quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Salve família!!!

Que ano hein? Tivemos que tomar tantas e tantas decisões, escolher pelo que sofrer já que tantas coisas ruins aconteceram. Entre várias decisões do NP, como não ter lista de melhores do ano e afins, nós decidimos manter nossa Coletânea - A coisa tá preta! porque julgamos ser importante pro coletivo. 

A coisa tá preta está no seu vol. 5, e todos os anos escolhemos pessoas negras que tem um determinado significado pra nós no ano em que a coletânea é lançada. 




Esse ano escolhemos como capa, a Doutora Jaqueline Goes de Jesus, que foi uma das coordenadoras da equipe de pesquisadores que realizou o primeiro sequenciamento do genoma do coronavírus circulante na América Latina – apenas 48 horas após a confirmação do primeiro caso de Covid-19 no Brasil. Por toda a relevância e representação que essa mulher traz, nós a escolhemos como capa da nossa coletânea em 2020.


Pra quem não conhece, a nossa coletânea reúne músicas de artistas pretas e pretos que gostamos durante o ano e que falam sobre diversas questões. Ela não tem fins lucrativos, apenas a vontade de utilizar esse espaço pra mostrar os mais diversos assuntos trazidos de nós para nós.



Escolha uma das duas plataformas para ouvir


Soundcloud:



Spotify:

 

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

 

No próximo dia 27.11 ao meio-dia, é a estreia do novo single de Timm Arif no Collors Brasil, chamado #ForaDeÓrbita. 

A partir da produção de Dontcry & Nokiaa, Timm Arif descreve em sua poesia, a rotina, o amor, as conexões pretas com muita sensibilidade e força nas ideias, tendo as comunidades periféricas como referência. Mixada e masterizada pelo próprio Rapper, a canção #ForaDeÓrbita vem como um sussurro de amor em tempos difíceis onde o afeto tem sido peça rara nos dias atuais. Com isso, a canção de Timm Arif acessa lugares no sentimento de quem ouve despertando algo que nos lembra sempre como é bom ser preto.

Para conhecer mais os trabalhos atuais de Timm Arif acesse: https://linktr.ee/timm_arif



Apesar de todo o caos de 2020, NUMA continuou firme no propósito para expressar todos os seus sentimentos através do seu álbum de estreia, “Inferno verde”, que chegou às plataformas digitais no dia 13/11 via Endorphins Lab. Nele, a DJ e a beatmaker curitibana aborda temas que se tornaram ainda mais urgentes ao longo deste ano: queimadas e desmatamento na Amazônia, racismo, inclusão social, liberdade de gênero, genocídio indígena, ditadura da beleza, machismo e o mercado musical pouco ocupado pelas mulheres. Mas ela diz muito sem usar uma única palavra. 


“A ideia é mostrar o que é o Brasil pra mim: um inferno que é extremamente rico, com pessoas maravilhosas, mas que infelizmente tem uma ‘autoxenofobia’ muito foda. É um país que cultua muita a beleza, a vaidade… e que destrói os povos indígenas, que são os verdadeiros brasileiros”, diz.


Assim como o Brasil, NUMA é plural. Isso fica explícito nas 09 tracks do projeto, que une a forma clássica do hip-hop, como a forma das colagens e um ar jazzy, os diversos timbres da música eletrônica (de house ao trip hop) e a brasilidade transmitida em cada uma das músicas. Não por acaso, todos os samples usados por ela são brasileiros, de diferentes ritmos e estios. Há também a inserção de falas icônicas do líder indígena, ambientalista e escritor Ailton Krenak, da legendária rapper Dina Di, e da atriz Drag Queen Donna Bagos. Cada um desses elementos são essenciais para gerar uma atmosfera musical singular, batizada pela própria NUMA por Raptrônico.


Ouça:


Poetas Vivos lança o clipe "Invasão". Gravado no Complexo da Invasão e no Complexo da Vilinha, bairro Vila Nova (POA-RS), unindo o hip-hop e teatro, os artistas Dickel, DaNova, Felipe Deds e Mikaa retratam a esperança da juventude preta e periférica que se encontra na linha de risco existente devido à falta de inclusão entre as classes e etnias. Produção musical ficou a cargo de Jay-Gueto e Hob. A engenharia sonora é de Jay-Gueto. Gravado na GuetoAnonimato Records e ON Records. O responsável pela filmagem e edição foi o Hélio Metz. Direção e roteiro feitos por Felipe Deds.


Assista:



REDES SOCIAIS:

@poetasvivxs

@felipededs

@jay_gueto

@euhob_

@_guetoanonimato

@onrecordz

@heliometz



Lançado no Dia da Consciência Negra, o grupo Tramando Ideia Rap lança single e clipe de OQCÊQUERBOY? II. Dando sequência ao single com mesmo título lançado em setembro de 2019, o lançamento assume uma nova roupagem a partir de um movimento de descobertas do grupo sobre ancestralidade e empoderamento preto.


Uma letra ácida e com linhas diretas ao ponto que representa a revolta de pessoas negras em meio ao caos causado pelo racismo. O drill e o funk criam uma atmosfera sombria que envolve o ouvinte nessa trama, criada pelo produtor e diretor musical do single, Vibox Beats. A mixagem e masterização foi conduzida por Tan Beats. 

“A ideia central desta música pode ser resumida como uma revolta contra a ordem social, política e econômica corrompida pelos 'donos do mundo'. Os ancestrais vêm nos mostrando o quanto somos valiosos e muito importantes nesse universo, ninguém pode apagar esse brilho sagrado que há em nós. Corpos pretos vêm sendo alvos de ideais racistas, fascistas e ditatoriais há mais de 500 anos e, em pleno século XXI, essa bandeira   continua sendo levantada de forma explícita”, explica Nego Iego, integrante do Tramando Ideia Rap. 


Para Rymu Crespx, as manifestações contra o racismo que se espalham pelo mundo em 2020 influenciaram muito para o lançamento de OQCÊQUERBOY? II. Segundo ele, esse momento  “deixou bem explícito o racismo que já é denunciado há muito tempo. Todos os acontecimentos jogaram, mais uma vez, na cara da sociedade o quanto há uma ignorância racista nos rondando. É preciso quebrar este padrão europeu e questionar os efeitos da escravidão que perduram até hoje.”


DJ Willo, integrante do Tramando Ideia Rap, se destaca em OQCÊQUERBOY? II com scratches que dispensam comentários e colagens de músicas marcantes da cena do rap nacional que pavimentaram o caminho para a chegada das novas gerações no gênero. “Nós selecionamos alguns trechos dos Racionais MCs e Sabotage que marcaram demais a história e que tem um ponto em comum: o levante da população negra em querer contar o seu lado da história”, comenta Willo.

O clipe, assinado pela SSS.Rec, conseguiu traduzir a ideia da música por meio de um símbolo marcante no movimento negro mundial: KKK (Ku Klux Klan). Rodeado pelos integrantes do Tramando Ideia Rap em algumas cenas e depois em meio às chamas, aquele representaria o seu fim. 

Assista:




O que acontece quando um promissor produtor junta um dos MC’s em ebulição, o talento de uma cantora francesa com um duo colombiano de música eletrônica? É cesta de três pontos! 

O paulista Bas-Fond lança o quinto som de um projeto campeão, o single “Allen Iverson”, em letra inspirada na lenda do Philadelphia 76ers, botando fogo no game. Como um armador de um dream time e extremamente técnico, Bas-Fond escalou para o jogo o potiguar Teagacê, autor da letra, um dos nomes em ascensão no rap nacional, o pivô chegou de jump na bandeja com flow no melhor estilo fast break, abordando a cena, dentre várias coisas, a falta de compromisso na música, os dribles para fazer o seu corre e as cestas que enterrou ao longo da vida, sempre dando um toco em falsos artistas que querem impedir o progresso alheio. 

A outra escalada vem da França, Nova Cleret se apresenta como um ala amador, dando apoio nos vocals e tecendo suas linhas e vem trabalhando forte para imprimir sua história no Trip Hop, downtempo, Industrial e pop. A cantora é a voz do projeto Ocean Key, já mostrou seu talento aos brasileiros com a canção “Cold Summer”, um dos trabalhos assinados por Bas-Fond, agora cantando em sua língua materna, já que na primeira assistência ela protagonizou na língua de Allen Iverson. Somando ao time, tem a participação da Colômbia com os alas Losaquis.


Ouça:


 

"Quem Empoderou os Pretos" de autoria da cantora Tinna Rios e do Rapper Sobrenome de Mello busca enfatizar a questão de que a Pretitude precisa conhecer suas origens e ter orgulho da cor. 

"O filme Pantera Negra trouxe todo um ressignificado da minha ancestralidade e desde então eu levanto essa bandeira do empoderamento pra ajudar outros pretes a não se sentirem vulneráveis", conta Tinna. No estilo Soul Music, o lançamento tem influências da música Gospel, Rap e do R&B Contemporâneo, a música teve a produção de Duck Jam (Produtor de vários clássicos do Rap Nacional) e está disponível em todas as plataformas digitais assim como o clipe no Youtube. 

Assista:




Tinna Rios é paulistana e iniciou sua carreira no coral da igreja. No meio secular, fazia backing vocal para grupos de Rap e, a partir do sucesso de covers postados em seu Instagram, em 2017, iniciou sua carreira solo, vindo a lançar singles como Wake Up (2017), Linda Flor (2017), Dança toda (2019) e o álbum Essência (2019),Mi Corazón (2020) e Um só(Falling in Love),parceria feita com Sobrenome De Mello.


segunda-feira, 23 de novembro de 2020

 


“Eu sempre tentei representar e manter o legado do saudoso J Dilla, através de todos os meus álbuns”, disse Busta Rhymes em nova entrevista.

Busta Rhymes revelou em uma nova entrevista que ele tem mais de 300 batidas do J Dilla que o falecido produtor deu ao rapper antes de sua morte. Ao falar com Cheo Hodari Coker para a revista  GQ , Busta falou sobre seu novo álbum Extinction Level Event 2: The Wrath of God , que inclui uma faixa produzida por Dilla e Pete Rock intitulada “Strap Yourself Down”. Depois de falar brevemente sobre a faixa, ele passa a compartilhar como ele tem um estoque de batidas de Dilla, e como ele só compartilhou algumas dessas batidas com outro rapper.

“Sou extremamente seletivo com quem os dou, e é por isso que não os dei a ninguém, exceto Raekwon, e isso foi para Only Built 4 Cuban Linx Part Two. Acho que ele tem cerca de quatro beats do Dilla nesse projeto”, disse Busta. “Sempre tentei representar e manter o legado do saudoso J Dilla em todos os meus álbuns. Você sabe o que eu estou dizendo? Acho que o único álbum em que provavelmente não os gravei foi Back On My Bullshit.”

“Sou um grande fã de Dilla, acho que Dilla provavelmente está entre os três melhores produtores do mundo”, acrescentou. “Para mim, meus três principais produtores favoritos são Dr. Dre, Q-Tip e J Dilla.”

Busta havia contado anteriormente que havia mais trampo com Dilla por vir. Em outra parte da entrevista, Busta também falou sobre seu envolvimento com A Tribe Called Quest, ser amigo de Biggie e Tupac e muito mais.


Fonte: Okayplayer

 

Yannick Hara dá um basta nos termos pejorativos que a sociedade reproduz, no single "Pele Falsa", inspirado nos filmes Blade Runner e Blade Runner 2049.


"Pele Falsa" é um termo pejorativo dado pelos humanos ao replicantes nos filmes Blade Runner e Blade Runner 2049. Dentro deste contexto desagradável, depreciativo e insultuoso o artista Yannick Hara faz uma analogia entre os termos pejorativos dados as mulheres, indígenas, negros(as) e aos homossexuais. É um grito de basta.


"Eu cansei de ser humilhado, eu cansei de ser insultado, eu cansei de ser discriminado por você, eu cansei se prepare pro revide" é um dos trechos dessa canção que conta com a produção da artista e cantora Dy Fuchs, gravado, mixado e masterizado por Blakbone. A capa foi realizada pelo desenhista Law Tissot.


Este single também é comemorativo de um ano do disco O Caçador de Androides que foi lançado dia 19 de novembro de 2019 em todas as plataformas digitais. O disco conta com as participações de Clemente dos Inocentes, Rodrigo Lima do Dead Fish, da cantora Sara Não Tem Nome, de Moah do Lumiére, Rike da banda NDK, Keops e Raony do Medulla, do poeta Rafael Carnevalli e o rapper paraense Cronixta

A obra é inspirada no livro Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas? do escritor Philip K Dick baseado na cultura cyberpunk, a cultura da alta tecnologia e baixa qualidade. O livro originou os filmes Blade Runner e Blade Runner 2049 dos diretores Ridley Scott e Denis Villenueve.


Ouça:





Visando abrir caminhos pro rap do interior de SP, Stevan chegou chutando a porta com o lançamento de “A Queda do Céu”, o álbum de estreia do jovem MC são-carlense. Contando com Gorfo de Panda e 808 Luke assinando a engenharia musical de todas as faixas, o álbum traz referências que vão de Pablo Neruda e São Carlos a Emicida e Yu-Gi-Oh, passando por mitologia, Hitchcock, HQs e animes.

O disco vem sendo planejado desde 2018 e foi lançado dia 31/10, com 12 faixas construídas de forma concisa, a obra traz uma estética gótica e uma sonoridade dualista, mesclando o rap com r&b, funk rock e até mesmo pop.

As participações especiais fazem jus ao peso do álbum, tendo nomes como Sara Donato e Gon Salves participando da faixa “Terra Escarlate”, canção que fala sobre a cidade natal do rapper, São Carlos. O MC Primitivo junto com o DJ Gorfo de Panda participa de “Nero” que foi produzida por Nobre Beats, o MC Cvshinhx participa de “Gold Experience” música que faz referência ao anime “Jojo no Kimyou na Bouken: Vento Aureo” e Hello Ramos marca presença na faixa que leva o nome do albúm.

“A Queda do Céu” foi gravada no estúdio Pandemonium Rec, os instrumentais levam o nome dos beatmakers PX, Avila, @rideblan33 além dos anteriormente já citados Nobre Beats, Gorfo de Panda, 808 Luke. Com o “renascimento” como temática principal, o trabalho promete cravar o nome de Stevan no cenário hip-hop nacional e abalar a estrutura mainstream.


Ouça:


domingo, 22 de novembro de 2020

Muito se fala sobre onde, como e quando se originou o DAB. Em 2015, o trio de Atlanta Migos lançou o clipe “Look at my Dab”, popularizando assim o movimento DAB DANCE.

Pogba (futebol), Lebron James (Basket), Cam Newton (Football Americano) e diversos esportistas comemoravam seus feito com o DAB! Viralizou esse gesto!


Muitos creditam ao trio a criação do movimento, mas em meados de 2014, o Migos se apresentou no Paramount Theatre em Springfield, Massachussets. O Dab foi apresentado ao trio e ao Quality Control Music nessa época. Membros do selo Quality Control alegam que o DAB foi inventado pelo rapper Skippa Da Flippa e teve suas origens na cena Hip Hop de Atlanta por volta de 2010. Apesar de durante um período o trio Migos afirmar que era os inventores do DAB DANCE, mais tarde admitiram que Skippa Da Flippa foi o inventor, após criticas de um terceiro membro do selo, OG Maco.


O rapper Bow Wow ousou dizer que o Dab Dance teve origem em 2012, por influência da Cannabis Dabbers Community, relacionando o Dab a maconha e tal. Rappers como Peewee Longway, Jose Guapo e Rich the Kid que contribuíram muito para popularizar a dança, foram o Twiter xingar o rapper e refutar suas afirmações. 


Curiosidade


Bem antes de existir o termo DAB, esse mesmo movimento é reproduzido na cultura japonesa há décadas. Um bom exemplo é o anime Dragon Ball Z dos anos 90, onde o Gohan (como O Grande Saiyaman) executa o movimento. É conhecido como um “Movimento Sentai” no Japão, devido ao seu uso popular na série "Super Sentai Tokusatsu Superhero" desde ao anos 70. Manja aqueles movimentos que os Power Rangers ou Changeman faziam? 




Tudo isso relatado acima são especulações, coincidências e pessoas se apropriando. Vamos “dar a Cesar o que é de Cesar” ou melhor “dar ao Brown o que é do Brown”, como disse o jornalista estadunidense Goudzer.




Dee Brown 


DeCovan Kadell vulgo Dee Brown nasceu em 29 de novembro de 1968, Draftado em 1990 pelo Boston Celtics. Brown jogou por 12 temporadas na NBA (1990-2001). O Pai do Dab, além de jogador pelo Celtis, defendeu as camisas do Toronto Raptos e Orlando Magic. Em seu primeiro ano ele fez parte do NBA All Rookie Team (Seleção dos Novatos), quando jogou todos os 82 jogos e teve uma média de 8,7 pontos por jogo. Um dos grandes destaques de sua carreira foi em 1991, quando ele ganhou o campeonato de enterradas da NBA. 

Ele foi titular em Boston durante 1993-94 e 1994- 95 temporadas onde teve seus melhores números de pontuação, com média de mais de 15 pontos por jogo em cada um desses anos. Após sete temporadas e meia com o Celtics, ele foi negociado com o Raptors junto com Chauncey Billups em 1998. No geral, durante sua carreira, ele marcou 6.758 pontos no total.



Após sua aposentadoria como jogador de Basket, Brown não se afastou do esporte. Em 2005 ele ganhou um contrato na ESPN de um ano após vencer um reality show chamado “Dream Job”. Brown derrotou outros cincos ex-jogadores da NBA e apresentou um programa na ESPN chamado “City Slam!”. 


Brown também trabalhou na EDGE Basketball, como CEO, que era uma empresa especializada na formação de jogadores do ensino médio até o profissional. Brown também foi técnico do time feminino Orlando Miracle, depois do San Antonio Silver Stars. Em 2009 se tornou treinador principal do Springfield Armour, um time da Liga de Desenvolvimento da NBA. Em 2011 Brown foi assistente do Lawrence Frank no Detroit Pistons. 2013 ele foi para o Sacramento Kings para ser assistente técnico e diretor de desenvolvimento de jogadores. Em 2016 foi para o Los Angeles Clippers e agora é gerente geral da equipe do Clippers na NBA G League. 


Neste momento Dee Brown está apertando a língua de seu Rebook "The Pump", para dar ar e ajustar o tênis em seu pé


A noite que Dee Brown inventou o DAB


Em 1991 grandes nomes do DUNK participaram do campeonato de enterradas, como: Kenny Smith - Houston Rockets, Otis Smith – Orlando Magic, Rex Chapman – Charlotte Hornets, Shawn Kemp – Seattle Super Sonics, Kenny Willians – Indiana Pacers, Kendall Gill - Charlotte Hornets e o calouro Dee Brown – Boston Celtics. 


Neste ano o All Star Games foi disputado em Charlotte e a cidade tinha dois representantes Rex Chapam e Kendall Gill que mandaram bem, mas não tanto como a empolgação de sua torcida. 

O 3 vezes campeão Dominique Wilkins não participou e sempre era cotado para ser campeão! Wilkins era o atual campeão da enterradas. Dominique travou muitas batalhas com Michael Jordan em 1988, onde o Jordan ganha o campeonato com a incrível dunk pulando da linha do lance livre. 


Dee Brown não estava cotado entre os possíveis campeões, tanto que Dominique Wilkins em entrevista disse que os possíveis campeões eram Shaw Kemp do Seattle, Kenny Smith do Houston e o que fez final com ele em 1990, Kenny Willians do Indiana. 


Um detalhe muito interessante é que o novato Dee Brown era patrocinado pela Rebook, marca sensação da época. E antes dele ir para enterrada ele apertava a lingueta dos tênis. Como não sou dessa época fui pesquisar e cai justamente num site falando sobre esse campeonato, o tênis e a fita do DAB. Segundo o site Basquete Cascavel, Dee Brown utiliza um modelo da Rebook chamado “The Pump”. Esse modelo da Rebook além de ser loko! Ele tem um sistema de ar que você aperta da língua do tênis e ele enche de ar e adequa no seu pé. Então o Dee Brown cada vez que ia enterrar fazia isso e chamou a atenção do publico e dos comentaristas da TV. 

Dee Brown foi bem do começo ao fim! Porém a concorrência era braba! Para avançar para a final, Brown precisou inovar e enterrar duas bolas, levando todos a loucura. Dando sempre aquela bombada em seu Rebook antes das dunk’s.

Ele chega à final contra o Shaw Kemp do Seattle, forte candidato a esmagar o novato na final! Shaw executou bem a sua Dunk e pontuou bem. Brown sabendo que precisaria de algo extraordinário para vencer corre com a bola e executa o movimento que na época foi chamado de “Look Dunk” ou “No See Dee”. E com essa enterrada insana, o jogador do Boston vence o campeonato de enterrada. 

Confira todas as Dunk's do Dee Brown do campeonato de 1991:






Muito se fala sobre quem iniciou, até Michael Jackson querem creditar o Dab, mas quem realmente influenciou o DAB DANCE, foi Dee Brown.


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Sites que usamos para pesquisa:

Basquete Cascavel

Yard Media


sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Nyl MC traz versos provocadores e rimas inflamadas em PARASITAS, música que anuncia seu próximo trabalho 40TENA TAPE, com lançamento marcado para dia 20 de Novembro. O lyric vídeo que acompanha foi produzido pela Berro Inc, fotografia de capa por Carolina Aleixo e instrumental de Erotes. 

Nas palavras de Nyl, “PARASITAS” é um “grito contra o racismo estrutural e as desigualdades sócio econômicas que se tornaram ainda mais latentes durante este momento de pandemia que estamos vivendo”. No título e na arte de capa é perceptível uma alusão ao filme sul coreano PARASITA, dirigido por Bong Joon Ho e vencedor do Oscar 2020, sendo o primeiro filme de fora dos EUA a vencer o prêmio mais famoso do cinema mundial. “Assisti ao filme antes da indicação ao Oscar, sem ter visto trailer ou ter muita informação sobre ele e sai de lá muito impactado. É uma obra de arte sobre a desigualdade social e suas consequências”, afirma Nyl

A produção da música se iniciou durante o período mais intenso da quarentena, quando os protestos anti racistas e anti fascistas tomaram as ruas no Brasil e no mundo. “Fui no primeiro ato aqui no Rio, em frente ao Palácio das Laranjeiras e aquilo mexeu muito comigo. Em meio a uma pandemia ter assassinatos como o do João Victor e todo o descaso dos governantes eleitos com a população mais pobre, em meio a uma pandemia é revoltante.” conta Nyl. O instrumental é do rapper e produtor musical Erotes. “Quando as coisas flexibilizaram um pouco mais, eu fui no estúdio do Erotes e levei o sample de Know Your Enemy do Rage Against The Machine. É uma banda que ouvi muito na adolescência, que me inspira até hoje e que sempre usou a música como forma de luta. É o que eu faço há um tempo e fiz aqui em PARASITAS” finaliza.  


Ouça:






Em setembro de 2019, o rapper Thiago Elniño lançava Pedras, Flechas, Lanças, Espadas e Espelhos, um disco onde contando com a presença de convidados como Luedji Luna, Tássia Reis e Rincon Sapiência, se mostrou um relicário da música preta contemporânea produzida no Brasil naquele momento, agora, pouco mais de um ano depois é lançado o quarto videoclipe do disco, o da música BENÇA, um dos destaques do disco.


Se antes a mistura de jazz, funk e trap de BENÇA com o ótimo beat de Liz Oitobit e produção de Martché já chamava muito a atenção em um corpo de trabalho de um rapper antes conhecido por sua relação com sonoridades mais tradicionais do rap como o boombap, agora com imagens a letra que traz ao mesmo tempo o respeito a ancestralidade africana e ao culto aos Orixás, e um jogo de palavras agressivo, atrevido e sedutor contra o racismo são materializadas através de forma única! 


Misturando imagens de elementos reais e animação de ilustrações do incrível Paulo Victor Dias, o clipe de BENÇA com direção e produção da Ziriguidum e Co-produção da Wuka Studios, conta a história de Akdjé, um preto escravizado que assim como muitos outros ao longo da história não aceitaram um lugar de submissão e deram a vida pela dignidade do seu povo! 


Em um período onde tanta coisa aconteceu após um ano e dois meses do lançamento do segundo disco de Thiago Elniño, BENÇA consegue mesmo em tempos tão difíceis, de pandemia ao racismo cada vez menos velado, pautar a luta do povo preto com leveza mesmo tratando de temas pesados sem inocência, cumprindo com eficácia um papel que a arte mais que nunca teve nesse período, ser mais que entretenimento, nesse caso muito mais! 




Assista:

 

O jovem artista NHZ, diretamente de São Paulo, trouxe o seu primeiro lançamento dentro do selo internacional suíço Monkeys' Lab. Esse som chamado Lucros & Laços, nos leva para dentro da cena Underground trazendo uma batida de estilo Plug/Trap com um baixo forte e poderoso de deixar suas caixas tremendo. A letra da música descreve as dificuldades e os desafios de um jovem afrodescendente dentro da sociedade brasileira.


Ouça:






Sobre o rapper:

Emerson Fernandes começou a desenvolver sua paixão pelo Hip-Hop participando de batalhas de rap na zona norte da capital Paulistana. Primeiramente conhecido como Negro Hostilizado, e com o tempo surgiu a abreviação NHZ. Criado em Pirituba (São Paulo), um bairro bem conhecido por sua grande diversidade cultural e um número impressionante de artistas nacionais.

Seus primeiros passos como artista foi dentro do coletivo de Hip-Hop chamado Parish, que iniciou em 2018. Na sequência, um primeiro single solo faz sua aparição em 2019: “Yellow Lamborghini”. Produzido pelo conhecido Gum Beats, essa primeira música vem tendo um certo sucesso na cena Underground Trap, e mais especificamente no SoundCloud.

Em 13 de novembro, o rapper Leopac lançou seu mais novo single, que marca seu aniversário intitulado “33”.

A faixa trás reflexões, junto ao agradecimento por ter alcançado a idade de Cristo. Com colagens que vão de Racionais a GOG, o refrão é marcado com a criatividade de DJ Sid.

“Pra um homem preto quebrar a estatística, é uma grande vitória”, diz Leopac.

O single ainda não está disponível nas plataformas digitais de stream, porém está disponível no YouTube para você ouvir. 

Se identificou? Então aumenta o som, e comemore o aniversário do Leopac, deixando seu like, e compartilhando com seus próximos.


Confira:


quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Nesta quinta-feira (19/11), acontece a edição de 2020 do Grammy Latino. A premiação musical mais importante da América latina, onde celebra as melhores produções de cada ano. 


O rapper paulista foi um dos grandes destaques entre as categorias de língua portuguesa. Com seu lindo álbum “AmarElo”, o rapper paulista levou o prêmio de “Melhor Álbum de Rock ou Música Alternativa em Língua Portuguesa. O cearense Rapadura também concorria na mesma categoria com seu álbum “Universo ao Canto Falado”.


 O Emicida ainda engrandeceu ainda mais o evento mostrando seu talento ao vivo, unindo-se ao cantor e compositor Marcos Valle para uma performance de “Pequenas Alegrias da Vida Adulta. 


Assista a apresentação:


Rap Plus Size, duo formado por Jupi77er e Sara Donato, lança o single “Se o Grave Bate”. Em parceria com a UZZN records, o trap apresentado para o público questiona os padrões de beleza e a gordofobia, além de dar visibilidade para a comunidade não binária através do refrão com a linguagem neutra.

“Trazer nosso som pra linguagem neutra é também um posicionamento político, que contempla as mais diversas existências para além do binário. É bater de frente com o CIStema e mostrar que estamos indo além com a língua que falamos, que ela também pode ser inclusiva e acolhedora. Mostra que nosso som é feito pra todes e pra incomodar muites também. É pra ser dedo na ferida até rebolando a raba e mostrar quem somos sem perder a essência”, explica Jupi77er.

O clipe foi gravado em uma academia de boxe e contraria o estereótipo gordofóbico no qual pessoas gordas são sedentárias e não fazem exercícios.


Confira:



Grana é um trabalho audiovisual realizado pela produtora MINAVOZ, com Direção de Jessi que é também compositora e intérprete da música, o projeto foi feito com base nas vivências e sentimentos da artista que durante o período de quarentena se viu vivenciando um looping.


Acordar, tomar café, tomar banho, arrumar a cama pra depois dormir de novo e trabalhar todos os dias das 09h até a hora que der. A rotina nos mantém refém de nós mesmos e nos impede muitas vezes de olhar para o nosso interior, nos deixando cada vez mais distantes do que poderia ser a realidade, a vida entra no automático e os dias se repetem incansavelmente. No meio do caos, um grito interno é a chave que vira e abre novas portas e possibilidades. 

Personalidades diversas em conflito, todas buscando algo que ainda não se sabe dentro de si e a gana por tomar de volta o que foi tirado. 


"Grana é um trabalho cheio de camadas e que envolveu diversos artistas em seu desenvolvimento, um trabalho que é mais do que se pode ver no seu produto final, um trabalho que envolve empenho coletivo a fim de firmar ideias de modo visual, sensorial, experimental e sonoro", conta a artista.


Confira:



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Ficha Técnica:
Composição: Jessi @medesculpajessi
Captação: Futur15ta @futur15ta
Produção: Gibbo
Mixagem, masterização e finalização: Nicx @nicxbro
• Capa single
Criação: Marte @marcellademarte
Imagens: Jan @cabralatina e Amanda Gabriela @amandagabriela.__
Direção: Gabrela Vieira @sougabrela
• Videoclipe
Roteiro: Gabrela Vieira @sougabrela
Direção: Jessi
1º Assistente de Direção: Guilherme Fogaça @guilhermefogacaa
Produção Executiva: Laura Crepaldi @lauravozz
Assistente de Produção: Lohuama Saron @lohuamasaron
Direção de Arte: Gaybe Matera @gueibe.jpg e Maurício Koorgiski @koorgiski
Figurino: Thaís Vaz @thaisvazvieira
Direção de Fotografia: Giulia Baptistella
Assistente de fotografia: Jan
Assistente de fotografia: DPK @dpklick
Preparação de elenco: Rafaela Ferraz @rafaaferraz
Montagem: Jan
Lançamento: Lohuama Saron @lohuamasaron
Realização: MINAVOZ @minavoz_



Trabalho surgiu durante as experiências iniciais do poeta e cantor com a isolamento social provocado pela pandemia do COVID-19 

O poeta e cantor Axel Lór, acaba de lançar seu novo single, "Ansiedade". A composição é fruto dos dias em que o artista esteve em casa, de quarentena, enquanto o mundo sofria os sintomas da pandemia do novo coronavírus. 


Inspirado no momento atual, Axel refletiu sobre um problema muito recorrente, sendo o Brasil, um dos países mais ansiosos do mundo. “Estávamos vivendo dias sombrios. A incerteza do que estamos enfrentando, porque a pandemia ainda não acabou, a espera pela vacina, o medo de visitar a família, a saudade, tudo isso estava mexendo comigo. Escrever sempre foi a melhor saída para expressar o que muitas vezes eu não conseguia nem expor em uma conversa. Estava no meio de um transtorno de ansiedade e precisava falar sobre isso, seria catártico”, revela Lór. 


O single “Ansiedade” traz uma sonoridade mais simples. Apesar de uma batida forte, as melodias são mais leves, servindo como cama para a voz do artista deitar-se sobre ela. Abusando de um tom rouco, porém sutil, Axel passeia com maestria, conseguindo alcançar uma atmosfera única por toda a faixa, sem se perder, sem se alterar, apenas respirando, como diz um dos versos, "continue respirando...", fazendo uma alusão às crises de ansiedade, onde o ansioso sente em um certo nível a dificuldade em respirar. 


Ouça: 


quarta-feira, 18 de novembro de 2020

No dia de ontem, Protesto&Poesia disponibilizou em seu canal no Youtube o videoclipe da música Parque de Depressões. A faixa conta com a participação mais do que especial de MGVox e o beat foi produzido por Zion D, a responsa do videoclipe ficou por conta da Thomé Filmes, que por sinal essa parceria já nos rendeu grandes clipes de rap.

O clipe conta a realidade de três pessoas que sofrem com a doença da depressão. Doença essa que é representada por um palhaço triste e que em diversos momentos do clipe aparece oferecendo um alívio para o personagem em crise.

“Infelizmente essa doença é comum na sociedade e cabe a todos nós falar dela abertamente todos os dias do ano, e não apenas em um mês especifico. Muita gente se sente reprimida ao falar sobre depressão, sobre os próprios sentimentos. Por que a sociedade e muitas das vezes a própria família julga como frescura”.– Disse Lpe um dos compositores e interpretes da música, e na sequência David comentou: “A ideia do palhaço, foi mostrar que ninguém faz nada por que quer, ninguém se corta por que quer, ninguém pensa em se matar por que quer, mais sim é algo induzido por essa doença.”

Segundo especialistas a depressão é o mau da década e deve ser o principal motivo de afastamentos por doença do trabalho em 2020. A aposta é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que relata que cerca de 6% da população brasileira é diagnosticada com o problema - tornando o Brasil o país mais depressivo da América Latina.

(pesquisa feita antes da pandemia de covid 19, estimasse que o isolamento e o medo do vírus desconhecido, tenha aumentado os números das estatística.)

Confira a baixo o vídeo clipe:


  

Foi lançado na noite desta terça-feira (17) o terceiro single do #EstudioZeroUM, uma formidável iniciativa da produtora/gravadora fundada pelo DiegoThug (Bonde da Stronda) que visa colocar holofote em talentosos artistas, realizando músicas de tema livre acompanhadas de um videoclipe. Intitulada “Tropa da Vírgula”, estrela Igão Spliff, rapper carioca que ficou conhecido nacionalmente ao estourar a música Erótica em 2014 com o grupo Spliff Rap. 

Com uma sonoridade extremamente densa e ambientada no trap , cantou-se sobre suas vivências, as peculiaridades do seu bairro Madureira e suas formas de matar um leão por dia, buscando seu sonho. Mais técnico do que nunca, trouxe uma interpretação visceral, além de flows e métricas bastante envolventes que encaixaram como uma luva no instrumental assinado por Cerqueirx. A mixagem e masterização ficou por conta de Luccas Elia. 


O audiovisual, assim como o projeto propõe, é gravado inteiramente no estúdio e mostra tanto o momento de criação da faixa até situações mais descontraídas, por exemplo, do rapper interpretando suas rimas para a câmera. O audiovisual foi filmado e editado pelo MC Cond, que participou como artista no segundo single do #EstudioZeroUM. 

Confira:


terça-feira, 17 de novembro de 2020

 

Em um refrão viciante, o rapper chega trazendo no som uma vibe mais praia, curtição. Além disso, Gnu canta sobre estar crescendo na vida, realizando seus objetivos pessoais e profissionais. 


A música chega com a intenção de ser uma party music, sendo um som que o artista fez praticamente todo no freestyle, tendo apenas o refrão com uma construção mais elaborada. Com muita influência da faixa “Rockstar”, de Dababy com participação de Rodd Ricch, a bateria, o grave e praticamente todos os instrumentos que compõe o beat são bem parecidos, senão idênticos, a canção citada.


Mais uma vez Gnu produziu sua música de forma completa, além disso, dessa vez o artista também fez o video motion que foi disponibilizado no YouTube. Sendo um artista totalmente independente, o rapper vem se profissionalizando cada vez mais em diversas áreas para ajudar progressivamente sua própria carreira. 


Gnu chega trazendo em seus versos o empoderamento negro e mostra na faixa sua ascensão musical e artística, "Patrão" é um som que aborda como foco principal a prosperidade do artista nas mais diversas áreas de sua vida.


Ouça:




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segunda-feira, 16 de novembro de 2020

sábado, 14 de novembro de 2020



Anteriormente tínhamos noticiado que o rapper DK 47 tinha o sonho de no Favela Vive 5 ter um holograma do Sabotage, isso movimentou muito a internet no dia de hoje. 

A equipe que administra o legado do Sabotage entrou em contato conosco para não deixar duvidas sobre isso. Eles nos relataram que o comentário emocionado é só uma vontade do rapper carioca. O rapper não teve a intenção de criar esse alvoroço que de certa forma pode atrapalhar o que está por vir. 

A equipe do saudoso Sabota, nos relatou que tem um show montado em parceria com uma empresa brasileira e outra estadunidense. Eles nos garantiram que o show não vai ser em projeção, mas sim em HOLOGRAMA, igual ao show do Tupac. Se não fosse a pandemia por conta do Covid-19 isso já teria ocorrido. Ou seja, quando tudo isso acabar e estiver seguro a volta de show vamos ter a oportunidade de assistir um show com um holograma do grande SABOTAGE. 


Segue a declaração de desculpa do DK:








O carioca DK, que faz parte do duo ADL – Além da Loucura, é idealizador da Cypher “Favela Vive”, que neste ultimo 12 de novembro foi ao ar mais uma edição, que contou com as participações de Mc Cabelinho, Kmila CDD, Orochi, Cesar MC, Edi Rock, além do ADL, claro!

Dois dias após o lançamento da quarta edição do Favela Vive, DK “tweeta” sobre uma possível participação do Sabotage em holograma no Favela Vive 5. Os fãs foram a loucura, claro! Será que é spoiler ou uma vontade do DK? Não sabemos. Mas vale lembrar que o MC Hariel já anunciou que vai lançar um som com participação do saudoso rapper paulista.

Imagina uma participação em holograma do Sabota pique aquela do Tupac? Céloko! Os olhos já lacrimejam só de imaginar. Tomara que seja um spoiler!



*****ATUALIZAÇÃO*****