terça-feira, 21 de outubro de 2008

Novo disco de Kanye West tem menos rap e mais sintetizadores


Recém chegado ao País, onde se apresenta em São Paulo (22/10) e no Rio de Janeiro (24/10), como uma das principais atrações do Tim Festival 2008, o rapper e produtor Kanye West promoveu para jornalistas, nesta segunda-feira, uma audição de seu novo disco.

» Confira o novo disco de Kanye West faixa a faixa (Terra)

O álbum, que chega às lojas em dezembro, é o quarto da carreira do artista, e deverá se chamar 808 & Heartbreak.

Como o próprio nome do CD já dá uma dica, (o 808 se refere a uma bateria eletrônica bastante popular nos anos 80), o álbum é marcado pelas batidas eletrônicas, vocal metalizado e pouco rap, ritmo que o consagrou nos primeiros álbuns.

A audição do CD foi marcada por detalhes exigidos por West. Primeiro, o sistema de som teve que ser mudado para que todos ouvissem o álbum com maior qualidade e volume. Não era possível ficar com nenhum objeto que pudesse gravar som, como celulares, gravadores e câmeras de vídeo.

Kanye pediu para que as luzes fossem apagadas, e não deixa que o fotografem falando. Segundo ele, seu maxilar é deslocado, o que o deixa com o rosto "torto" se a foto for tirada em um mau momento.

Quando a música começa, Kanye parece empolgado como se estivesse ouvindo as faixas pela primeira vez. Canta, balança a cabeça e se movimenta algumas vezes como se estivesse no palco.

O cantor afirmou que está em dúvidas quanto à faixa que abrirá o disco, as opções são uma mais melódica ou outra, mas seca, com batidas graves. Segundo ele, este é seu disco com menos samples, a maioria das faixas ali foram tocadas por ele e músicos que trabalharam no disco.

No todo, 808 & Heartbreak deixa explícito que Kanye West está apaixonado pelos sintetizadores, o que dá um clima "anos 80" ao álbum. Das onze faixas, apenas duas não têm vocais processados, e apenas em duas canções o rap é mais presente.

Das faixas novas, as duas que podem entrar nos shows do cantor no país são os singles Heartless e Love Lockdown. West também afirma que nunca faz faixas a mais do que as que vão entrar no disco. "As pessoas me perguntam se eu não tenho faixas bônus. Faixa bônus não agita um estádio com 50 mil pessoas. Eu crio uma música e trabalho em cima dela até ficar do jeito que eu quero".

Kanye West traz ao Brasil a turnê Glow in The Dark, baseada em seu último disco, Graduation. O show tem mais de 50 toneladas de equipamentos e viaja o mundo desbe abril deste ano. Após os shows no Brasil, a turnê segue para a Europa, Nova Zelândia e Austrália.

Fonte:::Terrra

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