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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Mês de novembro é o mês da Consciência Negra e hoje, dia 20 de novembro, dia marcado por lutas memoráveis e em curso da população negra, é marcado pelo lançamento do álbum “Oráculo” do grupo “Fuluke e a Máfia Afrikana”. 



O primeiro álbum conta com 16 faixas autorais, serão disponibilizadas 16 músicas na plataforma YouTube até o fim do dia de hoje, além da venda do CD físico para os amantes e colecionadores das artes das capas de cd’s e vinis. Confira abaixo o som Quilombola:


O álbum é recheado de letras politizadas e que marcam o posicionamento político da negritude sobrevivente e periférica. Há tempos “Fuluke e a Máfia Afrikana” compõem a cena cultural de Campinas, berço de tantos clássicos, vide Sistema Negro. Utilizando o Rap como instrumento para denunciar as desigualdades e também a conscientização, entretenimento e acesso da juventude periférica à cultura.




“Fuluke e a Máfia Afrikana” é um coletivo musical que tem raízes na música preta popular, com influências do candomblé ao jazz, passando inclusive pelo resgate de sambas “marginais” que marcaram os anos 80 e 90. Apresentando repertório autoral, as letras das músicas refletem a vivência de um jovem latino periférico, narrando a realidade vivida pela juventude negra. 

Soma-se ao show outras intervenções artísticas dentre elas a expressão corporal, a mística dos tambores traz os ritmos e toques de matriz africana. Em ação afirmativa os três pilares da cultura se misturam ao RAP: oralidade, ancestralidade e resistência.

As letras contam com o resgate da ancestralidade negra e a transversalidade entre o novo e o velho, traçando uma linha sucessória do cotidiano da população negra e periférica, e enaltecendo em segundo plano nos traps pesados e graves, os atabaques, que no fundo demarcam o resgate da comunicação quilombola ancestral com a roupagem contemporânea. 

O álbum conta com diversas participações especiais, como Layla África, DJ Xegado, Ogã Brendon entre outras parcerias que tornaram possíveis a realização do projeto. 



Sigam a página: Fuluke e a Máfia Africana

Confira a agenda do grupo, para quem quiser conferir o som ao vivo:

20 de novembro de 2017 - Fuluke e a Máfia Afrikana no Lançamento do RuffNeck Sound System no Largo do Rosário a partir das 14hs – evento gratuito – Campinas/SP;

23 de novembro de 2017 - às 21hs Fuluke e a Máfia Afrikana na 2ª Semana da Consciência Negra no Palácio da Cultura – evento gratuito - em Passos de Minas/MG.

domingo, 2 de abril de 2017

Vê direito jao se tu prefere
Enrolação ou informação
Impressão ou feito a mão
Número dá indústria ou capricho do artesão. 
E aí?


Henrique Alves Thomas é natural de Guaianases, zona leste de São Paulo. Em Bauru, cidade do interior que tem uma cena muito forte do Rap, destaque para a casa do Hip Hop e a Frente Feminina do Hop Hop, Thomas compõe o grupo Alem da Rima.
Em 2016 deu início ao seu projeto solo, e no último dia 30 de março, lançou o som Cena do Loco.
Com diversas linhas pesadas, em síntese Thomas fala da mesmice do "Rap game". 
O interior de SP tem voz, e sempre chega pesado!

Com gravação, beat, mix e master do Felipe Canela, e vídeo da Cuba Films, confira o vídeoclipe de Cena do Loco: