usamos na história sobre o ataque contra Tupac Shakur em Nova Iorque. Estamos levando isso muito a sério e já começamos nossa própria investigação.




Fonte: Central do Rap

D'Mystro, um compositor e produtor de Maryland, moveu um processo contra Kanye West alegando que o rapper de Chicago usou um sample de uma música sua sem permissão.

Segundo o TMZ, D'Mystro, cujo nome verdadeiro é Dayna Staggs, entrou com um processo no tribunal regional de Maryland alegando que Kanye nunca teve permissão para samplear sua música Volume of Good Life.


Good Life de Kanye, que conta com participação do cantor T-Pain, fez parte do último álbum do rapper, Graduation.

No processo, que também menciona a Rocafella Records, D’ Mystro alega que a Good Life de Kanye usa imagens vulgares e ofensivas que prejudicam a reputação de sua canção.

D' Mystro pretende obter 85% de todas as vendas mundiais que utilizam o seu material.

Representantes de Kanye não se pronunciaram sobre o processo até o momento.





Fonte: Central do Rap

Tai Mais Uma Ediçao da G-Mixtape Brasil....confira...baixe q vale muito apena so som loko...fmz..!!!

G - Mixtape 3

Track List
0-intro..Novo Som do Hot Rod
1-Tony Yayo Ft Ugk - Pimpin[Thug $outh]
2 - Put You on the Game [F. Ice Remix]
3-Busta Rhymes Feat. Q-Tip, Marsha Of Floetry & 50 Cent - Get You Some [BigPlayahRmX]
4-Freeze (Gmix) Ll Cool J ft 40 Glocc,Lloyd Banks,Un Pacino,Hot Rod & Nyce[Thug $outh]
5-50 Cent ft. Young Buck - Blueprint [F. Ice Remix]
6-Tyrese ft.50 Cent, Too $hort, Snoop Dogg & Kurupt - Get Low [BigPlayahRmX]
7-Lloyd Banks Feat. Voltio & Notch - New York (Anderson Banks Remix)
8-Ice Cube ft 50 cent - Gangsta [F. Ice Remix & Thug $outh]
9-Freeway ft. Peedi Crakk & 50 Cent - Flipside [BigPlayahRmX]
10-Eminem ft. 50 Cent, Tony Yayo e Obie Trice -Drama Setter [F. Ice Remix]
11-G-Unit ft. NaS - We on Some Shit [BigPlayahRmX]
12-Kanye West feat. Tony Yayo, Young Buck & Lloyd Banks - Diamonds [F. Ice Remix]
13-Lloyd Banks feat tupac & Fabolous Avant - Karma[Thug $outh]
14-Pretty Ugly ft. Royce Da 5'9, 50 Cent & Kanye West - Spit Game [BigPlayahRmX]
15-Busta Rhymes - I Love My Bitch Ft. Kelis & Will.I.Am,40 Glocc ,Prodigy[Thug $outh]
16-Tony Yayo Feat. Joe Sean paul - Curious[Thug $outh]
17-Young Buck feat. 50 Cent, Lloyd Banks and Tony Yayo - Let Me In[F. Ice Remix]
18-Shareefa ft. Ludacris & 50 Cent - I Need a Boss [BigPlayahRmX]
19-Freeway and Mike Knox 50 cent young buck, lloyd banks- For The Hood[Thug $outh]
20-40 Glocc - PromiscuousFeat. Gail Gotti & Havoc,TimBo ft Nelly furtado [Thug $outh]
21-50 Cent ft. Ja Rule & Young Jeezy - Im Supposed to Die Tonight [BigPlayahRmX]


http://www.4shared.com/file/41975624/e0e020f8/G-Mixtape_3.html

Mixegens de "Thug $outh" & "Big Playha" &" F.Ice" e participaçao "Anderson Banks"

Em 14 de março, Jeremy Geffen, um empresário de 35 anos do grupo de hip hop D12 foi preso por mal conduta sexual com uma menor, que já vinha sendo investigado desde 2006 e 2007.hoje, o Produtor de "hits" Mr Porter, conhecido como Kon Artis dentro do grupo, falou ao HipHopDX sobre o envolvimento do grupo na midia sobre essas alegações.

"Única coisa que tenho a dizer é que esta situação com nosso empresário não tem jeito, forma ou moda com ações direcionadas ao D12," Porter disse ao DX nós não temos nada o que fazer com a vida pessoal dele;pessoalmente eu não sei nada sobre a vida dele lá fora,a não ser como nosso empresário. eu espero que tudo corra bem com ele, e eu espero que isto tenha sido só umas coisas misturadas. D12 está atualmente se encontrando para continuar o trabalho que nós estavamos fazendoeu espero que os fãs não misturem as coisas de forma errada assim como nós não sabemos quase nada da situação."

Geffen estava também ativamente empresariando o The Youngbloodz eYoung L,

A produção mais recente de mister porter foi "Paranoid" para o WC e "Extrahand" para Little Producer. ele foi dito paraser um dos produtores que acompanharão Dr. Dre no Detox.




Creditos: Gustavo.Jax --- Forum Central do Rap

NOVA YORK (Billboard) - A ex-integrante do Destiny's Child Michelle Williams já fez dois álbuns gospel e está dando uma virada inesperada em sua carreira solo, com "Unexpected".

É esse o título de seu novo trabalho, um disco de dance que será lançado em agosto pela Music World Entertainment/Columbia Records.

Com som sintético, samples de baixo, teclado eletrônico e muita bateria, "Unexpected" chega depois de "Do You Know", de 2004, e "Heart to Yours", de 2002, com os quais Williams retornou a suas raízes religiosas.

Mas o presidente da Music World, Matthew Knowles, insiste que "Unexpected" não será uma virada tão grande assim para a normalmente tranquila Michelle Williams, já que ela passou a maior parte de 2007 representando a personagem sexy Shug Avery na produção de "A Cor Púrpura", patrocinada por Oprah Winfrey, em Chicago.

"Os fãs do Destiny's Child compraram o último álbum de Michelle (que vendeu 78 mil cópias)", disse Knowles. "Esses fãs estão na casa dos 20 ou 30 anos. Com 'Unexpected', ela vai poder agradar a eles e também atrair o público de 16 anos."

"We Break the Dawn" é o primeiro single do novo disco e está previsto para ser lançado em abril, e "Stop This Car" é o segundo.





Fonte: Uol

terça-feira, 25 de março de 2008


O ex-cantor de R&B da Deathrow Records, Nate Dogg, se declarou culpado de acusações de agressão e ofensa relacionadas a um incidente ocorrido em 2006.

Nate, cujo nome verdadeiro é Nathaniel Hale, invadiu uma casa onde sua ex-namorada morava com a mãe em Huntington Beach, cidade localizada no litoral do Condado de Orange, no Estado da Califórnia. O cantor teria agredido a ex-namorada e deixado a residência.

Segundo o TMZ, Nate se declarou culpado de ofensa grave e agressão na corte do Condado de Orange no dia 20 de março.

Nate foi condenado a cumprir três anos de condicional e está proibido de portar uma arma por dez anos. Ele também terá que passar por um programa de reabilitação e reeducação para homens autores de violência doméstica.

Nate Dogg começou sua carreira como integrante do grupo 213, que contava com Warren G e Snoop Dogg. Ele desempenhou um grande papel no sucesso da Deathrow Records no começo dos anos 90, aparecendo nos álbuns The Chronic de Dr. Dre, Doggystyle de Snoop Dogg e All Eyez On Me de Tupac Shakur.

Como noticiado anteriormente, o cantor está se recuperando de um derrame sofrido no ano passado que o deixou com o lado esquerdo do corpo paralisado.

Chris Brown foi a atração do último domingo no IndigO2, em Londres. O rapper volta ao palco da casa de shows na noite de hoje.

Sucesso nos Estados Unidos e no mundo, Chris Brown fez uma apresentação animada com direito a performances com seus bailarinos.

O namorado da cantora Rihanna levou seus grandes sucessos ao palco do IndigO2 como With You, Gimme That e Yo (Excuse Me Miss).

No começo do mês, Chris Brown foi fotografado aos beijos com a Rihanna em uma boate de Paris. Os rumores de romance surgiram em fevereiro, após serem fotografados se beijando na festa de aniversário da cantora.




Fonte: Terra