segunda-feira, 5 de junho de 2017

Sangue Real, Décima primeira Praga


Com produção impecável de 11 OneHundredTen ( Canal de Jhon Pierre , um Editor Francês)  e da FBS (Família Bicho Solto) e cada vez mais conteúdo empregado em suas letras , Sangue Real promete um 2017 que faz jus ao nome do grupo, o álbum Pela Paz que Narramos a Guerra .. A ser lançando ainda esse ano tem composições dignas do título de clássicas, em meio a um tempo em que artistas liberam material demasiadamente o grupo baiano prefere esperar e trabalhar bem no disco que esta guardado a sete chaves fazendo lançamentos precisos .




O que falar da música?

com uma pegada totalmente diferente do que a Sangue Real apresentou esse Single  parece ser o carro chefe do novo disco, com muito talento o Rapper Adriel desfila seu flow nos 5 primeiros minutos  e depois na mudança de Beat consegue ainda explorar mais conteúdo como se tivesse contanto  história de hieroglifos  desmistificados do  Egito que ainda reflete em nós , o opressor ainda impera . 



Curiosidades : o que são das 10 Pragas do Egito?


Esta história está relatada na bíblia. O Senhor escolheu Moisés para liderar a saída do povo hebreu do Egito, onde era escravizado. Moisés era hebreu, mas havia sido criado pela filha de faraó, que o encontrou ainda bebê, boiando num cesto, dentro do rio. Durante o processo de insistência de Moisés junto ao faraó para que deixasse o povo partir, o Senhor enviou dez sinais — dez pragas —, com o objetivo de mostrar ao faraó a Sua soberania e que o Deus a quem Moisés e seu povo servia, era um Deus que ama a liberdade.

Primeira praga: a água foi convertida em sangue

Toda e qualquer água do Egito foi transformada em sangue e até mesmo os rios foram contaminados, vindo a morrer todos os peixes.

Segunda praga: rãs

Esta praga surgiu após Arão (irmão de Moisés, que o acompanhou durante todo o processo) estender a mão sobre o Egito e surgiram rãs de todos os lugares

Terceira praga: Mosquitos

Da mesma forma que antes, o Egito foi infestado por rãs, desta vez vieram mosquitos a encobrir a população e todos os animais. Desencadeada também após Arão estender as mãos sobre o Egito.

Quarta praga: Moscas

Bem semelhante as anteriores, a quarta praga deixou o Egito infestado de moscas. Faraó concordou em libertar o povo, o Senhor retirou a praga, mas assim que percebeu que a praga havia cessado, o faraó voltou atrás na sua decisão, aprisionando o povo hebreu.

Quinta praga: Peste nos animais

Desta vez Moisés estendeu a mão sobre o Egito e por ordem do Senhor surgiu uma praga nos animais em que muitos morreram e grande foi a perda para os egípcios.

Sexta praga: Úlceras

Diante da resistência de faraó, que a cada praga aceitava libertar o povo, mas assim que elas cessavam voltava a reter os hebreus como escravos, o Senhor ordenou a Moisés e a Arão que enchessem suas mãos de cinzas e jogassem para os céus. Assim o fizeram e as cinzas se transformaram em úlceras em todo o Egito, tanto nos animais como nas pessoas.

Sétima praga: Chuva de pedras

A resistência por parte do faraó se repetiu e assim, o Senhor pediu a Moisés para estender tua varinha por todo o Egito (exceto a região onde vivia o povo escolhido, o povo a ser liberto), e foi assim que uma chuva de pedras destruiu toda a plantação.

Oitava praga: Gafanhotos

Nesta praga, pela oitava vez o Senhor tocou no povo egípcio a fim de fazer justiça e libertar seu povo; enviou um vento que passou seguido de inúmeros gafanhotos devorando muito do que possuía o faraó. Mais uma vez ele cedeu, mas somente até a praga cessar.

Nona praga: Trevas

Desta vez, todo o céu do Egito se tornou trevas e passaram dias na escuridão (menos onde estavam os filhos de Israel). O que também não foi suficiente para convencer faraó a libertar o povo de vez.

Décima: Morte dos primogênitos

Esta foi a última praga, em que todos os primogênitos foram mortos, desde os animais até os servos, inclusive o filho do próprio faraó. Houve grande comoção no Egito quando por fim, após muita insistência, faraó concordou em deixar o povo sair.
De acordo com as escrituras, o faraó chegou a arrepender-se, indo atrás do povo, tentando capturá-lo de novo, sem sucesso. Passagem que ficou popularmente conhecida como “Deus abriu o mar vermelho”.
Bibliografia:
A Bíblia da Mulher: leitura, devocional, e estudo. 2 ed, Barueri SP: sociedade Bíblica do Brasil 2009.
Bíblia sagrada. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil 2 ed Barueri SP, Sociedade Bíblica do Brasil, 1988, 1993.


Por: Sou Emblema
Share this article

0 comentários:

Postar um comentário

 
Copyright © 2014 Noticiário Periférico • All Rights Reserved.
Template Design by BTDesigner • Powered by Blogger
back to top