sexta-feira, 7 de abril de 2017

O rapper Gog foi entrevistado pelo site "Submundo do Som"


O rolo compressor, G.O.G o gladiador, um dos pioneiros da cultura hip hop, com longa caminhada no rap, a favela batizou Genival Oliveira Gonçalves de poeta, autor de uma discografia vasta, de um senso comum, de pensamento critico e caneta feroz, e com uma longa caminhada no rap e é capaz de se reinventar a cada trampo novo se mantendo atual num cenário de constante mudança, GOG é o terror, é o crime, é o incendiário, é poesia pura, pulsante, e o mestre trocou uma ideia de rocha com o Submundo do Som pra falar de carreira, música, politica, literatura, cinema, como  o próprio poeta rimou: "EU SOU MAIS UM PARCEIRO DESSE SUBMUNDO, TRAZENDO A TONA NOTÍCIAS OUÇAM POR ALGUNS SEGUNDOS":

Submundo do Som - O GOG dispensa apresentação, mas pra seguir o protocolo: Quem é o GOG? Qual que é a correria do GOG?

GOG - GOG é um amontado de gente se expressando, tendo voz, se fazendo presente.
A correria é cada vez mais, ser voz de mais gente!

Submundo do Som - O GOG tá na estrada a uma cara, já viveu bons e maus bocados, rolou uma conversa de se aposentar, o que passou na cabeça do poeta?

GOG - Quando se pensa em si, toma-se decisões individuais. Quando se pensa no coletivo as decisões são equilibradas. A real é que tenho ainda muito a contribuir.
Sem essa de aposentadoria, além do mais, o vinil nos faz eternos!

Submundo do Som - Qual a diferença do GOG que lança o CD ‘Genival Oliveira Gonçalves’ com incríveis arranjos, poesias apuradas e que transita na MPB com o GOG de 1990, no selo Kaskata’s? Como o poeta vê essa caminhada?

GOG - A diferença principal é o acúmulo de experiência, a vivência. São fatores que definem o jogo. Bases, beats, produções são estações do trem, e independente da estação o importante é o conhecimento que ela transmite. Na real, a música é só uma armadilha, um vestuário dos temas.

Submundo do Som - O último trabalho, intitulado ‘Genival Oliveira Gonçalves’, é um disco mais refinado, musicalmente falando, dá pra ver que foi posto o coração em cada letra, cada verso, cada instrumental. A tendência é evoluir, essa foi a evolução musical do GOG, mais harmônica, mais música orgânica em cima das batidas?

GOG - Não necessariamente. Gosto muito de boom bap, “É o Terror” , é o um dos primeiros, e meu novo trabalho terá vários. Trabalhar com músicos, batidas harmônicas, complexas é maravilhoso, mas, sinceramente gosto mais do menos que é mais... da intimidade DJ – MC, a essência que trouxe a revolução.

LEIA A ENTREVISTA COMPLETA AQUI 
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