terça-feira, 2 de agosto de 2016

SARAU: Outras vozes em alta / Apresentação do livro “OUTRAS VOZES”




Apresentação do livro “OUTRAS VOZES” (https://negrosoutrasvozes.wordpress.com/)  de Plínio Camillo 

Uma coletânea de contos que trata do negro escravizado no Brasil 

Local:Casa da Palavra Mário Quintana – Praça do Carmo, 171 – Centro - Santo André. 

Data: 20 de agosto de 2016 

Horário: 13:30hs 

Investimento: R$45,00 (quarenta e cinco reais) 

Segundo o prefácio de Zulu AraújoTexto firme, melodioso, articulado. Impressão primeira de quem lê o livro de contos de Plínio Camillo. Mais que isto, texto criativo e ousado, como tem sido a vida dos escravizados desde quando pisaram, pela primeira vez, nas terras do além-mar africano – a Terra Brasilis. São contos de todos os cantos que mostram de forma simples e profunda a dor, o sofrimento e a alegria de gente de vários lugares do continente africano, sejam eles n’golas, iorubas, congos, fulas ou hauçás. Ou mesmo afro-brasileiros. São contos da vida e de vidas vividas. São contos. São cantos. Às vezes lamentos. Lamentos indignados, incontidos, diante do tormento vivido por tanta gente ao longo de tanto tempo. Mas são tão bonitos e bem escritos que nos remetem à nossa saga de todos os tempos – a busca permanente pela liberdade. Liberdade de ir, de vir, de sorrir, de sambar. De amar e de trabalhar. Livre, leve e solto. 

Madalena nasceu sem os braços, mas atinou que depois de abraçar as pessoas com as pernas, boca e ouvido, as criaturas ficavam felizes. A escrava ganhou fama. Frei João da Luz chegou a contar que no meio daquele abraço tinha visto a verdadeira face de Cristo.  

Sua história e muitas outras estão em Outras Vozes – contos sobre o negro escravizado no Brasil, do autor Plínio Camillo. 

A obra mistura ficção a fatos reais, em 33 contos, e dá ao negro do período escravocrata uma voz dissonante, situando-o como protagonista, ora o oprimido, ora o opressor. Temas sobre os quais pouco se fala na historiografia oficial, como a grande presença de negros muçulmanos na Bahia, são tratados de forma bastante original. 

Em narrativas que muitas vezes flertam com a sonoridade do poema, Camillo transporta o leitor para variados cenários e enredos, desde a vinda nos navios negreiros e o trabalho nas fazendas, passando pelos “negros de estimação”, até os alforriados que trabalhavam nas cidades. 

Zulmira, que teve os seus filhos vendidos, Ifigênia, a cozinheira desdentada, João Criolo, o escravo faiscador, Antônio, o negro alforriado são alguns dos personagens do livro, que traz também contos inspirados em fatos reais da história brasileira, como o que relata o flagelo do alufá Bilal Licutan, um dos líderes da Revolta dos malês de 1835, condenado a 24 dias de açoites. 

O autor conta que pesquisou por cerca de vinte anos livros e documentos sobre a escravidão. Diz ter encontrado muitos textos importantes, mas nenhum deles trazia o negro como protagonista de sua própria história. “Era apenas a imagem estereotipada do vitimizado em busca de liberdade”, comenta. Há quatro anos, começou a rascunhar as primeiras histórias, mas não se agradou com os resultados. Em 2013, escreveu Minha Lorinha – texto que mostra relação de apego de uma escrava e sua senhora. Foi aí que encontrou a voz que buscava para os contos que se seguiram. “Dei personalidade, outras facetas, outros olhares, outras vozes, para levar aos leitores boas histórias”, comenta: “São páginas escritas com muita potência e capazes de tornar o autor Plinio Camillo porta-voz de uma etnia que matiza 52% dos brasileiros”, afirma a jornalista e escritora Nanete Neves (jornalista, também atuando também comoghostwriter, coordenadora editorial e preparadora para grandes editoras.), que assina a orelha da obra. 

Segundo Zulu Araújo (militante do movimento negro brasileiro e presidente da Fundação Pedro Calmon): Texto firme, melodioso, articulado. Impressão primeira de quem lê o livro de contos de Plínio Camillo. Mais que isto, texto criativo e ousado, como tem sido a vida dos escravizados desde quando pisaram, pela primeira vez, nas terras do além-mar africano – a Terra Brasilis. São contos de todos os cantos que mostram de forma simples e profunda a dor, o sofrimento e a alegria de gente de vários lugares do continente africano, sejam eles n’golas, iorubas, congos, fulas ou hauçás. Ou mesmo afro-brasileiros. São contos da vida e de vidas vividas. São contos. São cantos. Às vezes lamentos. Lamentos indignados, incontidos, diante do tormento vivido por tanta gente ao longo de tanto tempo. Mas são tão bonitos e bem escritos que nos remetem à nossa saga de todos os tempos – a busca permanente pela liberdade. Liberdade de ir, de vir, de sorrir, de sambar. De amar e de trabalhar. Livre, leve e solto. 

Plínio Camillo passeia por histórias acontecidas ou vividas tanto no continente africano quanto em terras brasileiras, no período escravocrata e pós. Neste passeio, com os pés fincados na África e no Brasil, ora Plínio se faz acompanhar do escritor togolês Kangni Alem, autor de um dos livros mais interessantes sobre a migração forçada para o Brasil e a consequente formação da comunidade afro-brasileira no país, intitulado Escravos, ora se aproxima da contundência histórico-ficcional de Ana Maria Gonçalves, no seu célebre Um Defeito de Cor.  O que significa dizer - “boa romaria faz, quem em sua casa fica em paz”. E me senti verdadeiramente em paz ao escrever sobre estas Outras Vozes. Até porque, não são vozes comuns, apesar de tratar da vida de tantos seres comuns. São vozes ditas com outras palavras de quem domina a arte do bem escrever, do bem contar. São vozes que, quando acompanhadas das palavras escritas de forma poética pelo autor, revelam parte da nossa história que teimam em esconder dos nossos livros.” 

Cabe ressaltar que, segundo Nanete Neves, “O que se aprende na escola se reduz às leis que, muito depois dos outros países, aos poucos foram acabando com a escravidão no Brasil. O que se vê nos filmes e novelas de TV é sempre algo açucarado que se prende às chibatas, aos castigos, injustiças e histórias de amores impossíveis entre gente de cor diferente, com os negros sempre como coitados e sem individualidade alguma.  Mas Plinio Camillo em “Outras vozes” abre o panorama e subverte tudo ao dar para o negro escravizado um perfil e uma voz dissonante, ousando destoar do pouco que nos foi ensinado - e que fomos forçados a acreditar.” 

 
OUTRAS VOZES – RESENHA 

Por Cátia Maringolo 
(Professora, Mestra em Estudos Literários pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho e doutoranda em Teoria da Literatura e Literatura Comparada pela Universidade Federal de Minas Gerais.) 
 
As narrativas tão amplamente disseminadas e recorrentemente mostradas em filmes, livros de história e novelas açucaradas de final de tarde pintam um quadro da escravidão no Brasil que perpassa pela narrativa de feitores benignos e a favor da igualdade entre todos e todas, brancos ou negros, ou de negros e negras escravizados conformados com a situação de opressão, humilhação e violência. A história do negro entre nós aparece como uma narrativa homogênea e uníssona, onde simplesmente é esquecida – ou apagada – a voz do próprio negro, daquele que foi constantemente destituído de sua própria humanidade, a fim de garantir a manutenção do sistema. 
As Outras Vozes, vozes destes tornados outros, alheios e inumanos, questionam os discursos totalizantes e excludentes sobre a experiência real de negras e negros escravizados: ao invés de corroborar a ideia de que o regime no Brasil foi mais brando do que em outros países, ou mesmo de que a liberdade concedida foi fruto da assinatura de uma lei, ou que a experiência servil foi a mesma para todos os negros e negras, essas Outras Vozes possibilitam de forma contundente a não aceitação da narrativa que constrói uma postura submissa das vítimas perante a situação de opressão a que estavam condenadas. Ao contrário: vê-se aqui sua participação ativa e permanente na busca por liberdade e por novas formas de vida. E, para além das dualidades opressor versus oprimido, conformismo versus ativismo, os contos presentes em Outras Vozes (11 Editora, 2015) criam um leque multicolorido de experiências. E problematizam noções estanques sobre masculinidade, feminilidade, submissão, opressão, exclusão, homossexualidade, heteronormatividade, violência de gênero e racial. Se a luta pela liberdade não é esquecida e se realiza até mesmo pela via da morte do opressor ou do suicídio de quem arrasta as correntes; também se faz presente a corroboração do sistema, em que muitos libertos oprimem seus irmãos de cor. 

O livro de Plínio Camillo apresenta trinta e três narrativas que percorrem a memória da escravidão no Brasil. Utilizando como argamassa para a escrita registros e documentos históricos, as contribuições dos estudos de Kangni Alem, professor, escritor e crítico literário togolês sobre a diáspora africana, e também as personagens do romance Um defeito de cor (2006) de Ana Maria Gonçalves, Camillo instaura uma impertinente reflexão sobre o problema que contradiz, ou pelo menos problematiza, os discursos dominantes sobre a questão. Com uma multiplicidade e diversidade de personagens, Camillo propicia a emergência de vozes que foram, e muitas vezes continuam sendo, estigmatizadas, silenciadas e oprimidas. 

Em Outras Vozes, A narrativa da escravidão não é mais pautada pelo ponto de vista dos senhores, mas dos que, durante séculos, foram constantemente violentados, tanto física quanto psicologicamente. Nos contos, temos as histórias de negras e negros que não se conformaram com a vida a que foram submetidos do lado de cá do Atlântico. 
Alguns deles, como João Domingos, Joana Adelaide, João Afonso ou Zulmira, “quando seus filhos são vendidos: come terra” (p. 27); outros pegam em armas e partem para a luta, como o alufá Bilal Licutan, figura histórica da Revolta dos Malês e que, mesmo diante da quase impossibilidade de sobreviver às 1200 chibatadas a que fora condenado, não perde sua fé em Alá, nem a crença por dias melhores, pela liberdade plena. “― Regozijam-se com a mercê e com a graça de Deus, e Deus jamais frustra a recompensa dos fiéis” (p.53); e outros que não pensam duas vezes e atentam contra a vida de seus irmãos e seus iguais de modo a garantir a existência de espaços de luta e liberdade, tendo em vista um bem comum, como no conto “Amaral”, onde a personagem se recusa constantemente a morar em quilombo, sendo posteriormente morta pelo próprio irmão. O conto chama a atenção para a linha tênue que separa liberdade e prisão, imposição ideológica e livre-arbítrio. 

Também temos a importância da nomeação: cada personagem tem um nome, uma experiência particular de vida, e assim deixa de ser apenas mais um na multidão. A nomeação se alia a outros procedimentos narrativos para fazer com que, mesmo estando em situações tão perversas e desumanas, tais sujeitos reconquistem sua dignidade. Assim sendo, cada narrativa torna-se única e, ao mesmo tempo, coletiva. No primeiro conto, “todo dia” – construído a modo de fluxo da consciência, sem pontuação ou parágrafos –, a rotina diária é entrecortada por situações “banais” vividas por cada um dos personagens. Na repetição cotidiana das mesmas tarefas, encontramos a delicadeza de alguém que “vê uma borboleta azul e lembra da mãe que não conheceu”. Em meio à exaustiva sequência de trabalho, “todo dia pelas quatro e meia da manhã já tomaram café escuro e forte de deixar a boca torta de tanto açúcar tem negrinho que já acorda morto”, o que, num primeiro momento, parece ser apenas uma repetição compactada de tarefas, mostra-se um todo fragmentado. O discurso totalizante da rotina é desfigurado pelas experiências pessoais de cada um: “escravos choram até não poder levantar enxada duelam com a terra […] e depois dormem” (p. 17). Vemos também a multiplicidade de etnias e credos, num ambiente onde nem todos falam a mesma língua, mas compreendem a situação pela qual estão passando. 
Por outro lado, há escravizados que se tornam opressores e seguem a lógica do sistema, que condiciona um melhor tratamento e, mesmo, alguma ascensão à violência contra os subalternos. Descontruindo simplismos e dualidades, os enredos mobilizam seres humanos, guiados por medos, paixões, egoísmos, ganância, crueldade. O personagem Ditão retorna à África após a abolição, torna-se comerciante, aprende “facilmente a língua e a enganar nas medidas” (p.139), e, mais tarde, ganha prestígio e posição. “Ordenava surras de chicote em quem o chamasse de Ditão. Agora era senhor Benedito, comendador, patrono das artes, da família e dos bons costumes” (p.144). 
Perfilam diante do leitor personagens castigados pela situação de miséria e violência constante, pela falta de justiça, ou por uma justiça seletiva, como no conto “Ambrozina”, que narra a história de uma menina acusada injustamente de matar a patroa e que, mesmo diante de tantas provas a seu favor, vê a justiça tapar os olhos e os ouvidos, e se guiar pela lei dos mais fortes. 

Ambrozina, com doze anos, disse que foi. 
Depois, afirmou que não foi. 
Ninguém ouviu. Tinha cinco homens brancos com mais de 30 anos, confiáveis, com profissão e esposas que juraram sobre os Evangelhos que a negrinha havia matado a machadadas a patroa. (p.135). 

Tem-se também a problemática da Igreja como beneficiária do sistema e agente mantenedor do estado de subjugação, como a narrativa da tortura infligida a João Crioulo, para que confessasse onde se encontravam seus companheiros. O preso recusa a delação e é irônico o modo como o narrador descreve o sábio médico que vai atendê-lo e o misericordioso padre ali presente para garantir que ele confesse seus pecados e entregue a localização dos companheiros. “O compadecido padre achou que tinha ouvido o moribundo cantar. O sábio médico pensou na negrinha na casa dele” (p.42). Ambos representam o status quo em sua tentativa de sobrevivência: o médico e o padre mostram-se alheios ao sofrimento de Crioulo e, mais do que isso, alheios às misérias de todos os escravizados, sua preocupação se faz presente apenas quando implica ganho monetário ou garantia de manutenção do regime. 
As narrativas de Outras Vozes são entrecortadas por anúncios publicados na imprensa da época, que operam como contraponto aos dramas encenados. Nesses enxertos, negros e negras tornam-se objetos venais, destituídos de qualquer dignidade, como no anúncio “Urgente: criança doente”. Já os enredos de Camillo sublinham a humanidade diversificada destes sujeitos, emparedados entre a generosidade e a perversidade. 

No conto “Júnia”, entremeado à homogeneidade do discurso feliz da personagem principal, tem-se o eco de Outras Vozes, aterrorizadas por medos banais e quase irrealistas. A protagonista tem uma vida feliz, com família, filhos e amigos: “Júnia nasceu escrava no dia de São João. De olhos abertos. Sorrindo. Nada a fazia chorar” (p. 113). E sua vida termina da mesma maneira que começou: “morreu feliz, em uma quinta, cercada pelos devotos filhos de sangue e de peito, por todos os carinhosos netos de coração e o fiel companheiro dos últimos dez anos” (p.113). Mas, para os demais personagens da narrativa, a vida é um constante medo. A avó “tinha uma desconhecida abominação pela Lua e o avô, que experimentava um terror perverso por qualquer poça d‟água” (p.111); ou a “mãe que passava muito mal toda vez que sentia o cheiro de borboletas, e o Mateus, que sofria uma ojeriza por aranhas brancas” (p.112). 
No conto “Sacramentos”, sobre a vida da personagem João Criolo, mais uma vez o regime escravista é narrado pelo olhar do oprimido, obrigado a se calar desde cedo, a fim de garantir a sobrevivência: “Nunca falou nada, nem quando o menino Ricardo, que morreria cedo de gonorreia, fez ele de mulherzinha na mesma despensa. Foi adestrado na chibata a cuidar da sua própria vida” (p.121). Por outro lado, se João Criolo é o violentado e subjugado, no conto “Cinco negrinhos”, que narra a vida de cinco irmãos após a Lei Áurea, a perversão é encarnada por um homem negro, Ditinho. Ele é abusa de crianças e acaba linchado pela população. Depois de ser preso e castigado pelos próprios companheiros de sela, Ditinho decide então não deixar “moleque nenhum sobrar para contar história” (p.143). 

Sublinha-se em ambas as narrativas o poder da fala, da narração da própria história e da experiência de vida particular de cada um destes personagens. Uma maneira de garantir a opressão é por meio do silenciamento dos discursos dissonantes, problematizadores e questionadores. Uma vez que essas personagens ganham voz e fala, o discurso homogeneizante e totalizador cai por terra, e a noção de escravidão benigna, ou de passividade dos escravizados perante a sua condição cai por terra em enredos marcados pela revolta. 

Retomando a fala de Conceição Evaristo (2007) – “a nossa escrevivência não pode ser lida como histórias para „ninar os da casa grande‟ e sim para incomodá-los em seus sonos injustos”. Concluímos que Outras Vozes, de Plínio Camillo, não deve ser lido como uma história de ninar, que objetiva a manutenção do status quo opressor, mas sim como discurso dissonante, voltado para incomodar. Longe de construir uma narrativa única e dualista, Camillo cria uma colcha de retalhos de narrativas e experiências de vida, restituindo a humanidade negada aos negros e negras vítimas da escravização. 


Referências 
CAMILLO, Plínio. Outras Vozes: contos sobre o negro escravizado no Brasil. Jaú, SP: 11 Editora, 2015. 
EVARISTO, Conceição. Da Grafia-Desenho de minha mãe um dos lugares de nascimento de minha escrita. In: ALEXANDRE, M. A. (Org). Representações Performáticas Brasileiras: teorias, práticas e suas interfaces. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2007. p 16-21. 

“As cicatrizes servem para lembrar que o passado foi real. Não o que é e nem o que será. 

Dados: 
Livro: Outras Vozes – contos sobre o negro escravizado no Brasil 
Autor: Plínio Camillo 
Prefácio: Zulu Araújo 
Aba: Nanete Neves 
Editora: 11 Editora 
ISBN: 978-85-69013-03-7 
Investimento: R$ 45,00 

Plínio Camillo nasceu em Ribeirão Preto em 1960, reside em São Paulo desde 1984, tendo vivido em Campinas entre 1998 a 2001. Ator, educador social, atuou com crianças e adolescentes de rua e hoje trabalha na área de comunicação. 

Publicou seu primeiro livro “O Namorado do Papai Ronca” em 2012, selecionado pelo Concurso de Apoio a Projetos de Primeira Publicação de Livro no Estado de São Paulo do ano de 2011 (ProAC Edital nº 32/2011), e lançado pela Prólogo Selo Editorial em parceria com o Instituto Cultural Mundomundanochamando a atenção pela inovação na linguagem, apropriando-se do modo de expressão usual nas redes sociais.  

Em 2014, publicou, pela Editora Kazuá, a coletânea de contos: “Coração Peludo” que nesta descreve situações marcantes em formas curtas. O protagonista compartilha com o leitor momentos diversos e decisivos da sua experiência de vida, tão surpreendente quanto a linguagem do escritor. Em poucas, mas certeiras palavras, dá o tom das circunstâncias, descreve personagens e conclui as passagens que seu narrador escolhe para relatar. 

Mantém os Blogs: 
Coração Peludo: http://cervejaerua.wordpress.com/ 
O Namorado do papai roncahttp://pliniocamillo.wordpress.com/ 

Contatos - Autor: Plínio Camillo 
Endereço eletrônico: pcamillo60@uol.com.br 
Telefone: 11 99627-9640  

Contatos – Editora: José Renato de Almeida Prado 
11 Editora - www.11editora.com.br 
Endereço eletrônico: joserenato@11editora.com.br 
Telefone: 14 3032-2513 
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