sexta-feira, 27 de março de 2020



Serão 8 faixas autorais, boa parte delas do seu EP de estreia A LINHA TENUE (2019) 

A cantora Alt Niss esteve no programa ShowLivre no mês passado (19 de fevereiro) e vai lançar nas plataformas digitais o resultado dessa performance. A apresentação contou com seu DJ Dia, o tecladista Weslei Cirino e a jovem backing vocal Tay. Foi a segunda vez que a artista da Boogie Naipe se apresentou no estúdio, antes ela havia ido com o grupo de rap Rimas e Melodias. 

O material estará disponível no streaming a partir do dia 1 de abril (quarta-feira).

CLIQUE NA IMAGEM E VEJA MAIS FOTOS

Alt Niss no Estúdio Showlivre 2020

ALT NISS AO VIVO SHOWLIVRE

1 Zona Sul 89
2 Percepção
3 Das 3 às 6 remix
4 Minhas Águas
5 Só eu
6 Real
7 Só o que eu quiser
8 Da Sul pro mundo


Episódios do “Em Quarentena” são distribuídos via WhatsApp e Spotify; conteúdos podem ser republicados de maneira gratuita

A Agência Mural de Jornalismo das Periferias lançou, nesta segunda-feira (23), o “Em Quarentena”, um podcast sobre o coronavírus pensado para os moradores das periferias da Grande São Paulo.

A redação, que já tem noticiado o impacto da Covid-19 nas periferias da Grande SP no site da Agência (agenciamural.org.br/coronavirus), agora também distribui as histórias por áudio.

Já nos primeiros episódios, o apresentador e também diretor de jornalismo da Mural, Vagner de Alencar, contou com a ajuda de áudios dos entrevistados. O podcast abordou temas como viver sem álcool gel e água nas quebradas, além de evidenciar como é difícil ficar em isolamento social em apartamentos e casas nas periferias.

O podcast “Em Quarentena” está disponível diariamente no Spotify e no site da Agência Mural

É possível também recebê-lo, em primeira mão, via Whatsapp da Mural. Para isso, basta mandar um “oi“ para (11) 9 7591 5260.

Todo o conteúdo produzido pela Agência Mural é liberado gratuitamente para os leitores, jornalistas e veículos interessados em republicá-lo. Confira as regras aqui.

Nas rádios

Além disso, a Mural articula parcerias com rádios comunitárias e comerciais (AM e FM) para alcançar uma audiência ainda maior. As emissoras interessadas em distribuir o conteúdo de forma gratuita podem entrar em contato através do e-mail contato@agenciamural.org.br ou também pelo Whatsapp (11) 9 7591 5260.

Conteúdo produzido por Agência Mural


A ação reúne mais de trinta coletivos, representantes de projetos culturais e organizações de São Paulo para se apresentar on-line no esquema ‘pague quanto puder’ e doam 80% do valor arrecadado para ajudar quem estará mais vulnerável durante a pandemia do Coronavírus. 

Manifesta Arte em Rede convoca a população a fazer parte desta rede de apoio e reforça a necessidade de ampliação dos direitos sociais para todas as pessoas



Preocupados com a situação que a sociedade vive frente às medidas do Governo Federal que são ineficientes e elitistas, mais de trinta coletivos e organizações não governamentais se reuniram para lançar a ação Manifesta Arte em Rede, que acontecerá de 01 à 15 de abril de 2020, nas plataformas criadas nas redes sociais: @manifestaarteemrede

Ao todo são cerca de 200 profissionais que atuam na área cultural reunidos para realizar uma ação virtual para sensibilizar a população para a condição de quem tem menor poder aquisitivo e não tem sequer seus direitos básicos atendidos, e também da classe trabalhadora. Pessoas fortemente impactadas pela crise do Coronavírus, descaso frente à crise e visão economicista do Governo Federal, afinal lidamos com uma pandemia sem precedentes.


Este grupo variado de artistas de diferentes linguagens se juntou, pois acredita na importância de fazer uso da arte para dialogar e conectar pessoas, reforçando a importância das manifestações artísticas neste momento tão complexo, atuando com questionamentos que se fazem necessários, mas também confortando quem já se encontra recluso, despertando outros tipos de sentimento além da angústia, medo, que podem desencadear outros tipos de doença.

A ação Manifesta Arte em Rede vai lançar uma programação especial durante duas semanas com conteúdos on-line de cada um dos projetos envolvidos e pretende contar com apoio da população no que chamou de “chapéu on-line”, fazendo referência à uma prática da arte de rua onde se promove a parceria entre artista e público. O artista oferece a sua arte e o público contribui de forma espontânea, pagando quando puder e o quanto quiser, criando um senso de comunidade. 

Além de conteúdos artísticos, a ação conta com uma consultoria jurídica da NANNINI & QUINTERO Advogados Associados que irá disponibilizar conteúdos técnicos atualizados sobre as Medidas Provisórias lançadas pelo Governo Federal, principalmente no que diz respeito a Leis Trabalhistas e como fica a situação a partir delas. Conteúdos claros, objetivos e atualizados para sanar dúvidas frequentes.

E a população é convidada a colaborar com a ação pagando qualquer quantia em dinheiro, através do link: http://vaka.me/955819 e 80% do valor arrecadado será distribuído entre as seguintes frentes que atuam com quem está totalmente vulnerável neste momento como pessoas em situação de rua, indígenas e famílias periféricas: Missão Belém, Arsenal da Esperança, Pastoral de Rua, Terra Indígena Jaraguá, Unas Heliópolis e Anjos da Sopa (Grande ABC).

Passar o chapéu é uma prática ancestral que remonta às antigas organizações humanas e que demonstra que o homem se relaciona colaborativamente desde sempre, sem imposições de nenhuma natureza, pois inclusive, nesta prática, respeita-se totalmente o direito do público não contribuir se assim o quiser pelo motivo que tiver. 

“Sabemos que nada substitui a magia de uma apresentação ao vivo. As gargalhadas de uma boa roda de crianças ao redor de um picadeiro, um frio na barriga ao final de uma performance impactante, um respiro profundo ao final de uma poesia declamada, aquele sentimento de luta do teatro político, o encantamento com um grupo de bailarinos, o jogo do palhaço. Não queremos transferir a arte independente de São Paulo para a internet e nem pretendemos nos acostumar a isso. Estamos disponibilizando materiais produzidos em algum momento da trajetória de cada projeto (que é o que temos pronto neste momento) e nos propomos a interagir virtualmente com a população, criando um espaço de investigação para atravessarmos esse período de uma forma ativa e questionadora. Também não queremos romantizar a quarentena, pois entendemos estar em casa durante uma pandemia é um direito básico que, em razão da precarização dos contratos de trabalho, tem contemplado uma ínfima parcela da sociedade, sendo mais um reflexo da situação alarmante em que se encontra a classe trabalhadora do país cujos direitos vêm sendo flexibilizados ao longo dos últimos anos. Queremos fazer uso da voz de artistas para chamar atenção para o cuidado com quem está mais vulnerável nesse momento. Queremos convocar a população para somar forças e nos colocamos a disposição para nos manifestar artisticamente pressionando os governantes a atuarem rapidamente para salvar a população.”- explicam as pessoas integrantes da ação Manifesta Arte em Rede.



A ação Manifesta Arte em Rede é formada por uma equipe plural e diversa com artistas de linguagens como dança, circo, teatro infantil, teatro jovem e adulto, música, cultura popular, intervenção urbana, cinema, artes visuais, poesia, produção cultural, comunicação, consultoria jurídica, profissionais da educação e uma Organização Social sem Fins Lucrativos. Fazem parte da ação Trupe DuNavô, Circo di SóLadies, Laerte (Cartunista), Companhia Estudo de Cena, Sissy Eiko (artista visual), Grupo Esparrama, Rainhas do Radiador, Organização Palhaços Sem Fronteiras Brasil, Tempero da Carne, Bando Goliardxs, Grupo Pandora de Teatro, Desembargadores do Furgão, Maestrina Ester Freire, O Clube, Clarín Cia de Dança, Companhia dos Solilóquios, In Totum Cultura Criativa, Luciana Gandelini (Produtora Cultural e Assessoria de Imprensa), Cia Mundu Rodá, Alício Amaral, Trupe Baião de 2, Paula Petreca (Projeto CO), Grupo Teatral Mata!, Grupo Zumb.boys, Camerata Camará, Canto de Fraldas, Guardanapos Poéticos, Diogo Noventa (cinema), Eduardo Izidoro - Waralls (Artista Plástico), Alexandro Marques - Aleatório (Letrista), Ana Pessoa (Literatura), Cromossomos, Circo do Asfalto, Thaísa Valadão - Aletheia Produções e Artes, Maria Maranhão (contação de histórias), Elaine A. Pereira (Doutora em Educação pela PUC-SP), Thiago Gouveia (Consultor Jurídico), Recicla Filmes e Cia. Os Rouxinóis. 

Um ponto de encontro virtual entre artistas para uma ação livre, num momento de tanta privação, porque com responsabilidade essa é a forma como podemos nos relacionar no momento. E também buscar fazer o nosso papel como artista, defendendo o trabalho em arte e estando junto com a população, principalmente com quem está mais vulnerável. 

A programação completa será lançada nos próximos dias. 

Para acompanhar a ação acesse: https://www.facebook.com/manifestaarteemrede/


Para colaborar acesse: http://vaka.me/955819

Informações: manifestaemrede@gmail.com

Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini - lucigandelini@gmail.com - Cel.: 99568-8773

quinta-feira, 26 de março de 2020

Foto: Léo Sang
 A cantora baiana, mas radicada em São Paulo, Indy Naíse começou sua carreira em 2014, ano em que foi premiada com o primeiro lugar como melhor cantora em todas as categorias do Festival de Música do Ala Guarujá. 


Após esse incentivo, a cantora estudou muito e em 2018 lançou seu primeiro álbum chamado “É questão de cor”. Em 2019, em parceria com o rapper D’Ogum a cantora incendiou as playlists de lovesong com o som “Fogo no Baile”. No mesmo ano, a cantora participou do projeto Casa de Música Escuta As Minas do Spotify, onde ela lançou o som “Muito tempo é pouco”. 

Foto: Léo Sang
Agora em 2020, Indy em parceria com Jota.pê na composição lança o clipe da música “Corpo Fechado”. O clipe faz parte do trabalho do Sofar Sounds, que é um movimento que surge em Londres em 2009 com a ideia de realizar apresentações ao vivo de artistas independentes em locais nada convencionais, mas bem aconchegante. As apresentações são sempre para um numero limitado de pessoas e o evento já aconteceu em 180 cidades nos 5 continentes. Sempre com artistas locais de todos os gêneros músicas, o local e as bandas são secretos, os convidados só são avisados do endereço 48h antes de cada edição. O objetivo? Fazer com o público conheça novos sons e mudar a forma como as pessoas consomem música ao vivo. 

Em todo seu repertório, que é majoritariamente autoral, a Indy aborda questões que são emergenciais para nosso convívio em sociedade. 

Foto: Léo Sang
Tendo sempre em foco a mulher negra, racismo, machismo e desigualdade social, Indy escreve o som “Corpo Fechado” num momento de desesperança da artista, na mesma época em que Marielle e Anderson foram executados. Porém, ao mesmo tempo que sentia esta apatia e tristeza, a fé pulsava no peito. Se reuniu com Jota.Pê e nasceu a melodia. Corpo Fechado é uma prece para proteger nossos corpos negros, para que este sangue seja estancado e possamos viver em paz em sermos quem somos. É sobre não perder a fé e renascer no tempo, na dança, na celebração e no afeto. 

Assista:





quarta-feira, 25 de março de 2020


Foi anunciado que o primeiro álbum “The Chronic” do lendário rapper, produtor e empresário, Dr Dre, será adicionado e arquivado no Registro Nacional de Gravação da Biblioteca do Congresso do Estados Unidos. 

Todos os anos, o National Recording Registry escolhe 25 músicas e álbuns considerados "dignos de preservação por causa de sua importância cultural, histórica e estética" na formação da música americana, e cada seleção deve ter pelo menos 10 anos de idade. Os participantes recentes incluíram The Blueprint, de Jay-Z, "Minnie the Moocher" de Cab Calloway, "Mississ
ippi Goddam" de Nina Simone, Schoolhouse Rock! (all of it!) e "September" do Earth Wind & Fire. 

Dre será acompanhado pela música-tema no Mister Rogers Neighbourhood, a versão de Whitney Houston de “I Will Always Love You,” the late Selena’s Ven Conmigo, Private Dancer da Tina Turner e o Y.M.C.A. do Village People.

Fonte: 2dopeboyz


Intitulado como "Nem Tudo É Close", o álbum de estreia do Lucas Boombeat, lançado em 20 de março vem cheio de rimas e melodias, onde conseguimos sentir sua versatilidade não apenas musical como nos temas abordados em suas letras. 

O disco conta sobre sua vivência quanto negro, gay e rapper no Brasil de forma mais ampla. Mostrando além do close, um outro lado onde poucos têm acesso, mas onde muitos podem se identificar. 

Impossível não sentir a dualidade, porém de forma sútil, após escutar “Nem Tudo é Close”. São dois extremos de uma história onde o caminho entre esses dois pontos, trazem a diversidade que dá sentido ao título do álbum.

Ouça o álbum no Spotify:



@FestivalFicoEmCasaBR começou nesta terça com apresentações online de Luedji Luna, Dudu Nobre, Rael, Z’África Brasil e vai até sexta com mais 60 shows.

O evento, que conta com apresentações intimistas de diversos alcances e estilos musicais, abriu link de contribuição que será doado para diversas iniciativas pela SYMPLA.

Teve início nesta terça (24) e vai até a sexta (27) o Festival Fico Em Casa BR com uma série de apresentações via streaming de artistas de todo o país. No segundo dia de programação, o evento trouxe (dependendo da hora que você ver ainda da tempo de ver algum) shows intimistas e apresentações acústicas com Luedji Luna, Slim Rimografia, Doralyce, Ciel Santos, Teresa Cristina, Dudu Nobre, Bia Ferreira, Torre e Rennan da Penha, entre outros nomes. O festival é totalmente gratuito e realizado de forma online, com transmissão direta de cada artista em suas casas. 

E além de levar música e arte para o público que está em quarentena, o Fico Em Casa BR também está buscando uma maneira de ajudar de forma direta grupos e pessoas com mais necessidade. Com isso, foi pensada a possibilidade de o público fazer contribuições voluntárias 

(a partir de R$ 10) através da Sympla: https://www.sympla.com.br/festivalficoemcasabr. As doações captadas serão destinadas a espaços como a Agência Popular Solano Trindade – SP, 

Alvo – RS, Cades – AC, Coletivo Papo Reto – RJ, Fundação Casa Grande – CE, Fundo de emergência para os Sem-Tetos – SP, HEMOCEG – GO, Jongo da Serrinha – RJ, R.U.A.S – DF, Uneafro - RJ / SP e Voz das Comunidades – RJ. 

Inspirados no @festivaleuficoemcasa criado em Portugal, cantoras, intérpretes, artistas, bandas e produtores de todo o Brasil se uniu em uma rede de cuidado coletivo, rompendo o isolamento através da internet. Em um movimento para recarregar as energias da população em quarentena, a ideia é se conscientizar e nutrir de cultura. O evento foi pensado para apresentar de forma online mais de 60 shows diferentes em formatos inéditos e intimistas. 

Numa programação com mais de 40 horas com artistas de vários estados brasileiros, o festival vai dar a chance de mais pessoas conhecerem os trabalhos de múltiplos estilos e gêneros do que está sendo feito na cena musical contemporânea nacional. 

O sucesso tem sido tão grande entre os artistas que já estão programados a segunda e terceira edição do festival para ser realizado nas semanas seguintes. A transmissão será realizada pelo instagram dos artistas e retransmitido pelo canal de YouTube do FestivalFicoEmCasa e do instagram @festivalficoemcasabr a partir das 13h30 até as 23h30. Cada apresentação musical terá duração de 30 minutos. 

O festival ainda conta com a apresentação de diversos jornalistas e artistas como Alexandre Matias, Didi Couto, Fabiane Pereira, Iago Reizs, Influência Negra, Jarmeson de Lima, Kiara Felippe, Leonardo Lichote, Luisa Micheletti, Marina Person, Max B.O., Patricia Palumbo, Pedro Antunes, Preta Rara, Raquel Virginia, Renata Simões, Roberta Estrela D’Alva, Roberta Martinelli, Roger Cipó, Sarah Oliveira, Samuel Gomes, Tia Má, Thunderbird e Vítor diCastro. 

Mesmo separados neste momento crítico pra todo mundo, a ideia do evento é conectar as pessoas para ficarem juntas através da música e da arte. É também um alerta para a importância de ficar em casa nos próximos dias, preservando a saúde e contornando a inviabilidade de shows que estão sendo cancelados. Este evento é a garantia de uma semana cheia de arte, nesse momento de repensarmos as ações do cotidiano. 

Programação @festivalficoemcasabr 

Terça, 24/03/2020 

13h30 - Roger Cipó - @rogercipo 

14h - Maria Gadú (SP) - @mariagadu 

14h30 - Menores Atos (RJ) - @menoresatos 

15h - Lucas Guido (SP) - @luc.guido 

15h30 - Passaro Vivo (MG) - @soupassarovivo 

16h - Luê (PA) - @luemusica 

16h30 - Homem Banda (RS) - @homembanda 

17h - Bel Medula (RS) - @bel_medula 

17h30 - André Prando (ES) - @andreprando 

18h - Francisco El Hombre (SP) - @franciscoelhombreoficial 

18h30 - Guma (PE) - @gumabanda 

19h - Preta Ferreira (SP) - @preferreira 

19h30 – Z’África Brasil (SP) - @zafricabrasil 

20h - Rael (SP) - @raeloficial 

20h30 - Sabe quando oque (RJ) - @sabequandoque 

21h - Felipe Cordeiro (PA) com part. de Aramá - @ofelipecordeiro e @arama_official 

21h30 - Froid (DF) - @froid 

22h - Daniela Mercury (BA) - @danielamercury 

22h30 - Urias (MG) - @uriasss 

23h - Boogarins (GO) - @boogarins 


Quarta, 25/03/2020 

13h30 - Samuel Gomes - @samuelgomes 

14h - Luedji Luna (BA) - @luedjiluna 

14h30 - Ciel Santos (PE) - @cielsantos 

15h - Valéria Barcellos (RS) - @valeriabarcellosoficial 

15h30 - Jordana Henriques (RS) - @jordanahenriquesoficial 

16h - Mariana Soares (RJ) - @amarianasoares 

16h30 - Moara (DF) - @moaramusica 

17h - Negão da Serrinha (RJ) - @negaodaserrinha 

17h30 - Babi Jacques e Lasserre (PE) - @babielasserre 

18h - Banda Tantra (RJ) - @bandatantra 

18h30 - Jesuton (RJ) - @jesuton 

19h - Castello Branco (RJ) - @castellobranco 

19h30 - Doralyce (PE) - @missbelezauniversal 

20h - Torre (PE) - @torremusica 

20h30 - Teresa Cristina (BA) - @teresacristinaoficial 

21h - Graveto (SP) - @oficialgraveto 

21h30 - Slim Rimografia (SP) - @slimrimografia 

22h - Bia Ferreira (MG) - @igrejalesbiteriana 

22h30 - Dudu Nobre (RJ) - @dudunobresamba 

23h - Rennan da Penha (RJ) - @djrennandapenha 


Quinta, 26/03/2020 

13h30 - Influência Negra - @influencianegra 

14h - Adriana Calcanhotto (RS) - @adrianacalcanhotto 

14h30 - Bule (PE) - @buleoficial 

15h - Iara Rennó (SP) - @iararenno 

15h30 - Victor Vintage (RJ) - @viciovintageoficial 

16h - Victor Mus (RJ) - @victormusoficial 

16h30 - Supervão (RS) - @supervao 

17h - Amsterdan (RJ) - @amsterdanrock 

17h30 - Facção Caipira (RJ) - @faccaocaipira 

18h - Frank Jorge (RS) - @frankjorge2267 

18h30 - Rodrigo Alarcon (SP) - @rodrigoalarconoficial 

19h - Davi SAbbag (GO) - @dav.i 

19h30 - Ó do Forró (SP) - @odoforro 

20h - BNegão (RJ) - @bnegaooficial 

20h30 - 7NaRoda (DF) - @7naroda 

21h - O PlantaE (DF) - @oplantae 

21h30 - Biltre (SP) - @bandabiltre 

22h - Brvnks (GO) - @brvnks 

22h30 - Romero Ferro (PE) - @romeroferro 

23h - Puro Suco (DF) - @purosucobr 


Sexta, 27/03/2020 

13h30 - Tia Má - @tiamaoficial 

14h - Chico César (PB) - @oficialchicocesar 

14h30 - Giovani Cidreira (BA) - @giovanicidreira 

15h - Paola Kirst (RS) - @paolakirst 

15h30 - Amanda Magalhães (RJ) - @amandzmagalhaes 

16h - Majur (BA) - @majur 

16h30 - Roberta Gomes - @robertagomescantora 

17h - James Bantu (SP) - @jamesbantu 

17h30 - Emicida (SP) - @emicida 

18h - Pedro Salomão (SP) - @salomaopedro 

18h30 - Academia da Berlinda (PE) - @academia_da_berlinda_oficial_ 

19h - Verbara (RJ) - @verbaraverbara 

19h30 - Black Pantera (MG) - @blackpanteraoficial 

20h - Dois ou Dez (RJ) - @bandadoisoudez 

20h30 - O Vento Solar (SP) - @oventosolar 

21h - Folks (RJ) - @folksoficial 

21h30 - Canto Cego (RJ) - @cantocego 

22h - Lucas Silveira (Fresno) (RS) - @lucasfresno 

22h30 - Valesca Popozuda (RJ) - @valescapopozuda 

23h - Paulo Miklos (SP) - @miklospaulo 


REDES: 

Instagram: @festivalficoemcasabr 

Facebook: @festivalficoemcasabr 

TikTok: @festivalficoemcasabr 

Twitter: @ficoemcasabr 


CONTEÚDO DE DIVULGAÇÃO

terça-feira, 24 de março de 2020


Para um artista que tem responsabilidades na vida real, torna-se um desafio encontrar tempo e paixão para seguir uma vida no rap (ou em qualquer outro meio criativo).
Tab-One, é membro da Kooley High, e está abordando essas mesmas situações em seu último álbum solo, o Balancing Act.

"Todos enfrentamos a rotina diária das nove às cinco e a luta interna entre fazer o que é necessário para ganhar a vida e encontrar tempo para fazer as coisas pelas quais somos verdadeiramente apaixonados", disse Tab-One à HHDX. “Tornei-me pai há quatro anos e agora tenho dois filhos. Este álbum é sobre minhas tentativas de encontrar equilíbrio com a família, casamento, trabalho e música.”

Com oito faixas - produzidas por The Other Guys, Tecknowledgy, KON SCI e VRY SNKY - o álbum pode ser ouvido abaixo.

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"A maioria de nós terá ou teve o vírus!": Styles P acha que ele tinha coronavírus em janeiro 


O rapper é dono de uma loja de suco natural e ofereceu aos leitores dicas para melhorar seu sistema imunológico. 

Em sua conta no twitter, Styles P tem tido uma jornada de saúde e bem-estar, ele oferece aos fãs diariamente informativos. No fim de semana, o rapper compartilhou sua luta algo semelhante à gripe. Ele agora acredita que o culpado dessa suposta gripe foi o notório COVID-19. 

"Quase morri em janeiro", disse ele. "E eu nunca fico gripado, e se eu ficar é um dia ou dois dias. Fiquei inativo por uma semana e perdi 8 libras! (3 kilos e meio) Eu tive a rona! Tinha que ser a Rona! 

Sem surpresa, Styles credita a seus remédios orgânicos por seu retorno à saúde. Ele e Jadakiss abriram sua loja “Juices For Life” no Brooklyn em setembro de 2015. “Fiz óleo de semente de preta e fiz uma dieta de suco / chá e descansei”, disse ele. "Vá em frente!" 

Mais tarde, ele listou ingredientes específicos: óleo de semente preta, óleo de orégano, gengibre limão e açafrão, sumo de pimenta caiena. Essa combinação, além de xarope de sabugueiro, banhos de sal Epsom, "orações e respiração profunda". 

Styles não se inclinou para o pânico da pandemia, mas ainda aconselhou seus seguidores a seguir as precauções divulgadas. 

"A maioria de nós terá ou teve o vírus", continuou ele. "Muitas pessoas ficaram doentes durante [dezembro] e janeiro antes de anunciarem o vírus. Não sou médico, mas fique longe das pessoas [e] faça coisas para impulsionar seu sistema imunológico ... descanse e espalhe a notícia".


Fonte: OKAYPLAYER

segunda-feira, 23 de março de 2020




Novo single da dupla formada por Danny-C e Renato 51/50 com participação do rapper Fagner Faria, a produção ficou por conta de Renato 51/50 em parceria com BlakBone, baixo e guitarras ficaram a cargo de Renato 51/50, a dupla voltou às atividades após a colaboração na música "Ideia à Prova de Balas", do álbum "Enquanto Ainda Estou Aqui Vol. 1" de 2017, a dupla planeja alternar entre lançamentos de músicas novas como essa e músicas de projetos que acabaram não saindo como a música "Problema Seu" que já está disponível, "Faz a Sua Paz" está disponível em todas as plataformas de streaming.

Ouça no Youtube:



Ouça em outra plataformas digitais: Spotify | Deezer | Itunes


Não contente em lançar um álbum duplo com 29 faixas, o rapper paulista, Eduardo, nascido no bairro do Glicério, centro de São Paulo. Lança três faixas bônus do álbum ‘O Necrotério do Vivos’, lançado em 13 de março, no Youtube, Spotify e mídia física.

Leia também: Eduardo lança álbum duplo | ‘O Necrotério do Vivos’

As faixas ‘Traidor’, ‘Que pena pai e os’, ‘Os inimigos não tiram férias’ provavelmente só estão disponíveis na internet e não no álbum físico.

Ouças as faixas abaixo:





Crédito das imagens:
Maysa Zucheratto @maysazucheratto 
Roxie @akaroxie

Em 13 de março, assim como em seus últimos 3 álbuns, o rapper mineiro Djonga lançou “Histórias da minha área”. O álbum tem 10 faixas, 9 produzidas pelo seu parceiro Coyote e uma produzida pelo paulista Renan Samam. 


O quarto álbum do rapper mineiro estava sendo muito aguardado, tanto que as 10 faixas do álbum já acumulam 17,5 milhões de views no Youtube. 

Porém nessa publicação não pretendo falar do álbum por completo. Quero falar sobre a faixa “Deus Dará”, que conta com a participação da jovem e mega promissora mc e poetisa gaúcha, Cristal, dona do hit “Ashley Banks”. O som “Deus dará”, é a nona faixa do álbum e é produzida pelo Coyote. E é possível identificar facilmente três temas pilares: Ancestralidade, Família e Prosperidade. 

FAMÍLIA 

Quando eu cheguei nesta faixa, eu fiquei muito na cabeça com a questão de família. Não nesta família ocidental eurocêntrica que se concentra no clichê que família é seu PAI, MÃE e FILHOS. Pois eu havia lido que na visão africana (sem generalizar), a concepção de família é diferente. 

Durante minha pesquisa para buscar referencias, achei o canal Afro Plurais do educador do Benin, Senakpon

O Senakpon tem um vídeo onde ele fala sobre coisas que muitos brasileiros não sabem sobre família africana. Ele como um homem africano quando pensa em família, não pensa só em PAI, MÃE E FILHOS. Ele pensa em: IRMÃOS, TIOS, TIAS, PRIMOS, PRIMAS, AVÔS, AVÓS e todos os seus familiares. Ele complementa dizendo: “pode ter acontecido eventos que separam você, mas na sua memória, na sua veia, você tem ligação com outras pessoas. Isso é o sentido mais amplo da família africana. Porque antes de tudo, uma família esta ligada a uma etnia. Uma etnia faz parte de uma comunidade, e o conjunto disso é que forma a sociedade. Então você tem que entender que seu pai e sua mãe têm ancestrais que não se limita a seus avós.” 

Inclusive o Senakpon diz que em muitos casos, amigos também pode fazer parte de uma família, ou outra família que é amiga da sua família, no fim se torne uma só família. Por conta de sua proximidade, casamentos entre membros de cada família, sua relação de vitórias e de derrotas também. 

Pra quem é de quebrada, talvez tudo isso não seja novidade. Pelo menos pra mim não é tanta novidade assim. Porque quando entendemos que nós somos africanos em diáspora e que costumes africanos estão enraizados em nossa cultura, percebemos que reproduzimos muitos de seus ensinamentos culturais. Essa visão que nós de quebrada temos que onde “come um, come oito”, que casa de “pobre é igual coração de mãe, cabe sempre mais um”, posso estar errado, mas pra mim é influência africana. 

Dito tudo isso, eu pretendo mostrar que a Cristal e o Djonga passam muito disso neste som. 

Observação: Lembrando que o que vai ser dito nessa resenha, não necessariamente representa a visão dos mc’s. Mas é como eu recebi esse som ao ouvir diversas vezes. 

Bora começar logo pelo refrão: 
Deus entregando com uma mão, nós divide com a outraMantendo uma sempre livre você recebe maisTem pra comer e ainda sobra pros kit, pras roupaTrabalho lindo, outros tempos, eu corro atrás de paz 
Deus entregando com uma mão, nós divide com a outra/Mantendo uma sempre livre você recebe mais. 

Nos dois primeiros versos do refrão, o Djonga meio que nos mostra um norte que indica o direcionamento do som. 

Nestes dois versos, o rapper diz que é sempre importante dividir com os seus semelhantes/família as bençãos que Deus nos dá. E que uma mão tem que estar sempre livre para receber essas bençãos para que a outra repasse. Basicamente o rapper está demonstrando que prosperidade e ascensão não podem servir de muleta para esquecer de onde você veio. Porque de onde você veio, tem que mostrar como e o que você é. E ele complementa dizendo que o ato de ajudar os seus multiplica suas bençãos. 

Crédito das imagens:
Maysa Zucheratto @maysazucheratto 
Roxie @akaroxie


ANCESTRALIDADE 

A parte da Cristal é muito africana, tio! Em seus versos ela faz muita referencia em respeito aos mais velhos, a quem veio antes dela e prosperidade sem esquecer da família. (muito comum em muitas etnias africanas) 

Bora conferir alguns trechos: 
Meus passos vêm de longe e me trouxeram aquiDos preto que já se foram e que tiveram que partirPelas irmã que tiveram que desistirNos tira o chão, nós cria asa, fé não vai tirar de mimAbençoada por meus ancestraisO que eu tiver eu devo a eles, divido com meus iguaisPra minha vó tanto faz o que é punchlineDesde que seja verdade e comunique a todos nós 
Quando a Cristal diz que seus passos vieram de longe e a trouxe até aqui. Eu entendo que ela quer passar, que a caminhada dela começa com seus ancestrais ou simplesmente com pessoas que vieram antes dela, onde tudo era mato e graças a essas pessoas, hoje ela consegue fazer os corres dela. 

Esse respeito aos mais velhos (principalmente a sua vó) da Cristal me fez lembrar um ditado africano que eu havia visto na internet e fui pesquisar sobre de quem era. 

Detalhe importante: A Cristal fez questão de mostrar esse som onde ela cita sua vó, e mostrou a reação dela num storie do Instagram. 

Existe um ditado assim: “Quando morre um africano idoso é como se se queimasse uma biblioteca” 

Essas palavras foram ditas pelo poeta do Mali, Amadou Hampaté-Bâ. 

Nessa sociedade ocidental eurocêntrica em que vivemos, o mais velho não tem muito valor, vide como nosso governo e a sociedade jovem diz e trata os idosos e como sua memória é facilmente apagada. Mas numa sociedade tradicional africana, o mais velho tem como principal a função transmitir oralmente às demais gerações, a cultura e a sabedoria popular vivida em cada comunidade. Na visão africana, os mais velhos são como guardiões de memória e tudo que por eles é contado, tem que ser atenciosamente ouvido e preservado com muito zelo pelos mais jovens. Dito tudo isso, o mais velho é símbolo de autoridade e ocupa um lugar bem definido dentro de sua categoria social: repassar a sabedoria dos antepassados e perpetuar a cultura. 

Pela construção dos versos e postura da mc gaúcha, essa transmissão oral tem surtido muito efeito. 
O que eu conquistar vai voltar pra minha baseSem base não tem começo, sem começo nem tem topo, niggaAntes de escolher comprar Nike ou AdidasCertifica que tem banquete pra gente encher a barriga 
Toda a construção direta ou indireta dos versos da Cristal faz referência a família. Mas nesta parte a Cristal manda o papo de que onde ela estiver, ela sempre vai lembrar e cuidar dos seus. 

Lendo o artigo ‘A família como base do Pan-Africanismo’ do Rodrigo Souza, li uma frase que me lembrou muito a construção e a ideia que passa neste som. Se liga: 

“A lealdade à origem é uma maneira de tu se manter em conexão com suas raízes”. 

É uma frase muito forte e bem verdadeira. Claro que sempre tem ramelões que quando tem um certo destaque em algo esquece sua quebrada ou sua família. Porém é algo muito nosso, gente preta, sabe? sempre estar cultivando nossas raízes e mantendo essa conexão seja lá onde a gente for. Sempre buscar um progresso, mas não só, sempre tentando fazer uma ponte para que outras pessoas atravesse ela junto com a gente. 
Não se deslumbra com o caminho ou vai ficar sozinha
Querem que a corrente seja nossa maior conquista
Mal eles sabem os plano que tá na lista
Eu com 18, nova rica, fortalecendo a família 
Ela termina sua participação com uma ideia foda e muito pertinente. 

Eu entendo que quando ela diz para não se deslumbrar e que querem que a nossa maior conquista seja uma corrente. Ela se refere a mc’s e pessoas comuns que se contentam em ostentar coisas, sem se preocupar se seus iguais estão bem, tá ligado? Isso é o jogo do capitalismo, eles querem nos ver gastando e incentivando o consumo. Eles não querem que temos uma educação financeira. O sistema não quer ver pretos bem, eles querem ver pretos no melhor estilo clichezão de jogadores de futebol, trappers e etc. 

Crédito das imagens:
Maysa Zucheratto @maysazucheratto 
Roxie @akaroxie


PROSPERIDADE 
Na fome do que eu nunca tive
Eu me cuido pra não dar indigestão
Ser cercado de globais
Ou um rolé sincero com seus irmão?
Dos que não só zoou, mas suou
Quando a nave era um carrinho de mão
Não se realiza sozinho
O que se sonha em comunhão, oh 

O álbum em si já fala muito sobre coletividade, tá ligado? Em entrevista ao RAPTV, o Djonga diz que se seus amigos estiverem felizes e ele estiver feliz, tá tudo bem. 

“Mano, para pra pensar: que que adianta... beleza, eu tô bem, tô com 1 milhão na conta, tranquilão e todo mundo passando dificuldade. Então assim... não dá pra curtir, como que nós vamos curtir? Sendo que um consegue comer no restaurante mais caro e outro as vezes não consegue nem comer?
O espirito coletivo é nesse sentido mesmo, se não for nós todos... nós todos bem, não adianta um só estar bem. É aquilo, enquanto um for escravo, nenhum é livre. Disse o rapper mineiro.” 

Essas ideias da entrevista, junto com as ideias em que o Djonga rima no som, me lembrou muito uma frase do irmão ZAUS KUSH que eu li esses dias em minhas pesquisas. 

“A ideia Africana de prosperidade é um rio passando pelas nossas terras; a eurocêntrica é uma represa”. 

Entendeu o conceito? Nosso progresso tem que ser estender a nossa família, e como foi dito lá em cima, amigos e os ditos parentes que também são família. Se a sua visão de prosperidade for você numa mansão, você está agindo segundo a visão eurocêntrica de progresso. Onde ela é egoísta e não deixa a prosperidade (rio) seguir seu caminho e regar tudo por onde ele passa, no caso você. 



COMENTÁRIO FINAL 

Em meio a essa pandemia mundial de covid-19 (Corona Vírus), em que pessoas tem ido aos supermercados e feito compras mais que necessárias, sem pensar que o mais pobre ainda não vai conseguir comprar porque não chegou o dia do pagamento. (que geralmente é final do mês ou dia 5) Essa música vem como um acalanto para nossos ouvidos, coração e alma. Uma música que prega e inspira o sentido do coletivo e não do eu, é muito importante e mais que necessária. Ela nos ensina amor a nossa família e principalmente ao mais velhos e prosperidade a todos os nossos, todos que queremos bem. 


Ver que conceitos africanos ainda estão vivos entre nós, mesmo que inconscientemente, é muito importante e reconfortante. Afinal vivemos em tempos em que o conservadorismo político e religioso eurocêntrico já faz parte até do rap, aliás há muito tempo, desde o fim dos anos 90, diga-se de passagem. 

Para terminar quero deixar uma frase do grande ativista sul-africano que morreu em nome de suas crenças, Steve Biko. 

“Acreditamos que, a longe prazo, a contribuição especial da África para o mundo será no campo de relações humanas. As grandes potências mundiais podem ter realizado maravilha ao dar ao mundo uma aparência industrial e militar, mas o grande presente virá da África – dar ao mundo uma face mais humana”.

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Fontes usadas para compor essa resenha:

Três coisas que você não sabe sobre a família africana!